Tag: Instagram

  • Como manter sua conta do Instagram segura: um guia para iniciantes

    Como manter sua conta do Instagram segura: um guia para iniciantes

    No mundo digital de hoje, a segurança online é mais importante do que nunca, especialmente em plataformas sociais como o Instagram.

    Aqui estão algumas dicas práticas para manter sua conta segura e evitar que seja hackeada:

    Use uma Senha Forte: Crie uma senha única para o Instagram que você não usa em nenhum outro lugar. Use uma combinação de letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos para aumentar a força da sua senha.

    Ative a Autenticação de Dois Fatores (2FA): Esta é uma camada adicional de segurança que requer um código de acesso temporário, geralmente enviado para o seu celular, além da sua senha.

    Cuidado com Phishing: Nunca clique em links suspeitos ou forneça suas credenciais de login em resposta a e-mails ou mensagens não solicitadas. O Instagram nunca pedirá sua senha.

    Gerencie as Configurações de Privacidade: Ajuste as configurações de privacidade para controlar quem pode ver suas postagens e enviar mensagens. Considere tornar sua conta privada se você não deseja que estranhos vejam seu conteúdo.

    Verifique as Atividades de Login: Regularmente, verifique as atividades de login para ver se há acessos de locais ou dispositivos desconhecidos. Se você notar algo suspeito, altere sua senha imediatamente.

    Não Compartilhe Informações Pessoais: Evite postar informações que possam ser usadas para identificá-lo ou localizá-lo, como seu endereço ou número de telefone.

    Atualize Regularmente o Aplicativo: Mantenha o aplicativo Instagram atualizado para garantir que você tenha as últimas proteções de segurança.

    Seguindo essas etapas simples, você pode navegar no Instagram com mais tranquilidade, sabendo que tomou medidas proativas para proteger sua conta e sua presença online.

    Aqui estão algumas dicas práticas para manter sua conta segura e evitar que seja hackeada:

    Use uma Senha Forte: Crie uma senha única para o Instagram que você não usa em nenhum outro lugar. Use uma combinação de letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos para aumentar a força da sua senha.

    Ative a Autenticação de Dois Fatores (2FA): Esta é uma camada adicional de segurança que requer um código de acesso temporário, geralmente enviado para o seu celular, além da sua senha.

    Cuidado com Phishing: Nunca clique em links suspeitos ou forneça suas credenciais de login em resposta a e-mails ou mensagens não solicitadas. O Instagram nunca pedirá sua senha.

    Gerencie as Configurações de Privacidade: Ajuste as configurações de privacidade para controlar quem pode ver suas postagens e enviar mensagens. Considere tornar sua conta privada se você não deseja que estranhos vejam seu conteúdo.

    Verifique as Atividades de Login: Regularmente, verifique as atividades de login para ver se há acessos de locais ou dispositivos desconhecidos. Se você notar algo suspeito, altere sua senha imediatamente.

    Não Compartilhe Informações Pessoais: Evite postar informações que possam ser usadas para identificá-lo ou localizá-lo, como seu endereço ou número de telefone.

    Atualize Regularmente o Aplicativo: Mantenha o aplicativo Instagram atualizado para garantir que você tenha as últimas proteções de segurança.

    Seguindo essas etapas simples, você pode navegar no Instagram com mais tranquilidade, sabendo que tomou medidas proativas para proteger sua conta e sua presença online.

  • 5 redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam

    5 redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam

    O Twitter é uma das redes sociais mais populares do mundo, com mais de 300 milhões de usuários ativos por mês. Mas nem sempre foi assim.

    Ao longo dos anos, várias outras plataformas tentaram competir com o microblog, oferecendo recursos diferentes ou similares. No entanto, nenhuma delas conseguiu superar ou mesmo se igualar ao sucesso do Twitter.

    Neste post, vamos relembrar cinco redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam.

