Tag: Economia

  • O que é o G20 e por que ele é importante para o Brasil?

    O que é o G20 e por que ele é importante para o Brasil?

    O G20 é um grupo formado pelos ministros da Economia e presidentes dos Bancos Centrais de 19 países e da União Europeia. Juntos, esses países representam cerca de 80% da economia global e discutem os principais desafios econômicos, políticos e de saúde do mundo.

    O Brasil é um dos membros fundadores do G20 e tem participado ativamente das reuniões desde a sua criação em 1999. O país tem contribuído para a solução de crises globais, como a crise financeira de 2008 e a pandemia de Covid-19, defendendo os interesses dos países emergentes e em desenvolvimento.

    O Brasil também tem se beneficiado da cooperação e do diálogo com os demais membros do G20, que representam cerca de 80% do PIB mundial, 75% do comércio internacional e 65% da população global. O G20 é um espaço privilegiado para o Brasil ampliar suas relações econômicas e comerciais com os principais parceiros globais, além de fortalecer sua voz e sua influência na governança global.

    Em dezembro deste ano, o Brasil assumirá a presidência do G20 pela primeira vez na história. O país terá a oportunidade de definir as prioridades e a agenda do grupo para o ano de 2024, além de sediar a cúpula de líderes em Brasília. Entre os temas que devem ganhar destaque estão a mobilização de recursos para o desenvolvimento sustentável e o combate às mudanças climáticas, o alívio da dívida dos países pobres e a recuperação econômica pós-pandemia.

    A presidência do G20 será uma chance para o Brasil mostrar ao mundo sua capacidade de liderança e de construção de consensos em temas complexos e relevantes para o futuro da humanidade. Será também uma oportunidade para o Brasil reafirmar seu compromisso com o multilateralismo, a cooperação internacional e a paz entre as nações.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    O Brasil é um dos membros fundadores do G20 e tem participado ativamente das reuniões desde a sua criação em 1999. O país tem contribuído para a solução de crises globais, como a crise financeira de 2008 e a pandemia de Covid-19, defendendo os interesses dos países emergentes e em desenvolvimento.

    O Brasil também tem se beneficiado da cooperação e do diálogo com os demais membros do G20, que representam cerca de 80% do PIB mundial, 75% do comércio internacional e 65% da população global. O G20 é um espaço privilegiado para o Brasil ampliar suas relações econômicas e comerciais com os principais parceiros globais, além de fortalecer sua voz e sua influência na governança global.

    Em dezembro deste ano, o Brasil assumirá a presidência do G20 pela primeira vez na história. O país terá a oportunidade de definir as prioridades e a agenda do grupo para o ano de 2024, além de sediar a cúpula de líderes em Brasília. Entre os temas que devem ganhar destaque estão a mobilização de recursos para o desenvolvimento sustentável e o combate às mudanças climáticas, o alívio da dívida dos países pobres e a recuperação econômica pós-pandemia.

    A presidência do G20 será uma chance para o Brasil mostrar ao mundo sua capacidade de liderança e de construção de consensos em temas complexos e relevantes para o futuro da humanidade. Será também uma oportunidade para o Brasil reafirmar seu compromisso com o multilateralismo, a cooperação internacional e a paz entre as nações.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • BC decide manter taxa de juros em 13,75%; como isso te afeta?

    BC decide manter taxa de juros em 13,75%; como isso te afeta?

    A taxa de juros é a taxa básica de juros da economia brasileira, que é definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

    A taxa de juros atual é de 13,75% ao ano e está nesse patamar desde agosto de 2022.

    O BC decidiu manter a taxa nesse nível para conter a inflação, que está acima da meta estabelecida pelo governo. A decisão foi unânime e era esperada pelo mercado financeiro.

