Tag: cérebro

  • Hidroximetilbutirato: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    Hidroximetilbutirato: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    O Alzheimer é uma doença degenerativa que afeta milhões de pessoas no mundo. A perda de memória é um dos sintomas mais comuns e devastadores dessa condição.

    Um suplemento chamado hidroximetilbutirato (HMB), uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina e usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, também pode ter benefícios para o cérebro.

    Em um novo estudo, pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.

    Um suplemento chamado hidroximetilbutirato (HMB), uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina e usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, também pode ter benefícios para o cérebro.

    Em um novo estudo, pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.

  • Homem morre por ameba ‘comedora de cérebro’ que entra pelo nariz

    Homem morre por ameba ‘comedora de cérebro’ que entra pelo nariz

    Um homem de 59 anos morreu na Geórgia, nos Estados Unidos, após ser infectado pela ameba Naegleria fowleri, conhecida como ‘comedora de cérebro’.

    Ele provavelmente contraiu a infecção ao nadar em um lago ou lagoa de água doce, segundo as autoridades de saúde locais.

    A ameba Naegleria fowleri é um protozoário de vida livre que pode ser encontrado em água doce, poluída ou limpa, e que prefere águas quentes. Ela entra pelo nariz das pessoas e ataca o tecido cerebral, causando uma doença chamada meningoencefalite amebiana primária (MAP).

    A infecção por essa ameba é muito rara, mas quase sempre fatal. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, entre 1962 e 2020, foram registrados 148 casos de MAP no país, dos quais apenas quatro sobreviveram.

    Os sintomas da infecção aparecem cerca de sete dias após o contato com a ameba e incluem febre alta, dor de cabeça intensa, vômitos, alteração sensorial e convulsões. O quadro pode evoluir para coma e morte em uma semana.

    Não há transmissão de pessoa para pessoa e a infecção não ocorre ao beber água contaminada. A única forma de prevenção é evitar nadar ou mergulhar em águas doces quentes ou mornas, especialmente durante os meses de verão.

    Os casos de MAP são mais frequentes nos estados do sul dos EUA, onde as temperaturas são mais elevadas. O último caso na Geórgia havia sido registrado em 2018. As autoridades de saúde alertam a população para os riscos da exposição à ameba e recomendam o uso de tampões nasais ao entrar em contato com águas doces.

    Ele provavelmente contraiu a infecção ao nadar em um lago ou lagoa de água doce, segundo as autoridades de saúde locais.

    A ameba Naegleria fowleri é um protozoário de vida livre que pode ser encontrado em água doce, poluída ou limpa, e que prefere águas quentes. Ela entra pelo nariz das pessoas e ataca o tecido cerebral, causando uma doença chamada meningoencefalite amebiana primária (MAP).

    A infecção por essa ameba é muito rara, mas quase sempre fatal. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, entre 1962 e 2020, foram registrados 148 casos de MAP no país, dos quais apenas quatro sobreviveram.

    Os sintomas da infecção aparecem cerca de sete dias após o contato com a ameba e incluem febre alta, dor de cabeça intensa, vômitos, alteração sensorial e convulsões. O quadro pode evoluir para coma e morte em uma semana.

    Não há transmissão de pessoa para pessoa e a infecção não ocorre ao beber água contaminada. A única forma de prevenção é evitar nadar ou mergulhar em águas doces quentes ou mornas, especialmente durante os meses de verão.

    Os casos de MAP são mais frequentes nos estados do sul dos EUA, onde as temperaturas são mais elevadas. O último caso na Geórgia havia sido registrado em 2018. As autoridades de saúde alertam a população para os riscos da exposição à ameba e recomendam o uso de tampões nasais ao entrar em contato com águas doces.

  • HMB: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    HMB: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    O Alzheimer é uma doença degenerativa que afeta milhões de pessoas no mundo. A perda de memória é um dos sintomas mais comuns e devastadores dessa condição.

    Mas e se houvesse uma forma de prevenir ou retardar esse processo?

    Um novo estudo sugere que um suplemento chamado HMB pode ter esse efeito. HMB é a sigla para hidroximetilbutirato, uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina. HMB é usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, mas também pode ter benefícios para o cérebro.

    Os pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.

    Mas e se houvesse uma forma de prevenir ou retardar esse processo?

    Um novo estudo sugere que um suplemento chamado HMB pode ter esse efeito. HMB é a sigla para hidroximetilbutirato, uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina. HMB é usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, mas também pode ter benefícios para o cérebro.

    Os pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.

