Tag: EUA

  • EUA suspendem estudo com hidroxicloroquina para pacientes com Covid-19

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    O que você precisa saber sobre economia nos principais portais de notícias do país:

    Forbes

    InfoMoney

    Valor Econômico


    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui

  • EUA cancela autorização para uso de cloroquina contra coronavírus

    Os Estados Unidos cancelaram a permissão para o uso de cloroquina e hidroxicloroquina no tratamento contra o novo coronavírus.

    Depois de rever estudos internacionais sobre o uso dos medicamentos, a decisão da FDA (agência de saúde dos EUA), foi de revogar a autorização.

    Segundo a agência, o uso do remédio “não parece produzir nenhum efeito antiviral” e “não mostrou benefícios na mortalidade, diminuição de tempo de internação ou necessidade de ventilação mecânica em pacientes com Covid-19”.

    A permissão tinha sido dada de forma emergencial no começo da pandemia após um pedido de urgência feito pelo presidente Donald Trump.

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

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  • “Façam essa dor parar”, diz irmão de George Floyd no Congresso

    Philonise Floyd, irmão de George Floyd, pediu para que o Congresso americano aja para evitar que o assassinato tenha sido “em vão”.

    “Estou cansado da dor que sinto agora, da dor que sinto sempre que matam outro negro sem nenhum motivo. Estou aqui para pedir que façam isso parar. Parem a dor. Façam com que não fiquemos cansados”, disse Philonise.

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  • Soldados americanos vão tentar deter caravana de migrantes hondurenhos

    O general Terrence O’Shaughnessy afirmou que os EUA vão enviar cerca de 5 mil soldados americanos à fronteira mexicana para impedir a entrada de migrantes vindos de Honduras no país.

    Os soldados irão se juntar aos mais de 2 mil membros da guarda nacional que já estão no local.

    Kevin McAleenan, chefe do serviço de proteção das fronteiras, disse que os EUA não vão permitir a entrada de caravanas de forma ilegal e perigosa.

    A ação vem em conjunto com o que o presidente Donald Trump declarou nas últimas semanas em sua conta no Twitter.

    “Várias gangues e pessoas muito más se juntaram à caravana, que se dirige à fronteira sul. Por favor, voltem para casa, vocês não serão aceitos nos EUA, a menos que sigam um procedimento legal”, tuitou Trump nesta segunda (29).

    Para escapar do bloqueio policial na ponte que separa o México e de Honduras, centenas de migrantes hondurenhos se jogaram nas águas do rio Suchiate, na Guatemala, para chegar ao México e continuar a caminhada rumo aos Estados Unidos.

    Alguns atravessaram dentro de jangadas improvisadas, outros foram nadando e um terceiro grupo fez uma corrente humana para não serem levados pela correnteza.

    Um migrante foi morto no domingo (28) por um tiro de borracha, enquanto a caravana tentava furar o bloqueio policial.

  • Rússia abre investigação sobre falha em lançamento da nave Soyuz

    A Roscosmos (agência espacial estatal russa) vai estudar fotos do voo da espaçonave Soyuz, que sofreu um acidente nesta quinta-feira (11).

    “A comissão de emergência acabou de começar a trabalhar e coletará todos os dados”, afirmou Sergey Krikalev, diretor-executivo de programas espaciais.

    O veículo de lançamento da Soyuz-FG não conseguiu levar a espaçonave Soyuz MS-10 com a nova tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) para o espaço.

    O cosmonauta russo Alexey Ovchinin e o astronauta da NASA, Nick Hague, conseguiram ejetar em uma cápsula de resgate e fizeram um pouso de emergência no Cazaquistão.

    Nenhum deles sofreu ferimentos.

    Este foi o primeiro fracasso de um lançamento espacial tripulado na história moderna da Rússia.

