Tag: Brasil

  • Como investir dinheiro quando você está com um orçamento apertado, de acordo com consultores financeiros

    Como investir dinheiro quando você está com um orçamento apertado, de acordo com consultores financeiros

    Não se preocupe se você quer começar a investir mas não tem muito dinheiro sobrando.

    Investir pode parecer difícil quando você tem um orçamento apertado, mas existem maneiras de fazer seu dinheiro render mais. Antes de começar a investir, os especialistas financeiros recomendam que você organize suas finanças básicas, como pagar dívidas de alto juro, reduzir despesas e construir uma reserva de emergência. Depois disso, você pode aproveitar as oportunidades de investimento que se adequam ao seu perfil e objetivos.

    Uma opção é participar do plano de aposentadoria oferecido pelo seu empregador, especialmente se houver uma contribuição combinada. Isso significa que seu empregador irá igualar uma parte do que você economiza para sua aposentadoria. Outra opção é comprar fundos negociados em bolsa (ETFs) sem comissão, que são coleções de ações ou títulos que seguem um índice específico. Eles têm taxas baixas e podem ser comprados por meio de plataformas online ou corretoras.

    Você também pode usar aplicativos ou serviços online que permitem investir seu troco ou pequenas quantias regularmente. Por exemplo, alguns aplicativos arredondam suas compras e investem a diferença em um portfólio diversificado. Outros serviços permitem que você invista em metas específicas, como comprar uma casa ou viajar.

    O importante é começar o quanto antes e ser consistente com seus investimentos. Mesmo pequenas quantias podem crescer ao longo do tempo se forem bem investidas e reinvestidas.

    Investir pode parecer difícil quando você tem um orçamento apertado, mas existem maneiras de fazer seu dinheiro render mais. Antes de começar a investir, os especialistas financeiros recomendam que você organize suas finanças básicas, como pagar dívidas de alto juro, reduzir despesas e construir uma reserva de emergência. Depois disso, você pode aproveitar as oportunidades de investimento que se adequam ao seu perfil e objetivos.

    Uma opção é participar do plano de aposentadoria oferecido pelo seu empregador, especialmente se houver uma contribuição combinada. Isso significa que seu empregador irá igualar uma parte do que você economiza para sua aposentadoria. Outra opção é comprar fundos negociados em bolsa (ETFs) sem comissão, que são coleções de ações ou títulos que seguem um índice específico. Eles têm taxas baixas e podem ser comprados por meio de plataformas online ou corretoras.

    Você também pode usar aplicativos ou serviços online que permitem investir seu troco ou pequenas quantias regularmente. Por exemplo, alguns aplicativos arredondam suas compras e investem a diferença em um portfólio diversificado. Outros serviços permitem que você invista em metas específicas, como comprar uma casa ou viajar.

    O importante é começar o quanto antes e ser consistente com seus investimentos. Mesmo pequenas quantias podem crescer ao longo do tempo se forem bem investidas e reinvestidas.

  • Caminhada rápida diária de 11 minutos é suficiente para reduzir o risco de morte precoce

    Caminhada rápida diária de 11 minutos é suficiente para reduzir o risco de morte precoce

    Estudo da Universidade de Cambridge mostrou que uma caminhada rápida diária pode reduzir o risco de morte precoce em até 30%.

    O estudo sugere que apenas 11 minutos de atividade física moderada por dia podem reduzir o risco de morte precoce por doenças como doenças cardíacas, derrame e alguns tipos de câncer.

    Os pesquisadores analisaram dados de mais de 90 mil pessoas e descobriram que aqueles que se exercitavam pelo menos 75 minutos por semana tinham uma taxa de mortalidade 15% menor do que os sedentários.

    O estudo também mostrou que quanto mais tempo as pessoas se exercitavam, menor era o risco de morte precoce.

    Os autores do estudo afirmam que seus resultados apoiam as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a quantidade mínima de atividade física necessária para a saúde. Eles também incentivam as pessoas a incorporar hábitos saudáveis em seu estilo de vida, como caminhar rápido, dançar, andar de bicicleta, jogar tênis ou fazer caminhadas.

    Fonte: ScienceDaily

    O estudo sugere que apenas 11 minutos de atividade física moderada por dia podem reduzir o risco de morte precoce por doenças como doenças cardíacas, derrame e alguns tipos de câncer.

    Os pesquisadores analisaram dados de mais de 90 mil pessoas e descobriram que aqueles que se exercitavam pelo menos 75 minutos por semana tinham uma taxa de mortalidade 15% menor do que os sedentários.

