Tag: Fiocruz

  • Comunicação comunitária ajuda a melhorar a saúde em favelas, aponta pesquisa da Fiocruz

    Comunicação comunitária ajuda a melhorar a saúde em favelas, aponta pesquisa da Fiocruz

    Você já pensou que a comunicação pode ajudar a melhorar a saúde de quem vive nas favelas? Uma pesquisa da Fiocruz, em parceria com comunicadores populares, mostrou que sim!

    O estudo investigou como o trabalho de coletivos de comunicação comunitária pode fazer a diferença na vida das pessoas que vivem em territórios como Maré, Manguinhos, Jacarezinho e Alemão, no Rio de Janeiro.

    A ideia começou durante a pandemia, quando a Fiocruz se aproximou de grupos populares para levar informações importantes às comunidades. A partir daí, pesquisadores decidiram estudar se essas ações realmente ajudam a promover a saúde. Eles conversaram com moradores e comunicadores, aplicaram questionários e usaram um método em que todos participam – não só os pesquisadores, mas também as pessoas da favela.

    A pesquisa trouxe várias descobertas, como:

    • Mapas de comunicação comunitária: Um mapa foi criado para mostrar onde estão os grupos que fazem esse tipo de trabalho. Ele já está disponível na internet e mostra iniciativas de 27 coletivos que atuam em bairros da região.
    • Podcast e enciclopédia online: A pesquisa também produziu episódios de um podcast chamado Radar Saúde Favela e textos para o Dicionário de Favelas Marielle Franco, explicando a importância da comunicação comunitária.
    • Indicadores de impacto: Foram criados critérios para medir como esses grupos ajudam na saúde, como sua estrutura, alcance nas redes sociais e as conexões que têm com outras organizações.

    Por que isso importa?

    Os comunicadores populares fazem um trabalho essencial: eles levam informações importantes para o dia a dia dos moradores, falam de saúde, direitos e problemas da comunidade de forma acessível. Isso ajuda a população a entender melhor o que precisa fazer para cuidar da saúde e a cobrar melhorias.

    Mas o estudo também apontou desafios. Muitos desses coletivos enfrentam falta de dinheiro e infraestrutura, o que limita o impacto do trabalho deles.

    Ao contrário de muitas pesquisas que só ficam nos livros ou na academia, os resultados desse estudo foram apresentados dentro das próprias favelas, durante o evento Circulando: Diálogo e Comunicação na Favela. Essa atitude reconhece que os moradores não são apenas “objeto de estudo”, mas também produtores de conhecimento.

    Essa pesquisa mostrou que, mesmo com desafios, a comunicação popular é uma poderosa ferramenta para promover saúde e cidadania nas favelas. Afinal, quando as pessoas têm acesso a informações claras e confiáveis, elas conseguem cuidar melhor de si mesmas e da comunidade ao seu redor.

    Fonte: Link.


    O estudo investigou como o trabalho de coletivos de comunicação comunitária pode fazer a diferença na vida das pessoas que vivem em territórios como Maré, Manguinhos, Jacarezinho e Alemão, no Rio de Janeiro.

    A ideia começou durante a pandemia, quando a Fiocruz se aproximou de grupos populares para levar informações importantes às comunidades. A partir daí, pesquisadores decidiram estudar se essas ações realmente ajudam a promover a saúde. Eles conversaram com moradores e comunicadores, aplicaram questionários e usaram um método em que todos participam – não só os pesquisadores, mas também as pessoas da favela.

    A pesquisa trouxe várias descobertas, como:

    • Mapas de comunicação comunitária: Um mapa foi criado para mostrar onde estão os grupos que fazem esse tipo de trabalho. Ele já está disponível na internet e mostra iniciativas de 27 coletivos que atuam em bairros da região.
    • Podcast e enciclopédia online: A pesquisa também produziu episódios de um podcast chamado Radar Saúde Favela e textos para o Dicionário de Favelas Marielle Franco, explicando a importância da comunicação comunitária.
    • Indicadores de impacto: Foram criados critérios para medir como esses grupos ajudam na saúde, como sua estrutura, alcance nas redes sociais e as conexões que têm com outras organizações.

