Tag: EUA

  • NASA não consegue ‘despertar’ sua sonda em Marte

    Os especialistas da NASA não conseguiram restabelecer a ligação com a sonda marciana Opportunity, embora o volume de pó na atmosfera de Marte se tenha reduzido para níveis quase normais, comunicou o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA.

    “Neste momento, o nível de pó na atmosfera caiu para 2,1 tau, mas depois cresceu para 2,5 tau. Até que se reduza para o nível de 2 tau, não esperamos ‘ouvir’ nada do rover, mas continuamos monitorando constantemente seus sinais”, informaram os participantes da missão.

    No início de junho, Marte foi atingido por uma forte tempestade de pó que abalou a maior parte da cratera Endeavour, onde a sonda Opportunity está operando. Alguns dias depois, a situação se agravou a tal ponto que os engenheiros tiveram que colocar a sonda em regime de emergência e desligar todos as suas ferramentas exceto o relógio.

    Já em meados de junho, segundo mostraram as fotos tiradas pela sonda Curiosity, que se encontra em outra parte do planeta, a tempestade abalou Marte inteiro e oficialmente adquiriu uma envergadura planetária.

    Foi apenas nos finais de julho que a camada de poeira gradualmente começou a assentar na superfície, e se espera que nas próximas semanas e meses a situação em Marte melhore radicalmente. Nas primeiras semanas de agosto, a quantidade de pó na atmosfera se reduziu várias centenas de vezes, o que melhorou a situação significativamente.

    Entretanto, não vale esperar que a sonda Opportunity desperte em breve, pois o nível de iluminação da superfície marciana continua muito baixo. Ademais, ainda não está claro se suas baterias conseguiram sobreviver na sequência de quase um mês de vida no frio e em completa escuridão.

    Segundo opinam os especialistas, uma tempestade semelhante ocorrida no planeta há cerca de 8 anos foi o motivo da morte da sonda Spirit, “gêmea” da Opportunity, que ficou presa na cratera Gusev em 2010.

    Porém, neste caso o rover não corre risco, porque Marte está entrando no verão e as temperaturas na sua superfície não devem baixar menos que 40 graus negativos. Só a partir daí isso seria perigoso para o rover.

  • EUA ameaça Turquia com novas sanções se pastor norte-americano não for libertado

    O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, declarou nesta quinta-feira (16) que os Estados Unidos estão prontos para impor mais sanções à Turquia caso o pastor norte-americano, Andrew Brunson, não seja libertado.

    “Temos planejado fazer ainda mais se eles não o libertarem rapidamente”, disse Mnuchin durante uma reunião do gabinete do presidente Donald Trump.

    Segundo o ministro de Relações Exteriores da Turquia, Berat Albayrak, a Turquia pretende superar a crise econômica, causada pelas ações dos EUA, junto com seus aliados, incluindo a Rússia.

    “Os EUA introduziram sanções contra uma infinidade de estados em todo o mundo. Em resposta a essas medidas, é necessário dar passos conjuntos bem coordenados. A Turquia superará isso junto com a Alemanha, Rússia e China”, disse o ministro.

    A Turquia encarcerou o pastor Andrew Brunson há dois anos por supostos laços com o movimento fundado pelo clérigo islâmico Fethullah Gülen, que Ancara acusou de orquestrar um golpe militar que fracassou no país, em 2016. No final de julho, Brunson foi libertado de uma prisão turca e colocado em prisão domiciliar.


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    Em resposta, Washington sancionou dois ministros turcos e depois dobrou as tarifas sobre as importações de aço e alumínio da Turquia. Por Sputnik Brasil.

  • Jovem é condenado a 5 prisões perpétuas por assassinar a família

    Um adolescente foi condenado nos Estados Unidos a cinco prisões perpétuas por matar a facadas os seus pais e três irmãos, segundo informou a Associated Press nesta quinta-feira.

    Michael Bever, hoje com 19 anos, tinha 16 quando ele e seu irmão mais velho, Robert, assassinaram a mãe, o pai, dois irmãos mais novos e a irmã de apenas 5 anos no subúrbio de Tulsa, no estado do Oklahoma. Outras duas irmãs, felizmente, sobreviveram ao ataque. Robert, na época com 18 anos, foi condenado em 2016 a uma pena de prisão perpétua.

    Michael, além das cinco penas de prisão perpétua, também foi condenado pelo juri a mais 28 anos de prisão pelo ataque a uma das irmãs sobreviventes, que, na época, tinha 13 anos. Até hoje, o motivo dos crimes é desconhecido.