    O estudo também mostrou que quanto mais tempo as pessoas se exercitavam, menor era o risco de morte precoce.

    Os autores do estudo afirmam que seus resultados apoiam as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a quantidade mínima de atividade física necessária para a saúde. Eles também incentivam as pessoas a incorporar hábitos saudáveis em seu estilo de vida, como caminhar rápido, dançar, andar de bicicleta, jogar tênis ou fazer caminhadas.

    Fonte: ScienceDaily

  • Ultraprocessados: como eles prejudicam a saúde e o meio ambiente no Brasil

    Ultraprocessados: como eles prejudicam a saúde e o meio ambiente no Brasil

    Refrigerantes, sucos artificiais, biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, salsichas, nuggets, macarrão instantâneo e sorvetes podem ser prejudiciais à saúde e ao meio ambiente por vários motivos.

    Os alimentos ultraprocessados são aqueles que passam por muitas etapas de industrialização e contêm vários aditivos químicos, como corantes, aromatizantes e conservantes. Eles também têm poucos nutrientes, como vitaminas, minerais e fibras. Esses alimentos são muito consumidos pelos brasileiros e têm um grande impacto na saúde e no meio ambiente.

    Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) revelou que os ultraprocessados representam quase 60% das calorias ingeridas pela população brasileira. Além disso, eles são responsáveis por mais da metade das emissões de gases de efeito estufa associadas à alimentação no país. Os pesquisadores usaram dados de uma pesquisa nacional sobre consumo alimentar realizada em 2008-2009 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Os ultraprocessados são classificados de acordo com um sistema chamado NOVA, que divide os alimentos em quatro grupos: naturais ou minimamente processados (como frutas, verduras, ovos e leite), ingredientes culinários (como óleos, açúcar e sal), processados (como queijos, pães e carnes salgadas) e ultraprocessados (como refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos e nuggets).

    O consumo excessivo de ultraprocessados está relacionado ao aumento do risco de doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade, diabetes tipo 2 e câncer. Essas doenças são as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Os ultraprocessados também afetam a biodiversidade e a cultura alimentar dos povos.

    Para reduzir o consumo de ultraprocessados e melhorar a qualidade da alimentação, os especialistas recomendam seguir algumas orientações: preferir os alimentos naturais ou minimamente processados aos processados ou ultraprocessados; evitar os produtos com muitos ingredientes desconhecidos ou impronunciáveis; ler os rótulos dos alimentos com atenção; cozinhar mais em casa; valorizar a diversidade dos alimentos regionais; apoiar a agricultura familiar; participar de movimentos sociais pela soberania alimentar.

    Os alimentos ultraprocessados são aqueles que passam por muitas etapas de industrialização e contêm vários aditivos químicos, como corantes, aromatizantes e conservantes. Eles também têm poucos nutrientes, como vitaminas, minerais e fibras. Esses alimentos são muito consumidos pelos brasileiros e têm um grande impacto na saúde e no meio ambiente.

    Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) revelou que os ultraprocessados representam quase 60% das calorias ingeridas pela população brasileira. Além disso, eles são responsáveis por mais da metade das emissões de gases de efeito estufa associadas à alimentação no país. Os pesquisadores usaram dados de uma pesquisa nacional sobre consumo alimentar realizada em 2008-2009 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Os ultraprocessados são classificados de acordo com um sistema chamado NOVA, que divide os alimentos em quatro grupos: naturais ou minimamente processados (como frutas, verduras, ovos e leite), ingredientes culinários (como óleos, açúcar e sal), processados (como queijos, pães e carnes salgadas) e ultraprocessados (como refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos e nuggets).

    O consumo excessivo de ultraprocessados está relacionado ao aumento do risco de doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade, diabetes tipo 2 e câncer. Essas doenças são as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Os ultraprocessados também afetam a biodiversidade e a cultura alimentar dos povos.

    Para reduzir o consumo de ultraprocessados e melhorar a qualidade da alimentação, os especialistas recomendam seguir algumas orientações: preferir os alimentos naturais ou minimamente processados aos processados ou ultraprocessados; evitar os produtos com muitos ingredientes desconhecidos ou impronunciáveis; ler os rótulos dos alimentos com atenção; cozinhar mais em casa; valorizar a diversidade dos alimentos regionais; apoiar a agricultura familiar; participar de movimentos sociais pela soberania alimentar.