    Por que isso importa?

    Os comunicadores populares fazem um trabalho essencial: eles levam informações importantes para o dia a dia dos moradores, falam de saúde, direitos e problemas da comunidade de forma acessível. Isso ajuda a população a entender melhor o que precisa fazer para cuidar da saúde e a cobrar melhorias.

    Mas o estudo também apontou desafios. Muitos desses coletivos enfrentam falta de dinheiro e infraestrutura, o que limita o impacto do trabalho deles.

    Ao contrário de muitas pesquisas que só ficam nos livros ou na academia, os resultados desse estudo foram apresentados dentro das próprias favelas, durante o evento Circulando: Diálogo e Comunicação na Favela. Essa atitude reconhece que os moradores não são apenas “objeto de estudo”, mas também produtores de conhecimento.

    Essa pesquisa mostrou que, mesmo com desafios, a comunicação popular é uma poderosa ferramenta para promover saúde e cidadania nas favelas. Afinal, quando as pessoas têm acesso a informações claras e confiáveis, elas conseguem cuidar melhor de si mesmas e da comunidade ao seu redor.

    Fonte: Link.


  • Estudo brasileiro identifica moléculas com potencial para combater a esquistossomose

    Estudo brasileiro identifica moléculas com potencial para combater a esquistossomose

    Um estudo promissor conduzido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), em colaboração com instituições britânicas, identificou 35 moléculas com potencial para o desenvolvimento de novos tratamentos contra a esquistossomose.

    Essa descoberta abre novas perspectivas no combate à doença que afeta cerca de 200 milhões de pessoas em 78 países, incluindo o Brasil.

    A esquistossomose, também conhecida como barriga d’água, xistose ou doença do caramujo, é uma doença parasitária associada à pobreza e à falta de saneamento básico. Causada por vermes do gênero Schistosoma, a doença pode levar à morte se não for tratada, e seus sintomas incluem dores abdominais, diarreia, anemia e fadiga.

    O atual tratamento para a esquistossomose é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e consiste na administração de um único medicamento. No entanto, o desenvolvimento de novos tratamentos é crucial para combater o surgimento de resistência ao medicamento existente e garantir um tratamento mais eficaz e seguro para os pacientes.

    Novas moléculas contra um antigo inimigo:

    O estudo do IOC/Fiocruz utilizou tecnologia de ponta para identificar moléculas capazes de se ligar a uma proteína essencial para a sobrevivência do parasita Schistosoma mansoni. Essa proteína, chamada de tiorredoxina glutationa redutase (TGR), atua na proteção do verme contra o estresse oxidativo. Ao inibir a TGR, as moléculas identificadas no estudo podem levar à morte do parasita, oferecendo uma nova estratégia para o combate à esquistossomose.

    Próximos passos:

    Na próxima etapa da pesquisa, os cientistas trabalharão no desenvolvimento de moléculas maiores a partir dos fragmentos moleculares selecionados. Essas novas moléculas serão testadas em laboratório, em camundongos e, posteriormente, em humanos, a fim de avaliar sua eficácia e segurança no tratamento da esquistossomose.

    Um marco na luta contra a negligência:

    A descoberta de 35 moléculas promissoras para o tratamento da esquistossomose representa um marco importante na luta contra essa doença negligenciada. Essa nova abordagem abre caminho para o desenvolvimento de medicamentos mais eficazes, seguros e acessíveis, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida de milhões de pessoas em todo o mundo.

    Fonte: Link 1.


    Essa descoberta abre novas perspectivas no combate à doença que afeta cerca de 200 milhões de pessoas em 78 países, incluindo o Brasil.

