Tag: Facebook

  • Estudo mostra que conteúdo falso sobre vacinas tem mais influência do que informações sinalizadas como falsas

    Estudo mostra que conteúdo falso sobre vacinas tem mais influência do que informações sinalizadas como falsas

    A desinformação na internet tem sido um grande problema nos últimos anos.

    Isso é especialmente preocupante quando se trata de informações falsas sobre vacinas, que podem ter sérias consequências. Embora saibamos muito sobre como essas informações falsas se espalham e por que as pessoas acreditam nelas, ainda não entendemos completamente o impacto direto que elas têm.

    A desinformação sobre as vacinas COVID-19 no Facebook é um exemplo disso. Foi criado um modelo para tentar entender o impacto que essa desinformação pode ter nas taxas de vacinação. Um artigo na revista Science apresentou os resultados dessas pesquisas.

    Os estudos mostraram que as pessoas podem ser mais influenciadas por conteúdo que é cético sobre vacinas do que por conteúdo que é claramente falso. Isso significa que simplesmente corrigir informações falsas pode não ser suficiente para proteger a saúde pública.

    Ao analisar o impacto da desinformação sobre a vontade das pessoas de se vacinar contra a COVID-19, os pesquisadores descobriram que é importante considerar não apenas se as informações são verdadeiras ou falsas, mas também como elas são apresentadas e como podem influenciar o comportamento das pessoas.

    Em um dos estudos, descobriu-se que a desinformação sobre vacinas pode diminuir a vontade das pessoas de se vacinar. No entanto, o impacto variou dependendo do tipo de desinformação, sugerindo que outros aspectos do conteúdo também são importantes.

    Um segundo estudo foi além da desinformação verificada e examinou diferentes aspectos do conteúdo. Descobriu-se que a ideia de que as vacinas são prejudiciais à saúde foi o aspecto que mais influenciou as intenções de vacinação, independentemente de ser verdade ou não.

    O artigo também discutiu a exposição a informações falsas e céticas sobre vacinas no Facebook. Descobriu-se que o conteúdo falso sobre vacinas representava apenas uma pequena parte das visualizações de URLs relacionadas a vacinas no Facebook. No entanto, o conteúdo cético teve um impacto significativo.

    Essas descobertas destacam a importância de lidar com a disseminação de informações céticas sobre vacinas para promover a confiança na vacinação.

    Fonte: Link.


    Isso é especialmente preocupante quando se trata de informações falsas sobre vacinas, que podem ter sérias consequências. Embora saibamos muito sobre como essas informações falsas se espalham e por que as pessoas acreditam nelas, ainda não entendemos completamente o impacto direto que elas têm.

    A desinformação sobre as vacinas COVID-19 no Facebook é um exemplo disso. Foi criado um modelo para tentar entender o impacto que essa desinformação pode ter nas taxas de vacinação. Um artigo na revista Science apresentou os resultados dessas pesquisas.

    Os estudos mostraram que as pessoas podem ser mais influenciadas por conteúdo que é cético sobre vacinas do que por conteúdo que é claramente falso. Isso significa que simplesmente corrigir informações falsas pode não ser suficiente para proteger a saúde pública.

    Ao analisar o impacto da desinformação sobre a vontade das pessoas de se vacinar contra a COVID-19, os pesquisadores descobriram que é importante considerar não apenas se as informações são verdadeiras ou falsas, mas também como elas são apresentadas e como podem influenciar o comportamento das pessoas.

    Em um dos estudos, descobriu-se que a desinformação sobre vacinas pode diminuir a vontade das pessoas de se vacinar. No entanto, o impacto variou dependendo do tipo de desinformação, sugerindo que outros aspectos do conteúdo também são importantes.

    Um segundo estudo foi além da desinformação verificada e examinou diferentes aspectos do conteúdo. Descobriu-se que a ideia de que as vacinas são prejudiciais à saúde foi o aspecto que mais influenciou as intenções de vacinação, independentemente de ser verdade ou não.

    O artigo também discutiu a exposição a informações falsas e céticas sobre vacinas no Facebook. Descobriu-se que o conteúdo falso sobre vacinas representava apenas uma pequena parte das visualizações de URLs relacionadas a vacinas no Facebook. No entanto, o conteúdo cético teve um impacto significativo.

