Tag: hipertensão

  • Substitutos do sal podem reduzir o risco de hipertensão em idosos, diz estudo

    Substitutos do sal podem reduzir o risco de hipertensão em idosos, diz estudo

    Um novo estudo revelou que o uso de um substituto do sal, que tem menos sódio e mais potássio, pode diminuir a incidência e a probabilidade de hipertensão, ou pressão alta, em adultos mais velhos que não usam medicamentos anti-hipertensivos.

    A hipertensão é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares e mortalidade, afetando mais de 1,4 bilhão de adultos e causando 10,8 milhões de mortes por ano em todo o mundo. Uma das formas mais eficazes de prevenir ou tratar a hipertensão é reduzir a ingestão de sódio, mas isso pode ser difícil de alcançar na prática.

    O estudo DECIDE-Salt envolveu 611 participantes com 55 anos ou mais de 48 instituições de cuidados na China, que foram divididos em dois grupos: 24 instituições (313 participantes) substituindo o sal comum pelo substituto do sal e 24 instituições (298 participantes) continuando o uso do sal comum. Todos os participantes tinham pressão arterial <140/90mmHg e não estavam usando medicamentos anti-hipertensão no início do estudo. O desfecho primário foi os participantes que tiveram hipertensão, iniciaram medicamentos anti-hipertensão ou desenvolveram eventos adversos cardiovasculares importantes durante o acompanhamento.

    Após dois anos, a incidência de hipertensão foi de 11,7 por 100 pessoas-anos nos participantes com substituto do sal e de 24,3 por 100 pessoas-anos nos participantes com sal comum. As pessoas que usaram o substituto do sal tiveram 40% menos chances de desenvolver hipertensão em comparação com as que usaram o sal comum. Além disso, os substitutos do sal não causaram hipotensão, que pode ser um problema comum em idosos.

    “Os nossos resultados mostram uma descoberta empolgante para manter a pressão arterial, que oferece uma forma de as pessoas protegerem a sua saúde e minimizar o potencial de riscos cardiovasculares, tudo isso podendo desfrutar dos benefícios de adicionar sabor delicioso às suas refeições favoritas”, disse Yangfeng Wu, MD, PhD, autor principal do estudo e Diretor Executivo do Instituto de Pesquisa Clínica da Universidade de Pequim, na China.

    “Considerando o seu efeito redutor da pressão arterial, comprovado em estudos anteriores, o substituto do sal mostra-se benéfico para todas as pessoas, seja hipertensas ou normotensas, sendo assim uma estratégia populacional desejável para a prevenção e controle da hipertensão e da doença cardiovascular.”

    O estudo teve algumas limitações, como ser uma análise pós-hoc, ter dados faltantes e não medir diretamente a ingestão de sódio na dieta. No entanto, os resultados foram robustos e consistentes com estudos anteriores. O estudo sugere que os substitutos do sal são uma estratégia viável e eficaz para baixar a pressão arterial e reduzir o risco cardiovascular em adultos mais velhos, e potencialmente na população em geral.

    Fonte: Link.

    A hipertensão é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares e mortalidade, afetando mais de 1,4 bilhão de adultos e causando 10,8 milhões de mortes por ano em todo o mundo. Uma das formas mais eficazes de prevenir ou tratar a hipertensão é reduzir a ingestão de sódio, mas isso pode ser difícil de alcançar na prática.

    O estudo DECIDE-Salt envolveu 611 participantes com 55 anos ou mais de 48 instituições de cuidados na China, que foram divididos em dois grupos: 24 instituições (313 participantes) substituindo o sal comum pelo substituto do sal e 24 instituições (298 participantes) continuando o uso do sal comum. Todos os participantes tinham pressão arterial <140/90mmHg e não estavam usando medicamentos anti-hipertensão no início do estudo. O desfecho primário foi os participantes que tiveram hipertensão, iniciaram medicamentos anti-hipertensão ou desenvolveram eventos adversos cardiovasculares importantes durante o acompanhamento.

    Após dois anos, a incidência de hipertensão foi de 11,7 por 100 pessoas-anos nos participantes com substituto do sal e de 24,3 por 100 pessoas-anos nos participantes com sal comum. As pessoas que usaram o substituto do sal tiveram 40% menos chances de desenvolver hipertensão em comparação com as que usaram o sal comum. Além disso, os substitutos do sal não causaram hipotensão, que pode ser um problema comum em idosos.

    “Os nossos resultados mostram uma descoberta empolgante para manter a pressão arterial, que oferece uma forma de as pessoas protegerem a sua saúde e minimizar o potencial de riscos cardiovasculares, tudo isso podendo desfrutar dos benefícios de adicionar sabor delicioso às suas refeições favoritas”, disse Yangfeng Wu, MD, PhD, autor principal do estudo e Diretor Executivo do Instituto de Pesquisa Clínica da Universidade de Pequim, na China.

    “Considerando o seu efeito redutor da pressão arterial, comprovado em estudos anteriores, o substituto do sal mostra-se benéfico para todas as pessoas, seja hipertensas ou normotensas, sendo assim uma estratégia populacional desejável para a prevenção e controle da hipertensão e da doença cardiovascular.”

