Tag: Economia

  • Bitcoin atrai quem gosta da ideia de que não veio de algum governo, diz Nobel de Economia

    O ganhador do Prêmio Nobel de Economia, Robert Shiller, voltou a criticar o bitcoin, chamando a criptomoeda de mais um experimento psicológico do que um investimento sério.

    “Estou interessado em bitcoin como uma espécie de bolha. Isso não significa que irá desaparecer, que vai estourar para sempre. Pode permanecer conosco por um tempo”, disse Shiller à rede CNBC. “Para mim, é como outro exemplo de comportamento humano passageiro. É fascinante”, acrescentou.

    Segundo o economista, o bitcoin se assemelha à mania das tulipas do século 17, quando o preço dos bulbos de tulipas disparou e depois caiu no início de 1637.

    Shiller diz que não possui bitcoin, mas reconhece que alguns ganharam com o preço do balão. “Eu não quero descartá-lo. Algumas pessoas inteligentes entraram nessas e em outras criptomoedas”, afirmou.

    “Mas é uma história que acho que vai muito além do mérito da ideia […] É mais psicológica do que algo que poderia ser explicado pelo departamento de ciência da computação”, emendou.

    Shiller acrescentou que o bitcoin é sobre política também.

    “Parte disso é político. Os economistas tendem a negligenciar o lado político. Há um grande elemento de pessoas que não confiam mais no governo. Elas gostam da ideia de que isso não veio do governo. Ele veio de um cientista da computação realmente inteligente. Eles gostam disso. É uma ótima história para mercados de hoje”, avaliou.

    O bitcoin foi negociado na casa dos US$ 8.000 nesta segunda-feira, que é de 60% de seu recorde de US$ 20.000. Depois de registrar altas recordes quase todos os dias em dezembro de 2017, o bitcoin viu seu saldo girar em torno das marcas de US$ 6.500 a US$ 8.000. Apesar da recente volatilidade, o preço da criptomoeda número 1 do mundo subiu oito vezes nos últimos 16 meses. Com informações da Sputnik Brasil

  • Confiança do comércio atinge maior índice desde abril de 2014: 114,5 pontos

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio, medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), subiu 2,1% de fevereiro para março e atingiu 114,5 pontos em uma escala de zero a 200. Esse é o maior patamar do indicador desde abril de 2014.

    O resultado ocorre, principalmente, por conta da melhora de 4,5% na avaliação das condições atuais pelos comerciantes, apesar de ainda situar-se na zona negativa. Apesar disso, o subindice das condições atuais ficou em 92,9 pontos, ainda em uma zona negativa (abaixo de 100 pontos).

    As expectativas dos comerciantes no curto prazo são as maiores desde dezembro de 2013, já que, com um aumento de 1%, chegaram ao patamar de 155,6 pontos.

    O subíndice que mede as intenções de investimento do comércio teve leve aumento mensal de 0,8%, com destaque para o aumento da intenção de contratação de funcionários (1,4%).

    Variação anual

    Na comparação com março de 2017, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio acusou aumento de 14,6% em razão da alta de 36,2% nas condições atuais, de 5,4% nas expectativas e de 13,2% nas intenções de investimento.

    Segundo a CNC, a avaliação mais positiva dos varejistas deve-se à recuperação do comércio, que se baseia principalmente no consumo, aliada à manutenção do cenário favorável de inflação e melhores condições de crédito.

    Para a Confederação Nacional do Comércio, o processo de recuperação, mesmo lento, do emprego e da renda tende a impulsionar ainda mais a confiança dos empresários.

    Por: EBC

  • Brasileiros economizam em produtos de limpeza e gastam mais com cerveja premium

    De acordo com uma pesquisa feita pela empresa de consultoria McKinsey, os brasileiros estão economizando em produtos de limpeza para gastarem mais com cerveja premium. Esse comportamento também foi registrado em outros países da América Latina e nos EUA.

    Ouça a reportagem completa abaixo. Não deixe de conferir, de segunda a sábado, na programação da W Rádio Brasil, o Conexão News com tudo o que acontece no Brasil e no Mundo. Ouça pelo Site, APP ou no TuneIn.

  • Amazon ultrapassa Google e se torna a 2ª empresa mais valiosa do mundo

    A Amazon se tornou a segunda empresa mais valiosa do mundo nesta terça-feira (20). Após superar o Google, a companhia de Jeff Bezos ficou atrás apenas da Apple.

    Vale lembrar que no ano passado as ações da companhia subiram impressionantes 83%. Especialistas apontam que a Amazon deve ultrapassar a Apple em menos de dois anos.

    Confira a reportagem completa abaixo: