Tag: Eleições 2018

  • TRE do Amapá determina que candidatos devem recolher santinhos espalhados pelas ruas

    Candidatos ao governo do Amapá não devem promover ou incentivar que simpatizantes ou integrantes de sua campanha espalhem, pelas ruas, panfletos de propaganda eleitoral perto dos locais de votação.

    A determinação é do Tribunal Regional Eleitoral, sob pena de o candidato ter que recolher, por conta própria, toda a propaganda existente em seu nome e que esteja espalhada pelas ruas do estado. O prazo máximo para a retirada do material é de 12 horas após o fim das eleições e o candidato ainda pode receber outras penalidades.

    Na decisão, o juiz eleitoral ressalta que o material de campanha é de responsabilidade do candidato, partido e da coligação a que ele pertence, e que eles são responsáveis pela guarda e distribuição do material, além da destinação final dos resíduos gerados.

    Das representações feitas pelo Ministério Público Eleitoral ao TRE do Amapá pelo derramamento de “santinhos” no primeiro turno, 14 candidatos já foram condenados ao pagamento de multa no valor de 2 mil reais pela irregularidade eleitoral. Só em Macapá, no primeiro turno, foi recolhida mais de 1 tonelada de material de campanha jogado nas ruas e calçadas.

  • TRE-RJ espera menos filas no segundo turno das eleições

    A diretora do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, Adriana Brandão, disse que a expectativa é que as filas sejam menores nesse segundo turno das eleições 2018, a ser realizado no dia 28.

    A diretora anunciou nesta quinta-feira os procedimentos adotados para evitar o problema, que foi constatado em diversas zonas eleitorais do estado nas votações do último dia 7. Entre as novas medidas, o treinamento de mesários, o reforço na sinalização dos locais de votação, além do apoio de servidores do TRE.

    Adriana Brandão acredita que o novo pleito será mais tranquilo também devido ao menor número de candidatos que serão escolhidos e a maior familiaridade com o local das sessões eleitorais.

    O pedido de identificação digital pegou os eleitores de surpresa no primeiro turno e acabou aumentando o tempo de votação. A diretora informou que cerca de 6 milhões e 700 mil eleitores no estado estão aptos a votar pela biometria.

    Cinco milhões e meio tiveram os dados validados nesse primeiro turno, sendo três milhões e duzentos mil pelo cadastro obtido por meio de um convênio com o Detran, Departamento Estadual de Trânsito do Rio. Adriana Brandão acredita que nesse segundo pleito, o número de validações será ainda maior e explicou que a intenção é que a confirmação digital faça parte do processo a partir de agora.

    A diretora do TRE alertou, ainda, a respeito da divulgação de fake News sobre as urnas eletrônicas, orientando os eleitores que confirmem a veracidade das informações antes de passá-las adiante.

  • Pichação na UnB tem ameaça de massacre após resultado de eleição

    Um post de um aluno da Universidade de Brasília, publicado em redes sociais, assustou alguns membros da instituição. A publicação tem a foto de uma pichação em um banheiro da universidade, contendo ameaças de um ataque armado na UnB, no caso da vitória do candidato à presidência, Jair Bolsonaro, no segundo turno das eleições.

    Na fotografia, é possível ler a frase: Se Bolsonaro for eleito, é Columbine na UNB. A ameaça faz referência ao episódio ocorrido em 1999 na escola Columbine, nos Estados Unidos.

    Dois adolescentes que estudavam na instituição invadiram o local e atiraram contra alunos, professores e funcionários. Na tragédia, 13 pessoas morreram e outras 21 ficaram feridas.

    Em nota, a Universidade de Brasília afirmou que tomou conhecimento do fato, por meio da fotografia postada nas mídias sociais e que está investigando o caso.

    A pichação ainda não foi identificada pela equipe de manutenção. Ainda de acordo com a universidade, o episódio foi reportado a Polícia Federal.

  • TSE determina retirada de vídeos da campanha de Bolsonaro associando ‘Kit Gay’ ao PT

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a retirada de seis páginas com vídeos de Bolsonaro associando o chamado ‘Kit Gay’ aos governos do Partido dos Trabalhadores (PT).

    Nos vídeos, o candidato do PSL afirma que a publicação ‘Aparelho Sexual e Cia’, chamada por ele de ‘Kit Gay’, teria sido distribuída nas escolas e bibliotecas públicas. Essa informação jamais foi comprovada.

    Para o ministro Carlos Horbach, do TSE, a difusão da informação equivocada de que o livro teria sido distribuído, pelo Ministério da Educação, nas escolas públicas gera desinformação no período eleitoral, com prejuízo ao debate político.

    O ministro do TSE lembra que tanto o ministério quanto a editora do livro já informaram que a publicação, em nenhum momento, foi distribuída nas escolas ou fez parte da lista de livros comprados com dinheiro público.

    Em 2004, o governo federal criou o programa Brasil Sem Homofobia. Um dos objetivos era distribuir aos professores, e não aos alunos, material para orientar os docentes no combate à discriminação por causa da orientação sexual.

    Mas, devido à pressão de setores da sociedade, o material não chegou a ser distribuído.

    O ministro do TSE ainda determina que o Facebook e o Google forneçam o número dos computadores responsáveis pelas postagens e o perfil dos administradores das páginas.

    A coligação encabeçada pelo candidato do PT, Fernando Haddad, pediu ao TSE a retirada de 36 páginas envolvendo o chamado ‘Kit Gay’, mas conseguiram derrubar apenas seis publicações.

  • Mulheres são maioria na bancada do DF na Câmara dos Deputados

    O Distrito Federal inovou nas eleições deste ano para deputado Federal. Isso porque em uma bancada tradicionalmente formada por homens, cinco dos oito deputados federais eleitos são mulheres.