    Essas descobertas destacam a importância de lidar com a disseminação de informações céticas sobre vacinas para promover a confiança na vacinação.

    Fonte: Link.


  • O Crescente Extremismo Online e a Necessidade de Regulamentação das Plataformas Digitais no Brasil

    O Crescente Extremismo Online e a Necessidade de Regulamentação das Plataformas Digitais no Brasil

    Relatório internacional revelou a presença de mais de 20 organizações extremistas ativas no Brasil.

    Receber conteúdos que provocam fortes emoções, como o ódio contra um grupo específico, é algo frequente nos dias atuais. Se você já se sentiu afetado por mensagens que incitaram sentimentos intensos quando compartilhadas em grupos de amigos ou familiares, certamente vai entender a relevância de refletir sobre o efeito dessas mensagens.

    Essas organizações estão espalhando discursos de ódio de forma desenfreada, e a moderação das plataformas parece insuficiente para conter essa tendência alarmante. Este fenômeno levanta questões importantes sobre o papel das plataformas online na regulação do discurso e na prevenção da propagação de conteúdo prejudicial.

    Enquanto o Congresso Nacional não aprova uma lei para regular as plataformas digitais, grupos extremistas continuam a espalhar mensagens de ódio na internet sem enfrentar restrições.

    Muitos desses grupos têm perfis em redes sociais, como Facebook, Twitter (atualmente chamado de X), YouTube e Telegram. O Brasil é um terreno fértil para o crescimento de grupos extremistas devido ao alto tempo gasto na internet e à falta de regulação das plataformas.

    Os debates sobre o Projeto de Lei 2.630/2020, que busca regular as redes sociais, aumentaram após os ataques de Elon Musk ao ministro do STF, Alexandre de Moraes. Entretanto, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, reduziu o ritmo para aprovação da proposta ao anunciar a criação de um grupo de trabalho para analisar o texto.

    Extremismo nas redes sociais

    Um relatório do Global Project Against Hate and Extremism mapeou mais de 20 grupos extremistas ativos no Brasil, destacando a falta de moderação das plataformas em relação aos discursos de ódio. A falta de regulação das redes sociais permite a disseminação sem restrições de mensagens de ódio por parte de grupos extremistas, enquanto o Congresso Nacional ainda não avança na aprovação de uma lei para regulamentar essa questão.

    Ataques direcionados à população LGBTQIA+

    O mapeamento revelou que a população LGBTQIA+ é o principal alvo dos ataques dos grupos extremistas presentes nas redes sociais. Organizações como a Força Nacionalista Brasileira e Falanges de Aço propagam mensagens misóginas, LGBTfóbicas, racistas e xenofóbicas, demonstrando o alcance e a gravidade das postagens de ódio nas plataformas digitais.

    Instituto criado por Eduardo Bolsonaro é citado como grupo extremista

    O Instituto Conservador-Liberal, fundado por Eduardo Bolsonaro, é apontado como um grupo extremista, promovendo conteúdos nacionalistas, sexistas e antiaborto. A entidade, presente em diversas plataformas digitais, tem mais de 100 mil seguidores e é relacionada à organização americana Conservative Political Action Conference (CPAC), evidenciando a influência e o alcance de grupos extremistas nas redes sociais.

    Diante desse contexto desafiador, é crucial que haja uma ação efetiva para promover um ambiente online mais inclusivo e seguro para todos. A regulamentação das plataformas digitais se mostra como uma medida urgente diante do crescente impacto do extremismo, especialmente sobre as minorias. Proteger a sociedade da propagação do discurso de ódio requer esforços imediatos e colaborativos.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.


    Receber conteúdos que provocam fortes emoções, como o ódio contra um grupo específico, é algo frequente nos dias atuais. Se você já se sentiu afetado por mensagens que incitaram sentimentos intensos quando compartilhadas em grupos de amigos ou familiares, certamente vai entender a relevância de refletir sobre o efeito dessas mensagens.

    Essas organizações estão espalhando discursos de ódio de forma desenfreada, e a moderação das plataformas parece insuficiente para conter essa tendência alarmante. Este fenômeno levanta questões importantes sobre o papel das plataformas online na regulação do discurso e na prevenção da propagação de conteúdo prejudicial.