  • Infecções fúngicas do cérebro: o que são, como se transmitem e como se prevenir

    Infecções fúngicas do cérebro: o que são, como se transmitem e como se prevenir

    Milhões de pessoas na África estão em risco de contrair infecções fúngicas mortais que afetam o cérebro, principalmente devido à epidemia de HIV e à falta de recursos para diagnóstico e tratamento.

    via GIPHY

    Essa é a conclusão de um relatório publicado pela Sociedade Internacional de Micologia Humana e Animal (ISHAM).

    O relatório alerta que as infecções fúngicas do sistema nervoso central (SNC) são uma das principais causas de morte entre os pacientes com HIV na África, mas recebem pouca atenção dos governos e organizações de saúde. As doenças fúngicas mais comuns que afetam o cérebro são a meningite criptocócica e a pneumonia por Pneumocystis jirovecii, que são causadas por fungos oportunistas que aproveitam a baixa imunidade dos pacientes.

    Além do HIV, outros fatores que contribuem para o aumento das ameaças fúngicas na África são as mudanças climáticas, que favorecem o crescimento e a dispersão de alguns fungos patogênicos, as doenças imunossupressoras, como o câncer e o diabetes, os avanços médicos, que permitem a sobrevivência de pacientes mais vulneráveis, o uso indiscriminado de antibióticos, que alteram a flora bacteriana e facilitam as infecções fúngicas, e a pandemia de covid-19, que sobrecarrega os sistemas de saúde e dificulta o acesso aos cuidados necessários.

    O relatório também aponta os desafios para o diagnóstico e o tratamento das infecções fúngicas do SNC na África. A maioria dos países não dispõe de laboratórios bem equipados, medicamentos antifúngicos eficazes e baratos e dados epidemiológicos sobre as infecções fúngicas. Além disso, algumas cepas fúngicas desenvolveram resistência aos medicamentos disponíveis, tornando o tratamento mais difícil e caro.

    Os autores do relatório pedem uma maior conscientização sobre o problema das infecções fúngicas do SNC na África e uma maior cooperação entre os países e as organizações internacionais para melhorar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento dessas doenças. Eles também defendem mais investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos antifúngicos e vacinas.

    via GIPHY

    Essa é a conclusão de um relatório publicado pela Sociedade Internacional de Micologia Humana e Animal (ISHAM).

    O relatório alerta que as infecções fúngicas do sistema nervoso central (SNC) são uma das principais causas de morte entre os pacientes com HIV na África, mas recebem pouca atenção dos governos e organizações de saúde. As doenças fúngicas mais comuns que afetam o cérebro são a meningite criptocócica e a pneumonia por Pneumocystis jirovecii, que são causadas por fungos oportunistas que aproveitam a baixa imunidade dos pacientes.

    Além do HIV, outros fatores que contribuem para o aumento das ameaças fúngicas na África são as mudanças climáticas, que favorecem o crescimento e a dispersão de alguns fungos patogênicos, as doenças imunossupressoras, como o câncer e o diabetes, os avanços médicos, que permitem a sobrevivência de pacientes mais vulneráveis, o uso indiscriminado de antibióticos, que alteram a flora bacteriana e facilitam as infecções fúngicas, e a pandemia de covid-19, que sobrecarrega os sistemas de saúde e dificulta o acesso aos cuidados necessários.

    O relatório também aponta os desafios para o diagnóstico e o tratamento das infecções fúngicas do SNC na África. A maioria dos países não dispõe de laboratórios bem equipados, medicamentos antifúngicos eficazes e baratos e dados epidemiológicos sobre as infecções fúngicas. Além disso, algumas cepas fúngicas desenvolveram resistência aos medicamentos disponíveis, tornando o tratamento mais difícil e caro.

    Os autores do relatório pedem uma maior conscientização sobre o problema das infecções fúngicas do SNC na África e uma maior cooperação entre os países e as organizações internacionais para melhorar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento dessas doenças. Eles também defendem mais investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos antifúngicos e vacinas.

  • Cochilar durante o dia pode preservar a saúde do cérebro, diz estudo

    Cochilar durante o dia pode preservar a saúde do cérebro, diz estudo

    Você costuma tirar uma soneca durante o dia? Se sim, você pode estar fazendo um bem para o seu cérebro. Um novo estudo publicado na revista Sleep revelou que pessoas que dormem regularmente à tarde têm um maior volume cerebral do que aquelas que não dormem.

    O volume cerebral é uma medida da saúde e do envelhecimento cerebral. Quanto maior o volume, melhor o desempenho cognitivo e a memória. O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade de Oxford e da Universidade de Pequim, analisou os hábitos de sono e as imagens cerebrais de mais de 2 mil adultos chineses com idade média de 60 anos.

