Tag: Coronavírus

  • Como os vírus podem afetar o nosso sistema nervoso?

    Como os vírus podem afetar o nosso sistema nervoso?

    O sistema nervoso é o responsável por captar, interpretar e responder aos estímulos que recebemos do ambiente e do nosso próprio corpo.

    Ele é formado por dois componentes principais: o sistema nervoso central, que inclui o cérebro e a medula espinhal, e o sistema nervoso periférico, que inclui os nervos que se ramificam pelo corpo.

    O sistema nervoso também pode ser dividido em sistema nervoso somático, que controla os movimentos voluntários e as sensações, e sistema nervoso autônomo, que controla os movimentos involuntários e as funções vitais, como respiração, circulação, digestão, etc.

    O sistema nervoso é essencial para a nossa sobrevivência, mas também é vulnerável a diversas doenças e infecções, causadas por bactérias, fungos, parasitas e vírus. Os vírus são agentes infecciosos que invadem as células do nosso organismo e usam o seu material genético para se reproduzir. Eles podem atingir diferentes partes do sistema nervoso, causando desde sintomas leves, como dor de cabeça, perda de olfato e paladar, até complicações graves, como inflamação do cérebro, da medula ou das meninges, paralisia dos músculos, derrame cerebral, entre outras.

    Mas como os vírus conseguem afetar o nosso sistema nervoso?

    Existem diversos mecanismos possíveis, que dependem do tipo de vírus, da sua forma de entrada no organismo, da sua capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica (que protege o cérebro dos agentes externos), da resposta imune do hospedeiro e de outros fatores. Alguns exemplos são:

    • Invasão direta: alguns vírus podem infectar diretamente as células nervosas, como os neurônios e as células da glia, e causar danos ao seu funcionamento ou morte celular. Isso pode levar a alterações na transmissão dos impulsos nervosos, na produção de neurotransmissores, na formação de sinapses, etc. Exemplos de vírus que podem invadir diretamente o sistema nervoso são o herpes simples, o vírus da raiva, o vírus da poliomielite, o vírus do Nilo Ocidental, entre outros.
    • Inflamação excessiva: alguns vírus podem desencadear uma reação inflamatória intensa no organismo, que visa combater a infecção, mas que também pode causar danos aos tecidos saudáveis. A inflamação pode afetar o cérebro, a medula, as meninges ou os nervos periféricos, causando sintomas como dor, febre, rigidez, confusão, convulsões, etc. Exemplos de vírus que podem provocar inflamação no sistema nervoso são o vírus da dengue, o vírus da zika, o vírus da chikungunya, o vírus da influenza, entre outros.
    • Alteração da coagulação: alguns vírus podem interferir no processo de coagulação do sangue, que é responsável por evitar hemorragias e formar coágulos quando há lesões nos vasos sanguíneos. A alteração da coagulação pode causar sangramentos ou obstruções nos vasos que irrigam o sistema nervoso, comprometendo o fornecimento de oxigênio e nutrientes para as células nervosas. Isso pode levar a isquemias, hemorragias ou derrames cerebrais, que podem causar sequelas neurológicas permanentes. Exemplos de vírus que podem alterar a coagulação no sistema nervoso são o vírus da hepatite C, o vírus do HIV, o vírus da febre amarela, o vírus do ebola, entre outros.
    • Resposta imune desregulada: alguns vírus podem induzir uma resposta imune anormal, que ataca as próprias células do organismo, em vez de combater os agentes infecciosos. Isso pode causar doenças autoimunes, que afetam o sistema nervoso de forma crônica e progressiva, causando inflamação, degeneração e perda de função das células nervosas. Exemplos de vírus que podem desencadear doenças autoimunes no sistema nervoso são o vírus da rubéola, o vírus do sarampo, o vírus da caxumba, o vírus da hepatite B, entre outros.

    Um dos vírus que tem chamado a atenção por seus possíveis efeitos no sistema nervoso é o coronavírus, que causa a COVID-19, uma doença respiratória que se tornou uma pandemia mundial. O coronavírus pode afetar o sistema nervoso por vários dos mecanismos citados acima, como invasão direta, inflamação excessiva, alteração da coagulação e resposta imune desregulada. Além disso, o coronavírus pode causar hipóxia, que é a diminuição do oxigênio no sangue, que também pode prejudicar o funcionamento do sistema nervoso.

    Os sintomas neurológicos mais comuns da COVID-19 são dor de cabeça, perda de olfato e paladar, fadiga, confusão, ansiedade e depressão. No entanto, casos mais graves podem apresentar complicações como meningite, encefalite, mielite, síndrome de Guillain-Barré, AVC, entre outras. Ainda não se sabe ao certo qual é a frequência, a gravidade e a duração desses efeitos no sistema nervoso, nem quais são os fatores de risco e de proteção para o seu desenvolvimento. Por isso, é importante que as pessoas que tiveram COVID-19 façam um acompanhamento médico e neurológico, para detectar e tratar possíveis sequelas.

    O sistema nervoso é um dos sistemas mais complexos e fascinantes do nosso corpo, mas também um dos mais sensíveis e vulneráveis. Por isso, é fundamental que cuidemos da nossa saúde física e mental, e que nos protejamos das infecções virais, seguindo as recomendações das autoridades sanitárias, como usar máscara, higienizar as mãos, evitar aglomerações e se vacinar. Assim, podemos preservar o nosso sistema nervoso e garantir a nossa qualidade de vida.

    Ele é formado por dois componentes principais: o sistema nervoso central, que inclui o cérebro e a medula espinhal, e o sistema nervoso periférico, que inclui os nervos que se ramificam pelo corpo.

    O sistema nervoso também pode ser dividido em sistema nervoso somático, que controla os movimentos voluntários e as sensações, e sistema nervoso autônomo, que controla os movimentos involuntários e as funções vitais, como respiração, circulação, digestão, etc.

    O sistema nervoso é essencial para a nossa sobrevivência, mas também é vulnerável a diversas doenças e infecções, causadas por bactérias, fungos, parasitas e vírus. Os vírus são agentes infecciosos que invadem as células do nosso organismo e usam o seu material genético para se reproduzir. Eles podem atingir diferentes partes do sistema nervoso, causando desde sintomas leves, como dor de cabeça, perda de olfato e paladar, até complicações graves, como inflamação do cérebro, da medula ou das meninges, paralisia dos músculos, derrame cerebral, entre outras.

    Mas como os vírus conseguem afetar o nosso sistema nervoso?

    Existem diversos mecanismos possíveis, que dependem do tipo de vírus, da sua forma de entrada no organismo, da sua capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica (que protege o cérebro dos agentes externos), da resposta imune do hospedeiro e de outros fatores. Alguns exemplos são:

    • Invasão direta: alguns vírus podem infectar diretamente as células nervosas, como os neurônios e as células da glia, e causar danos ao seu funcionamento ou morte celular. Isso pode levar a alterações na transmissão dos impulsos nervosos, na produção de neurotransmissores, na formação de sinapses, etc. Exemplos de vírus que podem invadir diretamente o sistema nervoso são o herpes simples, o vírus da raiva, o vírus da poliomielite, o vírus do Nilo Ocidental, entre outros.
    • Inflamação excessiva: alguns vírus podem desencadear uma reação inflamatória intensa no organismo, que visa combater a infecção, mas que também pode causar danos aos tecidos saudáveis. A inflamação pode afetar o cérebro, a medula, as meninges ou os nervos periféricos, causando sintomas como dor, febre, rigidez, confusão, convulsões, etc. Exemplos de vírus que podem provocar inflamação no sistema nervoso são o vírus da dengue, o vírus da zika, o vírus da chikungunya, o vírus da influenza, entre outros.
    • Alteração da coagulação: alguns vírus podem interferir no processo de coagulação do sangue, que é responsável por evitar hemorragias e formar coágulos quando há lesões nos vasos sanguíneos. A alteração da coagulação pode causar sangramentos ou obstruções nos vasos que irrigam o sistema nervoso, comprometendo o fornecimento de oxigênio e nutrientes para as células nervosas. Isso pode levar a isquemias, hemorragias ou derrames cerebrais, que podem causar sequelas neurológicas permanentes. Exemplos de vírus que podem alterar a coagulação no sistema nervoso são o vírus da hepatite C, o vírus do HIV, o vírus da febre amarela, o vírus do ebola, entre outros.
    • Resposta imune desregulada: alguns vírus podem induzir uma resposta imune anormal, que ataca as próprias células do organismo, em vez de combater os agentes infecciosos. Isso pode causar doenças autoimunes, que afetam o sistema nervoso de forma crônica e progressiva, causando inflamação, degeneração e perda de função das células nervosas. Exemplos de vírus que podem desencadear doenças autoimunes no sistema nervoso são o vírus da rubéola, o vírus do sarampo, o vírus da caxumba, o vírus da hepatite B, entre outros.

    Um dos vírus que tem chamado a atenção por seus possíveis efeitos no sistema nervoso é o coronavírus, que causa a COVID-19, uma doença respiratória que se tornou uma pandemia mundial. O coronavírus pode afetar o sistema nervoso por vários dos mecanismos citados acima, como invasão direta, inflamação excessiva, alteração da coagulação e resposta imune desregulada. Além disso, o coronavírus pode causar hipóxia, que é a diminuição do oxigênio no sangue, que também pode prejudicar o funcionamento do sistema nervoso.

    Os sintomas neurológicos mais comuns da COVID-19 são dor de cabeça, perda de olfato e paladar, fadiga, confusão, ansiedade e depressão. No entanto, casos mais graves podem apresentar complicações como meningite, encefalite, mielite, síndrome de Guillain-Barré, AVC, entre outras. Ainda não se sabe ao certo qual é a frequência, a gravidade e a duração desses efeitos no sistema nervoso, nem quais são os fatores de risco e de proteção para o seu desenvolvimento. Por isso, é importante que as pessoas que tiveram COVID-19 façam um acompanhamento médico e neurológico, para detectar e tratar possíveis sequelas.

    O sistema nervoso é um dos sistemas mais complexos e fascinantes do nosso corpo, mas também um dos mais sensíveis e vulneráveis. Por isso, é fundamental que cuidemos da nossa saúde física e mental, e que nos protejamos das infecções virais, seguindo as recomendações das autoridades sanitárias, como usar máscara, higienizar as mãos, evitar aglomerações e se vacinar. Assim, podemos preservar o nosso sistema nervoso e garantir a nossa qualidade de vida.

  • Coronavírus pode aumentar o risco de AVC, alertam especialistas

    Coronavírus pode aumentar o risco de AVC, alertam especialistas

    O coronavírus, causador da Covid-19, é conhecido por afetar principalmente os pulmões, mas ele também pode ter efeitos graves no sistema circulatório e no cérebro.

