Tag: Greve

  • Prefeitura de São Paulo decreta ponto facultativo e suspende rodízio por causa de greve

    Prefeitura de São Paulo decreta ponto facultativo e suspende rodízio por causa de greve

    A Prefeitura de São Paulo anunciou que vai decretar ponto facultativo nas repartições públicas municipais, suspender o rodízio de veículos e determinar operação especial no transporte público por ônibus, devido à paralisação prevista por sindicatos do Metrô, CPTM e Sabesp para esta terça-feira (3).

    A medida visa minimizar os transtornos causados pela greve, que pode afetar milhões de pessoas que dependem dos serviços de transporte e abastecimento de água na maior cidade do país.

    Segundo a Prefeitura, as escolas, creches, unidades de saúde, serviços de segurança urbana, de assistência social, do serviço funerário e outras atividades essenciais continuam funcionando normalmente. Os servidores que não comparecerem ao trabalho deverão compensar as horas não trabalhadas posteriormente.

    A SPTrans, empresa responsável pelo gerenciamento do transporte coletivo por ônibus na cidade, solicitou às concessionárias que deem apoio no atendimento aos passageiros nas ruas da cidade e que mantenham 100% da frota em operação durante todo o dia. Além disso, a SPTrans informou que vai monitorar a situação dos corredores e faixas exclusivas de ônibus e orientar os motoristas sobre possíveis desvios.

    A greve foi convocada pelos sindicatos dos trabalhadores do Metrô, da CPTM e da Sabesp em protesto contra a reforma administrativa proposta pelo governo federal, que altera as regras do funcionalismo público. Os sindicatos alegam que a reforma retira direitos dos servidores e precariza os serviços públicos.

    Os trabalhadores do Metrô e da CPTM afirmam que vão paralisar as atividades por 24 horas, afetando todas as linhas de trem e metrô da região metropolitana. Já os trabalhadores da Sabesp dizem que vão interromper o fornecimento de água em algumas áreas da cidade.

    A Prefeitura de São Paulo recomenda à população que evite deslocamentos desnecessários nesta terça-feira e que utilize aplicativos de mobilidade ou transporte individual, como bicicletas ou patinetes. A Prefeitura também pede aos moradores que economizem água e evitem desperdícios.

    A medida visa minimizar os transtornos causados pela greve, que pode afetar milhões de pessoas que dependem dos serviços de transporte e abastecimento de água na maior cidade do país.

    Segundo a Prefeitura, as escolas, creches, unidades de saúde, serviços de segurança urbana, de assistência social, do serviço funerário e outras atividades essenciais continuam funcionando normalmente. Os servidores que não comparecerem ao trabalho deverão compensar as horas não trabalhadas posteriormente.

    A SPTrans, empresa responsável pelo gerenciamento do transporte coletivo por ônibus na cidade, solicitou às concessionárias que deem apoio no atendimento aos passageiros nas ruas da cidade e que mantenham 100% da frota em operação durante todo o dia. Além disso, a SPTrans informou que vai monitorar a situação dos corredores e faixas exclusivas de ônibus e orientar os motoristas sobre possíveis desvios.

    A greve foi convocada pelos sindicatos dos trabalhadores do Metrô, da CPTM e da Sabesp em protesto contra a reforma administrativa proposta pelo governo federal, que altera as regras do funcionalismo público. Os sindicatos alegam que a reforma retira direitos dos servidores e precariza os serviços públicos.

    Os trabalhadores do Metrô e da CPTM afirmam que vão paralisar as atividades por 24 horas, afetando todas as linhas de trem e metrô da região metropolitana. Já os trabalhadores da Sabesp dizem que vão interromper o fornecimento de água em algumas áreas da cidade.

    A Prefeitura de São Paulo recomenda à população que evite deslocamentos desnecessários nesta terça-feira e que utilize aplicativos de mobilidade ou transporte individual, como bicicletas ou patinetes. A Prefeitura também pede aos moradores que economizem água e evitem desperdícios.

  • Greve no Metrô de São Paulo: o que você precisa saber

    Greve no Metrô de São Paulo: o que você precisa saber

    Os metroviários são contra a privatização do serviço, que consideram essencial para a população, e exigem que o metrô seja mantido como público e estatal.

    Eles também reivindicam melhores condições de trabalho, segurança, salário e benefícios.

    Funcionários do Metrô de São Paulo decidiram na noite desta segunda-feira (14) suspender a greve agendada para esta terça-feira (15).

    A decisão foi tomada após votação do Sindicato dos Metroviários, onde 78,8% optaram pela suspensão da greve e 19% preferiram a realização da paralisação.

