Tag: Brasil

  • Como conseguir pagar multa com desconto em SP: saiba tudo sobre o novo sistema

    Como conseguir pagar multa com desconto em SP: saiba tudo sobre o novo sistema

    Uma boa notícia para os condutores e proprietários de veículos em São Paulo: eles poderão quitar as multas de trânsito com até 40% de abatimento.

    O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) fez o anúncio da entrada do Estado no Sistema Nacional de Notificação Eletrônica (SNE) nesta quarta-feira (15). Com isso, os documentos e avisos sobre as infrações serão enviados em formato totalmente digital, por meio de um app no celular.

    No começo, esse desconto será válido apenas para multa aplicada por agentes do Departamento de Trânsito de São Paulo (Detran-SP). Portanto, as infrações cometidas nas rodovias e fiscalizadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e pelo Departamento de Estradas e Rodagem (DER) ainda não terão o benefício. Ainda não há uma previsão de quando esses órgãos também entrarão no SNE.

    O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) fez o anúncio da entrada do Estado no Sistema Nacional de Notificação Eletrônica (SNE) nesta quarta-feira (15). Com isso, os documentos e avisos sobre as infrações serão enviados em formato totalmente digital, por meio de um app no celular.

    No começo, esse desconto será válido apenas para multa aplicada por agentes do Departamento de Trânsito de São Paulo (Detran-SP). Portanto, as infrações cometidas nas rodovias e fiscalizadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e pelo Departamento de Estradas e Rodagem (DER) ainda não terão o benefício. Ainda não há uma previsão de quando esses órgãos também entrarão no SNE.

  • Por que os brasileiros estão comendo menos feijão?

    Por que os brasileiros estão comendo menos feijão?

    O feijão é um alimento tradicional e nutritivo na culinária brasileira, mas vem perdendo espaço no prato dos consumidores nos últimos anos.

    Segundo dados da Cogo – Inteligência em Agronegócio, o consumo per capita de feijão no Brasil caiu 42,5% nos últimos 40 anos, passando de 24,9 quilos por habitante ao ano para 14,3 kg/habitante/ano. No mesmo período, o arroz também registrou queda de 35,1%, saindo de 52,2 kg/habitante/ano para 33,9 kg/habitante/ano.

    Mas por que os brasileiros estão comendo menos feijão? Quais são as consequências dessa mudança alimentar? E como reverter essa tendência?

    Uma das razões apontadas para a redução do consumo de feijão é o aumento da oferta e da preferência por alimentos ultraprocessados, que são mais práticos e baratos, mas também mais pobres em nutrientes e mais ricos em gordura, açúcar e sal. Esses alimentos podem contribuir para o aumento da obesidade e de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão .

    Outro fator que influencia na diminuição do consumo de feijão é a redução da área de cultivo dessa leguminosa no país. Entre 1990 e 2020, a área plantada com as três safras de feijão no Brasil encolheu 42%, caindo de 5 milhões de hectares para 2,9 milhões de hectares. Isso se deve à menor rentabilidade do feijão em relação a outras culturas agrícolas e à maior vulnerabilidade às variações climáticas.

    A redução do consumo de feijão pode trazer prejuízos à saúde e à cultura dos brasileiros. O feijão é uma fonte importante de proteína vegetal, ferro, cálcio, potássio e fibras. Além disso, ele faz parte da identidade gastronômica nacional e está presente em diversos pratos típicos regionais.

    Segundo dados da Cogo – Inteligência em Agronegócio, o consumo per capita de feijão no Brasil caiu 42,5% nos últimos 40 anos, passando de 24,9 quilos por habitante ao ano para 14,3 kg/habitante/ano. No mesmo período, o arroz também registrou queda de 35,1%, saindo de 52,2 kg/habitante/ano para 33,9 kg/habitante/ano.

    Mas por que os brasileiros estão comendo menos feijão? Quais são as consequências dessa mudança alimentar? E como reverter essa tendência?

