Tag: Inflação

  • Governo aumenta para R$ 1.006 previsão para salário mínimo em 2019

    O aumento das estimativas de inflação fez o governo revisar para cima o valor do salário mínimo para o próximo ano.

    A proposta do Orçamento Geral da União para 2019, enviada hoje (31) ao Congresso Nacional, fixou em R$ 1.006 o salário mínimo para o primeiro ano do próximo governo.

    Em 2019, a fórmula atual de reajuste será aplicada pela última vez. Pela regra, o mínimo deve ser corrigido pela inflação do ano anterior, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) dos dois anos anteriores.

    De acordo com os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, o valor do mínimo foi revisado para cima porque a estimativa de inflação pelo INPC em 2018 passou de 3,3% para 4,2%.

    O INPC mede a variação de preços das famílias mais pobres, com renda mensal de um a cinco salários mínimos.

    A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que fixa parâmetros para o Orçamento do ano seguinte, estabeleceu o salário mínimo em R$ 998.

    A previsão considerou o crescimento de 1% do PIB de 2017 mais estimativa de inflação pelo INPC de 3,3%. Inicialmente, o governo tinha proposto salário mínimo de R$ 1.002.

  • Ipea: Inflação de julho foi menor para as famílias de baixa renda

    Em julho, a inflação para as famílias de baixa renda do Brasil foi menor do que para aquelas mais ricas.

    Os grupos com salários mais baixos tiveram uma inflação de 0,26%. Já nas famílias com rendimentos mais altos, a taxa ficou em 0,38%.

    A inflação para aqueles com renda mais baixa foi impulsionada pela queda de 0,6% nos preços da alimentação no domicílio, item de grande impacto no orçamento.

    E pesou muito no bolso das famílias mais ricas o aumento do preço das passagens aéreas, superior a 44% em julho. Também a alta de 0,7% na alimentação fora de casa.

    Os dados são da pesquisa Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, divulgada nesta terça-feira (21).

    A técnica de Planejamento do Ipea, Maria Andréia Lameiras, responsável pelo levantamento, detalha por quais motivos a inflação diminuiu para os mais pobres.

    De janeiro até julho, a inflação também foi mais alta para os segmentos de renda mais elevada, devido a alta da gasolina, mensalidades escolares e planos de saúde. No mesmo período, os mais pobres sentiram os impactos nos rendimentos com as altas da energia elétrica e das passagens de ônibus.

    A pesquisa Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda é realizada com dados do Sistema Nacional de Índice de Preços ao Consumidor do IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

    O estudo revelou que, no mês passado, houve o fim dos impactos da greve dos caminhoneiros nos preços dos alimentos, o que ajudou na diminuir a inflação dos mais pobres.

    Segundo o levantamento, a expectativa é de uma inflação de 4,5% para o restante de 2018. Para o futuro, a pesquisa revela que pode haver uma desaceleração de preços administrados, ou seja, regidos por contrato.

    Para o Ipea, será o caso da energia elétrica, ainda este ano. Outra previsão é que o petróleo não deve subir muito no mercado internacional, mantendo os preços dos combustíveis mais estáveis.

  • Mercado financeiro reduz estimativa de inflação de 4,15% para 4,11% para este ano

    A projeção de instituições financeiras para a inflação voltou a cair. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 4,15% para 4,11%, segundo o boletim Focus, pesquisa feita pelo Banco Central (BC) com projeções de instituições financeiras. Essa é a segunda redução consecutiva.

    Para as instituições financeiras, o IPCA em 2019 será 4,10%, mesma estimativa há cinco semanas consecutivas.

    A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em 1,50% neste ano. Para 2019, a estimativa segue em 2,50%.

    A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no final deste ano. Por Radioagência Nacional.

  • Mercado projeta aumento da inflação pela 7ª semana seguida neste ano

    As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) aumentaram pela sétima semana seguida a estimativa para a inflação este ano.

    A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 4% para 4,03%, neste ano.

    A informação consta da pesquisa Focus, publicação elaborada todas as semanas pelo BC, com projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Por Radioagência Nacional.