    A esquistossomose, também conhecida como barriga d’água, xistose ou doença do caramujo, é uma doença parasitária associada à pobreza e à falta de saneamento básico. Causada por vermes do gênero Schistosoma, a doença pode levar à morte se não for tratada, e seus sintomas incluem dores abdominais, diarreia, anemia e fadiga.

    O atual tratamento para a esquistossomose é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e consiste na administração de um único medicamento. No entanto, o desenvolvimento de novos tratamentos é crucial para combater o surgimento de resistência ao medicamento existente e garantir um tratamento mais eficaz e seguro para os pacientes.

    Novas moléculas contra um antigo inimigo:

    O estudo do IOC/Fiocruz utilizou tecnologia de ponta para identificar moléculas capazes de se ligar a uma proteína essencial para a sobrevivência do parasita Schistosoma mansoni. Essa proteína, chamada de tiorredoxina glutationa redutase (TGR), atua na proteção do verme contra o estresse oxidativo. Ao inibir a TGR, as moléculas identificadas no estudo podem levar à morte do parasita, oferecendo uma nova estratégia para o combate à esquistossomose.

    Próximos passos:

    Na próxima etapa da pesquisa, os cientistas trabalharão no desenvolvimento de moléculas maiores a partir dos fragmentos moleculares selecionados. Essas novas moléculas serão testadas em laboratório, em camundongos e, posteriormente, em humanos, a fim de avaliar sua eficácia e segurança no tratamento da esquistossomose.

    Um marco na luta contra a negligência:

    A descoberta de 35 moléculas promissoras para o tratamento da esquistossomose representa um marco importante na luta contra essa doença negligenciada. Essa nova abordagem abre caminho para o desenvolvimento de medicamentos mais eficazes, seguros e acessíveis, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida de milhões de pessoas em todo o mundo.

    Fonte: Link 1.


  • Fiocruz lança projeto-piloto para combater a tuberculose resistente a medicamentos

    Fiocruz lança projeto-piloto para combater a tuberculose resistente a medicamentos

    A Fiocruz, em parceria com a Foundation for Innovative New Diagnostics (FIND) e a Agência de saúde global (Unitaid), lançou o projeto-piloto Seq&Treat Brasil.

    O projeto, que visa a implementação do sequenciamento de próxima geração direcionado (tNGS) para a detecção abrangente de tuberculose resistente a medicamentos (TBDR), é financiado pela FIND e apoiado pelo Ministério da Saúde (MS).

    Durante a semana de 8 a 12 de abril de 2024, pesquisadores e técnicos do Laboratório Referência Nacional em Tuberculose do CRPHF e do laboratório regional em tuberculose do Instituto Nacional de Infectologia (INI/Fiocruz) receberam treinamento de pesquisadores internacionais da FIND. Este treinamento é considerado fundamental para a implementação de uma das técnicas mais avançadas de diagnóstico de tuberculose, recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

    O projeto é coordenado pelo chefe do Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF) da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), Paulo Victor Viana, que afirmou que a iniciativa representa um marco significativo na luta contra a tuberculose no país.

    Fonte: Link.


    O projeto, que visa a implementação do sequenciamento de próxima geração direcionado (tNGS) para a detecção abrangente de tuberculose resistente a medicamentos (TBDR), é financiado pela FIND e apoiado pelo Ministério da Saúde (MS).

    Durante a semana de 8 a 12 de abril de 2024, pesquisadores e técnicos do Laboratório Referência Nacional em Tuberculose do CRPHF e do laboratório regional em tuberculose do Instituto Nacional de Infectologia (INI/Fiocruz) receberam treinamento de pesquisadores internacionais da FIND. Este treinamento é considerado fundamental para a implementação de uma das técnicas mais avançadas de diagnóstico de tuberculose, recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

    O projeto é coordenado pelo chefe do Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF) da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), Paulo Victor Viana, que afirmou que a iniciativa representa um marco significativo na luta contra a tuberculose no país.

