Tag: Comércio

  • Vendas do varejo crescem 10,1% no 1º semestre, maior expansão semestral desde 2010


    Segundo o Indicador de Atividade do Comércio (IAC) do Serasa Experian, as vendas do varejo físico brasileiro cresceram 10,1% no primeiro semestre de 2021 em relação ao mesmo período de 2020.

    O setor de móveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos e informática foi o destaque da primeira metade do ano, com expansão de 13,6%, após retração de 18,6% . Também registraram crescimento os supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, veículos motos e peças e material de construção.

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  • Associações de comércio trabalham contra restrições e interior de SP vê Covid-19 se espalhar


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  • Comerciantes de todo país, representados por mais de cem organizações, pedem redução de impostos


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  • Comércio registra 6ª alta seguida nas vendas que cresceram 0,9% em outubro


    Em comparação com outubro de 2019, o avanço foi de 8,3%, a quinta taxa positiva consecutiva e a maior para um mês de outubro desde 2012 (9,2%).

    O patamar atual de vendas supera em 2,8% o pico mais alto do setor na série histórica, que havia sido alcançado em outubro de 2014.

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    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Economia tem recuperação recorde no 3º tri após relaxamento das medidas de contenção ao coronavírus


    Apensar do resultado, os números foram insuficientes para compensar as perdas históricas nos três meses anteriores sob os efeitos da pandemia.

    Segundo o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), os maiores impactos da Covid-19 foram sentidos em março e abril.

    Ouça na W:

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  • Pelo quinto ano seguido, Brasil fechou mais empresas do que abriu


    De 2013 a 2018, o Brasil teve uma redução de 382 mil empresas e de quase 3 milhões de ocupados assalariados. O comércio foi o setor que mais sofreu.

    Ouça na W:

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

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  • A cada cinco segundos uma empresa do ramo de e-commerce é fraudada no Brasil

    Se você adquiriu o presente do Dia dos Pais pela internet e teve algum problema, fique atento aos seus direitos e a algumas dicas sobre como fazer compras no meio digital com mais segurança.

    O volume de negócios online tem aumentado a cada ano e o número de golpes contra consumidores na internet não fica pra trás.

    O faturamento do comércio eletrônico cresceu 7,5% em 2017 e para este ano, o avanço deve ser de 12%, atingindo R% 53 bilhões, estima o Ebit, que mede a reputação de lojas virtuais e dados para o mercado.

    Porém, a cada cinco segundos alguma empresa do comércio eletrônico sofre algum tipo de fraude no Brasil, segundo estudo da Konduto, um sistema antifraude para e-commerce.

    De acordo com o especialista em Defesa do Consumidor, Sérgio Tannuri, o golpe mais comum no comércio eletrônico é a propaganda enganosa e tentativas de roubos de dados bancários. Daí, a necessidade de redobrar a atenção diante da tela do computador.

    Sonora: “Verificando se o site tem um ambiente virtual seguro se informa o endereço comercial físico e com telefone fixo porque site que não informa o endereço comercial físico, da loja, e também não informa o telefone fixo, tem que desconfiar”.

    Para se certificar sobre a proteção de dados pessoais em ambientes de comércio eletrônico, o consumidor deve verificar se no canto superior esquerdo aparece a figura de um cadeado fechado.

    Sonora: “Se trata de um ambiente virtual seguro, no qual você pode fornecer os seus dados, como CPF e os dados do seu cartão de crédito. Ou seja, se não tiver aquele cadeado fechado, então ambiente aberto e desprotegido”.

    Outro problema comum é o atraso ou falha na entrega de produtos, principalmente perto de datas comemorativas, como Dia dos Pais, das Crianças e Black Friday.

    Para evitar dor de cabeça, o especialista Sérgio Tannuri aconselha pesquisar sobre a reputação das lojas virtuais antes das compras em ambiente digital.

    Sonora: “O ideal é que o consumidor faça pesquisas em sites, como o E-Bit, Reclame Aqui, inclusive no Procon do seu estado, ver lá no cadastro de reclamações fundamentadas, para conferir a idoneidade da empresa”.

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    Vale lembrar ainda do direito de arrependimento, que é uma regra de consumo específica para compras fora de loja física. O cliente tem sete dias, a partir do recebimento do produto, para cancelar o negócio sem necessidade de apresentar justificativa. Além disso, todo o valor pago, inclusive pelo frete, deve ser devolvido de imediato.

    Uma dica final é verificar se o site é ponto com ponto br.

    Isso significa que a página na internet está hospedada no Brasil e portanto o Código de Defesa do Consumidor terá validade. E lembre-se: o fornecedor é obrigado a cumprir as condições da oferta.

    Caso contrário, além do dinheiro de volta, é possível pedir na Justiça indenização por eventuais perdas e danos.

    Em caso de problemas, acesse a plataforma virtual consumidor.gov.br, um serviço público para solução alternativa de conflitos de consumo.

  • Lei regulamenta a profissão de corretor de moda

    Foi sancionada a Lei 13.695, que regulamenta a profissão de corretor de moda. A nova atividade consiste em facilitar as compras de lojistas, consumidores e revendedores do setor de confecções, acessórios, calçados e bolsas. A lei é decorrente do PLC 200/2015, de autoria do deputado Adail Carneiro (Pode-CE).