    São elas Flávia Arruda, Érika Kokay, Bia Kicis, Celina Leão e Paula Belmonte. Júlio Cesar, Professor Israel e Luis Miranda também vão compor a bancada.

    Além de conquistar a maioria dos assentos, as candidatas reuniram o maior número de eleitores. Para o cientista político Valdir Pucci, o número de mulheres eleitas significa uma mudança expressiva de comportamento dos eleitores:

    Outro fato que chama a atenção é que nomes fortes e tradicionais da política não conseguiram se eleger neste pleito. Apenas Érika Kikay foi reeleita; o restante dos representantes do Distrito Federal na Câmara dos deputados vai assumir o cargo pela primeira vez.

    Mas apesar da busca por renovação, alguns nomes não são novidade na política do DF.

    Celina Leão do Progressistas, por exemplo, assume o cargo de deputada federal após oito anos como deputada distrital. Júlio Cesar e Professor Israel também deixam a Câmara Legislativa local para ocupar uma vaga de deputado Federal.

  • Bancada feminina no Senado terá 12 senadoras na próxima legislatura

    Os eleitores decidiram eleger para o Senado sete candidatas. Somadas às senadoras que têm mais quatro anos de mandato, a bancada feminina na Casa terá, a partir de fevereiro do ano que vem, 12 integrantes, ou 11, uma vez que a senadora Fátima Bezerra (PT) está na disputa no segundo turno para o governo do Rio Grande do Norte. Ela é a única mulher que continua concorrendo e nenhuma foi eleita governadora no primeiro turno das eleições de 2018. Atualmente, são 13 senadoras, das quais cinco estão na metade do mandato. Mais informações com a repórter Larissa Bortoni, da Rádio Senado.

  • Fake news também estiveram presentes no dia das eleições

    As notícias falsas, também conhecidas como fake news, estiveram durante toda a campanha eleitoral presentes nas redes sociais. Neste domingo (7), dia da eleição, não foi diferente. Os tribunais regionais, em pelo menos quatro estados, tiveram de verificar e desmentir informações repassadas pelas redes. A presidente do TSE, ministra Rosa Weber comentou o desafio que é combater esse problema. Ouça mais detalhes no áudio da repórter da Rádio Senado, Paula Groba.

  • Operação Integrada vai garantir segurança das eleições em todo o país

    A partir desta quinta-feira, começam as ações do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional, durante a operação eleições 2018. O espaço vai ficar em constante funcionamento, 24 horas por dia, até a segunda-feira, dia oito.

    Localizado na sede da polícia rodoviária federal em Brasília, o CICCN vai ser o espaço onde serão concentrados e integrados os trabalhos de 280 mil profissionais dos 26 estados e do Distrito Federal.

    O foco da operação é o policiamento ostensivo e de trânsito, como forma de garantir a segurança das eleições e de combater crimes eleitorais. Entre as ações das forças policiais estão a distribuição e guarda das urnas eletrônicas, o recolhimento, a contagem e a divulgação dos resultados da votação.

    Presente na abertura dos trabalhos, o Ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, garantiu que as forças policiais estarão atentas, mas pede à população que mantenha a tranquilidade nas eleições de domingo.

    Em relação à criação e ao compartilhamento de notícias falsas, as chamadas fake news, Jungmann disse que é preciso uma lei que tipifique como crime, mas até lá, a pessoa ofendida deve acionar a justiça.

    A operação Eleições 2018 faz parte do SUSP, Sistema único de segurança pública. A integração envolve as forças policiais e de segurança dos estados, além da Polícia Federal, Forças Armadas, Agência Brasileira de Inteligência e o Tribunal Superior Eleitoral.

    A operação eleições que começa nesta quinta-feira também vai ocorrer durante o segundo turno, entre 22 e 29 de outubro.

    O centro integrado de comando e controle nacional vai permanecer em integração com o centro de comando e controle eleições 2018, da Polícia Federal, ativado na última segunda-feira, também em Brasília. No local, serão concentradas as investigações de crimes de nível federal, durante as eleições.

  • Você pode escolher seu candidato pelo celular

    Hoje em dia é possível fazer praticamente tudo pelo celular. É possível pedir comida, fazer compras no mercado sem sair de casa e até agendar um exame médico. Mas você sabia que também é possível escolher o seu candidato? Sim! E o Girolando conta como fazer isso na estreia do “Bom Dia Velhinhos” aqui na W Rádio Brasil.

    Se você ainda não sabe em quem votar, não perca essa dica incrível. Você também pode fazer o download e ouvir quando e onde quiser.

    Ah, outra dica importante.

    É possível conferir o local de votação como a seção, zona e endereço por diversos canais na internet.

    No site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o eleitor pode fazer a consulta. A opção está na página principal. Basta inserir o número do título de eleitor.

    Para quem esqueceu o registro do documento, uma alternativa é preencher nome, nome da mãe e data de nascimento. O sistema apresenta número do título, seção, zona, endereço e município.

    Para quem quiser usar as redes sociais, também há opções. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está usando robôs (bots, no jargão técnico em inglês) para auxiliar os eleitores a obter essas informações.

    Os assistentes virtuais funcionam por meio das contas do Tribunal no Twitter (@TSEjusbr) e no Facebook Messenger (@TSEJus).

  • Eleitor pode escolher dois senadores na votação de domingo

    Ao contrário de 2014, quando a eleição era para só um senador, no próximo domingo (7) serão eleitos dois senadores. Assim, o eleitor terá que votar em um candidato ao Senado e depois em outro. O Tribunal Superior Eleitoral alertou, no entanto, que não pode votar duas vezes no mesmo candidato ao Senado. Em caso de repetição, o segundo voto é anulado. Mais informações com a repórter Larissa Bortoni, da Rádio Senado.