  • 5 coisas que o seu cocô pode te contar sobre a sua saúde

    5 coisas que o seu cocô pode te contar sobre a sua saúde

    Formato, cheiro e cor do seu cocô dizem muito sobre a sua saúde.

    A gastroenterologista alemã Giulia Enders lançou um livro no Brasil sobre o que as fezes podem revelar sobre a nossa saúde. Ela explica em cinco pontos principais como observar a cor, o formato, a consistência, o cheiro e a posição do cocô. Segundo ela, esses aspectos podem indicar problemas digestivos, inflamações, infecções ou até mesmo câncer.

    Ela diz que a cor ideal do cocô é marrom-claro e que cores muito escuras ou claras podem ser sinais de alerta. O formato ideal é cilíndrico e macio, sem rachaduras ou pedaços. A consistência deve ser avaliada pela escala de Bristol, que vai de 1 (muito duro) a 7 (muito líquido). O cheiro deve ser suave e não muito forte ou ruim. A posição mais saudável na privada é agachada, pois facilita a evacuação e previne hemorroidas.

    Ela recomenda que as pessoas prestem mais atenção ao seu cocô e procurem um médico se notarem alguma alteração persistente ou preocupante.

    A gastroenterologista alemã Giulia Enders lançou um livro no Brasil sobre o que as fezes podem revelar sobre a nossa saúde. Ela explica em cinco pontos principais como observar a cor, o formato, a consistência, o cheiro e a posição do cocô. Segundo ela, esses aspectos podem indicar problemas digestivos, inflamações, infecções ou até mesmo câncer.

    Ela diz que a cor ideal do cocô é marrom-claro e que cores muito escuras ou claras podem ser sinais de alerta. O formato ideal é cilíndrico e macio, sem rachaduras ou pedaços. A consistência deve ser avaliada pela escala de Bristol, que vai de 1 (muito duro) a 7 (muito líquido). O cheiro deve ser suave e não muito forte ou ruim. A posição mais saudável na privada é agachada, pois facilita a evacuação e previne hemorroidas.

    Ela recomenda que as pessoas prestem mais atenção ao seu cocô e procurem um médico se notarem alguma alteração persistente ou preocupante.

  • Mesmo com a volta dos impostos, a gasolina ainda deve ser mais vantajosa que o etanol em alguns estados

    Mesmo com a volta dos impostos, a gasolina ainda deve ser mais vantajosa que o etanol em alguns estados

    Encher o tanque com a gasolina continua a ser vantagem para o motorista nessas cidades; Confira

    A partir desta quarta-feira (1º), os combustíveis ficarão mais caros nas bombas. Isso porque o governo federal decidiu restabelecer a cobrança do PIS/Cofins sobre a gasolina e o diesel, que havia sido suspensa por decisão judicial.

    Com isso, a gasolina terá um aumento médio de R$ 0,22 por litro e o diesel de R$ 0,15 por litro. O etanol também será afetado indiretamente pela medida, já que os distribuidores tendem a repassar parte do custo para os consumidores.

    No entanto, mesmo com esse cenário de alta nos preços dos combustíveis, a gasolina ainda deve se manter mais vantajosa que o etanol em quatro dos principais estados produtores e consumidores do país: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal.

    Isso porque a relação entre os preços da gasolina e do etanol nesses estados ainda está abaixo de 70%, que é o limite de paridade entre os dois combustíveis. Ou seja, se o preço do etanol for menor ou igual a 70% do preço da gasolina na bomba, vale a pena abastecer com ele. Caso contrário, é melhor optar pela gasolina.

    Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), referentes à semana encerrada em 25 de fevereiro, essa relação era de 66% no Rio de Janeiro; 64% em São Paulo; 65% em Minas Gerais; e 68% no Distrito Federal.

    Esses números devem mudar com o reajuste dos impostos federais sobre os combustíveis. Mas mesmo assim, segundo cálculos da consultoria Gas Energy Brasil (GEB), baseados nos preços médios praticados pelos postos na última semana de fevereiro e no aumento estimado pelo governo federal para cada tipo de combustível após a volta dos tributos federais (R$ 0.22 para gasolina e R$ 0.12 para etanol), esses estados ainda devem manter uma relação abaixo dos 70%.

    De acordo com as projeções da GEB divulgadas pelo jornal Valor Econômico nesta terça-feira (28), essa relação ficaria em torno de:

    • Rio: 67%
    • SP: 65%
    • MG: 66%
    • DF:69%

    Portanto, nesses estados ainda seria mais econômico abastecer com gasolina do que com etanol.