    Os resultados mostraram que os participantes que relataram dormir regularmente à tarde (pelo menos três vezes por semana) tinham um volume cerebral médio de 1.233 cm³, enquanto os que não dormiam tinham um volume de 1.222 cm³. Essa diferença equivale a cerca de um ano a menos de envelhecimento cerebral.

    Os pesquisadores também observaram que os benefícios das sonecas eram mais evidentes nas mulheres e nas pessoas com maior escolaridade. Eles sugerem que as sonecas podem ajudar a compensar os efeitos negativos do estresse e da privação de sono na noite anterior.

    No entanto, os autores alertam que o estudo não prova uma relação causal entre as sonecas e o volume cerebral. Ou seja, não se sabe se as sonecas causam um aumento do volume cerebral ou se as pessoas com maior volume cerebral tendem a dormir mais à tarde. Além disso, eles ressaltam que a duração e a qualidade das sonecas também podem influenciar nos resultados.

    O estudo é o primeiro a investigar a associação entre as sonecas regulares e o volume cerebral em uma grande amostra populacional. Os pesquisadores esperam que os achados possam contribuir para a compreensão dos mecanismos envolvidos no sono e no envelhecimento cerebral.

    Fonte: Link.

    O volume cerebral é uma medida da saúde e do envelhecimento cerebral. Quanto maior o volume, melhor o desempenho cognitivo e a memória. O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade de Oxford e da Universidade de Pequim, analisou os hábitos de sono e as imagens cerebrais de mais de 2 mil adultos chineses com idade média de 60 anos.

    Os resultados mostraram que os participantes que relataram dormir regularmente à tarde (pelo menos três vezes por semana) tinham um volume cerebral médio de 1.233 cm³, enquanto os que não dormiam tinham um volume de 1.222 cm³. Essa diferença equivale a cerca de um ano a menos de envelhecimento cerebral.

    Os pesquisadores também observaram que os benefícios das sonecas eram mais evidentes nas mulheres e nas pessoas com maior escolaridade. Eles sugerem que as sonecas podem ajudar a compensar os efeitos negativos do estresse e da privação de sono na noite anterior.

    No entanto, os autores alertam que o estudo não prova uma relação causal entre as sonecas e o volume cerebral. Ou seja, não se sabe se as sonecas causam um aumento do volume cerebral ou se as pessoas com maior volume cerebral tendem a dormir mais à tarde. Além disso, eles ressaltam que a duração e a qualidade das sonecas também podem influenciar nos resultados.

    O estudo é o primeiro a investigar a associação entre as sonecas regulares e o volume cerebral em uma grande amostra populacional. Os pesquisadores esperam que os achados possam contribuir para a compreensão dos mecanismos envolvidos no sono e no envelhecimento cerebral.

    Fonte: Link.

  • Estudo descobre molécula minúscula no cérebro que pode influenciar o Alzheimer

    Estudo descobre molécula minúscula no cérebro que pode influenciar o Alzheimer

    Uma nova pesquisa realizada por cientistas da Holanda e da Bélgica mostra que uma molécula muito pequena chamada microRNA-132 pode ter um impacto significativo em diferentes células do cérebro e pode estar envolvida na doença de Alzheimer.

    O estudo foi publicado na revista científica Nature Communications.

    O que é microRNA-132?

    O RNA é uma molécula que, assim como o DNA, consiste em uma série de blocos ligados. O RNA era considerado apenas um mensageiro e uma cópia do DNA, permitindo a tradução do DNA em proteínas. No entanto, existem também pedaços de RNA que não codificam para proteínas. Os microRNAs são um exemplo dessas moléculas de RNA não codificantes. Apesar de serem pequenos em tamanho, eles podem ter uma função importante: eles podem se ligar ao RNA e influenciar a expressão de genes e proteínas.

    Em muitas doenças diferentes, incluindo o Alzheimer, os microRNAs costumam estar desregulados. Os pacientes com Alzheimer apresentam perfis de microRNA alterados e reduzidos, especialmente uma diminuição significativa do microRNA-132. Mas essa molécula realmente desempenha um papel na doença, ou essa diminuição é apenas coincidência?

    Estudos anteriores em modelos de camundongos mostraram que o aumento dos níveis de microRNA-132 resultou na geração de novas células cerebrais e na melhora da memória nos camundongos. Embora muitos pesquisadores acreditem que a proteína amiloide seja a principal causa da doença de Alzheimer, outra proteína chamada tau e a inflamação também parecem ter papéis importantes. O microRNA-132 mostrou um efeito positivo nas patologias da amiloide e da tau nos camundongos. No entanto, os mecanismos exatos ainda são desconhecidos.

