Tag: enfermagem

  • Enfermeiros receberão piso nacional até o dia 21, diz Ministério da Saúde

    Enfermeiros receberão piso nacional até o dia 21, diz Ministério da Saúde

    O Ministério da Saúde anunciou que fará o primeiro repasse complementar aos estados e municípios para garantir o pagamento do piso nacional da enfermagem até o dia 21 de agosto.

    A medida beneficia os profissionais federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal que atuam na área da saúde.

    O piso nacional da enfermagem foi estabelecido pela Lei nº 14.434, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em maio deste ano. A lei prevê que os enfermeiros recebam R$ 7.315, os técnicos de enfermagem R$ 5.120 e os auxiliares de enfermagem e parteiras R$ 3.657.

    Para cumprir a lei, o governo federal destinou R$ 7,3 bilhões para complementar o pagamento do piso aos profissionais que recebem abaixo desses valores. Os recursos serão repassados em nove parcelas em 2023, com valores retroativos a maio e o 13º salário.

    Segundo o Ministério da Saúde, o calendário de repasses foi definido em conjunto com estados, municípios e o Distrito Federal. A pasta informou que já pagou aos servidores federais da categoria de enfermagem os valores complementares dos meses de maio, junho e julho. As demais parcelas serão pagas até dezembro, bem como o 13º salário.

    O ministério esclareceu que o cálculo do piso será aplicado considerando o vencimento básico e as gratificações de caráter geral, fixas e permanentes, não incluídas as de cunho pessoal.

    A implementação do piso nacional da enfermagem foi autorizada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o presidente Lula ter sancionado a abertura de crédito especial para essa finalidade.

    Barroso havia suspendido a lei em setembro de 2022, atendendo a um pedido dos estados, que alegaram não ter recursos para arcar com o aumento salarial dos profissionais da enfermagem. Segundo os estados, o impacto nas contas locais seria de R$ 10,5 bilhões.

    Na nova decisão, Barroso determinou que estados, Distrito Federal e municípios, bem como às entidades privadas que atendam, no mínimo, 60% de seus pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), só sejam obrigados a pagar o piso nacional no limite dos recursos recebidos por meio da assistência financeira prestada pela União para essa finalidade.

    A medida beneficia os profissionais federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal que atuam na área da saúde.

    O piso nacional da enfermagem foi estabelecido pela Lei nº 14.434, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em maio deste ano. A lei prevê que os enfermeiros recebam R$ 7.315, os técnicos de enfermagem R$ 5.120 e os auxiliares de enfermagem e parteiras R$ 3.657.

    Para cumprir a lei, o governo federal destinou R$ 7,3 bilhões para complementar o pagamento do piso aos profissionais que recebem abaixo desses valores. Os recursos serão repassados em nove parcelas em 2023, com valores retroativos a maio e o 13º salário.

    Segundo o Ministério da Saúde, o calendário de repasses foi definido em conjunto com estados, municípios e o Distrito Federal. A pasta informou que já pagou aos servidores federais da categoria de enfermagem os valores complementares dos meses de maio, junho e julho. As demais parcelas serão pagas até dezembro, bem como o 13º salário.

    O ministério esclareceu que o cálculo do piso será aplicado considerando o vencimento básico e as gratificações de caráter geral, fixas e permanentes, não incluídas as de cunho pessoal.

    A implementação do piso nacional da enfermagem foi autorizada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o presidente Lula ter sancionado a abertura de crédito especial para essa finalidade.

    Barroso havia suspendido a lei em setembro de 2022, atendendo a um pedido dos estados, que alegaram não ter recursos para arcar com o aumento salarial dos profissionais da enfermagem. Segundo os estados, o impacto nas contas locais seria de R$ 10,5 bilhões.

    Na nova decisão, Barroso determinou que estados, Distrito Federal e municípios, bem como às entidades privadas que atendam, no mínimo, 60% de seus pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), só sejam obrigados a pagar o piso nacional no limite dos recursos recebidos por meio da assistência financeira prestada pela União para essa finalidade.

  • Governo sanciona fonte de recursos para piso salarial da enfermagem: o que isso significa?

    Governo sanciona fonte de recursos para piso salarial da enfermagem: o que isso significa?

    No Dia Internacional da Enfermagem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a Lei 14.581/23 que garante o pagamento do piso nacional da enfermagem em todo o país.

    A medida atende a uma exigência do Supremo Tribunal Federal (STF), que havia suspendido o pagamento do piso em setembro de 2022.

    O piso salarial da enfermagem foi aprovado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em agosto de 2022, após uma longa mobilização da categoria, que reivindicava melhores condições de trabalho e remuneração. A lei estabelece que os enfermeiros devem receber pelo menos R$ 4.750 por mês; os técnicos de enfermagem, R$ 3.325; e os auxiliares de enfermagem e parteiras, R$ 2.375.

