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  • Hiperatividade em crianças: saiba como detectar e sugestões para lidar com a situação

    Hiperatividade em crianças: saiba como detectar e sugestões para lidar com a situação

    Falta de atenção e hiperatividade na infância são considerados comportamentos prejudiciais para as atividades cotidianas de crianças, principalmente nas interações em casa e na escola; saiba mais

    O desafio da educação de uma criança hiperativa passa primeiro pelo diagnóstico do problema, pois geralmente há uma dificuldade de pais e responsáveis em identificar os sinais que levam os pequenos a apresentarem agitação excessiva e ausência de foco na vida diária.

    Por isso, para conhecer melhor a causa desse comportamento, é necessário analisar o contexto e ambiente em que a criança está inserida, assim como as circunstâncias em que a desatenção ou agitação é observada com maior frequência.

    Alguns dos sinais indicadores de hiperatividade infantil mais comuns:

    • Dificuldade da criança em seguir instruções simples;
    • Dificuldade de permanecer concentrada em uma atividade por um período razoável de tempo;
    • Impulsividade e compulsividade em suas ações;
    • Dificuldades no sono;
    • Distração e aversão a exercícios e atividades que exijam maior atenção em sua execução.

    Detectada a hiperatividade infantil, o que é preciso fazer para auxiliar?

    Segundo o pedagogo e especialista em Psicopedagogia e Análise de Comportamento Aplicado, William Samuel dos Santos, professor de pós-graduação de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva do Senac EAD, “vale ressaltar que esses aspectos prevalecem de forma combinada. Ou seja: tais sintomas podem ser indicativos de outras características do desenvolvimento cognitivo e biopsicossocial da criança. Portanto, a abordagem única pode não ser assertiva e suficientemente adequada. A avaliação por uma equipe multidisciplinar é essencial para uma análise completa, com estratégias personalizadas que atendam às características específicas dessa criança, levando-se em consideração seus interesses e a forma como ela aprende”, explica.

    Outro ponto importante é que, crianças com déficit de atenção e hiperatividade necessitam de uma abordagem de ensino personalizada, pautada pela sensibilidade, acolhimento, afetividade, escuta ativa e ludicidade, o que pode ser feito através de um psicopedagogo, ou profissional qualificado.

    Algumas marcas como a Pritt, apresentam em seu portfólio produtos que ajudam no desenvolvimento artístico de uma criança: atividades como colagem, recorte e pintura, são maneiras de estimular a criatividade, concentração e competências socioemocionais no universo infantil.

    Para Beatriz Negrão, gerente de Marketing da Pritt, marca especializada em colas escolares, o ato de desenhar, rabiscar e colar figuras ajuda a criança a construir um universo só seu e cheio de imaginação:

    “As atividades manuais estimulam a concentração, a socialização, o autocontrole, além do desenvolvimento cognitivo e motor“, comenta.

    Algumas dicas que podem ajudar na educação de crianças hiperativas

    • Manter ambientes organizados, sem barulho, com o mínimo de distrações e estímulos, visando reduzir a instabilidade ou a ansiedade da criança;
    • Estabelecer rotinas, criando combinados sobre as atividades fixas da criança por meio da previsibilidade, fazendo com que ela tenha maiores respostas e sentimento de segurança em suas demandas.

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    Intoxicação alimentar: por que é mais perigoso comer em casa do que na rua

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    Por isso, para conhecer melhor a causa desse comportamento, é necessário analisar o contexto e ambiente em que a criança está inserida, assim como as circunstâncias em que a desatenção ou agitação é observada com maior frequência.

    Alguns dos sinais indicadores de hiperatividade infantil mais comuns:

    • Dificuldade da criança em seguir instruções simples;
    • Dificuldade de permanecer concentrada em uma atividade por um período razoável de tempo;
    • Impulsividade e compulsividade em suas ações;
    • Dificuldades no sono;
    • Distração e aversão a exercícios e atividades que exijam maior atenção em sua execução.

    Detectada a hiperatividade infantil, o que é preciso fazer para auxiliar?

    Segundo o pedagogo e especialista em Psicopedagogia e Análise de Comportamento Aplicado, William Samuel dos Santos, professor de pós-graduação de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva do Senac EAD, “vale ressaltar que esses aspectos prevalecem de forma combinada. Ou seja: tais sintomas podem ser indicativos de outras características do desenvolvimento cognitivo e biopsicossocial da criança. Portanto, a abordagem única pode não ser assertiva e suficientemente adequada. A avaliação por uma equipe multidisciplinar é essencial para uma análise completa, com estratégias personalizadas que atendam às características específicas dessa criança, levando-se em consideração seus interesses e a forma como ela aprende”, explica.

    Outro ponto importante é que, crianças com déficit de atenção e hiperatividade necessitam de uma abordagem de ensino personalizada, pautada pela sensibilidade, acolhimento, afetividade, escuta ativa e ludicidade, o que pode ser feito através de um psicopedagogo, ou profissional qualificado.

    Algumas marcas como a Pritt, apresentam em seu portfólio produtos que ajudam no desenvolvimento artístico de uma criança: atividades como colagem, recorte e pintura, são maneiras de estimular a criatividade, concentração e competências socioemocionais no universo infantil.

