Tag: esclerose múltipla

  • Ozonioterapia: Lula sanciona lei que autoriza o tratamento no Brasil

    Ozonioterapia: Lula sanciona lei que autoriza o tratamento no Brasil

    O Conselho Federal de Medicina (CFM), a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), o Ministério da Saúde e outras entidades médicas afirmam que não há evidências científicas suficientes que sustentem a eficácia e a segurança da ozonioterapia.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que autoriza a terapia com ozônio em todo o território nacional. O texto foi publicado na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (7).

    A ozonioterapia consiste na aplicação de uma mistura de oxigênio e ozônio por diversas vias de administração, com finalidade terapêutica. A técnica é usada para tratar diversas doenças, como infecções, inflamações, feridas, dores crônicas e câncer.

    A lei determina que a ozonioterapia seja realizada por profissional de saúde com nível superior e inscrito no conselho de fiscalização, e que seja aplicada por equipamento de produção de ozônio medicinal regularizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O paciente também deve ser informado do caráter complementar do tratamento.

    A ozonioterapia foi alvo de polêmicas durante a pandemia de Covid-19. Isso porque a técnica chegou a ser recomendada pelo prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni (MDB), mesmo sem ter eficácia comprovada contra o coronavírus. O político chegou a sugerir a aplicação de ozônio pelo ânus como forma de prevenir a doença.

    A Academia Nacional de Medicina (ANM) pediu veto ao projeto, afirmando que não tinha conhecimento de trabalhos científicos que comprovassem a eficácia da terapia com ozônio em nenhuma circunstância. O órgão alertou ainda que a prática poderia trazer riscos à saúde, como embolia gasosa, hemólise e lesões teciduais.

    A lei entra em vigor na data da sua publicação.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que autoriza a terapia com ozônio em todo o território nacional. O texto foi publicado na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (7).

    A ozonioterapia consiste na aplicação de uma mistura de oxigênio e ozônio por diversas vias de administração, com finalidade terapêutica. A técnica é usada para tratar diversas doenças, como infecções, inflamações, feridas, dores crônicas e câncer.

    A lei determina que a ozonioterapia seja realizada por profissional de saúde com nível superior e inscrito no conselho de fiscalização, e que seja aplicada por equipamento de produção de ozônio medicinal regularizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O paciente também deve ser informado do caráter complementar do tratamento.

    A ozonioterapia foi alvo de polêmicas durante a pandemia de Covid-19. Isso porque a técnica chegou a ser recomendada pelo prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni (MDB), mesmo sem ter eficácia comprovada contra o coronavírus. O político chegou a sugerir a aplicação de ozônio pelo ânus como forma de prevenir a doença.

    A Academia Nacional de Medicina (ANM) pediu veto ao projeto, afirmando que não tinha conhecimento de trabalhos científicos que comprovassem a eficácia da terapia com ozônio em nenhuma circunstância. O órgão alertou ainda que a prática poderia trazer riscos à saúde, como embolia gasosa, hemólise e lesões teciduais.

    A lei entra em vigor na data da sua publicação.

  • Estudo sugere que remédio para alergia pode reverter a esclerose múltipla

    Estudo sugere que remédio para alergia pode reverter a esclerose múltipla

    Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF) mostrou que um remédio para alergia chamado clemastina pode ajudar a reparar a mielina, a camada protetora que envolve as fibras nervosas e que é danificada na esclerose múltipla (EM).

    A pesquisa, publicada na revista PNAS, usou uma técnica de ressonância magnética para medir o efeito do medicamento no cérebro de 50 participantes de um ensaio clínico.

    A EM é uma doença autoimune que afeta o sistema nervoso central e causa sintomas como fraqueza, espasticidade, perda de visão, lentidão cognitiva e outros. Na EM, os pacientes perdem mielina, o que provoca atrasos na transmissão dos sinais nervosos. A mielina é formada por finas camadas de água que ficam presas entre as fibras nervosas. Essa propriedade única da mielina permitiu que os especialistas em imagem desenvolvessem uma técnica para comparar a diferença nos níveis de mielina antes e depois da administração do medicamento, medindo a chamada fração de água da mielina, ou a razão entre a água da mielina e o conteúdo total de água no tecido cerebral.

    No estudo, os pesquisadores descobriram que os pacientes com EM que foram tratados com clemastina tiveram aumentos modestos na água da mielina, indicando reparo da mielina. Eles também provaram que a técnica da fração de água da mielina, quando focada nas partes certas do cérebro, poderia ser usada para acompanhar a recuperação da mielina. “Este é o primeiro exemplo de reparo cerebral sendo documentado na ressonância magnética para uma condição neurológica crônica”, disse Ari Green, médico e diretor do Centro de Esclerose Múltipla e Neuroinflamação da UCSF e membro do Instituto Weill de Neurociências. “O estudo fornece a primeira evidência direta, biologicamente validada, baseada em imagem, de reparo da mielina induzido pela clemastina. Isso definirá o padrão para futuras pesquisas sobre terapias remielinizantes.”

    A mielina aumentou mesmo depois que o medicamento foi interrompido

    No estudo, os pacientes com EM que se inscreveram no ensaio ReBUILD foram divididos em dois grupos: o primeiro grupo recebeu clemastina nos primeiros três meses do estudo e o segundo grupo recebeu clemastina apenas nos meses três a cinco. Usando a fração de água da mielina como biomarcador, os pesquisadores descobriram que a água da mielina aumentou no primeiro grupo depois que os participantes receberam o medicamento e continuou a aumentar depois que a clemastina foi interrompida. No segundo grupo, a fração de água da mielina mostrou diminuições na água da mielina na primeira parte do estudo, sob o placebo, e um rebote depois que os participantes receberam clemastina.

    Os resultados corroboram os de um estudo anterior com os mesmos 50 pacientes que havia encontrado o medicamento para alergia reduziu o atraso na sinalização nervosa, potencialmente aliviando os sintomas.

    A clemastina é um anti-histamínico vendido sem receita médica para tratar sintomas como espirros, coriza e coceira nos olhos. O medicamento foi identificado pela primeira vez como uma potencial terapia para EM por Green e Chan em 2013, quando eles usaram uma técnica inovadora para rastrear milhares de compostos em busca de substâncias capazes de promover a remielinização. Eles descobriram que a clemastina era capaz de estimular as células precursoras de oligodendrócitos, que são as responsáveis pela produção de mielina no cérebro.

    Apesar dos resultados promissores, os pesquisadores alertam que a clemastina não é uma cura para a EM e que seu uso deve ser feito com cautela e sob supervisão médica, pois o medicamento pode causar sonolência e outros efeitos colaterais. Eles também ressaltam que a clemastina é apenas um dos vários candidatos a terapias remielinizantes que estão sendo investigados e que o objetivo é desenvolver tratamentos mais eficazes e seguros para os pacientes com EM.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    A pesquisa, publicada na revista PNAS, usou uma técnica de ressonância magnética para medir o efeito do medicamento no cérebro de 50 participantes de um ensaio clínico.

    A EM é uma doença autoimune que afeta o sistema nervoso central e causa sintomas como fraqueza, espasticidade, perda de visão, lentidão cognitiva e outros. Na EM, os pacientes perdem mielina, o que provoca atrasos na transmissão dos sinais nervosos. A mielina é formada por finas camadas de água que ficam presas entre as fibras nervosas. Essa propriedade única da mielina permitiu que os especialistas em imagem desenvolvessem uma técnica para comparar a diferença nos níveis de mielina antes e depois da administração do medicamento, medindo a chamada fração de água da mielina, ou a razão entre a água da mielina e o conteúdo total de água no tecido cerebral.

