Tag: Facebook

  • TSE faz parceria com Facebook para combater as fake news no Brasil


    O acordo é uma das medidas para dificultar a circulação de notícias falsas, disparos de mensagens, uso de robôs e perfis falsos durante as eleições.

    Ouça na W:

    Este conteúdo está disponível apenas para assinantes. Você pode ter acesso e publicar em sua rádio. Saiba mais aqui.


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Gazeta do Povo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Com boicote de Coca-Cola, Unilever, Pepsi e Starbucks, Facebook perde US$ 74,6 bi com boicote de patrocinadores

    Ouça os destaques do dia no Conexão W:

    Se não conseguir visualizar o artigo tente aqui.


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Facebook, WhatsApp e Instagram saem do ar no mundo todo

    Contabilizando mais uma falha em 2019, o Facebook, Instagram e os aplicativos de mensagens instantâneas, WhatsApp e Messenger, ficaram parcialmente inacessíveis em vários países do mundo na manhã de domingo (14).

    O Downdetector, um serviço que monitora o funcionamento de sites, relatou interrupções em todas as redes sociais de Mark Zuckerberg.

    Por volta das 8h da manhã, o WhatsApp estava totalmente inoperante, enquanto as outras redes voltaram a funcionar somente na versão de mobile.

    Pelo computador, os serviços continuavam inacessíveis até a tarde.

    Ainda não se sabe quais as razões das falhas e a empresa de Zuckerberg não se manifestou.

    Confira a repercussão ao vivo.

  • Facebook está combinando infra-estrutura do Messenger, Instagram e WhatsApp

    Um novo relatório do New York Times diz que o Facebook está integrando todas as suas plataformas (Facebook Messenger, Instagram e WhatsApp) em uma mesma infraestrutura. Os serviços permaneceriam distintos, mas as conexões de back-end entre os três aplicativos se transformariam em uma plataforma de mensagem principal.

    O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, está supostamente por trás da iniciativa. Ele teria prometido autonomia relativa do Instagram e do WhatsApp quando o Facebook adquiriu os serviços. Mas o maior controle sobre as empresas do Facebook e do próprio Zuckerberg levou à saída dos líderes originais do WhatsApp e do Instagram.

    O Facebook não negou o relatório e disse ao Times que quer “construir as melhores experiências de mensagens que pudermos, e as pessoas querem que as mensagens sejam rápidas, simples, confiáveis ​​e privadas”. O projeto já está em andamento e espera concluir a integração até 2020.

  • Facebook deleta 251 perfis falsos e 559 páginas que divulgavam Fake News

    Em mais uma ofensiva contra a propagação de Fake News (notícias falsas), o Facebook removeu 559 páginas e 251 contas que se envolveram em “comportamento não autêntico coordenado”, disse a empresa em um comunicado de imprensa.

    “Hoje estamos removendo 559 páginas e 251 contas que consistentemente quebraram nossas regras contra spam e coordenaram comportamentos não autênticos”, disse o comunicado.

    A maioria das páginas usavam perfis falsos ou várias contas com os mesmos nomes para postar grandes quantidades de conteúdo em uma rede de grupos para direcionar o tráfego para seus sites, segundo o comunicado.

    Outras páginas e contas eram apenas fazendas de publicidade, usando o Facebook para enganar as pessoas se disfarçando de fóruns para debates políticos reais, segundo o comunicado.

    Apesar de estarmos no período eleitoral, o Facebook disse que o “volume” da atividade inautêntica vista no site da mídia social geralmente é motivado por dinheiro, não por política.

    A rede social foi criticada por permitir a veiculação de anúncios de campanha política supostamente ligados a entidades russas durante a eleição de 2016.

    Moscou rejeitou repetidamente as alegações de interferência eleitoral, caracterizando-as como tentativas de políticos e meios de comunicação dos EUA de alimentar a histeria russofóbica.

    Com informações da Sputnik Brasil.

  • Facebook anuncia novas medidas para combater contas falsas

    O Facebook anunciou novas medidas para evitar abusos na plataforma durante as Eleições no Brasil.