    Efeito do microRNA-132 em diferentes tipos de células

    Os pesquisadores Hannah Walgrave, Amber Penning, Sarah Snoeck, Giorgia Tosoni e sua equipe, liderada por Evgenia Salta (em colaboração com o grupo de Bart De Strooper da KU Leuven-VIB, Bélgica) investigaram os efeitos do microRNA-132 em diferentes tipos de células. Eles manipularam os níveis de microRNA-132 em um modelo de camundongo, aumentando-os e diminuindo-os. Em seguida, eles usaram uma técnica especial chamada sequenciamento de RNA de célula única para examinar os genes que mudaram em cada tipo de célula no cérebro.

    Amber Penning diz: “Um microRNA pode ter vários alvos, o que os torna interessantes para doenças com vários aspectos patológicos. No entanto, isso também os torna desafiadores de estudar porque como você encontra esses alvos? Sabemos que o microRNA-132 desempenha várias funções nos neurônios, mas surpreendentemente descobrimos que esse microRNA também desempenha um papel nos micróglios, as células imunes do cérebro. Isso é interessante no caso do Alzheimer porque acreditamos que a neuroinflamação tem um papel significativo.”

    Os resultados mostraram que o aumento do microRNA-132 causou uma transição dos micróglios de um estado ativado associado à doença para um estado mais equilibrado e homeostático. As implicações exatas disso precisarão ser determinadas por meio de mais pesquisas.

    O que isso significa para o Alzheimer?

    Os pesquisadores acreditam que o microRNA-132 pode ser uma nova esperança para o tratamento do Alzheimer, pois pode atuar em vários aspectos da doença. Eles pretendem continuar estudando essa molécula e seus alvos potenciais para entender melhor seus mecanismos e possíveis aplicações terapêuticas.

    Evgenia Salta diz: “Nosso estudo revela o microRNA-132 como um regulador-chave da função dos micróglios e sugere que essa molécula pode ser uma nova abordagem para o tratamento do Alzheimer. Estamos entusiasmados com essa descoberta e esperamos contribuir para o desenvolvimento de novas estratégias para combater essa doença devastadora.”

    Fonte: Link.

    O estudo foi publicado na revista científica Nature Communications.

    O que é microRNA-132?

    O RNA é uma molécula que, assim como o DNA, consiste em uma série de blocos ligados. O RNA era considerado apenas um mensageiro e uma cópia do DNA, permitindo a tradução do DNA em proteínas. No entanto, existem também pedaços de RNA que não codificam para proteínas. Os microRNAs são um exemplo dessas moléculas de RNA não codificantes. Apesar de serem pequenos em tamanho, eles podem ter uma função importante: eles podem se ligar ao RNA e influenciar a expressão de genes e proteínas.

    Em muitas doenças diferentes, incluindo o Alzheimer, os microRNAs costumam estar desregulados. Os pacientes com Alzheimer apresentam perfis de microRNA alterados e reduzidos, especialmente uma diminuição significativa do microRNA-132. Mas essa molécula realmente desempenha um papel na doença, ou essa diminuição é apenas coincidência?

    Estudos anteriores em modelos de camundongos mostraram que o aumento dos níveis de microRNA-132 resultou na geração de novas células cerebrais e na melhora da memória nos camundongos. Embora muitos pesquisadores acreditem que a proteína amiloide seja a principal causa da doença de Alzheimer, outra proteína chamada tau e a inflamação também parecem ter papéis importantes. O microRNA-132 mostrou um efeito positivo nas patologias da amiloide e da tau nos camundongos. No entanto, os mecanismos exatos ainda são desconhecidos.

    Efeito do microRNA-132 em diferentes tipos de células

    Os pesquisadores Hannah Walgrave, Amber Penning, Sarah Snoeck, Giorgia Tosoni e sua equipe, liderada por Evgenia Salta (em colaboração com o grupo de Bart De Strooper da KU Leuven-VIB, Bélgica) investigaram os efeitos do microRNA-132 em diferentes tipos de células. Eles manipularam os níveis de microRNA-132 em um modelo de camundongo, aumentando-os e diminuindo-os. Em seguida, eles usaram uma técnica especial chamada sequenciamento de RNA de célula única para examinar os genes que mudaram em cada tipo de célula no cérebro.