    No entanto isso não significa que todos os motoristas devam seguir essa regra geral. É preciso levar em conta também outros fatores como o consumo médio do veículo; as condições das estradas; as variações regionais dos preços; e até mesmo as promoções oferecidas pelos postos.

    Por isso é importante fazer uma pesquisa antes de decidir qual combustível usar. Uma dica é usar aplicativos ou sites que mostram os preços dos postos próximos à sua localização ou ao seu trajeto.

    Com informações do jornal O Globo.

    A partir desta quarta-feira (1º), os combustíveis ficarão mais caros nas bombas. Isso porque o governo federal decidiu restabelecer a cobrança do PIS/Cofins sobre a gasolina e o diesel, que havia sido suspensa por decisão judicial.

    Com isso, a gasolina terá um aumento médio de R$ 0,22 por litro e o diesel de R$ 0,15 por litro. O etanol também será afetado indiretamente pela medida, já que os distribuidores tendem a repassar parte do custo para os consumidores.

    No entanto, mesmo com esse cenário de alta nos preços dos combustíveis, a gasolina ainda deve se manter mais vantajosa que o etanol em quatro dos principais estados produtores e consumidores do país: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal.

    Isso porque a relação entre os preços da gasolina e do etanol nesses estados ainda está abaixo de 70%, que é o limite de paridade entre os dois combustíveis. Ou seja, se o preço do etanol for menor ou igual a 70% do preço da gasolina na bomba, vale a pena abastecer com ele. Caso contrário, é melhor optar pela gasolina.

    Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), referentes à semana encerrada em 25 de fevereiro, essa relação era de 66% no Rio de Janeiro; 64% em São Paulo; 65% em Minas Gerais; e 68% no Distrito Federal.

    Esses números devem mudar com o reajuste dos impostos federais sobre os combustíveis. Mas mesmo assim, segundo cálculos da consultoria Gas Energy Brasil (GEB), baseados nos preços médios praticados pelos postos na última semana de fevereiro e no aumento estimado pelo governo federal para cada tipo de combustível após a volta dos tributos federais (R$ 0.22 para gasolina e R$ 0.12 para etanol), esses estados ainda devem manter uma relação abaixo dos 70%.

    De acordo com as projeções da GEB divulgadas pelo jornal Valor Econômico nesta terça-feira (28), essa relação ficaria em torno de:

    • Rio: 67%
    • SP: 65%
    • MG: 66%
    • DF:69%

    Portanto, nesses estados ainda seria mais econômico abastecer com gasolina do que com etanol.

    No entanto isso não significa que todos os motoristas devam seguir essa regra geral. É preciso levar em conta também outros fatores como o consumo médio do veículo; as condições das estradas; as variações regionais dos preços; e até mesmo as promoções oferecidas pelos postos.

    Por isso é importante fazer uma pesquisa antes de decidir qual combustível usar. Uma dica é usar aplicativos ou sites que mostram os preços dos postos próximos à sua localização ou ao seu trajeto.

    Com informações do jornal O Globo.

  • 3 receitas caseiras para regular o fluxo menstrual com ingredientes naturais

    3 receitas caseiras para regular o fluxo menstrual com ingredientes naturais

    A perda de fluido menstrual por menstruação varia entre 5 a 80 ml. A perda de mais de 80 ml é considerada sangramento menstrual intenso.

    Existem algumas receitas caseiras que podem ajudar a regular o fluxo menstrual, mas é importante lembrar que cada corpo é diferente e que sempre é recomendável conversar com um profissional de saúde antes de experimentar qualquer tratamento.

    Aqui estão três sugestões:

    1. Chá de folha de framboesa: a folha de framboesa contém nutrientes que podem ajudar a equilibrar os hormônios femininos e regular o fluxo menstrual. Para preparar o chá, basta colocar uma colher de sopa de folhas secas de framboesa em uma xícara de água quente, deixar em infusão por 5 minutos e coar. É recomendável beber o chá durante todo o ciclo menstrual.
    2. Suco de beterraba: a beterraba é rica em ferro, um mineral importante para a saúde menstrual. Para fazer o suco, basta bater uma beterraba média com um pouco de água e beber diariamente durante a semana que antecede a menstruação.
    3. Banho de assento com alecrim: o alecrim é um poderoso anti-inflamatório e pode ajudar a aliviar cólicas menstruais. Para fazer o banho de assento, basta ferver um litro de água com algumas folhas de alecrim por cerca de 10 minutos. Em seguida, coe e despeje o líquido em uma bacia. Sente-se na bacia por cerca de 15 minutos, duas vezes ao dia, durante os dias da menstruação.

