Fundo é destinado ao financiamento de campanhas políticas e terá montante de R$ 5,7 bilhões em 2022, ano de eleições presidenciais, quase o triplo do registrado em 2018 e 2020.
(mais…)Tag: Eleições
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TSE faz parceria com Facebook para combater as fake news no Brasil
O acordo é uma das medidas para dificultar a circulação de notícias falsas, disparos de mensagens, uso de robôs e perfis falsos durante as eleições.
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Confira os destaques dos principais jornais do país:
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Mesários começam a ser convocados para trabalhar nas eleições
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Fonte: Agência Brasil
Confira os destaques dos principais jornais do país:
Folha de São Paulo:
- A cantora e compositora MC Luanna apresentou seu novo álbum, intitulado "Irrefreável", no Palco Arouche da Virada Cultural na madrugada deste domingo (24). Leia mais (05/24/2026 – 07h13)
- O Fogo de Chão incluiu cortes suínos no rodízio da rede. Até junho, é possível provar peças como pork chops e assado de tira. Já a rede de cozinha italiana […]
- "Sou homem e minha parceira é mais rica, famosa e bem-sucedida financeira e profissionalmente. Como faço para lidar com isso?". É esta a pergunta que conduz o segundo episódio da […]
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Senado vai votar PEC que adia eleições municipais na terça (23)
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- A cantora e compositora MC Luanna apresentou seu novo álbum, intitulado "Irrefreável", no Palco Arouche da Virada Cultural na madrugada deste domingo (24). Leia mais (05/24/2026 – 07h13)
- O Fogo de Chão incluiu cortes suínos no rodízio da rede. Até junho, é possível provar peças como pork chops e assado de tira. Já a rede de cozinha italiana […]
- "Sou homem e minha parceira é mais rica, famosa e bem-sucedida financeira e profissionalmente. Como faço para lidar com isso?". É esta a pergunta que conduz o segundo episódio da […]
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Pelo menos 30% do Fundo Partidário devem ser usados para financiar a candidatura de mulheres
Os partidos deverão reservar o mínimo de 30% do dinheiro do Fundo Partidário usado para o financiamento de candidatos para as campanhas de mulheres.
Além disso, pelo menos 30% das veiculações em rádios e televisões serão destinadas às candidatas.
As decisões são do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral. Segundo a senadora Lídice da Mata (PSB–BA), essa determinação gera a expectativa de aumentar a presença feminina na política nacional.
Ouça mais detalhes no áudio da repórter da Rádio Senado, Larissa Bortoni.
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Parada LGBTS em Brasília tem como foco a participação nas eleições
Em ano de eleições, a 21º Parada do Orgulho LGBTS de Brasília tem por objetivo mostrar o poder eleitoral de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais. Com o mote #LGBTePoliticaSIM, o evento ocorre hoje (1º), com concentração na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Congresso Nacional.
“Queremos ser representados no Parlamento e na política como um todo. Queremos que o Legislativo assegure nossos direitos humanos e civis. Queremos leis que dialoguem com nossos direitos e que combatam o preconceito”, disse o presidente do Brasília Orgulho, Michel Platini, entidade organizadora da parada.
Uma pesquisa realizada em junho passado pelo próprio grupo organizador da parada mostrou que, para 97% dos 259 LGBT entrevistados, é importante ou muito importante que os candidatos ao Governo do Distrito Federal e à Presidência da República defendam o grupo. Para isso que se efetive o grupo vem convocando as pessoas LGBT e simpatizantes a participarem das eleições e a não anularem os votos.
A programação começou com discotecagem e discursos nos carros de som. Em seguida, a drag queen Aretuza Lovi assumiu um dos cinco trios. “Vamos dar voz e eleger quem nos representa”, disse à multidão. A brasiliense gravou recentemente a música Joga Bunda,com Pabllo Vittar e Gloria Groove.
“A cada dia estamos morrendo, sendo caçados e agredidos nas ruas por preconceito. E preconceito nada mais é do que falta de educação. Precisamos eleger pessoas que invistam em educação, que criem leis que nos protejam”, afirmou Aretuza.
De acordo com o Grupo Gay da Bahia, em 2017 445 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais foram mortos em crimes motivados por homofobia. O número, o maior em 38 anos em que o levantamento é realizado, representa uma vítima a cada 19 horas. Os dados de 2017 representam um aumento de 30% em relação a 2016, quando foram registrados 343 casos.