    Enquanto o Congresso Nacional não aprova uma lei para regular as plataformas digitais, grupos extremistas continuam a espalhar mensagens de ódio na internet sem enfrentar restrições.

    Muitos desses grupos têm perfis em redes sociais, como Facebook, Twitter (atualmente chamado de X), YouTube e Telegram. O Brasil é um terreno fértil para o crescimento de grupos extremistas devido ao alto tempo gasto na internet e à falta de regulação das plataformas.

    Os debates sobre o Projeto de Lei 2.630/2020, que busca regular as redes sociais, aumentaram após os ataques de Elon Musk ao ministro do STF, Alexandre de Moraes. Entretanto, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, reduziu o ritmo para aprovação da proposta ao anunciar a criação de um grupo de trabalho para analisar o texto.

    Extremismo nas redes sociais

    Um relatório do Global Project Against Hate and Extremism mapeou mais de 20 grupos extremistas ativos no Brasil, destacando a falta de moderação das plataformas em relação aos discursos de ódio. A falta de regulação das redes sociais permite a disseminação sem restrições de mensagens de ódio por parte de grupos extremistas, enquanto o Congresso Nacional ainda não avança na aprovação de uma lei para regulamentar essa questão.

    Ataques direcionados à população LGBTQIA+

    O mapeamento revelou que a população LGBTQIA+ é o principal alvo dos ataques dos grupos extremistas presentes nas redes sociais. Organizações como a Força Nacionalista Brasileira e Falanges de Aço propagam mensagens misóginas, LGBTfóbicas, racistas e xenofóbicas, demonstrando o alcance e a gravidade das postagens de ódio nas plataformas digitais.

    Instituto criado por Eduardo Bolsonaro é citado como grupo extremista

    O Instituto Conservador-Liberal, fundado por Eduardo Bolsonaro, é apontado como um grupo extremista, promovendo conteúdos nacionalistas, sexistas e antiaborto. A entidade, presente em diversas plataformas digitais, tem mais de 100 mil seguidores e é relacionada à organização americana Conservative Political Action Conference (CPAC), evidenciando a influência e o alcance de grupos extremistas nas redes sociais.

    Diante desse contexto desafiador, é crucial que haja uma ação efetiva para promover um ambiente online mais inclusivo e seguro para todos. A regulamentação das plataformas digitais se mostra como uma medida urgente diante do crescente impacto do extremismo, especialmente sobre as minorias. Proteger a sociedade da propagação do discurso de ódio requer esforços imediatos e colaborativos.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.


  • WhatsApp enfrenta instabilidade e deixa usuários sem acesso ao aplicativo

    WhatsApp enfrenta instabilidade e deixa usuários sem acesso ao aplicativo

    O WhatsApp, um dos aplicativos de mensagens mais populares do mundo, enfrentou uma instabilidade na tarde desta quarta-feira (19) que deixou milhões de usuários sem acesso ao serviço.

    via GIPHY

    A falha afetou vários países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Índia e Reino Unido.

    De acordo com o site Downdetector, que monitora o funcionamento de serviços online, os problemas começaram por volta das 15h30 (horário de Brasília) e duraram cerca de meia hora. Os usuários relataram dificuldades para enviar e receber mensagens, fazer chamadas de voz e vídeo, e acessar o status do aplicativo.

    No Twitter, a hashtag #whatsappdown chegou aos assuntos mais comentados, com muitas pessoas reclamando da falha e fazendo piadas sobre a situação. Alguns usuários aproveitaram para elogiar outros aplicativos de mensagens, como Telegram e Signal, que não apresentaram problemas.

    O WhatsApp, que pertence à Meta, a nova empresa que substituiu o Facebook, reconheceu o problema em um comunicado e pediu desculpas pelo transtorno. “Hoje, alguns usuários podem ter tido problemas para se conectar ao WhatsApp por um curto período. Resolvemos rapidamente este problema e pedimos desculpas pelo inconveniente”, disse a empresa.

    Ainda não se sabe qual foi a causa da instabilidade do WhatsApp, que tem mais de 2 bilhões de usuários ativos em todo o mundo. Em outubro, o aplicativo também sofreu uma falha junto com outros serviços da Meta, como Facebook, Instagram e Messenger, que ficaram fora do ar por cerca de seis horas.

    via GIPHY

    A falha afetou vários países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Índia e Reino Unido.

