Tag: Brasil

  • Governo paga R$ 95 bilhões em precatórios da União em janeiro; saiba como consultar e sacar

    Governo paga R$ 95 bilhões em precatórios da União em janeiro; saiba como consultar e sacar

    O governo federal começou a pagar, em janeiro, R$ 95 bilhões em precatórios da União, que são dívidas decorrentes de decisões judiciais sobre as quais o governo não pode mais recorrer.

    Esse valor corresponde ao estoque de precatórios represado nos últimos anos, que foi liberado após autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) e abertura de crédito extraordinário.

    Os precatórios da União são pagos a pessoas físicas ou jurídicas que ganharam processos contra o governo federal, em áreas como tributária, previdenciária, trabalhista, administrativa, entre outras. Para ter direito ao pagamento, o valor do precatório deve ser superior a 60 salários mínimos (R$ 79.200).

    Os beneficiários dos precatórios devem consultar os sites dos Tribunais Regionais Federais (TRFs) para verificar os detalhes do processo, a data de liberação, o valor atualizado e o banco depositário. Depois, devem ir a uma agência da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil com documentos pessoais e comprovante de residência para sacar o dinheiro.

    Os TRFs alertaram que não é necessário efetuar qualquer pagamento prévio para receber os valores, e os beneficiários devem desconsiderar qualquer contato sobre o assunto, tanto por telefone quanto pelo WhatsApp. Trata-se de uma tentativa de golpe, que visa extorquir dinheiro das vítimas.

    O pagamento dos precatórios da União em janeiro faz parte de uma estratégia do governo para reduzir o impacto fiscal dessas dívidas, que somavam R$ 227 bilhões no final de 2022. O governo espera economizar R$ 37 bilhões com juros e correções monetárias ao antecipar o pagamento.

    Esse valor corresponde ao estoque de precatórios represado nos últimos anos, que foi liberado após autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) e abertura de crédito extraordinário.

    Os precatórios da União são pagos a pessoas físicas ou jurídicas que ganharam processos contra o governo federal, em áreas como tributária, previdenciária, trabalhista, administrativa, entre outras. Para ter direito ao pagamento, o valor do precatório deve ser superior a 60 salários mínimos (R$ 79.200).

    Os beneficiários dos precatórios devem consultar os sites dos Tribunais Regionais Federais (TRFs) para verificar os detalhes do processo, a data de liberação, o valor atualizado e o banco depositário. Depois, devem ir a uma agência da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil com documentos pessoais e comprovante de residência para sacar o dinheiro.

    Os TRFs alertaram que não é necessário efetuar qualquer pagamento prévio para receber os valores, e os beneficiários devem desconsiderar qualquer contato sobre o assunto, tanto por telefone quanto pelo WhatsApp. Trata-se de uma tentativa de golpe, que visa extorquir dinheiro das vítimas.

    O pagamento dos precatórios da União em janeiro faz parte de uma estratégia do governo para reduzir o impacto fiscal dessas dívidas, que somavam R$ 227 bilhões no final de 2022. O governo espera economizar R$ 37 bilhões com juros e correções monetárias ao antecipar o pagamento.

  • Nova técnica promete levar anticorpos para o cérebro

    Nova técnica promete levar anticorpos para o cérebro

    Uma equipe de pesquisadores da Universidade do Alabama, nos EUA, desenvolveu uma forma de aumentar a entrega de anticorpos no cérebro, usando um polímero biodegradável que se liga ao anticorpo trastuzumabe.

    O estudo, publicado na revista Frontiers in Cell and Developmental Biology, abre novas possibilidades para o tratamento de doenças cerebrais, como tumores cerebrais.

    O que são anticorpos e por que eles são importantes?

    Anticorpos são moléculas produzidas pelo sistema imunológico que se ligam a alvos específicos nas células doentes, bloqueando seu crescimento ou destruindo-as. Eles são usados como medicamentos para tratar vários tipos de câncer e outras doenças, como infecções, doenças autoimunes e metabólicas.

    Qual é o problema com a barreira hematoencefálica?

    A barreira hematoencefálica é uma estrutura que protege o cérebro de substâncias nocivas ou indesejadas que circulam no sangue, como bactérias, vírus e toxinas. No entanto, essa barreira também impede a entrada de anticorpos no cérebro, limitando o uso desses medicamentos para tratar doenças cerebrais, como tumores cerebrais.

    Como os pesquisadores resolveram esse problema?

    Os pesquisadores usaram um polímero chamado poli (ácido lático-co-glicólico), ou PLGA, que é aprovado pela FDA (agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos) e já é usado em implantes médicos e sistemas de liberação de fármacos. Eles adicionaram esse polímero nas regiões da dobradiça e próxima à dobradiça do anticorpo trastuzumabe, que é usado para tratar câncer de mama e gástrico. Essa modificação aumentou a solubilidade e a estabilidade do anticorpo, e facilitou sua entrada no cérebro, tanto em testes in vitro quanto em modelos de camundongos.

    Quais são as implicações dessa descoberta?

    Os pesquisadores afirmam que essa metodologia simples pode servir como uma plataforma para converter anticorpos terapêuticos em uma forma que possa atuar no cérebro, mantendo sua funcionalidade médica. Isso poderia ampliar as possibilidades de tratamento para doenças cerebrais que atualmente têm opções limitadas, como Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla e epilepsia. Além disso, essa técnica poderia ser aplicada a outros tipos de anticorpos, aumentando o arsenal de medicamentos disponíveis para combater as doenças cerebrais.

    O estudo, publicado na revista Frontiers in Cell and Developmental Biology, abre novas possibilidades para o tratamento de doenças cerebrais, como tumores cerebrais.

    O que são anticorpos e por que eles são importantes?

    Anticorpos são moléculas produzidas pelo sistema imunológico que se ligam a alvos específicos nas células doentes, bloqueando seu crescimento ou destruindo-as. Eles são usados como medicamentos para tratar vários tipos de câncer e outras doenças, como infecções, doenças autoimunes e metabólicas.

    Qual é o problema com a barreira hematoencefálica?

    A barreira hematoencefálica é uma estrutura que protege o cérebro de substâncias nocivas ou indesejadas que circulam no sangue, como bactérias, vírus e toxinas. No entanto, essa barreira também impede a entrada de anticorpos no cérebro, limitando o uso desses medicamentos para tratar doenças cerebrais, como tumores cerebrais.

    Como os pesquisadores resolveram esse problema?

    Os pesquisadores usaram um polímero chamado poli (ácido lático-co-glicólico), ou PLGA, que é aprovado pela FDA (agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos) e já é usado em implantes médicos e sistemas de liberação de fármacos. Eles adicionaram esse polímero nas regiões da dobradiça e próxima à dobradiça do anticorpo trastuzumabe, que é usado para tratar câncer de mama e gástrico. Essa modificação aumentou a solubilidade e a estabilidade do anticorpo, e facilitou sua entrada no cérebro, tanto em testes in vitro quanto em modelos de camundongos.