    Uma das razões apontadas para a redução do consumo de feijão é o aumento da oferta e da preferência por alimentos ultraprocessados, que são mais práticos e baratos, mas também mais pobres em nutrientes e mais ricos em gordura, açúcar e sal. Esses alimentos podem contribuir para o aumento da obesidade e de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão .

    Outro fator que influencia na diminuição do consumo de feijão é a redução da área de cultivo dessa leguminosa no país. Entre 1990 e 2020, a área plantada com as três safras de feijão no Brasil encolheu 42%, caindo de 5 milhões de hectares para 2,9 milhões de hectares. Isso se deve à menor rentabilidade do feijão em relação a outras culturas agrícolas e à maior vulnerabilidade às variações climáticas.

    A redução do consumo de feijão pode trazer prejuízos à saúde e à cultura dos brasileiros. O feijão é uma fonte importante de proteína vegetal, ferro, cálcio, potássio e fibras. Além disso, ele faz parte da identidade gastronômica nacional e está presente em diversos pratos típicos regionais.

  • Como saber se tenho direito ao PIS?

    Como saber se tenho direito ao PIS?

    O PIS/Pasep é um benefício pago anualmente aos trabalhadores que se enquadram em alguns requisitos, como ter recebido até dois salários mínimos por mês e ter trabalhado pelo menos 30 dias no ano-base.

    Mas como saber se você tem direito a receber esse abono salarial?

    Uma forma de consultar se você tem direito ao PIS/Pasep é pela internet. Se você é um trabalhador da iniciativa privada, pode acessar o site da Caixa Econômica Federal, o aplicativo Caixa Trabalhador ou ligar para o número 0800-726-0207 . Você vai precisar do seu número do PIS ou NIS, que pode ser encontrado nos extratos do FGTS enviados pela Caixa, no Cartão Cidadão ou na carteira de trabalho (CLT) .

    Se você é um servidor público, pode consultar o site do Banco do Brasil , ou ligar para o número 0800 729 0001. Você vai precisar do seu número do Pasep, que também pode ser encontrado na carteira de trabalho (CLT).

    Consultando esses canais de atendimento, você pode verificar se você tem direito a receber o PIS/Pasep e qual o valor e a data de pagamento. Não perca essa oportunidade de receber um dinheiro extra!

    Mas como saber se você tem direito a receber esse abono salarial?

    Uma forma de consultar se você tem direito ao PIS/Pasep é pela internet. Se você é um trabalhador da iniciativa privada, pode acessar o site da Caixa Econômica Federal, o aplicativo Caixa Trabalhador ou ligar para o número 0800-726-0207 . Você vai precisar do seu número do PIS ou NIS, que pode ser encontrado nos extratos do FGTS enviados pela Caixa, no Cartão Cidadão ou na carteira de trabalho (CLT) .

    Se você é um servidor público, pode consultar o site do Banco do Brasil , ou ligar para o número 0800 729 0001. Você vai precisar do seu número do Pasep, que também pode ser encontrado na carteira de trabalho (CLT).

    Consultando esses canais de atendimento, você pode verificar se você tem direito a receber o PIS/Pasep e qual o valor e a data de pagamento. Não perca essa oportunidade de receber um dinheiro extra!

  • O que a ciência diz sobre a astrologia?

    O que a ciência diz sobre a astrologia?

    A astrologia é uma prática milenar que relaciona a posição dos astros no céu com os acontecimentos na Terra, especialmente com as características e o destino das pessoas.

    Muitas pessoas consultam o horóscopo diariamente para saber o que os astros reservam para elas, mas o que a ciência diz sobre essa crença?

    Do ponto de vista científico, a astrologia não é reconhecida como uma ciência válida. A astrologia é considerada uma pseudociência, ou seja, uma forma de conhecimento que não segue os critérios e métodos da ciência verdadeira. Não há evidências empíricas ou teóricas que sustentem as afirmações da astrologia.

