Tag: leite

  • Estudo Mostra que Leite Pode Causar Efeitos Anti-Inflamatórios, Contrariando Crenças Populares

    Estudo Mostra que Leite Pode Causar Efeitos Anti-Inflamatórios, Contrariando Crenças Populares

    Recentemente, tem havido um debate crescente sobre os potenciais efeitos inflamatórios do leite e de produtos lácteos na saúde humana.

    No entanto, uma revisão sistemática atualizada de ensaios clínicos randomizados trouxe novas evidências que contestam a ideia de que o leite é inflamatório e prejudicial, especialmente em indivíduos sem intolerância ou alergia ao leite.

    Leite: Herói ou Vilão?

    A crença popular de que o leite e seus derivados causam inflamação tem sido difundida, mas não há evidências científicas robustas que sustentem essa afirmação em pessoas saudáveis. Na verdade, a melhor evidência disponível sugere que o leite pode ter propriedades anti-inflamatórias. Esta conclusão é respaldada por um estudo abrangente intitulado “Milk and Dairy Product Consumption and Inflammatory Biomarkers: An Updated Systematic Review of Randomized Clinical Trials“, publicado no PubMed.

    Revisão Sistemática dos Estudos

    O estudo em questão revisou a literatura científica disponível entre 1º de janeiro de 2012 e 30 de abril de 2018, utilizando bases de dados como Medline (via PubMed) e Scopus. Foram incluídos ensaios clínicos randomizados que investigaram os efeitos do consumo de leite e produtos lácteos sobre biomarcadores inflamatórios, como proteína C-reativa, interleucinas, citocinas e moléculas de adesão vascular, além da expressão de genes pró-inflamatórios em células mononucleares do sangue periférico.

    Metodologia e Resultados

    A revisão sistemática avaliou o risco de viés dos estudos utilizando a metodologia Cochrane e considerou os desfechos primários mencionados acima. Foram analisados dezesseis estudos (publicados em 15 artigos) que incluíam tanto indivíduos saudáveis quanto pessoas com sobrepeso, obesidade, síndrome metabólica ou diabetes tipo 2.

    Os resultados mostraram que o consumo de leite e produtos lácteos não teve efeito pró-inflamatório em indivíduos saudáveis ou com anormalidades metabólicas. Pelo contrário, a maioria dos estudos documentou um efeito anti-inflamatório significativo, tanto em indivíduos saudáveis quanto naqueles metabolicamente comprometidos, embora nem todos os artigos fossem de alta qualidade.

    Importância dos Produtos Lácteos na Dieta

    Nos países desenvolvidos, os produtos lácteos contribuem com até 14% da ingestão calórica diária. Dado o papel potencialmente benéfico do leite na inflamação, é crucial reconsiderar as recomendações dietéticas que excluem esses alimentos sem base científica sólida.

    O crescente interesse e número de estudos sobre os efeitos do leite e produtos lácteos na inflamação refletem uma necessidade de compreender melhor esses alimentos frequentemente consumidos. A revisão sistemática atual sugere que, ao contrário das alegações populares, o leite pode exercer um efeito anti-inflamatório, beneficiando tanto indivíduos saudáveis quanto aqueles com problemas metabólicos.

    Esta nova evidência destaca a importância de basear nossas escolhas alimentares em ciência robusta e não em mitos ou desinformação. Para aqueles sem intolerância ou alergia, o leite e seus derivados podem continuar a fazer parte de uma dieta saudável e equilibrada.

    Fontes: Link, Link 2, Link 3.


    No entanto, uma revisão sistemática atualizada de ensaios clínicos randomizados trouxe novas evidências que contestam a ideia de que o leite é inflamatório e prejudicial, especialmente em indivíduos sem intolerância ou alergia ao leite.

    Leite: Herói ou Vilão?

    A crença popular de que o leite e seus derivados causam inflamação tem sido difundida, mas não há evidências científicas robustas que sustentem essa afirmação em pessoas saudáveis. Na verdade, a melhor evidência disponível sugere que o leite pode ter propriedades anti-inflamatórias. Esta conclusão é respaldada por um estudo abrangente intitulado “Milk and Dairy Product Consumption and Inflammatory Biomarkers: An Updated Systematic Review of Randomized Clinical Trials“, publicado no PubMed.