    Quais são as implicações dessa descoberta?

    Os pesquisadores afirmam que essa metodologia simples pode servir como uma plataforma para converter anticorpos terapêuticos em uma forma que possa atuar no cérebro, mantendo sua funcionalidade médica. Isso poderia ampliar as possibilidades de tratamento para doenças cerebrais que atualmente têm opções limitadas, como Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla e epilepsia. Além disso, essa técnica poderia ser aplicada a outros tipos de anticorpos, aumentando o arsenal de medicamentos disponíveis para combater as doenças cerebrais.

  • Como o uso diário de maconha pode afetar a inteligência

    Como o uso diário de maconha pode afetar a inteligência

    A maconha é uma das drogas ilícitas mais consumidas no mundo, especialmente entre os jovens.

    Muitos usuários acreditam que a maconha é uma substância inofensiva, que pode até trazer benefícios para a saúde, como aliviar o estresse, a dor e a ansiedade. No entanto, estudos científicos têm mostrado que o uso frequente e prolongado de maconha pode ter efeitos negativos no cérebro, prejudicando a memória, a atenção, o raciocínio e a aprendizagem.

    Um dos principais componentes da maconha é o tetraidrocanabinol (THC), que é responsável pelos efeitos psicoativos da droga. O THC se liga a receptores específicos no cérebro, chamados de receptores canabinoides, que estão envolvidos em diversas funções cognitivas, como a percepção, o humor, a motivação e a tomada de decisões. Quando o THC ativa esses receptores, ele altera o equilíbrio químico e elétrico do cérebro, interferindo na comunicação entre os neurônios.

    Essa interferência pode ter consequências a curto e a longo prazo. A curto prazo, o uso de maconha pode causar alterações na percepção do tempo, da realidade e do espaço, além de dificuldades para se concentrar, se lembrar e resolver problemas. Esses efeitos podem durar algumas horas após o consumo da droga, mas podem se prolongar por mais tempo, dependendo da dose, da frequência e da sensibilidade do usuário.

    A longo prazo, o uso diário de maconha pode provocar mudanças estruturais e funcionais no cérebro, especialmente nas áreas relacionadas à memória e à inteligência. Estudos com imagens cerebrais têm mostrado que os usuários crônicos de maconha têm menor volume e densidade de matéria cinzenta, que é a parte do cérebro que contém os corpos celulares dos neurônios, em regiões como o hipocampo, o córtex pré-frontal e o córtex temporal. Essas regiões são essenciais para o armazenamento, o processamento e a recuperação de informações, bem como para o planejamento, o julgamento e a criatividade.

    Além disso, estudos com testes neuropsicológicos têm demonstrado que os usuários crônicos de maconha têm menor desempenho em tarefas que exigem memória, atenção, raciocínio, aprendizagem e inteligência verbal e não verbal, em comparação com os não usuários ou os usuários ocasionais. Essas diferenças podem ser observadas mesmo após um período de abstinência da droga, sugerindo que os danos cerebrais podem ser irreversíveis ou de difícil recuperação.

    Um fator que pode influenciar a magnitude dos efeitos da maconha no cérebro é a idade de início do consumo. Quanto mais cedo o indivíduo começa a usar maconha, maior é o risco de comprometer o seu desenvolvimento cerebral, que se estende até os 25 anos de idade. Nessa fase, o cérebro ainda está em formação e é mais vulnerável aos efeitos das substâncias psicoativas. Estudos com adolescentes que usam maconha diariamente têm revelado que eles têm menor QI, menor rendimento escolar, maior probabilidade de abandono dos estudos e maior incidência de problemas psiquiátricos, como depressão, ansiedade e psicose, do que os que não usam ou usam esporadicamente.

    Portanto, o uso diário de maconha pode ter consequências graves para a inteligência e para a saúde mental dos usuários, especialmente dos mais jovens. É importante que a sociedade esteja consciente dos riscos dessa droga e que promova a prevenção e o tratamento adequados para os dependentes.

    Muitos usuários acreditam que a maconha é uma substância inofensiva, que pode até trazer benefícios para a saúde, como aliviar o estresse, a dor e a ansiedade. No entanto, estudos científicos têm mostrado que o uso frequente e prolongado de maconha pode ter efeitos negativos no cérebro, prejudicando a memória, a atenção, o raciocínio e a aprendizagem.

    Um dos principais componentes da maconha é o tetraidrocanabinol (THC), que é responsável pelos efeitos psicoativos da droga. O THC se liga a receptores específicos no cérebro, chamados de receptores canabinoides, que estão envolvidos em diversas funções cognitivas, como a percepção, o humor, a motivação e a tomada de decisões. Quando o THC ativa esses receptores, ele altera o equilíbrio químico e elétrico do cérebro, interferindo na comunicação entre os neurônios.

    Essa interferência pode ter consequências a curto e a longo prazo. A curto prazo, o uso de maconha pode causar alterações na percepção do tempo, da realidade e do espaço, além de dificuldades para se concentrar, se lembrar e resolver problemas. Esses efeitos podem durar algumas horas após o consumo da droga, mas podem se prolongar por mais tempo, dependendo da dose, da frequência e da sensibilidade do usuário.

    A longo prazo, o uso diário de maconha pode provocar mudanças estruturais e funcionais no cérebro, especialmente nas áreas relacionadas à memória e à inteligência. Estudos com imagens cerebrais têm mostrado que os usuários crônicos de maconha têm menor volume e densidade de matéria cinzenta, que é a parte do cérebro que contém os corpos celulares dos neurônios, em regiões como o hipocampo, o córtex pré-frontal e o córtex temporal. Essas regiões são essenciais para o armazenamento, o processamento e a recuperação de informações, bem como para o planejamento, o julgamento e a criatividade.

    Além disso, estudos com testes neuropsicológicos têm demonstrado que os usuários crônicos de maconha têm menor desempenho em tarefas que exigem memória, atenção, raciocínio, aprendizagem e inteligência verbal e não verbal, em comparação com os não usuários ou os usuários ocasionais. Essas diferenças podem ser observadas mesmo após um período de abstinência da droga, sugerindo que os danos cerebrais podem ser irreversíveis ou de difícil recuperação.

    Um fator que pode influenciar a magnitude dos efeitos da maconha no cérebro é a idade de início do consumo. Quanto mais cedo o indivíduo começa a usar maconha, maior é o risco de comprometer o seu desenvolvimento cerebral, que se estende até os 25 anos de idade. Nessa fase, o cérebro ainda está em formação e é mais vulnerável aos efeitos das substâncias psicoativas. Estudos com adolescentes que usam maconha diariamente têm revelado que eles têm menor QI, menor rendimento escolar, maior probabilidade de abandono dos estudos e maior incidência de problemas psiquiátricos, como depressão, ansiedade e psicose, do que os que não usam ou usam esporadicamente.

