Tag: Brasil

  • Quem é Julia Faustyna? Conheça a Jovem que Diz ser a Filha Desaparecida dos McCann

    Quem é Julia Faustyna? Conheça a Jovem que Diz ser a Filha Desaparecida dos McCann

    Julia Faustyna é uma jovem de 21 anos que mora na Polônia e que afirma ser Madeleine McCann, a menina inglesa que desapareceu em 2007, aos 3 anos, durante férias com os pais em Portugal.

    O caso de Madeleine é um dos mais misteriosos e famosos do mundo, e até hoje não foi solucionado.

    Julia diz que tem amnésia pós-traumática, uma condição que a impediria de lembrar da infância. Ela também diz que foi raptada e abusada por um homem alemão, e que tem manchas e sinais idênticos aos de Madeleine. Ela criou um perfil no Instagram para divulgar sua história e pedir ajuda para encontrar sua verdadeira família. Ela tem cerca de 150 mil seguidores.

    Julia anunciou recentemente que fará um teste de DNA para provar sua identidade. Ela espera que os pais de Madeleine entrem em contato com ela e reconheçam sua semelhança com a filha desaparecida. Os pais de Madeleine ainda não se pronunciaram sobre as alegações da jovem.

    O caso de Madeleine é um dos mais misteriosos e famosos do mundo, e até hoje não foi solucionado.

    Julia diz que tem amnésia pós-traumática, uma condição que a impediria de lembrar da infância. Ela também diz que foi raptada e abusada por um homem alemão, e que tem manchas e sinais idênticos aos de Madeleine. Ela criou um perfil no Instagram para divulgar sua história e pedir ajuda para encontrar sua verdadeira família. Ela tem cerca de 150 mil seguidores.

    Julia anunciou recentemente que fará um teste de DNA para provar sua identidade. Ela espera que os pais de Madeleine entrem em contato com ela e reconheçam sua semelhança com a filha desaparecida. Os pais de Madeleine ainda não se pronunciaram sobre as alegações da jovem.

  • Como as células-tronco formam um cérebro humano

    Como as células-tronco formam um cérebro humano

    As células-tronco são células que podem se transformar em qualquer tipo de célula do corpo humano e dar origem a outros tecidos, como ossos, nervos, músculos e sangue.

    Elas podem ser encontradas em células embrionárias e em diversas partes do corpo, como na medula óssea, no cordão umbilical e na polpa dentária.

    Uma das aplicações mais promissoras das células-tronco é a criação de cérebros humanos em miniatura, chamados de organoides cerebrais. Esses organoides são estruturas tridimensionais que imitam algumas características do desenvolvimento e da organização do cérebro humano.

    Para criar os organoides cerebrais, os cientistas usam células-tronco embrionárias ou induzidas (que são reprogramadas para voltarem ao estado embrionário) e as colocam em um ambiente que estimula o seu crescimento e diferenciação. As células-tronco se dividem e se especializam em diferentes tipos de células nervosas, formando camadas e regiões que lembram o córtex cerebral, o cerebelo e o tronco encefálico.

    Os organoides cerebrais podem ser usados para estudar o funcionamento do cérebro humano, as doenças neurológicas e os tratamentos potenciais. Eles também podem ser transplantados para animais, como ratos, para testar a sua capacidade de se comunicar com o sistema nervoso hospedeiro.

    No entanto, os organoides cerebrais ainda são muito simples e limitados em comparação com o cérebro humano real. Eles não possuem vasos sanguíneos, nem todas as regiões cerebrais e nem todas as conexões entre elas. Além disso, eles levantam questões éticas sobre a sua origem, o seu destino e a sua possível consciência.

    Portanto, as células-tronco são capazes de formar um cérebro humano em miniatura com algumas semelhanças com o original, mas ainda há muitos desafios científicos e éticos para avançar nessa área de pesquisa.

    Elas podem ser encontradas em células embrionárias e em diversas partes do corpo, como na medula óssea, no cordão umbilical e na polpa dentária.