    A taxa de juros afeta a economia de várias formas. Alguns dos principais efeitos são:

    • A taxa de juros influencia o custo e a disponibilidade do crédito para consumidores e empresas. Quanto maior a taxa de juros, mais caro fica pedir dinheiro emprestado ou usar o cartão de crédito. Isso tende a desestimular o consumo e o investimento, reduzindo a demanda por bens e serviços na economia.
    • A taxa de juros também afeta a poupança das pessoas. Quanto maior a taxa de juros, mais atrativo fica guardar dinheiro em aplicações financeiras que rendem juros. Isso também tende a diminuir o consumo e aumentar a oferta de recursos para financiar projetos produtivos.
    • A taxa de juros pode afetar o crescimento econômico, pois depende do equilíbrio entre consumo, investimento, poupança e crédito. Se a taxa de juros for muito alta, pode haver uma queda na atividade econômica e no emprego. Se for muito baixa, pode haver um aumento excessivo da demanda e da inflação.

    Você pode se beneficiar da taxa de juros de diferentes formas, dependendo do seu perfil de investidor e dos seus objetivos financeiros. Algumas das possibilidades são:

    • Se você tem dívidas ou pretende fazer um financiamento, pode aproveitar as taxas de juros mais baixas para renegociar suas parcelas ou obter melhores condições de crédito.

    • Se você tem dinheiro para investir, pode escolher entre diferentes tipos de aplicações que se beneficiam das taxas de juros mais altas ou mais baixas. Por exemplo, os investimentos de renda fixa pós-fixada rendem mais quando a taxa Selic sobe; os investimentos de renda fixa prefixada ou atrelados à inflação se valorizam quando a taxa Selic cai; e os investimentos de renda variável tendem a ter melhor desempenho quando a taxa Selic está em um nível moderado.

    • Se você quer diversificar sua carteira, pode investir em fundos internacionais que se beneficiam da diferença entre as taxas de juros do Brasil e dos outros países. Por exemplo, quando a taxa de juros no Brasil sobe e nos Estados Unidos cai, o real tende a se valorizar em relação ao dólar, o que favorece os fundos que aplicam em ativos estrangeiros

    A taxa de juros atual é de 13,75% ao ano e está nesse patamar desde agosto de 2022.

    O BC decidiu manter a taxa nesse nível para conter a inflação, que está acima da meta estabelecida pelo governo. A decisão foi unânime e era esperada pelo mercado financeiro.

    A taxa de juros afeta a economia de várias formas. Alguns dos principais efeitos são:

    • A taxa de juros influencia o custo e a disponibilidade do crédito para consumidores e empresas. Quanto maior a taxa de juros, mais caro fica pedir dinheiro emprestado ou usar o cartão de crédito. Isso tende a desestimular o consumo e o investimento, reduzindo a demanda por bens e serviços na economia.
    • A taxa de juros também afeta a poupança das pessoas. Quanto maior a taxa de juros, mais atrativo fica guardar dinheiro em aplicações financeiras que rendem juros. Isso também tende a diminuir o consumo e aumentar a oferta de recursos para financiar projetos produtivos.
    • A taxa de juros pode afetar o crescimento econômico, pois depende do equilíbrio entre consumo, investimento, poupança e crédito. Se a taxa de juros for muito alta, pode haver uma queda na atividade econômica e no emprego. Se for muito baixa, pode haver um aumento excessivo da demanda e da inflação.

    Você pode se beneficiar da taxa de juros de diferentes formas, dependendo do seu perfil de investidor e dos seus objetivos financeiros. Algumas das possibilidades são:

    • Se você tem dívidas ou pretende fazer um financiamento, pode aproveitar as taxas de juros mais baixas para renegociar suas parcelas ou obter melhores condições de crédito.

    • Se você tem dinheiro para investir, pode escolher entre diferentes tipos de aplicações que se beneficiam das taxas de juros mais altas ou mais baixas. Por exemplo, os investimentos de renda fixa pós-fixada rendem mais quando a taxa Selic sobe; os investimentos de renda fixa prefixada ou atrelados à inflação se valorizam quando a taxa Selic cai; e os investimentos de renda variável tendem a ter melhor desempenho quando a taxa Selic está em um nível moderado.

    • Se você quer diversificar sua carteira, pode investir em fundos internacionais que se beneficiam da diferença entre as taxas de juros do Brasil e dos outros países. Por exemplo, quando a taxa de juros no Brasil sobe e nos Estados Unidos cai, o real tende a se valorizar em relação ao dólar, o que favorece os fundos que aplicam em ativos estrangeiros
  • Boletim Brasil – Edição 6 de setembro

    Boletim Brasil – Edição 6 de setembro

    Nova edição do Boletim Brasil disponível para download.