    Fonte: Link.


  • Fiocruz Minas lança estudo inovador para monitorar sequelas pós-covid em pacientes

    Fiocruz Minas lança estudo inovador para monitorar sequelas pós-covid em pacientes

    O estudo, “Fiocruz Vita”, tem como objetivo de acompanhar e analisar as sequelas deixadas pela Covid-19 em pacientes que não necessitaram de internação em UTI/CTI.

    O estudo, que é aberto para crianças acima de cinco anos e adultos residentes na região de Belo Horizonte, busca caracterizar o perfil imunológico e hematológico desses indivíduos. A pesquisa visa entender como essas alterações podem estar relacionadas às condições de saúde dos pacientes após a recuperação da Covid-19.

    Durante o período de 18 meses, os participantes serão monitorados através de consultas regulares no Centro de Saúde Carlos Prates. A equipe de pesquisa espera que os resultados possam contribuir significativamente para o desenvolvimento de estratégias de tratamento e reabilitação para aqueles afetados pelas consequências a longo prazo do coronavírus.

    Fonte: Link.


    O estudo, que é aberto para crianças acima de cinco anos e adultos residentes na região de Belo Horizonte, busca caracterizar o perfil imunológico e hematológico desses indivíduos. A pesquisa visa entender como essas alterações podem estar relacionadas às condições de saúde dos pacientes após a recuperação da Covid-19.

    Durante o período de 18 meses, os participantes serão monitorados através de consultas regulares no Centro de Saúde Carlos Prates. A equipe de pesquisa espera que os resultados possam contribuir significativamente para o desenvolvimento de estratégias de tratamento e reabilitação para aqueles afetados pelas consequências a longo prazo do coronavírus.

    Fonte: Link.


  • Fiocruz anuncia estratégia inovadora para terapias avançadas no Brasil

    Fiocruz anuncia estratégia inovadora para terapias avançadas no Brasil

    A Fiocruz fez história ao lançar sua nova Estratégia para Terapias Avançadas, marcando um avanço significativo no tratamento de doenças oncológicas, infecciosas e genéticas através do SUS.

    A estratégia inclui uma parceria pioneira com a organização Caring Cross, que permitirá a transferência de tecnologia essencial para a produção de células CAR-T e vetores lentivirais.

    Com essa iniciativa, a Fiocruz se torna a primeira instituição na América Latina a possuir a tecnologia para desenvolver essas terapias avançadas, prometendo revolucionar o tratamento de câncer e outras doenças graves. A produção local dessas terapias genéticas não só reduzirá os custos, tornando-as mais acessíveis para os pacientes brasileiros, mas também resultará em economias significativas para o SUS.

    Além disso, a Fiocruz está expandindo sua colaboração com o Instituto Nacional de Câncer (Inca) para realizar ensaios clínicos em cânceres hematológicos e desenvolver terapias para outras patologias. Este é um passo ousado para a medicina brasileira e um exemplo brilhante de como a inovação e a colaboração podem levar a avanços médicos que beneficiam toda a sociedade.

    A expectativa é grande em torno dos resultados que essa estratégia trará, posicionando o Brasil como um líder em medicina regenerativa e oferecendo esperança de uma vida melhor para milhares de pacientes.

    A estratégia inclui uma parceria pioneira com a organização Caring Cross, que permitirá a transferência de tecnologia essencial para a produção de células CAR-T e vetores lentivirais.

    Com essa iniciativa, a Fiocruz se torna a primeira instituição na América Latina a possuir a tecnologia para desenvolver essas terapias avançadas, prometendo revolucionar o tratamento de câncer e outras doenças graves. A produção local dessas terapias genéticas não só reduzirá os custos, tornando-as mais acessíveis para os pacientes brasileiros, mas também resultará em economias significativas para o SUS.