“Temos um Congresso considerado o mais conservador desde a ditadura militar. É importante que nos posicionemos”, acrescentou a ativista Nathálya Ananias, que atua pela Anistia Internacional. Chamando atenção para a causa lésbica, ela recordou o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco, até hoje sem solução. Uma petição online da Anistia cobra ações efetivas por parte dos responsáveis pelas investigações.
Em meio à Copa do Mundo, a homofobia na Rússia também foi lembrada na parada. Cartazes mostravam o presidente russo, Vladimir Putin, caracterizado como drag queen.
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– No Heroes Here | Game indie brasileiro ganha prêmio no BIG FestivalHouve também o que comemorar. Em decisão histórica, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a transexualidade de sua lista de transtornos mentais na atualização do manual de classificação de doenças da organização. A decisão ocorreu durante a Copa da Rússia, país conhecido pela perseguição à população LGBT.
“Demorou para isso acontecer. É triste falar que é revolucionário, porque deveria ser um direito adquirido há muito tempo. É um pequeno passo, mas é muito importante”, afirmou Aretuza Lovi.
De acordo com o Brasília Orgulho, a parada da capital é a terceira mais antiga do Brasil. Até as 18h50, segundo balanço da Polícia Militar do DF, havia cerca de 15 mil pessoas no evento. A expectativa é que, até o fiml do evento, a participação supere os 60 mil do ano passado. Por Agência Brasil. -
Evo Morales diz que relações com Brasil serão diferentes caso Bolsonaro vença eleições
O presidente da Bolívia foi entrevistado pela agência de notícias Sputnik Mundo e comentou como ficaria a situação dos dois países com a possível vitória de Jair Bolsonaro.
Segundo Evo, um “novo plano Condor” está em execução na América do Sul, com a diferença de que hoje os golpes são políticos e não militares.
“Esses golpes não são golpes militares. Agora são golpes judiciais ou golpes do Congresso”, disse ele.
Além disso, para ele, nenhum presidente de “direita” foi deposto nas últimas décadas, ao contrário do que aconteceu com presidentes de esquerda e como foi no caso do “golpe do Congresso contra Dilma”.
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– Mais de 60 mil brasileiros morreram de forma violenta no Brasil em 2016Evo também aproveitou para manifestar seu apoio ao ex-presidente Lula, cuja prisão, segundo Morales, foi política.
Ao comentar as eleições presidenciais no Brasil, o presidente afirmou que a Bolívia respeita a cláusula democrática da Unasul e respeitará o resultado das eleições no país, independente de quem vença: direita ou esquerda. No entanto, o líder boliviano afirmou que, no caso da vitória de Jair Bolsonaro, as relações com o país devem mudar.
No entanto, concluiu o presidente, “[Bolívia] seguirá o resultado das eleições, seja para a esquerda ou para direita, de modo a respeitar [o resultado] e para poder trabalhar junto”. Com informações da Sputnik Brasil.
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Fake news podem influenciar eleição, alerta professor
A difusão de fake news pode influenciar nas eleições de 2018. A afirmação é do coordenador do Monitor do Debate Público no Meio Digital da Universidade de São Paulo (USP), Pablo Ortellado. Ele foi um dos palestrantes do painel Fake News: como enfrentar o tsunami, promovido na tarde desta quinta-feira (24), dentro do seminário O Legislativo e as Mídias Sociais.
Ortellado definiu a notícia falsa como uma simulação jornalística, com texto jornalístico, com aparência de jornalismo, mas sem os critérios da apuração jornalística. Ele disse que uma fake news é diferente de um boato, que não tem aspecto jornalístico e é espalhado com base em testemunhos.
Segundo Ortellado, as notícias falsas normalmente não aparecem em grandes sites nem são reproduzidas em jornais tradicionais. Ele apontou que o recorrente é que a notícia falsa seja publicada em “sites hiperpartidarizados” e divulgada por pessoas altamente engajadas na divulgação de informações nas redes sociais, comumente ligadas à polarização política. Ortellado acrescentou que os sites de notícias falsas também usam várias notícias verdadeiras, recortadas conforme seu interesse ideológico, para dar uma espécie de legitimidade ao site.