    Um dos principais problemas da astrologia é que ela se baseia em um modelo geocêntrico do Universo, ou seja, que coloca a Terra como o centro de tudo. Esse modelo foi refutado pela astronomia há séculos, quando se descobriu que a Terra gira em torno do Sol e não o contrário. Além disso, a astrologia ignora o fato de que existem mais planetas além dos conhecidos na Antiguidade e que o céu muda ao longo do tempo.

    Outro problema da astrologia é que ela atribui influências dos planetas sobre os seres humanos sem nenhuma explicação plausível. A única força física que os planetas exercem sobre nós é a gravitacional, mas essa força é muito fraca para ter algum efeito perceptível. Por exemplo, a Lua tem uma influência gravitacional maior do que qualquer planeta sobre a Terra, mas isso só afeta as marés e não as pessoas.

    Além disso, a astrologia não leva em conta outros fatores importantes na formação da personalidade e do comportamento das pessoas, como a genética, o ambiente e as experiências de vida. Acreditar que o signo determina tudo pode levar à falta de responsabilidade pessoal e à limitação das possibilidades individuais.

    Portanto, a ciência não reconhece nem apoia a astrologia como uma forma de conhecimento confiável ou útil. A astrologia é uma crença pessoal baseada na fé e na tradição, mas não na razão e na evidência. Cabe a cada um decidir se quer seguir ou não o horóscopo, mas sempre com consciência crítica e respeito pela diversidade de opiniões.

    Muitas pessoas consultam o horóscopo diariamente para saber o que os astros reservam para elas, mas o que a ciência diz sobre essa crença?

    Do ponto de vista científico, a astrologia não é reconhecida como uma ciência válida. A astrologia é considerada uma pseudociência, ou seja, uma forma de conhecimento que não segue os critérios e métodos da ciência verdadeira. Não há evidências empíricas ou teóricas que sustentem as afirmações da astrologia.

    Um dos principais problemas da astrologia é que ela se baseia em um modelo geocêntrico do Universo, ou seja, que coloca a Terra como o centro de tudo. Esse modelo foi refutado pela astronomia há séculos, quando se descobriu que a Terra gira em torno do Sol e não o contrário. Além disso, a astrologia ignora o fato de que existem mais planetas além dos conhecidos na Antiguidade e que o céu muda ao longo do tempo.

    Outro problema da astrologia é que ela atribui influências dos planetas sobre os seres humanos sem nenhuma explicação plausível. A única força física que os planetas exercem sobre nós é a gravitacional, mas essa força é muito fraca para ter algum efeito perceptível. Por exemplo, a Lua tem uma influência gravitacional maior do que qualquer planeta sobre a Terra, mas isso só afeta as marés e não as pessoas.

    Além disso, a astrologia não leva em conta outros fatores importantes na formação da personalidade e do comportamento das pessoas, como a genética, o ambiente e as experiências de vida. Acreditar que o signo determina tudo pode levar à falta de responsabilidade pessoal e à limitação das possibilidades individuais.

    Portanto, a ciência não reconhece nem apoia a astrologia como uma forma de conhecimento confiável ou útil. A astrologia é uma crença pessoal baseada na fé e na tradição, mas não na razão e na evidência. Cabe a cada um decidir se quer seguir ou não o horóscopo, mas sempre com consciência crítica e respeito pela diversidade de opiniões.

  • O que é o Dia do Consumidor e por que ele é importante?

    O que é o Dia do Consumidor e por que ele é importante?

    O Dia do Consumidor é uma data que celebra os direitos e as conquistas dos cidadãos enquanto compradores de produtos e serviços.

    Essa data foi criada em 1962 pelo presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, que reconheceu quatro direitos básicos dos consumidores: o direito à segurança, à informação, à escolha e à voz.

    Em 1985, a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) adotou esses direitos como diretrizes para a proteção dos consumidores em todo o mundo e instituiu o dia 15 de março como o Dia Mundial do Consumidor.

    No Brasil, essa data também é comemorada no dia 15 de março desde 1983, quando foi criado o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon). Em 1990, foi sancionado o Código de Defesa do Consumidor (CDC), uma lei que regulamenta as relações de consumo e garante os direitos dos consumidores brasileiros.