    Além disso, a Fiocruz está expandindo sua colaboração com o Instituto Nacional de Câncer (Inca) para realizar ensaios clínicos em cânceres hematológicos e desenvolver terapias para outras patologias. Este é um passo ousado para a medicina brasileira e um exemplo brilhante de como a inovação e a colaboração podem levar a avanços médicos que beneficiam toda a sociedade.

    A expectativa é grande em torno dos resultados que essa estratégia trará, posicionando o Brasil como um líder em medicina regenerativa e oferecendo esperança de uma vida melhor para milhares de pacientes.

  • Pesquisadores lançam estudo pioneiro sobre efeitos a longo prazo do Zika Vírus na gravidez

    Pesquisadores lançam estudo pioneiro sobre efeitos a longo prazo do Zika Vírus na gravidez

    Um novo estudo, intitulado LIFE Zika, foi recentemente lançado com o objetivo de investigar as consequências a longo prazo da infecção pelo vírus zika em crianças cujas mães foram infectadas durante a gravidez.

    O estudo, que não se limitará apenas a casos de microcefalia, busca compreender os impactos sociais e de saúde que essas famílias enfrentam.

    O LIFE Zika utilizará métodos de ciências sociais para analisar como a infecção afetou a vida das crianças e suas famílias, incluindo aquelas que não apresentaram sintomas imediatos como a microcefalia. Este estudo é crucial para entender as ramificações a longo prazo do vírus, que causou alarme global durante o surto de 2015-2016.

    Com um financiamento de £ 3,6 milhões concedido pelo Wellcome Trust, o estudo será conduzido ao longo de sete anos. Os pesquisadores esperam que os resultados possam informar políticas públicas e estratégias de saúde para melhor apoiar as famílias afetadas pelo zika vírus.

    Fonte: Link.

    O estudo, que não se limitará apenas a casos de microcefalia, busca compreender os impactos sociais e de saúde que essas famílias enfrentam.

    O LIFE Zika utilizará métodos de ciências sociais para analisar como a infecção afetou a vida das crianças e suas famílias, incluindo aquelas que não apresentaram sintomas imediatos como a microcefalia. Este estudo é crucial para entender as ramificações a longo prazo do vírus, que causou alarme global durante o surto de 2015-2016.

    Com um financiamento de £ 3,6 milhões concedido pelo Wellcome Trust, o estudo será conduzido ao longo de sete anos. Os pesquisadores esperam que os resultados possam informar políticas públicas e estratégias de saúde para melhor apoiar as famílias afetadas pelo zika vírus.

    Fonte: Link.

  • Fiocruz anuncia iniciativas no Dia Mundial de Combate à Tuberculose

    Fiocruz anuncia iniciativas no Dia Mundial de Combate à Tuberculose

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou hoje uma série de práticas exitosas para prevenir e tratar a tuberculose no Brasil, coincidindo com o Dia Mundial de Combate à Tuberculose.

    Este anúncio vem em resposta ao aumento de 4,9% nos casos da doença no país em 2022, totalizando cerca de 78 mil novos diagnósticos.

    A Fiocruz está direcionando esforços para populações prioritárias e vulneráveis, incluindo pessoas em situação de rua e indivíduos vivendo com HIV/Aids. A queda na cobertura vacinal com a vacina BCG, que está abaixo de 88% desde 2019, é uma preocupação adicional que a fundação pretende abordar com suas iniciativas.

    O Dia Mundial de Combate à Tuberculose serve como um lembrete crítico da necessidade de manter a luta contra essa doença infecciosa, que continua a ser uma das principais causas de morte em todo o mundo.

    Este anúncio vem em resposta ao aumento de 4,9% nos casos da doença no país em 2022, totalizando cerca de 78 mil novos diagnósticos.