    Uma das aplicações mais promissoras das células-tronco é a criação de cérebros humanos em miniatura, chamados de organoides cerebrais. Esses organoides são estruturas tridimensionais que imitam algumas características do desenvolvimento e da organização do cérebro humano.

    Para criar os organoides cerebrais, os cientistas usam células-tronco embrionárias ou induzidas (que são reprogramadas para voltarem ao estado embrionário) e as colocam em um ambiente que estimula o seu crescimento e diferenciação. As células-tronco se dividem e se especializam em diferentes tipos de células nervosas, formando camadas e regiões que lembram o córtex cerebral, o cerebelo e o tronco encefálico.

    Os organoides cerebrais podem ser usados para estudar o funcionamento do cérebro humano, as doenças neurológicas e os tratamentos potenciais. Eles também podem ser transplantados para animais, como ratos, para testar a sua capacidade de se comunicar com o sistema nervoso hospedeiro.

    No entanto, os organoides cerebrais ainda são muito simples e limitados em comparação com o cérebro humano real. Eles não possuem vasos sanguíneos, nem todas as regiões cerebrais e nem todas as conexões entre elas. Além disso, eles levantam questões éticas sobre a sua origem, o seu destino e a sua possível consciência.

    Portanto, as células-tronco são capazes de formar um cérebro humano em miniatura com algumas semelhanças com o original, mas ainda há muitos desafios científicos e éticos para avançar nessa área de pesquisa.

  • O que é a medicina funcional integrativa?

    O que é a medicina funcional integrativa?

    A medicina funcional integrativa é uma abordagem que visa tratar o indivíduo como um todo, considerando suas dimensões físicas, mentais, emocionais e espirituais.

    Ela busca prevenir e cuidar da saúde, e não apenas tratar a doença e os seus sintomas. Para isso, ela se baseia em cinco princípios básicos: individualidade bioquímica, tratamento centrado no paciente, equilíbrio nutricional/biodisponibilidade de nutrientes, saúde como vitalidade positiva e teia de interconexões metabólicas.

    Mas existe evidência científica de que essa abordagem funciona? A resposta é sim. Há diversos estudos que mostram os benefícios da medicina funcional integrativa para diversas condições de saúde, como obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, doenças autoimunes, câncer e depressão . Esses estudos demonstram que a medicina funcional integrativa pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes, reduzir os custos com medicamentos e procedimentos invasivos e promover uma mudança de paradigma na forma de entender e tratar a saúde humana.

    A medicina funcional integrativa não é uma alternativa à medicina convencional, mas sim uma forma complementar e integrada de cuidar da saúde. Ela reconhece a importância da medicina baseada em evidências, mas também valoriza as práticas tradicionais e holísticas (desde que haja respaldo científico para sua eficácia e segurança) que podem contribuir para o bem-estar do indivíduo. Ela propõe uma visão mais ampla e profunda do ser humano, que leva em conta sua singularidade genética, bioquímica e ambiental. Ela estimula o paciente a ser um agente ativo na sua própria saúde, oferecendo-lhe ferramentas para modificar seus hábitos de vida e prevenir doenças. Ela busca restaurar o equilíbrio funcional do organismo e promover a saúde como vitalidade positiva.

    Ela busca prevenir e cuidar da saúde, e não apenas tratar a doença e os seus sintomas. Para isso, ela se baseia em cinco princípios básicos: individualidade bioquímica, tratamento centrado no paciente, equilíbrio nutricional/biodisponibilidade de nutrientes, saúde como vitalidade positiva e teia de interconexões metabólicas.

    Mas existe evidência científica de que essa abordagem funciona? A resposta é sim. Há diversos estudos que mostram os benefícios da medicina funcional integrativa para diversas condições de saúde, como obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, doenças autoimunes, câncer e depressão . Esses estudos demonstram que a medicina funcional integrativa pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes, reduzir os custos com medicamentos e procedimentos invasivos e promover uma mudança de paradigma na forma de entender e tratar a saúde humana.