    O Dia do Consumidor é importante porque lembra aos cidadãos que eles têm direitos e deveres ao adquirir um produto ou serviço e que devem exigir o cumprimento desses direitos quando se sentirem lesados ou insatisfeitos. Além disso, essa data também estimula os lojistas a oferecerem produtos e serviços de qualidade, com preços justos e condições favoráveis aos clientes.

    Como aproveitar melhor o Dia do Consumidor?

    O Dia do Consumidor é uma ótima oportunidade para os consumidores aproveitarem as promoções e ofertas que as lojas físicas e online oferecem nessa data. Segundo uma pesquisa da Ebit/Nielsen, em 2021, o faturamento do comércio eletrônico no Dia do Consumidor foi de R$ 3 bilhões, um crescimento de 18% em relação ao ano anterior.

    Para aproveitar melhor o Dia do Consumidor em 2023, algumas dicas são:

    • Pesquisar os preços dos produtos ou serviços desejados antes da data para verificar se as ofertas são reais ou se há maquiagem de preços;
    • Comparar os preços entre diferentes lojas e plataformas para encontrar as melhores condições de pagamento;
    • Verificar a reputação das lojas online nos sites de avaliação dos consumidores ou nos órgãos de defesa do consumidor;
    • Ler atentamente as descrições dos produtos ou serviços, as políticas de troca e devolução, os prazos de entrega e os custos de frete;
    • Guardar os comprovantes das compras realizadas para eventuais reclamações ou solicitações;
    • Denunciar às autoridades competentes qualquer irregularidade ou abuso cometido pelos fornecedores.

    O Dia do Consumidor é uma data que valoriza os consumidores como agentes ativos na economia e na sociedade. Por isso, é importante conhecer seus direitos e deveres como compradores responsáveis e conscientes. Assim, você pode fazer boas escolhas na hora de comprar produtos ou serviços que atendam às suas necessidades e expectativas.

    Essa data foi criada em 1962 pelo presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, que reconheceu quatro direitos básicos dos consumidores: o direito à segurança, à informação, à escolha e à voz.

    Em 1985, a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) adotou esses direitos como diretrizes para a proteção dos consumidores em todo o mundo e instituiu o dia 15 de março como o Dia Mundial do Consumidor.

    No Brasil, essa data também é comemorada no dia 15 de março desde 1983, quando foi criado o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon). Em 1990, foi sancionado o Código de Defesa do Consumidor (CDC), uma lei que regulamenta as relações de consumo e garante os direitos dos consumidores brasileiros.

    O Dia do Consumidor é importante porque lembra aos cidadãos que eles têm direitos e deveres ao adquirir um produto ou serviço e que devem exigir o cumprimento desses direitos quando se sentirem lesados ou insatisfeitos. Além disso, essa data também estimula os lojistas a oferecerem produtos e serviços de qualidade, com preços justos e condições favoráveis aos clientes.

    Como aproveitar melhor o Dia do Consumidor?

    O Dia do Consumidor é uma ótima oportunidade para os consumidores aproveitarem as promoções e ofertas que as lojas físicas e online oferecem nessa data. Segundo uma pesquisa da Ebit/Nielsen, em 2021, o faturamento do comércio eletrônico no Dia do Consumidor foi de R$ 3 bilhões, um crescimento de 18% em relação ao ano anterior.

    Para aproveitar melhor o Dia do Consumidor em 2023, algumas dicas são:

    • Pesquisar os preços dos produtos ou serviços desejados antes da data para verificar se as ofertas são reais ou se há maquiagem de preços;
    • Comparar os preços entre diferentes lojas e plataformas para encontrar as melhores condições de pagamento;
    • Verificar a reputação das lojas online nos sites de avaliação dos consumidores ou nos órgãos de defesa do consumidor;
    • Ler atentamente as descrições dos produtos ou serviços, as políticas de troca e devolução, os prazos de entrega e os custos de frete;
    • Guardar os comprovantes das compras realizadas para eventuais reclamações ou solicitações;
    • Denunciar às autoridades competentes qualquer irregularidade ou abuso cometido pelos fornecedores.