    Portanto, o uso diário de maconha pode ter consequências graves para a inteligência e para a saúde mental dos usuários, especialmente dos mais jovens. É importante que a sociedade esteja consciente dos riscos dessa droga e que promova a prevenção e o tratamento adequados para os dependentes.

  • Sífilis: como se prevenir, se testar e se tratar da DST silenciosa e perigosa

    Sífilis: como se prevenir, se testar e se tratar da DST silenciosa e perigosa

    A sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pela bactéria Treponema pallidum.

    Ela pode afetar várias partes do corpo e causar sérias complicações se não for tratada corretamente. A sífilis pode ser transmitida por meio de relações sexuais sem preservativo com uma pessoa infectada ou da mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.

    A sífilis tem diferentes estágios, cada um com seus próprios sintomas. No primeiro estágio, chamado de sífilis primária, aparece uma ferida indolor no local onde a bactéria entrou no corpo, geralmente nos órgãos genitais, no ânus ou na boca. Essa ferida pode desaparecer sozinha, mas isso não significa que a doença foi curada. A bactéria continua no organismo e pode se espalhar pelo sangue.

    No segundo estágio, chamado de sífilis secundária, surgem manchas vermelhas pelo corpo, que podem coçar ou não, inclusive nas palmas das mãos e nas plantas dos pés. Outros sintomas podem incluir febre, mal-estar, dor de cabeça e ínguas pelo corpo. Esses sinais também podem sumir sem tratamento, mas a doença ainda persiste.

    No terceiro estágio, chamado de sífilis latente, a pessoa não apresenta mais sintomas, mas a bactéria continua viva no organismo. Esse estágio pode durar anos ou até décadas, sem que a pessoa saiba que tem a doença. Nesse período, a sífilis pode causar danos graves ao coração, aos vasos sanguíneos, ao cérebro, aos olhos, aos ossos e às articulações, podendo levar à morte.

    A sífilis pode ser diagnosticada por meio de um teste rápido, que está disponível nos serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). O teste é simples, prático e fornece o resultado em até 30 minutos. O tratamento da sífilis é feito com antibióticos, que devem ser tomados conforme a orientação médica. O tratamento é gratuito e oferecido pelo SUS.

    A melhor forma de prevenir a sífilis é usar preservativo em todas as relações sexuais, seja oral, vaginal ou anal. Além disso, as gestantes devem fazer o pré-natal e realizar o teste de sífilis, para evitar a transmissão da doença para o bebê. Caso o resultado seja positivo, o tratamento deve ser iniciado o quanto antes, para evitar complicações na gravidez e no parto.

    A sífilis é uma doença silenciosa e perigosa, que pode trazer sérias consequências para a saúde. Por isso, é importante se proteger, se testar e se tratar. Lembre-se: a sífilis tem cura, mas é preciso buscar ajuda médica.

    Ela pode afetar várias partes do corpo e causar sérias complicações se não for tratada corretamente. A sífilis pode ser transmitida por meio de relações sexuais sem preservativo com uma pessoa infectada ou da mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.

    A sífilis tem diferentes estágios, cada um com seus próprios sintomas. No primeiro estágio, chamado de sífilis primária, aparece uma ferida indolor no local onde a bactéria entrou no corpo, geralmente nos órgãos genitais, no ânus ou na boca. Essa ferida pode desaparecer sozinha, mas isso não significa que a doença foi curada. A bactéria continua no organismo e pode se espalhar pelo sangue.

    No segundo estágio, chamado de sífilis secundária, surgem manchas vermelhas pelo corpo, que podem coçar ou não, inclusive nas palmas das mãos e nas plantas dos pés. Outros sintomas podem incluir febre, mal-estar, dor de cabeça e ínguas pelo corpo. Esses sinais também podem sumir sem tratamento, mas a doença ainda persiste.

    No terceiro estágio, chamado de sífilis latente, a pessoa não apresenta mais sintomas, mas a bactéria continua viva no organismo. Esse estágio pode durar anos ou até décadas, sem que a pessoa saiba que tem a doença. Nesse período, a sífilis pode causar danos graves ao coração, aos vasos sanguíneos, ao cérebro, aos olhos, aos ossos e às articulações, podendo levar à morte.

    A sífilis pode ser diagnosticada por meio de um teste rápido, que está disponível nos serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). O teste é simples, prático e fornece o resultado em até 30 minutos. O tratamento da sífilis é feito com antibióticos, que devem ser tomados conforme a orientação médica. O tratamento é gratuito e oferecido pelo SUS.

    A melhor forma de prevenir a sífilis é usar preservativo em todas as relações sexuais, seja oral, vaginal ou anal. Além disso, as gestantes devem fazer o pré-natal e realizar o teste de sífilis, para evitar a transmissão da doença para o bebê. Caso o resultado seja positivo, o tratamento deve ser iniciado o quanto antes, para evitar complicações na gravidez e no parto.

    A sífilis é uma doença silenciosa e perigosa, que pode trazer sérias consequências para a saúde. Por isso, é importante se proteger, se testar e se tratar. Lembre-se: a sífilis tem cura, mas é preciso buscar ajuda médica.

  • Como funciona a cirurgia cardíaca e quais são os casos famosos que marcaram a história

    A cirurgia cardíaca é um tipo de procedimento médico que visa tratar problemas no coração e nos vasos sanguíneos que o abastecem.

    Existem diversos tipos de cirurgia cardíaca, como a revascularização do miocárdio, a substituição ou reparo de válvulas cardíacas, a correção de defeitos cardíacos congênitos e o transplante cardíaco. A cirurgia cardíaca pode ser realizada com o auxílio de uma máquina que assume temporariamente as funções do coração e dos pulmões, chamada de circulação extracorpórea, ou sem esse dispositivo, chamada de cirurgia cardíaca minimamente invasiva.

    A cirurgia cardíaca é uma área da medicina que evoluiu muito nas últimas décadas, graças ao avanço das técnicas, dos equipamentos e dos medicamentos. No entanto, ainda é um procedimento de alto risco, que requer cuidados especiais antes, durante e depois da operação. Além disso, a cirurgia cardíaca é um recurso limitado e caro, que nem sempre está disponível para todos os pacientes que necessitam.

    Alguns casos de cirurgia cardíaca ganharam destaque na mídia por envolverem pessoas famosas ou situações inusitadas. Por exemplo, em 2004, o cantor Marcus Menna, vocalista da banda LS Jack, sofreu uma parada cardiorrespiratória após realizar uma lipoaspiração e ficou em coma induzido por dois meses. Ele foi submetido a uma cirurgia cardíaca para implantar um dispositivo que auxilia o bombeamento do sangue, chamado de balão intra-aórtico. Após se recuperar, ele retomou sua carreira musical, mas com algumas sequelas neurológicas.