    A medicina funcional integrativa não é uma alternativa à medicina convencional, mas sim uma forma complementar e integrada de cuidar da saúde. Ela reconhece a importância da medicina baseada em evidências, mas também valoriza as práticas tradicionais e holísticas (desde que haja respaldo científico para sua eficácia e segurança) que podem contribuir para o bem-estar do indivíduo. Ela propõe uma visão mais ampla e profunda do ser humano, que leva em conta sua singularidade genética, bioquímica e ambiental. Ela estimula o paciente a ser um agente ativo na sua própria saúde, oferecendo-lhe ferramentas para modificar seus hábitos de vida e prevenir doenças. Ela busca restaurar o equilíbrio funcional do organismo e promover a saúde como vitalidade positiva.

  • 5 alimentos que o especialista em longevidade Mark Hyman come para se manter biologicamente jovem

    5 alimentos que o especialista em longevidade Mark Hyman come para se manter biologicamente jovem

    Você já se perguntou como algumas pessoas parecem não envelhecer tanto quanto outras?

    Será que elas têm algum segredo para manter a saúde e a vitalidade por mais tempo? Ou será que elas simplesmente têm sorte de ter uma boa genética?

    A verdade é que o envelhecimento não depende apenas dos nossos genes, mas também dos nossos hábitos alimentares, estilo de vida e exposição a fatores ambientais. E se você quer retardar o processo de envelhecimento e se sentir mais jovem por dentro e por fora, você precisa prestar atenção no que você come.

    Confira as dicas do Dr. Mark Hyman, um médico e especialista em longevidade que diz ter 20 anos a menos do que sua idade cronológica. Ele revelou em um artigo da Fortune Well os cinco alimentos que ele consome todos os dias para prevenir doenças crônicas e retardar o envelhecimento. São eles:

    • Vegetais crucíferos: brócolis, couve de Bruxelas, couve e repolho são ricos em fitonutrientes que combatem a inflamação e o risco de câncer.
    • Azeite de oliva extra virgem: é a base da dieta mediterrânea, que está associada a uma maior expectativa de vida e menor incidência de doenças cardíacas e demência.
    • Nozes: castanhas, amêndoas e nozes são fontes de fibras, proteínas, gorduras saudáveis e antioxidantes que ajudam a controlar o açúcar no sangue, o apetite e o colesterol.
    • Frutas vermelhas: morangos, framboesas, mirtilos e amoras são deliciosos e nutritivos. Eles contêm polifenóis que protegem as células dos danos causados pelos radicais livres e melhoram a função cerebral.
    • Chá verde: é uma bebida milenar que tem vários benefícios para a saúde. Ele estimula o metabolismo, fortalece o sistema imunológico, previne o câncer e melhora o humor.

    Esses alimentos são fáceis de encontrar e incorporar na sua alimentação diária. Experimente seguir as recomendações do Dr. Hyman e veja como você se sente mais jovem e energizado!

    Será que elas têm algum segredo para manter a saúde e a vitalidade por mais tempo? Ou será que elas simplesmente têm sorte de ter uma boa genética?

    A verdade é que o envelhecimento não depende apenas dos nossos genes, mas também dos nossos hábitos alimentares, estilo de vida e exposição a fatores ambientais. E se você quer retardar o processo de envelhecimento e se sentir mais jovem por dentro e por fora, você precisa prestar atenção no que você come.

    Confira as dicas do Dr. Mark Hyman, um médico e especialista em longevidade que diz ter 20 anos a menos do que sua idade cronológica. Ele revelou em um artigo da Fortune Well os cinco alimentos que ele consome todos os dias para prevenir doenças crônicas e retardar o envelhecimento. São eles:

    • Vegetais crucíferos: brócolis, couve de Bruxelas, couve e repolho são ricos em fitonutrientes que combatem a inflamação e o risco de câncer.
    • Azeite de oliva extra virgem: é a base da dieta mediterrânea, que está associada a uma maior expectativa de vida e menor incidência de doenças cardíacas e demência.
    • Nozes: castanhas, amêndoas e nozes são fontes de fibras, proteínas, gorduras saudáveis e antioxidantes que ajudam a controlar o açúcar no sangue, o apetite e o colesterol.
    • Frutas vermelhas: morangos, framboesas, mirtilos e amoras são deliciosos e nutritivos. Eles contêm polifenóis que protegem as células dos danos causados pelos radicais livres e melhoram a função cerebral.
    • Chá verde: é uma bebida milenar que tem vários benefícios para a saúde. Ele estimula o metabolismo, fortalece o sistema imunológico, previne o câncer e melhora o humor.

    Esses alimentos são fáceis de encontrar e incorporar na sua alimentação diária. Experimente seguir as recomendações do Dr. Hyman e veja como você se sente mais jovem e energizado!

  • Entenda o que é a Medida Provisória 1153/22

    Entenda o que é a Medida Provisória 1153/22

    Você sabia que os motoristas profissionais que não fizerem o exame toxicológico periódico não serão multados até 2025?

    Essa é a proposta da Medida Provisória (MP) 1153/22, publicada no Diário Oficial da União em 30 de dezembro de 2022 .

    O exame toxicológico é uma exigência do Código de Trânsito Brasileiro para os condutores das categorias C, D e E, que envolvem veículos de carga e passageiros. O objetivo é verificar se o motorista fez uso de substâncias psicoativas nos últimos 90 dias.

    A MP 1153/22 prorroga o prazo para a realização do exame, que era de dois anos e meio, para cinco anos. Além disso, suspende a aplicação da multa de R$ 1.467,35 e a suspensão do direito de dirigir por três meses para quem não cumprir essa exigência.

    Segundo o governo federal, a medida visa reduzir os custos e as dificuldades dos motoristas profissionais para fazer o exame, especialmente durante a pandemia de covid-19. A MP também altera outras normas relacionadas ao transporte rodoviário de cargas e passageiros.

    A MP 1153/22 ainda precisa ser analisada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para se tornar lei definitiva. Enquanto isso, vale como norma provisória com força de lei.

    Essa é a proposta da Medida Provisória (MP) 1153/22, publicada no Diário Oficial da União em 30 de dezembro de 2022 .

    O exame toxicológico é uma exigência do Código de Trânsito Brasileiro para os condutores das categorias C, D e E, que envolvem veículos de carga e passageiros. O objetivo é verificar se o motorista fez uso de substâncias psicoativas nos últimos 90 dias.

    A MP 1153/22 prorroga o prazo para a realização do exame, que era de dois anos e meio, para cinco anos. Além disso, suspende a aplicação da multa de R$ 1.467,35 e a suspensão do direito de dirigir por três meses para quem não cumprir essa exigência.

    Segundo o governo federal, a medida visa reduzir os custos e as dificuldades dos motoristas profissionais para fazer o exame, especialmente durante a pandemia de covid-19. A MP também altera outras normas relacionadas ao transporte rodoviário de cargas e passageiros.

    A MP 1153/22 ainda precisa ser analisada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para se tornar lei definitiva. Enquanto isso, vale como norma provisória com força de lei.

  • O que é uma Medida Provisória?

    O que é uma Medida Provisória?

    Uma medida provisória (MP) é um ato com força de lei, adotado pelo presidente da República em situações de urgência ou de grande importância, em que não é possível esperar pelo processo legislativo comum.

    Por exemplo, uma MP pode ser usada para liberar recursos para o combate a uma calamidade pública ou para regulamentar um direito previsto na Constituição.

    As MPs são normas que integram o ordenamento jurídico brasileiro e são reservadas ao presidente da República. Elas se destinam a matérias que sejam consideradas de relevância ou urgência pelo Poder Executivo. No entanto, existem algumas matérias que não podem ser objeto de MP, como as que alteram a Constituição, o Código Penal, o Código Eleitoral e os direitos políticos.