    A empresa já havia anunciado diversas iniciativas relacionadas à propaganda eleitoral paga, a contas falsas e à disseminação de desinformação, como as chamadas notícias falsas (Fake News).

    Neste novo comunicado, a empresa afirma que foram removidas páginas inicialmente criadas para reunir pessoas com interesses diversos e que tiveram seus nomes e propósitos alterados para apoiar um candidato ou tomar partido na disputa eleitoral.

    “Removemos essas páginas porque nossas políticas não permitem mudanças de nome de páginas que resultem em conexões falsas ou não intencionais, e que alterem substancialmente o assunto das páginas”, disse a nota.

    A plataforma também derrubou vários perfis falsos, que se faziam passar por candidatos disputando as eleições.

    Essa violação foi enquadrada no que a companhia chama de “comportamento não autêntico”, conduta que foi usada para remover 186 páginas e 97 perfis ligados ao Movimento Brasil Livre em julho.

    O trabalho para verificar as informações e os perfis falsos são feitos por agências de checagem parcerias do Facebook. No Brasil estão a Lupa, Aos Fatos e Agência France Press.

  • Facebook tem um “índice de confiabilidade” secreto para cada usuário

    Segundo o Washington Post, o Facebook está introduzindo um novo sistema de classificação que avalia a confiabilidade dos usuários. O sistema faz parte de um esforço mais amplo para combater a desinformação e a propagação das notícias falsas na plataforma.

    O Facebook luta há muito tempo contra as fake news e a empresa lançou várias iniciativas para reduzir o número dessas histórias. Um deles é um recurso que pede aos usuários que votem em quão verdadeiras certas notícias são. Se uma determinada notícia for denunciada como falsa por muitas pessoas, os funcionários do Facebook investigarão para determinar se essa avaliação é precisa.

    Mas esse processo cria outro problema: como você sabe se os usuários que relatam notícias são confiáveis?

    Para resolver esse problema, o Facebook criou outra métrica que acompanha o quanto a avaliação de um usuário em particular concorda com a do Facebook. Se os usuários relatarem uma história como falsa quando ela for verdadeira, a pontuação de confiabilidade diminuirá e aumentará se ela usar a ferramenta como pretendido.

    “Não é incomum que as pessoas nos digam que algo é falso, simplesmente porque discordam da premissa de uma história ou estão tentando intencionalmente segmentar uma determinada editora”, disse a gerente de produto do Facebook, Tessa Lyons.

    A “pontuação de confiabilidade” é um valor oculto visível apenas para a equipe do Facebook, e é um número único que varia de 0 a 1. O Facebook diz que essa é apenas uma das várias métricas que a empresa usa para avaliar relatórios de usuários.

  • TSE multa Facebook por descumprir ordem judicial

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) multou o Facebook em R$ 3,23 milhões por descumprir uma ordem judicial. A plataforma não repassou informações de um perfil responsável pela veiculação de mensagens contra uma coligação nas eleições do município de Amambaí (MS), em 2012.

    Na época, o juízo eleitoral da cidade determinou o repasse de dados do responsável pelo perfil. Foi considerado que mensagens divulgadas por ele atingiram a honra e imagem de candidatos da Coligação União e Trabalho.

    O juízo estabeleceu multa diária de R$ 30 mil caso a decisão não fosse respeitada, o valor aumentado para R$ 60 mil posteriormente.

    O Facebook alegou que não tinha as informações por ter removido a conta. Como não cumpriu a ordem judicial, a empresa foi multada em mais de R$ 9 milhões. A empresa recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul e, depois, ao TSE.

    A rede social pediu a redução da multa para R$ 100 ao dia, enquanto a Procuradoria-Geral Eleitoral recomendou que o valor da punição ficasse em R$ 10 mil ao dia. As informações foram publicadas pela Agência Brasil.

    O recurso foi analisado inicialmente pelo ministro Tarcísio Vieira, que emitiu decisão contrária à companhia no dia 25 de junho. O tema foi então analisado pelo plenário do Tribunal ontem (21), que optou por manter a decisão do ministro. Por Sputnik Brasil.