    1. Plurk: Lançado em 2008, o Plurk era um serviço de microblogging que se diferenciava pelo seu layout horizontal, que mostrava as postagens em uma linha do tempo. Além disso, o Plurk permitia que os usuários escolhessem entre vários emoticons para expressar seus sentimentos nas mensagens, que podiam ter até 210 caracteres. O Plurk chegou a ter uma boa base de usuários na Ásia, mas nunca decolou no resto do mundo. Em 2019, o Plurk anunciou o fim do seu serviço.

    2. App.net: Criado em 2012, o App.net era uma rede social paga, que cobrava uma taxa anual de US$ 50 para os usuários acessarem o seu serviço de microblogging. A ideia era oferecer uma plataforma livre de anúncios e focada na qualidade do conteúdo. O App.net também tinha uma API aberta, que permitia que desenvolvedores criassem aplicativos para a rede. No entanto, o App.net não conseguiu atrair um número suficiente de usuários e de desenvolvedores para sustentar o seu modelo de negócio. Em 2017, o App.net encerrou as suas operações.

    3. Pownce: Fundado em 2007 por Kevin Rose, o criador do Digg, o Pownce era uma rede social que permitia que os usuários compartilhassem mensagens de até 140 caracteres, além de arquivos, links e eventos. O Pownce tinha um design elegante e uma interface simples, mas enfrentou problemas de escalabilidade e de spam. Além disso, o Pownce não conseguiu se diferenciar o suficiente do Twitter, que já tinha uma base maior e mais engajada de usuários. Em 2008, o Pownce foi vendido para o Six Apart e descontinuado.

    4. Jaiku: Criado em 2006 na Finlândia, o Jaiku era uma rede social que combinava microblogging com agregação de conteúdo. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, mas também podiam integrar outros serviços, como Flickr, YouTube e Google Calendar, para mostrar as suas atividades online. O Jaiku tinha um recurso interessante chamado “channels”, que eram grupos temáticos onde os usuários podiam conversar sobre assuntos específicos. Em 2007, o Jaiku foi comprado pelo Google, mas nunca recebeu muita atenção da empresa. Em 2012, o Jaiku foi desligado pelo Google.

    5. Heello: Lançado em 2011 por Noah Everett, o fundador do Twitpic, o Heello era uma rede social que era praticamente uma cópia do Twitter. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, chamadas de “pings”, seguir outros usuários e usar hashtags. O Heello também tinha um recurso de áudio e vídeo, que permitia que os usuários gravassem e compartilhassem clipes curtos. No entanto, o Heello não tinha nada de original ou inovador para atrair os usuários do Twitter ou de outras redes sociais. Em 2013, o Heello foi fechado por Everett.

    Essas foram algumas das redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam. Você se lembra ou usou alguma delas?

    Ao longo dos anos, várias outras plataformas tentaram competir com o microblog, oferecendo recursos diferentes ou similares. No entanto, nenhuma delas conseguiu superar ou mesmo se igualar ao sucesso do Twitter.

    Neste post, vamos relembrar cinco redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam.

    1. Plurk: Lançado em 2008, o Plurk era um serviço de microblogging que se diferenciava pelo seu layout horizontal, que mostrava as postagens em uma linha do tempo. Além disso, o Plurk permitia que os usuários escolhessem entre vários emoticons para expressar seus sentimentos nas mensagens, que podiam ter até 210 caracteres. O Plurk chegou a ter uma boa base de usuários na Ásia, mas nunca decolou no resto do mundo. Em 2019, o Plurk anunciou o fim do seu serviço.

    2. App.net: Criado em 2012, o App.net era uma rede social paga, que cobrava uma taxa anual de US$ 50 para os usuários acessarem o seu serviço de microblogging. A ideia era oferecer uma plataforma livre de anúncios e focada na qualidade do conteúdo. O App.net também tinha uma API aberta, que permitia que desenvolvedores criassem aplicativos para a rede. No entanto, o App.net não conseguiu atrair um número suficiente de usuários e de desenvolvedores para sustentar o seu modelo de negócio. Em 2017, o App.net encerrou as suas operações.