    No estudo, os pesquisadores descobriram que os pacientes com EM que foram tratados com clemastina tiveram aumentos modestos na água da mielina, indicando reparo da mielina. Eles também provaram que a técnica da fração de água da mielina, quando focada nas partes certas do cérebro, poderia ser usada para acompanhar a recuperação da mielina. “Este é o primeiro exemplo de reparo cerebral sendo documentado na ressonância magnética para uma condição neurológica crônica”, disse Ari Green, médico e diretor do Centro de Esclerose Múltipla e Neuroinflamação da UCSF e membro do Instituto Weill de Neurociências. “O estudo fornece a primeira evidência direta, biologicamente validada, baseada em imagem, de reparo da mielina induzido pela clemastina. Isso definirá o padrão para futuras pesquisas sobre terapias remielinizantes.”

    A mielina aumentou mesmo depois que o medicamento foi interrompido

    No estudo, os pacientes com EM que se inscreveram no ensaio ReBUILD foram divididos em dois grupos: o primeiro grupo recebeu clemastina nos primeiros três meses do estudo e o segundo grupo recebeu clemastina apenas nos meses três a cinco. Usando a fração de água da mielina como biomarcador, os pesquisadores descobriram que a água da mielina aumentou no primeiro grupo depois que os participantes receberam o medicamento e continuou a aumentar depois que a clemastina foi interrompida. No segundo grupo, a fração de água da mielina mostrou diminuições na água da mielina na primeira parte do estudo, sob o placebo, e um rebote depois que os participantes receberam clemastina.

    Os resultados corroboram os de um estudo anterior com os mesmos 50 pacientes que havia encontrado o medicamento para alergia reduziu o atraso na sinalização nervosa, potencialmente aliviando os sintomas.

    A clemastina é um anti-histamínico vendido sem receita médica para tratar sintomas como espirros, coriza e coceira nos olhos. O medicamento foi identificado pela primeira vez como uma potencial terapia para EM por Green e Chan em 2013, quando eles usaram uma técnica inovadora para rastrear milhares de compostos em busca de substâncias capazes de promover a remielinização. Eles descobriram que a clemastina era capaz de estimular as células precursoras de oligodendrócitos, que são as responsáveis pela produção de mielina no cérebro.

    Apesar dos resultados promissores, os pesquisadores alertam que a clemastina não é uma cura para a EM e que seu uso deve ser feito com cautela e sob supervisão médica, pois o medicamento pode causar sonolência e outros efeitos colaterais. Eles também ressaltam que a clemastina é apenas um dos vários candidatos a terapias remielinizantes que estão sendo investigados e que o objetivo é desenvolver tratamentos mais eficazes e seguros para os pacientes com EM.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Doenças degenerativas do cérebro: o que são, quais os sintomas e como tratar

    Doenças degenerativas do cérebro: o que são, quais os sintomas e como tratar

    O cérebro é um órgão vital que controla diversas funções do nosso corpo e da nossa mente.

    No entanto, ele pode ser afetado por doenças que causam a degeneração de suas células, tecidos e estruturas. Essas doenças são chamadas de degenerativas e podem comprometer a memória, a linguagem, o raciocínio, o movimento e o comportamento dos pacientes.

    Existem diferentes tipos de doenças degenerativas do cérebro, cada uma com suas causas, sintomas e tratamentos específicos. Algumas das mais comuns são:

    • Doença de Alzheimer: é a forma mais frequente de demência entre os idosos. Ela provoca a morte progressiva de neurônios em áreas relacionadas à memória, à linguagem e ao comportamento. Os sintomas incluem perda de memória recente, confusão mental, alterações de personalidade e dificuldade para realizar tarefas cotidianas. Não há cura para o Alzheimer, mas existem medicamentos que podem aliviar os sintomas e retardar o avanço da doença.