    Segundo estudos recentes, há uma relação entre o coronavírus e o aumento de casos de acidente vascular cerebral (AVC), uma condição que ocorre quando o fluxo de sangue para uma parte do cérebro é interrompido, causando danos às células nervosas.

    O AVC pode ser de dois tipos: isquêmico ou hemorrágico. O AVC isquêmico acontece quando um coágulo sanguíneo bloqueia uma artéria que leva sangue ao cérebro. O AVC hemorrágico ocorre quando uma artéria se rompe e sangra dentro do cérebro. Ambos os tipos podem causar sequelas graves, como paralisia, dificuldade de fala, perda de memória e até morte.

    Mas como o coronavírus pode provocar um AVC?

    De acordo com os especialistas, existem algumas possíveis explicações. Uma delas é que o vírus pode causar inflamação nas artérias que irrigam o cérebro, favorecendo a formação de coágulos que podem obstruir o fluxo sanguíneo. Outra hipótese é que o coronavírus pode aumentar os níveis de uma proteína chamada Dímero-D, que está relacionada ao risco de coagulação sanguínea.

    O mais preocupante é que esses efeitos podem acontecer mesmo em pessoas jovens e sem outras doenças crônicas, como hipertensão ou diabetes. Alguns casos relatados na literatura médica mostram que pacientes com Covid-19 desenvolveram AVCs graves com menos de 50 anos de idade.

    Por isso, é importante ficar atento aos sintomas de um AVC, que podem ser facilmente lembrados pela sigla SAMU: sorriso torto, braço caído, fala enrolada e urgência em ligar para o 192. Se você suspeitar que está tendo um AVC, procure atendimento médico imediatamente. O tempo é essencial para reduzir as chances de sequelas e aumentar as chances de recuperação.

    Segundo estudos recentes, há uma relação entre o coronavírus e o aumento de casos de acidente vascular cerebral (AVC), uma condição que ocorre quando o fluxo de sangue para uma parte do cérebro é interrompido, causando danos às células nervosas.

    O AVC pode ser de dois tipos: isquêmico ou hemorrágico. O AVC isquêmico acontece quando um coágulo sanguíneo bloqueia uma artéria que leva sangue ao cérebro. O AVC hemorrágico ocorre quando uma artéria se rompe e sangra dentro do cérebro. Ambos os tipos podem causar sequelas graves, como paralisia, dificuldade de fala, perda de memória e até morte.

    Mas como o coronavírus pode provocar um AVC?

    De acordo com os especialistas, existem algumas possíveis explicações. Uma delas é que o vírus pode causar inflamação nas artérias que irrigam o cérebro, favorecendo a formação de coágulos que podem obstruir o fluxo sanguíneo. Outra hipótese é que o coronavírus pode aumentar os níveis de uma proteína chamada Dímero-D, que está relacionada ao risco de coagulação sanguínea.

    O mais preocupante é que esses efeitos podem acontecer mesmo em pessoas jovens e sem outras doenças crônicas, como hipertensão ou diabetes. Alguns casos relatados na literatura médica mostram que pacientes com Covid-19 desenvolveram AVCs graves com menos de 50 anos de idade.

    Por isso, é importante ficar atento aos sintomas de um AVC, que podem ser facilmente lembrados pela sigla SAMU: sorriso torto, braço caído, fala enrolada e urgência em ligar para o 192. Se você suspeitar que está tendo um AVC, procure atendimento médico imediatamente. O tempo é essencial para reduzir as chances de sequelas e aumentar as chances de recuperação.

  • Como a infeção pelo novo coronavírus pode desencadear doenças autoimunes

    Como a infeção pelo novo coronavírus pode desencadear doenças autoimunes

    Um novo estudo publicado na revista Nature Communications revela que a infeção pelo novo coronavírus pode desencadear a produção de autoanticorpos, moléculas que atacam o próprio organismo e estão relacionadas com doenças autoimunes.

    Os autoanticorpos podem contribuir para a gravidade da COVID-19 e para o desenvolvimento de sintomas pós-COVID, como fadiga, dor e inflamação.

    Os pesquisadores analisaram amostras de sangue de 147 pacientes com COVID-19, desde casos leves até críticos, e compararam-nas com amostras de 157 pessoas saudáveis. Eles descobriram que os pacientes com COVID-19 tinham níveis mais elevados de autoanticorpos do que os indivíduos saudáveis, e que esses níveis aumentavam com a idade e com a gravidade da doença.

    Os autoanticorpos encontrados nos pacientes com COVID-19 eram capazes de reconhecer e atacar diferentes tipos de células e tecidos do corpo humano, como as células endoteliais, que revestem os vasos sanguíneos, as plaquetas, que participam da coagulação do sangue, e as células imunológicas, que defendem o organismo contra infecções. Esses alvos podem explicar alguns dos sintomas e complicações da COVID-19, como a formação de trombos (coágulos) nos vasos sanguíneos, a trombocitopenia (redução do número de plaquetas) e a tempestade de citocinas (reação inflamatória exagerada).

    Os autoanticorpos também podem persistir no organismo após a recuperação da COVID-19 e causar danos a longo prazo. Os pesquisadores acompanharam 19 pacientes por até seis meses após a alta hospitalar e observaram que os níveis de autoanticorpos permaneceram elevados ou até aumentaram em alguns casos. Isso pode estar relacionado com o aparecimento de sintomas pós-COVID, que afetam cerca de 10% dos pacientes recuperados.