    Existem algumas receitas caseiras que podem ajudar a regular o fluxo menstrual, mas é importante lembrar que cada corpo é diferente e que sempre é recomendável conversar com um profissional de saúde antes de experimentar qualquer tratamento.

    Aqui estão três sugestões:

    1. Chá de folha de framboesa: a folha de framboesa contém nutrientes que podem ajudar a equilibrar os hormônios femininos e regular o fluxo menstrual. Para preparar o chá, basta colocar uma colher de sopa de folhas secas de framboesa em uma xícara de água quente, deixar em infusão por 5 minutos e coar. É recomendável beber o chá durante todo o ciclo menstrual.
    2. Suco de beterraba: a beterraba é rica em ferro, um mineral importante para a saúde menstrual. Para fazer o suco, basta bater uma beterraba média com um pouco de água e beber diariamente durante a semana que antecede a menstruação.
    3. Banho de assento com alecrim: o alecrim é um poderoso anti-inflamatório e pode ajudar a aliviar cólicas menstruais. Para fazer o banho de assento, basta ferver um litro de água com algumas folhas de alecrim por cerca de 10 minutos. Em seguida, coe e despeje o líquido em uma bacia. Sente-se na bacia por cerca de 15 minutos, duas vezes ao dia, durante os dias da menstruação.
  • O que a ciência diz sobre o consumo de bebidas alcoólicas

    O que a ciência diz sobre o consumo de bebidas alcoólicas

    O padrão de consumo e a dosagem de álcool são fatores importantes para determinar os benefícios ou malefícios à saúde.

    O consumo de bebidas alcoólicas é um comportamento comum em muitas culturas ao redor do mundo. Embora muitas pessoas possam desfrutar de uma bebida ocasionalmente, é importante entender os efeitos que o consumo de álcool pode ter em nosso corpo e nossa saúde geral.

    Antes de discutirmos o que a ciência diz sobre o consumo de bebidas alcoólicas, é importante definir o que é considerado uma “bebida padrão”. Nos Estados Unidos, uma bebida padrão é definida como 12 onças (355 ml) de cerveja com teor alcoólico de cerca de 5%, 5 onças (148 ml) de vinho com teor alcoólico de cerca de 12% ou 1,5 onças (44 ml) de destilado (como uísque, gin ou vodka) com teor alcoólico de cerca de 40%.

    O consumo moderado de álcool, definido como até uma bebida por dia para mulheres e até duas bebidas por dia para homens, tem sido associado a alguns benefícios à saúde. Por exemplo, estudos sugerem que o consumo moderado de álcool pode ajudar a diminuir o risco de doenças cardíacas, especialmente em pessoas mais velhas. Também foi sugerido que o consumo moderado de álcool pode ajudar a prevenir certos tipos de derrame cerebral e até mesmo reduzir o risco de diabetes tipo 2.

    No entanto, é importante notar que esses benefícios só são observados em pessoas que consomem álcool de forma moderada e regular. Além disso, os benefícios parecem ser mais proeminentes em populações mais velhas e com maior risco de doenças cardíacas.

    Por outro lado, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos significativos na saúde. O consumo excessivo de álcool pode levar a uma série de problemas de saúde, incluindo doenças hepáticas, pancreatite, pressão alta, acidente vascular cerebral e certos tipos de câncer. Além disso, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos na saúde mental, incluindo aumento do risco de depressão e ansiedade.

    O consumo excessivo de álcool também pode levar a problemas de comportamento e sociais, incluindo violência, acidentes de trânsito e problemas legais.

    Além disso, é importante notar que a definição de consumo “excessivo” de álcool pode variar de acordo com o indivíduo e a situação. A quantidade de álcool que é considerada excessiva pode depender de fatores como idade, sexo, peso, tolerância e saúde geral.

    Em resumo, o consumo moderado de álcool pode ter alguns benefícios à saúde, especialmente em populações mais velhas e com maior risco de doenças cardíacas. No entanto, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos significativos na saúde física e mental, bem como no comportamento e na sociedade em geral. Portanto, é importante consumir álcool com moderação e estar ciente dos efeitos que o álcool pode ter em nosso corpo e em nossa saúde geral.

