Tag: cloroquina

  • Cloroquina: como médicos brasileiros manipularam pesquisas para defender o uso do medicamento na pandemia

    Cloroquina: como médicos brasileiros manipularam pesquisas para defender o uso do medicamento na pandemia

    A cloroquina e a hidroxicloroquina são medicamentos que têm sido amplamente divulgados como tratamentos eficazes contra a covid-19, principalmente pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores.

    No entanto, diversos estudos científicos já mostraram que essas substâncias não têm benefícios no combate à doença causada pelo novo coronavírus e o uso indiscriminado pode causar efeitos colaterais graves.

    Apesar das evidências contrárias, durante os primeiros meses da pandemia, um grupo de médicos brasileiros se mobilizou nas redes sociais para defender o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina desde os primeiros sintomas da covid-19, o chamado tratamento precoce. Esse grupo, que se autodenomina Brasil Vencendo a Covid, chegou a entregar uma carta ao então presidente Bolsonaro em agosto de 2020, com supostos dados que comprovavam a eficácia do medicamento.

    No entanto, uma análise dos artigos usados pelo grupo para embasar suas afirmações revela que eles foram manipulados, distorcidos ou descontextualizados para favorecer a cloroquina. Alguns dos estudos citados pelo grupo foram retratados por revistas científicas por apresentarem falhas metodológicas ou fraudes. Outros foram realizados com amostras muito pequenas ou sem o rigor necessário para garantir a validade dos resultados.

    Além disso, o grupo ignorou ou desqualificou os estudos que não corroboravam sua tese, como o realizado pela Coalizão Covid-19 Brasil, que testou a hidroxicloroquina e a hidroxicloroquina somada à azitromicina em 667 pacientes com quadros leves ou moderados de covid-19 e não encontrou nenhuma melhora significativa no curso da doença. Esse estudo foi publicado no New England Journal of Medicine, uma das revistas médicas mais prestigiadas do mundo.

    Dessa forma, o grupo Brasil Vencendo a Covid não apenas desrespeitou os princípios éticos e científicos da medicina, como também colocou em risco a saúde e a vida de milhares de pessoas que confiaram em suas informações falsas ou enganosas. A cloroquina e a hidroxicloroquina não são soluções mágicas para a covid-19 e seu uso indiscriminado pode trazer mais danos do que benefícios.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    No entanto, diversos estudos científicos já mostraram que essas substâncias não têm benefícios no combate à doença causada pelo novo coronavírus e o uso indiscriminado pode causar efeitos colaterais graves.

    Apesar das evidências contrárias, durante os primeiros meses da pandemia, um grupo de médicos brasileiros se mobilizou nas redes sociais para defender o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina desde os primeiros sintomas da covid-19, o chamado tratamento precoce. Esse grupo, que se autodenomina Brasil Vencendo a Covid, chegou a entregar uma carta ao então presidente Bolsonaro em agosto de 2020, com supostos dados que comprovavam a eficácia do medicamento.

    No entanto, uma análise dos artigos usados pelo grupo para embasar suas afirmações revela que eles foram manipulados, distorcidos ou descontextualizados para favorecer a cloroquina. Alguns dos estudos citados pelo grupo foram retratados por revistas científicas por apresentarem falhas metodológicas ou fraudes. Outros foram realizados com amostras muito pequenas ou sem o rigor necessário para garantir a validade dos resultados.

    Além disso, o grupo ignorou ou desqualificou os estudos que não corroboravam sua tese, como o realizado pela Coalizão Covid-19 Brasil, que testou a hidroxicloroquina e a hidroxicloroquina somada à azitromicina em 667 pacientes com quadros leves ou moderados de covid-19 e não encontrou nenhuma melhora significativa no curso da doença. Esse estudo foi publicado no New England Journal of Medicine, uma das revistas médicas mais prestigiadas do mundo.

    Dessa forma, o grupo Brasil Vencendo a Covid não apenas desrespeitou os princípios éticos e científicos da medicina, como também colocou em risco a saúde e a vida de milhares de pessoas que confiaram em suas informações falsas ou enganosas. A cloroquina e a hidroxicloroquina não são soluções mágicas para a covid-19 e seu uso indiscriminado pode trazer mais danos do que benefícios.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Entenda o caso da retratação da revista científica The Lancet e a pesquisa sobre a hidroxicloroquina

    Entenda o caso da retratação da revista científica The Lancet e a pesquisa sobre a hidroxicloroquina

    Um artigo publicado na revista médica The Lancet sobre o uso de hidroxicloroquina para tratar a COVID-19 foi retratado devido a possíveis falhas nos dados da pesquisa.

    O estudo, publicado em 2020, duas semanas antes da retratação, não encontrou benefícios no uso do medicamento e sugeriu que seu uso poderia até aumentar o risco de morte. Mas o estudo foi alvo de críticas sobre inconsistências nos dados hospitalares apresentados.

    Os vídeos que estão sendo compartilhados pelo WhatsApp passam a ideia de que a retratação significa que a substância é adequada para tratar a infecção, o que não é verdade.

    A eficácia da hidroxicloroquina contra o coronavírus é um assunto controverso e ainda em estudo. Algumas pesquisas sugerem que a hidroxicloroquina pode ser eficaz quando administrada precocemente em pacientes ambulatoriais com COVID-19, enquanto outras pesquisas não encontraram benefícios no uso do medicamento para tratar a doença.

    É importante ressaltar que as autoridades de saúde pública recomendam seguir as orientações médicas e científicas atualizadas sobre o tratamento da COVID-19.

