Tag: Fiocruz

  • Ensp/Fiocruz abre inscrições para cursos de pós-graduação em saúde pública

    Ensp/Fiocruz abre inscrições para cursos de pós-graduação em saúde pública

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) está com inscrições abertas para as turmas de 2024 dos cursos de mestrado e doutorado acadêmicos.

    Os seus três programas Stricto Sensu em saúde pública: Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública, Programa de Epidemiologia em Saúde Pública e Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente.

    Os cursos são destinados a profissionais graduados em diversas áreas do conhecimento que tenham interesse em desenvolver pesquisa, docência e atuação em serviços de saúde, além da colaboração com estruturas governamentais e organizações da sociedade civil.

    Os programas combinam tradição com atualização e visam formar profissionais críticos, capazes de analisar e propor soluções para os problemas de saúde da população brasileira, numa perspectiva interdisciplinar e multiprofissional.

    O Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública aborda temas como políticas, planejamento, gestão, avaliação, educação, comunicação, trabalho, inovação e tecnologia em saúde.

    O Programa de Epidemiologia em Saúde Pública oferece formação em epidemiologia aplicada à saúde pública, com ênfase nas doenças transmissíveis, não transmissíveis, ambientais e ocupacionais.

    O Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente possui importância na capacitação de profissionais em saúde e ambiente, com foco nos efeitos decorrentes das exposições ambientais na saúde humana.

    As inscrições podem ser feitas pelo site da Ensp/Fiocruz até o dia 30 de setembro de 2023. Os candidatos devem preencher o formulário online, anexar os documentos solicitados e pagar a taxa de inscrição. O processo seletivo inclui prova escrita, análise do projeto de pesquisa, entrevista e análise curricular.

    Os cursos têm duração de dois anos para o mestrado e quatro anos para o doutorado. As aulas são presenciais e ocorrem na sede da Ensp/Fiocruz, no Rio de Janeiro. Os alunos recebem bolsas de estudo da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) ou do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), conforme disponibilidade.

    Para mais informações sobre os cursos, os editais e as inscrições, acesse o site da Ensp/Fiocruz ou entre em contato pelo telefone (21) 2598-2525 ou pelo e-mail posgraduacao@ensp.fiocruz.br.

    Os seus três programas Stricto Sensu em saúde pública: Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública, Programa de Epidemiologia em Saúde Pública e Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente.

    Os cursos são destinados a profissionais graduados em diversas áreas do conhecimento que tenham interesse em desenvolver pesquisa, docência e atuação em serviços de saúde, além da colaboração com estruturas governamentais e organizações da sociedade civil.

    Os programas combinam tradição com atualização e visam formar profissionais críticos, capazes de analisar e propor soluções para os problemas de saúde da população brasileira, numa perspectiva interdisciplinar e multiprofissional.

    O Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública aborda temas como políticas, planejamento, gestão, avaliação, educação, comunicação, trabalho, inovação e tecnologia em saúde.

    O Programa de Epidemiologia em Saúde Pública oferece formação em epidemiologia aplicada à saúde pública, com ênfase nas doenças transmissíveis, não transmissíveis, ambientais e ocupacionais.

    O Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente possui importância na capacitação de profissionais em saúde e ambiente, com foco nos efeitos decorrentes das exposições ambientais na saúde humana.

    As inscrições podem ser feitas pelo site da Ensp/Fiocruz até o dia 30 de setembro de 2023. Os candidatos devem preencher o formulário online, anexar os documentos solicitados e pagar a taxa de inscrição. O processo seletivo inclui prova escrita, análise do projeto de pesquisa, entrevista e análise curricular.

    Os cursos têm duração de dois anos para o mestrado e quatro anos para o doutorado. As aulas são presenciais e ocorrem na sede da Ensp/Fiocruz, no Rio de Janeiro. Os alunos recebem bolsas de estudo da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) ou do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), conforme disponibilidade.

    Para mais informações sobre os cursos, os editais e as inscrições, acesse o site da Ensp/Fiocruz ou entre em contato pelo telefone (21) 2598-2525 ou pelo e-mail posgraduacao@ensp.fiocruz.br.

  • Atenção Domiciliar: uma alternativa efetiva e econômica para a reabilitação de pacientes

    Atenção Domiciliar: uma alternativa efetiva e econômica para a reabilitação de pacientes

    Você sabia que receber cuidados em casa pode ser melhor para a sua saúde do que ir ao hospital ou à clínica?

    É o que mostra uma pesquisa realizada por pesquisadoras do Núcleo de Pesquisa em Informação e Comunicação em Saúde (Nippis) do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Faculdade de Medicina de Petrópolis (Unifase).

    O estudo avaliou a efetividade da Atenção Domiciliar (AD) para pacientes em reabilitação intensiva, comparando com outras modalidades de cuidado, como a internação hospitalar, a internação domiciliar e a reabilitação ambulatorial. A AD consiste em oferecer serviços de saúde no domicílio do paciente, por meio de uma equipe multidisciplinar, que pode incluir médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais.

    A pesquisa mostrou que a AD é menos custosa, mais aceita pelos usuários e oferece vantagens para a reabilitação de diversos agravos, como cardiovasculares, ortopédicos, respiratórios e neurológicos. Segundo as autoras, a AD reduz o risco de infecções hospitalares, favorece o vínculo familiar e social, melhora a qualidade de vida e a funcionalidade dos pacientes.