    3. Pownce: Fundado em 2007 por Kevin Rose, o criador do Digg, o Pownce era uma rede social que permitia que os usuários compartilhassem mensagens de até 140 caracteres, além de arquivos, links e eventos. O Pownce tinha um design elegante e uma interface simples, mas enfrentou problemas de escalabilidade e de spam. Além disso, o Pownce não conseguiu se diferenciar o suficiente do Twitter, que já tinha uma base maior e mais engajada de usuários. Em 2008, o Pownce foi vendido para o Six Apart e descontinuado.

    4. Jaiku: Criado em 2006 na Finlândia, o Jaiku era uma rede social que combinava microblogging com agregação de conteúdo. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, mas também podiam integrar outros serviços, como Flickr, YouTube e Google Calendar, para mostrar as suas atividades online. O Jaiku tinha um recurso interessante chamado “channels”, que eram grupos temáticos onde os usuários podiam conversar sobre assuntos específicos. Em 2007, o Jaiku foi comprado pelo Google, mas nunca recebeu muita atenção da empresa. Em 2012, o Jaiku foi desligado pelo Google.

    5. Heello: Lançado em 2011 por Noah Everett, o fundador do Twitpic, o Heello era uma rede social que era praticamente uma cópia do Twitter. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, chamadas de “pings”, seguir outros usuários e usar hashtags. O Heello também tinha um recurso de áudio e vídeo, que permitia que os usuários gravassem e compartilhassem clipes curtos. No entanto, o Heello não tinha nada de original ou inovador para atrair os usuários do Twitter ou de outras redes sociais. Em 2013, o Heello foi fechado por Everett.

    Essas foram algumas das redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam. Você se lembra ou usou alguma delas?

  • 7 formas de ganhar dinheiro online em 2023

    7 formas de ganhar dinheiro online em 2023

    A internet oferece diversas oportunidades para quem quer gerar renda extra ou até mesmo viver de seus talentos e paixões. Se você está em busca de ideias para ganhar dinheiro online em 2023, confira estas 7 sugestões:

    1. Yaar: se você é um criador de conteúdo adulto de qualquer gênero, esta é a plataforma ideal para você. No Yaar, você pode monetizar sua criatividade com planos de assinatura personalizados, que dão acesso aos seus seguidores a fotos, vídeos e textos exclusivos. Além disso, você pode interagir com seus fãs por meio de chat privado, transmissões ao vivo e muito mais. O site é seguro, discreto e fácil de usar. Acesse yaar.com.br e comece a ganhar dinheiro com o seu conteúdo.

    2. YouTube: o maior site de vídeos do mundo continua sendo uma ótima fonte de renda para quem produz conteúdo de qualidade e atrai uma audiência fiel. Você pode ganhar dinheiro com anúncios, patrocínios, merchandising e participação no YouTube Premium. Para isso, é preciso ter pelo menos 1.000 inscritos e 4.000 horas de visualização nos últimos 12 meses.

    3. Instagram: a rede social mais popular do momento também oferece diversas formas de ganhar dinheiro online. Você pode se tornar um influenciador digital e fechar parcerias com marcas que se alinham ao seu nicho e público. Você também pode vender seus próprios produtos ou serviços, usar o Instagram Shopping para facilitar as compras dos seus seguidores ou criar conteúdo exclusivo para o Instagram Reels e o IGTV.

    4. Podcast: se você gosta de falar sobre um assunto específico e tem uma boa voz, pode criar um podcast e monetizá-lo de várias formas. Você pode inserir anúncios em seus episódios, receber doações dos seus ouvintes, oferecer conteúdo premium por meio de plataformas como o Spotify ou o Patreon ou vender produtos ou serviços relacionados ao seu tema.

    5. Blog: se você prefere escrever do que falar, pode criar um blog sobre um assunto que domina e que tenha demanda na internet. Você pode ganhar dinheiro com anúncios, afiliados, patrocínios ou vendendo seus próprios produtos ou serviços. Para isso, é preciso ter um bom domínio da escrita, produzir conteúdo relevante e otimizado para os mecanismos de busca e divulgar seu blog nas redes sociais.

