Tag: cesta básica

  • Reforma tributária pode afetar cesta básica e agronegócio, alertam especialistas

    Reforma tributária pode afetar cesta básica e agronegócio, alertam especialistas

    A reforma tributária aprovada pela Câmara dos Deputados pode ter um impacto negativo sobre a cesta básica e o agronegócio, dois setores essenciais para a economia brasileira.

    Isso porque a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) prevê a criação de uma contribuição sobre produtos primários e semielaborados que poderá ser cobrada pelos estados até 2043 para financiar a infraestrutura.

    A contribuição seria de 1% sobre o valor dos produtos, o que pode encarecer a cesta básica, que é composta de itens como arroz, feijão, leite, carne e ovos. A PEC busca isentar a cesta básica do futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que unificaria os atuais PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. No entanto, a isenção não se estenderia à nova contribuição.

    Além disso, a medida prejudicaria o agronegócio, um dos setores que mais participou das negociações da reforma tributária. A contribuição também encareceria as exportações de produtos agropecuários, que representam cerca de 20% do total das vendas externas do Brasil. Isso afastaria o país do mercado internacional e reduziria sua competitividade.

    A PEC da reforma tributária ainda precisa ser analisada pelo Senado, que pode alterar ou rejeitar o texto. Os defensores da contribuição argumentam que ela é necessária para garantir recursos para os estados investirem em obras de infraestrutura, que são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social do país. No entanto, os críticos afirmam que ela é injusta, regressiva e contrária ao princípio da simplificação tributária.

    Isso porque a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) prevê a criação de uma contribuição sobre produtos primários e semielaborados que poderá ser cobrada pelos estados até 2043 para financiar a infraestrutura.

    A contribuição seria de 1% sobre o valor dos produtos, o que pode encarecer a cesta básica, que é composta de itens como arroz, feijão, leite, carne e ovos. A PEC busca isentar a cesta básica do futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que unificaria os atuais PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. No entanto, a isenção não se estenderia à nova contribuição.

    Além disso, a medida prejudicaria o agronegócio, um dos setores que mais participou das negociações da reforma tributária. A contribuição também encareceria as exportações de produtos agropecuários, que representam cerca de 20% do total das vendas externas do Brasil. Isso afastaria o país do mercado internacional e reduziria sua competitividade.

    A PEC da reforma tributária ainda precisa ser analisada pelo Senado, que pode alterar ou rejeitar o texto. Os defensores da contribuição argumentam que ela é necessária para garantir recursos para os estados investirem em obras de infraestrutura, que são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social do país. No entanto, os críticos afirmam que ela é injusta, regressiva e contrária ao princípio da simplificação tributária.

  • Reforma tributária 2023: o que muda na cesta básica?

    Reforma tributária 2023: o que muda na cesta básica?

    A reforma tributária é um conjunto de medidas que visa simplificar e modernizar o sistema tributário brasileiro, que é considerado complexo, burocrático e injusto.

    Uma das propostas da reforma é a criação de um imposto único sobre o consumo, que substituiria vários tributos federais, estaduais e municipais.

    Mas o que isso tem a ver com a cesta básica? A cesta básica é um conjunto de produtos essenciais para a alimentação e a higiene das famílias de baixa renda. Atualmente, esses produtos têm uma isenção ou uma redução de impostos, para torná-los mais acessíveis.

    Com a reforma tributária, essa isenção ou redução poderia acabar, o que aumentaria o preço da cesta básica e afetaria o bolso dos consumidores mais pobres. Por outro lado, a reforma também prevê a devolução de parte do imposto pago pelos beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família, o que poderia compensar o aumento do custo de vida.

    Mas como seria essa devolução? Segundo o governo, os beneficiários receberiam um cartão pré-pago, que seria recarregado mensalmente com um valor proporcional ao imposto pago sobre a cesta básica. Assim, eles poderiam usar esse dinheiro para comprar outros produtos ou serviços.

    A ideia é que essa medida estimule o consumo e a economia, além de reduzir a sonegação fiscal e a informalidade. No entanto, há críticas e dúvidas sobre a eficácia e a viabilidade dessa proposta. Alguns especialistas argumentam que a devolução seria insuficiente para cobrir o aumento dos preços, que a logística do cartão pré-pago seria complicada e que haveria riscos de fraudes e desvios.

    Além disso, há divergências entre os diferentes setores envolvidos na reforma tributária, como o governo federal, os estados, os municípios, os empresários e os trabalhadores. Cada um defende seus interesses e propõe mudanças no texto original da reforma, o que dificulta o consenso e a aprovação no Congresso Nacional.