    O estudo sugere que os autoanticorpos podem ser usados como marcadores ou alvos terapêuticos para pacientes com COVID-19 grave ou outras patologias. Os pesquisadores propõem que sejam realizados testes para detectar os autoanticorpos nos pacientes com COVID-19 e que sejam desenvolvidas estratégias para bloquear ou remover os autoanticorpos do sangue. Eles também alertam para a necessidade de monitorar os pacientes recuperados da COVID-19 para prevenir ou tratar possíveis doenças autoimunes.

    Os autoanticorpos podem contribuir para a gravidade da COVID-19 e para o desenvolvimento de sintomas pós-COVID, como fadiga, dor e inflamação.

    Os pesquisadores analisaram amostras de sangue de 147 pacientes com COVID-19, desde casos leves até críticos, e compararam-nas com amostras de 157 pessoas saudáveis. Eles descobriram que os pacientes com COVID-19 tinham níveis mais elevados de autoanticorpos do que os indivíduos saudáveis, e que esses níveis aumentavam com a idade e com a gravidade da doença.

    Os autoanticorpos encontrados nos pacientes com COVID-19 eram capazes de reconhecer e atacar diferentes tipos de células e tecidos do corpo humano, como as células endoteliais, que revestem os vasos sanguíneos, as plaquetas, que participam da coagulação do sangue, e as células imunológicas, que defendem o organismo contra infecções. Esses alvos podem explicar alguns dos sintomas e complicações da COVID-19, como a formação de trombos (coágulos) nos vasos sanguíneos, a trombocitopenia (redução do número de plaquetas) e a tempestade de citocinas (reação inflamatória exagerada).

    Os autoanticorpos também podem persistir no organismo após a recuperação da COVID-19 e causar danos a longo prazo. Os pesquisadores acompanharam 19 pacientes por até seis meses após a alta hospitalar e observaram que os níveis de autoanticorpos permaneceram elevados ou até aumentaram em alguns casos. Isso pode estar relacionado com o aparecimento de sintomas pós-COVID, que afetam cerca de 10% dos pacientes recuperados.

    O estudo sugere que os autoanticorpos podem ser usados como marcadores ou alvos terapêuticos para pacientes com COVID-19 grave ou outras patologias. Os pesquisadores propõem que sejam realizados testes para detectar os autoanticorpos nos pacientes com COVID-19 e que sejam desenvolvidas estratégias para bloquear ou remover os autoanticorpos do sangue. Eles também alertam para a necessidade de monitorar os pacientes recuperados da COVID-19 para prevenir ou tratar possíveis doenças autoimunes.

  • Como o coronavírus afeta o cérebro e o coração

    Como o coronavírus afeta o cérebro e o coração

    O coronavírus é um vírus que causa principalmente uma doença respiratória, mas que também pode afetar outros órgãos e sistemas do corpo humano, incluindo o cérebro e o coração.

    Neste artigo, vamos explicar como o coronavírus age no sistema nervoso e qual a sua ligação com o aumento no número de casos de AVCs e infartos.

    O coronavírus e o sistema nervoso

    O sistema nervoso é formado pelo cérebro, pela medula espinhal e pelos nervos, que são responsáveis por controlar todas as funções do nosso organismo, como os movimentos, os sentidos, as emoções, a memória, a fala, o raciocínio e muito mais.

    O coronavírus pode afetar o sistema nervoso de diferentes maneiras, causando sintomas neurológicos em alguns pacientes com covid-19. Esses sintomas podem ser:

    • Dor de cabeça

    • Perda de olfato (anosmia)

    • Sensações de formigamento

    • Confusão mental

    • Delírio

    • Afasia (incapacidade de falar)

    • Derrames

    • Convulsões

    Esses sintomas podem ser causados por diferentes mecanismos, como:

    • A invasão direta do vírus nas células cerebrais, que pode danificar ou matar essas células.

    • A inflamação do cérebro (encefalite), que pode causar inchaço e pressão no crânio.

    • A formação de coágulos sanguíneos (trombose) nas artérias que irrigam o cérebro, que podem obstruir o fluxo sanguíneo e causar danos irreversíveis aos tecidos cerebrais.

    • A falta de oxigênio no cérebro (hipóxia), que pode ocorrer por causa de problemas respiratórios ou cardíacos.

    Um estudo realizado na França mostrou que muitos pacientes com covid-19 na UTI apresentavam problemas neurológicos, principalmente confusão e delírio. Outro estudo feito no Brasil revelou que o coronavírus infecta e se replica em astrócitos, que são as células mais abundantes do cérebro e que desempenham funções importantes, como sustentação e nutrição dos neurônios. Além disso, a infecção pelo coronavírus induz mudanças no metabolismo de carbono e glicose nas células cerebrais, que podem estar relacionadas com patologias neurológicas, como a doença de Huntington, a esclerose lateral amiotrófica (ELA) e a depressão.

    O coronavírus e o coração

    O coração é um órgão muscular que bombeia o sangue para todo o corpo, levando oxigênio e nutrientes para as células e removendo os resíduos. O coração também pode ser afetado pelo coronavírus, causando complicações cardiovasculares em alguns pacientes com covid-19. Essas complicações podem ser:

    • Infartos

    • Arritmias cardíacas

    • Miocardite

    • Hipertensão ou hipotensão

    Essas complicações podem ser causadas por diferentes mecanismos, como:

    • A invasão direta do vírus no músculo cardíaco (miocárdio), que pode causar inflamação (miocardite) e lesões nas células cardíacas.