    6. E-commerce: se você tem um produto físico ou digital para vender, pode criar uma loja virtual e aproveitar o crescimento do comércio eletrônico no Brasil e no mundo. Você pode usar plataformas como o Shopify, o WooCommerce ou o Mercado Livre para criar sua loja online sem precisar de conhecimentos técnicos. Você também pode usar as redes sociais e os marketplaces para divulgar seus produtos e aumentar suas vendas.

    7. Freelancer: se você tem uma habilidade profissional que possa ser prestada à distância, pode se tornar um freelancer e oferecer seus serviços online para clientes de todo o mundo. Você pode usar plataformas como o Workana, o 99freelas ou o Fiverr para encontrar projetos que se encaixem no seu perfil e na sua disponibilidade. Você também pode criar seu próprio portfólio online e divulgar seus serviços nas redes sociais ou em grupos específicos.

    Essas são apenas algumas das formas de ganhar dinheiro online em 2023. Existem muitas outras possibilidades que podem surgir com as novas tendências e tecnologias. O importante é escolher algo que você goste de fazer, que tenha demanda no mercado e que seja rentável.

    1. Yaar: se você é um criador de conteúdo adulto de qualquer gênero, esta é a plataforma ideal para você. No Yaar, você pode monetizar sua criatividade com planos de assinatura personalizados, que dão acesso aos seus seguidores a fotos, vídeos e textos exclusivos. Além disso, você pode interagir com seus fãs por meio de chat privado, transmissões ao vivo e muito mais. O site é seguro, discreto e fácil de usar. Acesse yaar.com.br e comece a ganhar dinheiro com o seu conteúdo.

    2. YouTube: o maior site de vídeos do mundo continua sendo uma ótima fonte de renda para quem produz conteúdo de qualidade e atrai uma audiência fiel. Você pode ganhar dinheiro com anúncios, patrocínios, merchandising e participação no YouTube Premium. Para isso, é preciso ter pelo menos 1.000 inscritos e 4.000 horas de visualização nos últimos 12 meses.

    3. Instagram: a rede social mais popular do momento também oferece diversas formas de ganhar dinheiro online. Você pode se tornar um influenciador digital e fechar parcerias com marcas que se alinham ao seu nicho e público. Você também pode vender seus próprios produtos ou serviços, usar o Instagram Shopping para facilitar as compras dos seus seguidores ou criar conteúdo exclusivo para o Instagram Reels e o IGTV.

    4. Podcast: se você gosta de falar sobre um assunto específico e tem uma boa voz, pode criar um podcast e monetizá-lo de várias formas. Você pode inserir anúncios em seus episódios, receber doações dos seus ouvintes, oferecer conteúdo premium por meio de plataformas como o Spotify ou o Patreon ou vender produtos ou serviços relacionados ao seu tema.

    5. Blog: se você prefere escrever do que falar, pode criar um blog sobre um assunto que domina e que tenha demanda na internet. Você pode ganhar dinheiro com anúncios, afiliados, patrocínios ou vendendo seus próprios produtos ou serviços. Para isso, é preciso ter um bom domínio da escrita, produzir conteúdo relevante e otimizado para os mecanismos de busca e divulgar seu blog nas redes sociais.

    6. E-commerce: se você tem um produto físico ou digital para vender, pode criar uma loja virtual e aproveitar o crescimento do comércio eletrônico no Brasil e no mundo. Você pode usar plataformas como o Shopify, o WooCommerce ou o Mercado Livre para criar sua loja online sem precisar de conhecimentos técnicos. Você também pode usar as redes sociais e os marketplaces para divulgar seus produtos e aumentar suas vendas.

    7. Freelancer: se você tem uma habilidade profissional que possa ser prestada à distância, pode se tornar um freelancer e oferecer seus serviços online para clientes de todo o mundo. Você pode usar plataformas como o Workana, o 99freelas ou o Fiverr para encontrar projetos que se encaixem no seu perfil e na sua disponibilidade. Você também pode criar seu próprio portfólio online e divulgar seus serviços nas redes sociais ou em grupos específicos.