    Diante desse cenário, ainda não há uma data definida para a votação da reforma tributária. Enquanto isso, os consumidores seguem pagando uma carga tributária elevada e sofrendo com as distorções do sistema atual.

    Uma das propostas da reforma é a criação de um imposto único sobre o consumo, que substituiria vários tributos federais, estaduais e municipais.

    Mas o que isso tem a ver com a cesta básica? A cesta básica é um conjunto de produtos essenciais para a alimentação e a higiene das famílias de baixa renda. Atualmente, esses produtos têm uma isenção ou uma redução de impostos, para torná-los mais acessíveis.

    Com a reforma tributária, essa isenção ou redução poderia acabar, o que aumentaria o preço da cesta básica e afetaria o bolso dos consumidores mais pobres. Por outro lado, a reforma também prevê a devolução de parte do imposto pago pelos beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família, o que poderia compensar o aumento do custo de vida.

    Mas como seria essa devolução? Segundo o governo, os beneficiários receberiam um cartão pré-pago, que seria recarregado mensalmente com um valor proporcional ao imposto pago sobre a cesta básica. Assim, eles poderiam usar esse dinheiro para comprar outros produtos ou serviços.

    A ideia é que essa medida estimule o consumo e a economia, além de reduzir a sonegação fiscal e a informalidade. No entanto, há críticas e dúvidas sobre a eficácia e a viabilidade dessa proposta. Alguns especialistas argumentam que a devolução seria insuficiente para cobrir o aumento dos preços, que a logística do cartão pré-pago seria complicada e que haveria riscos de fraudes e desvios.

    Além disso, há divergências entre os diferentes setores envolvidos na reforma tributária, como o governo federal, os estados, os municípios, os empresários e os trabalhadores. Cada um defende seus interesses e propõe mudanças no texto original da reforma, o que dificulta o consenso e a aprovação no Congresso Nacional.

    Diante desse cenário, ainda não há uma data definida para a votação da reforma tributária. Enquanto isso, os consumidores seguem pagando uma carga tributária elevada e sofrendo com as distorções do sistema atual.

  • Preço da cesta básica sobe em 14 capitais brasileiras em abril

    Preço da cesta básica sobe em 14 capitais brasileiras em abril

    O custo da cesta básica aumentou em 14 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) no mês de abril.

    Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (5), a cesta mais cara do país continua sendo a de São Paulo, que custou R$ 639,47 em abril, um aumento de 1,68% em relação a março.

    As outras capitais que registraram alta nos preços foram: Belém (3,28%), Fortaleza (2,75%), Salvador (2,72%), Brasília (2,58%), Rio de Janeiro (2,46%), Curitiba (1,86%), Aracaju (1,63%), Florianópolis (1,62%), Recife (1,61%), Porto Alegre (1,04%), Vitória (0,99%) e Natal (0,48%).

    As únicas capitais que tiveram queda nos preços foram Campo Grande (-1,92%), Goiânia (-0,99%) e Belo Horizonte (-0,45%).

    O Dieese calcula o valor da cesta básica com base na quantidade de alimentos essenciais que uma pessoa adulta precisa para se alimentar durante um mês. Esses alimentos são: arroz, feijão, carne bovina, leite integral, farinha de trigo, pão francês, banana-prata, tomate, óleo de soja, açúcar e café em pó.

    Entre os produtos que mais influenciaram a alta da cesta básica em abril estão o óleo de soja, o tomate e a carne bovina. Por outro lado, o arroz e o feijão tiveram redução de preço na maioria das capitais.

    O Dieese também calcula o salário mínimo necessário para uma família de quatro pessoas se manter. Em abril, esse valor foi estimado em R$ 5.330,69, o que corresponde a 4,85 vezes o salário mínimo vigente de R$ 1.100.

    Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (5), a cesta mais cara do país continua sendo a de São Paulo, que custou R$ 639,47 em abril, um aumento de 1,68% em relação a março.

    As outras capitais que registraram alta nos preços foram: Belém (3,28%), Fortaleza (2,75%), Salvador (2,72%), Brasília (2,58%), Rio de Janeiro (2,46%), Curitiba (1,86%), Aracaju (1,63%), Florianópolis (1,62%), Recife (1,61%), Porto Alegre (1,04%), Vitória (0,99%) e Natal (0,48%).

    As únicas capitais que tiveram queda nos preços foram Campo Grande (-1,92%), Goiânia (-0,99%) e Belo Horizonte (-0,45%).