    • Doença de Parkinson: é causada pela destruição de neurônios na região chamada substância negra, que produz o neurotransmissor dopamina. A dopamina é responsável pelo controle dos movimentos corporais. Os sintomas incluem tremores, rigidez muscular, lentidão dos movimentos e distúrbios da fala. Não há cura para o Parkinson, mas existem medicamentos que podem melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    • Esclerose múltipla: é uma doença autoimune que afeta o cérebro e a medula espinhal. Nesse caso, o sistema imunológico ataca a bainha de mielina, que é uma camada que protege os neurônios. Isso causa lesões que interferem na transmissão dos impulsos nervosos. Os sintomas variam conforme a área afetada e podem incluir alterações na sensibilidade, na visão, no equilíbrio, na força muscular e na cognição. Não há cura para a esclerose múltipla, mas existem tratamentos que podem reduzir os surtos e as sequelas da doença.

    As doenças degenerativas do cérebro não têm uma causa única e definitiva. Elas podem estar relacionadas a fatores genéticos, ambientais, alimentares e comportamentais. Por isso, é importante adotar hábitos saudáveis que possam prevenir ou retardar o surgimento dessas doenças, como:

    • Manter uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes;

    • Praticar atividades físicas regularmente;

    • Estimular o cérebro com leituras, jogos e aprendizados;

    • Evitar o consumo de álcool, tabaco e outras drogas;

    • Controlar o estresse e cuidar da saúde mental.

    As doenças degenerativas do cérebro são um desafio para a medicina e para a sociedade. Elas exigem cuidados especiais e apoio familiar para os pacientes. Além disso, elas demandam mais pesquisas e investimentos para o desenvolvimento de novos tratamentos e possíveis curas.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    No entanto, ele pode ser afetado por doenças que causam a degeneração de suas células, tecidos e estruturas. Essas doenças são chamadas de degenerativas e podem comprometer a memória, a linguagem, o raciocínio, o movimento e o comportamento dos pacientes.

    Existem diferentes tipos de doenças degenerativas do cérebro, cada uma com suas causas, sintomas e tratamentos específicos. Algumas das mais comuns são:

    • Doença de Alzheimer: é a forma mais frequente de demência entre os idosos. Ela provoca a morte progressiva de neurônios em áreas relacionadas à memória, à linguagem e ao comportamento. Os sintomas incluem perda de memória recente, confusão mental, alterações de personalidade e dificuldade para realizar tarefas cotidianas. Não há cura para o Alzheimer, mas existem medicamentos que podem aliviar os sintomas e retardar o avanço da doença.

    • Doença de Parkinson: é causada pela destruição de neurônios na região chamada substância negra, que produz o neurotransmissor dopamina. A dopamina é responsável pelo controle dos movimentos corporais. Os sintomas incluem tremores, rigidez muscular, lentidão dos movimentos e distúrbios da fala. Não há cura para o Parkinson, mas existem medicamentos que podem melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    • Esclerose múltipla: é uma doença autoimune que afeta o cérebro e a medula espinhal. Nesse caso, o sistema imunológico ataca a bainha de mielina, que é uma camada que protege os neurônios. Isso causa lesões que interferem na transmissão dos impulsos nervosos. Os sintomas variam conforme a área afetada e podem incluir alterações na sensibilidade, na visão, no equilíbrio, na força muscular e na cognição. Não há cura para a esclerose múltipla, mas existem tratamentos que podem reduzir os surtos e as sequelas da doença.

    As doenças degenerativas do cérebro não têm uma causa única e definitiva. Elas podem estar relacionadas a fatores genéticos, ambientais, alimentares e comportamentais. Por isso, é importante adotar hábitos saudáveis que possam prevenir ou retardar o surgimento dessas doenças, como:

    • Manter uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes;

    • Praticar atividades físicas regularmente;

    • Estimular o cérebro com leituras, jogos e aprendizados;

    • Evitar o consumo de álcool, tabaco e outras drogas;

    • Controlar o estresse e cuidar da saúde mental.

    As doenças degenerativas do cérebro são um desafio para a medicina e para a sociedade. Elas exigem cuidados especiais e apoio familiar para os pacientes. Além disso, elas demandam mais pesquisas e investimentos para o desenvolvimento de novos tratamentos e possíveis curas.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Anvisa alerta sobre medicamento falsificado para esclerose múltipla

    Anvisa alerta sobre medicamento falsificado para esclerose múltipla

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta sobre a falsificação do medicamento Lemtrada (alentuzumabe), usado no tratamento de esclerose múltipla.