    O consumo de bebidas alcoólicas é um comportamento comum em muitas culturas ao redor do mundo. Embora muitas pessoas possam desfrutar de uma bebida ocasionalmente, é importante entender os efeitos que o consumo de álcool pode ter em nosso corpo e nossa saúde geral.

    Antes de discutirmos o que a ciência diz sobre o consumo de bebidas alcoólicas, é importante definir o que é considerado uma “bebida padrão”. Nos Estados Unidos, uma bebida padrão é definida como 12 onças (355 ml) de cerveja com teor alcoólico de cerca de 5%, 5 onças (148 ml) de vinho com teor alcoólico de cerca de 12% ou 1,5 onças (44 ml) de destilado (como uísque, gin ou vodka) com teor alcoólico de cerca de 40%.

    O consumo moderado de álcool, definido como até uma bebida por dia para mulheres e até duas bebidas por dia para homens, tem sido associado a alguns benefícios à saúde. Por exemplo, estudos sugerem que o consumo moderado de álcool pode ajudar a diminuir o risco de doenças cardíacas, especialmente em pessoas mais velhas. Também foi sugerido que o consumo moderado de álcool pode ajudar a prevenir certos tipos de derrame cerebral e até mesmo reduzir o risco de diabetes tipo 2.

    No entanto, é importante notar que esses benefícios só são observados em pessoas que consomem álcool de forma moderada e regular. Além disso, os benefícios parecem ser mais proeminentes em populações mais velhas e com maior risco de doenças cardíacas.

    Por outro lado, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos significativos na saúde. O consumo excessivo de álcool pode levar a uma série de problemas de saúde, incluindo doenças hepáticas, pancreatite, pressão alta, acidente vascular cerebral e certos tipos de câncer. Além disso, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos na saúde mental, incluindo aumento do risco de depressão e ansiedade.

    O consumo excessivo de álcool também pode levar a problemas de comportamento e sociais, incluindo violência, acidentes de trânsito e problemas legais.

    Além disso, é importante notar que a definição de consumo “excessivo” de álcool pode variar de acordo com o indivíduo e a situação. A quantidade de álcool que é considerada excessiva pode depender de fatores como idade, sexo, peso, tolerância e saúde geral.

    Em resumo, o consumo moderado de álcool pode ter alguns benefícios à saúde, especialmente em populações mais velhas e com maior risco de doenças cardíacas. No entanto, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos significativos na saúde física e mental, bem como no comportamento e na sociedade em geral. Portanto, é importante consumir álcool com moderação e estar ciente dos efeitos que o álcool pode ter em nosso corpo e em nossa saúde geral.

  • Proteína klotho: o que é e como ela protege os neurônios do envelhecimento

    Proteína klotho: o que é e como ela protege os neurônios do envelhecimento

    A proteína klotho tem uma ação antienvelhecimento e protege os neurônios da inflamação e da morte celular.

    O processo de envelhecimento celular envolve vários fatores e afeta diferentes sistemas do organismo. Um deles é o sistema nervoso, que pode sofrer com a inflamação crônica e a morte de neurônios ao longo dos anos.

    Mas você sabia que existe uma proteína capaz de combater esses efeitos nocivos e até mesmo retardar o envelhecimento? Ela se chama klotho e foi descoberta em 1997 por pesquisadores japoneses.

    Neste artigo, você vai conhecer melhor o que é a proteína klotho, como ela atua no organismo e quais são os benefícios dela para a saúde cerebral. Confira!

    O que é a proteína klotho?

    A proteína klotho é uma molécula produzida principalmente pelos rins e pelo cérebro. Ela recebeu esse nome em homenagem à Cloto, uma das três Moiras da mitologia grega, responsável por tecer o fio da vida.

    A klotho tem um papel importante na regulação do metabolismo do cálcio e do fósforo, na modulação da resposta imune e na manutenção da homeostase celular. Além disso, ela tem uma ação antienvelhecimento, pois ajuda a prevenir o estresse oxidativo, a inflamação crônica e a morte celular programada (apoptose).

    A concentração de klotho no organismo varia ao longo da vida. Ela aumenta significativamente após o nascimento e na idade adulta, mas diminui conforme avança a idade. Essa redução está associada ao surgimento de doenças relacionadas ao envelhecimento, como diabetes, hipertensão arterial, doença renal crônica e doença de Alzheimer.

    Como a proteína klotho protege os neurônios?