    • A resposta inflamatória sistêmica do organismo ao vírus, que pode aumentar o risco de formação de coágulos sanguíneos nas artérias que irrigam o coração (coronárias), podendo levar a infartos.

    • As alterações na pressão arterial, que podem ocorrer por causa da desidratação, da febre ou da perda de líquidos pelos pulmões. Essas alterações podem sobrecarregar o coração ou diminuir o fluxo sanguíneo para ele.

    • As arritmias cardíacas, que são alterações no ritmo ou na frequência dos batimentos cardíacos. Essas arritmias podem ser provocadas pelo estresse, pela falta de oxigênio, pela inflamação ou pela lesão do coração.

    A ligação entre o coronavírus e o aumento no número de casos de AVCs e infartos pode ser explicada pelo fato de que o vírus provoca uma resposta inflamatória sistêmica no organismo, que aumenta o risco de formação de coágulos sanguíneos nas artérias que irrigam o cérebro e o coração. Esses coágulos podem obstruir o fluxo sanguíneo e causar danos irreversíveis aos tecidos desses órgãos.

    Como se prevenir e se tratar

    A melhor forma de se prevenir contra o coronavírus é seguir as recomendações das autoridades de saúde, como:

    • Usar máscara

    • Lavar as mãos com frequência

    • Evitar aglomerações

    • Manter o distanciamento social

    • Se vacinar quando possível

    Se você apresentar sintomas de covid-19, como febre, tosse, falta de ar, dor de cabeça, perda de olfato ou paladar, procure atendimento médico imediatamente. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem evitar complicações graves e salvar vidas.

    Neste artigo, vamos explicar como o coronavírus age no sistema nervoso e qual a sua ligação com o aumento no número de casos de AVCs e infartos.

    O coronavírus e o sistema nervoso

    O sistema nervoso é formado pelo cérebro, pela medula espinhal e pelos nervos, que são responsáveis por controlar todas as funções do nosso organismo, como os movimentos, os sentidos, as emoções, a memória, a fala, o raciocínio e muito mais.

    O coronavírus pode afetar o sistema nervoso de diferentes maneiras, causando sintomas neurológicos em alguns pacientes com covid-19. Esses sintomas podem ser:

    • Dor de cabeça

    • Perda de olfato (anosmia)

    • Sensações de formigamento

    • Confusão mental

    • Delírio

    • Afasia (incapacidade de falar)

    • Derrames

    • Convulsões

    Esses sintomas podem ser causados por diferentes mecanismos, como:

    • A invasão direta do vírus nas células cerebrais, que pode danificar ou matar essas células.

    • A inflamação do cérebro (encefalite), que pode causar inchaço e pressão no crânio.

    • A formação de coágulos sanguíneos (trombose) nas artérias que irrigam o cérebro, que podem obstruir o fluxo sanguíneo e causar danos irreversíveis aos tecidos cerebrais.

    • A falta de oxigênio no cérebro (hipóxia), que pode ocorrer por causa de problemas respiratórios ou cardíacos.

    Um estudo realizado na França mostrou que muitos pacientes com covid-19 na UTI apresentavam problemas neurológicos, principalmente confusão e delírio. Outro estudo feito no Brasil revelou que o coronavírus infecta e se replica em astrócitos, que são as células mais abundantes do cérebro e que desempenham funções importantes, como sustentação e nutrição dos neurônios. Além disso, a infecção pelo coronavírus induz mudanças no metabolismo de carbono e glicose nas células cerebrais, que podem estar relacionadas com patologias neurológicas, como a doença de Huntington, a esclerose lateral amiotrófica (ELA) e a depressão.

    O coronavírus e o coração

    O coração é um órgão muscular que bombeia o sangue para todo o corpo, levando oxigênio e nutrientes para as células e removendo os resíduos. O coração também pode ser afetado pelo coronavírus, causando complicações cardiovasculares em alguns pacientes com covid-19. Essas complicações podem ser:

    • Infartos

    • Arritmias cardíacas

    • Miocardite

    • Hipertensão ou hipotensão

    Essas complicações podem ser causadas por diferentes mecanismos, como:

    • A invasão direta do vírus no músculo cardíaco (miocárdio), que pode causar inflamação (miocardite) e lesões nas células cardíacas.

    • A resposta inflamatória sistêmica do organismo ao vírus, que pode aumentar o risco de formação de coágulos sanguíneos nas artérias que irrigam o coração (coronárias), podendo levar a infartos.

    • As alterações na pressão arterial, que podem ocorrer por causa da desidratação, da febre ou da perda de líquidos pelos pulmões. Essas alterações podem sobrecarregar o coração ou diminuir o fluxo sanguíneo para ele.

    • As arritmias cardíacas, que são alterações no ritmo ou na frequência dos batimentos cardíacos. Essas arritmias podem ser provocadas pelo estresse, pela falta de oxigênio, pela inflamação ou pela lesão do coração.

    A ligação entre o coronavírus e o aumento no número de casos de AVCs e infartos pode ser explicada pelo fato de que o vírus provoca uma resposta inflamatória sistêmica no organismo, que aumenta o risco de formação de coágulos sanguíneos nas artérias que irrigam o cérebro e o coração. Esses coágulos podem obstruir o fluxo sanguíneo e causar danos irreversíveis aos tecidos desses órgãos.