    Além disso, o estudo também sugeriu estratégias para implementar a AD no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), como a disponibilização de equipe multidisciplinar, o uso da telerreabilitação (que utiliza tecnologias de informação e comunicação para monitorar e orientar os pacientes à distância) e a associação de diferentes serviços de saúde, como as Unidades Básicas de Saúde (UBS), os Centros Especializados em Reabilitação (CER) e os Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB).

    A pesquisa foi publicada na revista Cadernos de Saúde Pública e faz parte do projeto “Avaliação da efetividade da atenção domiciliar na reabilitação intensiva: estudo multicêntrico”, financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

    É o que mostra uma pesquisa realizada por pesquisadoras do Núcleo de Pesquisa em Informação e Comunicação em Saúde (Nippis) do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Faculdade de Medicina de Petrópolis (Unifase).

    O estudo avaliou a efetividade da Atenção Domiciliar (AD) para pacientes em reabilitação intensiva, comparando com outras modalidades de cuidado, como a internação hospitalar, a internação domiciliar e a reabilitação ambulatorial. A AD consiste em oferecer serviços de saúde no domicílio do paciente, por meio de uma equipe multidisciplinar, que pode incluir médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais.

    A pesquisa mostrou que a AD é menos custosa, mais aceita pelos usuários e oferece vantagens para a reabilitação de diversos agravos, como cardiovasculares, ortopédicos, respiratórios e neurológicos. Segundo as autoras, a AD reduz o risco de infecções hospitalares, favorece o vínculo familiar e social, melhora a qualidade de vida e a funcionalidade dos pacientes.

    Além disso, o estudo também sugeriu estratégias para implementar a AD no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), como a disponibilização de equipe multidisciplinar, o uso da telerreabilitação (que utiliza tecnologias de informação e comunicação para monitorar e orientar os pacientes à distância) e a associação de diferentes serviços de saúde, como as Unidades Básicas de Saúde (UBS), os Centros Especializados em Reabilitação (CER) e os Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB).

    A pesquisa foi publicada na revista Cadernos de Saúde Pública e faz parte do projeto “Avaliação da efetividade da atenção domiciliar na reabilitação intensiva: estudo multicêntrico”, financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

  • Fiocruz Amazônia desenvolve protocolo para detectar vírus Oropouche

    Fiocruz Amazônia desenvolve protocolo para detectar vírus Oropouche

    O vírus Oropouche é um dos principais agentes causadores de febre hemorrágica no Brasil, com sintomas parecidos com os da dengue.

    Em 2023, foram registrados surtos da doença em quatro estados da região Norte: Amazonas, Pará, Rondônia e Acre. Para facilitar o diagnóstico e a vigilância do vírus, pesquisadores da Fiocruz Amazônia desenvolveram um protocolo de detecção por PCR em tempo real, que será usado por oito laboratórios públicos brasileiros e outros países da América.

    O protocolo foi criado pelo Laboratório de Virologia Molecular da Fiocruz Amazônia, coordenado pelo pesquisador Felipe Naveca. Segundo ele, o método é rápido, sensível e específico para identificar o vírus Oropouche em amostras de sangue ou saliva de pacientes com suspeita da doença. Além disso, o protocolo permite fazer a caracterização genética do vírus, ou seja, saber quais são as variantes que estão circulando em cada região.

    “O vírus Oropouche é muito diverso e tem uma alta taxa de mutação. Isso pode influenciar na sua capacidade de transmissão e na gravidade dos casos. Por isso, é importante fazer a vigilância genômica para monitorar as mudanças que ocorrem no vírus e avaliar o impacto na saúde pública”, explica Naveca.

    O protocolo da Fiocruz Amazônia foi validado em parceria com o Instituto Evandro Chagas (IEC) e aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O projeto conta com o apoio do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). O objetivo é ampliar a rede de diagnóstico do vírus Oropouche no Brasil e em outros países da América, como Peru, Colômbia, Venezuela e Suriname.

    “O vírus Oropouche é uma ameaça emergente para a saúde pública na América do Sul. Ele pode causar surtos explosivos e afetar milhares de pessoas. Por isso, é fundamental ter um protocolo padronizado e confiável para detectar o vírus e acompanhar a sua evolução”, afirma Naveca.

    Dengue no Brasil: situação heterogênea e complexa

    Outro vírus que preocupa as autoridades sanitárias no Brasil é o da dengue, que também causa febre hemorrágica e pode levar à morte. A situação da dengue no país é heterogênea, com predominância de diferentes sorotipos e genótipos em cada estado. A Fiocruz e outras instituições colaboram na identificação e monitoramento das linhagens circulantes do vírus da dengue.

    Existem quatro sorotipos do vírus da dengue: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. Cada sorotipo pode ter vários genótipos, que são grupos de vírus com características genéticas semelhantes. A circulação de diferentes sorotipos e genótipos pode influenciar na intensidade das epidemias e na gravidade dos casos.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2023 foram notificados mais de 1 milhão de casos prováveis de dengue no Brasil, com 528 óbitos. O sorotipo predominante foi o DENV-2, seguido pelo DENV-1 e DENV-4. No entanto, a distribuição dos sorotipos variou entre as regiões e os estados.