— O Brasil corre o risco de votar com base em informações altamente viciadas. A sociedade precisa olhar criticamente para aquilo que acredita. Quando estamos muito apaixonados por um assunto, fica difícil ter critério — alertou.
Veja mais:
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– MPF multa Bolsonaro em R$ 300 mil por preconceito contra quilombolasOrtellado ressaltou que a difusão de fake news e a polarização política são fenômenos que não se limitam ao Brasil, mas ocorrem em todo o mundo. Ele apontou, no entanto, que é preciso aprender a conviver com o outro e a tolerar o pensamento diferente. Segundo o pesquisador, um dos caminhos apontados para enfrentar as notícias falsas é criminalizar e censurar essa divulgação. Ortellado disse, porém, que não é um grande entusiasta dessa medida. Ele defendeu uma maior conscientização do cidadão, com mais critérios de confirmação, e atribuiu às agências de checagem de fatos um papel pedagógico na pesquisa de notícias falsas.
Regulação
Para Sivaldo Pereira, professor da UnB e especialista em comunicação política e regulação da comunicação digital, a regulação dos meios em comunicação existe em vários países do mundo e é importante para garantir direitos. Ele fez questão de destacar que a regulação não quer dizer censura e defendeu que o debate regulatório alcance todos os tipos de mídia e não apenas a internet. Sivaldo acrescentou que, para combater a desinformação, é preciso que o cidadão tenha educação e informação de qualidade.
— As pessoas precisam ter vergonha de compartilhar notícia falsa. Quando isso ocorrer, não haverá mais fake news — afirmou o professor.
A pesquisadora Laura Tresca, da ONG Artigo19, apontou que as notícias falsas podem trazer grandes prejuízos para a população. Ela citou como exemplo as fake news que envolvem questões de saúde. Para Laura, a regulamentação não deve responsabilizar os intermediários, mas sim o autor da notícia falsa.
O secretário-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Eduardo Frazão, lembrou que o tribunal criou um conselho para lidar com fake news, mas reconheceu que a questão é bastante complexa. Para Frazão, o controle sobre notícias falsas deveria ser feito fora do Estado, pela sociedade civil.
— O TSE não pode dar um selo para o que é verdade e o que não é. Temos que olhar para a sociedade e a sociedade é o local por excelência onde esse controle deve acontecer. Precisamos ter educação e consciência digital — declarou.
O seminário
O seminário O Legislativo e as Mídias Sociais é promovido pelo Senado com o objetivo de contribuir para a consciência ética e para a reflexão sobre a importância das mídias sociais, e para a atualização do Parlamento frente às novas demandas de divulgação do trabalho legislativo. O evento começou na manhã desta quinta-feira e vai até a manhã de sexta-feira (25). Com informações da Agência Senado.
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15 países latino-americanos exigem que Venezuela realize ‘eleições livres’
Um total de 15 chefes de Estado e de governo da América Latina, além do vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, conclamaram o governo venezuelano a realizar as eleições com “as garantias necessárias” e asseguraram que se eleições não cumprirem essas condições “carecerão de legitimidade e credibilidade”.
Os chefes de estado e governo da Argentina, Bahamas, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Santa Lúcia, e o vice-presidente dos EUA, são os signatários da declaração de sete pontos acordada no âmbito da VIII Cúpula das Américas, realizada em Lima.
O texto faz um “apelo urgente” ao governo presidido por Nicolás Maduro “para realizar eleições presidenciais com as garantias necessárias para um processo livre, justo, transparente e democrático, sem presos políticos”.
Da mesma forma, o documento afirma que as eleições que não cumprirem esses requisitos “carecerão de legitimidade e credibilidade”.
Além disso, os países signatários asseguraram que continuarão promovendo, especialmente na Organização dos Estados Americanos (OEA), ações propensas à “restauração das instituições democráticas, respeito aos direitos humanos e à plena vigência do Estado de Direito”.
Eles também pedem que o Sistema das Nações Unidas e outras organizações multilaterais implementem “imediatamente” um programa de assistência humanitária para “aliviar” o “sofrimento e a escassez” de cidadãos venezuelanos, enquanto pedem ao governo venezuelano que permita o rendimento ea distribuição dessa ajuda. Com informações da Sputinik Brasil