Tag: indústria

  • Desindustrialização no Brasil: causas, consequências e alternativas para reverter o processo

    Desindustrialização no Brasil: causas, consequências e alternativas para reverter o processo

    Você sabia que o Brasil está passando por um processo de desindustrialização?

    Isso significa que a indústria brasileira está diminuindo sua capacidade, seu emprego e sua importância na economia do país. Esse fenômeno começou na década de 1980 e se agravou nos últimos anos, por causa de vários fatores, como a crise econômica, a falta de investimento e a concorrência de outros países.

    Mas por que isso é ruim para o Brasil? A indústria é um setor que gera muita riqueza, emprega muitas pessoas e produz bens que o país precisa ou que pode vender para o exterior. Além disso, a indústria é responsável por desenvolver novas tecnologias e inovações que podem melhorar a qualidade de vida da população e aumentar a competitividade do país no cenário internacional.

    Sem uma indústria forte, o Brasil corre o risco de ficar para trás na corrida tecnológica e depender cada vez mais de produtos importados, que podem ser mais caros ou de menor qualidade. Além disso, o Brasil pode perder oportunidades de negócios e de parcerias com outros países que valorizam a indústria.

    Os números mostram que a situação é preocupante. Em 2018, a indústria de transformação representou apenas 11,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, quase metade dos 20% registrados em 1976. Em seis anos, foram extintas 36,6 mil fábricas, o que equivale a uma média de 17 fábricas fechadas por dia no período. Muitas empresas multinacionais anunciaram que vão abandonar o Brasil, como a Ford, a Mercedes-Benz e a Sony.

    Mas o que pode ser feito para reverter esse quadro? Existem diferentes opiniões sobre o assunto. Alguns especialistas defendem que o Brasil precisa de uma política industrial que estimule o desenvolvimento tecnológico, a diversificação produtiva, a integração regional e a competitividade externa. Outros sugerem que o Brasil deve se adaptar à nova realidade global e investir em setores mais dinâmicos e modernos, como os serviços de alto valor agregado.

    O fato é que o Brasil não pode ignorar a importância da indústria para o seu desenvolvimento econômico e social. É preciso encontrar soluções para fortalecer esse setor e garantir um futuro melhor para o país e para os brasileiros.

    Isso significa que a indústria brasileira está diminuindo sua capacidade, seu emprego e sua importância na economia do país. Esse fenômeno começou na década de 1980 e se agravou nos últimos anos, por causa de vários fatores, como a crise econômica, a falta de investimento e a concorrência de outros países.

    Mas por que isso é ruim para o Brasil? A indústria é um setor que gera muita riqueza, emprega muitas pessoas e produz bens que o país precisa ou que pode vender para o exterior. Além disso, a indústria é responsável por desenvolver novas tecnologias e inovações que podem melhorar a qualidade de vida da população e aumentar a competitividade do país no cenário internacional.

    Sem uma indústria forte, o Brasil corre o risco de ficar para trás na corrida tecnológica e depender cada vez mais de produtos importados, que podem ser mais caros ou de menor qualidade. Além disso, o Brasil pode perder oportunidades de negócios e de parcerias com outros países que valorizam a indústria.

    Os números mostram que a situação é preocupante. Em 2018, a indústria de transformação representou apenas 11,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, quase metade dos 20% registrados em 1976. Em seis anos, foram extintas 36,6 mil fábricas, o que equivale a uma média de 17 fábricas fechadas por dia no período. Muitas empresas multinacionais anunciaram que vão abandonar o Brasil, como a Ford, a Mercedes-Benz e a Sony.

    Mas o que pode ser feito para reverter esse quadro? Existem diferentes opiniões sobre o assunto. Alguns especialistas defendem que o Brasil precisa de uma política industrial que estimule o desenvolvimento tecnológico, a diversificação produtiva, a integração regional e a competitividade externa. Outros sugerem que o Brasil deve se adaptar à nova realidade global e investir em setores mais dinâmicos e modernos, como os serviços de alto valor agregado.

    O fato é que o Brasil não pode ignorar a importância da indústria para o seu desenvolvimento econômico e social. É preciso encontrar soluções para fortalecer esse setor e garantir um futuro melhor para o país e para os brasileiros.

  • Entenda por que o setor industrial demostrou apoio a MP 1.147/22

    Entenda por que o setor industrial demostrou apoio a MP 1.147/22

    A Medida Provisória 1.147/22, publicada em 29 de novembro de 2022, propõe a redução das taxas de juros do BNDES para projetos de inovação.