    Algumas fontes próximas do planejamento do lançamento disseram à agência de notícias Sputnik que o acidente pode ter ocorrido devido ao fato de que uma das quatro unidades da primeira fase da Soyuz-FG não conseguiu se separar no momento planejado.

    O acidente aconteceu na manhã desta quinta (11) e está sendo investigado por uma comissão especial da Roscosmos.

    Todos os voos tripulados para a Estação Espacial Internacional (ISS) foram suspensos devido ao acidente, que agora estão sendo conduzidos apenas a partir do Cosmódromo de Baikonur e apenas na espaçonave russa Soyuz.

    O primeiro-ministro russo, Yury Borisov, afirmou que espera que a NASA “trate esta situação com compreensão”. (Com informações da Sputnik Brasil)

  • Facebook deleta 251 perfis falsos e 559 páginas que divulgavam Fake News

    Em mais uma ofensiva contra a propagação de Fake News (notícias falsas), o Facebook removeu 559 páginas e 251 contas que se envolveram em “comportamento não autêntico coordenado”, disse a empresa em um comunicado de imprensa.

    “Hoje estamos removendo 559 páginas e 251 contas que consistentemente quebraram nossas regras contra spam e coordenaram comportamentos não autênticos”, disse o comunicado.

    A maioria das páginas usavam perfis falsos ou várias contas com os mesmos nomes para postar grandes quantidades de conteúdo em uma rede de grupos para direcionar o tráfego para seus sites, segundo o comunicado.

    Outras páginas e contas eram apenas fazendas de publicidade, usando o Facebook para enganar as pessoas se disfarçando de fóruns para debates políticos reais, segundo o comunicado.

    Apesar de estarmos no período eleitoral, o Facebook disse que o “volume” da atividade inautêntica vista no site da mídia social geralmente é motivado por dinheiro, não por política.

    A rede social foi criticada por permitir a veiculação de anúncios de campanha política supostamente ligados a entidades russas durante a eleição de 2016.

    Moscou rejeitou repetidamente as alegações de interferência eleitoral, caracterizando-as como tentativas de políticos e meios de comunicação dos EUA de alimentar a histeria russofóbica.

    Com informações da Sputnik Brasil.

  • Premiê japonês diz que ele e Trump irão trabalhar juntos para a desnuclearização da Coreia

    O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, se encontrou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Nova York.

    Ele disse que os dois vão continuar a trabalhar juntos para a desnuclearização completa da Península Coreana.

    Trump e Abe jantaram no edifício Trump Tower, em Nova York, por mais de duas horas no último domingo (23), e devem se reunir novamente esta semana.

    Abe disse à imprensa que os dois concordaram em impulsionar a dinâmica criada na cúpula entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte em junho.

    Além disso, o premiê revelou que teve conversações construtivas com Trump sobre comércio e investimento bilaterais.

    O premiê japonês afirmou ainda que ouviu os pedidos de familiares de cidadãos japoneses que foram sequestrados pela Coreia do Norte. Abe citou que o próximo passo é se encontrar diretamente com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, para discutir a questão dos sequestros.

    A administração Trump manifestou determinação em se engajar com o Japão nas negociações de um acordo de livre comércio. O governo quer reduzir o déficit comercial dos Estados Unidos.

  • Donald Trump acusa Google de boicotar sua agenda e editar resultados de pesquisas

    O presidente dos EUA, Donald Trump, publicou um vídeo em seu Twitter onde acusa o Google de manipular os resultados de pesquisa. Além disso, ele também questionou o fato da empresa ignorar os eventos de sua agenda.

    Segundo Trump, a empresa de Mountain View favorece resultados negativos a seu respeito. Quando um usuário pesquisa seu nome, o Google mostraria apenas os resultados pejorativos, ou seja, que denigrem sua imagem.

    Além disso, Trump ainda alega que o Google deliberadamente ignora todos os comícios e eventos de sua agenda, ao contrário do que acontecia com seu antecessor.