    O Dieese calcula o valor da cesta básica com base na quantidade de alimentos essenciais que uma pessoa adulta precisa para se alimentar durante um mês. Esses alimentos são: arroz, feijão, carne bovina, leite integral, farinha de trigo, pão francês, banana-prata, tomate, óleo de soja, açúcar e café em pó.

    Entre os produtos que mais influenciaram a alta da cesta básica em abril estão o óleo de soja, o tomate e a carne bovina. Por outro lado, o arroz e o feijão tiveram redução de preço na maioria das capitais.

    O Dieese também calcula o salário mínimo necessário para uma família de quatro pessoas se manter. Em abril, esse valor foi estimado em R$ 5.330,69, o que corresponde a 4,85 vezes o salário mínimo vigente de R$ 1.100.

  • Preço médio da cesta básica aumenta em 15 capitais em abril

    De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) em 17 capitais, o custo médio da cesta básica de alimentos aumentou em 15 cidades e diminuiu em outras duas, entre março e abril de 2021.


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  • Preço da cesta básica sobe 0,39%, mas vendas nos supermercados aumentam

    Segundo o balanço divulgado hoje (30) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), as vendas nos supermercados de todo o país aumentaram 1,92% de janeiro a setembro sobre igual período de 2017.

    Em todo o país, faturamento dos supermercados cresceu 1,92% até o mês de setembro, mas empresários esperam expansão de 2,53% para este ano.

    O presidente da entidade, João Sanzovo Neto, disse, no entanto, que o movimento está abaixo do esperado, levando em consideração a estimativa de fechar o ano com alta de 2,53%.

    O preço da cesta básica dos produtos pesquisados subiu 0,39%, passando de R$ 458,53 para R$ 460,29.

    As maiores elevações atingiram o arroz, frango congelado, queijo prato e margarina cremosa.

    Já as maiores baixas afetaram os preços da cebola, sabão em pó, farinha de mandioca e batata.

  • Preço da cesta básica paulistana tem alta de 2,95% em junho

    O custo dos produtos da cesta básica na capital paulista teve alta de 2,95% em junho, na comparação com maio, segundo pesquisa da Fundação Procon-SP. O preço médio da cesta passou de R$ 682,25 em maio para R$ 702,38 em junho.

    A pesquisa constatou alta de 3,64% em itens de alimentação, influenciada por problemas climáticos, questões sazonais, excesso ou escassez de oferta ou demanda pelos produtos, preços das commodities, variações cambiais, formação de estoques e desonerações de tributos.

    Os produtos que mais encareceram foram o leite UHT (22,97%), frango resfriado inteiro (20,36%), farinha de trigo (19,48%), alho (13,76%) e carne de segunda sem osso (12,25%). As maiores quedas foram observadas na batata (-56,53%), cebola (-22,57%) e biscoito recheado (-9,55%).

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    Limpeza e higiene

    Houve queda em limpeza (-0,19%) e higiene pessoal (-1,75%). No grupo limpeza, o preço médio dos produtos era de R$ 36,91 em maio e diminuiu para R$ 36,84 em junho. Tiveram redução o detergente (-4,48%), o limpador multiuso (4,46%) e o sabão em barra (-3,10%).

    No grupo higiene pessoal, os produtos custavam, em média, R$ 60,60 em maio e caíram para R$ 59,54 em junho. Apresentaram queda o sabonete (-5,74%), o papel higiênico (-1,68%) e o creme dental (-0,80%). Por Agência Brasil.

  • Custo da cesta básica tem redução em 12 capitais, segundo o Dieese

    O custo da cesta básica diminiu em 12 capitais no mês de março, segundo o os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, relizada pelo Departaemento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

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    As capitais com principais quedas foram Salvador (-4,07%), Recife (-3,82%) e Belém (-3,24%). As maiores taxas positivas foram registradas nas cidades de Campo Grande (2,60%) e Curitiba (2,22%).

    As capitais com a cestas mais caras foram Rio de Janeiro (R$ 441,19), São Paulo (R$ 437,84), Porto Alegre (R$ 434,70) e Florianópolis (R$ 426,79). Os menores valores médios foram encontrados em Salvador (R$ 322,88) e Aracaju (R$ 339,77).

    Entre março de 2017 e o mesmo mês de 2018, os preços médios da cesta caíram em 16 cidades, com destaque para Salvador (-7,66%), Goiânia (-7,18%) e Belém (-6,89%). As altas foram registradas em quatro capitais. As mais expressivas ocorreram em Curitiba (3,11%) e Rio de Janeiro (2,29%). Por: Agência Brasil