    Para garantir o cumprimento da lei, o governo federal abriu um crédito especial de R$ 7,3 bilhões no orçamento do Fundo Nacional de Saúde e regulamentou os repasses para estados e municípios. Segundo o Conselho Federal de Enfermagem, existem atualmente 2,8 milhões de profissionais do setor no Brasil, entre enfermeiros, auxiliares de enfermagem e técnicos de enfermagem. Além de 60 mil parteiras, que ajudam em 450 mil partos por ano, sendo 20% na área rural.

    A sanção da lei é uma vitória para a enfermagem brasileira, que desempenha um papel fundamental na saúde pública e no enfrentamento da pandemia de Covid-19. O piso salarial reconhece a importância e a qualificação desses profissionais, que merecem respeito e valorização.

    A medida atende a uma exigência do Supremo Tribunal Federal (STF), que havia suspendido o pagamento do piso em setembro de 2022.

    O piso salarial da enfermagem foi aprovado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em agosto de 2022, após uma longa mobilização da categoria, que reivindicava melhores condições de trabalho e remuneração. A lei estabelece que os enfermeiros devem receber pelo menos R$ 4.750 por mês; os técnicos de enfermagem, R$ 3.325; e os auxiliares de enfermagem e parteiras, R$ 2.375.

    Para garantir o cumprimento da lei, o governo federal abriu um crédito especial de R$ 7,3 bilhões no orçamento do Fundo Nacional de Saúde e regulamentou os repasses para estados e municípios. Segundo o Conselho Federal de Enfermagem, existem atualmente 2,8 milhões de profissionais do setor no Brasil, entre enfermeiros, auxiliares de enfermagem e técnicos de enfermagem. Além de 60 mil parteiras, que ajudam em 450 mil partos por ano, sendo 20% na área rural.

    A sanção da lei é uma vitória para a enfermagem brasileira, que desempenha um papel fundamental na saúde pública e no enfrentamento da pandemia de Covid-19. O piso salarial reconhece a importância e a qualificação desses profissionais, que merecem respeito e valorização.

  • Piso da Enfermagem: entenda a proposta que busca valorizar os profissionais da saúde

    Piso da Enfermagem: entenda a proposta que busca valorizar os profissionais da saúde

    O Piso da Enfermagem é uma proposta que tem ganhado destaque na mídia e na sociedade brasileira. Trata-se de um projeto de lei que busca estabelecer um salário mínimo para os profissionais de enfermagem em todo o país.

    A medida é vista como uma forma de valorizar os profissionais da área da saúde, que desempenharam um papel fundamental na linha de frente do combate à pandemia de Covid-19. A proposta prevê um salário mínimo nacional para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, que atualmente recebem salários muito abaixo do ideal.

    Segundo o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), a implementação do Piso da Enfermagem seria uma forma de corrigir as distorções salariais existentes na categoria e garantir uma remuneração justa e digna para esses profissionais.

    Além disso, a medida também é vista como uma forma de atrair novos profissionais para a área da enfermagem, que tem enfrentado uma carência de mão de obra nos últimos anos.

    A proposta do Piso da Enfermagem ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional, mas já conta com o apoio de diversos setores da sociedade e da própria classe dos enfermeiros.

    A medida é vista como uma forma de valorizar os profissionais da área da saúde, que desempenharam um papel fundamental na linha de frente do combate à pandemia de Covid-19. A proposta prevê um salário mínimo nacional para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, que atualmente recebem salários muito abaixo do ideal.

    Segundo o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), a implementação do Piso da Enfermagem seria uma forma de corrigir as distorções salariais existentes na categoria e garantir uma remuneração justa e digna para esses profissionais.

    Além disso, a medida também é vista como uma forma de atrair novos profissionais para a área da enfermagem, que tem enfrentado uma carência de mão de obra nos últimos anos.

    A proposta do Piso da Enfermagem ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional, mas já conta com o apoio de diversos setores da sociedade e da própria classe dos enfermeiros.

  • Conselho Federal de Enfermagem pede que preparação de vacina seja feita na presença do paciente

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    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • Profissionais de enfermagem cobram regulamentação para o trabalho em ‘home care’

    Em audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais, os técnicos e auxiliares de enfermagem denunciaram irregularidades na contratação de profissionais que trabalham em home care. Segundo os convidados, muitas empresas e planos de saúde utilizam os serviços das cooperativas para burlar a CLT.

    Os profissionais também cobraram melhores condições de trabalho, com a garantia de direitos como a definição de jornada e o pagamento de vale transporte, tíquete alimentação e adicional noturno.

    O senador Hélio José (Pros-DF) disse que o debate vai orientar a apresentação de um projeto para regulamentar a atividade, impedir abusos e valorizar a categoria. Também anunciou a criação de um grupo de trabalho com representantes do governo, das empresas e dos trabalhadores em home care para estudar mudanças na legislação. Mais informações com o repórter George Cardim, da Rádio Senado.