    O estudo teve algumas limitações, como ser uma análise pós-hoc, ter dados faltantes e não medir diretamente a ingestão de sódio na dieta. No entanto, os resultados foram robustos e consistentes com estudos anteriores. O estudo sugere que os substitutos do sal são uma estratégia viável e eficaz para baixar a pressão arterial e reduzir o risco cardiovascular em adultos mais velhos, e potencialmente na população em geral.

    Fonte: Link.

  • Dormir pouco pode aumentar o risco de hipertensão em mulheres, diz estudo

    Dormir pouco pode aumentar o risco de hipertensão em mulheres, diz estudo

    Um estudo realizado por pesquisadores da Channing Division of Network Medicine at Brigham and Women’s Hospital, nos EUA, encontrou uma associação entre dormir menos de sete a oito horas por noite e um maior risco de desenvolver hipertensão, ou pressão alta, em mulheres.

    A hipertensão é uma condição que afeta cerca de 25% da população adulta brasileira, segundo o Ministério da Saúde. Ela é caracterizada por níveis elevados e persistentes da pressão arterial nas artérias, o que pode causar danos ao coração, aos rins, ao cérebro e a outros órgãos.

    O estudo, publicado na revista científica Sleep Medicine, acompanhou 66.122 participantes entre 25 e 42 anos de idade, sem hipertensão no início do estudo, por 16 anos. Eles coletaram informações sobre idade, raça, índice de massa corporal (IMC), dieta, estilo de vida, atividade física, histórico de apneia do sono e histórico familiar de hipertensão.

    Os dados mostraram que as mulheres com dificuldades de sono tinham IMCs mais altos, menor atividade física e dietas mais pobres, em média. Elas também eram mais propensas a fumar e beber álcool e ter passado pela menopausa. Entre os 25.987 casos de hipertensão documentados durante o acompanhamento, as mulheres que dormiam menos de sete a oito horas por noite tinham um risco significativamente maior de desenvolver hipertensão, assim como as que tinham problemas para adormecer e permanecer dormindo.

    Os pesquisadores ressaltam que esses achados não indicam causalidade e que o estudo só analisou a associação entre sono e hipertensão em mulheres. Eles esperam expandir seu trabalho para incluir homens e participantes não binários. Eles também pretendem investigar se os medicamentos para dormir podem ter um efeito benéfico sobre a pressão arterial. Eles enfatizam a importância de uma boa noite de sono para a saúde geral.

    “O sono é essencial para a regulação dos vários sistemas do corpo, incluindo o sistema cardiovascular. Dormir pouco ou mal pode afetar negativamente os hormônios, o metabolismo, a inflamação e o estresse oxidativo, que são fatores de risco para a hipertensão”, disse a Dra. Susan Redline, uma das autoras do estudo.

    Os pesquisadores recomendam que as mulheres que sofrem de insônia ou outros distúrbios do sono procurem ajuda médica especializada e adotem hábitos saudáveis para melhorar a qualidade do sono, como evitar cafeína, álcool e nicotina antes de dormir, manter um horário regular de sono e evitar o uso de aparelhos eletrônicos na cama.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    A hipertensão é uma condição que afeta cerca de 25% da população adulta brasileira, segundo o Ministério da Saúde. Ela é caracterizada por níveis elevados e persistentes da pressão arterial nas artérias, o que pode causar danos ao coração, aos rins, ao cérebro e a outros órgãos.

    O estudo, publicado na revista científica Sleep Medicine, acompanhou 66.122 participantes entre 25 e 42 anos de idade, sem hipertensão no início do estudo, por 16 anos. Eles coletaram informações sobre idade, raça, índice de massa corporal (IMC), dieta, estilo de vida, atividade física, histórico de apneia do sono e histórico familiar de hipertensão.

    Os dados mostraram que as mulheres com dificuldades de sono tinham IMCs mais altos, menor atividade física e dietas mais pobres, em média. Elas também eram mais propensas a fumar e beber álcool e ter passado pela menopausa. Entre os 25.987 casos de hipertensão documentados durante o acompanhamento, as mulheres que dormiam menos de sete a oito horas por noite tinham um risco significativamente maior de desenvolver hipertensão, assim como as que tinham problemas para adormecer e permanecer dormindo.

    Os pesquisadores ressaltam que esses achados não indicam causalidade e que o estudo só analisou a associação entre sono e hipertensão em mulheres. Eles esperam expandir seu trabalho para incluir homens e participantes não binários. Eles também pretendem investigar se os medicamentos para dormir podem ter um efeito benéfico sobre a pressão arterial. Eles enfatizam a importância de uma boa noite de sono para a saúde geral.

    “O sono é essencial para a regulação dos vários sistemas do corpo, incluindo o sistema cardiovascular. Dormir pouco ou mal pode afetar negativamente os hormônios, o metabolismo, a inflamação e o estresse oxidativo, que são fatores de risco para a hipertensão”, disse a Dra. Susan Redline, uma das autoras do estudo.

    Os pesquisadores recomendam que as mulheres que sofrem de insônia ou outros distúrbios do sono procurem ajuda médica especializada e adotem hábitos saudáveis para melhorar a qualidade do sono, como evitar cafeína, álcool e nicotina antes de dormir, manter um horário regular de sono e evitar o uso de aparelhos eletrônicos na cama.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Covid-19 pode causar ou agravar a hipertensão arterial, alertam especialistas

    Covid-19 pode causar ou agravar a hipertensão arterial, alertam especialistas

    A covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, pode trazer sérias consequências para a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a covid-19 pode aumentar o risco de complicações para pessoas que já sofrem de hipertensão arterial (pressão alta) ou causar hipertensão em pessoas que não tinham antes.