    De acordo com o site Downdetector, que monitora o funcionamento de serviços online, os problemas começaram por volta das 15h30 (horário de Brasília) e duraram cerca de meia hora. Os usuários relataram dificuldades para enviar e receber mensagens, fazer chamadas de voz e vídeo, e acessar o status do aplicativo.

    No Twitter, a hashtag #whatsappdown chegou aos assuntos mais comentados, com muitas pessoas reclamando da falha e fazendo piadas sobre a situação. Alguns usuários aproveitaram para elogiar outros aplicativos de mensagens, como Telegram e Signal, que não apresentaram problemas.

    O WhatsApp, que pertence à Meta, a nova empresa que substituiu o Facebook, reconheceu o problema em um comunicado e pediu desculpas pelo transtorno. “Hoje, alguns usuários podem ter tido problemas para se conectar ao WhatsApp por um curto período. Resolvemos rapidamente este problema e pedimos desculpas pelo inconveniente”, disse a empresa.

    Ainda não se sabe qual foi a causa da instabilidade do WhatsApp, que tem mais de 2 bilhões de usuários ativos em todo o mundo. Em outubro, o aplicativo também sofreu uma falha junto com outros serviços da Meta, como Facebook, Instagram e Messenger, que ficaram fora do ar por cerca de seis horas.

  • 5 redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam

    5 redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam

    O Twitter é uma das redes sociais mais populares do mundo, com mais de 300 milhões de usuários ativos por mês. Mas nem sempre foi assim.

    Ao longo dos anos, várias outras plataformas tentaram competir com o microblog, oferecendo recursos diferentes ou similares. No entanto, nenhuma delas conseguiu superar ou mesmo se igualar ao sucesso do Twitter.

    Neste post, vamos relembrar cinco redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam.

    1. Plurk: Lançado em 2008, o Plurk era um serviço de microblogging que se diferenciava pelo seu layout horizontal, que mostrava as postagens em uma linha do tempo. Além disso, o Plurk permitia que os usuários escolhessem entre vários emoticons para expressar seus sentimentos nas mensagens, que podiam ter até 210 caracteres. O Plurk chegou a ter uma boa base de usuários na Ásia, mas nunca decolou no resto do mundo. Em 2019, o Plurk anunciou o fim do seu serviço.

    2. App.net: Criado em 2012, o App.net era uma rede social paga, que cobrava uma taxa anual de US$ 50 para os usuários acessarem o seu serviço de microblogging. A ideia era oferecer uma plataforma livre de anúncios e focada na qualidade do conteúdo. O App.net também tinha uma API aberta, que permitia que desenvolvedores criassem aplicativos para a rede. No entanto, o App.net não conseguiu atrair um número suficiente de usuários e de desenvolvedores para sustentar o seu modelo de negócio. Em 2017, o App.net encerrou as suas operações.

    3. Pownce: Fundado em 2007 por Kevin Rose, o criador do Digg, o Pownce era uma rede social que permitia que os usuários compartilhassem mensagens de até 140 caracteres, além de arquivos, links e eventos. O Pownce tinha um design elegante e uma interface simples, mas enfrentou problemas de escalabilidade e de spam. Além disso, o Pownce não conseguiu se diferenciar o suficiente do Twitter, que já tinha uma base maior e mais engajada de usuários. Em 2008, o Pownce foi vendido para o Six Apart e descontinuado.

    4. Jaiku: Criado em 2006 na Finlândia, o Jaiku era uma rede social que combinava microblogging com agregação de conteúdo. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, mas também podiam integrar outros serviços, como Flickr, YouTube e Google Calendar, para mostrar as suas atividades online. O Jaiku tinha um recurso interessante chamado “channels”, que eram grupos temáticos onde os usuários podiam conversar sobre assuntos específicos. Em 2007, o Jaiku foi comprado pelo Google, mas nunca recebeu muita atenção da empresa. Em 2012, o Jaiku foi desligado pelo Google.

    5. Heello: Lançado em 2011 por Noah Everett, o fundador do Twitpic, o Heello era uma rede social que era praticamente uma cópia do Twitter. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, chamadas de “pings”, seguir outros usuários e usar hashtags. O Heello também tinha um recurso de áudio e vídeo, que permitia que os usuários gravassem e compartilhassem clipes curtos. No entanto, o Heello não tinha nada de original ou inovador para atrair os usuários do Twitter ou de outras redes sociais. Em 2013, o Heello foi fechado por Everett.