    A Fiocruz está direcionando esforços para populações prioritárias e vulneráveis, incluindo pessoas em situação de rua e indivíduos vivendo com HIV/Aids. A queda na cobertura vacinal com a vacina BCG, que está abaixo de 88% desde 2019, é uma preocupação adicional que a fundação pretende abordar com suas iniciativas.

    O Dia Mundial de Combate à Tuberculose serve como um lembrete crítico da necessidade de manter a luta contra essa doença infecciosa, que continua a ser uma das principais causas de morte em todo o mundo.

  • Aumento nos casos de doenças respiratórias preocupa especialistas

    Aumento nos casos de doenças respiratórias preocupa especialistas

    Especialistas em saúde pública estão em alerta com o aumento significativo de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo o Brasil, conforme o último Boletim InfoGripe da Fiocruz.

    Dados recentes indicam uma tendência crescente de infecções, com variações regionais nos vírus predominantes.

    No Centro-Sul, a Covid-19 continua sendo a principal preocupação, enquanto as regiões Sudeste e Sul também enfrentam um surto de influenza, sugerindo uma cocirculação dos vírus. O Nordeste e o Norte destacam-se pelo aumento de casos de influenza, especialmente entre a população adulta.

    O vírus sincicial respiratório (VSR) está ressurgindo, afetando principalmente crianças pequenas e idosos. Marcelo Gomes, pesquisador da Fiocruz, enfatiza a importância da vacinação contra a Covid-19 e a gripe como ferramentas essenciais de prevenção. Ele também recomenda o uso de máscaras de alta qualidade (N95 e PFF2) para diminuir o risco de contrair vírus respiratórios, particularmente em unidades de saúde.

    A Fiocruz aconselha que pessoas com sintomas semelhantes aos de um resfriado, especialmente aquelas em grupos de risco, busquem atendimento médico para receber o tratamento adequado. A análise da Semana Epidemiológica 9 mostra um aumento nos casos de SRAG, com maior impacto em crianças de até dois anos e idosos.

    Vinte e três unidades federativas e dezoito capitais apresentam sinais de crescimento nos casos de SRAG. As autoridades de saúde continuam monitorando a situação e reforçam a necessidade de medidas preventivas para controlar a disseminação dos vírus respiratórios.

    Dados recentes indicam uma tendência crescente de infecções, com variações regionais nos vírus predominantes.

    No Centro-Sul, a Covid-19 continua sendo a principal preocupação, enquanto as regiões Sudeste e Sul também enfrentam um surto de influenza, sugerindo uma cocirculação dos vírus. O Nordeste e o Norte destacam-se pelo aumento de casos de influenza, especialmente entre a população adulta.

    O vírus sincicial respiratório (VSR) está ressurgindo, afetando principalmente crianças pequenas e idosos. Marcelo Gomes, pesquisador da Fiocruz, enfatiza a importância da vacinação contra a Covid-19 e a gripe como ferramentas essenciais de prevenção. Ele também recomenda o uso de máscaras de alta qualidade (N95 e PFF2) para diminuir o risco de contrair vírus respiratórios, particularmente em unidades de saúde.

    A Fiocruz aconselha que pessoas com sintomas semelhantes aos de um resfriado, especialmente aquelas em grupos de risco, busquem atendimento médico para receber o tratamento adequado. A análise da Semana Epidemiológica 9 mostra um aumento nos casos de SRAG, com maior impacto em crianças de até dois anos e idosos.

    Vinte e três unidades federativas e dezoito capitais apresentam sinais de crescimento nos casos de SRAG. As autoridades de saúde continuam monitorando a situação e reforçam a necessidade de medidas preventivas para controlar a disseminação dos vírus respiratórios.

  • Vacina BCG não previne tuberculose em adultos, diz estudo da Fiocruz

    Vacina BCG não previne tuberculose em adultos, diz estudo da Fiocruz

    Um estudo realizado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelou que a vacina BCG, usada para prevenir a tuberculose em crianças, não tem efeito protetor contra a infecção pelo bacilo da tuberculose em adultos.