    A hipertensão é uma condição em que a pressão do sangue nas artérias é maior do que o normal, o que pode sobrecarregar o coração e aumentar o risco de infarto, derrame, insuficiência cardíaca e renal. A hipertensão é considerada uma doença silenciosa, pois muitas vezes não apresenta sintomas e só é descoberta em exames de rotina.

    De acordo com os especialistas, existem algumas possíveis relações entre a covid-19 e a hipertensão, tais como:

    • A covid-19 pode causar uma resposta inflamatória no organismo que pode danificar os vasos sanguíneos e aumentar a pressão arterial. A inflamação também pode prejudicar o funcionamento do endotélio, uma camada de células que reveste as artérias e regula a dilatação e a contração dos vasos.

    • A covid-19 pode afetar os rins, que são responsáveis por regular a pressão arterial, e causar insuficiência renal ou piorar a função renal de pessoas que já têm doença renal crônica. Os rins filtram o sangue e eliminam o excesso de líquidos e sais do corpo. Quando os rins não funcionam bem, o volume de líquido e sal no corpo aumenta, elevando a pressão arterial.

    • A covid-19 pode provocar estresse, ansiedade, medo e isolamento social, que são fatores que podem elevar a pressão arterial ou dificultar o controle da hipertensão. O estresse libera hormônios como adrenalina e cortisol, que fazem o coração bater mais rápido e os vasos se contraírem. A ansiedade também pode levar a hábitos prejudiciais à saúde, como comer demais, fumar ou beber álcool.

    • A covid-19 pode interferir no uso de medicamentos para hipertensão, seja por falta de acesso, por efeitos colaterais ou por interações medicamentosas. Alguns medicamentos para hipertensão também podem afetar a resposta imunológica ou a gravidade da covid-19. Por isso, é importante consultar o médico antes de iniciar, suspender ou alterar qualquer medicação.

    Portanto, é importante que as pessoas com hipertensão ou com risco de desenvolver hipertensão se protejam da covid-19 seguindo as medidas de prevenção recomendadas pelas autoridades de saúde, como usar máscara, higienizar as mãos, evitar aglomerações e manter o distanciamento físico. Além disso, é essencial que as pessoas com hipertensão mantenham o acompanhamento médico regular, façam o uso adequado dos medicamentos prescritos e adotem hábitos de vida saudáveis, como alimentação balanceada, atividade física moderada, controle do peso, redução do consumo de sal, álcool e tabaco e manejo do estresse.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a covid-19 pode aumentar o risco de complicações para pessoas que já sofrem de hipertensão arterial (pressão alta) ou causar hipertensão em pessoas que não tinham antes.

    A hipertensão é uma condição em que a pressão do sangue nas artérias é maior do que o normal, o que pode sobrecarregar o coração e aumentar o risco de infarto, derrame, insuficiência cardíaca e renal. A hipertensão é considerada uma doença silenciosa, pois muitas vezes não apresenta sintomas e só é descoberta em exames de rotina.

    De acordo com os especialistas, existem algumas possíveis relações entre a covid-19 e a hipertensão, tais como:

    • A covid-19 pode causar uma resposta inflamatória no organismo que pode danificar os vasos sanguíneos e aumentar a pressão arterial. A inflamação também pode prejudicar o funcionamento do endotélio, uma camada de células que reveste as artérias e regula a dilatação e a contração dos vasos.

    • A covid-19 pode afetar os rins, que são responsáveis por regular a pressão arterial, e causar insuficiência renal ou piorar a função renal de pessoas que já têm doença renal crônica. Os rins filtram o sangue e eliminam o excesso de líquidos e sais do corpo. Quando os rins não funcionam bem, o volume de líquido e sal no corpo aumenta, elevando a pressão arterial.

    • A covid-19 pode provocar estresse, ansiedade, medo e isolamento social, que são fatores que podem elevar a pressão arterial ou dificultar o controle da hipertensão. O estresse libera hormônios como adrenalina e cortisol, que fazem o coração bater mais rápido e os vasos se contraírem. A ansiedade também pode levar a hábitos prejudiciais à saúde, como comer demais, fumar ou beber álcool.

    • A covid-19 pode interferir no uso de medicamentos para hipertensão, seja por falta de acesso, por efeitos colaterais ou por interações medicamentosas. Alguns medicamentos para hipertensão também podem afetar a resposta imunológica ou a gravidade da covid-19. Por isso, é importante consultar o médico antes de iniciar, suspender ou alterar qualquer medicação.

    Portanto, é importante que as pessoas com hipertensão ou com risco de desenvolver hipertensão se protejam da covid-19 seguindo as medidas de prevenção recomendadas pelas autoridades de saúde, como usar máscara, higienizar as mãos, evitar aglomerações e manter o distanciamento físico. Além disso, é essencial que as pessoas com hipertensão mantenham o acompanhamento médico regular, façam o uso adequado dos medicamentos prescritos e adotem hábitos de vida saudáveis, como alimentação balanceada, atividade física moderada, controle do peso, redução do consumo de sal, álcool e tabaco e manejo do estresse.