    Por exemplo, na região Norte, o DENV-2 foi o mais frequente em todos os estados, exceto no Amapá, onde prevaleceu o DENV-4. Na região Nordeste, o DENV-1 foi o mais comum em todos os estados, exceto na Bahia, onde predominou o DENV-2. Na região Centro-Oeste, o DENV-2 foi o mais encontrado em todos os estados. Na região Sudeste, o DENV-1 foi o mais detectado em São Paulo e Minas Gerais, enquanto o DENV-2 foi o mais observado no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Na região Sul, o DENV-2 foi o mais presente em todos os estados.

    Além da diversidade dos sorotipos, os pesquisadores também analisam os genótipos do vírus da dengue que estão circulando no Brasil. Um estudo realizado pela Fiocruz e pela Universidade de São Paulo (USP) mostrou que, entre 2019 e 2020, houve uma mudança no genótipo predominante do DENV-2 no país. O genótipo Americano/Asiático, que era o mais comum até então, foi substituído pelo genótipo Cosmopolita, que tem origem na Ásia e foi introduzido no Brasil em 2014.

    Os pesquisadores alertam que essa mudança pode ter implicações na epidemiologia e na clínica da dengue no Brasil. O genótipo Cosmopolita tem sido associado a casos mais graves e a maior transmissibilidade do vírus. Além disso, a substituição de um genótipo por outro pode indicar uma maior adaptação do vírus ao vetor (o mosquito Aedes aegypti) e ao hospedeiro humano.

    “A vigilância genômica do vírus da dengue é essencial para entender a dinâmica da doença no Brasil e para subsidiar as ações de prevenção e controle. É preciso acompanhar as mudanças que ocorrem no vírus e avaliar o seu impacto na saúde da população”, conclui Naveca.

    Em 2023, foram registrados surtos da doença em quatro estados da região Norte: Amazonas, Pará, Rondônia e Acre. Para facilitar o diagnóstico e a vigilância do vírus, pesquisadores da Fiocruz Amazônia desenvolveram um protocolo de detecção por PCR em tempo real, que será usado por oito laboratórios públicos brasileiros e outros países da América.

    O protocolo foi criado pelo Laboratório de Virologia Molecular da Fiocruz Amazônia, coordenado pelo pesquisador Felipe Naveca. Segundo ele, o método é rápido, sensível e específico para identificar o vírus Oropouche em amostras de sangue ou saliva de pacientes com suspeita da doença. Além disso, o protocolo permite fazer a caracterização genética do vírus, ou seja, saber quais são as variantes que estão circulando em cada região.

    “O vírus Oropouche é muito diverso e tem uma alta taxa de mutação. Isso pode influenciar na sua capacidade de transmissão e na gravidade dos casos. Por isso, é importante fazer a vigilância genômica para monitorar as mudanças que ocorrem no vírus e avaliar o impacto na saúde pública”, explica Naveca.

    O protocolo da Fiocruz Amazônia foi validado em parceria com o Instituto Evandro Chagas (IEC) e aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O projeto conta com o apoio do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). O objetivo é ampliar a rede de diagnóstico do vírus Oropouche no Brasil e em outros países da América, como Peru, Colômbia, Venezuela e Suriname.

    “O vírus Oropouche é uma ameaça emergente para a saúde pública na América do Sul. Ele pode causar surtos explosivos e afetar milhares de pessoas. Por isso, é fundamental ter um protocolo padronizado e confiável para detectar o vírus e acompanhar a sua evolução”, afirma Naveca.

    Dengue no Brasil: situação heterogênea e complexa

    Outro vírus que preocupa as autoridades sanitárias no Brasil é o da dengue, que também causa febre hemorrágica e pode levar à morte. A situação da dengue no país é heterogênea, com predominância de diferentes sorotipos e genótipos em cada estado. A Fiocruz e outras instituições colaboram na identificação e monitoramento das linhagens circulantes do vírus da dengue.

    Existem quatro sorotipos do vírus da dengue: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. Cada sorotipo pode ter vários genótipos, que são grupos de vírus com características genéticas semelhantes. A circulação de diferentes sorotipos e genótipos pode influenciar na intensidade das epidemias e na gravidade dos casos.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2023 foram notificados mais de 1 milhão de casos prováveis de dengue no Brasil, com 528 óbitos. O sorotipo predominante foi o DENV-2, seguido pelo DENV-1 e DENV-4. No entanto, a distribuição dos sorotipos variou entre as regiões e os estados.

    Por exemplo, na região Norte, o DENV-2 foi o mais frequente em todos os estados, exceto no Amapá, onde prevaleceu o DENV-4. Na região Nordeste, o DENV-1 foi o mais comum em todos os estados, exceto na Bahia, onde predominou o DENV-2. Na região Centro-Oeste, o DENV-2 foi o mais encontrado em todos os estados. Na região Sudeste, o DENV-1 foi o mais detectado em São Paulo e Minas Gerais, enquanto o DENV-2 foi o mais observado no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Na região Sul, o DENV-2 foi o mais presente em todos os estados.