    A medida tem o apoio de pelo menos oito entidades do setor industrial, que veem na iniciativa uma oportunidade de aumentar a competitividade e a produtividade das empresas brasileiras.

    Segundo a MP, os projetos de inovação poderão ter acesso a financiamentos com juros equivalentes à Taxa de Longo Prazo (TLP), que é atualmente de 6,75% ao ano. Essa taxa é bem menor do que a praticada pelo BNDES para outros tipos de projetos, que variam entre 9% e 12% ao ano.

    A medida também prevê a possibilidade de carência de até 48 meses para o início do pagamento dos empréstimos, além de prazos mais longos para a amortização da dívida.

    O objetivo da MP é estimular o investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) nas empresas brasileiras, especialmente nas micro, pequenas e médias. De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o Brasil investe apenas 1,3% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em PD&I, enquanto países como Coreia do Sul, Israel e Alemanha investem mais de 3%.

    Entre as entidades que manifestaram apoio à MP estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes).

    Para essas entidades, a redução dos juros do BNDES para projetos de inovação é uma medida estratégica para o desenvolvimento econômico e social do país, pois pode contribuir para a geração de empregos qualificados, o aumento das exportações, a melhoria da qualidade dos produtos e serviços e a solução de problemas ambientais e sociais.

    A MP 1.147/22 ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

    A medida tem o apoio de pelo menos oito entidades do setor industrial, que veem na iniciativa uma oportunidade de aumentar a competitividade e a produtividade das empresas brasileiras.

    Segundo a MP, os projetos de inovação poderão ter acesso a financiamentos com juros equivalentes à Taxa de Longo Prazo (TLP), que é atualmente de 6,75% ao ano. Essa taxa é bem menor do que a praticada pelo BNDES para outros tipos de projetos, que variam entre 9% e 12% ao ano.

    A medida também prevê a possibilidade de carência de até 48 meses para o início do pagamento dos empréstimos, além de prazos mais longos para a amortização da dívida.

    O objetivo da MP é estimular o investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) nas empresas brasileiras, especialmente nas micro, pequenas e médias. De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o Brasil investe apenas 1,3% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em PD&I, enquanto países como Coreia do Sul, Israel e Alemanha investem mais de 3%.

    Entre as entidades que manifestaram apoio à MP estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes).

    Para essas entidades, a redução dos juros do BNDES para projetos de inovação é uma medida estratégica para o desenvolvimento econômico e social do país, pois pode contribuir para a geração de empregos qualificados, o aumento das exportações, a melhoria da qualidade dos produtos e serviços e a solução de problemas ambientais e sociais.

    A MP 1.147/22 ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

  • 73% da indústria está com dificuldade para conseguir insumo e matéria-prima

    Levantamento feito pela Confederação Nacional da Indústria revela que setor tem dificuldade para realizar compras nacionais e internacionais e não consegue atender aos pedidos dos clientes.

    Nova edição do Boletim Brasil disponível para download.

    Você pode ter este conteúdo na sua rádio. Saiba mais aqui.


    Veja também:


    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • Após 9 altas seguidas, produção industrial cai 0,7% em fevereiro

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  • Produção da indústria brasileira cresce 8,9% em junho

    Essa foi a segunda alta seguida, mas ainda insuficiente para reverter a perda de 26,6% acumulada pelo setor em março e abril, após o início do isolamento social para controle da pandemia da Covid-19.

    Ouça na W:

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    Fonte: Agência Brasil


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Comissão para avaliar a migração de empresas brasileiras para o Paraguai será instalada na quarta

    Sete em cada dez indústrias que se instalaram no Paraguai nos últimos cinco anos são brasileiras. Para entender esse fenômeno e tentar impedir a mudança de empresas para o país vizinho, o Senado vai instalar na quarta-feira (23) uma comissão externa formada por seis senadores.

    Na ocasião também será escolhido o presidente do grupo. De acordo com o senador Eduardo Braga (PMDB-AM), que propôs a criação da comissão externa, o número de empresas que pediram informações sobre como operar no país vizinho cresceu quase 64% em 2017, tendo sido realizadas 445 consultas, contra 272 em 2016.

    Segundo ele, uma das explicações estaria na criação do Regime de Maquila, lei paraguaia que estabeleceu isenção de impostos para empresas importarem máquinas e matérias-primas, desde que o produto final seja destinado à exportação. As exportações dessas empresas são taxadas com um único tributo de 1% sobre o valor agregado em território paraguaio, cobrado quando a mercadoria sai do país.