  • 5 melhores medidores de pressão arterial para você ter em casa

    5 melhores medidores de pressão arterial para você ter em casa

    Os medidores de pressão arterial são dispositivos que permitem medir a pressão arterial em casa, de forma fácil e rápida. Eles são úteis para pessoas que sofrem de hipertensão, pré-hipertensão ou outras condições que afetam a circulação sanguínea.

    Mas como escolher o melhor medidor de pressão arterial entre tantas opções disponíveis no mercado? Neste artigo, vamos apresentar cinco critérios que você deve levar em conta na hora de comprar o seu medidor de pressão arterial, e também indicar cinco modelos que se destacam pela qualidade, precisão e funcionalidades.

    1. Tipo de medidor: Existem dois tipos principais de medidores de pressão arterial: os de braço e os de pulso. Os de braço são mais precisos e recomendados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, pois medem a pressão arterial na artéria braquial, que é mais próxima do coração. Os de pulso são mais práticos e portáteis, mas podem apresentar variações na medição se não forem posicionados corretamente na altura do coração. Por isso, é importante seguir as instruções do fabricante e verificar se o aparelho tem um indicador de posicionamento correto.

    2. Precisão: A precisão de um medidor de pressão arterial é fundamental para garantir a confiabilidade dos resultados. Para isso, é recomendável escolher um aparelho que tenha o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia, que atestam que o produto passou por testes rigorosos de qualidade e calibração. Além disso, é importante verificar se o aparelho tem uma memória interna que armazena as últimas medições, para facilitar o acompanhamento da evolução da pressão arterial ao longo do tempo.

    3. Funcionalidades: Algumas funcionalidades podem tornar o uso do medidor de pressão arterial mais fácil e conveniente. Por exemplo, alguns modelos têm um visor digital iluminado que facilita a leitura dos valores em ambientes escuros ou com pouca luz. Outros têm um indicador de arritmia cardíaca, que alerta se há alguma irregularidade no ritmo dos batimentos cardíacos. Há também modelos que permitem conectar o aparelho a um aplicativo no celular ou no computador, para transferir os dados e gerar gráficos e relatórios.

    4. Tamanho: O tamanho do medidor de pressão arterial deve ser adequado ao tamanho do braço ou do pulso do usuário. Se o aparelho for muito grande ou muito pequeno, pode comprometer a precisão da medição e causar desconforto. Por isso, é importante verificar as medidas do produto e do braço ou do pulso antes de comprar. Alguns modelos têm braçadeiras ajustáveis que se adaptam a diferentes circunferências.

    5. Preço: O preço de um medidor de pressão arterial pode variar bastante de acordo com a marca, o tipo, a precisão e as funcionalidades do produto. Em geral, os modelos de braço são mais caros do que os de pulso, mas também mais confiáveis. Os modelos com mais funcionalidades também tendem a ser mais caros, mas podem oferecer mais praticidade e conforto. O ideal é pesquisar bem e comparar os preços antes de comprar, levando em conta as suas necessidades e o seu orçamento.

    Agora que você já sabe quais são os critérios que devem orientar a sua escolha, vamos apresentar cinco modelos de medidores de pressão arterial que se destacam no mercado brasileiro:

    • Medidor de Pressão Arterial Automático de Braço Omron HEM-7320: Este modelo tem um visor digital iluminado com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de posicionamento correto da braçadeira, que evita erros na medição. Ele também tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de hipertensão matinal, que alerta se a pressão arterial estiver acima dos valores normais nas primeiras horas do dia. Ele tem uma memória interna que armazena até 100 medições para cada um dos dois usuários cadastrados. Ele tem o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático Digital G-Tech BP3AF1-3: Este modelo tem um visor digital com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de nível de pressão arterial, que classifica os resultados de acordo com uma escala de cores. Ele tem uma memória interna que armazena até 120 medições para cada um dos três usuários cadastrados. Ele tem o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático de Pulso Omron HEM-6124: Este modelo é compacto e portátil, ideal para levar em viagens ou no dia a dia. Ele tem um visor digital iluminado com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de posicionamento correto do pulso, que evita erros na medição. Ele também tem um indicador de arritmia cardíaca. Ele tem uma memória interna que armazena até 30 medições. Ele tem o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático Digital Bioland 3005: Este modelo é compacto e portátil, ideal para levar em viagens ou no dia a dia. Ele tem um visor digital com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de nível de pressão arterial, que classifica os resultados de acordo com uma escala de cores. Ele tem uma memória interna que armazena até 120 medições para cada um dos dois usuários cadastrados. Ele tem o selo do Inmetro.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático Digital Incoterm BPW100: Este modelo é compacto e portátil, ideal para levar em viagens ou no dia a dia. Ele tem um visor digital com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de nível de pressão arterial, que classifica os resultados de acordo com uma escala de cores. Ele tem uma memória interna que armazena até 60 medições. Ele tem o selo do Inmetro.

    Esperamos que este artigo tenha sido útil para você escolher o melhor medidor de pressão arterial para as suas necessidades. Lembre-se sempre de consultar o seu médico antes de usar o aparelho e seguir as recomendações para uma medição correta e segura.

    Mas como escolher o melhor medidor de pressão arterial entre tantas opções disponíveis no mercado? Neste artigo, vamos apresentar cinco critérios que você deve levar em conta na hora de comprar o seu medidor de pressão arterial, e também indicar cinco modelos que se destacam pela qualidade, precisão e funcionalidades.