    Essas são apenas algumas das formas de ganhar dinheiro online em 2023. Existem muitas outras possibilidades que podem surgir com as novas tendências e tecnologias. O importante é escolher algo que você goste de fazer, que tenha demanda no mercado e que seja rentável.

  • Como os youtubers e influenciadores do Instagram iludem os brasileiros que querem morar em Portugal

    Como os youtubers e influenciadores do Instagram iludem os brasileiros que querem morar em Portugal

    Reportagem da Deutsche Welle (DW) critica influenciadores que vendem “uma falsa ilusão” sobre Portugal, mostrando apenas as vantagens e omitindo os problemas.

    A matéria aborda a situação dos imigrantes brasileiros em Portugal, que enfrentam dificuldades para se integrar ao mercado de trabalho e à sociedade portuguesa.

    Segundo a reportagem, muitos brasileiros chegam ao país com expectativas elevadas, mas se deparam com a burocracia, a exploração, a discriminação e a falta de oportunidades.

    A matéria cita dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que mostram que os brasileiros são a maior comunidade estrangeira em Portugal, com cerca de 151 mil residentes em 2019. No entanto, apenas 15% deles têm ensino superior, e a maioria trabalha em setores como construção civil, limpeza e hotelaria, com baixos salários e poucos direitos.

    A matéria também relata casos de brasileiros que foram vítimas de golpes, violência ou abusos por parte de empregadores ou intermediários. Além disso, a matéria destaca os desafios para a regularização dos imigrantes, que dependem de uma série de documentos e taxas, e que muitas vezes são impedidos de acessar serviços públicos essenciais, como saúde e educação.

    Confira a matéria completa neste link.

    A matéria aborda a situação dos imigrantes brasileiros em Portugal, que enfrentam dificuldades para se integrar ao mercado de trabalho e à sociedade portuguesa.

    Segundo a reportagem, muitos brasileiros chegam ao país com expectativas elevadas, mas se deparam com a burocracia, a exploração, a discriminação e a falta de oportunidades.

    A matéria cita dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que mostram que os brasileiros são a maior comunidade estrangeira em Portugal, com cerca de 151 mil residentes em 2019. No entanto, apenas 15% deles têm ensino superior, e a maioria trabalha em setores como construção civil, limpeza e hotelaria, com baixos salários e poucos direitos.

    A matéria também relata casos de brasileiros que foram vítimas de golpes, violência ou abusos por parte de empregadores ou intermediários. Além disso, a matéria destaca os desafios para a regularização dos imigrantes, que dependem de uma série de documentos e taxas, e que muitas vezes são impedidos de acessar serviços públicos essenciais, como saúde e educação.

    Confira a matéria completa neste link.

  • Facebook classifica centenas de contas bolsonaristas como “operações executadas por um governo para atingir seus próprios cidadãos”


    As contas estão ligadas à assessores dos filhos do presidente e foram acessadas em locais como Senado, Câmara e Presidência. Elas veiculavam conteúdo a favor de Bolsonaro e ataques contra opositores e a mídia.

    Conteúdo em áudio produzido sob encomenda e para uso exclusivo do contratante

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    O conteúdo produzido pela W Rádio Brasil é protegido pela Lei nº 9.610 (Lei de Direitos Autorais). Para ter acesso, utilizar, reproduzir ou modificar, assine um dos nossos planos.

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    Veja também:

    Ouça a nova edição do Boletim Brasil:

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  • Golpe do dia das mães: Criminosos prometem kits, presentes e até estadia falsa em hotéis de luxo

    Com a proximidade do dia das mães a quantidade golpes nas redes sociais e no WhatsApp registrou um aumento considerável.

    Criminosos estão usando contas no Instagram, Facebook e WhatsApp prometendo diárias grátis em hotéis de luxo, kits do Boticário e presentes como smartphones e aparelhos de TV.

    Na maioria das vezes, uma mensagem prometendo alguma coisa leva o usuário para um link malicioso que pede CPF, nome e endereço da vítima. No caso do Instagram, um perfil falso do hotel, criado pelos criminosos, entra em contato com a vítima dizendo que ela foi selecionada para uma diária grátis.