    De acordo com o texto, o corretor de moda deverá cumprir dois requisitos para o exercício da profissão: ter concluído o ensino médio e o curso de corretor de moda. Também fica garantido o exercício da profissão aos que já estiverem nesse mercado um ano antes da publicação da nova lei. Por Agência Senado.

  • Novo Código Comercial não pode prejudicar pequenos e médios empreendedores, alertam especialistas

    Uma parte significativa dos desempregados brasileiros busca nas práticas empreendedoras informais suas alternativas de sobrevivência. A afirmativa foi feita por João Carlos Polidoro, presidente da Associação Comercial de Campo Grande (MS), durante audiência realizada na cidade nesta sexta-feira (11) pela comissão que elabora um novo Código Comercial (PLS 487/2013).

    Polidoro acrescentou que a informalidade nas relações negociais tem explodido nos últimos anos, um dos reflexos da crise econômica, por isso o Código deve priorizar ao máximo a simplicidade de procedimentos e a desburocratização e ter um olhar mais atento a micros e pequenos empreendedores. Para ele, o país precisa desenvolver estratégias visando incluir as milhões de pessoas hoje na informalidade, o que incrementará o mercado interno.

    — Mais do que nunca, o emprego e a renda estão vinculados a pequenos empreendimentos, muito mais do que a médias ou grandes companhias. Milhões de pessoas estão empreendendo por pura necessidade, porque perderam seus empregos. Honestamente, me parece que o anteprojeto hoje não os contempla, o Código tem mais de 1.100 artigos e não reconhece que grandes, médios e pequenos negócios vivem realidades completamente diferentes — criticou.

    Como alternativa para simplificar procedimentos e desburocratizar a atuação empresarial, Polidoro pediu ao relator, senador Pedro Chaves (PRB-MS), para concentrar ao máximo no ambiente online, a prestação de contas ao poder público. Lembrou que lidar com a burocracia é uma das coisas que mais consome recursos de quem procura empreender “de forma leal” no país, prejudicando também aí fortemente os pequenos negócios.

    Na resposta a Polidoro, Chaves garantiu que irá acolher sugestões de mudanças no texto, que vem recebendo por meio das audiências. Acrescentou que agiu desta forma quando foi o relator da reforma do Ensino Médio “que saiu completamente diferente da versão enviada pelo governo”. Garantiu que seu foco número 1 é desburocratizar ao máximo todos os procedimentos ligados à atividade empresarial, e que o texto final será apresentado à sociedade em 20 de junho.

    Mudanças

    Outros participantes da audiência expuseram visões semelhantes à de Polidoro.

    Para o promotor de Justiça Paulo César Zene, as associações ligadas a micros e pequenos empreendedores precisam se engajar mais nas discussões do novo Código. Para ele, o anteprojeto “só traz segurança jurídica aos bancos, ao mercado financeiro”, e também desconsidera que os micros e pequenos negócios vivem realidades totalmente distintas das grandes empresas.

    Quem também expôs esta visão, mas desta vez voltada para os pequenos produtores rurais, foi o presidente da Comissão de Direito Empresarial da OAB no Mato Grosso do Sul, Douglas Oliveira. Ele lamenta que o anteprojeto desconsidere as imprevisibilidades ligadas às condições climáticas para pequenos empreendimentos no campo.

    — Muita gente na área rural também está empreendendo porque perdeu seus postos de trabalho. As grandes empresas possuem pessoal especializado, departamentos focados no cálculo de riscos climáticos, e ainda assim não raro passam por prejuízos em seus empreendimentos. Já quem é micro e pequeno produtor está muito mais sujeito a estas intempéries, não é inteligente desconsiderar este fato.

    Contraponto

    Na resposta aos participantes, o jurista Fábio Ulhoa Coelho, presidente da comissão que elaborou o anteprojeto, garantiu que o novo Código, caso seja aprovado, “gerará uma atmosfera de negócios muito menos afetada pela burocracia e com muito mais segurança jurídica”.

    — Num mundo ideal, deveria existir o menor número de normas e regras, mas não dá. As relações hoje em dia são muito complexas, mas posso garantir a vocês que o Código, com seus mais de 1.000 artigos, é o mínimo para que seja garantida a atividade empresarial neste país. Se você deixa de regular certos aspectos, pode acabar gerando problemas muito maiores aos próprios empreendedores.

    Coelho ainda acrescentou que o potencial burocrático neste caso “não pode ser julgado pela quantidade de artigos, mas sim pela filosofia neles aplicada”, e que o Código substituirá as muitas leis hoje dispersas que regulam as atividades empresariais. Por Agência Senado.

  • Ovos de Páscoa estão mais caros? 41% dos brasileiros dizem que sim

    Apesar de algumas pesquisas indicarem que o preço dos ovos de páscoa não subiram neste ano, a principal reclamação do consumidor ao item é justamente o sobre o valor. Segundo uma pesquisa do SPC Brasil, 41% dos brasileiro acham que os ovos de páscoa estão mais caros em 2018.

    Ouça a reportagem completa abaixo. Não deixe de conferir, de segunda a sábado, na programação da W Rádio Brasil, o Conexão News com os principais fatos que acontecem no Brasil e no Mundo. Ouça pelo Site, APP ou no TuneIn.