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    “O fato é que está ocorrendo uma migração de parte da produção de bens industriais brasileiros para o país vizinho, com um interesse crescente de algumas indústrias brasileiras de deslocarem pelo menos parte de sua produção para o Paraguai. Esse fenômeno precisa ser melhor compreendido pelo Parlamento brasileiro para que possamos atuar de maneira a preservar os interesses nacionais”, justifica Braga.

    A comissão temporária externa funcionará por seis meses e poderá realizar audiências públicas e diligências externas, inclusive reuniões com organismos internacionais, requerer informações e outros atos necessários para a alcançar seus objetivos.

    A reunião de instalação está marcada para começar às 14h30, no Plenário 15 da Ala Senador Alexandre Costa. Por Agência Senado.

  • Indústria alimentícia deve reduzir o tamanho das porções, dizem especialistas

    Uma nova pesquisa publicada no American Journal of Clinical Nutrition, destaca os benefícios para a saúde da população se a indústria de alimentos mudasse o tamanho das porções de seus produtos.

    Os aumentos históricos no tamanho das porções comercialmente disponíveis são conhecidos por causar excessos “passivos” e têm sido associados ao surgimento da crise mundial da obesidade. Uma ideia que os órgãos de saúde pública estão promovendo atualmente é que a indústria de alimentos reduza o tamanho das porções de seus produtos.

    As pesquisas do University’s Institute of Psychology, Health and Society, liderado pelo Dr. Eric Robinson, estão revelando que a redução no tamanho da porção de alimentos “renormaliza” as percepções do que constitui uma quantidade normal daquele alimento. Ou seja, quanto menor uma porção, comemos menos e somos condicionados a nos sentir satisfeitos. A longo prazo, isso pode causar uma redução significativa no consumindo dessa comida.

    Experimentos

    Durante o primeiro dos três experimentos, os participantes foram distribuídos aleatoriamente por porções maiores ou menores da mesma refeição (quiche e salada). Os participantes foram avisados ​​de que os experimentos faziam parte de um estudo de “alimento, humor e raciocínio” para não alertá-los sobre o objetivo real do experimento que poderia ter um efeito prejudicial.

    Durante o segundo experimento, que ocorreu no dia seguinte, os participantes foram avisados ​​de que poderiam servir a si mesmos o que quisessem comer do mesmo tipo de alimento fornecido no primeiro experimento.

    No terceiro experimento, os participantes foram questionados sobre o tamanho da porção preferida da comida uma semana depois.

    Os resultados de todos os três experimentos mostraram que os participantes que foram servidos com uma porção menor de alimentos, mudaram a sua percepção do que era um tamanho de porção normal. Os participantes acabaram escolhendo comer menos daquela comida.

    “Houve sugestões de que o encolhimento do tamanho das porções de produtos alimentícios, poderia ser uma abordagem para reduzir o consumo excessivo e combater a obesidade da população”, disse o dr. Eric Robinson.

    “As presentes descobertas indicam que, se os tamanhos das porções de alimentos comercialmente disponíveis fossem menores, esses tamanhos reduzidos e mais apropriados, podem recalibrar as percepções do que constitui uma quantidade ‘normal’ de alimentos e, ao fazê-lo, diminuir o quanto os consumidores escolhem comer”, completou.

  • Faturamento da indústria aumentou 0,5% em fevereiro, mostra CNI

    Depois de dois meses consecutivos de queda, o faturamento da indústria aumentou 0,5% em fevereiro na comparação com janeiro, na série livre de influências sazonais, informou hoje (2) a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

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    Na comparação com fevereiro de 2017, o faturamento real subiu 6,5% de acordo com os Indicadores Industriais.

    Conforme a pesquisa, as horas trabalhadas na produção caíram 0,5% em fevereiro frente a janeiro, na série de dados dessazonalizados, interrompendo uma sequência de três resultados positivos. Na comparação com fevereiro do ano passado, as horas trabalhadas na produção cresceram 1%.

    O nível de utilização da capacidade instalada ficou em 78%, praticamente o mesmo de janeiro (78,1%), e está 1,4 ponto percentual acima do registrado em fevereiro de 2017.

    Segundo a CNI, o levantamento mostra ainda que o emprego continua se recuperando. O indicador de emprego subiu 0,1% em fevereiro frente a janeiro na série livre de influências sazonais. Em relação a fevereiro do ano passado, o emprego aumentou 0,5%. ”

    A massa real de salários aumentou 1,2% e o rendimento médio real do trabalhador cresceu 1,8% em fevereiro frente a janeiro na série dessazonalizada. Na comparação com fevereiro de 2017, a massa real de salários subiu 3,4% e o rendimento médio real, 2,9%. Por: Agência Brasil