    Como se prevenir e se tratar

    A melhor forma de se prevenir contra o coronavírus é seguir as recomendações das autoridades de saúde, como:

    • Usar máscara

    • Lavar as mãos com frequência

    • Evitar aglomerações

    • Manter o distanciamento social

    • Se vacinar quando possível

    Se você apresentar sintomas de covid-19, como febre, tosse, falta de ar, dor de cabeça, perda de olfato ou paladar, procure atendimento médico imediatamente. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem evitar complicações graves e salvar vidas.

  • Fiocruz identifica nova linhagem do coronavírus no Rio de Janeiro

    Fiocruz identifica nova linhagem do coronavírus no Rio de Janeiro

    Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificaram pela primeira vez no Rio de Janeiro a linhagem EG.5 do coronavírus, uma variante de interesse da Ômicron, que tem uma mutação na proteína Spike e se espalhou rapidamente em alguns países.

    A linhagem foi detectada em uma amostra de um paciente que viajou para a África do Sul, onde a Ômicron foi descoberta.

    A Fiocruz informou o resultado do sequenciamento genético à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e reforçou a importância da vacinação contra a Covid-19, bem como das medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento social e higiene das mãos.

    Segundo o pesquisador Thiago Moreno, coordenador do Laboratório de Genômica Viral da Fiocruz, a linhagem EG.5 é uma das 32 variantes de interesse da Ômicron, que têm pelo menos uma das 32 mutações na proteína Spike, responsável pela entrada do vírus nas células humanas. A EG.5 tem a mutação N501Y, que também está presente nas variantes Alfa, Beta e Gama.

    “A EG.5 é uma variante de interesse porque tem uma mutação que pode aumentar a transmissibilidade do vírus, mas ainda não sabemos se ela tem outras características que possam afetar a gravidade da doença ou a eficácia das vacinas”, explicou Moreno.

    O pesquisador disse que a linhagem EG.5 já foi encontrada em outros países, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e França, mas ainda não há evidências de que ela seja mais prevalente ou mais perigosa do que as outras variantes. Ele destacou que a vigilância genômica é fundamental para monitorar a circulação do vírus e detectar novas variantes.

    “A Fiocruz está atenta à evolução do coronavírus e fazendo o sequenciamento genético de amostras de todo o país, em parceria com as secretarias de saúde e outros laboratórios. É importante rastrear os casos suspeitos e fazer o isolamento dos pacientes e dos contatos para evitar a disseminação das variantes”, afirmou Moreno.

    O pesquisador lembrou que a vacinação é a principal forma de proteção contra a Covid-19 e que as pessoas devem completar o esquema vacinal com as duas doses ou a dose única, conforme o imunizante utilizado. Ele também recomendou que as pessoas façam o reforço da vacina quando estiverem no grupo prioritário definido pelo Ministério da Saúde.

    “Não podemos baixar a guarda diante do coronavírus. A vacinação é essencial para reduzir os casos graves e as mortes pela Covid-19, mas também precisamos manter os cuidados básicos para evitar a transmissão do vírus. Só assim vamos conseguir controlar a pandemia”, concluiu Moreno.

    Fonte: Agência Fiocruz de Notícias

    A linhagem foi detectada em uma amostra de um paciente que viajou para a África do Sul, onde a Ômicron foi descoberta.

    A Fiocruz informou o resultado do sequenciamento genético à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e reforçou a importância da vacinação contra a Covid-19, bem como das medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento social e higiene das mãos.

    Segundo o pesquisador Thiago Moreno, coordenador do Laboratório de Genômica Viral da Fiocruz, a linhagem EG.5 é uma das 32 variantes de interesse da Ômicron, que têm pelo menos uma das 32 mutações na proteína Spike, responsável pela entrada do vírus nas células humanas. A EG.5 tem a mutação N501Y, que também está presente nas variantes Alfa, Beta e Gama.

    “A EG.5 é uma variante de interesse porque tem uma mutação que pode aumentar a transmissibilidade do vírus, mas ainda não sabemos se ela tem outras características que possam afetar a gravidade da doença ou a eficácia das vacinas”, explicou Moreno.

    O pesquisador disse que a linhagem EG.5 já foi encontrada em outros países, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e França, mas ainda não há evidências de que ela seja mais prevalente ou mais perigosa do que as outras variantes. Ele destacou que a vigilância genômica é fundamental para monitorar a circulação do vírus e detectar novas variantes.

    “A Fiocruz está atenta à evolução do coronavírus e fazendo o sequenciamento genético de amostras de todo o país, em parceria com as secretarias de saúde e outros laboratórios. É importante rastrear os casos suspeitos e fazer o isolamento dos pacientes e dos contatos para evitar a disseminação das variantes”, afirmou Moreno.

    O pesquisador lembrou que a vacinação é a principal forma de proteção contra a Covid-19 e que as pessoas devem completar o esquema vacinal com as duas doses ou a dose única, conforme o imunizante utilizado. Ele também recomendou que as pessoas façam o reforço da vacina quando estiverem no grupo prioritário definido pelo Ministério da Saúde.

    “Não podemos baixar a guarda diante do coronavírus. A vacinação é essencial para reduzir os casos graves e as mortes pela Covid-19, mas também precisamos manter os cuidados básicos para evitar a transmissão do vírus. Só assim vamos conseguir controlar a pandemia”, concluiu Moreno.