    O conteúdo em áudio foi produzido sob encomenda e para uso exclusivo do contratante. Você pode ter conteúdos como este na sua rádio, site ou blog. Saiba mais aqui.


    Ouça a W:

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    O conteúdo produzido pela W Rádio Brasil é protegido pela Lei nº 9.610 (Lei de Direitos Autorais). Para ter acesso, utilizar, reproduzir ou modificar, assine um dos nossos planos. Saiba mais aqui.

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    Veja também:


    Ouça a nova edição do Boletim Brasil:

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  • Facebook e Instagram marcam post de Bolsonaro como ‘informação falsa’

    Vídeo publicado na segunda-feira (26) nos perfis do presidente, em que um homem compara títulos de matérias em português e em espanhol do jornal El País, contém erro de tradução do espanhol para o português.

    No vídeo, o homem mostra o título do texto publicado em espanhol, que afirmava que o presidente brasileiro “animou” os investidores com seu discurso no Fórum Econômico Mundial, em 2019, em Davos. Enquanto, o título em português, dizia que Bolsonaro “decepcionou”, com uma fala breve em Davos.

    “Se você não lê jornal está sem informação, se lê está desinformado”, escreveu Jair Bolsonaro na legenda do post.

    A agência Lupa checou as informações e alertou que o conteúdo é falso, pois, a palavra “animar” em espanhol não tem o mesmo sentido que em português. Sendo assim, animar significa “incitar alguém a tomar uma ação”.

    “Dessa forma, difere-se do uso mais corrente no português brasileiro, que é relacionado a ‘transmitir ânimo’, ‘dar vida’ ou ‘estimular’”, explicou a agência.


    Ouça a W:

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    Ouça a nova edição do Boletim Brasil:

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  • Encontraram a ‘irmã gêmea’ de Jennifer Lopez na internet

    Mais uma vez os experientes e desocupados detetives digitais fizeram uma descoberta incrível. Eles encontraram uma atleta americana que se parece muito com a famosa cantora Jennifer Lopez.

    Janice Garay, de 28 anos de idade, é uma fisiculturista e se tornou sensação da Internet depois que muitos de seus seguidores começaram a compará-la com a estrela latina. Alguns, inclusive, afirmaram que ela é mais bonita que a própria J.Lo.

    “É como se Jennifer Lopez tivesse uma irmã mais linda”, escreveu um dos seus 180 mil seguidores no Instagram.

    Garay, por sua vez, afirmou que nunca notou semelhança alguma com Lopez, mas admitiu ser uma grande fã de seu trabalho e espera poder conhecer a cantora um dia, informou a edição People.

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    Confira abaixo as fotos da sósia:

    https://www.instagram.com/p/BkG-E6mjUHU/?utm_source=ig_embed

    https://www.instagram.com/p/BjhpTlKjVPa/?utm_source=ig_embed

    https://www.instagram.com/p/Bj4erqrDWgs/?utm_source=ig_embed

  • Instagram ficou instável em várias partes do mundo

    Desde o início da semana, o Instagram tem se mostrado instável, gerando reclamações de usuários de várias partes do mundo. De acordo com o site Downdetector, que monitora o funcionamento dos aplicativos e serviços mais populares, os internautas da rede social têm tido problemas para acessar o aplicativo, atualizar o feed e até acessar o site do Instagram.

    O Downdetector informou que os problemas foram relatados por usuários nos EUA, Europa, algumas regiões da Rússia, incluindo o centro, o leste e o sul do país. Os internautas do Extremo Oriente e Japão também de queixaram de dificuldades de acesso.

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    No Brasil, alguns usuários relataram os problemas por outras redes sociais como Twitter e Facebook. Em alguns casos, os problemas foram resolvidos após desinstalar e instalar o aplicativo novamente. Em outros casos essa ação não resultou em nada, apenas uma solução temporária, já que logo em seguida o APP voltou a apresentar problemas.