    Essas foram algumas das redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam. Você se lembra ou usou alguma delas?

    Ao longo dos anos, várias outras plataformas tentaram competir com o microblog, oferecendo recursos diferentes ou similares. No entanto, nenhuma delas conseguiu superar ou mesmo se igualar ao sucesso do Twitter.

    Neste post, vamos relembrar cinco redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam.

    1. Plurk: Lançado em 2008, o Plurk era um serviço de microblogging que se diferenciava pelo seu layout horizontal, que mostrava as postagens em uma linha do tempo. Além disso, o Plurk permitia que os usuários escolhessem entre vários emoticons para expressar seus sentimentos nas mensagens, que podiam ter até 210 caracteres. O Plurk chegou a ter uma boa base de usuários na Ásia, mas nunca decolou no resto do mundo. Em 2019, o Plurk anunciou o fim do seu serviço.

    2. App.net: Criado em 2012, o App.net era uma rede social paga, que cobrava uma taxa anual de US$ 50 para os usuários acessarem o seu serviço de microblogging. A ideia era oferecer uma plataforma livre de anúncios e focada na qualidade do conteúdo. O App.net também tinha uma API aberta, que permitia que desenvolvedores criassem aplicativos para a rede. No entanto, o App.net não conseguiu atrair um número suficiente de usuários e de desenvolvedores para sustentar o seu modelo de negócio. Em 2017, o App.net encerrou as suas operações.

    3. Pownce: Fundado em 2007 por Kevin Rose, o criador do Digg, o Pownce era uma rede social que permitia que os usuários compartilhassem mensagens de até 140 caracteres, além de arquivos, links e eventos. O Pownce tinha um design elegante e uma interface simples, mas enfrentou problemas de escalabilidade e de spam. Além disso, o Pownce não conseguiu se diferenciar o suficiente do Twitter, que já tinha uma base maior e mais engajada de usuários. Em 2008, o Pownce foi vendido para o Six Apart e descontinuado.

    4. Jaiku: Criado em 2006 na Finlândia, o Jaiku era uma rede social que combinava microblogging com agregação de conteúdo. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, mas também podiam integrar outros serviços, como Flickr, YouTube e Google Calendar, para mostrar as suas atividades online. O Jaiku tinha um recurso interessante chamado “channels”, que eram grupos temáticos onde os usuários podiam conversar sobre assuntos específicos. Em 2007, o Jaiku foi comprado pelo Google, mas nunca recebeu muita atenção da empresa. Em 2012, o Jaiku foi desligado pelo Google.

    5. Heello: Lançado em 2011 por Noah Everett, o fundador do Twitpic, o Heello era uma rede social que era praticamente uma cópia do Twitter. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, chamadas de “pings”, seguir outros usuários e usar hashtags. O Heello também tinha um recurso de áudio e vídeo, que permitia que os usuários gravassem e compartilhassem clipes curtos. No entanto, o Heello não tinha nada de original ou inovador para atrair os usuários do Twitter ou de outras redes sociais. Em 2013, o Heello foi fechado por Everett.

    Essas foram algumas das redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam. Você se lembra ou usou alguma delas?

  • Canadá segue exemplo da Austrália e cria lei para cobrar Google e Facebook por notícias

    Canadá segue exemplo da Austrália e cria lei para cobrar Google e Facebook por notícias

    O governo canadense aprovou uma lei que obriga as plataformas digitais a remunerarem os editores locais pelo compartilhamento de notícias, gerando um conflito com as grandes empresas de tecnologia que ameaçam cortar permanentemente o acesso local às notícias.

    A Lei de Notícias On-line, que teve o apoio do parlamento na quinta-feira, visa garantir que empresas como a Alphabet e a Meta Platforms façam acordos financeiros com as organizações de mídia, basicamente cobrando delas pelo uso de links de conteúdo jornalístico.

    A lei se inspira em uma legislação parecida na Austrália, onde a Meta chegou a bloquear temporariamente os usuários de verem e postarem links de notícias em 2021. O primeiro-ministro Justin Trudeau vem aumentando os esforços para regular o setor de tecnologia.