    No vídeo podemos ver claramente que eventos ligados à Barack Obama constantemente eram divulgados na página inicial do buscador.

    Em resposta às acusações, o Google alegou que não escolhe lados políticos e reiterou que os resultados de pesquisa são mostrados de acordo com a relevância do assunto.

    O assunto tem sido tema de debates nos últimos meses. Após diversas empresas de tecnologia serem acusadas de boicotar usuários declaradamente de Direita, não apenas nos EUA.

    O caso de Trump não é o primeiro em que os resultados de pesquisa do Google mostram artigos de origem duvidosa e pouco relevante no seu topo da pesquisa.

    Vale lembrar que o Facebook e Twitter recentemente receberam duras críticas ao punirem (bloqueando contas) de forma desigual, grupos ligados a partidos políticos de direita e esquerda.

  • Jovem de 24 anos atira contra participantes de torneio na Flórida

    Jovem de 24 anos que participava de torneio de videogame atira contra participantes e depois se mata.

    O tiroteio aconteceu na tarde desse domingo (26), em Jacksonville, na Flórida, em um restaurante da cidade, que realizava uma etapa de um campeonato de videogame online.

    A rede de televisão CNN divulgou imagens de um vídeo do momento em que os tiros começam.

    Dezenas de disparos e os gritos de quem estava no local podem ser ouvidos na gravação. Quatro pessoas morreram e 20 ficaram feridas.

    O restaurante fica em um lugar bastante movimentado da cidade, o The Jacksonville Landing, uma área de restaurantes à beira do rio.

    A polícia disse que está investigando o caso com apoio do FBI – a Polícia Federal norte-americana – e confirmou que o suspeito se matou no local, após atirar contra as vítimas. Ele era David Katz, de 24 anos, de Baltimore Mayland.

    O restaurante estava transmitindo as partidas do campeonato, ao vivo. A imprensa americana diz que o atirador era um dos jogadores que estava competindo no local e após perder o torneio teria disparado e atacado as vítimas antes de se matar. A polícia ainda não confirmou.

    Foi o terceiro grande tiroteio na Flórida, em dois anos. Em 2016, 49 pessoas foram mortas em Orlando, na Boate Pulse.

    Em outro tiroteio, este ano, em uma escola de ensino médio do estado, 17 pessoas morreram.

  • Senado dos Estados Unidos seria alvo de hackers russos, diz Microsoft

    A Microsoft, maior empresa de software do mundo, disse ter assumido o controle de seis domínios na internet, ou endereços, que supostos hackers da Rússia haviam criado para imitar o site do Senado norte-americano e sites de chamadas think tanks, consultorias formadas por especialistas que emitem análises e pesquisas.

    A empresa acusou diretamente a Rússia e alertou que o país está aumentando os ataques cibernéticos, com alvo nas eleições parlamentares em novembro nos Estados Unidos.

    A Microsoft disse ainda que fechou 84 sites falsos e moveu 12 ações na Justiça nos últimos dois anos contra hackers do governo russo.

    O Kremlin, por sua vez, afirmou que desconhece a ação de hackers russos para prejudicar as eleições nos Estados Unidos. O porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, disse em uma entrevista por telefone, nessa terça-feira (21), que Moscou não sabe sobre hackers russos que estariam atuando nas eleições americanas.

    As acusações de interferência em eleições nos Estados Unidos foram feitas pela primeira vez no fim do mandato de Barack Obama em 2016, quando o FBI acusou a Rússia de ter invadido computadores da campanha de Hillary Clinton para prejudicá-la.

    Desde o início de seu governo, Donald Trump enfrenta acusações de que integrantes de sua equipe de campanha teriam tido contato com funcionários da Rússia. No encontro entre ele e o presidente russo Vladmir Putin, em julho, Trump foi criticado por não ter confrontado Putin pelas acusações de interferência russa nas eleições. Por Radioagência Nacional.