Tag: Cerveja

  • Quem amamenta pode beber cerveja?

    Quem amamenta pode beber cerveja?

    Muitas mães que amamentam têm dúvidas sobre se podem ou não beber cerveja, e quais são os possíveis efeitos no bebê e na produção de leite.

    O álcool passa para o leite materno?

    Sim, o álcool passa para o leite materno e pode afetar a fome e o sono do bebê, além de interferir na produção e na descida do leite. O fígado do bebê ainda é imaturo e não consegue metabolizar o álcool tão bem quanto um adulto. Por isso, é recomendável evitar o álcool nos primeiros meses de vida do bebê.

    Quem amamenta pode beber cerveja?

    Segundo alguns especialistas, quem amamenta pode beber cerveja, mas com moderação e cautela. Isso significa que você pode ocasionalmente beber um copo de vinho ou uma cerveja pequena, mas deve esperar pelo menos duas horas por drinque consumido antes de amamentar, para dar uma chance de o álcool se diluir .

    A cerveja sem álcool é uma opção?

    A cerveja sem álcool 0,0% pode ser benéfica durante a amamentação devido ao seu efeito antioxidante. No entanto, a cerveja que contém álcool não deve ser consumida durante a amamentação, mesmo que possa aumentar a produção de leite.

    Como saber se o leite está livre de álcool?

    Não há um teste caseiro confiável para saber se o leite está livre de álcool. O melhor é seguir a regra das duas horas por drinque, ou seja, esperar duas horas após ingerir uma dose de álcool para amamentar. Se você beber mais do que isso, terá que esperar mais tempo. Por exemplo, se você beber duas cervejas, terá que esperar quatro horas antes de amamentar.

    O que fazer se você bebeu demais?

    Se você bebeu demais e precisa amamentar, o ideal é ordenhar o leite e descartá-lo até que o álcool saia do seu organismo. Você pode oferecer ao bebê leite materno previamente armazenado ou uma fórmula infantil adequada. Não se esqueça de se hidratar bem e evitar a desidratação.

    A cerveja e a amamentação não são incompatíveis, mas exigem cuidado e responsabilidade. O álcool pode prejudicar o bebê e a lactação, por isso é melhor evitar ou limitar o seu consumo. Se você decidir beber cerveja, faça-o com moderação e siga as orientações dos especialistas para garantir a saúde e o bem-estar do seu filho.

    O álcool passa para o leite materno?

    Sim, o álcool passa para o leite materno e pode afetar a fome e o sono do bebê, além de interferir na produção e na descida do leite. O fígado do bebê ainda é imaturo e não consegue metabolizar o álcool tão bem quanto um adulto. Por isso, é recomendável evitar o álcool nos primeiros meses de vida do bebê.

    Quem amamenta pode beber cerveja?

    Segundo alguns especialistas, quem amamenta pode beber cerveja, mas com moderação e cautela. Isso significa que você pode ocasionalmente beber um copo de vinho ou uma cerveja pequena, mas deve esperar pelo menos duas horas por drinque consumido antes de amamentar, para dar uma chance de o álcool se diluir .

    A cerveja sem álcool é uma opção?

    A cerveja sem álcool 0,0% pode ser benéfica durante a amamentação devido ao seu efeito antioxidante. No entanto, a cerveja que contém álcool não deve ser consumida durante a amamentação, mesmo que possa aumentar a produção de leite.

    Como saber se o leite está livre de álcool?

    Não há um teste caseiro confiável para saber se o leite está livre de álcool. O melhor é seguir a regra das duas horas por drinque, ou seja, esperar duas horas após ingerir uma dose de álcool para amamentar. Se você beber mais do que isso, terá que esperar mais tempo. Por exemplo, se você beber duas cervejas, terá que esperar quatro horas antes de amamentar.

    O que fazer se você bebeu demais?

    Se você bebeu demais e precisa amamentar, o ideal é ordenhar o leite e descartá-lo até que o álcool saia do seu organismo. Você pode oferecer ao bebê leite materno previamente armazenado ou uma fórmula infantil adequada. Não se esqueça de se hidratar bem e evitar a desidratação.

