Tag: Economia

  • Dívida Pública sobe 2,38% em abril e supera R$ 6 trilhões

    Dívida Pública sobe 2,38% em abril e supera R$ 6 trilhões

    A dívida pública é o valor total que o governo deve para os seus credores, como bancos, empresas e pessoas que compram títulos do Tesouro Nacional. Esses títulos são uma forma de o governo captar recursos para financiar seus gastos, como saúde, educação e infraestrutura.

    A dívida pública é importante para o funcionamento da economia, pois ajuda a regular a taxa de juros, a inflação e o crescimento. No entanto, ela também precisa ser controlada para não comprometer a capacidade de pagamento do país e a confiança dos investidores.

    Em abril de 2023, a dívida pública brasileira subiu 2,38% em relação a março e ficou em R$ 6,03 trilhões, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional. Esse foi o maior valor da série histórica, iniciada em 2004.

    Mas por que a dívida pública aumentou tanto? Segundo o Tesouro Nacional, os principais motivos foram:

    • A emissão líquida de títulos, ou seja, o governo emitiu mais títulos do que resgatou, no valor de R$ 86 bilhões;
    • A incorporação de juros, ou seja, o acréscimo dos juros que o governo paga aos credores, no valor de R$ 28 bilhões;
    • A desvalorização cambial, ou seja, a queda do valor do real em relação ao dólar, que afeta a parcela da dívida pública que é corrigida pela moeda estrangeira.

    O Tesouro Nacional afirmou que o aumento da dívida pública em abril foi um movimento pontual e que espera uma redução nos próximos meses. Além disso, destacou que o país tem reservas internacionais suficientes para cobrir a dívida externa e que tem ampliado o prazo médio e reduzido o custo médio da dívida interna.

    No entanto, o órgão também reconheceu que há riscos para a trajetória da dívida pública, como a incerteza sobre a evolução da pandemia de Covid-19 e seus impactos na atividade econômica e nas contas públicas. Por isso, defendeu a continuidade das reformas estruturais e do ajuste fiscal para garantir a sustentabilidade da dívida no longo prazo.

    Fonte: Link.

    A dívida pública é importante para o funcionamento da economia, pois ajuda a regular a taxa de juros, a inflação e o crescimento. No entanto, ela também precisa ser controlada para não comprometer a capacidade de pagamento do país e a confiança dos investidores.

    Em abril de 2023, a dívida pública brasileira subiu 2,38% em relação a março e ficou em R$ 6,03 trilhões, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional. Esse foi o maior valor da série histórica, iniciada em 2004.

    Mas por que a dívida pública aumentou tanto? Segundo o Tesouro Nacional, os principais motivos foram:

    • A emissão líquida de títulos, ou seja, o governo emitiu mais títulos do que resgatou, no valor de R$ 86 bilhões;
    • A incorporação de juros, ou seja, o acréscimo dos juros que o governo paga aos credores, no valor de R$ 28 bilhões;
    • A desvalorização cambial, ou seja, a queda do valor do real em relação ao dólar, que afeta a parcela da dívida pública que é corrigida pela moeda estrangeira.

    O Tesouro Nacional afirmou que o aumento da dívida pública em abril foi um movimento pontual e que espera uma redução nos próximos meses. Além disso, destacou que o país tem reservas internacionais suficientes para cobrir a dívida externa e que tem ampliado o prazo médio e reduzido o custo médio da dívida interna.

    No entanto, o órgão também reconheceu que há riscos para a trajetória da dívida pública, como a incerteza sobre a evolução da pandemia de Covid-19 e seus impactos na atividade econômica e nas contas públicas. Por isso, defendeu a continuidade das reformas estruturais e do ajuste fiscal para garantir a sustentabilidade da dívida no longo prazo.

    Fonte: Link.

  • O que é Cide e como ela afeta a economia brasileira?

    O que é Cide e como ela afeta a economia brasileira?

    A Cide é uma sigla para Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, um tipo de tributo que a União pode cobrar sobre determinados setores da economia, com o objetivo de corrigir distorções, prevenir abusos ou fomentar o desenvolvimento desses setores.

    A Cide tem natureza extrafiscal, ou seja, não visa apenas arrecadar recursos, mas também influenciar o comportamento dos agentes econômicos. Além disso, a Cide tem arrecadação vinculada, ou seja, os recursos devem ser aplicados em finalidades específicas relacionadas ao setor tributado.