    As MPs têm efeito imediato, mas precisam ser aprovadas pelo Congresso Nacional (Câmara e Senado) em até 120 dias para se converterem definitivamente em lei ordinária. Caso contrário, elas perdem a validade e devem ser reeditadas ou revogadas pelo presidente da República. Durante esse prazo, as MPs podem sofrer alterações pelos parlamentares por meio de emendas.

    As MPs são um instrumento importante para o governo federal agir com rapidez e eficiência diante de situações excepcionais. No entanto, elas também devem respeitar os princípios constitucionais da legalidade, da moralidade e da separação dos poderes. Por isso, as MPs estão sujeitas ao controle do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF), que podem rejeitá-las ou declará-las inconstitucionais se houver abuso ou desvio de finalidade na sua edição.

    Por exemplo, uma MP pode ser usada para liberar recursos para o combate a uma calamidade pública ou para regulamentar um direito previsto na Constituição.

    As MPs são normas que integram o ordenamento jurídico brasileiro e são reservadas ao presidente da República. Elas se destinam a matérias que sejam consideradas de relevância ou urgência pelo Poder Executivo. No entanto, existem algumas matérias que não podem ser objeto de MP, como as que alteram a Constituição, o Código Penal, o Código Eleitoral e os direitos políticos.

    As MPs têm efeito imediato, mas precisam ser aprovadas pelo Congresso Nacional (Câmara e Senado) em até 120 dias para se converterem definitivamente em lei ordinária. Caso contrário, elas perdem a validade e devem ser reeditadas ou revogadas pelo presidente da República. Durante esse prazo, as MPs podem sofrer alterações pelos parlamentares por meio de emendas.

    As MPs são um instrumento importante para o governo federal agir com rapidez e eficiência diante de situações excepcionais. No entanto, elas também devem respeitar os princípios constitucionais da legalidade, da moralidade e da separação dos poderes. Por isso, as MPs estão sujeitas ao controle do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF), que podem rejeitá-las ou declará-las inconstitucionais se houver abuso ou desvio de finalidade na sua edição.

  • Como os resfriados comuns podem proteger as crianças da COVID-19

    Como os resfriados comuns podem proteger as crianças da COVID-19

    Um novo estudo da Suécia revelou que algumas crianças podem ter células T de memória que reagem ao coronavírus causador da COVID-19.

    Essas células podem ter sido ativadas por infecções anteriores por outros coronavírus que causam resfriados comuns.

    Os pesquisadores analisaram amostras de sangue de crianças de dois e seis anos, antes e depois da pandemia, e encontraram células T que reconhecem o SARS-CoV-2. Eles também descobriram que essas células podem reagir a outro coronavírus chamado OC43, sugerindo uma imunidade cruzada.

    Essa imunidade pode explicar por que as crianças são menos afetadas pela COVID-19 do que os adultos. No entanto, os pesquisadores alertam que ainda não se sabe se essas células T são suficientes para proteger as crianças de uma infecção grave ou de variantes do vírus.

    O estudo também mostrou que a resposta das células T aos coronavírus diminui com a idade e varia entre os indivíduos. Os autores pretendem investigar como essa resposta se desenvolve desde a infância até a idade adulta e como ela pode ser usada para monitorar e desenvolver vacinas.

    Fonte: Karlsson et al., 2021

    Essas células podem ter sido ativadas por infecções anteriores por outros coronavírus que causam resfriados comuns.

    Os pesquisadores analisaram amostras de sangue de crianças de dois e seis anos, antes e depois da pandemia, e encontraram células T que reconhecem o SARS-CoV-2. Eles também descobriram que essas células podem reagir a outro coronavírus chamado OC43, sugerindo uma imunidade cruzada.

    Essa imunidade pode explicar por que as crianças são menos afetadas pela COVID-19 do que os adultos. No entanto, os pesquisadores alertam que ainda não se sabe se essas células T são suficientes para proteger as crianças de uma infecção grave ou de variantes do vírus.

    O estudo também mostrou que a resposta das células T aos coronavírus diminui com a idade e varia entre os indivíduos. Os autores pretendem investigar como essa resposta se desenvolve desde a infância até a idade adulta e como ela pode ser usada para monitorar e desenvolver vacinas.