    Amber Penning diz: “Um microRNA pode ter vários alvos, o que os torna interessantes para doenças com vários aspectos patológicos. No entanto, isso também os torna desafiadores de estudar porque como você encontra esses alvos? Sabemos que o microRNA-132 desempenha várias funções nos neurônios, mas surpreendentemente descobrimos que esse microRNA também desempenha um papel nos micróglios, as células imunes do cérebro. Isso é interessante no caso do Alzheimer porque acreditamos que a neuroinflamação tem um papel significativo.”

    Os resultados mostraram que o aumento do microRNA-132 causou uma transição dos micróglios de um estado ativado associado à doença para um estado mais equilibrado e homeostático. As implicações exatas disso precisarão ser determinadas por meio de mais pesquisas.

    O que isso significa para o Alzheimer?

    Os pesquisadores acreditam que o microRNA-132 pode ser uma nova esperança para o tratamento do Alzheimer, pois pode atuar em vários aspectos da doença. Eles pretendem continuar estudando essa molécula e seus alvos potenciais para entender melhor seus mecanismos e possíveis aplicações terapêuticas.

    Evgenia Salta diz: “Nosso estudo revela o microRNA-132 como um regulador-chave da função dos micróglios e sugere que essa molécula pode ser uma nova abordagem para o tratamento do Alzheimer. Estamos entusiasmados com essa descoberta e esperamos contribuir para o desenvolvimento de novas estratégias para combater essa doença devastadora.”

    Fonte: Link.

  • Beber com moderação pode reduzir o risco de doenças cardíacas, diz estudo

    Beber com moderação pode reduzir o risco de doenças cardíacas, diz estudo

    Um novo estudo publicado na revista Journal of the American College of Cardiology oferece uma explicação para o porquê de beber álcool com moderação pode estar associado a um menor risco de doenças cardíacas.

    Pela primeira vez, os pesquisadores encontraram uma relação entre o consumo de álcool em quantidades leves a moderadas e uma redução a longo prazo do estresse no cérebro. Esse impacto nos sistemas de estresse do cérebro pareceu contribuir significativamente para as reduções de eventos cardiovasculares observadas em bebedores leves a moderados que participaram do estudo.

    O estudo, liderado por investigadores do Massachusetts General Hospital, um membro fundador do sistema de saúde Mass General Brigham, incluiu mais de 50 mil indivíduos inscritos no Biobanco Mass General Brigham. A primeira parte do estudo avaliou a relação entre o consumo de álcool em níveis leves a moderados (uma bebida por dia para mulheres e uma a duas bebidas por dia para homens) e eventos cardiovasculares adversos importantes, após ajustar para uma série de fatores genéticos, clínicos, de estilo de vida e socioeconômicos. Os pesquisadores descobriram que o consumo de álcool em níveis leves a moderados estava associado a uma redução substancial no risco de doenças cardiovasculares, mesmo após levar em conta esses outros fatores.

    A segunda parte do estudo analisou mais de 750 exames de PET e CT do cérebro dos participantes, encontrando que bebedores leves a moderados cujos níveis de estresse diminuíram na amígdala – uma parte do cérebro que reage a estímulos intensos ou ameaçadores – também apresentaram menores níveis de ataques cardíacos ou derrames. Os participantes que tinham um histórico de estresse e ansiedade tiveram ainda maiores benefícios para a saúde: os pesquisadores descobriram que pessoas propensas a altos níveis de estresse e ansiedade que bebiam uma quantidade leve ou moderada tinham o dobro dos efeitos protetores cardíacos do que aqueles sem alto estresse e ansiedade.

    Os autores do estudo ressaltam que não estão defendendo o uso de álcool para reduzir o risco de ataques cardíacos ou derrames, pois o álcool também tem outros efeitos negativos para a saúde. Eles afirmam que o objetivo é encontrar outras abordagens que possam replicar ou induzir os efeitos cardíacos protetores do álcool sem os impactos adversos do mesmo. Eles sugerem que intervenções que reduzam a atividade do estresse no cérebro, como meditação, exercícios físicos e terapias comportamentais, podem ser alternativas potenciais.

    Fonte: Link.

    Pela primeira vez, os pesquisadores encontraram uma relação entre o consumo de álcool em quantidades leves a moderadas e uma redução a longo prazo do estresse no cérebro. Esse impacto nos sistemas de estresse do cérebro pareceu contribuir significativamente para as reduções de eventos cardiovasculares observadas em bebedores leves a moderados que participaram do estudo.

