Tag: hacker

  • Brasil sofre com ataques hackers, mas se beneficia da Inteligência Artificial

    Brasil sofre com ataques hackers, mas se beneficia da Inteligência Artificial

    O Brasil foi um dos países mais afetados pelos ataques hackers em 2023, segundo um relatório divulgado pela IBM.

    De acordo com o estudo, os ataques cibernéticos custaram em média R$ 6,2 milhões ao país, um aumento de 12% em relação ao ano anterior .

    Os ataques hackers são ações maliciosas que visam invadir, danificar ou roubar dados de sistemas informatizados, como computadores, celulares ou redes. Eles podem causar prejuízos financeiros, perda de reputação, vazamento de informações confidenciais ou até mesmo paralisação de serviços essenciais.

    No entanto, o relatório da IBM também aponta que a Inteligência Artificial (IA) e a automação foram fatores que ajudaram a reduzir o tempo e o custo das violações de dados nas organizações brasileiras. A IA é a capacidade de máquinas ou programas de realizar tarefas que normalmente exigem inteligência humana, como reconhecer imagens, compreender linguagem ou tomar decisões. A automação é o uso de tecnologias para executar processos sem intervenção humana.

    Segundo o relatório, as empresas brasileiras que utilizaram IA e automação para detectar e responder aos ataques hackers conseguiram economizar cerca de R$ 1 milhão e reduzir em 76 dias o tempo médio para resolver as violações de dados.

    A IBM é uma das empresas líderes no desenvolvimento e na aplicação de IA e automação para a segurança cibernética. A empresa anunciou recentemente a abertura de um novo Centro de Operações de Segurança (SOC) no Brasil, que irá fornecer serviços proativos de detecção e resposta a ameaças cibernéticas para clientes locais e regionais.

    O novo SOC da IBM no Brasil faz parte de uma rede global de mais de 20 centros que monitoram bilhões de eventos de segurança por dia. O centro utiliza as soluções de IA e automação da IBM, como o Watson, para analisar e priorizar as ameaças, bem como recomendar ações para mitigá-las.

    O diretor de segurança da IBM Brasil, João Rocha, afirmou que o novo SOC irá contribuir para aumentar a resiliência das organizações brasileiras diante dos ataques hackers. “A segurança cibernética é um desafio constante para as empresas, que precisam se adaptar às mudanças no cenário de ameaças e às novas regulamentações. Com o novo SOC, queremos oferecer aos nossos clientes uma solução integrada e inteligente, que combine tecnologia, processos e pessoas para proteger seus dados e seus negócios”, disse.

    De acordo com o estudo, os ataques cibernéticos custaram em média R$ 6,2 milhões ao país, um aumento de 12% em relação ao ano anterior .

    Os ataques hackers são ações maliciosas que visam invadir, danificar ou roubar dados de sistemas informatizados, como computadores, celulares ou redes. Eles podem causar prejuízos financeiros, perda de reputação, vazamento de informações confidenciais ou até mesmo paralisação de serviços essenciais.

    No entanto, o relatório da IBM também aponta que a Inteligência Artificial (IA) e a automação foram fatores que ajudaram a reduzir o tempo e o custo das violações de dados nas organizações brasileiras. A IA é a capacidade de máquinas ou programas de realizar tarefas que normalmente exigem inteligência humana, como reconhecer imagens, compreender linguagem ou tomar decisões. A automação é o uso de tecnologias para executar processos sem intervenção humana.

    Segundo o relatório, as empresas brasileiras que utilizaram IA e automação para detectar e responder aos ataques hackers conseguiram economizar cerca de R$ 1 milhão e reduzir em 76 dias o tempo médio para resolver as violações de dados.

    A IBM é uma das empresas líderes no desenvolvimento e na aplicação de IA e automação para a segurança cibernética. A empresa anunciou recentemente a abertura de um novo Centro de Operações de Segurança (SOC) no Brasil, que irá fornecer serviços proativos de detecção e resposta a ameaças cibernéticas para clientes locais e regionais.

    O novo SOC da IBM no Brasil faz parte de uma rede global de mais de 20 centros que monitoram bilhões de eventos de segurança por dia. O centro utiliza as soluções de IA e automação da IBM, como o Watson, para analisar e priorizar as ameaças, bem como recomendar ações para mitigá-las.

    O diretor de segurança da IBM Brasil, João Rocha, afirmou que o novo SOC irá contribuir para aumentar a resiliência das organizações brasileiras diante dos ataques hackers. “A segurança cibernética é um desafio constante para as empresas, que precisam se adaptar às mudanças no cenário de ameaças e às novas regulamentações. Com o novo SOC, queremos oferecer aos nossos clientes uma solução integrada e inteligente, que combine tecnologia, processos e pessoas para proteger seus dados e seus negócios”, disse.

  • Walter Delgatti Neto: o hacker que abalou a política brasileira

    Walter Delgatti Neto: o hacker que abalou a política brasileira

    Walter Delgatti Neto é um hacker que ficou famoso por invadir celulares de autoridades da Operação Lava Jato e por supostos crimes praticados em colaboração com a deputada federal Carla Zambelli.

    Ele está envolvido em vários escândalos que abalaram a política brasileira nos últimos anos.

    Delgatti tem 33 anos e é natural de Araraquara, São Paulo. Ele foi preso pela primeira vez em 2015 por falsidade ideológica ao se passar por um delegado e portar armas no carro. Em 2019, ele foi preso novamente pela Polícia Federal por invadir as contas do aplicativo Telegram de várias autoridades, como o ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, e vazar as mensagens para o site The Intercept Brasil. Esse episódio ficou conhecido como “Vaza Jato”.

