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  • Facebook bloqueia rede de fake news ligada ao MBL

    O Facebook retirou do ar nesta quarta-feira (25) uma rede ligada ao grupo Movimento Brasil Livre (MBL) que coordenava quase 196 páginas e 87 contas que serviam para propagar fake news.

    De acordo com um comunicado divulgado pelo Facebook, o bloqueio da rede faz parte dos esforços para coibir a disseminação de notícias falsas no contexto das eleições de 2018.

    “Foi desmobilizada uma rede coordenada que se ocultava com o uso de contas falsas no Facebook, e escondia das pessoas a natureza e a origem de seu conteúdo com o propósito de gerar divisão e espalhar desinformação”, diz o comunicado da empresa.

    Segundo fontes da agência Reuteres, que não revelaram sua identidade, a rede de fake news era administrada por importantes membros do MBL.

    O MBL, por sua vez, publicou uma nota criticando a decisão do Facebook e alegando censura contra grupos liberais e de direita.

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    “Na manhã de hoje, 25/07/2018, diversos coordenadores do Movimento Brasil Livre [MBL] tiveram suas contas arbitrariamente retiradas do ar pelo Facebook. A alegação dada pela rede social é a de que se tratava de coibir contas falsas destinadas a divulgação de ‘fake news’”, diz a nota.

    O movimento, que ganhou notoriedade durante a campanha de apoio ao impeachment de Dilma Rousseff, afirmou que vai recorrer a todos recursos para recuperar as páginas bloqueadas. Por Sputnik Brasil.

  • Facebook libera por engano pessoas bloqueadas por 800 mil usuários

    Na segunda-feira (2), o Facebook anunciou que está notificando mais de 800 mil usuários que a plataforma desbloqueou por engano pessoas que foram incluídas em suas listas negras.

    O erro, que segundo a empresa já foi corrigido, aconteceu entre 29 de maio e 5 de junho.

    Embora as pessoas bloqueadas não pudessem ter acesso ao conteúdo que os usuários compartilhavam com seus amigos, o erro da plataforma permitiu que elas visualizassem publicações destinadas a um público mais amplo.

    As pessoas que são bloqueadas por um usuário do Facebook não podem acessar postagens em seus perfis, enviar solicitações de amizade ou entrar em contato.

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    A rede social especificou que assédio, ameaças, invasão de privacidade e conflitos de relacionamentos são os principais motivos dos bloqueios realizados pelos usuários.

    A empresa pediu desculpas pelo erro. Por Sputnik Brasil.

  • Facebook sabe mais sobre você que o seu melhor amigo, marido ou esposa

    Talvez você não saiba, mas o Facebook armazena mais informações sobre a sua vida do que o cérebro humano mais próximo de você. E isso está preocupando o mundo inteiro. Na Europa, medidas legais já foram tomadas e a rede social de Mark Zuckerberg teve que se enquadrar no novo Regulamento Geral de Proteção de Dados.

    Por hora, o problema foi resolvido, mas e no resto do mundo, incluindo aí os mais de 2,7 bilhões de usuários na América Latina?

    É o que quatorze associações civis latino-americanas querem saber. As associações que promovem os direitos digitais escreveram uma carta para Zuckerberg, pedindo que o Facebook inclua os usuários da América Latina no novo Regulamento da Europa.

    O Facebook tem dois escritórios centrais. Um se situa nos EUA, e controla tanto o mercado local como o canadense, e o outro na Irlanda, fazendo o mesmo com os usuários ao redor do mundo, disse à Sputnik Mundo Cédric Laurant, diretor da associação civil mexicana Artículo 12.

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    “Isso quer dizer que por ter um escritório na Irlanda, o Facebook teve que cumprir a legislação europeia sobre proteção de dados, e todos os usuários — argentinos, mexicanos, africanos, asiáticos, exceto os dos EUA e Canadá, poderiam contar com ela”, explicou.

    É uma regulação mais garantida, que modifica o chamado “princípio da responsabilidade proativa”. A partir de agora, as empresas devem ser capazes de demonstrar em todos os momentos que cumprem os regulamentos e tomam as precauções necessárias para que os dados pessoais não sejam manipulados.

    “Mas eles perceberam, obviamente, que isso poderia causar problemas, porque os usuários em todo o mundo teriam mais direitos graças aos regulamentos europeus. Então eles decidiram limitar o acesso a esta lei apenas aos residentes da União Europeia”, argumenta.

    Desta maneira, a partir de 25 de maio “as pessoas que estão na Europa terão um melhor tratamento pelo Facebook do que o resto do mundo que usa o Facebook”.