    Fonte: Karlsson et al., 2021

  • Como o cérebro armazena e recupera memórias?

    Como o cérebro armazena e recupera memórias?

    Você já se perguntou como o cérebro aprende, lembra e evoca memórias?

    Um novo estudo liderado pelas universidades de Bristol e Heidelberg revelou que esse processo envolve múltiplos grupos de neurônios conectados dentro e entre regiões-chave do cérebro. Se essas assembleias neurais não se sincronizarem no momento certo, as memórias se perdem.

    O estudo, publicado na revista Currently Biology, investigou como duas regiões cerebrais importantes para a memória de curto prazo – o hipocampo e o córtex pré-frontal – interagem entre si em nível de grupos específicos de neurônios. Os pesquisadores também quiseram entender por que a memória às vezes falha.

    “Assembleias neurais” – grupos de neurônios que se unem para processar informações – foram propostas há mais de 70 anos, mas têm sido difíceis de identificar.

    Usando gravações cerebrais em ratos, a equipe de pesquisa mostrou que a codificação, o armazenamento e a recuperação da memória são suportados por interações dinâmicas que incorporam múltiplas assembleias neurais formadas dentro e entre o hipocampo e o córtex pré-frontal. Quando a coordenação dessas assembleias falha, os animais cometem erros.

    Esse achado pode ter implicações para o entendimento dos mecanismos subjacentes à perda de memória em doenças como Alzheimer e demência.

    O estudo também abre novas possibilidades para explorar como as assembleias neurais podem ser manipuladas para melhorar a memória ou reverter os déficits cognitivos.

    Um novo estudo liderado pelas universidades de Bristol e Heidelberg revelou que esse processo envolve múltiplos grupos de neurônios conectados dentro e entre regiões-chave do cérebro. Se essas assembleias neurais não se sincronizarem no momento certo, as memórias se perdem.

    O estudo, publicado na revista Currently Biology, investigou como duas regiões cerebrais importantes para a memória de curto prazo – o hipocampo e o córtex pré-frontal – interagem entre si em nível de grupos específicos de neurônios. Os pesquisadores também quiseram entender por que a memória às vezes falha.

    “Assembleias neurais” – grupos de neurônios que se unem para processar informações – foram propostas há mais de 70 anos, mas têm sido difíceis de identificar.

    Usando gravações cerebrais em ratos, a equipe de pesquisa mostrou que a codificação, o armazenamento e a recuperação da memória são suportados por interações dinâmicas que incorporam múltiplas assembleias neurais formadas dentro e entre o hipocampo e o córtex pré-frontal. Quando a coordenação dessas assembleias falha, os animais cometem erros.

    Esse achado pode ter implicações para o entendimento dos mecanismos subjacentes à perda de memória em doenças como Alzheimer e demência.

    O estudo também abre novas possibilidades para explorar como as assembleias neurais podem ser manipuladas para melhorar a memória ou reverter os déficits cognitivos.

  • Como conseguir pagar multa com desconto em SP: saiba tudo sobre o novo sistema

    Como conseguir pagar multa com desconto em SP: saiba tudo sobre o novo sistema

    Uma boa notícia para os condutores e proprietários de veículos em São Paulo: eles poderão quitar as multas de trânsito com até 40% de abatimento.

    O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) fez o anúncio da entrada do Estado no Sistema Nacional de Notificação Eletrônica (SNE) nesta quarta-feira (15). Com isso, os documentos e avisos sobre as infrações serão enviados em formato totalmente digital, por meio de um app no celular.

    No começo, esse desconto será válido apenas para multa aplicada por agentes do Departamento de Trânsito de São Paulo (Detran-SP). Portanto, as infrações cometidas nas rodovias e fiscalizadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e pelo Departamento de Estradas e Rodagem (DER) ainda não terão o benefício. Ainda não há uma previsão de quando esses órgãos também entrarão no SNE.