    A aprovação dessa lei e de outra que visa destinar parte dos lucros dos serviços de streaming para fundos locais de apoio aos artistas canadenses – além da legislação planejada para lidar com conteúdo on-line prejudicial – fazem do país um provável palco de batalha para as empresas de tecnologia que tentam influenciar outras jurisdições que pretendem impor regras ao setor. Tanto o Google quanto a Meta já experimentaram o bloqueio de conteúdo de notícias para um pequeno número de usuários no Canadá.

    A proprietária do Facebook e Instagram advertiu ontem que “vai encerrar a disponibilidade de conteúdo de notícias no Canadá permanentemente após a aprovação da lei”. O governo afirmou que a lei ajudaria a equilibrar o mercado, deslocando parte da receita de publicidade para o setor de mídia canadense, que perdeu 450 estabelecimentos entre 2008 e 2021.

    As gigantes da tecnologia alegaram que seriam forçadas injustamente a pagar por conteúdo que não traz benefícios econômicos, e os críticos disseram que a lei corre o risco de tornar o jornalismo dependente do financiamento das empresas de tecnologia.

    Uma organização que representa os meios de comunicação no Canadá elogiou a aprovação da lei, chamando-a de um primeiro passo importante para resolver o significativo desequilíbrio de poder de mercado entre editores e plataformas. “O jornalismo verdadeiro, feito por jornalistas verdadeiros, continua a ser demandado pelos canadenses e é essencial para nossa democracia, mas custa dinheiro verdadeiro”, disse Paul Deegan, presidente e diretor executivo da News Media Canada, em comunicado.

    O professor de jornalismo da Universidade de Columbia, Bill Grueskin, que analisou a legislação australiana, estimou, por extrapolação do tamanho do mercado, que cerca de US$ 228 milhões poderiam ser obtidos anualmente com os acordos entre gigantes da tecnologia e agências de notícias no Canadá.

    A Lei de Notícias On-line, que teve o apoio do parlamento na quinta-feira, visa garantir que empresas como a Alphabet e a Meta Platforms façam acordos financeiros com as organizações de mídia, basicamente cobrando delas pelo uso de links de conteúdo jornalístico.

    A lei se inspira em uma legislação parecida na Austrália, onde a Meta chegou a bloquear temporariamente os usuários de verem e postarem links de notícias em 2021. O primeiro-ministro Justin Trudeau vem aumentando os esforços para regular o setor de tecnologia.

    A aprovação dessa lei e de outra que visa destinar parte dos lucros dos serviços de streaming para fundos locais de apoio aos artistas canadenses – além da legislação planejada para lidar com conteúdo on-line prejudicial – fazem do país um provável palco de batalha para as empresas de tecnologia que tentam influenciar outras jurisdições que pretendem impor regras ao setor. Tanto o Google quanto a Meta já experimentaram o bloqueio de conteúdo de notícias para um pequeno número de usuários no Canadá.

    A proprietária do Facebook e Instagram advertiu ontem que “vai encerrar a disponibilidade de conteúdo de notícias no Canadá permanentemente após a aprovação da lei”. O governo afirmou que a lei ajudaria a equilibrar o mercado, deslocando parte da receita de publicidade para o setor de mídia canadense, que perdeu 450 estabelecimentos entre 2008 e 2021.

    As gigantes da tecnologia alegaram que seriam forçadas injustamente a pagar por conteúdo que não traz benefícios econômicos, e os críticos disseram que a lei corre o risco de tornar o jornalismo dependente do financiamento das empresas de tecnologia.

    Uma organização que representa os meios de comunicação no Canadá elogiou a aprovação da lei, chamando-a de um primeiro passo importante para resolver o significativo desequilíbrio de poder de mercado entre editores e plataformas. “O jornalismo verdadeiro, feito por jornalistas verdadeiros, continua a ser demandado pelos canadenses e é essencial para nossa democracia, mas custa dinheiro verdadeiro”, disse Paul Deegan, presidente e diretor executivo da News Media Canada, em comunicado.

    O professor de jornalismo da Universidade de Columbia, Bill Grueskin, que analisou a legislação australiana, estimou, por extrapolação do tamanho do mercado, que cerca de US$ 228 milhões poderiam ser obtidos anualmente com os acordos entre gigantes da tecnologia e agências de notícias no Canadá.