    O Dia do Consumidor é uma data que valoriza os consumidores como agentes ativos na economia e na sociedade. Por isso, é importante conhecer seus direitos e deveres como compradores responsáveis e conscientes. Assim, você pode fazer boas escolhas na hora de comprar produtos ou serviços que atendam às suas necessidades e expectativas.

  • Imposto de Renda 2023: o que você precisa saber

    Imposto de Renda 2023: o que você precisa saber

    O Imposto de Renda é um tributo cobrado pela Receita Federal sobre os rendimentos dos contribuintes que se enquadram em determinados critérios.

    A declaração do Imposto de Renda 2023 deve ser feita por quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2022, ou cerca de R$ 2.380 por mês. Esses rendimentos incluem salários, aposentadorias, pensões, aluguéis e outros.

    A declaração do Imposto de Renda 2023 começou nesta quarta-feira (15) e vai até o dia 31 de maio. O contribuinte deve baixar o programa da Receita Federal no site www.gov.br/receitafederal ou usar o aplicativo Meu Imposto de Renda para dispositivos móveis. O envio da declaração pode ser feito pela internet ou em mídia removível nas unidades da Receita Federal.

    Quem entregar a declaração com antecedência terá prioridade na restituição do imposto, caso tenha direito. A restituição é o valor que o contribuinte recebe de volta se pagou mais imposto do que deveria. A restituição do Imposto de Renda 2023 começa a ser paga em 31 de maio e vai até o dia 30 de setembro. São cinco lotes de pagamento, sendo que o primeiro lote é destinado aos idosos, pessoas com deficiência e professores.

    Para fazer a declaração do Imposto de Renda 2023, o contribuinte deve reunir os documentos que comprovem seus rendimentos e despesas dedutíveis em 2022. As despesas dedutíveis são aquelas que podem reduzir o valor do imposto a pagar ou aumentar o valor da restituição. Entre elas estão as despesas com educação, saúde, previdência privada e dependentes.

    O contribuinte também deve informar seus bens e direitos adquiridos ou vendidos em 2022, como imóveis, veículos e investimentos. Além disso, deve declarar os rendimentos recebidos de fontes no exterior ou pagos a residentes fora do Brasil.

    A Receita Federal espera receber cerca de 106 mil declarações no Amapá e mais de 32 milhões em todo o país. Quem não entregar a declaração dentro do prazo estará sujeito à multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.

    Fazer a declaração do Imposto de Renda é uma obrigação dos cidadãos brasileiros que se encaixam nos requisitos estabelecidos pela Receita Federal. Além disso, é uma forma de contribuir para o financiamento dos serviços públicos essenciais para a sociedade.

    A declaração do Imposto de Renda 2023 deve ser feita por quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2022, ou cerca de R$ 2.380 por mês. Esses rendimentos incluem salários, aposentadorias, pensões, aluguéis e outros.

    A declaração do Imposto de Renda 2023 começou nesta quarta-feira (15) e vai até o dia 31 de maio. O contribuinte deve baixar o programa da Receita Federal no site www.gov.br/receitafederal ou usar o aplicativo Meu Imposto de Renda para dispositivos móveis. O envio da declaração pode ser feito pela internet ou em mídia removível nas unidades da Receita Federal.

    Quem entregar a declaração com antecedência terá prioridade na restituição do imposto, caso tenha direito. A restituição é o valor que o contribuinte recebe de volta se pagou mais imposto do que deveria. A restituição do Imposto de Renda 2023 começa a ser paga em 31 de maio e vai até o dia 30 de setembro. São cinco lotes de pagamento, sendo que o primeiro lote é destinado aos idosos, pessoas com deficiência e professores.