    A cerveja e a amamentação não são incompatíveis, mas exigem cuidado e responsabilidade. O álcool pode prejudicar o bebê e a lactação, por isso é melhor evitar ou limitar o seu consumo. Se você decidir beber cerveja, faça-o com moderação e siga as orientações dos especialistas para garantir a saúde e o bem-estar do seu filho.

  • Heineken anuncia investimento de R$ 1,2 bilhão em fábrica sustentável em Pernambuco

    Heineken anuncia investimento de R$ 1,2 bilhão em fábrica sustentável em Pernambuco

    A Heineken, segunda maior fabricante de cerveja do Brasil, anunciou que vai investir R$ 1,2 bilhão na sua fábrica em Igarassu, Pernambuco.

    O objetivo é desenvolver ações sustentáveis na unidade, que deve gerar 1 mil novos empregos.

    A fábrica de Igarassu é uma das 15 que a empresa possui no país e foi inaugurada em 2019. Segundo o comunicado do governo estadual, o investimento vai permitir a ampliação da capacidade produtiva e a implantação de projetos de eficiência energética e hídrica.

    A Heineken vem registrando um bom desempenho no mercado brasileiro, com crescimento acima da média e aumento de preços. No primeiro trimestre de 2023, a receita líquida da companhia nas Américas subiu 24% em relação ao mesmo período de 2022, impulsionada pelo Brasil e pelo México.

    O investimento em Pernambuco faz parte da estratégia da Heineken de reforçar sua presença no Nordeste, uma região com grande potencial de consumo e concorrência acirrada. A empresa também busca se posicionar como uma referência em sustentabilidade, alinhada aos objetivos globais de redução de emissões e uso de energia renovável.

    O objetivo é desenvolver ações sustentáveis na unidade, que deve gerar 1 mil novos empregos.

    A fábrica de Igarassu é uma das 15 que a empresa possui no país e foi inaugurada em 2019. Segundo o comunicado do governo estadual, o investimento vai permitir a ampliação da capacidade produtiva e a implantação de projetos de eficiência energética e hídrica.

    A Heineken vem registrando um bom desempenho no mercado brasileiro, com crescimento acima da média e aumento de preços. No primeiro trimestre de 2023, a receita líquida da companhia nas Américas subiu 24% em relação ao mesmo período de 2022, impulsionada pelo Brasil e pelo México.

    O investimento em Pernambuco faz parte da estratégia da Heineken de reforçar sua presença no Nordeste, uma região com grande potencial de consumo e concorrência acirrada. A empresa também busca se posicionar como uma referência em sustentabilidade, alinhada aos objetivos globais de redução de emissões e uso de energia renovável.

  • Alimentos cancerígenos: o que são, quais evitar e como substituir

    Alimentos cancerígenos: o que são, quais evitar e como substituir

    Alguns alimentos que consumimos no dia a dia podem aumentar o risco de câncer.

    Segundo a Agência Europeia de Segurança Alimentar, compostos causadores de câncer foram encontrados em alimentos como carne, cerveja, café e pão.

    Esses compostos são chamados de acrilamida e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAPs), e se formam quando os alimentos são submetidos a altas temperaturas, como fritura, assado ou grelhado.

    A acrilamida está presente em alimentos ricos em amido, como batatas fritas, biscoitos e pão torrado. Já os HAPs são encontrados em carnes defumadas, churrasco e cerveja.

    Esses compostos podem danificar o DNA das células e favorecer o desenvolvimento de tumores.

    A agência europeia recomenda que os consumidores reduzam a ingestão desses alimentos e optem por métodos de cozimento mais saudáveis, como cozimento a vapor, fervura ou micro-ondas.

    Além disso, é importante variar a alimentação e incluir frutas, verduras e cereais integrais, que são fontes de antioxidantes e fibras que protegem contra o câncer.

    Fonte: O Globo

    Segundo a Agência Europeia de Segurança Alimentar, compostos causadores de câncer foram encontrados em alimentos como carne, cerveja, café e pão.

    Esses compostos são chamados de acrilamida e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAPs), e se formam quando os alimentos são submetidos a altas temperaturas, como fritura, assado ou grelhado.