    Além da diversidade dos sorotipos, os pesquisadores também analisam os genótipos do vírus da dengue que estão circulando no Brasil. Um estudo realizado pela Fiocruz e pela Universidade de São Paulo (USP) mostrou que, entre 2019 e 2020, houve uma mudança no genótipo predominante do DENV-2 no país. O genótipo Americano/Asiático, que era o mais comum até então, foi substituído pelo genótipo Cosmopolita, que tem origem na Ásia e foi introduzido no Brasil em 2014.

    Os pesquisadores alertam que essa mudança pode ter implicações na epidemiologia e na clínica da dengue no Brasil. O genótipo Cosmopolita tem sido associado a casos mais graves e a maior transmissibilidade do vírus. Além disso, a substituição de um genótipo por outro pode indicar uma maior adaptação do vírus ao vetor (o mosquito Aedes aegypti) e ao hospedeiro humano.

    “A vigilância genômica do vírus da dengue é essencial para entender a dinâmica da doença no Brasil e para subsidiar as ações de prevenção e controle. É preciso acompanhar as mudanças que ocorrem no vírus e avaliar o seu impacto na saúde da população”, conclui Naveca.

  • Casos de SRAG causados por Covid-19 e influenza diminuem na maioria dos estados, diz Fiocruz

    Casos de SRAG causados por Covid-19 e influenza diminuem na maioria dos estados, diz Fiocruz

    O Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado nesta sexta-feira (4) mostra que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) e pelo vírus influenza A e B estão diminuindo ou se estabilizando na maioria dos estados brasileiros, exceto no Acre e no Espírito Santo, onde há sinal de…

    A análise se baseia nos dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até a semana epidemiológica 34, que compreende o período de 22 a 28 de agosto.

    Segundo o boletim, nas crianças e pré-adolescentes de 5 a 14 anos, há crescimento ou manutenção de patamar elevado de SRAG em alguns estados, principalmente em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Nessa faixa etária, o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal agente etiológico identificado nas amostras testadas, mas já apresenta sinais de queda na maioria dos estados. Em Minas Gerais, o aumento pode estar associado ao rinovírus e metapneumovírus.

    Em 2023, foram notificados 114.994 casos de SRAG, sendo 31,1% para Covid-19 e 10,4% para influenza A e B. Foram registrados 6.831 óbitos por SRAG, sendo 43,1% para Covid-19 e 21,6% para influenza A e B. A taxa de letalidade por SRAG foi de 5,9%, sendo 8,4% para Covid-19 e 12,7% para influenza A e B.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ressalta que a tendência de queda ou estabilização dos casos de SRAG não significa que a pandemia está controlada no país. Ele alerta que os números ainda estão em patamares elevados e que é preciso manter as medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento físico e higiene das mãos. Ele também recomenda a vacinação contra a Covid-19 e a influenza para reduzir os riscos de complicações e óbitos.

    A análise se baseia nos dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até a semana epidemiológica 34, que compreende o período de 22 a 28 de agosto.

    Segundo o boletim, nas crianças e pré-adolescentes de 5 a 14 anos, há crescimento ou manutenção de patamar elevado de SRAG em alguns estados, principalmente em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Nessa faixa etária, o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal agente etiológico identificado nas amostras testadas, mas já apresenta sinais de queda na maioria dos estados. Em Minas Gerais, o aumento pode estar associado ao rinovírus e metapneumovírus.

    Em 2023, foram notificados 114.994 casos de SRAG, sendo 31,1% para Covid-19 e 10,4% para influenza A e B. Foram registrados 6.831 óbitos por SRAG, sendo 43,1% para Covid-19 e 21,6% para influenza A e B. A taxa de letalidade por SRAG foi de 5,9%, sendo 8,4% para Covid-19 e 12,7% para influenza A e B.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ressalta que a tendência de queda ou estabilização dos casos de SRAG não significa que a pandemia está controlada no país. Ele alerta que os números ainda estão em patamares elevados e que é preciso manter as medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento físico e higiene das mãos. Ele também recomenda a vacinação contra a Covid-19 e a influenza para reduzir os riscos de complicações e óbitos.

  • Kit da Fiocruz previne transmissão de malária por transfusão de sangue

    Kit da Fiocruz previne transmissão de malária por transfusão de sangue

    Um novo kit desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) pode ajudar a prevenir a transmissão da malária por meio de transfusões de sangue.

    O kit NAT Plus, que já está em uso em alguns hemocentros do país, é capaz de detectar a presença do parasita causador da doença no sangue doado, evitando que ele seja repassado para outras pessoas.

    A malária é uma doença infecciosa que afeta principalmente as populações pobres e vulneráveis da região amazônica. Ela é transmitida pela picada do mosquito Anopheles infectado pelo protozoário Plasmodium, que invade as células vermelhas do sangue e provoca sintomas como febre, dor de cabeça e calafrios. Se não for tratada adequadamente, a malária pode levar a complicações graves e até à morte.

    Segundo o Ministério da Saúde, em 2022 foram registrados 129,1 mil casos e 50 óbitos por malária no Brasil, sendo que 99% dos casos ocorreram na região amazônica. O ministério tem como meta eliminar a malária no país até 2035, seguindo as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Uma das estratégias para alcançar esse objetivo é garantir a segurança transfusional, ou seja, evitar que o sangue doado esteja contaminado por agentes infecciosos. Para isso, o sangue coletado nos hemocentros passa por testes laboratoriais que detectam doenças como HIV, hepatite B e C, sífilis e doença de Chagas.