    Para fazer a declaração do Imposto de Renda 2023, o contribuinte deve reunir os documentos que comprovem seus rendimentos e despesas dedutíveis em 2022. As despesas dedutíveis são aquelas que podem reduzir o valor do imposto a pagar ou aumentar o valor da restituição. Entre elas estão as despesas com educação, saúde, previdência privada e dependentes.

    O contribuinte também deve informar seus bens e direitos adquiridos ou vendidos em 2022, como imóveis, veículos e investimentos. Além disso, deve declarar os rendimentos recebidos de fontes no exterior ou pagos a residentes fora do Brasil.

    A Receita Federal espera receber cerca de 106 mil declarações no Amapá e mais de 32 milhões em todo o país. Quem não entregar a declaração dentro do prazo estará sujeito à multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.

    Fazer a declaração do Imposto de Renda é uma obrigação dos cidadãos brasileiros que se encaixam nos requisitos estabelecidos pela Receita Federal. Além disso, é uma forma de contribuir para o financiamento dos serviços públicos essenciais para a sociedade.

  • Entenda o caso da retratação da revista científica The Lancet e a pesquisa sobre a hidroxicloroquina

    Entenda o caso da retratação da revista científica The Lancet e a pesquisa sobre a hidroxicloroquina

    Um artigo publicado na revista médica The Lancet sobre o uso de hidroxicloroquina para tratar a COVID-19 foi retratado devido a possíveis falhas nos dados da pesquisa.

    O estudo, publicado em 2020, duas semanas antes da retratação, não encontrou benefícios no uso do medicamento e sugeriu que seu uso poderia até aumentar o risco de morte. Mas o estudo foi alvo de críticas sobre inconsistências nos dados hospitalares apresentados.

    Os vídeos que estão sendo compartilhados pelo WhatsApp passam a ideia de que a retratação significa que a substância é adequada para tratar a infecção, o que não é verdade.

    A eficácia da hidroxicloroquina contra o coronavírus é um assunto controverso e ainda em estudo. Algumas pesquisas sugerem que a hidroxicloroquina pode ser eficaz quando administrada precocemente em pacientes ambulatoriais com COVID-19, enquanto outras pesquisas não encontraram benefícios no uso do medicamento para tratar a doença.

    É importante ressaltar que as autoridades de saúde pública recomendam seguir as orientações médicas e científicas atualizadas sobre o tratamento da COVID-19.

    O estudo, publicado em 2020, duas semanas antes da retratação, não encontrou benefícios no uso do medicamento e sugeriu que seu uso poderia até aumentar o risco de morte. Mas o estudo foi alvo de críticas sobre inconsistências nos dados hospitalares apresentados.

    Os vídeos que estão sendo compartilhados pelo WhatsApp passam a ideia de que a retratação significa que a substância é adequada para tratar a infecção, o que não é verdade.

    A eficácia da hidroxicloroquina contra o coronavírus é um assunto controverso e ainda em estudo. Algumas pesquisas sugerem que a hidroxicloroquina pode ser eficaz quando administrada precocemente em pacientes ambulatoriais com COVID-19, enquanto outras pesquisas não encontraram benefícios no uso do medicamento para tratar a doença.

    É importante ressaltar que as autoridades de saúde pública recomendam seguir as orientações médicas e científicas atualizadas sobre o tratamento da COVID-19.

  • O que a ciência diz sobre o uso recreativo de maconha?

    O que a ciência diz sobre o uso recreativo de maconha?

    A ciência tem estudado há anos o uso recreativo da maconha e seus efeitos.

    Um estudo da Universidade do Colorado mostra que muitas pessoas que relatam o uso de cannabis antes ou depois de um treino acreditam que isso deixa o exercício mais agradável e que talvez os motive a se exercitar.

    No entanto, do ponto de vista do uso recreativo, os maiores riscos estão associados ao impacto do uso fumado e com o risco de desenvolvimento de psicoses (um tipo de transtorno mental grave), principalmente com a maconha rica em THC e quando o início do consumo acontece cedo (infância ou adolescência).