    O estudo, liderado por investigadores do Massachusetts General Hospital, um membro fundador do sistema de saúde Mass General Brigham, incluiu mais de 50 mil indivíduos inscritos no Biobanco Mass General Brigham. A primeira parte do estudo avaliou a relação entre o consumo de álcool em níveis leves a moderados (uma bebida por dia para mulheres e uma a duas bebidas por dia para homens) e eventos cardiovasculares adversos importantes, após ajustar para uma série de fatores genéticos, clínicos, de estilo de vida e socioeconômicos. Os pesquisadores descobriram que o consumo de álcool em níveis leves a moderados estava associado a uma redução substancial no risco de doenças cardiovasculares, mesmo após levar em conta esses outros fatores.

    A segunda parte do estudo analisou mais de 750 exames de PET e CT do cérebro dos participantes, encontrando que bebedores leves a moderados cujos níveis de estresse diminuíram na amígdala – uma parte do cérebro que reage a estímulos intensos ou ameaçadores – também apresentaram menores níveis de ataques cardíacos ou derrames. Os participantes que tinham um histórico de estresse e ansiedade tiveram ainda maiores benefícios para a saúde: os pesquisadores descobriram que pessoas propensas a altos níveis de estresse e ansiedade que bebiam uma quantidade leve ou moderada tinham o dobro dos efeitos protetores cardíacos do que aqueles sem alto estresse e ansiedade.

    Os autores do estudo ressaltam que não estão defendendo o uso de álcool para reduzir o risco de ataques cardíacos ou derrames, pois o álcool também tem outros efeitos negativos para a saúde. Eles afirmam que o objetivo é encontrar outras abordagens que possam replicar ou induzir os efeitos cardíacos protetores do álcool sem os impactos adversos do mesmo. Eles sugerem que intervenções que reduzam a atividade do estresse no cérebro, como meditação, exercícios físicos e terapias comportamentais, podem ser alternativas potenciais.

    Fonte: Link.

  • Bebida alcoólica na adolescência pode causar mudanças duradouras no cérebro, diz estudo

    Bebida alcoólica na adolescência pode causar mudanças duradouras no cérebro, diz estudo

    Um novo estudo publicado na revista Neurobiology of Disease revelou que o consumo excessivo de álcool na adolescência pode alterar o desenvolvimento do cérebro e causar problemas de memória, aprendizado e comportamento na vida adulta.

    Os pesquisadores da Universidade de Illinois em Chicago (EUA) usaram modelos de camundongos para simular episódios de bebedeira na adolescência. Eles expuseram os animais a doses elevadas de álcool durante dois dias seguidos, seguidos de dois dias sem álcool, por um período de 16 dias. Esse padrão foi repetido por três semanas, o que corresponde ao final da adolescência nos camundongos.

    Os resultados mostraram que os camundongos que receberam álcool apresentaram alterações na expressão de genes relacionados à comunicação entre os neurônios, à formação de novas sinapses e à plasticidade cerebral. Essas mudanças foram observadas tanto no hipocampo, uma região importante para a memória e o aprendizado, quanto no córtex pré-frontal, uma região envolvida no controle dos impulsos e na tomada de decisões.

    Além disso, os camundongos que receberam álcool tiveram um desempenho pior em testes de memória espacial e reconhecimento de objetos do que os camundongos que não receberam álcool. Essas diferenças persistiram mesmo após quatro semanas sem exposição ao álcool, o que indica que os efeitos são duradouros.

    Os autores do estudo sugerem que o consumo excessivo de álcool na adolescência pode interferir no processo normal de maturação cerebral e aumentar o risco de desenvolver transtornos neuropsiquiátricos na vida adulta. Eles também alertam que os resultados podem ser aplicáveis aos humanos, já que o cérebro dos camundongos é semelhante ao dos humanos em termos de estrutura e função.

    O consumo excessivo de álcool é definido como a ingestão de quatro ou mais doses para mulheres e cinco ou mais doses para homens em uma única ocasião. Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), esse tipo de consumo é perigoso e está associado a problemas escolares, sociais, legais e físicos, além de atividade sexual indesejada, não planejada e desprotegida.

    O CDC também afirma que o consumo excessivo de álcool é mais comum entre os adolescentes do que entre os adultos, apesar da idade legal para beber nos EUA ser 21 anos. De acordo com uma pesquisa nacional realizada em 2019, cerca de 7 milhões de jovens entre 12 e 20 anos relataram ter consumido álcool no mês anterior à pesquisa, sendo que 4,2 milhões relataram ter consumido excessivamente.