    Existem vários tipos de Cide no Brasil, mas os mais conhecidos são a Cide-combustíveis, que incide sobre a importação e a comercialização de gasolina, diesel, querosene de aviação e outros derivados de petróleo; a Cide-royalties, que incide sobre a remessa de royalties e outras compensações pagas ao exterior por uso ou exploração de direitos intelectuais; e o Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), que incide sobre o frete cobrado pelo transporte aquaviário de mercadorias na navegação de longo curso, cabotagem e interior.

    A Cide tem impactos econômicos diversos, dependendo do setor afetado. Em geral, ela aumenta o custo de produção e pode ser repassada aos preços finais dos bens e serviços, afetando os consumidores. Por outro lado, ela também pode gerar receitas para investimentos públicos em infraestrutura, educação, pesquisa e desenvolvimento, entre outras áreas. No entanto, nem sempre a Cide é aplicada de forma eficiente e transparente pelo governo, podendo gerar distorções e ineficiências na alocação dos recursos.

    A Cide tem natureza extrafiscal, ou seja, não visa apenas arrecadar recursos, mas também influenciar o comportamento dos agentes econômicos. Além disso, a Cide tem arrecadação vinculada, ou seja, os recursos devem ser aplicados em finalidades específicas relacionadas ao setor tributado.

    Existem vários tipos de Cide no Brasil, mas os mais conhecidos são a Cide-combustíveis, que incide sobre a importação e a comercialização de gasolina, diesel, querosene de aviação e outros derivados de petróleo; a Cide-royalties, que incide sobre a remessa de royalties e outras compensações pagas ao exterior por uso ou exploração de direitos intelectuais; e o Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), que incide sobre o frete cobrado pelo transporte aquaviário de mercadorias na navegação de longo curso, cabotagem e interior.

    A Cide tem impactos econômicos diversos, dependendo do setor afetado. Em geral, ela aumenta o custo de produção e pode ser repassada aos preços finais dos bens e serviços, afetando os consumidores. Por outro lado, ela também pode gerar receitas para investimentos públicos em infraestrutura, educação, pesquisa e desenvolvimento, entre outras áreas. No entanto, nem sempre a Cide é aplicada de forma eficiente e transparente pelo governo, podendo gerar distorções e ineficiências na alocação dos recursos.

  • Governo quer fiscalizar postos de combustíveis para garantir queda nos preços

    Governo quer fiscalizar postos de combustíveis para garantir queda nos preços

    O governo federal anunciou uma nova estratégia para garantir que a redução dos preços dos combustíveis anunciada pela Petrobras chegue aos consumidores finais.

    Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) irá fiscalizar os postos de gasolina para evitar abusos e punir os infratores.

    A medida foi tomada após a Petrobras acabar com a política de Preço de Paridade de Internacional (PPI), que atrelava os preços dos combustíveis às variações do mercado internacional. Com isso, a empresa reduziu o preço médio do diesel em R$ 0,44 por litro e o da gasolina em R$ 0,40 por litro para as distribuidoras.

    O ministro afirmou que o objetivo é beneficiar o povo brasileiro com uma política nacional de preços dos combustíveis justa e competitiva. Ele também disse que a Petrobras tem que cumprir seu papel social e se tornar mais moderna e perene.


    Fonte: Link.

    Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) irá fiscalizar os postos de gasolina para evitar abusos e punir os infratores.

    A medida foi tomada após a Petrobras acabar com a política de Preço de Paridade de Internacional (PPI), que atrelava os preços dos combustíveis às variações do mercado internacional. Com isso, a empresa reduziu o preço médio do diesel em R$ 0,44 por litro e o da gasolina em R$ 0,40 por litro para as distribuidoras.

    O ministro afirmou que o objetivo é beneficiar o povo brasileiro com uma política nacional de preços dos combustíveis justa e competitiva. Ele também disse que a Petrobras tem que cumprir seu papel social e se tornar mais moderna e perene.


    Fonte: Link.

  • Como o governo pretende reduzir o Custo Brasil em R$ 1,7 trilhão

    Como o governo pretende reduzir o Custo Brasil em R$ 1,7 trilhão

    O Custo Brasil é um termo que se refere ao conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas e econômicas que encarecem a produção e a prestação de serviços no país.

    Segundo um estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), esse custo representa cerca de 22% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, ou seja, R$ 1,7 trilhão.