    No entanto, até recentemente não havia um teste específico para malária no Brasil. Isso fazia com que as pessoas que doavam sangue fossem impedidas de doar novamente por um período de seis meses a um ano se tivessem viajado para áreas endêmicas de malária ou apresentado sintomas da doença. Além disso, havia o risco de que o sangue doado estivesse infectado pelo Plasmodium sem que o doador soubesse, pois a doença pode ter um período de incubação variável.

    Para resolver esse problema, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) desenvolveu o kit NAT Plus, que utiliza a técnica de amplificação de ácidos nucleicos (NAT) para detectar o DNA do Plasmodium no sangue doado. O kit também testa simultaneamente para HIV, hepatite B e C, reduzindo o custo e o tempo dos exames.

    O kit NAT Plus foi implantado em 2022 em alguns hemocentros do país, como os de Manaus, Belém, Porto Velho e Rio Branco. Desde então, ele já identificou 12 bolsas de sangue contaminadas pelo parasita da malária, evitando que elas fossem transfundidas para até 48 receptores. Com isso, o kit contribui para a prevenção da transmissão da doença e para a redução do período de impedimento à doação de sangue de pessoas que estiveram em áreas endêmicas.

    O kit NAT Plus é um exemplo de como a ciência e a tecnologia podem contribuir para a saúde pública e para o combate à malária no Brasil. A Fiocruz espera ampliar a produção e a distribuição do kit para outros hemocentros do país e também para outros países da América Latina e da África, onde a malária é endêmica. Assim, espera-se que mais vidas sejam salvas e que a meta de eliminação da malária seja alcançada.

    Fonte: Link.

    O kit NAT Plus, que já está em uso em alguns hemocentros do país, é capaz de detectar a presença do parasita causador da doença no sangue doado, evitando que ele seja repassado para outras pessoas.

    A malária é uma doença infecciosa que afeta principalmente as populações pobres e vulneráveis da região amazônica. Ela é transmitida pela picada do mosquito Anopheles infectado pelo protozoário Plasmodium, que invade as células vermelhas do sangue e provoca sintomas como febre, dor de cabeça e calafrios. Se não for tratada adequadamente, a malária pode levar a complicações graves e até à morte.

    Segundo o Ministério da Saúde, em 2022 foram registrados 129,1 mil casos e 50 óbitos por malária no Brasil, sendo que 99% dos casos ocorreram na região amazônica. O ministério tem como meta eliminar a malária no país até 2035, seguindo as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Uma das estratégias para alcançar esse objetivo é garantir a segurança transfusional, ou seja, evitar que o sangue doado esteja contaminado por agentes infecciosos. Para isso, o sangue coletado nos hemocentros passa por testes laboratoriais que detectam doenças como HIV, hepatite B e C, sífilis e doença de Chagas.

    No entanto, até recentemente não havia um teste específico para malária no Brasil. Isso fazia com que as pessoas que doavam sangue fossem impedidas de doar novamente por um período de seis meses a um ano se tivessem viajado para áreas endêmicas de malária ou apresentado sintomas da doença. Além disso, havia o risco de que o sangue doado estivesse infectado pelo Plasmodium sem que o doador soubesse, pois a doença pode ter um período de incubação variável.

    Para resolver esse problema, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) desenvolveu o kit NAT Plus, que utiliza a técnica de amplificação de ácidos nucleicos (NAT) para detectar o DNA do Plasmodium no sangue doado. O kit também testa simultaneamente para HIV, hepatite B e C, reduzindo o custo e o tempo dos exames.

    O kit NAT Plus foi implantado em 2022 em alguns hemocentros do país, como os de Manaus, Belém, Porto Velho e Rio Branco. Desde então, ele já identificou 12 bolsas de sangue contaminadas pelo parasita da malária, evitando que elas fossem transfundidas para até 48 receptores. Com isso, o kit contribui para a prevenção da transmissão da doença e para a redução do período de impedimento à doação de sangue de pessoas que estiveram em áreas endêmicas.

    O kit NAT Plus é um exemplo de como a ciência e a tecnologia podem contribuir para a saúde pública e para o combate à malária no Brasil. A Fiocruz espera ampliar a produção e a distribuição do kit para outros hemocentros do país e também para outros países da América Latina e da África, onde a malária é endêmica. Assim, espera-se que mais vidas sejam salvas e que a meta de eliminação da malária seja alcançada.

    Fonte: Link.

  • Novos casos de leishmaniose em cães pode indicar risco para humanos, alerta Fiocruz

    Novos casos de leishmaniose em cães pode indicar risco para humanos, alerta Fiocruz

    A leishmaniose é uma doença grave que pode afetar tanto os animais quanto as pessoas. Ela é causada por parasitas do gênero leishmania, que são transmitidos por insetos vetores, como o mosquito-palha.

    via GIPHY

    Existem dois tipos principais de leishmaniose: a visceral, que atinge órgãos internos como o fígado e o baço, e a tegumentar, que causa lesões na pele e nas mucosas.

    Segundo pesquisadores da Fiocruz Mato Grosso do Sul, o número de cães com leishmaniose vem aumentando em vários estados do Brasil, o que pode indicar uma possível disseminação da doença em humanos. Eles realizaram um estudo com 1.001 cães de 40 municípios de 12 estados, entre 2018 e 2020, e encontraram uma prevalência média de 23% de leishmaniose visceral canina. Em alguns locais, a taxa chegou a 68%.