  • Meta Quest 3: o novo óculos de realidade virtual da dona do Facebook

    Meta Quest 3: o novo óculos de realidade virtual da dona do Facebook

    A Meta, empresa que controla o Facebook, anunciou nesta quinta-feira (1) o lançamento do Meta Quest 3, seu novo óculos de realidade virtual. O dispositivo promete ser mais poderoso, mais fino e mais confortável que o modelo anterior, o Meta Quest 2.

    O Meta Quest 3 terá um novo chip da Qualcomm, que deve garantir um desempenho duas vezes maior que o antecessor. Além disso, o óculos terá telas e resolução atualizadas, câmeras coloridas de alta resolução e um sensor de profundidade para uma melhor percepção do ambiente.

    O preço do Meta Quest 3 será de US$ 499,99 (cerca de R$ 2.522) na versão com 128 GB de armazenamento. Haverá também uma opção com mais memória interna para quem precisar de mais espaço. O lançamento está previsto para o outono dos EUA (entre setembro e novembro).

    O óculos suportará os mais de 500 jogos e aplicativos já disponíveis para o Meta Quest 2, além de novos títulos de realidade virtual e mista que estão sendo desenvolvidos pela empresa. O Meta Quest 3 também contará com a tecnologia Meta Reality, que permite interagir com objetos virtuais usando as mãos.

    Com o lançamento do Meta Quest 3, a Meta reduziu o preço do Meta Quest 2 para US$ 299,99 (cerca de R$ 1.510). A empresa domina o mercado de dispositivos de realidade virtual, com uma participação de quase 80% das vendas em 2022.

    O Meta Quest 3 terá um novo chip da Qualcomm, que deve garantir um desempenho duas vezes maior que o antecessor. Além disso, o óculos terá telas e resolução atualizadas, câmeras coloridas de alta resolução e um sensor de profundidade para uma melhor percepção do ambiente.

    O preço do Meta Quest 3 será de US$ 499,99 (cerca de R$ 2.522) na versão com 128 GB de armazenamento. Haverá também uma opção com mais memória interna para quem precisar de mais espaço. O lançamento está previsto para o outono dos EUA (entre setembro e novembro).

    O óculos suportará os mais de 500 jogos e aplicativos já disponíveis para o Meta Quest 2, além de novos títulos de realidade virtual e mista que estão sendo desenvolvidos pela empresa. O Meta Quest 3 também contará com a tecnologia Meta Reality, que permite interagir com objetos virtuais usando as mãos.

    Com o lançamento do Meta Quest 3, a Meta reduziu o preço do Meta Quest 2 para US$ 299,99 (cerca de R$ 1.510). A empresa domina o mercado de dispositivos de realidade virtual, com uma participação de quase 80% das vendas em 2022.

  • Para combater as fake news nas redes sociais, STF se reúne novamente com as big techs

    Para combater as fake news nas redes sociais, STF se reúne novamente com as big techs

    O Supremo Tribunal Federal (STF) reúne nesta terça-feira (28) com representantes das principais plataformas digitais do mundo para debater a responsabilidade das empresas sobre os conteúdos publicados por seus usuários.

    O encontro faz parte de uma audiência pública convocada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news, que investiga a disseminação de notícias falsas e ataques aos ministros da Corte.

    Segundo o Globo, participam da audiência os representantes do TikTok, Google, Facebook, Twitter e WhatsApp.

    Entre os principais pontos abordados, destacam-se:

    • A defesa da liberdade de expressão e do direito à informação como valores fundamentais das plataformas, mas também a necessidade de combater os abusos e as violações aos direitos humanos.

    • A importância da colaboração entre as empresas, o poder público, a sociedade civil e a imprensa para enfrentar o problema das fake news, respeitando o devido processo legal e a privacidade dos usuários.

    • A adoção de medidas preventivas e reativas para identificar, remover ou reduzir a visibilidade de conteúdos que violem as regras das plataformas ou a legislação vigente, bem como para promover a educação midiática e o jornalismo profissional.

    • A dificuldade de definir o que é uma fake news, dada a complexidade e a diversidade dos contextos em que elas surgem e circulam, e a necessidade de evitar a censura ou a interferência indevida na liberdade de expressão.