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    De acordo com os vizinhos, todas as crianças da família Bever eram educadas em casa e mantidas sob forte vigilância, sendo proibidas de se misturar com pessoas de fora da família. Pouco depois da chacina, em 2015, Robert disse à polícia que seus pais costumavam bater neles. Segundo ele, sua esperança era a de se tornar famoso com os assassinatos. Por Sputnik Brasil.

  • Destruição da Internet? Cientistas predizem consequências graves das mudanças climáticas

    Especialistas revelam que, no futuro próximo, a Internet tal como a conhecemos hoje pode deixar de existir.

    De acordo com investigadores da Universidade de Wisconsin-Madison (EUA), nos próximos 15 anos, várias partes vitais da infraestrutura da Internet estadunidense podem ser inundadas e danificadas devido ao aumento do nível de mar.

    “O risco direto para a rede global da Internet é que as zonas de instalação dos cabos de fibra óptica transatlânticos serão inundadas nos próximos anos pelas águas do oceano devido ao aquecimento global”, declarou um dos autores da investigação, o professor Paul Barford.

    Assim, o aumento do nível das águas do mar provocará falhas globais até que os cabos sejam reinstalados em locais superiores. Mas isso exigirá tempo e dinheiro.

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    Os cientistas avisam que nos próximos 15 anos, só nos EUA 1,9 mil quilômetros de cabos de telecomunicações e 3,9 mil quilômetros de cabos de fibra óptica ficarão debaixo de água. Apesar de todos eles serem resistente à água, não são completamente impermeáveis. Portanto, a água salgada pode causar falhas no funcionamento da rede, especialmente nos centros da infraestrutura dos EUA.

    De acordo com Barford, o problema dos cabos existentes é que os meios de sua proteção são vulneráveis às mudanças climáticas. Por esta razão, assegura, no futuro é necessário “levar essas consequências em consideração”.

    Para evitar possíveis danos futuros nesse tipo de infraestrutura é vital aumentar sua proteção ainda hoje, concluem os especialistas. Por Sputnik Brasil.

  • OVNI persegue avião nos Estados Unidos [VÍDEO]

    Um vídeo publicado no YouTube por Nick Wanko, onde um Ovni persegue um avião está chamando a atenção daqueles que acreditam nos extraterrestres. No vídeo, podemos ver que o avião seguindo um objeto não identificado até perdê-lo de vista.

    O incidente foi filmado perto da cidade de Bend, Oregon, EUA.

    “Estava passeando com meu amigo. Nunca me interessei por OVNIs, mas mesmo assim comecei a ter umas experiências estranhas. Eu estou meio que envolvido”, escreveu o autor do vídeo.

    Um dos internautas deu uma explicação um tanto cética. Em sua opinião, trata-se de um avião e um planador.

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    Levando em consideração os últimos eventos, o estado de Oregon parece estar ganhando popularidade entre “ETs” e ganhando fama como lugar predileto de OVNIs. Tudo isso porque objetos voadores não identificados são vistos com frequência na região.

    Será que devemos culpar a secreta Área 51 — base militar da Força Aérea dos EUA — que se encontra no estado vizinho de Nevada? Com informações da Sputnik Brasil.

    https://www.youtube.com/watch?time_continue=1&v=YntJxp9QO7Y

  • Príncipes Charles e William recusaram encontro com Trump

    O príncipe Charles e o príncipe William se recusaram a participar do encontro entre e a rainha britânica Elizbeth II e o presidente norte-americano, Donald Trump. A informação foi divulgada por fontes citadas pela revista Times.

    “Eles [Charles e Willian] simplesmente se recusaram a participar. Isso é extremamente incomum, a rainha estar sozinha. Normalmente, ela é acompanhada por alguém”, disse a fonte.

    De acordo com a publicação, durante a ocasião, o príncipe William jogava polo para uma campanha de caridade, e o príncipe Charles participou de um evento com a polícia do condado de Gloucestershire.

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    Na sexta-feira, 13 de julho, o presidente dos EUA, Donald Trump, e sua esposa, Melanie, chegaram ao Castelo de Windsor para uma reunião com a rainha Elizabeth II. Trump se tornou o 12º presidente dos EUA, com quem Elizabeth II se encontrou pessoalmente.

    No início do dia, o presidente dos EUA manteve conversações e uma coletiva de imprensa conjunta com a primeira-ministra britânica, Theresa May. Por Sputnik Brasil.

  • Guerra comercial travada por Casa Branca pode abalar até Hollywood

    A indústria cinematográfica norte-americana na China está ameaçada: o maior e mais crescente mercado do mundo pode logo abrir mão da produção de Hollywood. Os especialistas entrevistados pela Sputnik frisam que em um futuro próximo a cota para os filmes estrangeiros na China será revisada e, pelo visto, não será em vantagem dos EUA.