    Um outro estudo realizado pela Universidade de Cambridge associou o consumo de maconha ao maior risco de iniciação de esquizofrenia.

    O uso frequente da maconha e por muito tempo pode afetar o cérebro por tempo prolongado ou mesmo permanentemente, levando a dificuldades de atenção, concentração, memória e raciocínio. Além disso, o consumo de maconha pode trazer também outras reações como pânico, medo, desconfiança e paranoia.

    O uso medicinal da maconha é diferente do uso recreativo, pois é controlado.

    Existem vários países onde a maconha é legalizada para uso recreativo ou medicinal. O Uruguai foi o primeiro país a legalizar a venda, cultivo e distribuição de maconha em dezembro de 2013.

    No Canadá e nos Estados Unidos (em pelo menos 19 estados e no distrito de Columbia), a maconha também é legalizada para uso recreativo.

    Alguns outros países onde o uso pessoal e recreacional da maconha é descriminalizado incluem África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália (no Território do Norte, Austrália do Sul e Capital Australiana), Áustria entre outros.

    Um estudo da Universidade do Colorado mostra que muitas pessoas que relatam o uso de cannabis antes ou depois de um treino acreditam que isso deixa o exercício mais agradável e que talvez os motive a se exercitar.

    No entanto, do ponto de vista do uso recreativo, os maiores riscos estão associados ao impacto do uso fumado e com o risco de desenvolvimento de psicoses (um tipo de transtorno mental grave), principalmente com a maconha rica em THC e quando o início do consumo acontece cedo (infância ou adolescência).

    Um outro estudo realizado pela Universidade de Cambridge associou o consumo de maconha ao maior risco de iniciação de esquizofrenia.

    O uso frequente da maconha e por muito tempo pode afetar o cérebro por tempo prolongado ou mesmo permanentemente, levando a dificuldades de atenção, concentração, memória e raciocínio. Além disso, o consumo de maconha pode trazer também outras reações como pânico, medo, desconfiança e paranoia.

    O uso medicinal da maconha é diferente do uso recreativo, pois é controlado.

    Existem vários países onde a maconha é legalizada para uso recreativo ou medicinal. O Uruguai foi o primeiro país a legalizar a venda, cultivo e distribuição de maconha em dezembro de 2013.

    No Canadá e nos Estados Unidos (em pelo menos 19 estados e no distrito de Columbia), a maconha também é legalizada para uso recreativo.

    Alguns outros países onde o uso pessoal e recreacional da maconha é descriminalizado incluem África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália (no Território do Norte, Austrália do Sul e Capital Australiana), Áustria entre outros.

  • Ozempic: O que você precisa saber sobre este medicamento para diabetes e obesidade

    Ozempic: O que você precisa saber sobre este medicamento para diabetes e obesidade

    Ozempic é um medicamento usado para tratar diabetes e também é recomendado para combater a obesidade nos Estados Unidos.

    No Brasil, o Ozempic ainda não está aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso contra a obesidade, mas muitos médicos prescrevem o remédio com essa finalidade usando a prática off-label (sem indicação na receita).

    Ozempic foi aprovado pela Anvisa em agosto de 2018 somente para o tratamento de diabetes tipo 2. O uso do medicamento para tratar a obesidade é considerado off-label e deve ser feito sob supervisão médica.

    Recentemente, a fabricante do medicamento comunicou a possibilidade de falta do Ozempic no mercado brasileiro em 2023, devido à enorme demanda mundial pelo medicamento. Uma das razões para essa procura é o uso do Ozempic para tratar o excesso de peso.

    Os riscos desses medicamentos são que eles podem causar efeitos colaterais gastrointestinais, como náusea, vômito, diarreia e dor abdominal. Eles também podem causar hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) se usados com outros antidiabéticos ou se a alimentação não for adequada.

    Além disso, eles não devem ser usados por pessoas que não têm diabetes ou que querem emagrecer sem orientação médica, pois podem trazer riscos à saúde.