    O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) fez o anúncio da entrada do Estado no Sistema Nacional de Notificação Eletrônica (SNE) nesta quarta-feira (15). Com isso, os documentos e avisos sobre as infrações serão enviados em formato totalmente digital, por meio de um app no celular.

    No começo, esse desconto será válido apenas para multa aplicada por agentes do Departamento de Trânsito de São Paulo (Detran-SP). Portanto, as infrações cometidas nas rodovias e fiscalizadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e pelo Departamento de Estradas e Rodagem (DER) ainda não terão o benefício. Ainda não há uma previsão de quando esses órgãos também entrarão no SNE.

  • Por que os brasileiros estão comendo menos feijão?

    Por que os brasileiros estão comendo menos feijão?

    O feijão é um alimento tradicional e nutritivo na culinária brasileira, mas vem perdendo espaço no prato dos consumidores nos últimos anos.

    Segundo dados da Cogo – Inteligência em Agronegócio, o consumo per capita de feijão no Brasil caiu 42,5% nos últimos 40 anos, passando de 24,9 quilos por habitante ao ano para 14,3 kg/habitante/ano. No mesmo período, o arroz também registrou queda de 35,1%, saindo de 52,2 kg/habitante/ano para 33,9 kg/habitante/ano.

    Mas por que os brasileiros estão comendo menos feijão? Quais são as consequências dessa mudança alimentar? E como reverter essa tendência?

    Uma das razões apontadas para a redução do consumo de feijão é o aumento da oferta e da preferência por alimentos ultraprocessados, que são mais práticos e baratos, mas também mais pobres em nutrientes e mais ricos em gordura, açúcar e sal. Esses alimentos podem contribuir para o aumento da obesidade e de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão .

    Outro fator que influencia na diminuição do consumo de feijão é a redução da área de cultivo dessa leguminosa no país. Entre 1990 e 2020, a área plantada com as três safras de feijão no Brasil encolheu 42%, caindo de 5 milhões de hectares para 2,9 milhões de hectares. Isso se deve à menor rentabilidade do feijão em relação a outras culturas agrícolas e à maior vulnerabilidade às variações climáticas.

    A redução do consumo de feijão pode trazer prejuízos à saúde e à cultura dos brasileiros. O feijão é uma fonte importante de proteína vegetal, ferro, cálcio, potássio e fibras. Além disso, ele faz parte da identidade gastronômica nacional e está presente em diversos pratos típicos regionais.

    Segundo dados da Cogo – Inteligência em Agronegócio, o consumo per capita de feijão no Brasil caiu 42,5% nos últimos 40 anos, passando de 24,9 quilos por habitante ao ano para 14,3 kg/habitante/ano. No mesmo período, o arroz também registrou queda de 35,1%, saindo de 52,2 kg/habitante/ano para 33,9 kg/habitante/ano.

    Mas por que os brasileiros estão comendo menos feijão? Quais são as consequências dessa mudança alimentar? E como reverter essa tendência?

    Uma das razões apontadas para a redução do consumo de feijão é o aumento da oferta e da preferência por alimentos ultraprocessados, que são mais práticos e baratos, mas também mais pobres em nutrientes e mais ricos em gordura, açúcar e sal. Esses alimentos podem contribuir para o aumento da obesidade e de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão .

    Outro fator que influencia na diminuição do consumo de feijão é a redução da área de cultivo dessa leguminosa no país. Entre 1990 e 2020, a área plantada com as três safras de feijão no Brasil encolheu 42%, caindo de 5 milhões de hectares para 2,9 milhões de hectares. Isso se deve à menor rentabilidade do feijão em relação a outras culturas agrícolas e à maior vulnerabilidade às variações climáticas.

    A redução do consumo de feijão pode trazer prejuízos à saúde e à cultura dos brasileiros. O feijão é uma fonte importante de proteína vegetal, ferro, cálcio, potássio e fibras. Além disso, ele faz parte da identidade gastronômica nacional e está presente em diversos pratos típicos regionais.