Tag: Inflação

  • Salário mínimo em 2024 será de R$ 1.389, sem aumento real

    Salário mínimo em 2024 será de R$ 1.389, sem aumento real

    O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2024, que prevê um salário mínimo de R$ 1.389 para o ano que vem.

    Esse valor representa um aumento de 5,2% em relação ao salário mínimo atual, que é de R$ 1.320 desde maio deste ano.

    O reajuste do salário mínimo para 2024 leva em conta apenas a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 2023, sem considerar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Isso significa que não haverá ganho real para os trabalhadores que recebem o piso nacional.

    O governo ainda está discutindo uma nova política de valorização do salário mínimo, que possa garantir aumentos acima da inflação nos próximos anos. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que a proposta será apresentada até o fim de maio e que o Ministério da Fazenda sugeriu que o reajuste leve em conta o PIB per capita.

    O salário mínimo é a referência para cerca de 60 milhões de pessoas no Brasil, entre elas 24 milhões de beneficiários do INSS. Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, cada R$ 1 de aumento no salário mínimo tem um impacto de R$ 368,5 milhões no orçamento federal.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Esse valor representa um aumento de 5,2% em relação ao salário mínimo atual, que é de R$ 1.320 desde maio deste ano.

    O reajuste do salário mínimo para 2024 leva em conta apenas a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 2023, sem considerar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Isso significa que não haverá ganho real para os trabalhadores que recebem o piso nacional.

    O governo ainda está discutindo uma nova política de valorização do salário mínimo, que possa garantir aumentos acima da inflação nos próximos anos. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que a proposta será apresentada até o fim de maio e que o Ministério da Fazenda sugeriu que o reajuste leve em conta o PIB per capita.

    O salário mínimo é a referência para cerca de 60 milhões de pessoas no Brasil, entre elas 24 milhões de beneficiários do INSS. Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, cada R$ 1 de aumento no salário mínimo tem um impacto de R$ 368,5 milhões no orçamento federal.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Marmitas: uma opção econômica e saudável em tempos de inflação

    Marmitas: uma opção econômica e saudável em tempos de inflação

    A inflação dos alimentos no Brasil em 2023 continua a pesar no bolso dos consumidores, que buscam alternativas para economizar e se alimentar melhor.

    Uma delas é levar marmita para o trabalho, uma prática que vem ganhando cada vez mais adeptos nos últimos anos.

    Segundo dados do Ministério da Economia, o número de empresários do ramo de alimentação para consumo domiciliar, que inclui as marmitas e outras refeições embaladas, cresceu 134% entre 2014 e 2019, passando de 102,1 mil para 239,8 mil. A maioria desses empreendedores são microempreendedores individuais (MEI), que representam 94% do segmento.

    As marmitas oferecem diversas vantagens para quem quer economizar e se alimentar melhor. Além de serem mais baratas do que comer fora, elas permitem controlar a qualidade e a quantidade dos alimentos, evitando o desperdício e o consumo excessivo de calorias, gorduras e sódio. As marmitas também podem atender a necessidades específicas de dieta, como restrições alimentares ou opções vegetarianas e veganas.

    Para quem quer entrar nesse mercado, é preciso seguir algumas normas sanitárias e de segurança alimentar, como manter a higiene do local de preparo, armazenar e transportar os alimentos adequadamente e informar os ingredientes e a data de validade das refeições. Também é importante investir em embalagens práticas e atrativas, diversificar o cardápio e oferecer opções personalizadas para os clientes.

    As marmitas são uma tendência que veio para ficar, pois atendem a uma demanda crescente por praticidade, economia e saúde. Com planejamento, criatividade e bom tempero, é possível se destacar nesse mercado e conquistar uma clientela fiel.

    Uma delas é levar marmita para o trabalho, uma prática que vem ganhando cada vez mais adeptos nos últimos anos.

    Segundo dados do Ministério da Economia, o número de empresários do ramo de alimentação para consumo domiciliar, que inclui as marmitas e outras refeições embaladas, cresceu 134% entre 2014 e 2019, passando de 102,1 mil para 239,8 mil. A maioria desses empreendedores são microempreendedores individuais (MEI), que representam 94% do segmento.

    As marmitas oferecem diversas vantagens para quem quer economizar e se alimentar melhor. Além de serem mais baratas do que comer fora, elas permitem controlar a qualidade e a quantidade dos alimentos, evitando o desperdício e o consumo excessivo de calorias, gorduras e sódio. As marmitas também podem atender a necessidades específicas de dieta, como restrições alimentares ou opções vegetarianas e veganas.

    Para quem quer entrar nesse mercado, é preciso seguir algumas normas sanitárias e de segurança alimentar, como manter a higiene do local de preparo, armazenar e transportar os alimentos adequadamente e informar os ingredientes e a data de validade das refeições. Também é importante investir em embalagens práticas e atrativas, diversificar o cardápio e oferecer opções personalizadas para os clientes.

    As marmitas são uma tendência que veio para ficar, pois atendem a uma demanda crescente por praticidade, economia e saúde. Com planejamento, criatividade e bom tempero, é possível se destacar nesse mercado e conquistar uma clientela fiel.

  • Mercado financeiro eleva estimativa de inflação para 7,58%


    A previsão de instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu de 7,27% para 7,58%. Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,98%.

    (mais…)