    Outro caso que chocou o mundo sertanejo foi o do cantor João Carreiro, que morreu aos 41 anos, em janeiro de 2024, após não resistir a uma cirurgia cardíaca para colocar uma válvula no coração. Ele sofria de uma doença chamada prolapso da válvula mitral, também conhecida como “sopro” cardíaco, que causa o fechamento inadequado da válvula que separa as câmaras esquerda do coração. A cirurgia tinha como objetivo substituir a válvula defeituosa por uma artificial ou biológica, mas o cantor não suportou o procedimento.

    No Brasil, existem alguns locais que são referência em cirurgia cardíaca, tanto no sistema público quanto no privado. Um deles é o Instituto Nacional de Cardiologia (INC), localizado no Rio de Janeiro, que é vinculado ao Ministério da Saúde e atua há mais de 40 anos com destaque em procedimentos hemodinâmicos, cirurgias cardíacas de alta complexidade, incluindo as neonatais, e transplantes cardíacos. O INC é o único hospital público que realiza transplantes cardíacos em adultos e crianças no Rio de Janeiro e é o segundo centro que mais realiza cirurgias de cardiopatias congênitas no Brasil.

    Outro local de referência é o Instituto do Coração (InCor), localizado em São Paulo, que é vinculado à Universidade de São Paulo e ao Hospital das Clínicas. O InCor atua há mais de 40 anos em cirurgia cardiovascular, tendo realizado mais de 70 mil operações, entre elas a primeira cirurgia de revascularização do miocárdio, a primeira cirurgia de correção de defeito cardíaco congênito e o primeiro transplante cardíaco do Brasil. O InCor também é um centro de pesquisa e ensino, que contribui para o desenvolvimento científico e tecnológico da área.

    A cirurgia cardíaca é, portanto, um ramo da medicina que salva milhares de vidas, mas que também enfrenta desafios e limitações. É importante que a população tenha acesso à informação e à prevenção das doenças cardíacas, bem como ao tratamento adequado quando necessário.

    Existem diversos tipos de cirurgia cardíaca, como a revascularização do miocárdio, a substituição ou reparo de válvulas cardíacas, a correção de defeitos cardíacos congênitos e o transplante cardíaco. A cirurgia cardíaca pode ser realizada com o auxílio de uma máquina que assume temporariamente as funções do coração e dos pulmões, chamada de circulação extracorpórea, ou sem esse dispositivo, chamada de cirurgia cardíaca minimamente invasiva.

    A cirurgia cardíaca é uma área da medicina que evoluiu muito nas últimas décadas, graças ao avanço das técnicas, dos equipamentos e dos medicamentos. No entanto, ainda é um procedimento de alto risco, que requer cuidados especiais antes, durante e depois da operação. Além disso, a cirurgia cardíaca é um recurso limitado e caro, que nem sempre está disponível para todos os pacientes que necessitam.

    Alguns casos de cirurgia cardíaca ganharam destaque na mídia por envolverem pessoas famosas ou situações inusitadas. Por exemplo, em 2004, o cantor Marcus Menna, vocalista da banda LS Jack, sofreu uma parada cardiorrespiratória após realizar uma lipoaspiração e ficou em coma induzido por dois meses. Ele foi submetido a uma cirurgia cardíaca para implantar um dispositivo que auxilia o bombeamento do sangue, chamado de balão intra-aórtico. Após se recuperar, ele retomou sua carreira musical, mas com algumas sequelas neurológicas.

    Outro caso que chocou o mundo sertanejo foi o do cantor João Carreiro, que morreu aos 41 anos, em janeiro de 2024, após não resistir a uma cirurgia cardíaca para colocar uma válvula no coração. Ele sofria de uma doença chamada prolapso da válvula mitral, também conhecida como “sopro” cardíaco, que causa o fechamento inadequado da válvula que separa as câmaras esquerda do coração. A cirurgia tinha como objetivo substituir a válvula defeituosa por uma artificial ou biológica, mas o cantor não suportou o procedimento.

    No Brasil, existem alguns locais que são referência em cirurgia cardíaca, tanto no sistema público quanto no privado. Um deles é o Instituto Nacional de Cardiologia (INC), localizado no Rio de Janeiro, que é vinculado ao Ministério da Saúde e atua há mais de 40 anos com destaque em procedimentos hemodinâmicos, cirurgias cardíacas de alta complexidade, incluindo as neonatais, e transplantes cardíacos. O INC é o único hospital público que realiza transplantes cardíacos em adultos e crianças no Rio de Janeiro e é o segundo centro que mais realiza cirurgias de cardiopatias congênitas no Brasil.

    Outro local de referência é o Instituto do Coração (InCor), localizado em São Paulo, que é vinculado à Universidade de São Paulo e ao Hospital das Clínicas. O InCor atua há mais de 40 anos em cirurgia cardiovascular, tendo realizado mais de 70 mil operações, entre elas a primeira cirurgia de revascularização do miocárdio, a primeira cirurgia de correção de defeito cardíaco congênito e o primeiro transplante cardíaco do Brasil. O InCor também é um centro de pesquisa e ensino, que contribui para o desenvolvimento científico e tecnológico da área.

    A cirurgia cardíaca é, portanto, um ramo da medicina que salva milhares de vidas, mas que também enfrenta desafios e limitações. É importante que a população tenha acesso à informação e à prevenção das doenças cardíacas, bem como ao tratamento adequado quando necessário.

  • Como minerar criptomoedas com celular

    Como minerar criptomoedas com celular

    Você já ouviu falar de criptomoedas, como Bitcoin, Ethereum e Dogecoin?

    Essas são moedas digitais que podem ser usadas para comprar bens e serviços na internet, sem intermediários como bancos ou governos. Mas como essas moedas são criadas e distribuídas?

    A resposta é a mineração. A mineração é o processo de resolver problemas matemáticos complexos usando o poder computacional de dispositivos conectados à rede. Cada vez que um problema é resolvido, um novo bloco de dados é adicionado ao registro público de todas as transações de criptomoedas, chamado de blockchain. O minerador que resolve o problema recebe uma recompensa em forma de criptomoedas.

    A mineração é essencial para manter a segurança e a integridade do sistema de criptomoedas, pois evita que alguém altere ou falsifique os dados do blockchain. No entanto, a mineração também é uma atividade que consome muita energia elétrica e requer equipamentos especializados e caros.

    É aí que entra a mineração com celular. A mineração com celular é uma forma de participar da rede de criptomoedas usando o seu smartphone ou tablet. Ao invés de resolver problemas matemáticos diretamente, você pode usar aplicativos que permitem que o seu dispositivo se conecte a uma rede de mineração compartilhada, onde o trabalho é dividido entre vários participantes. Dessa forma, você pode ganhar uma fração das recompensas de mineração, sem gastar muito dinheiro ou energia.