    A pesquisa, publicada na revista científica The Lancet – Infectious Diseases, acompanhou mais de 3 mil profissionais de saúde de Manaus, Rio de Janeiro e Campo Grande, que receberam uma dose adicional da vacina BCG ou um placebo, e avaliou se eles se infectaram ou não pelo Mycobacterium tuberculosis, o agente causador da doença.

    Os resultados mostraram que não houve diferença significativa entre os grupos vacinados e não vacinados na taxa de infecção pelo bacilo da tuberculose, que foi de cerca de 10% em ambos os grupos após um ano de acompanhamento. Isso significa que a vacina BCG não protege os adultos contra a infecção inicial pelo Mycobacterium tuberculosis, que pode permanecer latente no organismo por anos ou evoluir para a forma ativa da doença, que causa sintomas como tosse, febre, perda de peso e dificuldade respiratória.

    O estudo brasileiro faz parte de um ensaio clínico internacional que está avaliando a eficácia da vacina BCG em trabalhadores de saúde contra a Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. A hipótese é que a vacina BCG possa ter um efeito imunomodulador, ou seja, capaz de estimular o sistema imunológico de forma ampla e não específica, e assim conferir alguma proteção contra outras infecções respiratórias, incluindo a Covid-19. Os resultados dessa parte do estudo ainda não foram divulgados.

    Os pesquisadores da Fiocruz ressaltam que os achados do estudo não invalidam o uso da vacina BCG em crianças, que é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Brasil, pois a vacina é eficaz em prevenir as formas graves da tuberculose na infância, como a meningite tuberculosa. No entanto, eles destacam que os resultados evidenciam a necessidade de desenvolver novas vacinas para prevenir a tuberculose em adultos, especialmente em populações de alto risco, como os profissionais de saúde, que estão mais expostos ao bacilo da tuberculose.

    A tuberculose é uma das doenças infecciosas que mais mata no mundo, com cerca de 1,4 milhão de óbitos por ano, segundo a OMS. O Brasil é um dos 30 países com maior carga da doença, com cerca de 70 mil casos e 4,5 mil mortes por ano, segundo o Ministério da Saúde. A vacina BCG foi desenvolvida há quase um século e é a única vacina disponível contra a tuberculose, mas sua eficácia é limitada e variável. Por isso, há vários esforços de pesquisa em andamento para criar novas vacinas mais eficazes e seguras contra essa doença.

    Fonte: Link.

    A pesquisa, publicada na revista científica The Lancet – Infectious Diseases, acompanhou mais de 3 mil profissionais de saúde de Manaus, Rio de Janeiro e Campo Grande, que receberam uma dose adicional da vacina BCG ou um placebo, e avaliou se eles se infectaram ou não pelo Mycobacterium tuberculosis, o agente causador da doença.

    Os resultados mostraram que não houve diferença significativa entre os grupos vacinados e não vacinados na taxa de infecção pelo bacilo da tuberculose, que foi de cerca de 10% em ambos os grupos após um ano de acompanhamento. Isso significa que a vacina BCG não protege os adultos contra a infecção inicial pelo Mycobacterium tuberculosis, que pode permanecer latente no organismo por anos ou evoluir para a forma ativa da doença, que causa sintomas como tosse, febre, perda de peso e dificuldade respiratória.

    O estudo brasileiro faz parte de um ensaio clínico internacional que está avaliando a eficácia da vacina BCG em trabalhadores de saúde contra a Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. A hipótese é que a vacina BCG possa ter um efeito imunomodulador, ou seja, capaz de estimular o sistema imunológico de forma ampla e não específica, e assim conferir alguma proteção contra outras infecções respiratórias, incluindo a Covid-19. Os resultados dessa parte do estudo ainda não foram divulgados.