    Em 2017, os cinemas chineses ganharam 55,9 bilhões de yuans, ou seja, 33,46 bilhões de reais. Em relação ao ano de 2016, os respectivos lucros aumentaram 22,3%. Entre os filmes estrangeiros mostrados na China, a parte leonina é de produção estadunidense.

    Atualmente, os especialistas de Hollywood prognosticam perdas potenciais para a indústria norte-americana relacionadas com o agravamento da guerra comercial com a China, comunica a edição Newsweek. As cotas para os filmes podem ser uma das respostas de Pequim às tarifas impostas pela administração do presidente Trump, assegura a mídia.

    “A guerra comercial entre a China e os EUA pode influir, sem dúvida, nas relações econômicas e comerciais entre os dois países, afetando também outras esferas, tais como a indústria cinematográfica, particularmente influenciar de modo negativo a divulgação de filmes norte-americanos na China”, disse à Sputnik China o famoso crítico cinematográfico, Wu Jiang.

    “Hoje em dia, na China está estabelecida uma cota anual de 34 filmes estrangeiros. Esta cota foi aprovada em 2012, como resultado de negociações entre Xi Jinping [líder chinês] e Joe Biden [ex-vice-presidente dos EUA no governo Obama], por um prazo de cinco anos. No futuro breve, essas mesmas condições devem ser revisadas. Devido à guerra comercial, há hipótese de que o número de filmes norte-americanos apresentados nos EUA seja reduzido”, adiantou.

    Já o diretor do centro de pesquisa de informações e comunicação social da Academia Chinesa de Ciências Sociais, Zhang Shuhua, frisa que com suas medidas restritivas os EUA estão prejudicando apenas a si mesmos.

    “A administração Trump começou uma guerra comercial com todo o mundo, provocando caos na economia mundial. Devemos tratar isso de modo muito sério. Ao longo dos últimos anos, o balanço no campo da produção cultural está sofrendo um déficit no que se trata das trocas com os EUA e outros países. Ao mesmo tempo, os filmes norte-americanos contam com mais de metade dos lucros totais dos cinemas chineses, o que faz os norte-americanos ganharem grandes lucros”, sublinhou.

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    Dado que o mercado cinematográfico chinês é o que cresce com maior ritmo no mundo, qualquer produtor sonha entrar nele. Assim, caso os EUA percam seu lugar lá, os cineastas estrangeiros ganharão oportunidades inéditas.

    De acordo com Wu Jiang, recentemente os espectadores chineses têm estado mais interessados em filmes de produção nacional, e a redução do número de filmes norte-americanos pode incentivar ainda mais esse interesse.

    Entre outros atores que podem ganhar grande peso no mercado chinês, o especialista enumera os produtores cinematográficos russos.

    “Basta relembrar como, logo após o início da política de reformas e abertura na década de 80, a China foi inundada pelo boom da animação japonesa, surgiram as telenovelas latino-americanas, e mais tarde — os dramas coreanos. Agora é a hora certa para agir. Os norte-americanos prejudicam a si mesmos por tolice, e os russos voltam a ganhar confiança em si mesmos e fazem ressuscitar a sua cultura”, observa Zhang Shuhua. Por Sputnik Brasil.

  • Monsanto é processada por jardineiro vítima de câncer

    Nesta segunda-feira (9) começou uma batalha histórica: o processo de um jardineiro californiano, vítima de câncer, contra a Monsanto, poderosíssima produtora de agrotóxicos responsável pelo herbicida Roundup.

    “Nos últimos 40 anos, a Monsanto soube que o ingrediente principal do Roundup pode produzir tumores em animais de laboratório”, disse o advogado do jardineiro.

    A disputa legal envolve Dewayne Johnson, um pai de 46 anos de idade. Diagnosticado em 2014 com linfoma não-Hodgkin, um câncer que afeta células brancas do sangue, Johnson usou uma versão genérica do Roundup da Monsanto chamada “Ranger Pro” repetidamente em seu trabalho em uma escola na Califórnia.

    Em sua declaração, o advogado disse que a Monsanto optou por não alertar os consumidores sobre os riscos e que, em vez disso, “eles lutaram contra a ciência”, minimizando a suspeita de ligação entre o herbicida químico e o câncer.

    “A Monsanto se esforçou para intimidar cientistas e combater pesquisadores”, disse ele ao júri.

    O caso na Corte Superior da Califórnia é o primeiro julgamento em que se diz que o Roundup causou câncer, uma alegação repetidamente negada pela empresa química.

    Se a Monsanto perder, o caso pode abrir a porta para centenas de ações judiciais adicionais contra a empresa recentemente adquirida pelo grupo químico e farmacêutico alemão Bayer.