    A acrilamida está presente em alimentos ricos em amido, como batatas fritas, biscoitos e pão torrado. Já os HAPs são encontrados em carnes defumadas, churrasco e cerveja.

    Esses compostos podem danificar o DNA das células e favorecer o desenvolvimento de tumores.

    A agência europeia recomenda que os consumidores reduzam a ingestão desses alimentos e optem por métodos de cozimento mais saudáveis, como cozimento a vapor, fervura ou micro-ondas.

    Além disso, é importante variar a alimentação e incluir frutas, verduras e cereais integrais, que são fontes de antioxidantes e fibras que protegem contra o câncer.

    Fonte: O Globo

  • O que a ciência diz sobre o consumo de bebidas alcoólicas

    O que a ciência diz sobre o consumo de bebidas alcoólicas

    O padrão de consumo e a dosagem de álcool são fatores importantes para determinar os benefícios ou malefícios à saúde.

    O consumo de bebidas alcoólicas é um comportamento comum em muitas culturas ao redor do mundo. Embora muitas pessoas possam desfrutar de uma bebida ocasionalmente, é importante entender os efeitos que o consumo de álcool pode ter em nosso corpo e nossa saúde geral.

    Antes de discutirmos o que a ciência diz sobre o consumo de bebidas alcoólicas, é importante definir o que é considerado uma “bebida padrão”. Nos Estados Unidos, uma bebida padrão é definida como 12 onças (355 ml) de cerveja com teor alcoólico de cerca de 5%, 5 onças (148 ml) de vinho com teor alcoólico de cerca de 12% ou 1,5 onças (44 ml) de destilado (como uísque, gin ou vodka) com teor alcoólico de cerca de 40%.

    O consumo moderado de álcool, definido como até uma bebida por dia para mulheres e até duas bebidas por dia para homens, tem sido associado a alguns benefícios à saúde. Por exemplo, estudos sugerem que o consumo moderado de álcool pode ajudar a diminuir o risco de doenças cardíacas, especialmente em pessoas mais velhas. Também foi sugerido que o consumo moderado de álcool pode ajudar a prevenir certos tipos de derrame cerebral e até mesmo reduzir o risco de diabetes tipo 2.

    No entanto, é importante notar que esses benefícios só são observados em pessoas que consomem álcool de forma moderada e regular. Além disso, os benefícios parecem ser mais proeminentes em populações mais velhas e com maior risco de doenças cardíacas.

    Por outro lado, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos significativos na saúde. O consumo excessivo de álcool pode levar a uma série de problemas de saúde, incluindo doenças hepáticas, pancreatite, pressão alta, acidente vascular cerebral e certos tipos de câncer. Além disso, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos na saúde mental, incluindo aumento do risco de depressão e ansiedade.

    O consumo excessivo de álcool também pode levar a problemas de comportamento e sociais, incluindo violência, acidentes de trânsito e problemas legais.

    Além disso, é importante notar que a definição de consumo “excessivo” de álcool pode variar de acordo com o indivíduo e a situação. A quantidade de álcool que é considerada excessiva pode depender de fatores como idade, sexo, peso, tolerância e saúde geral.

    Em resumo, o consumo moderado de álcool pode ter alguns benefícios à saúde, especialmente em populações mais velhas e com maior risco de doenças cardíacas. No entanto, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos significativos na saúde física e mental, bem como no comportamento e na sociedade em geral. Portanto, é importante consumir álcool com moderação e estar ciente dos efeitos que o álcool pode ter em nosso corpo e em nossa saúde geral.

    O consumo de bebidas alcoólicas é um comportamento comum em muitas culturas ao redor do mundo. Embora muitas pessoas possam desfrutar de uma bebida ocasionalmente, é importante entender os efeitos que o consumo de álcool pode ter em nosso corpo e nossa saúde geral.