    Para enfrentar esse problema, o governo federal quer estabelecer metas para reduzir o Custo Brasil nos próximos anos. O plano de melhorias, segundo a secretária de competitividade e política regulatória do Ministério da Economia, Andreia Macedo, estará no Plano Plurianual (PPA), que deve ser divulgado até agosto.

    O PPA é um instrumento de planejamento governamental que define as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública para um período de quatro anos. Entre as áreas prioritárias para reduzir o Custo Brasil, estão a infraestrutura, a logística, a energia, o ambiente de negócios, a tributação e a desburocratização.

    O objetivo é aumentar a produtividade e a competitividade da economia brasileira, estimular o crescimento sustentável e gerar emprego e renda para a população. Segundo Andreia Macedo, o governo espera que as medidas possam reduzir o Custo Brasil em pelo menos 10% até 2025.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Segundo um estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), esse custo representa cerca de 22% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, ou seja, R$ 1,7 trilhão.

    Para enfrentar esse problema, o governo federal quer estabelecer metas para reduzir o Custo Brasil nos próximos anos. O plano de melhorias, segundo a secretária de competitividade e política regulatória do Ministério da Economia, Andreia Macedo, estará no Plano Plurianual (PPA), que deve ser divulgado até agosto.

    O PPA é um instrumento de planejamento governamental que define as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública para um período de quatro anos. Entre as áreas prioritárias para reduzir o Custo Brasil, estão a infraestrutura, a logística, a energia, o ambiente de negócios, a tributação e a desburocratização.

    O objetivo é aumentar a produtividade e a competitividade da economia brasileira, estimular o crescimento sustentável e gerar emprego e renda para a população. Segundo Andreia Macedo, o governo espera que as medidas possam reduzir o Custo Brasil em pelo menos 10% até 2025.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Reforma tributária pode elevar isenção do IR para R$ 4 mil em 2025, diz Haddad

    Reforma tributária pode elevar isenção do IR para R$ 4 mil em 2025, diz Haddad

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (5) que a reforma tributária em discussão no Congresso pode permitir um aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda para R$ 4 mil em 2025.

    Em entrevista à rádio CBN, ele disse que a proposta do governo prevê uma simplificação e uma redistribuição da carga tributária, sem aumentar a arrecadação.

    Segundo Haddad, a reforma tributária vai reduzir os impostos sobre o consumo e aumentar os impostos sobre a renda e o patrimônio, especialmente dos mais ricos. Ele defendeu que essa mudança vai tornar o sistema tributário mais justo e eficiente, estimulando o crescimento econômico e a geração de empregos.

    O ministro explicou que o aumento da faixa de isenção do IR depende de outras medidas que vão compensar a perda de receita, como a revisão das deduções e das alíquotas. Ele disse que o governo está aberto ao diálogo com os parlamentares e com a sociedade para construir um consenso em torno da reforma.

    Haddad também comentou sobre outros temas relacionados à economia, como a inflação, o câmbio, o endividamento público e a retomada da atividade após a pandemia. Ele reafirmou o compromisso do governo com o teto de gastos e com a agenda de reformas estruturais.

    Em entrevista à rádio CBN, ele disse que a proposta do governo prevê uma simplificação e uma redistribuição da carga tributária, sem aumentar a arrecadação.

    Segundo Haddad, a reforma tributária vai reduzir os impostos sobre o consumo e aumentar os impostos sobre a renda e o patrimônio, especialmente dos mais ricos. Ele defendeu que essa mudança vai tornar o sistema tributário mais justo e eficiente, estimulando o crescimento econômico e a geração de empregos.

    O ministro explicou que o aumento da faixa de isenção do IR depende de outras medidas que vão compensar a perda de receita, como a revisão das deduções e das alíquotas. Ele disse que o governo está aberto ao diálogo com os parlamentares e com a sociedade para construir um consenso em torno da reforma.

    Haddad também comentou sobre outros temas relacionados à economia, como a inflação, o câmbio, o endividamento público e a retomada da atividade após a pandemia. Ele reafirmou o compromisso do governo com o teto de gastos e com a agenda de reformas estruturais.

  • O que é o Conselhão de Lula e quais empresários e influenciadores participam?

    O que é o Conselhão de Lula e quais empresários e influenciadores participam?