    Os cães são considerados os principais reservatórios da leishmaniose visceral no ambiente urbano, pois podem ser picados pelos mosquitos infectados e transmitir o parasita para outros insetos, que por sua vez podem picar as pessoas. Por isso, é essencial intensificar as ações de vigilância, controle vetorial e educação da população, além de realizar o diagnóstico precoce em cães e adotar medidas de proteção individual.

    A leishmaniose não tem cura, mas tem tratamento. Os principais sintomas da doença em cães são: unhas grandes, magreza excessiva, feridas na orelha e cotovelos. O cachorro come, mas não engorda. Já nos humanos, os sintomas podem variar de acordo com o tipo de leishmaniose. A visceral pode causar febre, perda de peso, aumento do fígado e do baço, anemia e infecções. A tegumentar pode causar úlceras na pele ou nas mucosas, que podem deixar cicatrizes.

    A leishmaniose é uma preocupação crescente em diversas partes do mundo, incluindo o Brasil. Entre 2011 e 2020, foram confirmados mais de 33 mil casos de leishmaniose no país, com uma média de 3,3 mil por ano. A doença está presente em todas as regiões do país.

    Para prevenir a leishmaniose, é recomendado evitar a exposição aos mosquitos vetores, especialmente ao anoitecer e ao amanhecer, quando eles são mais ativos. Também é importante usar repelentes, roupas que cubram a pele e telas nas janelas e portas. Além disso, é fundamental cuidar da saúde dos cães, levando-os ao veterinário regularmente e seguindo as orientações de vacinação e tratamento.

    A leishmaniose é uma doença grave que pode afetar tanto os animais quanto as pessoas. Ela é causada por parasitas do gênero leishmania, que são transmitidos por insetos vetores, como o mosquito-palha. Existem dois tipos principais de leishmaniose: a visceral, que atinge órgãos internos como o fígado e o baço, e a tegumentar, que causa lesões na pele e nas mucosas.

    via GIPHY

    Existem dois tipos principais de leishmaniose: a visceral, que atinge órgãos internos como o fígado e o baço, e a tegumentar, que causa lesões na pele e nas mucosas.

    Segundo pesquisadores da Fiocruz Mato Grosso do Sul, o número de cães com leishmaniose vem aumentando em vários estados do Brasil, o que pode indicar uma possível disseminação da doença em humanos. Eles realizaram um estudo com 1.001 cães de 40 municípios de 12 estados, entre 2018 e 2020, e encontraram uma prevalência média de 23% de leishmaniose visceral canina. Em alguns locais, a taxa chegou a 68%.

    Os cães são considerados os principais reservatórios da leishmaniose visceral no ambiente urbano, pois podem ser picados pelos mosquitos infectados e transmitir o parasita para outros insetos, que por sua vez podem picar as pessoas. Por isso, é essencial intensificar as ações de vigilância, controle vetorial e educação da população, além de realizar o diagnóstico precoce em cães e adotar medidas de proteção individual.

    A leishmaniose não tem cura, mas tem tratamento. Os principais sintomas da doença em cães são: unhas grandes, magreza excessiva, feridas na orelha e cotovelos. O cachorro come, mas não engorda. Já nos humanos, os sintomas podem variar de acordo com o tipo de leishmaniose. A visceral pode causar febre, perda de peso, aumento do fígado e do baço, anemia e infecções. A tegumentar pode causar úlceras na pele ou nas mucosas, que podem deixar cicatrizes.

    A leishmaniose é uma preocupação crescente em diversas partes do mundo, incluindo o Brasil. Entre 2011 e 2020, foram confirmados mais de 33 mil casos de leishmaniose no país, com uma média de 3,3 mil por ano. A doença está presente em todas as regiões do país.

    Para prevenir a leishmaniose, é recomendado evitar a exposição aos mosquitos vetores, especialmente ao anoitecer e ao amanhecer, quando eles são mais ativos. Também é importante usar repelentes, roupas que cubram a pele e telas nas janelas e portas. Além disso, é fundamental cuidar da saúde dos cães, levando-os ao veterinário regularmente e seguindo as orientações de vacinação e tratamento.

    A leishmaniose é uma doença grave que pode afetar tanto os animais quanto as pessoas. Ela é causada por parasitas do gênero leishmania, que são transmitidos por insetos vetores, como o mosquito-palha. Existem dois tipos principais de leishmaniose: a visceral, que atinge órgãos internos como o fígado e o baço, e a tegumentar, que causa lesões na pele e nas mucosas.

  • VSR é o vírus respiratório mais comum em crianças com SRAG, aponta boletim da Fiocruz

    VSR é o vírus respiratório mais comum em crianças com SRAG, aponta boletim da Fiocruz

    O boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra a situação da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil, baseado nos dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe).

    O boletim é atualizado semanalmente e traz informações sobre os vírus respiratórios que circulam no país, incluindo o Sars-CoV-2 (Covid-19).

    De acordo com o último boletim, referente à Semana Epidemiológica (SE) 26, período de 25 de junho a 1 de julho., o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal vírus identificado nas crianças com SRAG, seguido pelo influenza A. Outros vírus respiratórios também foram detectados, como bocavirus, rinovírus e metapneumovírus.