    Existem vários aplicativos que oferecem esse serviço, como o Pi Network, o Bee Network e o Phoneum. Para usá-los, você precisa baixar o aplicativo, criar uma conta e clicar em um botão para iniciar a mineração. Você também pode convidar outras pessoas para se juntarem à sua rede e aumentar os seus ganhos. Alguns aplicativos exigem que você mantenha o aplicativo aberto e o dispositivo conectado à internet, enquanto outros permitem que você mine em segundo plano ou offline.

    A mineração com celular tem algumas vantagens e desvantagens. As vantagens são que você pode começar a minerar sem investir em equipamentos caros, sem consumir muita energia e sem ocupar muito espaço. Você também pode aprender mais sobre o funcionamento das criptomoedas e se familiarizar com elas.

    As desvantagens são que você não vai ganhar muito dinheiro com a mineração com celular, pois as recompensas são muito pequenas e dependem do número de usuários e da dificuldade da rede. Além disso, muitas das criptomoedas que você pode minerar com celular ainda não têm valor de mercado ou não são negociadas em nenhuma plataforma. Ou seja, você pode estar acumulando moedas que não valem nada ou que são muito difíceis de trocar por outras moedas ou por dinheiro real.

    Outro ponto a se considerar é a segurança e a confiabilidade dos aplicativos de mineração com celular. Alguns aplicativos podem ser fraudulentos ou maliciosos, e tentar roubar os seus dados pessoais, infectar o seu dispositivo com vírus ou cobrar taxas abusivas. Por isso, é importante que você pesquise bem antes de baixar qualquer aplicativo, leia os termos e condições, verifique as avaliações e os comentários de outros usuários e use apenas aplicativos de fontes confiáveis.

    Em conclusão, a mineração com celular é uma forma de se envolver com o mundo das criptomoedas, mas não espere ficar rico com isso. É uma atividade que pode ser divertida e educativa, mas que também envolve riscos e limitações. Se você quiser minerar com celular, faça-o com cautela e responsabilidade, e não deixe de explorar outras formas de obter e usar as criptomoedas.

    Essas são moedas digitais que podem ser usadas para comprar bens e serviços na internet, sem intermediários como bancos ou governos. Mas como essas moedas são criadas e distribuídas?

    A resposta é a mineração. A mineração é o processo de resolver problemas matemáticos complexos usando o poder computacional de dispositivos conectados à rede. Cada vez que um problema é resolvido, um novo bloco de dados é adicionado ao registro público de todas as transações de criptomoedas, chamado de blockchain. O minerador que resolve o problema recebe uma recompensa em forma de criptomoedas.

    A mineração é essencial para manter a segurança e a integridade do sistema de criptomoedas, pois evita que alguém altere ou falsifique os dados do blockchain. No entanto, a mineração também é uma atividade que consome muita energia elétrica e requer equipamentos especializados e caros.

    É aí que entra a mineração com celular. A mineração com celular é uma forma de participar da rede de criptomoedas usando o seu smartphone ou tablet. Ao invés de resolver problemas matemáticos diretamente, você pode usar aplicativos que permitem que o seu dispositivo se conecte a uma rede de mineração compartilhada, onde o trabalho é dividido entre vários participantes. Dessa forma, você pode ganhar uma fração das recompensas de mineração, sem gastar muito dinheiro ou energia.

    Existem vários aplicativos que oferecem esse serviço, como o Pi Network, o Bee Network e o Phoneum. Para usá-los, você precisa baixar o aplicativo, criar uma conta e clicar em um botão para iniciar a mineração. Você também pode convidar outras pessoas para se juntarem à sua rede e aumentar os seus ganhos. Alguns aplicativos exigem que você mantenha o aplicativo aberto e o dispositivo conectado à internet, enquanto outros permitem que você mine em segundo plano ou offline.

    A mineração com celular tem algumas vantagens e desvantagens. As vantagens são que você pode começar a minerar sem investir em equipamentos caros, sem consumir muita energia e sem ocupar muito espaço. Você também pode aprender mais sobre o funcionamento das criptomoedas e se familiarizar com elas.

    As desvantagens são que você não vai ganhar muito dinheiro com a mineração com celular, pois as recompensas são muito pequenas e dependem do número de usuários e da dificuldade da rede. Além disso, muitas das criptomoedas que você pode minerar com celular ainda não têm valor de mercado ou não são negociadas em nenhuma plataforma. Ou seja, você pode estar acumulando moedas que não valem nada ou que são muito difíceis de trocar por outras moedas ou por dinheiro real.

    Outro ponto a se considerar é a segurança e a confiabilidade dos aplicativos de mineração com celular. Alguns aplicativos podem ser fraudulentos ou maliciosos, e tentar roubar os seus dados pessoais, infectar o seu dispositivo com vírus ou cobrar taxas abusivas. Por isso, é importante que você pesquise bem antes de baixar qualquer aplicativo, leia os termos e condições, verifique as avaliações e os comentários de outros usuários e use apenas aplicativos de fontes confiáveis.

    Em conclusão, a mineração com celular é uma forma de se envolver com o mundo das criptomoedas, mas não espere ficar rico com isso. É uma atividade que pode ser divertida e educativa, mas que também envolve riscos e limitações. Se você quiser minerar com celular, faça-o com cautela e responsabilidade, e não deixe de explorar outras formas de obter e usar as criptomoedas.

  • IPVA 2024: saiba como consultar, calcular e pagar o seu imposto

    IPVA 2024: saiba como consultar, calcular e pagar o seu imposto

    O Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é um tributo que deve ser pago anualmente pelos proprietários de veículos registrados no Brasil.

    Ele é cobrado pelos estados e pelo Distrito Federal, e tem como objetivo arrecadar recursos para investir em áreas como saúde, educação, segurança e transporte.

    O valor do IPVA varia de acordo com o estado, o tipo e o ano do veículo, e é calculado sobre o valor venal, que é o preço de mercado do bem. Esse valor é definido pela Secretaria da Fazenda de cada estado, com base em pesquisas e tabelas de referência.

    Para saber o valor exato que deverá ser pago de IPVA em 2024, é necessário acessar o site da Secretaria da Fazenda do estado onde o veículo está matriculado ou baixar o aplicativo IPVA 2024. A consulta também é possível pelo site do Detran de cada estado. Em ambos os casos, é preciso informar o número do Renavam e a placa do veículo.

    Veja como é simples consultar o valor do IPVA 2024:

    • Acesse o site da Secretaria da Fazenda ou o site do Detran do seu estado;
    • Digite o número do Renavam e a placa do veículo;
    • Confira o valor venal do seu veículo e o valor do IPVA a ser pago.