    Antes de discutirmos o que a ciência diz sobre o consumo de bebidas alcoólicas, é importante definir o que é considerado uma “bebida padrão”. Nos Estados Unidos, uma bebida padrão é definida como 12 onças (355 ml) de cerveja com teor alcoólico de cerca de 5%, 5 onças (148 ml) de vinho com teor alcoólico de cerca de 12% ou 1,5 onças (44 ml) de destilado (como uísque, gin ou vodka) com teor alcoólico de cerca de 40%.

    O consumo moderado de álcool, definido como até uma bebida por dia para mulheres e até duas bebidas por dia para homens, tem sido associado a alguns benefícios à saúde. Por exemplo, estudos sugerem que o consumo moderado de álcool pode ajudar a diminuir o risco de doenças cardíacas, especialmente em pessoas mais velhas. Também foi sugerido que o consumo moderado de álcool pode ajudar a prevenir certos tipos de derrame cerebral e até mesmo reduzir o risco de diabetes tipo 2.

    No entanto, é importante notar que esses benefícios só são observados em pessoas que consomem álcool de forma moderada e regular. Além disso, os benefícios parecem ser mais proeminentes em populações mais velhas e com maior risco de doenças cardíacas.

    Por outro lado, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos significativos na saúde. O consumo excessivo de álcool pode levar a uma série de problemas de saúde, incluindo doenças hepáticas, pancreatite, pressão alta, acidente vascular cerebral e certos tipos de câncer. Além disso, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos na saúde mental, incluindo aumento do risco de depressão e ansiedade.

    O consumo excessivo de álcool também pode levar a problemas de comportamento e sociais, incluindo violência, acidentes de trânsito e problemas legais.

    Além disso, é importante notar que a definição de consumo “excessivo” de álcool pode variar de acordo com o indivíduo e a situação. A quantidade de álcool que é considerada excessiva pode depender de fatores como idade, sexo, peso, tolerância e saúde geral.

    Em resumo, o consumo moderado de álcool pode ter alguns benefícios à saúde, especialmente em populações mais velhas e com maior risco de doenças cardíacas. No entanto, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos significativos na saúde física e mental, bem como no comportamento e na sociedade em geral. Portanto, é importante consumir álcool com moderação e estar ciente dos efeitos que o álcool pode ter em nosso corpo e em nossa saúde geral.

  • Cerveja deve ficar até 10% mais cara em SP a partir desta sexta


    Cerveja Proibida

    A Ambev anunciou o reajuste para a partir de sexta-feira (1), mas não informou o percentual de aumento nos preços das bebidas.

    O cálculo, segundo a empresa, “varia de acordo com as regiões, marca, canal de venda e embalagem”.

    A companhia explicou ainda que o reajuste é feito anualmente e faz parte da política de preços.

    Segundo a Associação de Bares e Restaurantes (Abrasel), o impacto no aumento dos preços das cervejas deve ser maior em São Paulo, chegando a 10%. Nos demais estados, a tendência é de que o aumento fique entre 6% e 8%.


    (mais…)
  • Auxílio Emergencial ajudou a impulsionar o consumo de cerveja no Brasil


    Segundo a Ambev, desde que o auxílio começou a ser distribuído, em abril, o volume de vendas de cerveja cresceu 25% em relação ao ano anterior.

    A receita líquida totalizou 15,6 bilhões de reais, ante cerca de 12 bilhões de reais no mesmo período do ano passado.

    Ouça na W:

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    Este conteúdo está disponível apenas para assinantes. Você pode ter acesso e publicar em sua rádio. Saiba mais aqui.

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    Veja também:


    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Beber mais de cinco drinques por semana pode encurtar a sua vida

    Uma taça de vinho ou uma lata de cerveja por dia não faz mal a ninguém, pelo contrário, os médicos até recomendam ingerir essa quantidade de álcool. Mas de acordo com uma nova pesquisa da Universidade de Cambridge, beber mais do que isso pode tirar anos de sua vida.

    O estudo mostra que a ingestão diária de certa quantidade de álcool está associado a um risco maior de acidente vascular cerebral, aneurisma fatal, insuficiência cardíaca e morte. Os autores dizem que suas descobertas desafiam a crença generalizada de que o consumo moderado é benéfico para a saúde cardiovascular.