    Você pode ter este conteúdo na sua rádio. Saiba mais aqui.


    Veja também:


  • Após fala de Guedes sobre retomada das reformas, Ibovespa amplia ganhos e supera 95 mil pontos

    Ouça na W Rádio Brasil:

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    O que você precisa saber sobre economia nos principais portais de notícias do país:

    Forbes

    InfoMoney

    Valor Econômico


    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui

  • Mercado financeiro reduz estimativa de inflação de 4,15% para 4,11% para este ano

    A projeção de instituições financeiras para a inflação voltou a cair. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 4,15% para 4,11%, segundo o boletim Focus, pesquisa feita pelo Banco Central (BC) com projeções de instituições financeiras. Essa é a segunda redução consecutiva.

    Para as instituições financeiras, o IPCA em 2019 será 4,10%, mesma estimativa há cinco semanas consecutivas.

    A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em 1,50% neste ano. Para 2019, a estimativa segue em 2,50%.

    A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no final deste ano. Por Radioagência Nacional.

  • Mercado projeta aumento da inflação pela 7ª semana seguida neste ano

    As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) aumentaram pela sétima semana seguida a estimativa para a inflação este ano.

    A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 4% para 4,03%, neste ano.

    A informação consta da pesquisa Focus, publicação elaborada todas as semanas pelo BC, com projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Por Radioagência Nacional.

  • Petrobras reduz em 0,49% o preço da gasolina nas refinarias nesta sexta

    A Petrobras anunciou uma nova redução no preço da gasolina. A partir desta sexta-feira (07), o combustível ficará 0,49% mais barato nas refinarias da estatal, passando a custar R$ 1,95 por litro. O preço atual da gasolina nas refinarias da Companhia é de R$ 1,96 centavos por litro.

    Essa é a quarta queda consecutiva de preços anunciada pela Petrobras. Desde 2 de junho, o preço da gasolina já acumula uma redução 2,94%, que resultou em uma queda de R$ 0,06 no valor do litro nas refinarias. Informou Ícaro Matos da Rádio Nacional.

  • Padilha diz que “infiltrados” incentivam paralisação; 500 pontos estão bloqueados

    Na avaliação do governo, as negociações com os caminhoneiros encerraram e as atividades serão retomadas. Mas mesmo após o presidente Michel Temer anunciar medidas para atender às reivindicações da categoria, o governo admite que ainda há mais de 500 pontos de bloqueio pelo país.

    Segundo o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, o processo de desmobilização é lento e o governo cumpriu a parte dele e agora espera que a categoria cumpra o compromisso de retornar ao trabalho.

    Padilha também atribuiu a não retomada à normalidade à presença de pessoas infiltradas nos grupos. Padilha explicou que a Polícia Rodoviária Federal identificou a participação de pessoas que não são caminhoneiros e que incentivam os motoristas a continuarem parados. O ministro informou que os agentes da PRF vão separar os chamados “infiltrados”.

    A situação foi analisada em reunião do Comitê de Monitoramento de Prioridades Estratégicas de Abastecimento. No encontro, o presidente Michel Temer conversou com vários ministros entre eles o da Saúde, dos Transportes, da Educação, da Segurança Pública e da Advocacia-Geral da União.

    Após as negociações com os caminhoneiros, os consumidores se perguntam sobre o preço da gasolina, já que os 46 centavos de redução tratam do preço do litro do diesel. Segundo o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, a gasolina é uma preocupação, mas o foco do Planalto neste momento é o diesel.

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    Mas, acordo com o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, a redução de 46 centavos no preço do litro do diesel será sentida por toda a sociedade.

    Os ministros destacaram que a atual política de preços da Petrobras, com reajustes diários, está mantida. E, questionado sobre a manutenção de Pedro Parente à frente da Petrobras, o ministro Eliseu Padilha garantiu o executivo continua na presidência da estatal. Com informações da Radioagência Nacional.