    Eles também reivindicam melhores condições de trabalho, segurança, salário e benefícios.

    Funcionários do Metrô de São Paulo decidiram na noite desta segunda-feira (14) suspender a greve agendada para esta terça-feira (15).

    A decisão foi tomada após votação do Sindicato dos Metroviários, onde 78,8% optaram pela suspensão da greve e 19% preferiram a realização da paralisação.

  • Greve metrô SP: Metroviários decidem hoje sobre greve contra privatização

    Greve metrô SP: Metroviários decidem hoje sobre greve contra privatização

    Os trabalhadores do metrô de São Paulo podem entrar em greve a partir de amanhã (15) em protesto contra a privatização das linhas de metrô e trem e a favor da melhoria do serviço para a população.

    A decisão será tomada em assembleia hoje (14) à noite, após uma série de manifestações e paralisações parciais nos últimos dias.

    A categoria é contra a publicação de um edital que prevê a terceirização dos serviços de manutenção dos trens da Linha 15 – Prata (monotrilho) e a notícia de que o grupo CCR entrará na Justiça para pedir a anulação da decisão que cancelou o leilão de entrega da linha. Os metroviários também são contra a demissão de três funcionários que atuavam no momento em que duas composições de trens da Linha 15 – Prata colidiram, deixando toda a operação paralisada.

    Além da greve, os metroviários também vão realizar um plebiscito no mês de setembro para saber a opinião da população sobre a privatização do metrô, da CPTM e da Sabesp, que também estão no projeto de privatização do governo estadual. A presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa, afirmou que a população é contrária ao projeto de privatização, pois teme o aumento das tarifas e a piora da qualidade do serviço.

    A greve dos metroviários pode afetar milhões de usuários que dependem do transporte público na maior cidade do país. Segundo dados do Metrô, cerca de 4 milhões de pessoas utilizam o sistema diariamente. A greve também pode impactar outros setores da economia, como o comércio, a indústria e os serviços.

    O governo estadual, por sua vez, defende a privatização como uma forma de reduzir os custos e aumentar a eficiência do transporte público. O governador João Doria disse que o modelo de concessão é uma tendência mundial e que o estado não tem condições de investir na expansão e na modernização do metrô e da CPTM.

    A greve dos metroviários é mais um capítulo da disputa entre o governo estadual e os trabalhadores do transporte público, que se arrasta há anos. Em 2014, uma greve geral dos metroviários provocou caos na cidade e resultou na demissão de mais de 40 funcionários. Em 2017, outra greve parcial afetou as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. Em 2018, uma greve surpresa atingiu as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás.

    A expectativa é que a assembleia dos metroviários defina os rumos da mobilização e as possíveis alternativas para evitar a greve ou minimizar os transtornos para a população. Caso a greve seja confirmada, os usuários devem buscar outras formas de transporte, como ônibus, bicicleta ou aplicativos de carona. O Metrô informou que vai acionar o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese), que prevê o reforço na frota de ônibus para atender as áreas afetadas pela paralisação.

    A decisão será tomada em assembleia hoje (14) à noite, após uma série de manifestações e paralisações parciais nos últimos dias.

    A categoria é contra a publicação de um edital que prevê a terceirização dos serviços de manutenção dos trens da Linha 15 – Prata (monotrilho) e a notícia de que o grupo CCR entrará na Justiça para pedir a anulação da decisão que cancelou o leilão de entrega da linha. Os metroviários também são contra a demissão de três funcionários que atuavam no momento em que duas composições de trens da Linha 15 – Prata colidiram, deixando toda a operação paralisada.

    Além da greve, os metroviários também vão realizar um plebiscito no mês de setembro para saber a opinião da população sobre a privatização do metrô, da CPTM e da Sabesp, que também estão no projeto de privatização do governo estadual. A presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa, afirmou que a população é contrária ao projeto de privatização, pois teme o aumento das tarifas e a piora da qualidade do serviço.

    A greve dos metroviários pode afetar milhões de usuários que dependem do transporte público na maior cidade do país. Segundo dados do Metrô, cerca de 4 milhões de pessoas utilizam o sistema diariamente. A greve também pode impactar outros setores da economia, como o comércio, a indústria e os serviços.

    O governo estadual, por sua vez, defende a privatização como uma forma de reduzir os custos e aumentar a eficiência do transporte público. O governador João Doria disse que o modelo de concessão é uma tendência mundial e que o estado não tem condições de investir na expansão e na modernização do metrô e da CPTM.