    Fonte: Agência Fiocruz de Notícias

  • Nova variante coronavírus: o que você precisa saber e como se proteger

    Nova variante coronavírus: o que você precisa saber e como se proteger

    O coronavírus é um tipo de vírus que pode causar doenças respiratórias, como a covid-19.

    Ele é chamado assim porque tem uma forma de coroa quando visto no microscópio. O coronavírus pode sofrer mutações, ou seja, mudanças no seu material genético, que podem alterar suas características. Essas mudanças podem tornar o vírus mais infeccioso, mais resistente às vacinas ou mais grave.

    As mutações ocorrem de forma aleatória e constante, mas nem todas são significativas. Quando uma mutação ou um conjunto de mutações faz com que o vírus se comporte de forma diferente, ele é chamado de variante. As variantes são identificadas por letras e números, como Alfa, Beta ou Ômicron.

    A OMS monitora as variantes preocupantes e divulga informações sobre elas.

    Existem atualmente três variantes recentes do coronavírus que estão circulando pelo mundo e que podem afetar o Brasil:

    • Eris (EG.5): Essa variante é descendente de XBB, subvariante da Ômicron, que foi localizada pela primeira vez na Indonésia em fevereiro de 2023 e designada como uma variante preocupante pela OMS em agosto de 2023. Ela é altamente infecciosa e tem uma mutação adicional na proteína spike, que é a parte do vírus que se liga às células humanas para entrar nelas. Essa mutação facilita a entrada do vírus nas células e pode aumentar o risco de infecção. Ela já foi detectada em 51 países, sendo a China o mais afetado.

    • Arcturus (XBB.1.16): Essa variante é da Ômicron que foi identificada pela primeira vez no Brasil em maio de 2023 e confirmada em São Paulo em junho de 2023. Ela tem 16 mutações na proteína spike, o que pode aumentar a transmissibilidade e a resistência às vacinas. Ela também pode causar sintomas diferentes da covid-19, como dor de cabeça, dor muscular e fadiga. Esses sintomas podem ser confundidos com outras doenças ou serem ignorados pelas pessoas, o que pode facilitar a propagação do vírus.

    • BQ.1: Essa variante é da Ômicron que foi encontrada no Amazonas em outubro de 2022 e no Rio de Janeiro em novembro de 2022. Ela tem 10 mutações na proteína spike, incluindo a E484K, que pode reduzir a eficácia das vacinas. Ela também pode estar associada a um aumento no número de casos e hospitalizações no Brasil . Essa variante pode ser mais perigosa para as pessoas que já foram vacinadas ou que já tiveram covid-19, pois elas podem não estar totalmente protegidas contra ela.

    Essas variantes são motivo de preocupação e exigem atenção das autoridades sanitárias e da população. É importante continuar seguindo as medidas de prevenção contra o coronavírus, como usar máscara, manter o distanciamento social e higienizar as mãos. Também é essencial se vacinar contra a covid-19 e tomar as doses de reforço quando indicado.

    Ele é chamado assim porque tem uma forma de coroa quando visto no microscópio. O coronavírus pode sofrer mutações, ou seja, mudanças no seu material genético, que podem alterar suas características. Essas mudanças podem tornar o vírus mais infeccioso, mais resistente às vacinas ou mais grave.

    As mutações ocorrem de forma aleatória e constante, mas nem todas são significativas. Quando uma mutação ou um conjunto de mutações faz com que o vírus se comporte de forma diferente, ele é chamado de variante. As variantes são identificadas por letras e números, como Alfa, Beta ou Ômicron.

    A OMS monitora as variantes preocupantes e divulga informações sobre elas.

    Existem atualmente três variantes recentes do coronavírus que estão circulando pelo mundo e que podem afetar o Brasil:

    • Eris (EG.5): Essa variante é descendente de XBB, subvariante da Ômicron, que foi localizada pela primeira vez na Indonésia em fevereiro de 2023 e designada como uma variante preocupante pela OMS em agosto de 2023. Ela é altamente infecciosa e tem uma mutação adicional na proteína spike, que é a parte do vírus que se liga às células humanas para entrar nelas. Essa mutação facilita a entrada do vírus nas células e pode aumentar o risco de infecção. Ela já foi detectada em 51 países, sendo a China o mais afetado.

    • Arcturus (XBB.1.16): Essa variante é da Ômicron que foi identificada pela primeira vez no Brasil em maio de 2023 e confirmada em São Paulo em junho de 2023. Ela tem 16 mutações na proteína spike, o que pode aumentar a transmissibilidade e a resistência às vacinas. Ela também pode causar sintomas diferentes da covid-19, como dor de cabeça, dor muscular e fadiga. Esses sintomas podem ser confundidos com outras doenças ou serem ignorados pelas pessoas, o que pode facilitar a propagação do vírus.

    • BQ.1: Essa variante é da Ômicron que foi encontrada no Amazonas em outubro de 2022 e no Rio de Janeiro em novembro de 2022. Ela tem 10 mutações na proteína spike, incluindo a E484K, que pode reduzir a eficácia das vacinas. Ela também pode estar associada a um aumento no número de casos e hospitalizações no Brasil . Essa variante pode ser mais perigosa para as pessoas que já foram vacinadas ou que já tiveram covid-19, pois elas podem não estar totalmente protegidas contra ela.

    Essas variantes são motivo de preocupação e exigem atenção das autoridades sanitárias e da população. É importante continuar seguindo as medidas de prevenção contra o coronavírus, como usar máscara, manter o distanciamento social e higienizar as mãos. Também é essencial se vacinar contra a covid-19 e tomar as doses de reforço quando indicado.