    1. Tipo de medidor: Existem dois tipos principais de medidores de pressão arterial: os de braço e os de pulso. Os de braço são mais precisos e recomendados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, pois medem a pressão arterial na artéria braquial, que é mais próxima do coração. Os de pulso são mais práticos e portáteis, mas podem apresentar variações na medição se não forem posicionados corretamente na altura do coração. Por isso, é importante seguir as instruções do fabricante e verificar se o aparelho tem um indicador de posicionamento correto.

    2. Precisão: A precisão de um medidor de pressão arterial é fundamental para garantir a confiabilidade dos resultados. Para isso, é recomendável escolher um aparelho que tenha o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia, que atestam que o produto passou por testes rigorosos de qualidade e calibração. Além disso, é importante verificar se o aparelho tem uma memória interna que armazena as últimas medições, para facilitar o acompanhamento da evolução da pressão arterial ao longo do tempo.

    3. Funcionalidades: Algumas funcionalidades podem tornar o uso do medidor de pressão arterial mais fácil e conveniente. Por exemplo, alguns modelos têm um visor digital iluminado que facilita a leitura dos valores em ambientes escuros ou com pouca luz. Outros têm um indicador de arritmia cardíaca, que alerta se há alguma irregularidade no ritmo dos batimentos cardíacos. Há também modelos que permitem conectar o aparelho a um aplicativo no celular ou no computador, para transferir os dados e gerar gráficos e relatórios.

    4. Tamanho: O tamanho do medidor de pressão arterial deve ser adequado ao tamanho do braço ou do pulso do usuário. Se o aparelho for muito grande ou muito pequeno, pode comprometer a precisão da medição e causar desconforto. Por isso, é importante verificar as medidas do produto e do braço ou do pulso antes de comprar. Alguns modelos têm braçadeiras ajustáveis que se adaptam a diferentes circunferências.

    5. Preço: O preço de um medidor de pressão arterial pode variar bastante de acordo com a marca, o tipo, a precisão e as funcionalidades do produto. Em geral, os modelos de braço são mais caros do que os de pulso, mas também mais confiáveis. Os modelos com mais funcionalidades também tendem a ser mais caros, mas podem oferecer mais praticidade e conforto. O ideal é pesquisar bem e comparar os preços antes de comprar, levando em conta as suas necessidades e o seu orçamento.

    Agora que você já sabe quais são os critérios que devem orientar a sua escolha, vamos apresentar cinco modelos de medidores de pressão arterial que se destacam no mercado brasileiro:

    • Medidor de Pressão Arterial Automático de Braço Omron HEM-7320: Este modelo tem um visor digital iluminado com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de posicionamento correto da braçadeira, que evita erros na medição. Ele também tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de hipertensão matinal, que alerta se a pressão arterial estiver acima dos valores normais nas primeiras horas do dia. Ele tem uma memória interna que armazena até 100 medições para cada um dos dois usuários cadastrados. Ele tem o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático Digital G-Tech BP3AF1-3: Este modelo tem um visor digital com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de nível de pressão arterial, que classifica os resultados de acordo com uma escala de cores. Ele tem uma memória interna que armazena até 120 medições para cada um dos três usuários cadastrados. Ele tem o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático de Pulso Omron HEM-6124: Este modelo é compacto e portátil, ideal para levar em viagens ou no dia a dia. Ele tem um visor digital iluminado com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de posicionamento correto do pulso, que evita erros na medição. Ele também tem um indicador de arritmia cardíaca. Ele tem uma memória interna que armazena até 30 medições. Ele tem o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático Digital Bioland 3005: Este modelo é compacto e portátil, ideal para levar em viagens ou no dia a dia. Ele tem um visor digital com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de nível de pressão arterial, que classifica os resultados de acordo com uma escala de cores. Ele tem uma memória interna que armazena até 120 medições para cada um dos dois usuários cadastrados. Ele tem o selo do Inmetro.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático Digital Incoterm BPW100: Este modelo é compacto e portátil, ideal para levar em viagens ou no dia a dia. Ele tem um visor digital com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de nível de pressão arterial, que classifica os resultados de acordo com uma escala de cores. Ele tem uma memória interna que armazena até 60 medições. Ele tem o selo do Inmetro.

    Esperamos que este artigo tenha sido útil para você escolher o melhor medidor de pressão arterial para as suas necessidades. Lembre-se sempre de consultar o seu médico antes de usar o aparelho e seguir as recomendações para uma medição correta e segura.

  • Monitorar a pressão arterial em casa traz benefícios para a saúde e para o bolso

    Monitorar a pressão arterial em casa traz benefícios para a saúde e para o bolso

    Você sabia que medir a sua pressão arterial em casa pode salvar a sua vida, reduzir os seus gastos com saúde e diminuir as desigualdades no acesso à assistência médica?

    via GIPHY

    Essas são as conclusões de um estudo recente que avaliou os efeitos do uso de dispositivos digitais de monitoramento da pressão arterial em casa por pessoas com hipertensão.

    O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, acompanhou mais de 2 mil pacientes hipertensos durante um ano. Os participantes foram divididos em dois grupos: um que recebeu um aparelho digital de medição da pressão arterial para usar em casa e outro que continuou com o tratamento convencional, baseado em consultas periódicas ao médico.