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recriou o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, o chamado “Conselhão”, que havia sido extinto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    O órgão tem como objetivo auxiliar o governo na formulação e análise de políticas públicas para o desenvolvimento do país.

    O Conselhão foi criado por Lula em 2003, em seu primeiro mandato, e era composto por dezenas de empresários e representantes de outros setores da sociedade. O grupo se reunia periodicamente com o presidente da República para discutir temas relevantes para a economia e o bem-estar social. Na era Lula, o Conselhão foi responsável pela elaboração de medidas importantes para que a crise econômica mundial de 2008 não atingisse o país.

    De acordo com o decreto publicado em março deste ano, o Conselhão será integrado pelo presidente da República, que também o presidirá, pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, pelo ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e por cidadãos brasileiros “de ilibada conduta e reconhecida liderança e representatividade”. Os representantes dos diversos setores serão escolhidos por Lula para um período inicial de dois anos, podendo ser reconduzidos.

    A previsão é de que o colegiado seja reinstalado em abril, por ocasião dos 100 dias do terceiro mandato de Lula. Entre os nomes já convidados para integrar o Conselhão estão: Neca Setúbal, socióloga e herdeira do grupo Itaú; Cristina Junqueira, dirigente do Nubank; Leila Pereira, empresária e presidente do Palmeiras; Luiza Trajano, empresária e fundadora do Magazine Luiza; Glauco Humai, presidente da Associação de Shopping Centers; José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC); José Vicente, reitor da Universidade Zumbi dos Palmares; entre outros.

    O órgão tem como objetivo auxiliar o governo na formulação e análise de políticas públicas para o desenvolvimento do país.

    O Conselhão foi criado por Lula em 2003, em seu primeiro mandato, e era composto por dezenas de empresários e representantes de outros setores da sociedade. O grupo se reunia periodicamente com o presidente da República para discutir temas relevantes para a economia e o bem-estar social. Na era Lula, o Conselhão foi responsável pela elaboração de medidas importantes para que a crise econômica mundial de 2008 não atingisse o país.

    De acordo com o decreto publicado em março deste ano, o Conselhão será integrado pelo presidente da República, que também o presidirá, pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, pelo ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e por cidadãos brasileiros “de ilibada conduta e reconhecida liderança e representatividade”. Os representantes dos diversos setores serão escolhidos por Lula para um período inicial de dois anos, podendo ser reconduzidos.

    A previsão é de que o colegiado seja reinstalado em abril, por ocasião dos 100 dias do terceiro mandato de Lula. Entre os nomes já convidados para integrar o Conselhão estão: Neca Setúbal, socióloga e herdeira do grupo Itaú; Cristina Junqueira, dirigente do Nubank; Leila Pereira, empresária e presidente do Palmeiras; Luiza Trajano, empresária e fundadora do Magazine Luiza; Glauco Humai, presidente da Associação de Shopping Centers; José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC); José Vicente, reitor da Universidade Zumbi dos Palmares; entre outros.

  • Salário mínimo 2023: saiba quanto vai aumentar e como é calculado

    Salário mínimo 2023: saiba quanto vai aumentar e como é calculado

    O salário mínimo é uma das principais referências para a vida do trabalhador brasileiro. O valor do piso nacional afeta toda a economia e suas políticas de variações impactam os rendimentos dos cidadãos.

    Neste post, você vai saber qual o valor atual do salário mínimo, perspectivas de aumento e histórico.

    Qual o valor atual do salário mínimo? Em 2023, o valor salário mínimo será de R$ 1.302 no Brasil até o final de abril. Em maio, o valor deverá subir para R$ 1.320. Em 2022, o salário mínimo era de R$ 1.212.

    O valor do salário mínimo pode aumentar ainda em 2023? O aumento foi confirmado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e acontecerá a partir do dia 1º de maio de 2023. Segundo o mandatário, o reajuste já está “combinado” com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho.

    Como o aumento do valor do salário mínimo é calculado? Pela Constituição Federal, o governo é obrigado a reajustar o valor do salário mínimo para cobrir pelo menos a inflação acumulada do ano anterior. A referência utilizada na correção do salário mínimo é o do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), indicador de inflação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que tradicionalmente é usado em reajustes salariais.

    O aumento real do salário mínimo, acima do valor da inflação, não é obrigatório pela Constituição, mas foi uma das principais promessas do presidente Lula na campanha das eleições 2022. A intenção do presidente é que o valor do reajuste do salário mínimo seja proporcional ao crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no ano anterior.