    O VSR é um vírus comum que causa infecções respiratórias leves a moderadas em adultos e crianças saudáveis, mas pode ser grave em bebês prematuros, crianças com doenças crônicas ou imunodeprimidas e idosos. O VSR pode causar bronquiolite, pneumonia e até mesmo óbito.

    O boletim também mostra que a maioria dos estados e capitais apresenta sinal de diminuição ou estabilidade dos casos positivos para Sars-CoV-2 na população adulta. A partir de 65 anos, o predomínio de Covid-19 ainda é claro, mas com tendência de queda.

    O pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, alerta que o momento ainda exige precauções para reduzir a transmissão de vírus respiratórios, especialmente entre as crianças, que têm alta demanda por leitos pediátricos. Ele recomenda o uso de máscaras, a higiene das mãos e o distanciamento social como medidas de prevenção.

    Para acessar o boletim completo, visite o site do InfoGripe: https://info.gripe.fiocruz.br/

    O boletim é atualizado semanalmente e traz informações sobre os vírus respiratórios que circulam no país, incluindo o Sars-CoV-2 (Covid-19).

    De acordo com o último boletim, referente à Semana Epidemiológica (SE) 26, período de 25 de junho a 1 de julho., o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal vírus identificado nas crianças com SRAG, seguido pelo influenza A. Outros vírus respiratórios também foram detectados, como bocavirus, rinovírus e metapneumovírus.

    O VSR é um vírus comum que causa infecções respiratórias leves a moderadas em adultos e crianças saudáveis, mas pode ser grave em bebês prematuros, crianças com doenças crônicas ou imunodeprimidas e idosos. O VSR pode causar bronquiolite, pneumonia e até mesmo óbito.

    O boletim também mostra que a maioria dos estados e capitais apresenta sinal de diminuição ou estabilidade dos casos positivos para Sars-CoV-2 na população adulta. A partir de 65 anos, o predomínio de Covid-19 ainda é claro, mas com tendência de queda.

    O pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, alerta que o momento ainda exige precauções para reduzir a transmissão de vírus respiratórios, especialmente entre as crianças, que têm alta demanda por leitos pediátricos. Ele recomenda o uso de máscaras, a higiene das mãos e o distanciamento social como medidas de prevenção.

    Para acessar o boletim completo, visite o site do InfoGripe: https://info.gripe.fiocruz.br/

  • Fiocruz amplia parceria com AstraZeneca para outras áreas de saúde

    Fiocruz amplia parceria com AstraZeneca para outras áreas de saúde

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a empresa farmacêutica AstraZeneca assinaram um Memorando de Entendimento (MdE) para discutir a formação de colaborações em outras áreas de inovação em saúde, além da vacina contra a Covid-19.

    O documento foi assinado no dia 5 de julho de 2023, na sede da Fiocruz, no Rio de Janeiro, com a presença de representantes das duas instituições e da Embaixada do Reino Unido.

    O objetivo é explorar possibilidades de cooperação em oncologia e doenças raras, entre outras.

    A Fiocruz também recebeu a visita de empresários chineses do setor de biotecnologia, vacinas e diagnósticos, e assinou outro MdE com a Ceibs Association of Healthcare Alumni (CAHA), uma entidade que visa promover o desenvolvimento sustentável em saúde.

    Fonte: Link.

    O documento foi assinado no dia 5 de julho de 2023, na sede da Fiocruz, no Rio de Janeiro, com a presença de representantes das duas instituições e da Embaixada do Reino Unido.

    O objetivo é explorar possibilidades de cooperação em oncologia e doenças raras, entre outras.

    A Fiocruz também recebeu a visita de empresários chineses do setor de biotecnologia, vacinas e diagnósticos, e assinou outro MdE com a Ceibs Association of Healthcare Alumni (CAHA), uma entidade que visa promover o desenvolvimento sustentável em saúde.

    Fonte: Link.

  • Fiocruz registra primeiro kit para detecção de bactérias causadoras da febre maculosa

    Fiocruz registra primeiro kit para detecção de bactérias causadoras da febre maculosa

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) registrou o primeiro kit de biologia molecular desenvolvido no Brasil para detecção de bactérias causadoras de rickettsioses, como a febre maculosa e o tifo.

    O kit foi idealizado pelo Laboratório de Hantaviroses e Rickettsioses do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e produzido pelo Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP/Fiocruz).

    A tecnologia possui elevados níveis de especificidade e sensibilidade e permite um diagnóstico laboratorial mais rápido e específico na fase inicial da doença. Isso é importante porque a febre maculosa é uma doença infecciosa febril aguda que pode ser fatal se não tratada adequadamente.

    A doença é transmitida principalmente pelo carrapato-estrela e tem maior incidência nas regiões Sudeste e Sul do país. O kit desenvolvido pela Fiocruz contribui para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e para o acesso e a democratização do diagnóstico mais preciso e eficaz.

    A Fiocruz é uma instituição de ciência e tecnologia no campo da saúde que tem como missão produzir, disseminar e compartilhar conhecimentos e tecnologias voltados para o fortalecimento e a consolidação do SUS.

    Fonte: Link.

    O kit foi idealizado pelo Laboratório de Hantaviroses e Rickettsioses do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e produzido pelo Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP/Fiocruz).