    Os resultados mostraram que o grupo que usou o dispositivo em casa teve uma melhora significativa no controle da pressão arterial, reduzindo o risco de complicações graves como ataques cardíacos e derrames. Além disso, os pacientes que monitoraram a pressão em casa relataram maior satisfação com o tratamento, menor necessidade de visitas ao médico e menor uso de medicamentos anti-hipertensivos.

    O estudo também revelou que o monitoramento da pressão arterial em casa pode contribuir para a equidade na saúde, pois os benefícios foram observados em todos os grupos raciais e étnicos envolvidos na pesquisa. Os autores do estudo afirmam que o uso de dispositivos digitais de monitoramento da pressão arterial em casa é uma estratégia simples, eficaz e acessível para melhorar a saúde cardiovascular da população.

    via GIPHY

    Essas são as conclusões de um estudo recente que avaliou os efeitos do uso de dispositivos digitais de monitoramento da pressão arterial em casa por pessoas com hipertensão.

    O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, acompanhou mais de 2 mil pacientes hipertensos durante um ano. Os participantes foram divididos em dois grupos: um que recebeu um aparelho digital de medição da pressão arterial para usar em casa e outro que continuou com o tratamento convencional, baseado em consultas periódicas ao médico.

    Os resultados mostraram que o grupo que usou o dispositivo em casa teve uma melhora significativa no controle da pressão arterial, reduzindo o risco de complicações graves como ataques cardíacos e derrames. Além disso, os pacientes que monitoraram a pressão em casa relataram maior satisfação com o tratamento, menor necessidade de visitas ao médico e menor uso de medicamentos anti-hipertensivos.

    O estudo também revelou que o monitoramento da pressão arterial em casa pode contribuir para a equidade na saúde, pois os benefícios foram observados em todos os grupos raciais e étnicos envolvidos na pesquisa. Os autores do estudo afirmam que o uso de dispositivos digitais de monitoramento da pressão arterial em casa é uma estratégia simples, eficaz e acessível para melhorar a saúde cardiovascular da população.

  • Hipertensão no Brasil: Recorde de Mortalidade em uma Década

    Hipertensão no Brasil: Recorde de Mortalidade em uma Década

    A hipertensão arterial é uma condição crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

    No Brasil, essa doença tem se mostrado cada vez mais preocupante, atingindo um recorde de mortalidade nos últimos dez anos, de acordo com a matéria “Mortalidade por hipertensão atinge recorde dos últimos dez anos no Brasil; saiba como prevenir” publicada pela CNN Brasil. Neste artigo, iremos analisar os dados apresentados na matéria e discutir medidas preventivas que podem ser adotadas para combater a hipertensão arterial.

    De acordo com a matéria, a mortalidade por hipertensão arterial no Brasil atingiu níveis alarmantes nos últimos anos. A hipertensão é conhecida como a “assassina silenciosa” por ser uma doença assintomática na maioria dos casos, mas que pode levar a complicações graves, como doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência renal. Essa condição está diretamente relacionada a hábitos de vida inadequados, como sedentarismo, alimentação não saudável e consumo excessivo de sal.

    A prevenção é a chave para combater a hipertensão arterial. É fundamental adotar um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada e prática regular de atividade física. Reduzir o consumo de sal é uma das medidas mais eficazes para controlar a pressão arterial. Além disso, é importante evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e o tabagismo, pois ambos estão relacionados ao aumento do risco de desenvolvimento da hipertensão arterial.

    Uma dieta balanceada, rica em frutas, legumes, verduras, grãos integrais e alimentos com baixo teor de gordura saturada, pode ajudar a reduzir a pressão arterial. A restrição de alimentos processados e ricos em sódio também é essencial. A prática regular de exercícios físicos, como caminhadas, corridas, natação ou qualquer outra atividade aeróbica, fortalece o sistema cardiovascular e auxilia no controle da pressão arterial.

    Além das mudanças no estilo de vida, é importante realizar consultas médicas regulares para monitorar a pressão arterial. O diagnóstico precoce da hipertensão arterial é essencial para evitar complicações futuras. Os profissionais de saúde podem indicar o tratamento adequado, que pode envolver a prescrição de medicamentos para controlar a pressão arterial.

    Outro ponto abordado na matéria é a importância da conscientização e da educação da população sobre a hipertensão arterial. É fundamental que as pessoas entendam os riscos associados à doença e saibam como preveni-la. Campanhas de saúde pública, palestras educativas e divulgação de informações claras e acessíveis são essenciais para disseminar o conhecimento sobre a hipertensão arterial e promover a adoção de medidas preventivas.

    Em suma, a hipertensão arterial é uma condição preocupante no Brasil, com um aumento significativo na mortalidade nos últimos dez anos. A prevenção desempenha um papel fundamental no combate a essa doença. Adotar um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, controle do consumo de sal e visitas regulares ao médico são medidas essenciais. A conscientização da população sobre os riscos e a prevenção da hipertensão arterial também desempenha um papel crucial na redução dos índices de mortalidade relacionados a essa doença.

    Fonte: Link.