    O ativista realçou que esta situação é inaceitável e relembrou que há estudos que mostram como, com 120 curtidas, “o Facebook sabe mais sobre nós que nosso melhor amigo, marido ou esposa”. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Seu celular escuta tudo o que você diz e temos provas disso

    “Sim, nossos telefones estão nos ouvindo e tudo o que dizemos em torno deles poderá ser usado contra nós”, diz o artigo de um repórter que apresenta evidências de que os nossos “amigos eletrônicos” estão nos gravando e escutando mesmo quando não suspeitamos disso.

    Há alguns anos, Sam Nichols, repórter da revista Vice, notou uma coisa estranha: depois de conversar com um amigo sobre uma viagem ao Japão, ambos começaram a receber anúncios no Facebook sobre viagens de avião a Tóquio, o que a princípio parecia uma “coincidência assustadora”.

    “Então isso é apenas paranoia, ou nossos smartphones estão realmente nos escutando?”, se perguntou Sam e decidiu responder a essa pergunta escrevendo um artigo especial sobre o tema.

    Ele também citou o Dr. Peter Henway, consultor sênior de segurança da empresa de cibersegurança Asterix e ex-palestrante e pesquisador da Universidade Edith Cowan, que acabou por confirmar suas dúvidas.

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    O Sr. Henway ressaltou desde o início que, para o celular realmente levar em conta sua conversa, tem que haver um “disparador”, por exemplo, as frases “Oi Siri” ou “Ok Google”.

    “Na ausência desses disparadores, os dados fornecidos são processados apenas por seu próprio telefone”, disse ele.

    Embora isso possa não parecer alarmante, todos os aplicativos de terceiros que você tem em seu telefone, como o Facebook, por exemplo, têm sempre acesso a esses dados “não disparados”.

    O especialista continuou explicando que tais aplicativos como o Facebook ou o Instagram podem ter milhares de disparadores. Uma simples conversa com um amigo sobre um novo par de jeans pode ser suficiente para ativá-lo. A palavra usada é “pode”, porque empresas como o Facebook negam expressamente escutar as conversas dos seus usuários.

    “Realmente, não há razão para que este não seja o caso. Faz sentido do ponto de vista do marketing, e se seus acordos de uso final e a lei permitem isso, então eu acho que sim, mas não há como ter certeza disso”, acrescentou Henway.

    Sam Nichols decidiu então verificar por si mesmo. Duas vezes por dia, durante cinco dias, ele tentou dizer um monte de frases que teoricamente poderiam servir como disparadores. Frases do tipo que ele precisava de camisas baratas para o trabalho ou que ele estava pensando em voltar para a faculdade. E em seguida, ele observou cuidadosamente os posts patrocinados no Facebook.

    “De repente, começaram a me falar sobre cursos de meio semestre em várias universidades e algumas marcas oferecendo roupas baratas. Uma conversa privada com um amigo sobre o fato de eu ter ficado sem espaço de dados resultou em um anúncio de espaços de dados baratos de 20 GB. E mesmo que fossem bons negócios, o total foi revelador e completamente aterrorizante”, escreveu o jornalista.

    “Como a maioria das empresas de tecnologia está sediada nos Estados Unidos, a NSA [Agência de Segurança Nacional], ou talvez a CIA, podem potencialmente divulgar suas informações, seja isso legal em seu país de origem ou não”, disse Henway.

    “Então, sim, nossos telefones estão nos ouvindo e tudo o que dizemos em torno deles poderia ser usado contra nós. Mas, segundo Peter [Henway], ao menos, não é algo que a maioria das pessoas deva ter medo”, conclui o jornalista.

    Diversos usuários da Internet têm relatado por várias vezes terem sido “vítimas” de tais práticas: eles argumentam que mesmo sem terem mencionado um tópico em uma conversa telefônica, o objeto de sua busca era exibido e proposto em anúncios nas redes sociais. Assim, a experiência do jornalista confirmou mais uma vez a teoria de que estaríamos permanentemente sob escuta. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Facebook pode ter cedido dados de usuários para Apple, Microsoft e muito mais

    Que o Facebook está envolvido em um mega escândalo com os dados de seus usuários todo mundo já sabe. O que nós não sabemos ainda é até que ponto esse dados foram cedidos sem o nosso consentimento.

    Segundo uma reportagem do The New York Times, o Facebook forneceu a pelo menos 60 fabricantes de dispositivos, incluindo a Apple, Microsoft e BlackBerry, o acesso aos dados pessoais de milhões de usuários.

    A rede social fez parcerias de compartilhamento de dados com empresas fabricantes de dispositivos para expandir seu alcance e para que elas ofereçam recursos populares do Facebook a seus clientes. De acordo com o jornal, os dados são apenas sobre compartilhamento de mensagens e agendas telefônicas dos clientes.