    A tecnologia possui elevados níveis de especificidade e sensibilidade e permite um diagnóstico laboratorial mais rápido e específico na fase inicial da doença. Isso é importante porque a febre maculosa é uma doença infecciosa febril aguda que pode ser fatal se não tratada adequadamente.

    A doença é transmitida principalmente pelo carrapato-estrela e tem maior incidência nas regiões Sudeste e Sul do país. O kit desenvolvido pela Fiocruz contribui para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e para o acesso e a democratização do diagnóstico mais preciso e eficaz.

    A Fiocruz é uma instituição de ciência e tecnologia no campo da saúde que tem como missão produzir, disseminar e compartilhar conhecimentos e tecnologias voltados para o fortalecimento e a consolidação do SUS.

    Fonte: Link.

  • Fiocruz investe na retomada da produção nacional da vacina BCG

    Fiocruz investe na retomada da produção nacional da vacina BCG

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou que vai apoiar a recuperação da capacidade produtiva da vacina BCG no Brasil, que está paralisada há mais de um ano. A vacina protege contra a tuberculose e é uma das primeiras que os bebês devem tomar ao nascer. A Fiocruz vai atuar em duas frentes: finalizar a construção…

    A vacina BCG era produzida pela Fundação Ataulfo de Paiva (FAP), única no país a fabricar o imunizante, mas a fábrica em São Cristóvão (RJ) foi interditada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2022. Desde então, o Ministério da Saúde vem importando a vacina por meio do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

    Segundo o presidente da Fiocruz, Mario Moreira, é fundamental para o país e o Sistema Único de Saúde (SUS) a retomada da produção nacional da vacina BCG. “E a Fiocruz, como instituição estratégica de Estado no campo da saúde, tem o papel de apoiar e operacionalizar de forma concreta as demandas do Ministério da Saúde. Vamos colocar a nossa capacidade técnico-científica e experiência de gestão a serviço da FAP para que ela possa retomar suas condições de produção e voltar a fornecer essa vacina tão importante para o SUS”, afirmou.

    Para isso, a Fiocruz, por meio do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) e com apoio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), assinou um termo de manutenção e apoio à FAP e assumiu o seu controle institucional. O IBMP também investirá na finalização da planta fabril em Xerém, que deverá levar de dois a três anos para ser concluída e certificada pela Anvisa. Com a nova fábrica pronta, a produção nacional da BCG será retomada no país.

    Enquanto isso, na estratégia de curto prazo, a Fiocruz já iniciou a negociação com uma fábrica na cidade de Vigo, na Espanha, que teria condições imediatas para operar a produção da vacina BCG da FAP. “Não se trata de importar vacina de outro fabricante. É mesma vacina BCG da FAP que, em vez de ser produzida na planta de São Cristóvão, seria produzida em uma fábrica contratada na Espanha. Estaríamos apenas transferindo temporariamente a produção para um novo local, até a planta de Xerém estar finalizada”, explicou o diretor-presidente do IBMP, Pedro Barbosa.

    Para que a solução temporária aconteça, ainda será necessário que a Anvisa realize a inspeção do novo local de fabricação com vistas à obtenção da certificação de boas práticas. A expectativa é que as vacinas possam ser entregues a partir do segundo semestre de 2024.

    A vacina BCG era produzida pela Fundação Ataulfo de Paiva (FAP), única no país a fabricar o imunizante, mas a fábrica em São Cristóvão (RJ) foi interditada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2022. Desde então, o Ministério da Saúde vem importando a vacina por meio do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

    Segundo o presidente da Fiocruz, Mario Moreira, é fundamental para o país e o Sistema Único de Saúde (SUS) a retomada da produção nacional da vacina BCG. “E a Fiocruz, como instituição estratégica de Estado no campo da saúde, tem o papel de apoiar e operacionalizar de forma concreta as demandas do Ministério da Saúde. Vamos colocar a nossa capacidade técnico-científica e experiência de gestão a serviço da FAP para que ela possa retomar suas condições de produção e voltar a fornecer essa vacina tão importante para o SUS”, afirmou.

    Para isso, a Fiocruz, por meio do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) e com apoio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), assinou um termo de manutenção e apoio à FAP e assumiu o seu controle institucional. O IBMP também investirá na finalização da planta fabril em Xerém, que deverá levar de dois a três anos para ser concluída e certificada pela Anvisa. Com a nova fábrica pronta, a produção nacional da BCG será retomada no país.

    Enquanto isso, na estratégia de curto prazo, a Fiocruz já iniciou a negociação com uma fábrica na cidade de Vigo, na Espanha, que teria condições imediatas para operar a produção da vacina BCG da FAP. “Não se trata de importar vacina de outro fabricante. É mesma vacina BCG da FAP que, em vez de ser produzida na planta de São Cristóvão, seria produzida em uma fábrica contratada na Espanha. Estaríamos apenas transferindo temporariamente a produção para um novo local, até a planta de Xerém estar finalizada”, explicou o diretor-presidente do IBMP, Pedro Barbosa.

    Para que a solução temporária aconteça, ainda será necessário que a Anvisa realize a inspeção do novo local de fabricação com vistas à obtenção da certificação de boas práticas. A expectativa é que as vacinas possam ser entregues a partir do segundo semestre de 2024.