    Segundo a Anvisa, o produto falsificado apresenta características diferentes do original, como a cor da tampa e o número de lote.

    A Anvisa orienta os pacientes que utilizam o medicamento a verificar as embalagens e, em caso de dúvida, entrar em contato com o fabricante Sanofi Medley ou com a própria agência.

    O medicamento original é registrado na Anvisa e possui eficácia e segurança comprovadas.

    Fonte: O Globo

    Segundo a Anvisa, o produto falsificado apresenta características diferentes do original, como a cor da tampa e o número de lote.

    A Anvisa orienta os pacientes que utilizam o medicamento a verificar as embalagens e, em caso de dúvida, entrar em contato com o fabricante Sanofi Medley ou com a própria agência.

    O medicamento original é registrado na Anvisa e possui eficácia e segurança comprovadas.

    Fonte: O Globo

  • Ozonioterapia: por que a ciência não recomenda e os riscos dessa terapia

    Ozonioterapia: por que a ciência não recomenda e os riscos dessa terapia

    A ozonioterapia é uma terapia que usa o gás ozônio para melhorar a oxigenação dos tecidos e estimular o sistema imunológico, podendo ser indicada em caso de doenças dentárias e procedimentos estéticos.

    No entanto, a ozonioterapia não é recomendada pela ciência como forma de tratamento para outras doenças, como asma, câncer, HIV e esclerose múltipla, por não haver evidências científicas que comprovem os seus benefícios nessas situações.

    Além disso, a ozonioterapia pode trazer riscos para a saúde, como irritação da pele e das mucosas, alergias, embolia gasosa e até mesmo morte, se for aplicada de forma inadequada ou por profissionais não capacitados. Por isso, a ozonioterapia deve ser realizada apenas por médicos ou dentistas treinados para a sua aplicação, seguindo as indicações aprovadas pela Anvisa.

    A ozonioterapia pode ser feita por meio de aplicação cutânea, com gás, compressas, óleos ou água contendo ozônio aplicados sobre a pele; aplicação bucal, utilizando água, gás ou óleos contendo ozônio diretamente na mucosa da boca; ou aplicação sistêmica, com injeção de ozônio no sangue ou nos músculos. O tipo de aplicação varia de acordo com a finalidade da ozonioterapia.

    Se você tem interesse em saber mais sobre a ozonioterapia, consulte um profissional de saúde qualificado e informe-se sobre os possíveis benefícios e riscos dessa terapia. Não se deixe enganar por promessas milagrosas ou falsas informações sobre a ozonioterapia na internet.

    No entanto, a ozonioterapia não é recomendada pela ciência como forma de tratamento para outras doenças, como asma, câncer, HIV e esclerose múltipla, por não haver evidências científicas que comprovem os seus benefícios nessas situações.

    Além disso, a ozonioterapia pode trazer riscos para a saúde, como irritação da pele e das mucosas, alergias, embolia gasosa e até mesmo morte, se for aplicada de forma inadequada ou por profissionais não capacitados. Por isso, a ozonioterapia deve ser realizada apenas por médicos ou dentistas treinados para a sua aplicação, seguindo as indicações aprovadas pela Anvisa.

    A ozonioterapia pode ser feita por meio de aplicação cutânea, com gás, compressas, óleos ou água contendo ozônio aplicados sobre a pele; aplicação bucal, utilizando água, gás ou óleos contendo ozônio diretamente na mucosa da boca; ou aplicação sistêmica, com injeção de ozônio no sangue ou nos músculos. O tipo de aplicação varia de acordo com a finalidade da ozonioterapia.

    Se você tem interesse em saber mais sobre a ozonioterapia, consulte um profissional de saúde qualificado e informe-se sobre os possíveis benefícios e riscos dessa terapia. Não se deixe enganar por promessas milagrosas ou falsas informações sobre a ozonioterapia na internet.