    No Brasil, o Ozempic ainda não está aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso contra a obesidade, mas muitos médicos prescrevem o remédio com essa finalidade usando a prática off-label (sem indicação na receita).

    Ozempic foi aprovado pela Anvisa em agosto de 2018 somente para o tratamento de diabetes tipo 2. O uso do medicamento para tratar a obesidade é considerado off-label e deve ser feito sob supervisão médica.

    Recentemente, a fabricante do medicamento comunicou a possibilidade de falta do Ozempic no mercado brasileiro em 2023, devido à enorme demanda mundial pelo medicamento. Uma das razões para essa procura é o uso do Ozempic para tratar o excesso de peso.

    Os riscos desses medicamentos são que eles podem causar efeitos colaterais gastrointestinais, como náusea, vômito, diarreia e dor abdominal. Eles também podem causar hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) se usados com outros antidiabéticos ou se a alimentação não for adequada.

    Além disso, eles não devem ser usados por pessoas que não têm diabetes ou que querem emagrecer sem orientação médica, pois podem trazer riscos à saúde.

  • Como os processos livres de células podem acelerar o desenvolvimento de vacinas

    Como os processos livres de células podem acelerar o desenvolvimento de vacinas

    Pesquisadores descobriram que enriquecer extratos sem células com membranas celulares pode aumentar o rendimento da produção de vacinas baseadas em proteínas em cinco vezes.

    Processos sem células são sistemas que podem ser divididos em duas classificações principais: baseados em extratos celulares, que removem componentes de dentro de uma célula inteira para uso externo, e baseados em enzimas purificadas, que usam componentes purificados das moléculas conhecidas por estarem envolvidas em um determinado processo.

    Os processos sem células podem acelerar o desenvolvimento de vacinas porque os bioengenheiros estão procurando maneiras mais baratas e fáceis de produzir proteínas e outras biomoléculas em vez de depender de leveduras e bactérias.

    Uma nova plataforma de fabricação chamada iVAX é possível graças à biologia sintética sem células, um processo em que os pesquisadores removem a parede externa (ou membrana) da célula e reutilizam sua maquinaria interna.

    Os pesquisadores então colocam essa maquinaria reutilizada em um tubo de ensaio e a liofilizam.

    Uma das vantagens dos processos sem células é a rapidez na fabricação. Graças aos avanços na confiabilidade e escala, a síntese sem células está emergindo como uma ferramenta importante para tudo, desde o desenvolvimento de sensores de diagnóstico até a biomanufatura de vacinas.

    Supondo que as vacinas de mRNA sejam clinicamente eficazes e seguras, uma das principais vantagens é a rapidez na fabricação. Em questão de semanas, lotes clínicos podem ser gerados.

    Fonte: Nature

    Processos sem células são sistemas que podem ser divididos em duas classificações principais: baseados em extratos celulares, que removem componentes de dentro de uma célula inteira para uso externo, e baseados em enzimas purificadas, que usam componentes purificados das moléculas conhecidas por estarem envolvidas em um determinado processo.

    Os processos sem células podem acelerar o desenvolvimento de vacinas porque os bioengenheiros estão procurando maneiras mais baratas e fáceis de produzir proteínas e outras biomoléculas em vez de depender de leveduras e bactérias.

    Uma nova plataforma de fabricação chamada iVAX é possível graças à biologia sintética sem células, um processo em que os pesquisadores removem a parede externa (ou membrana) da célula e reutilizam sua maquinaria interna.

    Os pesquisadores então colocam essa maquinaria reutilizada em um tubo de ensaio e a liofilizam.

    Uma das vantagens dos processos sem células é a rapidez na fabricação. Graças aos avanços na confiabilidade e escala, a síntese sem células está emergindo como uma ferramenta importante para tudo, desde o desenvolvimento de sensores de diagnóstico até a biomanufatura de vacinas.

    Supondo que as vacinas de mRNA sejam clinicamente eficazes e seguras, uma das principais vantagens é a rapidez na fabricação. Em questão de semanas, lotes clínicos podem ser gerados.

    Fonte: Nature