    Veja um exemplo de como calcular o valor do IPVA, usando um veículo hipotético e os dados do estado de São Paulo, que tem a maior frota do país:

    • Suponha que você tenha um carro de passeio, fabricado em 2019, com valor venal de R$ 50.000,00;
    • O valor do IPVA em São Paulo é de 4% para esse tipo de veículo;
    • Logo, o valor do IPVA será de R$ 50.000,00 x 0,04 = R$ 2.000,00.

    O pagamento do IPVA pode ser feito à vista, com desconto de 3%, ou parcelado, sem desconto, em até cinco vezes. O vencimento da primeira parcela ou da cota única com desconto é em janeiro, de acordo com o final da placa. A novidade para 2024 é o pagamento via Pix, que permite transferir o valor do imposto diretamente pelo celular, sem precisar ir ao banco ou imprimir boletos.

    Veja o calendário de vencimento do IPVA 2024 em São Paulo, por final de placa:

    Final de placaCota única com desconto ou 1ª parcelaCota única sem desconto ou 2ª parcela3ª parcela4ª parcela5ª parcela
    111/01/202411/02/202411/03/202411/04/202411/05/2024
    212/01/202412/02/202412/03/202412/04/202412/05/2024
    315/01/202415/02/202415/03/202415/04/202415/05/2024
    416/01/202416/02/202416/03/202416/04/202416/05/2024
    517/01/202417/02/202417/03/202417/04/202417/05/2024
    618/01/202418/02/202418/03/202418/04/202418/05/2024
    719/01/202419/02/202419/03/202419/04/202419/05/2024
    822/01/202422/02/202422/03/202422/04/202422/05/2024
    923/01/202423/02/202423/03/202423/04/202423/05/2024
    024/01/202424/02/202424/03/202424/04/202424/05/2024

    O pagamento do IPVA é importante para evitar multas, juros e a apreensão do veículo. Além disso, o IPVA é uma fonte de arrecadação para o governo, que utiliza os recursos para investir em áreas como saúde, educação, segurança e transporte.

    Não perca tempo e consulte já o valor do seu IPVA 2024. Aproveite o desconto para pagar à vista ou escolha a melhor forma de parcelamento. Lembre-se que você pode usar o Pix para pagar com mais praticidade e segurança. Fique em dia com o seu imposto e contribua para o desenvolvimento do seu estado.

    Ele é cobrado pelos estados e pelo Distrito Federal, e tem como objetivo arrecadar recursos para investir em áreas como saúde, educação, segurança e transporte.

    O valor do IPVA varia de acordo com o estado, o tipo e o ano do veículo, e é calculado sobre o valor venal, que é o preço de mercado do bem. Esse valor é definido pela Secretaria da Fazenda de cada estado, com base em pesquisas e tabelas de referência.

    Para saber o valor exato que deverá ser pago de IPVA em 2024, é necessário acessar o site da Secretaria da Fazenda do estado onde o veículo está matriculado ou baixar o aplicativo IPVA 2024. A consulta também é possível pelo site do Detran de cada estado. Em ambos os casos, é preciso informar o número do Renavam e a placa do veículo.

    Veja como é simples consultar o valor do IPVA 2024:

    • Acesse o site da Secretaria da Fazenda ou o site do Detran do seu estado;
    • Digite o número do Renavam e a placa do veículo;
    • Confira o valor venal do seu veículo e o valor do IPVA a ser pago.

    Veja um exemplo de como calcular o valor do IPVA, usando um veículo hipotético e os dados do estado de São Paulo, que tem a maior frota do país:

    • Suponha que você tenha um carro de passeio, fabricado em 2019, com valor venal de R$ 50.000,00;
    • O valor do IPVA em São Paulo é de 4% para esse tipo de veículo;
    • Logo, o valor do IPVA será de R$ 50.000,00 x 0,04 = R$ 2.000,00.

    O pagamento do IPVA pode ser feito à vista, com desconto de 3%, ou parcelado, sem desconto, em até cinco vezes. O vencimento da primeira parcela ou da cota única com desconto é em janeiro, de acordo com o final da placa. A novidade para 2024 é o pagamento via Pix, que permite transferir o valor do imposto diretamente pelo celular, sem precisar ir ao banco ou imprimir boletos.

    Veja o calendário de vencimento do IPVA 2024 em São Paulo, por final de placa:

    Final de placaCota única com desconto ou 1ª parcelaCota única sem desconto ou 2ª parcela3ª parcela4ª parcela5ª parcela
    111/01/202411/02/202411/03/202411/04/202411/05/2024
    212/01/202412/02/202412/03/202412/04/202412/05/2024
    315/01/202415/02/202415/03/202415/04/202415/05/2024
    416/01/202416/02/202416/03/202416/04/202416/05/2024
    517/01/202417/02/202417/03/202417/04/202417/05/2024
    618/01/202418/02/202418/03/202418/04/202418/05/2024
    719/01/202419/02/202419/03/202419/04/202419/05/2024
    822/01/202422/02/202422/03/202422/04/202422/05/2024
    923/01/202423/02/202423/03/202423/04/202423/05/2024
    024/01/202424/02/202424/03/202424/04/202424/05/2024

    O pagamento do IPVA é importante para evitar multas, juros e a apreensão do veículo. Além disso, o IPVA é uma fonte de arrecadação para o governo, que utiliza os recursos para investir em áreas como saúde, educação, segurança e transporte.

    Não perca tempo e consulte já o valor do seu IPVA 2024. Aproveite o desconto para pagar à vista ou escolha a melhor forma de parcelamento. Lembre-se que você pode usar o Pix para pagar com mais praticidade e segurança. Fique em dia com o seu imposto e contribua para o desenvolvimento do seu estado.

  • Descoberta mutação genética que protege contra Parkinson e abre esperança para novas terapias

    Descoberta mutação genética que protege contra Parkinson e abre esperança para novas terapias

    Uma equipe de pesquisadores da USC Leonard Davis School of Gerontology, nos EUA, identificou uma mutação genética em uma pequena proteína que oferece uma proteção significativa contra a doença de Parkinson.

    Com isso surge uma nova direção para explorar possíveis tratamentos. O estudo foi publicado na revista Molecular Psychiatry em 3 de janeiro de 2024.

    A doença de Parkinson é um distúrbio neurodegenerativo que afeta cerca de 10 milhões de pessoas no mundo, causando tremores, rigidez, lentidão de movimentos e problemas de equilíbrio. A causa exata da doença ainda é desconhecida, mas acredita-se que esteja relacionada a fatores genéticos e ambientais que levam à morte de neurônios produtores de dopamina, um neurotransmissor essencial para o controle dos movimentos.

    A mutação descoberta pelos cientistas está localizada em uma proteína chamada SHLP2, que é produzida dentro das mitocôndrias, as organelas responsáveis pela geração de energia nas células. A SHLP2 faz parte de um grupo de moléculas pequenas e pouco estudadas chamadas de microproteínas derivadas das mitocôndrias (MDPs), que podem ter funções importantes na regulação celular e na saúde.