    “O consumo de álcool está associado a um risco ligeiramente menor de ataques cardíacos não fatais, mas isso deve ser equilibrado com o maior risco associado a outras doenças cardiovasculares graves – e potencialmente fatais”, disse uma das pesquisadoras.

    O estudo comparou os hábitos de saúde e bebida de mais de 600.000 pessoas em 19 países do mundo e controlou a idade, tabagismo, histórico de diabetes, nível de instrução e ocupação.

    O limite superior de segurança para beber era de cerca de cinco doses por semana (100g de álcool puro, 12,5 unidades ou pouco mais de cinco litros de cerveja ABV de 4% ou cinco copos de 175ml de vinho ABV de 13%). No entanto, beber acima desse limite foi relacionado à menor expectativa de vida. Por exemplo, tomar 10 ou mais doses por semana estava ligado a uma expectativa de vida de um a dois anos a menos. Ter ingerido 18 bebidas ou mais por semana, foi associado de quatro a cinco anos de expectativa de vida mais curta.

    Por outro lado, o consumo de álcool foi associado a um risco ligeiramente menor de ataques cardíacos não fatais.

    Os autores observam que as diferentes relações entre o consumo de álcool e vários tipos de doenças cardiovasculares, podem estar relacionadas aos efeitos elevadores do álcool na pressão arterial e a fatores relacionados ao colesterol HDL-C (também conhecido como colesterol “bom”). Eles enfatizam que o menor risco de infarto do miocárdio não fatal deve ser considerado no contexto do aumento do risco de várias outras doenças cardiovasculares graves e frequentemente fatais.

    Com o resultado da pesquisa, os cientistas recomendam que homens e mulheres não bebam mais do que seis litros de cerveja ou seis copos de vinho por semana.

  • Brasileiros economizam em produtos de limpeza e gastam mais com cerveja premium

    De acordo com uma pesquisa feita pela empresa de consultoria McKinsey, os brasileiros estão economizando em produtos de limpeza para gastarem mais com cerveja premium. Esse comportamento também foi registrado em outros países da América Latina e nos EUA.

    Ouça a reportagem completa abaixo. Não deixe de conferir, de segunda a sábado, na programação da W Rádio Brasil, o Conexão News com tudo o que acontece no Brasil e no Mundo. Ouça pelo Site, APP ou no TuneIn.

  • 7X7 – Depois de muita bebida…na dúvida, é melhor fazer um check-up

    Sentia o corpo cada vez mais mole. Ele, que sempre gostou de levantar-se cedo, agora não conseguia acordar antes do meio-dia, apesar do barulho e agitação da rua. Nos dois últimos dias, não teve ânimo nem para o banho, nem para aparar o bigode. Reconhecia que estava exagerando um pouco mais da “caninha”. Mas que coisa!.. em outras épocas bebia muito mais!

    Ajuntou as coisas de qualquer maneira e foi até o orelhão. Sabia o número decorado. Do outro lado, atenderam. Respondeu todas as perguntas, deu o endereço. Sentiu uma pontadinha do lado esquerdo da barriga. Remorso ou ansiedade?

    Em 7 minutos a ambulância estacionou em frente ao número informado. Um muro pichado escondia a antiga fábrica de papel. Um morador de rua se aproximou da viatura. Deitou-se no chão.
    Então, era ele quem havia ligado?…

    Reviraram-no ao avesso, fizeram perguntas, mas nenhum sinal grave encontrado.

    Cumpriu-se o protocolo. No rádio, já outro chamado. Para garantir o lugar, o “paciente imaginário” levantou-se do chão. Correu até à ambulância, abriu a porta, deitou-se na maca. Com voz firme, ordenou:

    • Anda! anda! vamo! depressa! vamo embora!

    Levaram-no para a AMA- Lapa. A surpresa maior foi saber que lá, ele já era velho conhecido. De vez em quando, Seu Antônio Bigode, morador de rua, de tanto se encharcar, aparecia por lá, querendo fazer uns inzames de ultrassong e Xêkapi!

    (7X7 é uma série ficcional, baseada em fatos reais vivenciados por um socorrista em São Paulo). 5º episódio.