    O estudo, publicado em 2020, duas semanas antes da retratação, não encontrou benefícios no uso do medicamento e sugeriu que seu uso poderia até aumentar o risco de morte. Mas o estudo foi alvo de críticas sobre inconsistências nos dados hospitalares apresentados.

    Os vídeos que estão sendo compartilhados pelo WhatsApp passam a ideia de que a retratação significa que a substância é adequada para tratar a infecção, o que não é verdade.

    A eficácia da hidroxicloroquina contra o coronavírus é um assunto controverso e ainda em estudo. Algumas pesquisas sugerem que a hidroxicloroquina pode ser eficaz quando administrada precocemente em pacientes ambulatoriais com COVID-19, enquanto outras pesquisas não encontraram benefícios no uso do medicamento para tratar a doença.

    É importante ressaltar que as autoridades de saúde pública recomendam seguir as orientações médicas e científicas atualizadas sobre o tratamento da COVID-19.

  • Revista Lancet publica mais um estudo que descarta eficácia da hidroxicloroquina


    A revista médica The Lancet publicou um novo estudo conduzido por pesquisadores brasileiros que descarta benefícios clínicos do uso de hidroxicloroquina para tratamento ou prevenção de Covid-19.

    “Os resultados desse estudo mostram que a hidroxicloroquina não é eficaz como profilaxia pré-exposição ou pós-exposição ao SARS-CoV-2, assim como não é eficaz no tratamento de indivíduos com Covid-19, seja entre aqueles com as formas mais leves da doença, seja entre aqueles hospitalizados com as formas mais severas da infecção”, diz um dos autores do estudo, o professor doutor Paulo Ricardo Martins Filho, da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

    Além de Paulo Martins, assinam o artigo Lis Campos Ferreira, Luana Heimfarth, Adriano Antunes de Souza Araújo e Lucindo José Quintans-Júnior.

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  • Ministério da Saúde admite ineficácia da cloroquina e “kit covid” no tratamento contra Covid-19


    O Ministério da Saúde admitiu que os medicamentos do chamado “kit covid’ são ineficazes no tratamento contra o coronavírus.

    “Alguns medicamentos foram testados e não mostraram benefícios clínicos na população de pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados, sendo eles: hidroxicloroquina ou cloroquina, azitromicina, lopinavir/ritonavir, colchicina e plasma convalescente. A ivermectina e a associação de casirivimabe + imdevimabe não possuem evidência que justifiquem seu uso em pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados nessa população”, diz a nota do ministério publicada pelo site Congresso em Foco.

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  • Microbiologista diz que Brasil está seis meses atrasado em relação ao resto do mundo


    Em depoimento à CPI da Covid-19, Natalia Pasternak afirmou que a cloroquina já foi testada em células, camundongos, macacos e humanos e não teve eficácia para Covid.

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  • Bolsonaro atuou para favorecer produção de cloroquina em laboratórios de empresários aliados


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  • Conselho Federal de Medicina define que inalação de cloroquina só pode ser feita como procedimento experimental


    Foi publicado no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (12) uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que estabelece como ‘procedimento experimental’ a administração de hidroxicloroquina e cloroquina em apresentação inalatória.

    Pelo texto, tratamentos médicos baseados nessa abordagem só podem ser realizados por meio de protocolos de pesquisa aprovados pelo sistema de Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs) e Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

    No Brasil, quatro pessoas morreram após o procedimento. Estudos feitos em várias partes do mundo desde o ano passado mostraram que o uso oral do medicamento não é eficaz no combate ao coronavírus. Além disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou que o medicamento não seja usado como prevenção da doença.


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  • Exército teria reduzido a produção de medicamento para transplantados para fabricar cloroquina

    Cerca de 80 mil pessoas no Brasil dependem do micofenolato de sódio 360 mg, remédio fornecido exclusivamente pelo Exército ao SUS para que o órgão transplantado não seja rejeitado pelo organismo.

    Segundo informa o G1, com dados obtidos pelo Exército Brasileiro por meio da Lei de Acesso à Informação, no mesmo mês em que começou a produzir a cloroquina, março de 2020, o Laboratório Químico e Farmacêutico do Exército reduziu 1/3 da produção de micofenolato.

    Já no final de 2020, enquanto sobrava cloroquina, faltava micofenolato de sódio (360 mg) em pelo menos 14 estados do Brasil e no Distrito Federal, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).

    No dia 27 de janeiro deste ano, o Ministério da Saúde enviou um ofício à ABTO admitindo a falta do medicamento: “(…) têm ocorrido entregas parceladas por parte dos fornecedores contratados pelo Ministério da Saúde, dificuldade no cumprimento dos cronogramas contratuais, com risco de ruptura intermitente do abastecimento”, informou o documento.

    Pacientes que reduzem a dose ou passam dias sem tomar o remédio, podem levar à rejeição do órgão transplantado.


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  • Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia alerta médicos a não fazerem nebulização com cloroquina

    Após a morte de 3 pacientes que fizeram nebulização com hidroxicloroquina no RS, entidade alertou que além de não funcionar contra a Covid-19, os comprimidos podem causar danos à mucosa respiratória e procedimento pode contaminar o ambiente com partículas virais.

    “Uma das práticas que tem se difundido, inclusive com apoio de políticos e formadores de opinião, é a inalação de comprimidos de cloroquina macerados [triturados] e diluídos em soro fisiológico. Essa prática é certamente danosa ao já combalido sistema respiratório do paciente”, alertou a entidade em nota.

    A SPPT lembrou que o uso de comprimidos por via inalatória não é recomendado em nenhum tratamento para nenhuma doença.


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    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • Cloroquina fracassa e sistema de saúde está à beira do colapso em cidades que adotaram kit

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