    Neste post, você vai saber qual o valor atual do salário mínimo, perspectivas de aumento e histórico.

    Qual o valor atual do salário mínimo? Em 2023, o valor salário mínimo será de R$ 1.302 no Brasil até o final de abril. Em maio, o valor deverá subir para R$ 1.320. Em 2022, o salário mínimo era de R$ 1.212.

    O valor do salário mínimo pode aumentar ainda em 2023? O aumento foi confirmado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e acontecerá a partir do dia 1º de maio de 2023. Segundo o mandatário, o reajuste já está “combinado” com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho.

    Como o aumento do valor do salário mínimo é calculado? Pela Constituição Federal, o governo é obrigado a reajustar o valor do salário mínimo para cobrir pelo menos a inflação acumulada do ano anterior. A referência utilizada na correção do salário mínimo é o do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), indicador de inflação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que tradicionalmente é usado em reajustes salariais.

    O aumento real do salário mínimo, acima do valor da inflação, não é obrigatório pela Constituição, mas foi uma das principais promessas do presidente Lula na campanha das eleições 2022. A intenção do presidente é que o valor do reajuste do salário mínimo seja proporcional ao crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no ano anterior.

  • Como o desemprego no Brasil evoluiu no primeiro trimestre de 2023?

    Como o desemprego no Brasil evoluiu no primeiro trimestre de 2023?

    O IBGE divulgou nesta sexta-feira (28) que a taxa média de desemprego no Brasil subiu para 8,8% no primeiro trimestre de 2023, um aumento de 0,9 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

    Apesar do crescimento, o índice ficou abaixo das expectativas do mercado e mostrou uma queda de 2,4 pontos na comparação com o mesmo período do ano passado.

    Segundo especialistas consultados pela CNN, o dado revela que o mercado de trabalho caminha “lentamente” em 2023, mas traz “boas notícias”. Uma delas é a redução da taxa de subutilização, que mede as pessoas que gostariam de trabalhar mais horas e não encontram oportunidade. Esse indicador ficou em 18,9%, o menor nível desde o início da pandemia de Covid-19.

    Os analistas também apontam que a alta do desemprego no primeiro trimestre pode ser explicada em parte por questões sazonais, como a menor atividade econômica no início do ano e a recuperação ainda gradual após as restrições sanitárias. Além disso, eles afirmam que as ações do governo ainda não tiveram impacto significativo sobre o mercado de trabalho, que reage com defasagem à evolução da economia.

    O desemprego é um dos principais desafios do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que assumiu em janeiro com a promessa de retomar o crescimento e gerar empregos. Para isso, ele terá que enfrentar os efeitos da crise hídrica, da inflação elevada e das incertezas políticas.

    Apesar do crescimento, o índice ficou abaixo das expectativas do mercado e mostrou uma queda de 2,4 pontos na comparação com o mesmo período do ano passado.

    Segundo especialistas consultados pela CNN, o dado revela que o mercado de trabalho caminha “lentamente” em 2023, mas traz “boas notícias”. Uma delas é a redução da taxa de subutilização, que mede as pessoas que gostariam de trabalhar mais horas e não encontram oportunidade. Esse indicador ficou em 18,9%, o menor nível desde o início da pandemia de Covid-19.

    Os analistas também apontam que a alta do desemprego no primeiro trimestre pode ser explicada em parte por questões sazonais, como a menor atividade econômica no início do ano e a recuperação ainda gradual após as restrições sanitárias. Além disso, eles afirmam que as ações do governo ainda não tiveram impacto significativo sobre o mercado de trabalho, que reage com defasagem à evolução da economia.

    O desemprego é um dos principais desafios do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que assumiu em janeiro com a promessa de retomar o crescimento e gerar empregos. Para isso, ele terá que enfrentar os efeitos da crise hídrica, da inflação elevada e das incertezas políticas.

  • Pix cresce em popularidade e bate recorde de transações em março

    Pix cresce em popularidade e bate recorde de transações em março

    Segundo dados do BC, em março deste ano, as transações de pessoas físicas para empresas representaram 27% do total de operações realizadas pelo Pix, o maior percentual desde o lançamento do sistema em novembro de 2020.