    A Monsanto afirma que seu produto não é cancerígeno e que o câncer de Johnson não está ligado ao seu emprego.

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    Agente Laranja

    Fundada em 1901 em St. Louis, Missouri, a Monsanto começou a produzir agrotóxicos na década de 1940. Recentemente a empresa foi adquirido pela Bayer por mais de US$ 62 bilhões.

    A Monsanto foi uma das empresas que produziu o desfolhante “Agente Laranja”, que tem sido associado ao câncer e outras doenças, para uso das forças dos EUA no Vietnã. Ele nega a responsabilidade de como os militares o usaram.

    O principal herbicida Roundup da Monsanto foi lançado em 1976. A empresa logo em seguida começou a modificar geneticamente as plantas, tornando algumas resistentes ao Roundup.

    Em 2015, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer — órgão da Organização Mundial de Saúde — classificou o glifosato como “provavelmente cancerígeno” e, como resultado, o estado da Califórnia o listou como carcinogênico.

    Mas as agências europeias de segurança alimentar e de produtos químicos até agora não seguiram o exemplo, enquanto um estudo do Departamento de Saúde dos EUA sugere que sua toxicidade é limitada. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Encontraram a ‘irmã gêmea’ de Jennifer Lopez na internet

    Mais uma vez os experientes e desocupados detetives digitais fizeram uma descoberta incrível. Eles encontraram uma atleta americana que se parece muito com a famosa cantora Jennifer Lopez.

    Janice Garay, de 28 anos de idade, é uma fisiculturista e se tornou sensação da Internet depois que muitos de seus seguidores começaram a compará-la com a estrela latina. Alguns, inclusive, afirmaram que ela é mais bonita que a própria J.Lo.

    “É como se Jennifer Lopez tivesse uma irmã mais linda”, escreveu um dos seus 180 mil seguidores no Instagram.

    Garay, por sua vez, afirmou que nunca notou semelhança alguma com Lopez, mas admitiu ser uma grande fã de seu trabalho e espera poder conhecer a cantora um dia, informou a edição People.

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    Confira abaixo as fotos da sósia:

    https://www.instagram.com/p/BkG-E6mjUHU/?utm_source=ig_embed

    https://www.instagram.com/p/BjhpTlKjVPa/?utm_source=ig_embed

    https://www.instagram.com/p/Bj4erqrDWgs/?utm_source=ig_embed

  • Facebook sabe mais sobre você que o seu melhor amigo, marido ou esposa

    Talvez você não saiba, mas o Facebook armazena mais informações sobre a sua vida do que o cérebro humano mais próximo de você. E isso está preocupando o mundo inteiro. Na Europa, medidas legais já foram tomadas e a rede social de Mark Zuckerberg teve que se enquadrar no novo Regulamento Geral de Proteção de Dados.

    Por hora, o problema foi resolvido, mas e no resto do mundo, incluindo aí os mais de 2,7 bilhões de usuários na América Latina?

    É o que quatorze associações civis latino-americanas querem saber. As associações que promovem os direitos digitais escreveram uma carta para Zuckerberg, pedindo que o Facebook inclua os usuários da América Latina no novo Regulamento da Europa.

    O Facebook tem dois escritórios centrais. Um se situa nos EUA, e controla tanto o mercado local como o canadense, e o outro na Irlanda, fazendo o mesmo com os usuários ao redor do mundo, disse à Sputnik Mundo Cédric Laurant, diretor da associação civil mexicana Artículo 12.

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    “Isso quer dizer que por ter um escritório na Irlanda, o Facebook teve que cumprir a legislação europeia sobre proteção de dados, e todos os usuários — argentinos, mexicanos, africanos, asiáticos, exceto os dos EUA e Canadá, poderiam contar com ela”, explicou.

    É uma regulação mais garantida, que modifica o chamado “princípio da responsabilidade proativa”. A partir de agora, as empresas devem ser capazes de demonstrar em todos os momentos que cumprem os regulamentos e tomam as precauções necessárias para que os dados pessoais não sejam manipulados.

    “Mas eles perceberam, obviamente, que isso poderia causar problemas, porque os usuários em todo o mundo teriam mais direitos graças aos regulamentos europeus. Então eles decidiram limitar o acesso a esta lei apenas aos residentes da União Europeia”, argumenta.

    Desta maneira, a partir de 25 de maio “as pessoas que estão na Europa terão um melhor tratamento pelo Facebook do que o resto do mundo que usa o Facebook”.

    O ativista realçou que esta situação é inaceitável e relembrou que há estudos que mostram como, com 120 curtidas, “o Facebook sabe mais sobre nós que nosso melhor amigo, marido ou esposa”. Com informações da Sputnik Brasil.