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    O Facebook teria permitido que empresas fabricantes de dispositivos acessassem as informações dos amigos dos usuários sem a permissão deles, e algumas destas empresas conseguiam recuperar dados de pessoas que proibiram qualquer compartilhamento.

    O Facebook começou a encerrar essas parcerias em abril deste ano, em meio ao escândalo referente à Cambridge Analytica, mas a maioria ainda está em vigor. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Grupos de família no WhatsApp são os que mais disseminam fake news

    Dois dias depois da morte da vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro, a estudante de artes plásticas em São Paulo, Michele Karniol, de 20 anos, começou a ser bombardeada com fake news envolvendo a vereadora. Ela se lembra de, pelo menos, três boatos sobre o caso. Todos chegaram pelos grupos da família no WhatsApp.

    Sonora: “Dos parentes mais velhos: tio, sabe? irmão da minha avó, irmã da minha vó, sabe?”

    Assim como Michele, mais da metade das pessoas que receberam mensagens WhatsApp com fake news sobre a vereadora estavam em grupos de família. A constatação está no estudo feito pelo Monitor do Debate Político no Meio Digital, da Universidade de São Paulo (USP).

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    Segundo o estudo, o boato mais compartilhado foi um texto ligando Marielle ao traficante Marcinho VP; 916 entrevistados receberam a mensagem; 51% deles responderam que ela veio por grupos da família; 32% receberam em grupos de amigos e 9% de colegas de trabalho.

    O professor Pablo Ortelado, um dos responsáveis pela pesquisa, diz que uma das hipóteses é a de que, em grupos mais íntimos, as pessoas ficam mais à vontade para divulgar informações sem checar.

    Sonora: “O ônus é menor porque se você se expõe em família com um conteúdo assim especulativo, você provavelmente vai ser menos julgado do que se você estiver num ambiente mais impessoal, por exemplo, um grupo de trabalho, onde as pessoas vão te julgar, ou num grupo de amigos onde as pessoas podem ter opiniões mais dissidentes, contrárias.

    Outra avaliação do pesquisador é a de que, como os grupos de WhatsApp são de difícil monitoramento, eles acabam se transformando em um instrumento propício à divulgação de fake news.

    Sonora: “A gente acredita que os grupos políticos, quando eles têm estratégias mais sujas de difamação eles utilizam mais esse instrumento porque é muito difícil de ser monitorado.”

    No caso de Marielle, o primeiro boato circulou apenas duas horas e meia depois do assassinato. Um vídeo de uma rua escura acompanhado de um texto que dizia se tratar de um crime comum. O estudou não buscou de onde saiu o boato.

    Sonora: “A gente não sabe se é um autor político malicioso, se é uma coisa mais espontânea, a gente não sabe, inclusive, se isso não está ligado aos próprios executantes do crime participaram da divulgação desses boatos.”

    Segundo o estudo, só depois as fake news chegaram a outras redes sociais como o Twitter e o Facebook. O ápice se deu quando o deputado Alberto Fraga, do DEM, e a desembargadora Marília Castro Neves compartilharam as mensagens em suas próprias redes e os boatos foram parar nos grandes veículos de comunicação.

    A pesquisa avaliou as respostas de 2.520 que responderam o questionário, que ficou disponível nas páginas Quebrando o Tabu e da vereadora Marielle, entre os dias 26 de março e 3 abril. A estimativa é que seis a cada 10 brasileiros usem o WhatsApp como forma de comunicação. Com informações da Radioagência Nacional.

  • Facebook só apagará calúnias contra Marielle apontadas pela defesa

    O desembargador Luiz Fernando Pinto, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), atendeu pedido do Facebook e concedeu efeito suspensivo que modifica a liminar concedida por um juiz de primeira instância na qual a rede social ficou obrigada a excluir publicações que contenham calúnias contra a vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada no Rio de Janeiro em 14 de março. Com a nova decisão, somente deverão ser retiradas da internet as postagens cujos endereços eletrônicos sejam especificados por Anielle Franco e Mônica Benício, respectivamente irmã e viúva da vereadora, autoras da ação movida contra o Facebook.

    O efeito suspensivo foi concedido na quarta-feira (18). Na decisão anterior, o Facebook foi obrigado a excluir todos os conteúdos ofensivos sobre a vereadora Marielle Franco, e não apenas os citados pelas autoras da ação. A rede social deveria usar os instrumentos necessários para filtrar e coibir novas postagens caluniosas, podendo ser multada em R$ 500 mil em caso de descumprimento e até ter seus serviços suspensos.