    Para Beatriz Negrão, gerente de Marketing da Pritt, marca especializada em colas escolares, o ato de desenhar, rabiscar e colar figuras ajuda a criança a construir um universo só seu e cheio de imaginação:

    “As atividades manuais estimulam a concentração, a socialização, o autocontrole, além do desenvolvimento cognitivo e motor“, comenta.

    Algumas dicas que podem ajudar na educação de crianças hiperativas

    • Manter ambientes organizados, sem barulho, com o mínimo de distrações e estímulos, visando reduzir a instabilidade ou a ansiedade da criança;
    • Estabelecer rotinas, criando combinados sobre as atividades fixas da criança por meio da previsibilidade, fazendo com que ela tenha maiores respostas e sentimento de segurança em suas demandas.

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  • Você sabe quais são os benefícios do mel?

    Pouca gente sabe, mas o mel é um dos alimentos mais versáteis quando se trata de benefícios. Ele pode tanto combater resfriados quanto prevenir o envelhecimento da pele. É muito utilizado em tratamentos para a saúde devido às suas propriedades medicinais.

    Pensando nisso, o site “Notícias ao Minuto”, listou todos os benefícios desse adoçante natural poderoso. Veja:

    O mel é bom para dor de garganta

    Como o mel possui ação antimicrobiana, capaz de impedir o crescimento ou destruir micro-organismos, ele ajuda a aliviar a dor de garganta momentaneamente.

    As características que fazem com que ele tenha esta ação antibiótica são: o baixo ph, proporcionando um ambiente ácido que pode inibir o desenvolvimento de muitos micro-organismos, pouca quantidade de água, que não proporciona condições favoráveis para o crescimento das bactérias e ácido glucônico, que contribui para a formação do peróxido de hidrogênio, um poderoso antibactericida.

    Mel é bom para problemas respiratórios

    Pesquisas mostraram que bactérias causadoras de algumas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Entre esses micro-organismos estão a Haemophilus influenzae, responsável por infecções respiratórias e sinusites. Mycobacterium tuberculosis, que leva a tuberculose. Klebsiella pneumoniae e Streptococcus pneumoniae, que causam a pneumonia.

    O mel pode ajudar aliviando os sintomas e o desconforto, mas não promove a cura da doença em si. Como sempre, o tratamento dessas doenças deve ser indicado por um especialista.

    Vale também juntar este alimento com o própolis, substância complexa coletada e transformada por abelhas e que possui flavonoides. Os flavonoides apresentam propriedades antibactericida, sendo também coadjuvantes no tratamento de doenças respiratórias.

    Mel é bom para o intestino

    O mel pode ser um importante aliado na manutenção da microbiota intestinal (conhecida como flora intestinal), que são bactérias benéficas que carregamos ali. Contribuindo assim para um melhor trânsito intestinal, a consistência normal das fezes, prevenção de diarreia e constipação.

    Com a microbiota boa, quando a pessoa consumir fibras, as bactérias do bem transformam as fibras em ácidos graxos de cadeia curta, que impedem que os micro-organismos ruins do intestino invadam a corrente sanguínea e se espalhem pelo nosso corpo, criando uma defesa indireta.

    Todos estes benefícios ocorrem porque ele possui carboidratos não digeríveis e oligossacarídeos que são prebióticos, ou seja, contribuem para a manutenção da microbiota intestinal. Além disso, pesquisas mostraram que bactérias causadoras de algumas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Entre esses microrganismos estão: Escherichia coli, causadora de diarreia e infecções urinárias e Salmonella species, que pode levar a diarreia.

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    Mel é bom para a pele

    O mel é rico em antioxidantes, como ácidos fenólicos, os flavonoides e os carotenoides. Por isso, o alimento contribui para a diminuição dos radicais livres e, assim previne o envelhecimento precoce, contribuindo para uma pele mais bonita e saudável. O produto pode ser ingerido ou utilizado em cosméticos como sabonetes e cremes.

    Ao ser passado na pele, pesquisas realizadas como na Universidade de Ouagadougou de Burkina Faso, observaram que ele pode agir como cicatrizante de feridas e tratar casos de úlceras, queimaduras e abscessos na pele. Os micro-organismo staphylococcus aureus e salmonela typhimurium, ambos causadores de infecções em ferimentos, são sensíveis a ação antibacteriana do mel.

    Mel possui ação antioxidante

    Isto faz com que o mel ajude a diminuir os radicais livres e assim contribua para evitar o envelhecimento celular, proporcionando uma pele mais bonita e saudável e prevenindo doenças como o Alzheimer, cardiovasculares, entres outras.

    Mel diminui os riscos de infecção urinária

    Alguns estudos apontaram que bactérias causadoras de certas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Entre esses microrganismos estão a streptococcus faecalis, proteus species e pseudomonas aeruginosa, todas elas podem causar a infecção urinária.

    Mel melhora o sono e ajuda a relaxar

    O mel estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar. O alimento é um carboidrato fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, que é o hormônio responsável por baixar os níveis de estresse do organismo, melhorando o bem-estar.