    A greve dos metroviários é mais um capítulo da disputa entre o governo estadual e os trabalhadores do transporte público, que se arrasta há anos. Em 2014, uma greve geral dos metroviários provocou caos na cidade e resultou na demissão de mais de 40 funcionários. Em 2017, outra greve parcial afetou as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. Em 2018, uma greve surpresa atingiu as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás.

    A expectativa é que a assembleia dos metroviários defina os rumos da mobilização e as possíveis alternativas para evitar a greve ou minimizar os transtornos para a população. Caso a greve seja confirmada, os usuários devem buscar outras formas de transporte, como ônibus, bicicleta ou aplicativos de carona. O Metrô informou que vai acionar o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese), que prevê o reforço na frota de ônibus para atender as áreas afetadas pela paralisação.

  • Como a inteligência artificial está causando greves em Hollywood

    Como a inteligência artificial está causando greves em Hollywood

    A inteligência artificial (IA) está mudando a forma como os filmes e séries são feitos, mas também está gerando conflitos entre os profissionais da indústria e as empresas que os contratam.

    via GIPHY

    Nos últimos meses, dois sindicatos de Hollywood – o Sindicato dos Atores de Cinema e Televisão (SAG-AFTRA) e o Sindicato dos Escritores da América (WGA) – entraram em greve ou ameaçaram fazê-lo para exigir melhores condições de trabalho e maior participação nos lucros gerados pela IA.

    A IA é uma tecnologia que permite que máquinas realizem tarefas que normalmente requerem inteligência humana, como reconhecer rostos, entender linguagem natural ou criar conteúdo original. No campo do entretenimento, a IA já é usada para vários fins, como para rejuvenescer atores digitalmente, gerar imagens animadas realistas ou dar recomendações personalizadas aos usuários de plataformas como a Netflix.

    No entanto, a IA também traz desafios éticos, legais e criativos para os artistas que trabalham na indústria. Por exemplo, quem tem o direito de usar a imagem, a voz ou a performance de um ator gerada por IA? Como os escritores devem ser creditados e remunerados pelo conteúdo que é inspirado ou modificado pela IA? Como garantir que a IA não substitua ou desvalorize o trabalho humano?

    Essas são algumas das questões que estão no centro das disputas trabalhistas de Hollywood. O SAG-AFTRA, que representa mais de 160 mil atores, dubladores, cantores e outros profissionais da área, entrou em greve em outubro contra as empresas de videogames que usam IA para replicar as vozes dos atores sem o seu consentimento ou compensação adequada. O sindicato quer que os atores tenham o direito de aprovar ou recusar o uso da sua voz por IA e que recebam uma taxa adicional por isso.

    Já o WGA, que representa cerca de 12 mil escritores de cinema, televisão e rádio, ameaçou entrar em greve em novembro contra as empresas de streaming que usam IA para analisar dados dos espectadores e influenciar as decisões criativas dos escritores. O sindicato quer que os escritores tenham mais autonomia e transparência sobre o uso da IA e que recebam uma parcela maior dos lucros gerados pelas plataformas digitais.

    As partes envolvidas nas greves reconhecem que o uso da IA é inevitável e pode trazer benefícios para a indústria, mas querem estabelecer limites e salvaguardas para proteger o trabalho humano. Eles defendem que a IA deve ser usada como uma ferramenta complementar e não como uma substituta dos artistas. Eles também reivindicam que os artistas tenham mais controle sobre as suas obras e sejam justamente recompensados pelo seu valor.

    via GIPHY

    Nos últimos meses, dois sindicatos de Hollywood – o Sindicato dos Atores de Cinema e Televisão (SAG-AFTRA) e o Sindicato dos Escritores da América (WGA) – entraram em greve ou ameaçaram fazê-lo para exigir melhores condições de trabalho e maior participação nos lucros gerados pela IA.

    A IA é uma tecnologia que permite que máquinas realizem tarefas que normalmente requerem inteligência humana, como reconhecer rostos, entender linguagem natural ou criar conteúdo original. No campo do entretenimento, a IA já é usada para vários fins, como para rejuvenescer atores digitalmente, gerar imagens animadas realistas ou dar recomendações personalizadas aos usuários de plataformas como a Netflix.

    No entanto, a IA também traz desafios éticos, legais e criativos para os artistas que trabalham na indústria. Por exemplo, quem tem o direito de usar a imagem, a voz ou a performance de um ator gerada por IA? Como os escritores devem ser creditados e remunerados pelo conteúdo que é inspirado ou modificado pela IA? Como garantir que a IA não substitua ou desvalorize o trabalho humano?