    Conheça as Medidas Preventivas para Combater a Hipertensão Arterial

    No Brasil, essa doença tem se mostrado cada vez mais preocupante, atingindo um recorde de mortalidade nos últimos dez anos, de acordo com a matéria “Mortalidade por hipertensão atinge recorde dos últimos dez anos no Brasil; saiba como prevenir” publicada pela CNN Brasil. Neste artigo, iremos analisar os dados apresentados na matéria e discutir medidas preventivas que podem ser adotadas para combater a hipertensão arterial.

    De acordo com a matéria, a mortalidade por hipertensão arterial no Brasil atingiu níveis alarmantes nos últimos anos. A hipertensão é conhecida como a “assassina silenciosa” por ser uma doença assintomática na maioria dos casos, mas que pode levar a complicações graves, como doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência renal. Essa condição está diretamente relacionada a hábitos de vida inadequados, como sedentarismo, alimentação não saudável e consumo excessivo de sal.

    A prevenção é a chave para combater a hipertensão arterial. É fundamental adotar um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada e prática regular de atividade física. Reduzir o consumo de sal é uma das medidas mais eficazes para controlar a pressão arterial. Além disso, é importante evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e o tabagismo, pois ambos estão relacionados ao aumento do risco de desenvolvimento da hipertensão arterial.

    Uma dieta balanceada, rica em frutas, legumes, verduras, grãos integrais e alimentos com baixo teor de gordura saturada, pode ajudar a reduzir a pressão arterial. A restrição de alimentos processados e ricos em sódio também é essencial. A prática regular de exercícios físicos, como caminhadas, corridas, natação ou qualquer outra atividade aeróbica, fortalece o sistema cardiovascular e auxilia no controle da pressão arterial.

    Além das mudanças no estilo de vida, é importante realizar consultas médicas regulares para monitorar a pressão arterial. O diagnóstico precoce da hipertensão arterial é essencial para evitar complicações futuras. Os profissionais de saúde podem indicar o tratamento adequado, que pode envolver a prescrição de medicamentos para controlar a pressão arterial.

    Outro ponto abordado na matéria é a importância da conscientização e da educação da população sobre a hipertensão arterial. É fundamental que as pessoas entendam os riscos associados à doença e saibam como preveni-la. Campanhas de saúde pública, palestras educativas e divulgação de informações claras e acessíveis são essenciais para disseminar o conhecimento sobre a hipertensão arterial e promover a adoção de medidas preventivas.

    Em suma, a hipertensão arterial é uma condição preocupante no Brasil, com um aumento significativo na mortalidade nos últimos dez anos. A prevenção desempenha um papel fundamental no combate a essa doença. Adotar um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, controle do consumo de sal e visitas regulares ao médico são medidas essenciais. A conscientização da população sobre os riscos e a prevenção da hipertensão arterial também desempenha um papel crucial na redução dos índices de mortalidade relacionados a essa doença.

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  • COVID-19 pode desestabilizar a pressão arterial em pacientes com hipertensão

    COVID-19 pode desestabilizar a pressão arterial em pacientes com hipertensão

    A hipertensão é uma condição que afeta milhões de pessoas no mundo todo e está associada a um maior risco de complicações cardiovasculares.

    Um novo estudo publicado no Journal of Hypertension examinou os efeitos da infecção por coronavírus em pacientes com hipertensão arterial. Os resultados mostraram que pacientes hipertensos que contraíram o vírus tinham maior probabilidade de serem hospitalizados e apresentavam maior risco de complicações graves, como insuficiência respiratória e renal.

    Os pesquisadores também descobriram que os pacientes hipertensos que tomavam medicamentos para controlar a pressão arterial tinham menos probabilidade de desenvolver complicações graves após a infecção pelo coronavírus. Os autores do estudo sugerem que é importante que pacientes hipertensos mantenham o tratamento prescrito e sigam as precauções recomendadas para evitar a infecção pelo coronavírus.

    A hipertensão arterial é uma condição comum e uma das principais causas de doenças cardiovasculares, que são responsáveis ​​por uma parcela significativa das mortes em todo o mundo. A pandemia de COVID-19 aumentou a preocupação com o risco de complicações graves em pacientes hipertensos, tornando este estudo ainda mais relevante.

    Este estudo destaca a importância da prevenção e tratamento da hipertensão arterial, especialmente durante a pandemia de COVID-19. Pacientes hipertensos devem continuar a tomar seus medicamentos prescritos e seguir as orientações de prevenção para reduzir o risco de infecção pelo coronavírus e complicações graves.

    Fonte: Link.

    Um novo estudo publicado no Journal of Hypertension examinou os efeitos da infecção por coronavírus em pacientes com hipertensão arterial. Os resultados mostraram que pacientes hipertensos que contraíram o vírus tinham maior probabilidade de serem hospitalizados e apresentavam maior risco de complicações graves, como insuficiência respiratória e renal.

    Os pesquisadores também descobriram que os pacientes hipertensos que tomavam medicamentos para controlar a pressão arterial tinham menos probabilidade de desenvolver complicações graves após a infecção pelo coronavírus. Os autores do estudo sugerem que é importante que pacientes hipertensos mantenham o tratamento prescrito e sigam as precauções recomendadas para evitar a infecção pelo coronavírus.

    A hipertensão arterial é uma condição comum e uma das principais causas de doenças cardiovasculares, que são responsáveis ​​por uma parcela significativa das mortes em todo o mundo. A pandemia de COVID-19 aumentou a preocupação com o risco de complicações graves em pacientes hipertensos, tornando este estudo ainda mais relevante.