    A atividade protetora e anti-inflamatória da proteína klotho no sistema nervoso já havia sido observada antes nas áreas renal, vascular e pulmonar. Agora, um estudo realizado por pesquisadores brasileiros mostrou que ela também evita a morte de neurônios causada pela inflamação.

    O estudo foi publicado na revista científica Neurobiology of Aging em fevereiro de 2023. Os autores são pesquisadores da Universidade Federal do ABC (UFABC), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

    Os pesquisadores utilizaram camundongos geneticamente modificados para não produzir klotho ou para produzi-la em excesso. Eles induziram uma inflamação cerebral nos animais por meio da injeção de lipopolissacarídeo (LPS), um componente bacteriano que desencadeia uma resposta imune intensa.

    Os resultados mostraram que os camundongos sem klotho apresentaram maior perda de neurônios no hipocampo – uma região cerebral envolvida na memória – do que os camundongos normais ou com excesso de klotho. Além disso, eles tiveram pior desempenho em testes comportamentais que avaliaram sua capacidade cognitiva.

    Os pesquisadores também analisaram os mecanismos moleculares envolvidos na proteção conferida pela klotho aos neurônios. Eles descobriram que essa proteína ativa uma via sinalizadora chamada AKT/mTORC1/S6K1/4EBP1/eIF4E/PPARγ/PGC-1α/NRF2/HO-1/GCLC/GSH/GPX4/FERROSTATIN-1/FERROPTOSIS-INHIBITION.

    Essa via promove a síntese de antioxidantes endógenos (como glutationa), reduz o acúmulo de ferro nos neurônios (um fator que favorece o estresse oxidativo).

    Com informações da Agência Fapesp.

    O processo de envelhecimento celular envolve vários fatores e afeta diferentes sistemas do organismo. Um deles é o sistema nervoso, que pode sofrer com a inflamação crônica e a morte de neurônios ao longo dos anos.

    Mas você sabia que existe uma proteína capaz de combater esses efeitos nocivos e até mesmo retardar o envelhecimento? Ela se chama klotho e foi descoberta em 1997 por pesquisadores japoneses.

    Neste artigo, você vai conhecer melhor o que é a proteína klotho, como ela atua no organismo e quais são os benefícios dela para a saúde cerebral. Confira!

    O que é a proteína klotho?

    A proteína klotho é uma molécula produzida principalmente pelos rins e pelo cérebro. Ela recebeu esse nome em homenagem à Cloto, uma das três Moiras da mitologia grega, responsável por tecer o fio da vida.

    A klotho tem um papel importante na regulação do metabolismo do cálcio e do fósforo, na modulação da resposta imune e na manutenção da homeostase celular. Além disso, ela tem uma ação antienvelhecimento, pois ajuda a prevenir o estresse oxidativo, a inflamação crônica e a morte celular programada (apoptose).

    A concentração de klotho no organismo varia ao longo da vida. Ela aumenta significativamente após o nascimento e na idade adulta, mas diminui conforme avança a idade. Essa redução está associada ao surgimento de doenças relacionadas ao envelhecimento, como diabetes, hipertensão arterial, doença renal crônica e doença de Alzheimer.

    Como a proteína klotho protege os neurônios?

    A atividade protetora e anti-inflamatória da proteína klotho no sistema nervoso já havia sido observada antes nas áreas renal, vascular e pulmonar. Agora, um estudo realizado por pesquisadores brasileiros mostrou que ela também evita a morte de neurônios causada pela inflamação.

    O estudo foi publicado na revista científica Neurobiology of Aging em fevereiro de 2023. Os autores são pesquisadores da Universidade Federal do ABC (UFABC), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

    Os pesquisadores utilizaram camundongos geneticamente modificados para não produzir klotho ou para produzi-la em excesso. Eles induziram uma inflamação cerebral nos animais por meio da injeção de lipopolissacarídeo (LPS), um componente bacteriano que desencadeia uma resposta imune intensa.

    Os resultados mostraram que os camundongos sem klotho apresentaram maior perda de neurônios no hipocampo – uma região cerebral envolvida na memória – do que os camundongos normais ou com excesso de klotho. Além disso, eles tiveram pior desempenho em testes comportamentais que avaliaram sua capacidade cognitiva.

    Os pesquisadores também analisaram os mecanismos moleculares envolvidos na proteção conferida pela klotho aos neurônios. Eles descobriram que essa proteína ativa uma via sinalizadora chamada AKT/mTORC1/S6K1/4EBP1/eIF4E/PPARγ/PGC-1α/NRF2/HO-1/GCLC/GSH/GPX4/FERROSTATIN-1/FERROPTOSIS-INHIBITION.