  • Síndrome Respiratória Aguda Grave: o que é, como identificar e como se prevenir

    Síndrome Respiratória Aguda Grave: o que é, como identificar e como se prevenir

    A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG ou SARS) é uma doença respiratória contagiosa que afeta os pulmões e pode causar pneumonia grave.

    Ela pode ser provocada por diferentes agentes infecciosos, como vírus ou bactérias, mas os mais comuns são os coronavírus (Sars-CoV) e o Influenza H1N1.

    Os sintomas da SRAG são semelhantes aos da gripe comum, mas podem se agravar rapidamente e levar a complicações respiratórias graves. Os principais sinais são:

    – Febre acima de 38ºC;

    – Tosse seca e persistente;

    – Falta de ar ou dificuldade para respirar;

    – Dor no peito ou sensação de pressão;

    – Baixa oxigenação do sangue (saturação menor que 95%);

    – Pele ou lábios azulados ou arroxeados.

    Em crianças, também podem ocorrer:

    – Desidratação;

    – Perda de apetite;

    – Irritabilidade ou sonolência.

    O diagnóstico da SRAG é feito por um médico, que avalia os sintomas, o histórico de saúde e o contato com pessoas doentes. Além disso, são solicitados exames de imagem (raio X ou tomografia do tórax) e de laboratório (hemograma, oximetria de pulso, cultura de escarro, teste de antígeno pneumocócico e RT-PCR para coronavírus).

    O tratamento da SRAG depende da causa e da gravidade do quadro. Em geral, é necessário o internamento hospitalar para receber oxigênio e medicamentos para aliviar os sintomas e combater a infecção. Nos casos mais críticos, pode ser preciso usar máquinas para respirar (ventilação mecânica ou ECMO).

    A prevenção da SRAG envolve medidas simples, mas eficazes, como:

    – Lavar as mãos com frequência com água e sabão ou álcool em gel;

    – Cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar com um lenço descartável ou com o cotovelo;

    – Evitar contato próximo com pessoas doentes ou com sintomas respiratórios;

    – Usar máscara de proteção em locais públicos ou com aglomeração de pessoas;

    – Manter os ambientes ventilados e limpos;

    – Vacinar-se contra a gripe e outras doenças respiratórias.

    A SRAG é uma doença séria que pode levar à morte se não for tratada adequadamente. Por isso, é importante ficar atento aos sintomas e procurar ajuda médica imediatamente em caso de suspeita.

    Ela pode ser provocada por diferentes agentes infecciosos, como vírus ou bactérias, mas os mais comuns são os coronavírus (Sars-CoV) e o Influenza H1N1.

    Os sintomas da SRAG são semelhantes aos da gripe comum, mas podem se agravar rapidamente e levar a complicações respiratórias graves. Os principais sinais são:

    – Febre acima de 38ºC;

    – Tosse seca e persistente;

    – Falta de ar ou dificuldade para respirar;

    – Dor no peito ou sensação de pressão;

    – Baixa oxigenação do sangue (saturação menor que 95%);

    – Pele ou lábios azulados ou arroxeados.

    Em crianças, também podem ocorrer:

    – Desidratação;

    – Perda de apetite;

    – Irritabilidade ou sonolência.

    O diagnóstico da SRAG é feito por um médico, que avalia os sintomas, o histórico de saúde e o contato com pessoas doentes. Além disso, são solicitados exames de imagem (raio X ou tomografia do tórax) e de laboratório (hemograma, oximetria de pulso, cultura de escarro, teste de antígeno pneumocócico e RT-PCR para coronavírus).

    O tratamento da SRAG depende da causa e da gravidade do quadro. Em geral, é necessário o internamento hospitalar para receber oxigênio e medicamentos para aliviar os sintomas e combater a infecção. Nos casos mais críticos, pode ser preciso usar máquinas para respirar (ventilação mecânica ou ECMO).

    A prevenção da SRAG envolve medidas simples, mas eficazes, como:

    – Lavar as mãos com frequência com água e sabão ou álcool em gel;

    – Cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar com um lenço descartável ou com o cotovelo;

    – Evitar contato próximo com pessoas doentes ou com sintomas respiratórios;

    – Usar máscara de proteção em locais públicos ou com aglomeração de pessoas;

    – Manter os ambientes ventilados e limpos;

    – Vacinar-se contra a gripe e outras doenças respiratórias.

    A SRAG é uma doença séria que pode levar à morte se não for tratada adequadamente. Por isso, é importante ficar atento aos sintomas e procurar ajuda médica imediatamente em caso de suspeita.

  • Secretaria Municipal da Saúde confirma 50 casos da variante delta em São Paulo


    O Instituto Butantan detectou 28 amostras da variante delta do novo coronavírus na capital paulista somente nessa terça-feira (03). Segundo a secretaria, a cidade já registrou 50 diagnósticos da nova variante.

    O primeiro caso foi confirmado em 7 de julho, desde então foram instaladas barreiras sanitárias nos terminais rodoviários da capital e no aeroporto de Congonhas para monitorar passageiros que chegam à cidade.

    (mais…)
  • Veja em quais cidades do Brasil a variante indiana do coronavírus já foi identificada


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    Veja também:

    Ouça a nova edição do Boletim Brasil:

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  • Dezoito estados brasileiros registraram mais mortes por coronavírus em 2021 do que em todo o ano de 2020


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