    Os pesquisadores da Fiocruz ressaltam que os achados do estudo não invalidam o uso da vacina BCG em crianças, que é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Brasil, pois a vacina é eficaz em prevenir as formas graves da tuberculose na infância, como a meningite tuberculosa. No entanto, eles destacam que os resultados evidenciam a necessidade de desenvolver novas vacinas para prevenir a tuberculose em adultos, especialmente em populações de alto risco, como os profissionais de saúde, que estão mais expostos ao bacilo da tuberculose.

    A tuberculose é uma das doenças infecciosas que mais mata no mundo, com cerca de 1,4 milhão de óbitos por ano, segundo a OMS. O Brasil é um dos 30 países com maior carga da doença, com cerca de 70 mil casos e 4,5 mil mortes por ano, segundo o Ministério da Saúde. A vacina BCG foi desenvolvida há quase um século e é a única vacina disponível contra a tuberculose, mas sua eficácia é limitada e variável. Por isso, há vários esforços de pesquisa em andamento para criar novas vacinas mais eficazes e seguras contra essa doença.

    Fonte: Link.

  • Parceria entre Fiocruz e EMS visa fortalecer a ciência e a inovação farmacêutica no país

    Parceria entre Fiocruz e EMS visa fortalecer a ciência e a inovação farmacêutica no país

    A Fiocruz, uma das mais importantes instituições de pesquisa em saúde pública do mundo, e a EMS, o maior laboratório farmacêutico no Brasil, anunciaram um acordo de cooperação técnica para desenvolver e produzir medicamentos inovadores.

    O acordo, assinado pelo Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fiocruz e pela EMS, tem como objetivo alinhar conceitos, diretrizes, métodos e subsídios para ações em conjunto, visando enfrentar novos desafios de forma mais ágil e fortalecida pela complementação de pontos fortes de ambos.

    Segundo o presidente do Grupo NC, Carlos Sanchez, que controla a EMS, o contrato é único e pioneiro no segmento farmacêutico, e representa um marco na história da ciência e da inovação no país. “O propósito é produzir conhecimento científico e fomentar a inovação no setor, colocando o Brasil em destaque no quesito tecnologia farmacêutica”, afirmou.

    A parceria entre EMS e Fiocruz foi formalizada em um evento realizado pelo laboratório e pela Esfera Brasil em Brasília, com a presença de autoridades, especialistas, empresários e representantes do Judiciário. Entre os convidados estavam o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, e o presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima.

    O protocolo de intenções é um passo inicial e fundamental para se criar uma cooperação conjunta, mas ainda é necessário a celebração de um novo acordo, acompanhado do seu respectivo Plano de Trabalho, obedecendo a legislação própria. A expectativa é que os primeiros projetos sejam iniciados ainda neste ano.

    O acordo, assinado pelo Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fiocruz e pela EMS, tem como objetivo alinhar conceitos, diretrizes, métodos e subsídios para ações em conjunto, visando enfrentar novos desafios de forma mais ágil e fortalecida pela complementação de pontos fortes de ambos.

    Segundo o presidente do Grupo NC, Carlos Sanchez, que controla a EMS, o contrato é único e pioneiro no segmento farmacêutico, e representa um marco na história da ciência e da inovação no país. “O propósito é produzir conhecimento científico e fomentar a inovação no setor, colocando o Brasil em destaque no quesito tecnologia farmacêutica”, afirmou.

    A parceria entre EMS e Fiocruz foi formalizada em um evento realizado pelo laboratório e pela Esfera Brasil em Brasília, com a presença de autoridades, especialistas, empresários e representantes do Judiciário. Entre os convidados estavam o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, e o presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima.

    O protocolo de intenções é um passo inicial e fundamental para se criar uma cooperação conjunta, mas ainda é necessário a celebração de um novo acordo, acompanhado do seu respectivo Plano de Trabalho, obedecendo a legislação própria. A expectativa é que os primeiros projetos sejam iniciados ainda neste ano.