    Isso significa que o Pix está sendo usado não apenas para transferir dinheiro entre pessoas, mas também para fazer compras e pagar contas de forma rápida e segura. Em março, foram registradas 683,75 milhões de transações desse tipo, movimentando R$ 423,27 bilhões.

    O uso total do Pix também bateu recorde em março, superando pela primeira vez a marca de 3 bilhões de transações mensais. O valor movimentado também foi recorde, com R$ 1,28 trilhão transferidos no mês passado.

    O Pix é uma alternativa aos meios tradicionais de pagamento, como boleto, TED e DOC. Com ele, é possível enviar e receber dinheiro em até 10 segundos, a qualquer hora do dia ou da noite, todos os dias da semana, inclusive feriados. Além disso, o Pix é gratuito para pessoas físicas e tem custos reduzidos para empresas.

    Para usar o Pix, basta ter uma conta em uma instituição financeira participante e cadastrar uma chave Pix, que pode ser o CPF, o CNPJ, o e-mail, o número de celular ou um código aleatório. Depois, é só informar a chave Pix do destinatário ou ler um QR Code para fazer a transação.

    O Pix é uma inovação que veio para facilitar a vida dos brasileiros e estimular a competição e a inclusão financeira no país. Se você ainda não usa o Pix, aproveite para conhecer os benefícios desse sistema e experimente essa nova forma de pagar e receber.

    Isso significa que o Pix está sendo usado não apenas para transferir dinheiro entre pessoas, mas também para fazer compras e pagar contas de forma rápida e segura. Em março, foram registradas 683,75 milhões de transações desse tipo, movimentando R$ 423,27 bilhões.

    O uso total do Pix também bateu recorde em março, superando pela primeira vez a marca de 3 bilhões de transações mensais. O valor movimentado também foi recorde, com R$ 1,28 trilhão transferidos no mês passado.

    O Pix é uma alternativa aos meios tradicionais de pagamento, como boleto, TED e DOC. Com ele, é possível enviar e receber dinheiro em até 10 segundos, a qualquer hora do dia ou da noite, todos os dias da semana, inclusive feriados. Além disso, o Pix é gratuito para pessoas físicas e tem custos reduzidos para empresas.

    Para usar o Pix, basta ter uma conta em uma instituição financeira participante e cadastrar uma chave Pix, que pode ser o CPF, o CNPJ, o e-mail, o número de celular ou um código aleatório. Depois, é só informar a chave Pix do destinatário ou ler um QR Code para fazer a transação.

    O Pix é uma inovação que veio para facilitar a vida dos brasileiros e estimular a competição e a inclusão financeira no país. Se você ainda não usa o Pix, aproveite para conhecer os benefícios desse sistema e experimente essa nova forma de pagar e receber.

  • ISS Turismo no Rio cresce 15% em abril com feriados

    ISS Turismo no Rio cresce 15% em abril com feriados

    O Rio de Janeiro teve um aumento na arrecadação do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) de turismo em abril de 2023, graças ao número de feriados no mês. Segundo a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Simplificação e a Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (Riotur), o valor estimado…

    O ISS Turismo representa 8,9% de toda a arrecadação do imposto ao longo do ano na cidade, que tem forte vocação para o setor. Os feriados atraem milhares de turistas brasileiros e estrangeiros para o Rio, além de oferecerem aos cariocas a oportunidade de circular pela cidade e movimentar a economia local.

    O presidente da Riotur, Ronnie Costa, destacou que a cidade tem atrações e atividades no ano inteiro, não é só na época do carnaval e do réveillon. Ele afirmou que a empresa tem trabalhado ativamente na divulgação da cidade com foco nos períodos de feriados, apresentando a programação, as ofertas e buscando atrair os turistas que estão nas cidades e estados próximos.

    Fonte: Link.

    O ISS Turismo representa 8,9% de toda a arrecadação do imposto ao longo do ano na cidade, que tem forte vocação para o setor. Os feriados atraem milhares de turistas brasileiros e estrangeiros para o Rio, além de oferecerem aos cariocas a oportunidade de circular pela cidade e movimentar a economia local.

    O presidente da Riotur, Ronnie Costa, destacou que a cidade tem atrações e atividades no ano inteiro, não é só na época do carnaval e do réveillon. Ele afirmou que a empresa tem trabalhado ativamente na divulgação da cidade com foco nos períodos de feriados, apresentando a programação, as ofertas e buscando atrair os turistas que estão nas cidades e estados próximos.

    Fonte: Link.