A sífilis pode ser transmitida da mãe para o feto, o que pode resultar em complicações graves no bebê, incluindo má formação fetal e risco de morte.
O Rio de Janeiro tem a maior taxa de mortalidade infantil por sífilis no país, com uma média de 5,5 mortes por cada mil nascidos vivos em 2022.
A sífilis é uma doença sexualmente transmissível que pode ser transmitida da mãe para o feto durante a gravidez e pode levar a complicações graves no bebê, como má formação fetal e até mesmo morte.
Os especialistas apontam que o diagnóstico tardio e a falta de tratamento adequado estão entre os principais fatores que contribuem para essa alta taxa de mortalidade infantil por sífilis no estado.
Além disso, a pandemia de Covid-19 também pode estar afetando a detecção e o tratamento da doença, pois as pessoas estão evitando ir aos hospitais por medo de contaminação.
As autoridades de saúde estão trabalhando para conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado da sífilis para evitar a mortalidade infantil.
Com informações do Jornal O Globo.
O Rio de Janeiro tem a maior taxa de mortalidade infantil por sífilis no país, com uma média de 5,5 mortes por cada mil nascidos vivos em 2022.
A sífilis é uma doença sexualmente transmissível que pode ser transmitida da mãe para o feto durante a gravidez e pode levar a complicações graves no bebê, como má formação fetal e até mesmo morte.
Os especialistas apontam que o diagnóstico tardio e a falta de tratamento adequado estão entre os principais fatores que contribuem para essa alta taxa de mortalidade infantil por sífilis no estado.
Além disso, a pandemia de Covid-19 também pode estar afetando a detecção e o tratamento da doença, pois as pessoas estão evitando ir aos hospitais por medo de contaminação.
As autoridades de saúde estão trabalhando para conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado da sífilis para evitar a mortalidade infantil.
Com informações do Jornal O Globo.









