Tag: células T

  • Pesquisadores descobrem como aumentar a imunidade contra o câncer

    Pesquisadores descobrem como aumentar a imunidade contra o câncer

    Você sabia que o seu sistema imunológico pode ser um aliado na luta contra o câncer? Uma pesquisa realizada pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, descobriu um novo marcador de células imunológicas que regula a imunidade antitumoral.

    Esse marcador, chamado CD83, é encontrado nas células T reguladoras (Tregs), que são responsáveis por suprimir a resposta imunológica do corpo a tumores.

    Os pesquisadores descobriram que, ao bloquear o CD83 nas células Tregs, era possível aumentar a resposta imunológica do corpo aos tumores. Isso significa que o CD83 pode ser um alvo terapêutico para o tratamento do câncer. Essa descoberta é importante porque pode levar a novas terapias para o câncer que sejam mais eficazes e menos tóxicas do que as terapias convencionais.

    A pesquisa também ajuda a entender melhor como o sistema imunológico funciona e como ele pode ser manipulado para combater doenças. Isso pode ser um passo importante para o desenvolvimento de novas terapias imunológicas que possam ser utilizadas em diversas doenças, não apenas no câncer.

    Além disso, a pesquisa pode ter um impacto significativo na saúde pública, pois o câncer é uma das principais causas de morte em todo o mundo. Novas terapias que sejam mais eficazes e menos tóxicas podem melhorar as taxas de sobrevivência e qualidade de vida dos pacientes com câncer.

    Fonte: Link.

    Esse marcador, chamado CD83, é encontrado nas células T reguladoras (Tregs), que são responsáveis por suprimir a resposta imunológica do corpo a tumores.

    Os pesquisadores descobriram que, ao bloquear o CD83 nas células Tregs, era possível aumentar a resposta imunológica do corpo aos tumores. Isso significa que o CD83 pode ser um alvo terapêutico para o tratamento do câncer. Essa descoberta é importante porque pode levar a novas terapias para o câncer que sejam mais eficazes e menos tóxicas do que as terapias convencionais.

    A pesquisa também ajuda a entender melhor como o sistema imunológico funciona e como ele pode ser manipulado para combater doenças. Isso pode ser um passo importante para o desenvolvimento de novas terapias imunológicas que possam ser utilizadas em diversas doenças, não apenas no câncer.

    Além disso, a pesquisa pode ter um impacto significativo na saúde pública, pois o câncer é uma das principais causas de morte em todo o mundo. Novas terapias que sejam mais eficazes e menos tóxicas podem melhorar as taxas de sobrevivência e qualidade de vida dos pacientes com câncer.

    Fonte: Link.

  • Células T editadas geneticamente eliminam leucemia em pacientes jovens

    Células T editadas geneticamente eliminam leucemia em pacientes jovens

    Uma nova terapia genética que usa células T modificadas para combater a leucemia resistente foi testada com sucesso em três pacientes jovens, segundo um estudo publicado na revista The New England Journal of Medicine.

    A terapia, desenvolvida por pesquisadores da University College London (UCL) e do Great Ormond Street Hospital for Children (GOSH), é a primeira aplicação humana da tecnologia de edição de base, que permite alterar uma única letra do código genético das células.

    A leucemia linfoblástica aguda de células T (T-ALL) é um tipo de câncer que afeta os glóbulos brancos e é normalmente tratado com quimioterapia. No entanto, se a doença volta, pode ser difícil de eliminar. Uma opção é usar células T doadoras que são modificadas para reconhecer e atacar as células cancerosas, chamadas de células CAR T. Mas essas células também podem se reconhecer e se matar, reduzindo sua eficácia.

    Para evitar esse problema, os pesquisadores usaram uma técnica chamada edição de base, que consiste em usar uma enzima que funciona como uma tesoura molecular para cortar e substituir uma letra específica do DNA das células T. Dessa forma, eles conseguiram remover dois elementos das células T doadoras: os receptores existentes, que poderiam causar rejeição imunológica, e uma proteína chamada CD7, que poderia fazer com que as células se auto-destruíssem.

    As células T editadas foram então inseridas nos pacientes, que tinham entre 13 e 16 anos e sofriam de T-ALL recidivante. Os resultados mostraram que as células foram capazes de eliminar a leucemia em todos os casos, tornando-os elegíveis para um transplante de medula óssea. Dois dos pacientes tiveram um transplante bem-sucedido e estão se recuperando em casa. O terceiro paciente teve complicações por infecções graves e foi encaminhado para cuidados paliativos.

    Os pesquisadores afirmam que a terapia é promissora e pode oferecer uma nova esperança para pacientes com leucemia resistente. Eles também destacam que a edição de base é uma ferramenta poderosa para modificar o genoma das células de forma precisa e segura.

    Fonte: Link.

    A terapia, desenvolvida por pesquisadores da University College London (UCL) e do Great Ormond Street Hospital for Children (GOSH), é a primeira aplicação humana da tecnologia de edição de base, que permite alterar uma única letra do código genético das células.

    A leucemia linfoblástica aguda de células T (T-ALL) é um tipo de câncer que afeta os glóbulos brancos e é normalmente tratado com quimioterapia. No entanto, se a doença volta, pode ser difícil de eliminar. Uma opção é usar células T doadoras que são modificadas para reconhecer e atacar as células cancerosas, chamadas de células CAR T. Mas essas células também podem se reconhecer e se matar, reduzindo sua eficácia.

    Para evitar esse problema, os pesquisadores usaram uma técnica chamada edição de base, que consiste em usar uma enzima que funciona como uma tesoura molecular para cortar e substituir uma letra específica do DNA das células T. Dessa forma, eles conseguiram remover dois elementos das células T doadoras: os receptores existentes, que poderiam causar rejeição imunológica, e uma proteína chamada CD7, que poderia fazer com que as células se auto-destruíssem.

    As células T editadas foram então inseridas nos pacientes, que tinham entre 13 e 16 anos e sofriam de T-ALL recidivante. Os resultados mostraram que as células foram capazes de eliminar a leucemia em todos os casos, tornando-os elegíveis para um transplante de medula óssea. Dois dos pacientes tiveram um transplante bem-sucedido e estão se recuperando em casa. O terceiro paciente teve complicações por infecções graves e foi encaminhado para cuidados paliativos.

    Os pesquisadores afirmam que a terapia é promissora e pode oferecer uma nova esperança para pacientes com leucemia resistente. Eles também destacam que a edição de base é uma ferramenta poderosa para modificar o genoma das células de forma precisa e segura.

    Fonte: Link.