    A audiência pública é um instrumento democrático que permite ao STF ouvir diferentes vozes e perspectivas sobre um tema relevante para a sociedade. O objetivo é subsidiar o julgamento de uma ação que questiona a constitucionalidade da Lei das Fake News (Lei nº 13.834/2019), que tipifica o crime de denunciação caluniosa com finalidade eleitoral.

    O debate sobre as fake news nas redes sociais é fundamental para garantir o direito à informação verídica e de qualidade, bem como para preservar a democracia e o Estado de Direito. Por isso, é importante que todos os envolvidos nesse processo sejam responsáveis e transparentes em suas ações e comunicações.

    O encontro faz parte de uma audiência pública convocada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news, que investiga a disseminação de notícias falsas e ataques aos ministros da Corte.

    Segundo o Globo, participam da audiência os representantes do TikTok, Google, Facebook, Twitter e WhatsApp.

    Entre os principais pontos abordados, destacam-se:

    • A defesa da liberdade de expressão e do direito à informação como valores fundamentais das plataformas, mas também a necessidade de combater os abusos e as violações aos direitos humanos.

    • A importância da colaboração entre as empresas, o poder público, a sociedade civil e a imprensa para enfrentar o problema das fake news, respeitando o devido processo legal e a privacidade dos usuários.

    • A adoção de medidas preventivas e reativas para identificar, remover ou reduzir a visibilidade de conteúdos que violem as regras das plataformas ou a legislação vigente, bem como para promover a educação midiática e o jornalismo profissional.

    • A dificuldade de definir o que é uma fake news, dada a complexidade e a diversidade dos contextos em que elas surgem e circulam, e a necessidade de evitar a censura ou a interferência indevida na liberdade de expressão.

    A audiência pública é um instrumento democrático que permite ao STF ouvir diferentes vozes e perspectivas sobre um tema relevante para a sociedade. O objetivo é subsidiar o julgamento de uma ação que questiona a constitucionalidade da Lei das Fake News (Lei nº 13.834/2019), que tipifica o crime de denunciação caluniosa com finalidade eleitoral.

    O debate sobre as fake news nas redes sociais é fundamental para garantir o direito à informação verídica e de qualidade, bem como para preservar a democracia e o Estado de Direito. Por isso, é importante que todos os envolvidos nesse processo sejam responsáveis e transparentes em suas ações e comunicações.

  • Depoimento de ex-funcionária do Facebook pode acelerar regulamentação das plataformas, diz especialista

    O depoimento de Frances Haugen, ex-funcionária do Facebook que apresentou documentos e relatos sobre como a rede social priorizou o algoritmo para gerar engajamento e alimentar o discurso de ódio, fez com que a regulamentação das redes sociais voltasse à pauta.

    Segundo Guilherme Sampaio, especialista em Direito e Tecnologia, a denúncia vai gerar discussão em tudo o mundo sobre como essas empresas devem ser reguladas.

    “Todos querem ter o controle sobre a população, mesmo que isso seja errado. Países como China e Rússia, onde o controle do governo na internet é maior, servem de exemplo para países ocidentais que não querem mais deixar esses dados de posse de empresas privadas e, muitas vezes, estrangeiras”, disse ele.

    Embora o depoimento de Frances pareça uma bomba e possa ser usado para benefício político, Guilherme diz que a discussão é válida.

    “A regulamentação dessas plataformas não significa o fim das liberdades, desde que seja feita por um órgão independente. O Brasil é um bom exemplo de democracia sólida, com órgãos reguladores que funcionam há anos independente do governo”, disse ele.

    A regulamentação da internet ainda é algo distante para maioria das democracias, mas segundo Guilherme, episódios como o de Frances Haugen podem acelerar essa discussão.

    “Não acredito que países como o Brasil vão regular o uso da internet dentro de pouco tempo apenas pelo depoimento dela, mas sem dúvida alguns grupos políticos vão usar o episódio para defender maior controle estatal sobre essas empresas”, completou.

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  • Facebook investiu mais de 13 bilhões de dólares em segurança desde 2016


    A rede social afirmou que contratou 30 mil pessoas para trabalhar exclusivamente na área e que sua tecnologia de inteligência artificial ajudou a bloquear 3 bilhões de contas falsas no primeiro semestre deste ano.

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