    Cerca de metade dos internautas do Instagram (49%) disseram não ter conseguido acessar seus perfis, 40% relataram problemas com a atualização de notícias e 10% referiram o mau funcionamento do site. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Seu celular escuta tudo o que você diz e temos provas disso

    “Sim, nossos telefones estão nos ouvindo e tudo o que dizemos em torno deles poderá ser usado contra nós”, diz o artigo de um repórter que apresenta evidências de que os nossos “amigos eletrônicos” estão nos gravando e escutando mesmo quando não suspeitamos disso.

    Há alguns anos, Sam Nichols, repórter da revista Vice, notou uma coisa estranha: depois de conversar com um amigo sobre uma viagem ao Japão, ambos começaram a receber anúncios no Facebook sobre viagens de avião a Tóquio, o que a princípio parecia uma “coincidência assustadora”.

    “Então isso é apenas paranoia, ou nossos smartphones estão realmente nos escutando?”, se perguntou Sam e decidiu responder a essa pergunta escrevendo um artigo especial sobre o tema.

    Ele também citou o Dr. Peter Henway, consultor sênior de segurança da empresa de cibersegurança Asterix e ex-palestrante e pesquisador da Universidade Edith Cowan, que acabou por confirmar suas dúvidas.

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    O Sr. Henway ressaltou desde o início que, para o celular realmente levar em conta sua conversa, tem que haver um “disparador”, por exemplo, as frases “Oi Siri” ou “Ok Google”.

    “Na ausência desses disparadores, os dados fornecidos são processados apenas por seu próprio telefone”, disse ele.

    Embora isso possa não parecer alarmante, todos os aplicativos de terceiros que você tem em seu telefone, como o Facebook, por exemplo, têm sempre acesso a esses dados “não disparados”.

    O especialista continuou explicando que tais aplicativos como o Facebook ou o Instagram podem ter milhares de disparadores. Uma simples conversa com um amigo sobre um novo par de jeans pode ser suficiente para ativá-lo. A palavra usada é “pode”, porque empresas como o Facebook negam expressamente escutar as conversas dos seus usuários.

    “Realmente, não há razão para que este não seja o caso. Faz sentido do ponto de vista do marketing, e se seus acordos de uso final e a lei permitem isso, então eu acho que sim, mas não há como ter certeza disso”, acrescentou Henway.

    Sam Nichols decidiu então verificar por si mesmo. Duas vezes por dia, durante cinco dias, ele tentou dizer um monte de frases que teoricamente poderiam servir como disparadores. Frases do tipo que ele precisava de camisas baratas para o trabalho ou que ele estava pensando em voltar para a faculdade. E em seguida, ele observou cuidadosamente os posts patrocinados no Facebook.

    “De repente, começaram a me falar sobre cursos de meio semestre em várias universidades e algumas marcas oferecendo roupas baratas. Uma conversa privada com um amigo sobre o fato de eu ter ficado sem espaço de dados resultou em um anúncio de espaços de dados baratos de 20 GB. E mesmo que fossem bons negócios, o total foi revelador e completamente aterrorizante”, escreveu o jornalista.

    “Como a maioria das empresas de tecnologia está sediada nos Estados Unidos, a NSA [Agência de Segurança Nacional], ou talvez a CIA, podem potencialmente divulgar suas informações, seja isso legal em seu país de origem ou não”, disse Henway.

    “Então, sim, nossos telefones estão nos ouvindo e tudo o que dizemos em torno deles poderia ser usado contra nós. Mas, segundo Peter [Henway], ao menos, não é algo que a maioria das pessoas deva ter medo”, conclui o jornalista.

    Diversos usuários da Internet têm relatado por várias vezes terem sido “vítimas” de tais práticas: eles argumentam que mesmo sem terem mencionado um tópico em uma conversa telefônica, o objeto de sua busca era exibido e proposto em anúncios nas redes sociais. Assim, a experiência do jornalista confirmou mais uma vez a teoria de que estaríamos permanentemente sob escuta. Com informações da Sputnik Brasil.