  • Facebook terá ferramentas para controlar tempo gasto em plataforma

    O Facebook anunciou novas ferramentas para que os usuários possam monitorar o tempo gasto na plataforma e no Instagram, aplicativo de propriedade da empresa. O quadro de controle de atividades (Activity Dashboard) vai permitir que a pessoa verifique quanto tempo passou conectada ao programa e crie formas de gerir as notificações. A empresa não informou quando os recursos estarão disponíveis.

    No Facebook, será criado um link chamado Seu Tempo no Facebook (Your Time on Facebook). Neste link, o dono do perfil pode conferir o tempo médio naquele dispositivo, que poderá ser analisado por determinados períodos, como dia ou semana. Neste espaço, será possível definir um tempo limite ou de referência e solicitar alertas quando este for atingido.

    Outro novo recurso é a gestão das notificações, mecanismo usado pela plataforma para avisar ao usuário quando alguma interação (comentário, like ou publicação) é feita junto ao perfil. Eles podem ser ativados para ser recebidos de diferentes formas, até quando a pessoa não está logada. As notificações acabam funcionando como estímulo para que a pessoa visite a plataforma, aumentado o tempo de acesso a ela.

    O usuário poderá interromper os alertas de notificação. Para isso, basta acessar as configurações de notificação (notification settings) e clicar em mute push notifications. Essa suspensão poderá ser definida por determinado período.

    VEJA MAIS:
    Curta a página da W Rádio Brasil no Facebook!
    Inflação pelo IPC-S cai em sete capitais de junho para julho
    Carreta de vodca a toda velocidade colide contra monumento na Rússia

    Segundo o diretor de Pesquisa da empresa, David Ginsberg, o objetivo é dar às pessoas meios de controlar o tempo gasto. Nesta quarta-feira (1º), em comunicado oficial onde a medida foi anunciada, Ginsberg afirmou que a empresa está preocupada com o impacto da quantidade e da qualidade do tempo despendido nos aplicativos da firma, especialmente entre jovens.

    Instagram

    No Instagram, as mesmas ferramentas foram implantadas. O usuário que quiser visualizar o tempo gasto deve acessar o link Sua Atividade (Your Activity).

    Assim como no Faceboo, lá estarão disponíveis as informações sobre o tempo por dia e semana e também os recursos para suspender as notificações. Por Agência Brasil.

  • Facebook derruba rede que fazia esforço ‘coordenado’ para influenciar eleições nos EUA

    O Facebook informou nesta terça-feira (31) que eliminou 32 páginas e contas falsas envolvidas no que parecia ser uma tentativa “coordenada” de influenciar a opinião pública sobre questões políticas antes das eleições estadunidenses de novembro, mas não conseguiu identificar a fonte.

    “Estamos fechando 32 páginas e contas envolvidas em comportamento não autêntico coordenado, sem dizer que um grupo específico ou país é responsável”, disse o Facebook em uma série de posts.

    A companhia diz que “parte da atividade é consistente” com as movimentações desenvolvidas a partir da Rússia para influenciar as eleições presidenciais de 2016 pelas redes sociais.

    Moscou nega ter interferido nas eleições dos Estados Unidos.

    VEJA MAIS:
    Grupo inicia greve de fome pela liberdade de Lula: ‘responsabilidade é do STF’
    Crocodilo morde braço de domador durante espetáculo circense

    “Ainda estamos nos estágios iniciais de nossa investigação e não temos todos os fatos — incluindo quem pode estar por trás disso”, acrescentou o Facebook. “Mas nós estamos compartilhando o que sabemos hoje, dada a conexão entre esses maus atores e protestos que estão planejados em Washington na semana que vem.”

    O Facebook informou que compartilhou com as agências policiais dos EUA, o Congresso e outras empresas de tecnologia as suas descobertas.

    O New York Times publicou que a empresa de Mark Zuckerberg trabalha com o FBI na investigação. Por Sputnik Brasil.