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    Na visão do desembargador Luiz Fernando Pindo, “as determinações têm alcance e magnitude que, por ora, não podem ser atingidos, seja em razão do universo de usuários, na ordem de milhões, seja pela impossibilidade de conferir juízo de valor próprio a respeito do conteúdo de eventuais postagens de caráter ofensivo”. Ele também considerou que a rede social cumpriu de imediato a ordem e excluiu todas as publicações que haviam sido indicadas por Anielle Franco e Mônica Benício.

    Dias após o assassinato da vereadora, as advogadas da irmã e da viúva começaram uma campanha pedindo que denunciassem os perfis de redes sociais que estavam veiculando informações falsas. Quase 20 mil e-mails foram recebidos, contendo denúncias de mensagens que propagavam calúnias, discursos de ódio e notícias falsas, as chamadas fake news.

  • Rússia ameaça bloquear o Facebook caso a rede social não cumpra as regras

    A lei russa exige que todas as redes sociais movam dados de usuários russos para a Rússia. Assim, o Facebook também é obrigado a remover todas as informações proibidas, de acordo com o chefe da agência reguladora russa para internet Roskomnadzor, Aleksandr Zharov.

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    “Se nenhuma das medidas for tomada pelo Facebook ou se algumas delas não forem cumpridas, ou se o Estado russo não for informado da intenção de fazê-lo, obviamente haverá uma questão de bloqueio”, disse Zharov ao jornal Izvestia.

    O site da rede profissional LinkedIn já foi banido na Rússia por se recusar a cumprir a legislação. O popular mensageiro Telegram foi bloqueado na Rússia depois de se recusar a fornecer ao Serviço de Segurança Federal (FSB) da Rússia chaves para descriptografar suas mensagens.

    O FSB disse que o Telegram é amplamente usado por terroristas. O trabalho da Amazon e do Google na Rússia também está em questão, afirmou Zharov. A Roskomnadzor enfrentou problemas para bloquear o Telegram, já que está usando a Amazon e os servidores na nuvem do Google.

    A Roskomnadzor baniu 16 milhões de endereços IP usados pelo Telegram, incluindo os fornecidos pelo Google e pela Amazon. As ações da agência levaram a sérios distúrbios na Internet russa, e vários sites que usam a hospedagem da Amazon foram bloqueados acidentalmente.

    Zharov negou esta informação, dizendo que 99,9% dos sites inocentes permanecem intocados pelo regulador. O Telegram continua a funcionar como de costume.

    “O presidente do Telegram, Pavel Durov, tem usado as capacidades do Google e da Amazon para contornar a proibição da Roskomnadzor. Ninguém jamais tentou persistentemente contornar o bloqueio”, disse à RT o conselheiro presidencial para questões da Internet, German Klimenko.

    O conselheiro disse que os problemas com websites hospedados pela Amazon aconteceram porque seus proprietários não pagaram a taxa de US$ 5 por um grupo único de endereços IP e estavam usando endereços IP públicos em vez de uma versão paga barata. Com informações da Sputnik Brasil

  • Co-fundador da Apple deixa o Facebook e critica Mark Zuckerberg

    O co-fundador da Apple, Steve Wozniak, está encerrando sua conta no Facebook enquanto a gigante rede social luta com a pior crise de sua história.

    Em e-mail para o USA Today, Wozniak disse que o Facebook faz muito dinheiro com publicidade a partir de dados pessoais fornecidos pelos usuários. Ele disse que “os lucros são todos baseados nas informações do usuário, mas os usuários não recuperam nenhum dos lucros”.

    Wozniak disse que prefere pagar pelo Facebook. “A Apple faz dinheiro com bons produtos, não de você”.

    Em entrevista com a Associated Press, Wozniak disse que decidiu apagar sua conta no Facebook após ver amigos seus de confiança fazerem o mesmo.

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    O co-fundador da Apple lembrou que o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, comprou todas as casas ao seu redor na sua residência na Califórnia. “Ele sabe o valor disso [da privacidade], mas ele não está cuidando da minha.”

    Um dos pivôs da crise da rede social é a companhia britânica Cambridge Analytica — que utilizou dados obtidos por meio de falhas de segurança do Facebook para fazer marketing eleitoral durante a campanha eleitoral de Donald Trump.

    Zuckerberg pediu desculpas e a diretora número dois do Facebook, Sheryl Sandberg, disse que lamenta que a empresa tenha decepcionado tantas pessoas.

    O CEO do Facebook vai testemunhar no Congresso dos EUA na terça e quarta-feira (10 e 11) sobre o escândalo da empresa. Com informações do Sputnik Brasil

  • Cambridge Analytica pode ter tido acesso a dados pessoais de quase 3 milhões de europeus

    Questionado pela Comissão Europeia, Facebook admitiu que os dados de quase 3 milhões usuários da rede social podem ter sido transmitidos de maneira inapropriada à empresa britânica Cambridge Analytica.

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    Confira na reportagem da RFI.