    O estudo dos pesquisadores da Universidade de Illinois em Chicago reforça a necessidade de prevenir e reduzir o consumo excessivo de álcool entre os adolescentes, por meio de políticas públicas, programas educacionais e intervenções familiares. Os pesquisadores também defendem a realização de mais estudos para entender os mecanismos moleculares e celulares envolvidos nas alterações cerebrais causadas pelo álcool na adolescência.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores da Universidade de Illinois em Chicago (EUA) usaram modelos de camundongos para simular episódios de bebedeira na adolescência. Eles expuseram os animais a doses elevadas de álcool durante dois dias seguidos, seguidos de dois dias sem álcool, por um período de 16 dias. Esse padrão foi repetido por três semanas, o que corresponde ao final da adolescência nos camundongos.

    Os resultados mostraram que os camundongos que receberam álcool apresentaram alterações na expressão de genes relacionados à comunicação entre os neurônios, à formação de novas sinapses e à plasticidade cerebral. Essas mudanças foram observadas tanto no hipocampo, uma região importante para a memória e o aprendizado, quanto no córtex pré-frontal, uma região envolvida no controle dos impulsos e na tomada de decisões.

    Além disso, os camundongos que receberam álcool tiveram um desempenho pior em testes de memória espacial e reconhecimento de objetos do que os camundongos que não receberam álcool. Essas diferenças persistiram mesmo após quatro semanas sem exposição ao álcool, o que indica que os efeitos são duradouros.

    Os autores do estudo sugerem que o consumo excessivo de álcool na adolescência pode interferir no processo normal de maturação cerebral e aumentar o risco de desenvolver transtornos neuropsiquiátricos na vida adulta. Eles também alertam que os resultados podem ser aplicáveis aos humanos, já que o cérebro dos camundongos é semelhante ao dos humanos em termos de estrutura e função.

    O consumo excessivo de álcool é definido como a ingestão de quatro ou mais doses para mulheres e cinco ou mais doses para homens em uma única ocasião. Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), esse tipo de consumo é perigoso e está associado a problemas escolares, sociais, legais e físicos, além de atividade sexual indesejada, não planejada e desprotegida.

    O CDC também afirma que o consumo excessivo de álcool é mais comum entre os adolescentes do que entre os adultos, apesar da idade legal para beber nos EUA ser 21 anos. De acordo com uma pesquisa nacional realizada em 2019, cerca de 7 milhões de jovens entre 12 e 20 anos relataram ter consumido álcool no mês anterior à pesquisa, sendo que 4,2 milhões relataram ter consumido excessivamente.

    O estudo dos pesquisadores da Universidade de Illinois em Chicago reforça a necessidade de prevenir e reduzir o consumo excessivo de álcool entre os adolescentes, por meio de políticas públicas, programas educacionais e intervenções familiares. Os pesquisadores também defendem a realização de mais estudos para entender os mecanismos moleculares e celulares envolvidos nas alterações cerebrais causadas pelo álcool na adolescência.

    Fonte: Link.

  • Como o estresse crônico muda o cérebro e aumenta a vontade de comer doces

    Como o estresse crônico muda o cérebro e aumenta a vontade de comer doces

    Um estudo recente de cientistas australianos revelou que o estresse combinado com alimentos calóricos e doces altera o cérebro e aumenta o apetite e a preferência por alimentos palatáveis e ricos em açúcar.

    O estudo, publicado na revista Neuron, mostrou que o estresse interfere na resposta natural do cérebro à saciedade, que é a sensação de estar satisfeito após uma refeição. O estresse faz com que uma parte do cérebro chamada habenula lateral, que normalmente inibe os sinais de recompensa associados à alimentação, fique silenciosa. Isso permite que o cérebro seja continuamente recompensado ao comer, mesmo sem necessidade energética.

    Os pesquisadores usaram modelos de camundongos para investigar como diferentes áreas do cérebro reagiam ao estresse crônico sob várias dietas. Eles descobriram que os camundongos estressados que consumiam uma dieta rica em gordura ganhavam duas vezes mais peso do que os camundongos que consumiam a mesma dieta sem estresse. Além disso, os camundongos estressados mostravam uma preferência três vezes maior por água adoçada artificialmente do que os camundongos não estressados, indicando um desejo por alimentos doces e saborosos.

    Os pesquisadores identificaram que uma molécula chamada NPY, que o cérebro produz naturalmente em resposta ao estresse, estava envolvida nesse processo. Eles bloquearam a ação dessa molécula nas células cerebrais da habenula lateral dos camundongos estressados e observaram que eles consumiam menos alimentos calóricos e doces, resultando em menos ganho de peso.

    O professor Herbert Herzog, autor sênior do estudo e cientista visitante no Instituto Garvan de Pesquisa Médica, explicou que o estresse pode comprometer o metabolismo energético saudável e destacou a importância de uma dieta equilibrada em situações de tensão. “Este estudo enfatiza o quanto o estresse pode comprometer um metabolismo energético saudável”, disse ele. “É um lembrete para evitar um estilo de vida estressante e, crucialmente, se você está lidando com o estresse a longo prazo, tente comer uma dieta saudável e guarde a comida lixo.”