    A variante da SHLP2 encontrada pelos pesquisadores é altamente protetora contra a doença de Parkinson; indivíduos com essa mutação têm metade da probabilidade de desenvolver a doença do que aqueles que não a possuem. A forma variante da proteína é relativamente rara e é encontrada principalmente em pessoas de ascendência europeia.

    O líder do estudo, o professor Pinchas Cohen, que descobriu a SHLP2 em 2016, disse que o estudo avança o conhecimento sobre por que as pessoas podem desenvolver Parkinson e como podem ser desenvolvidas novas terapias para essa doença devastadora. Ele também destacou a relevância de explorar as MDPs, que podem ter potencial terapêutico em outras doenças relacionadas ao envelhecimento, como Alzheimer, câncer, diabetes e doenças cardiovasculares.

    O estudo abre uma nova direção para explorar possíveis tratamentos para a doença de Parkinson, baseados na modulação da SHLP2 ou de outras MDPs. Os pesquisadores esperam que, no futuro, seja possível desenvolver intervenções farmacológicas que possam aumentar ou imitar os efeitos benéficos da SHLP2 e de outras MDPs nas células nervosas, prevenindo ou retardando a progressão da doença de Parkinson e melhorando a qualidade de vida dos pacientes.

    Com isso surge uma nova direção para explorar possíveis tratamentos. O estudo foi publicado na revista Molecular Psychiatry em 3 de janeiro de 2024.

    A doença de Parkinson é um distúrbio neurodegenerativo que afeta cerca de 10 milhões de pessoas no mundo, causando tremores, rigidez, lentidão de movimentos e problemas de equilíbrio. A causa exata da doença ainda é desconhecida, mas acredita-se que esteja relacionada a fatores genéticos e ambientais que levam à morte de neurônios produtores de dopamina, um neurotransmissor essencial para o controle dos movimentos.

    A mutação descoberta pelos cientistas está localizada em uma proteína chamada SHLP2, que é produzida dentro das mitocôndrias, as organelas responsáveis pela geração de energia nas células. A SHLP2 faz parte de um grupo de moléculas pequenas e pouco estudadas chamadas de microproteínas derivadas das mitocôndrias (MDPs), que podem ter funções importantes na regulação celular e na saúde.

    A variante da SHLP2 encontrada pelos pesquisadores é altamente protetora contra a doença de Parkinson; indivíduos com essa mutação têm metade da probabilidade de desenvolver a doença do que aqueles que não a possuem. A forma variante da proteína é relativamente rara e é encontrada principalmente em pessoas de ascendência europeia.

    O líder do estudo, o professor Pinchas Cohen, que descobriu a SHLP2 em 2016, disse que o estudo avança o conhecimento sobre por que as pessoas podem desenvolver Parkinson e como podem ser desenvolvidas novas terapias para essa doença devastadora. Ele também destacou a relevância de explorar as MDPs, que podem ter potencial terapêutico em outras doenças relacionadas ao envelhecimento, como Alzheimer, câncer, diabetes e doenças cardiovasculares.

    O estudo abre uma nova direção para explorar possíveis tratamentos para a doença de Parkinson, baseados na modulação da SHLP2 ou de outras MDPs. Os pesquisadores esperam que, no futuro, seja possível desenvolver intervenções farmacológicas que possam aumentar ou imitar os efeitos benéficos da SHLP2 e de outras MDPs nas células nervosas, prevenindo ou retardando a progressão da doença de Parkinson e melhorando a qualidade de vida dos pacientes.

  • Bitcoin despenca após rumores de que EUA não vão aprovar fundos de investimento em criptomoeda

    Bitcoin despenca após rumores de que EUA não vão aprovar fundos de investimento em criptomoeda

    O mercado de criptomoedas vinha esperando com ansiedade pela aprovação dos ETFs de Bitcoin nos EUA.

    O Bitcoin, a mais famosa e valiosa das criptomoedas, sofreu uma forte queda nesta quarta-feira (3), após rumores de que os Estados Unidos não vão autorizar os chamados ETFs de Bitcoin à vista, um tipo de fundo de investimento que facilitaria a entrada de grandes investidores no mercado de criptoativos.

    Segundo o analista Markus Thielen, da empresa Matrixport, especializada em serviços financeiros para criptomoedas, o presidente da SEC, a comissão de valores mobiliários dos EUA, Garry Gensler, não está disposto a aprovar os ETFs de Bitcoin à vista, que são fundos que compram diretamente a criptomoeda, sem intermediários ou derivativos.

    Thielen disse que, apesar das reuniões entre gestores de fundos e membros da SEC para discutir o assunto, os pedidos ainda não estão de acordo com as exigências do órgão regulador, que visa proteger os investidores e fiscalizar as plataformas de negociação. Ele prevê que a SEC rejeite todas as propostas em janeiro, e que uma possível aprovação só ocorra no segundo trimestre de 2024.

    A notícia causou pânico entre os investidores de Bitcoin, que venderam suas posições em massa, provocando uma liquidação de cerca de US$ 400 milhões em exchanges de derivativos, plataformas que permitem apostar na alta ou na baixa da criptomoeda. O Bitcoin, que chegou a valer US$ 45.500 pela manhã, despencou 10%, para US$ 40.813, em poucas horas, antes de se recuperar um pouco e voltar para US$ 42.700.

    O mercado de criptomoedas vinha esperando com ansiedade pela aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista nos EUA, que poderiam atrair bilhões de dólares em investimentos e aumentar a demanda e o preço da moeda digital. Alguns analistas, como a Bloomberg Intelligence e players brasileiros, chegaram a prever que um primeiro lote do produto seria aprovado até a próxima quarta-feira (10).

    O Bitcoin, que é uma moeda virtual que funciona por meio de uma rede descentralizada de computadores, já valorizou cerca de 170% nos últimos 12 meses, impulsionado pela adoção de grandes empresas, como o PayPal e a Tesla, e pela expectativa com os ETFs. No entanto, o setor também enfrenta desafios, como a regulação, a concorrência, a volatilidade e os riscos ambientais.

    Ryan Lee, analista-chefe da Bitget, uma plataforma global de negociação de criptomoedas, disse que o sentimento atual no mercado é de alta, mas alertou para a alta volatilidade do setor. Ele disse que os investidores devem estar atentos às notícias e aos movimentos do mercado, e que os ETFs de Bitcoin à vista ainda podem ser uma realidade no futuro.

    O Bitcoin, a mais famosa e valiosa das criptomoedas, sofreu uma forte queda nesta quarta-feira (3), após rumores de que os Estados Unidos não vão autorizar os chamados ETFs de Bitcoin à vista, um tipo de fundo de investimento que facilitaria a entrada de grandes investidores no mercado de criptoativos.