    As mensagens revelaram supostas irregularidades na condução da Lava Jato, como a parcialidade de Moro e a coordenação entre os procuradores e o juiz. Essas revelações abalaram a credibilidade da operação e tiveram repercussões jurídicas e políticas, como a anulação das condenações do ex-presidente Lula e a queda de popularidade de Moro.

    Delgatti disse que agiu por motivação ideológica e que não recebeu dinheiro ou ajuda de ninguém para hackear as autoridades. Ele afirmou que escolheu o The Intercept Brasil por ser um veículo independente e que não tinha contato direto com o jornalista Glenn Greenwald, fundador do site.

    Em 2020, Delgatti foi solto com tornozeleira eletrônica e com restrição do uso de internet. No entanto, ele continuou envolvido em atividades ilícitas, segundo as investigações da Polícia Federal. Em 2022, ele disse ter sido levado pela deputada Carla Zambelli para um encontro com o ex-presidente Jair Bolsonaro no Palácio da Alvorada, onde teria recebido a promessa de um indulto caso fosse preso por uma ação contra as urnas eletrônicas.

    Delgatti afirmou que Zambelli o contratou para invadir os sistemas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e inserir provas falsas de fraude nas eleições de 2022, que foram vencidas pelo candidato da oposição João Doria. Ele disse que recebeu R$ 5 milhões da deputada para realizar o serviço, mas que não conseguiu executá-lo por falta de tempo.

    Em 2023, Delgatti foi preso mais uma vez por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e inserir um falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE. Ele disse que o falso documento foi redigido pela deputada Zambelli e que tinha como objetivo intimidar Moraes, que era o relator de vários inquéritos contra Bolsonaro e seus aliados no Supremo Tribunal Federal (STF).

    Em agosto de 2023, Delgatti prestou depoimento à CPI dos Atos Golpistas no Congresso Nacional e fez várias acusações contra Bolsonaro e seus aliados. Ele apresentou áudios, vídeos e documentos que comprovariam sua participação nos planos golpistas do ex-presidente. Ele também disse que tinha mais informações comprometedoras sobre outros políticos, empresários e jornalistas.

    Delgatti está atualmente preso na Penitenciária Federal de Brasília, onde aguarda julgamento pelos crimes que cometeu. Ele é considerado um dos hackers mais habilidosos do país, mas também um dos mais polêmicos. Suas ações tiveram impactos profundos na história recente do Brasil.

    Ele está envolvido em vários escândalos que abalaram a política brasileira nos últimos anos.

    Delgatti tem 33 anos e é natural de Araraquara, São Paulo. Ele foi preso pela primeira vez em 2015 por falsidade ideológica ao se passar por um delegado e portar armas no carro. Em 2019, ele foi preso novamente pela Polícia Federal por invadir as contas do aplicativo Telegram de várias autoridades, como o ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, e vazar as mensagens para o site The Intercept Brasil. Esse episódio ficou conhecido como “Vaza Jato”.

    As mensagens revelaram supostas irregularidades na condução da Lava Jato, como a parcialidade de Moro e a coordenação entre os procuradores e o juiz. Essas revelações abalaram a credibilidade da operação e tiveram repercussões jurídicas e políticas, como a anulação das condenações do ex-presidente Lula e a queda de popularidade de Moro.

    Delgatti disse que agiu por motivação ideológica e que não recebeu dinheiro ou ajuda de ninguém para hackear as autoridades. Ele afirmou que escolheu o The Intercept Brasil por ser um veículo independente e que não tinha contato direto com o jornalista Glenn Greenwald, fundador do site.

    Em 2020, Delgatti foi solto com tornozeleira eletrônica e com restrição do uso de internet. No entanto, ele continuou envolvido em atividades ilícitas, segundo as investigações da Polícia Federal. Em 2022, ele disse ter sido levado pela deputada Carla Zambelli para um encontro com o ex-presidente Jair Bolsonaro no Palácio da Alvorada, onde teria recebido a promessa de um indulto caso fosse preso por uma ação contra as urnas eletrônicas.

    Delgatti afirmou que Zambelli o contratou para invadir os sistemas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e inserir provas falsas de fraude nas eleições de 2022, que foram vencidas pelo candidato da oposição João Doria. Ele disse que recebeu R$ 5 milhões da deputada para realizar o serviço, mas que não conseguiu executá-lo por falta de tempo.

    Em 2023, Delgatti foi preso mais uma vez por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e inserir um falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE. Ele disse que o falso documento foi redigido pela deputada Zambelli e que tinha como objetivo intimidar Moraes, que era o relator de vários inquéritos contra Bolsonaro e seus aliados no Supremo Tribunal Federal (STF).

    Em agosto de 2023, Delgatti prestou depoimento à CPI dos Atos Golpistas no Congresso Nacional e fez várias acusações contra Bolsonaro e seus aliados. Ele apresentou áudios, vídeos e documentos que comprovariam sua participação nos planos golpistas do ex-presidente. Ele também disse que tinha mais informações comprometedoras sobre outros políticos, empresários e jornalistas.

    Delgatti está atualmente preso na Penitenciária Federal de Brasília, onde aguarda julgamento pelos crimes que cometeu. Ele é considerado um dos hackers mais habilidosos do país, mas também um dos mais polêmicos. Suas ações tiveram impactos profundos na história recente do Brasil.

  • Hacker invade 150 mil câmeras de segurança em todo o mundo

    Câmeras de hospitais, prisões e clínicas foram acessadas, dando aos invasores acesso a tudo o que acontece ao seu redor.

    O conteúdo em áudio foi produzido sob encomenda e para uso exclusivo do contratante. Você também pode ter conteúdos como este na sua rádio, site ou blog. Saiba mais aqui.


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