    Essas são algumas das questões que estão no centro das disputas trabalhistas de Hollywood. O SAG-AFTRA, que representa mais de 160 mil atores, dubladores, cantores e outros profissionais da área, entrou em greve em outubro contra as empresas de videogames que usam IA para replicar as vozes dos atores sem o seu consentimento ou compensação adequada. O sindicato quer que os atores tenham o direito de aprovar ou recusar o uso da sua voz por IA e que recebam uma taxa adicional por isso.

    Já o WGA, que representa cerca de 12 mil escritores de cinema, televisão e rádio, ameaçou entrar em greve em novembro contra as empresas de streaming que usam IA para analisar dados dos espectadores e influenciar as decisões criativas dos escritores. O sindicato quer que os escritores tenham mais autonomia e transparência sobre o uso da IA e que recebam uma parcela maior dos lucros gerados pelas plataformas digitais.

    As partes envolvidas nas greves reconhecem que o uso da IA é inevitável e pode trazer benefícios para a indústria, mas querem estabelecer limites e salvaguardas para proteger o trabalho humano. Eles defendem que a IA deve ser usada como uma ferramenta complementar e não como uma substituta dos artistas. Eles também reivindicam que os artistas tenham mais controle sobre as suas obras e sejam justamente recompensados pelo seu valor.

  • Caminhoneiros anunciam greve nacional para o próximo dia 26


    A categoria cobra a redução do preço dos combustíveis, a efetivação do piso mínimo e a liberação de pedágio para veículos sem carga.

    O presidente da Associação Nacional de Transporte no Brasil, José Roberto Stringasci, informou que a paralisação tem apoio da maior parte dos caminhoneiros.

    “A adesão está maior, com mais entidades representativas da categoria se posicionando a favor, inclusive algumas que se posicionaram contra [a paralisação] em fevereiro”, disse Stringasci.

    (mais…)
  • Boletim Brasil – Edição 1° de fevereiro

    Boletim Brasil – Edição 1° de fevereiro

    Confira a edição de hoje do Boletim W com apresentação de João Marcos Lins.

    Você pode ter este conteúdo na sua rádio. Saiba mais aqui.


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    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.

  • Lindbergh Farias condena política de preços dos combustíveis

    Ao comentar as medidas do governo diante dos protestos dos caminhoneiros, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse que o presidente Michel Temer agiu de forma irresponsável com os mais pobres. Ele considera que a única solução para a crise é a mudança na política de preços da Petrobras, entendendo que o povo não aceita a redução do preço do óleo diesel enquanto os outros combustíveis continuam caros.

    — Se não mudar a política de reajuste de preços da Petrobras, vai continuar essa insanidade, vai continuar aumentando dia a dia. Como é que os senhores podem defender uma coisa dessa? Não muda nada para a gasolina e o bujão de gás.

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    Reforma tributária teria impedido a crise dos combustíveis, diz Ataídes Oliveira

    Lindbergh criticou a sequência de aumentos dos derivados de petróleo nos últimos dois anos, situação que atribuiu a uma opção política do governo para gerar lucros aos acionistas internacionais da Petrobras. O senador alertou que o desconto no diesel terá que ser coberto através de cortes em programas sociais.

    Além da reforma no mecanismo de reajustes dos combustíveis, Lindbergh Farias pediu transparência na composição de preços da estatal petrolífera e defendeu o aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido dos bancos. Da Agência Senado.

  • Reforma tributária teria impedido a crise dos combustíveis, diz Ataídes Oliveira

    O senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) afirmou nesta segunda-feira (28) em Plenário que a política de preços determinada pelo presidente da Petrobras, Pedro Parente, é descalibrada, embora possa ter uma lógica empresarial. Para ele, o executivo conseguiu salvar a estatal da difícil situação deixada pelo governo da ex-presidente Dilma Rousseff, mas errou na dose do remédio, com os sucessivos aumentos nos preços dos combustíveis.

    No entanto, Ataídes Oliveira considera que Parente não pode ser apontado como o único culpado pela crise dos combustíveis. A responsabilidade, de acordo com o senador, tem que ser dividida com o Banco Central, que não soube intervir no momento certo para deter a escalada do dólar e com o próprio Congresso Nacional, que assistiu calado a essa situação.

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    — Se nós tivéssemos feito a reforma tributária aqui no Congresso Nacional talvez nós não estaríamos passando por este momento, por esta crise que nós estamos passando hoje — declarou o senador. Com informações da Agência Senado.