  • Passagens aéreas puxam para baixo inflação de março

    Com queda de preços de 15,42%, as passagens aéreas foram o item que teve maior impacto no recuo da taxa de inflação de 0,32%, em fevereiro, para 0,09%, em março deste ano. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a queda de preços para março era esperada, já que os meses anteriores (janeiro e fevereiro) são de férias escolares e março é mês de volta às aulas, quando a demanda por passagens se reduz. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, foi divulgado hoje (10) pelo IBGE.

    Com a queda das passagens e o recuo de 0,19% do preço da gasolina, o grupo transportes teve deflação (queda de preços) de 0,25%. Outro grupo de despesa com deflação foi comunicação, com recuo de 0,33%.

    Por outro lado, o grupo de despesas saúde e cuidados pessoais, teve alta de 0,48%, com o maior impacto na inflação de março. O principal responsável pela alta dos gastos com saúde foi o item plano de saúde (1,06%).

    O item individual que mais contribuiu para a inflação em março, no entanto, foi o das frutas, que tiveram alta de preços de 5,32%. Os preços dos alimentos como um todo subiram 0,07% no último mês.

    Os gastos com habitação também tiveram impacto importante na inflação do mês, com taxa de 0,19%, influenciados principalmente pelo aumento do custo com energia elétrica, de 0,67%. A variação de preços pode ser explicada pelos reajustes de 9,09% e de 21,46% nas duas concessionárias de energia do Rio de Janeiro. Com informações da Agência Brasil

  • Inflação para famílias de menor renda avança em março

    A inflação das famílias de menor renda, entre 1 e 2,5 salários mínimos, avançou em março em relação a fevereiro, mas ainda assim ficou abaixo da taxa das famílias de maior renda.

    Segundo dados divulgados hoje (5), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia de Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) de março apresentou variação de 0,08%, com alta de 0,09 ponto percentual (p.p.) acima da taxa apurada de fevereiro, quando o índice acusou variação negativa (deflação) de -0,01%. Com o resultado, o indicador acumula alta de 0,57% no ano e 1,45% nos últimos 12 meses.

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    O indicador, no entanto, ficou abaixo do índice que mede a inflação junto às famílias de maior renda. Segundo a FGV, em março o IPC-BR anotou variação de 0,17%. A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 2,76%, nível também acima do registrado pelo IPC-C1.

    A alta do IPC-C1 em março reflete elevação de preços em cinco das oito classes de despesas componentes do índice, com destaque para Vestuário, cuja inflação passou de uma inflação negativa de 0,72% em fevereiro para uma alta de 0,43% em março; Habitação (0,07% para 0,23%); Saúde e Cuidados Pessoais; (0,17% para 0,3%); e Alimentação (-0,31% para -0,27%).

    Variação nula

    Já o grupo Educação, Leitura e Recreação saiu de uma deflação de -0,18% em fevereiro para uma variação nula em março (0,00%).

    Em contrapartida, os itens Transportes (0,76% para 0,38%), Comunicação (-0,10% para -0,25%) e Despesas Pessoais (0,13% para 0,03%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação.

    Nestas classes de despesa, destacam-se os itens gasolina (1,93% para -0,17%), tarifa de telefone residencial (0,08% para -0,51%) e alimentos para animais domésticos (0,31% para -0,30%). Por: Agência Brasil

  • Inflação pelo IPC-S fecha primeiro trimestre com alta de 1,03%

    A inflação – medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) – fechou a última semana de março com variação acumulada de 0,17%, alta de 0,03 ponto percentual em relação à semana anterior. Com o resultado, o IPC-S encerrou o primeiro trimestre com alta acumulada de 1,03%. Nos últimos 12 meses, o indicador registra alta de 2,76%.

    Os dados foram divulgados hoje (2), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), e indicam que, na última semana de março, quatro das oito classes de despesa componentes do IPC-S apresentaram elevações de preços.

    A maior contribuição partiu do grupo Habitação, que passou de 0,17% para 0,27% entre uma semana e outra, impulsionado pela tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa subiu de 0,91% para 1,19%.

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    Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,34% para 0,42%), Educação, Leitura e Recreação (de -0,20% para -0,09%) e Comunicação (de -0,17% para -0,09%).

    Em contrapartida, fecharam com retração nos preços os grupos Alimentação, que saiu de uma pequena alta de 0,01% para uma inflação negativa (deflação) de 0,02%; Transportes (de 0,3% para 0,23%); e Despesas Diversas (de 0,08% para 0,05%).