    Fonte: Link.

    O estudo, publicado na revista Neuron, mostrou que o estresse interfere na resposta natural do cérebro à saciedade, que é a sensação de estar satisfeito após uma refeição. O estresse faz com que uma parte do cérebro chamada habenula lateral, que normalmente inibe os sinais de recompensa associados à alimentação, fique silenciosa. Isso permite que o cérebro seja continuamente recompensado ao comer, mesmo sem necessidade energética.

    Os pesquisadores usaram modelos de camundongos para investigar como diferentes áreas do cérebro reagiam ao estresse crônico sob várias dietas. Eles descobriram que os camundongos estressados que consumiam uma dieta rica em gordura ganhavam duas vezes mais peso do que os camundongos que consumiam a mesma dieta sem estresse. Além disso, os camundongos estressados mostravam uma preferência três vezes maior por água adoçada artificialmente do que os camundongos não estressados, indicando um desejo por alimentos doces e saborosos.

    Os pesquisadores identificaram que uma molécula chamada NPY, que o cérebro produz naturalmente em resposta ao estresse, estava envolvida nesse processo. Eles bloquearam a ação dessa molécula nas células cerebrais da habenula lateral dos camundongos estressados e observaram que eles consumiam menos alimentos calóricos e doces, resultando em menos ganho de peso.

    O professor Herbert Herzog, autor sênior do estudo e cientista visitante no Instituto Garvan de Pesquisa Médica, explicou que o estresse pode comprometer o metabolismo energético saudável e destacou a importância de uma dieta equilibrada em situações de tensão. “Este estudo enfatiza o quanto o estresse pode comprometer um metabolismo energético saudável”, disse ele. “É um lembrete para evitar um estilo de vida estressante e, crucialmente, se você está lidando com o estresse a longo prazo, tente comer uma dieta saudável e guarde a comida lixo.”

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  • Por que os cérebros dos cães estão ficando cada vez maiores? Estudo surpreendente revela uma reviravolta na evolução

    Por que os cérebros dos cães estão ficando cada vez maiores? Estudo surpreendente revela uma reviravolta na evolução

    Segundo um estudo publicado na revista Science Advances, os cérebros dos cães estão ficando cada vez maiores ao longo do tempo, em comparação com os de seus ancestrais lobos.

    Mas qual é a razão por trás desse fenômeno?

    Os pesquisadores analisaram mais de 200 crânios de cães e lobos de diferentes épocas e regiões, e descobriram que os cães modernos têm um volume cerebral cerca de 30% maior do que os lobos antigos. Eles também observaram que essa diferença não se deve apenas ao tamanho corporal, mas sim a uma expansão específica das regiões cerebrais relacionadas à cognição social.

    A hipótese dos cientistas é que os cães se adaptaram ao convívio com os humanos, desenvolvendo habilidades como reconhecer emoções, seguir comandos e cooperar. Essas capacidades exigem mais processamento cerebral, o que pode ter levado ao aumento do órgão. Além disso, os cães podem ter se beneficiado da seleção artificial feita pelos humanos, que favoreceu os animais mais inteligentes e dóceis.

    O estudo é um exemplo de como a domesticação pode afetar a evolução dos animais, e também de como os cães são seres incríveis e complexos. Se você tem um amigo de quatro patas, saiba que ele tem um cérebro muito especial!

    Fonte: Link.

    Mas qual é a razão por trás desse fenômeno?

    Os pesquisadores analisaram mais de 200 crânios de cães e lobos de diferentes épocas e regiões, e descobriram que os cães modernos têm um volume cerebral cerca de 30% maior do que os lobos antigos. Eles também observaram que essa diferença não se deve apenas ao tamanho corporal, mas sim a uma expansão específica das regiões cerebrais relacionadas à cognição social.

    A hipótese dos cientistas é que os cães se adaptaram ao convívio com os humanos, desenvolvendo habilidades como reconhecer emoções, seguir comandos e cooperar. Essas capacidades exigem mais processamento cerebral, o que pode ter levado ao aumento do órgão. Além disso, os cães podem ter se beneficiado da seleção artificial feita pelos humanos, que favoreceu os animais mais inteligentes e dóceis.

    O estudo é um exemplo de como a domesticação pode afetar a evolução dos animais, e também de como os cães são seres incríveis e complexos. Se você tem um amigo de quatro patas, saiba que ele tem um cérebro muito especial!

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