    Segundo o analista Markus Thielen, da empresa Matrixport, especializada em serviços financeiros para criptomoedas, o presidente da SEC, a comissão de valores mobiliários dos EUA, Garry Gensler, não está disposto a aprovar os ETFs de Bitcoin à vista, que são fundos que compram diretamente a criptomoeda, sem intermediários ou derivativos.

    Thielen disse que, apesar das reuniões entre gestores de fundos e membros da SEC para discutir o assunto, os pedidos ainda não estão de acordo com as exigências do órgão regulador, que visa proteger os investidores e fiscalizar as plataformas de negociação. Ele prevê que a SEC rejeite todas as propostas em janeiro, e que uma possível aprovação só ocorra no segundo trimestre de 2024.

    A notícia causou pânico entre os investidores de Bitcoin, que venderam suas posições em massa, provocando uma liquidação de cerca de US$ 400 milhões em exchanges de derivativos, plataformas que permitem apostar na alta ou na baixa da criptomoeda. O Bitcoin, que chegou a valer US$ 45.500 pela manhã, despencou 10%, para US$ 40.813, em poucas horas, antes de se recuperar um pouco e voltar para US$ 42.700.

    O mercado de criptomoedas vinha esperando com ansiedade pela aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista nos EUA, que poderiam atrair bilhões de dólares em investimentos e aumentar a demanda e o preço da moeda digital. Alguns analistas, como a Bloomberg Intelligence e players brasileiros, chegaram a prever que um primeiro lote do produto seria aprovado até a próxima quarta-feira (10).

    O Bitcoin, que é uma moeda virtual que funciona por meio de uma rede descentralizada de computadores, já valorizou cerca de 170% nos últimos 12 meses, impulsionado pela adoção de grandes empresas, como o PayPal e a Tesla, e pela expectativa com os ETFs. No entanto, o setor também enfrenta desafios, como a regulação, a concorrência, a volatilidade e os riscos ambientais.

    Ryan Lee, analista-chefe da Bitget, uma plataforma global de negociação de criptomoedas, disse que o sentimento atual no mercado é de alta, mas alertou para a alta volatilidade do setor. Ele disse que os investidores devem estar atentos às notícias e aos movimentos do mercado, e que os ETFs de Bitcoin à vista ainda podem ser uma realidade no futuro.

  • Dinheiro esquecido: como consultar e resgatar os valores no Banco Central

    Dinheiro esquecido: como consultar e resgatar os valores no Banco Central

    Você sabia que pode ter dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição financeira?

    Isso acontece quando você tem uma conta inativa, um depósito judicial, um crédito rural ou outro tipo de valor que não foi sacado. Esses recursos ficam sob a guarda do Banco Central (BC), que é o órgão responsável por regular e fiscalizar o sistema financeiro nacional.

    O BC disponibiliza um serviço gratuito para que você possa consultar se tem algum valor a receber e, caso tenha, solicitar o resgate. Esse serviço é chamado de Sistema de Valores a Receber (SVR) e pode ser acessado pelo site valores a receber.

    Para fazer a consulta, você precisa informar o seu CPF, no caso de pessoa física, ou o seu CNPJ, no caso de pessoa jurídica. A página vai informar se você tem ou não valores a receber e uma data para consultar os valores e solicitar o saque. Anote essa data e não perca o prazo.

    Para solicitar o saque, você precisa ter uma conta gov.br, que é um cadastro único do governo federal para acessar diversos serviços públicos. Se você ainda não tem, pode criar uma conta pelo site [gov.br]. Você vai precisar de um e-mail, um número de celular e um documento de identidade.

    Depois de fazer o login com a sua conta gov.br, você pode acessar o SVR novamente e verificar o valor que tem a receber. Você também pode escolher a instituição financeira de sua preferência para receber o dinheiro. O pagamento será feito preferencialmente por PIX, que é um sistema de transferência instantânea e gratuita.

    Segundo o BC, os brasileiros ainda têm pouco mais de R$ 7,5 bilhões para resgatar no sistema de “dinheiro esquecido”. Até o momento, foi resgatado um montante de pouco mais de R$ 5,3 bilhões dos mais de R$ 12 bilhões disponíveis para saque.

    Não deixe de aproveitar essa oportunidade e consultar se você tem algum dinheiro esquecido no BC. Você pode usar esse recurso para quitar dívidas, investir ou realizar algum sonho. Mas lembre-se: o dinheiro é seu e só você pode solicitar o resgate. Não caia em golpes de pessoas que oferecem ajuda para consultar ou sacar os valores. O BC não cobra nenhuma taxa ou comissão pelo serviço e não entra em contato com os clientes por telefone, e-mail ou redes sociais.

    Isso acontece quando você tem uma conta inativa, um depósito judicial, um crédito rural ou outro tipo de valor que não foi sacado. Esses recursos ficam sob a guarda do Banco Central (BC), que é o órgão responsável por regular e fiscalizar o sistema financeiro nacional.

    O BC disponibiliza um serviço gratuito para que você possa consultar se tem algum valor a receber e, caso tenha, solicitar o resgate. Esse serviço é chamado de Sistema de Valores a Receber (SVR) e pode ser acessado pelo site valores a receber.

    Para fazer a consulta, você precisa informar o seu CPF, no caso de pessoa física, ou o seu CNPJ, no caso de pessoa jurídica. A página vai informar se você tem ou não valores a receber e uma data para consultar os valores e solicitar o saque. Anote essa data e não perca o prazo.

    Para solicitar o saque, você precisa ter uma conta gov.br, que é um cadastro único do governo federal para acessar diversos serviços públicos. Se você ainda não tem, pode criar uma conta pelo site [gov.br]. Você vai precisar de um e-mail, um número de celular e um documento de identidade.

    Depois de fazer o login com a sua conta gov.br, você pode acessar o SVR novamente e verificar o valor que tem a receber. Você também pode escolher a instituição financeira de sua preferência para receber o dinheiro. O pagamento será feito preferencialmente por PIX, que é um sistema de transferência instantânea e gratuita.

    Segundo o BC, os brasileiros ainda têm pouco mais de R$ 7,5 bilhões para resgatar no sistema de “dinheiro esquecido”. Até o momento, foi resgatado um montante de pouco mais de R$ 5,3 bilhões dos mais de R$ 12 bilhões disponíveis para saque.

    Não deixe de aproveitar essa oportunidade e consultar se você tem algum dinheiro esquecido no BC. Você pode usar esse recurso para quitar dívidas, investir ou realizar algum sonho. Mas lembre-se: o dinheiro é seu e só você pode solicitar o resgate. Não caia em golpes de pessoas que oferecem ajuda para consultar ou sacar os valores. O BC não cobra nenhuma taxa ou comissão pelo serviço e não entra em contato com os clientes por telefone, e-mail ou redes sociais.