    Este estudo destaca a importância da prevenção e tratamento da hipertensão arterial, especialmente durante a pandemia de COVID-19. Pacientes hipertensos devem continuar a tomar seus medicamentos prescritos e seguir as orientações de prevenção para reduzir o risco de infecção pelo coronavírus e complicações graves.

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  • Hipertensão: como a pressão alta afeta o cérebro e aumenta o risco de demência

    Hipertensão: como a pressão alta afeta o cérebro e aumenta o risco de demência

    A hipertensão é uma doença crônica que afeta cerca de 21% dos adultos brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde.

    Ela ocorre quando a pressão arterial está acima de 140/90 mmHg (ou 14 por 9) na maior parte do tempo, o que significa que o coração precisa fazer mais força para levar o sangue para todo o corpo.

    Além de aumentar o risco de problemas cardiovasculares, como infarto e AVC, a hipertensão também pode danificar regiões cerebrais associadas à memória, à atenção e ao planejamento, favorecendo o desenvolvimento de demência. É o que mostra uma reportagem do site Canaltech, baseada em um estudo publicado na revista Hypertension.

    De acordo com a pesquisa, pessoas com hipertensão apresentam alterações na substância branca do cérebro, que é responsável pela comunicação entre as diferentes áreas cerebrais. Essas alterações podem comprometer o funcionamento cognitivo e levar à perda de habilidades mentais.

    Para prevenir e tratar a hipertensão, é importante adotar hábitos de vida saudáveis, como praticar atividades físicas regularmente, controlar o peso, reduzir o consumo de sal e de bebidas alcoólicas, evitar o tabagismo e o estresse. Além disso, é fundamental medir a pressão arterial periodicamente e seguir as orientações médicas quanto ao uso de medicamentos.

    Fontes:

    Ela ocorre quando a pressão arterial está acima de 140/90 mmHg (ou 14 por 9) na maior parte do tempo, o que significa que o coração precisa fazer mais força para levar o sangue para todo o corpo.

    Além de aumentar o risco de problemas cardiovasculares, como infarto e AVC, a hipertensão também pode danificar regiões cerebrais associadas à memória, à atenção e ao planejamento, favorecendo o desenvolvimento de demência. É o que mostra uma reportagem do site Canaltech, baseada em um estudo publicado na revista Hypertension.

    De acordo com a pesquisa, pessoas com hipertensão apresentam alterações na substância branca do cérebro, que é responsável pela comunicação entre as diferentes áreas cerebrais. Essas alterações podem comprometer o funcionamento cognitivo e levar à perda de habilidades mentais.

    Para prevenir e tratar a hipertensão, é importante adotar hábitos de vida saudáveis, como praticar atividades físicas regularmente, controlar o peso, reduzir o consumo de sal e de bebidas alcoólicas, evitar o tabagismo e o estresse. Além disso, é fundamental medir a pressão arterial periodicamente e seguir as orientações médicas quanto ao uso de medicamentos.

    Fontes:

  • Descubra qual é a pressão arterial ideal para a sua saúde: guia completo e atualizado

    Descubra qual é a pressão arterial ideal para a sua saúde: guia completo e atualizado

    A hipertensão não tratada pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC), problemas renais e outras condições graves de saúde.

    A pressão arterial ideal varia de acordo com a idade, sexo, histórico médico e outros fatores individuais de cada pessoa. No entanto, de maneira geral, as diretrizes médicas recomendam uma pressão arterial de menos de 120/80 mmHg para adultos.

    A pressão arterial é medida em duas leituras: a pressão sistólica (o número superior) que representa a pressão nas artérias quando o coração está batendo, e a pressão diastólica (o número inferior) que representa a pressão nas artérias quando o coração está em repouso entre as batidas. Portanto, uma pressão arterial ideal seria de 120/80 mmHg ou menos.

    Valores de pressão arterial acima desse limite podem ser considerados pré-hipertensos (pressão arterial elevada), hipertensos leves ou hipertensos moderados, dependendo da gravidade da condição. A hipertensão não tratada pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC), problemas renais e outras condições graves de saúde. Por isso, é importante monitorar regularmente sua pressão arterial e conversar com um médico se ela estiver elevada.

    A pressão arterial ideal varia de acordo com a idade, sexo, histórico médico e outros fatores individuais de cada pessoa. No entanto, de maneira geral, as diretrizes médicas recomendam uma pressão arterial de menos de 120/80 mmHg para adultos.

    A pressão arterial é medida em duas leituras: a pressão sistólica (o número superior) que representa a pressão nas artérias quando o coração está batendo, e a pressão diastólica (o número inferior) que representa a pressão nas artérias quando o coração está em repouso entre as batidas. Portanto, uma pressão arterial ideal seria de 120/80 mmHg ou menos.

    Valores de pressão arterial acima desse limite podem ser considerados pré-hipertensos (pressão arterial elevada), hipertensos leves ou hipertensos moderados, dependendo da gravidade da condição. A hipertensão não tratada pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC), problemas renais e outras condições graves de saúde. Por isso, é importante monitorar regularmente sua pressão arterial e conversar com um médico se ela estiver elevada.

  • Saiba como reduzir a pressão sanguínea de forma natural, saudável e sem o uso de medicamentos

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