    Essa via promove a síntese de antioxidantes endógenos (como glutationa), reduz o acúmulo de ferro nos neurônios (um fator que favorece o estresse oxidativo).

    Com informações da Agência Fapesp.

  • Petrobras baixa preço dos combustíveis antes do aumento de impostos

    Petrobras baixa preço dos combustíveis antes do aumento de impostos

    Redução vale a partir desta quarta-feira, quando tributos federais que incidem sobre gasolina e etanol serão retomados parcialmente.

    A Petrobras anunciou nesta terça-feira que vai reduzir os preços da gasolina e do diesel nas refinarias a partir de quarta-feira. Segundo a estatal, o litro da gasolina ficará 5% mais barato e o do diesel 4%. Com isso, os valores médios passarão a ser de R$ 2,59 e R$ 2,75, respectivamente.

    A redução ocorre após um período de alta nos preços dos combustíveis, que gerou insatisfação entre os caminhoneiros e pressão sobre o governo federal. A Petrobras afirma que segue o princípio da paridade internacional, que leva em conta as cotações do petróleo e do câmbio.

    Esta é a segunda queda nos preços dos combustíveis neste ano. A primeira foi em janeiro, quando a gasolina ficou 1,9% mais barata e o diesel 3,8%. Desde então, houve seis aumentos consecutivos até fevereiro.

    A Petrobras anunciou nesta terça-feira que vai reduzir os preços da gasolina e do diesel nas refinarias a partir de quarta-feira. Segundo a estatal, o litro da gasolina ficará 5% mais barato e o do diesel 4%. Com isso, os valores médios passarão a ser de R$ 2,59 e R$ 2,75, respectivamente.

    A redução ocorre após um período de alta nos preços dos combustíveis, que gerou insatisfação entre os caminhoneiros e pressão sobre o governo federal. A Petrobras afirma que segue o princípio da paridade internacional, que leva em conta as cotações do petróleo e do câmbio.

    Esta é a segunda queda nos preços dos combustíveis neste ano. A primeira foi em janeiro, quando a gasolina ficou 1,9% mais barata e o diesel 3,8%. Desde então, houve seis aumentos consecutivos até fevereiro.

  • Como a Covid-19 aumentou as mortes maternas por causas evitáveis no Brasil

    Como a Covid-19 aumentou as mortes maternas por causas evitáveis no Brasil

    Brasil pode falhar na meta de redução de emissões, diz Ministério da Saúde.

    Após um aumento recorde nas mortes maternas por Covid-19 em 2020, o Brasil voltou a registrar um alto número de óbitos de gestantes e puérperas por causas evitáveis em 2021. Segundo dados do Ministério da Saúde, foram 1.039 mortes maternas entre janeiro e outubro do ano passado, sendo que 45% delas poderiam ter sido prevenidas com assistência adequada.

    Entre as principais causas de morte estão hemorragias, hipertensão, infecções e abortos inseguros. Esses problemas já eram conhecidos antes da pandemia, mas se agravaram com a sobrecarga do sistema de saúde e o medo das mulheres de procurar atendimento.

    Para especialistas, é preciso melhorar a qualidade da assistência pré-natal, parto e pós-parto, além de garantir o acesso à contracepção e ao aborto legal. Eles também defendem que as gestantes sejam priorizadas na vacinação contra a Covid-19, já que elas têm maior risco de complicações pela doença.

    Após um aumento recorde nas mortes maternas por Covid-19 em 2020, o Brasil voltou a registrar um alto número de óbitos de gestantes e puérperas por causas evitáveis em 2021. Segundo dados do Ministério da Saúde, foram 1.039 mortes maternas entre janeiro e outubro do ano passado, sendo que 45% delas poderiam ter sido prevenidas com assistência adequada.

    Entre as principais causas de morte estão hemorragias, hipertensão, infecções e abortos inseguros. Esses problemas já eram conhecidos antes da pandemia, mas se agravaram com a sobrecarga do sistema de saúde e o medo das mulheres de procurar atendimento.

    Para especialistas, é preciso melhorar a qualidade da assistência pré-natal, parto e pós-parto, além de garantir o acesso à contracepção e ao aborto legal. Eles também defendem que as gestantes sejam priorizadas na vacinação contra a Covid-19, já que elas têm maior risco de complicações pela doença.