    Revisão Sistemática dos Estudos

    O estudo em questão revisou a literatura científica disponível entre 1º de janeiro de 2012 e 30 de abril de 2018, utilizando bases de dados como Medline (via PubMed) e Scopus. Foram incluídos ensaios clínicos randomizados que investigaram os efeitos do consumo de leite e produtos lácteos sobre biomarcadores inflamatórios, como proteína C-reativa, interleucinas, citocinas e moléculas de adesão vascular, além da expressão de genes pró-inflamatórios em células mononucleares do sangue periférico.

    Metodologia e Resultados

    A revisão sistemática avaliou o risco de viés dos estudos utilizando a metodologia Cochrane e considerou os desfechos primários mencionados acima. Foram analisados dezesseis estudos (publicados em 15 artigos) que incluíam tanto indivíduos saudáveis quanto pessoas com sobrepeso, obesidade, síndrome metabólica ou diabetes tipo 2.

    Os resultados mostraram que o consumo de leite e produtos lácteos não teve efeito pró-inflamatório em indivíduos saudáveis ou com anormalidades metabólicas. Pelo contrário, a maioria dos estudos documentou um efeito anti-inflamatório significativo, tanto em indivíduos saudáveis quanto naqueles metabolicamente comprometidos, embora nem todos os artigos fossem de alta qualidade.

    Importância dos Produtos Lácteos na Dieta

    Nos países desenvolvidos, os produtos lácteos contribuem com até 14% da ingestão calórica diária. Dado o papel potencialmente benéfico do leite na inflamação, é crucial reconsiderar as recomendações dietéticas que excluem esses alimentos sem base científica sólida.

    O crescente interesse e número de estudos sobre os efeitos do leite e produtos lácteos na inflamação refletem uma necessidade de compreender melhor esses alimentos frequentemente consumidos. A revisão sistemática atual sugere que, ao contrário das alegações populares, o leite pode exercer um efeito anti-inflamatório, beneficiando tanto indivíduos saudáveis quanto aqueles com problemas metabólicos.

    Esta nova evidência destaca a importância de basear nossas escolhas alimentares em ciência robusta e não em mitos ou desinformação. Para aqueles sem intolerância ou alergia, o leite e seus derivados podem continuar a fazer parte de uma dieta saudável e equilibrada.

    Fontes: Link, Link 2, Link 3.


  • Leite materno protege filhotes de camundongos de infecção bacteriana, diz estudo

    Leite materno protege filhotes de camundongos de infecção bacteriana, diz estudo

    Um estudo liderado por pesquisadores da Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg revelou um novo benefício do leite materno para a saúde dos filhotes de camundongos.

    Segundo o trabalho, publicado na revista Cell, o leite materno contém componentes imunológicos que moldam o ambiente do intestino dos filhotes, tornando-os menos suscetíveis a certas bactérias causadoras de doenças.

    Os pesquisadores descobriram que os filhotes que mamaram de mães cujo leite materno não tinha uma proteína complementar chave ficaram mais vulneráveis à infecção por Citrobacter rodentium, uma bactéria que infecta o intestino dos camundongos. Essa bactéria é semelhante a alguns tipos de E. coli que causam diarreia em humanos, mas não em camundongos.

    Os componentes complementares do leite materno são proteínas que podem atacar diretamente as células bacterianas e alterar a composição da microbiota intestinal, que é o conjunto de micro-organismos que vivem no trato digestivo e influenciam a saúde e a doença. Essa mudança na microbiota intestinal faz com que os filhotes de camundongos fiquem menos propensos a ter uma inflamação prejudicial na presença de Citrobacter rodentium, protegendo-os de uma possível colite, ou seja, uma inflamação do cólon.

    “Esses achados revelam um papel crítico das proteínas complementares do leite materno na modelagem da microbiota intestinal dos filhotes durante os estágios iniciais do desenvolvimento, promovendo a saúde infantil e defendendo contra patógenos”, diz o professor Fengyi Wan, PhD, autor sênior do estudo.

    Os pesquisadores também confirmaram, em análises separadas em laboratório, que o leite materno humano contém esses componentes complementares, que demonstraram uma atividade semelhante na eliminação de bactérias específicas.

    Esses resultados ampliam o nosso conhecimento sobre os mecanismos de proteção do leite materno, que já é conhecido por fornecer uma excelente nutrição aos bebês e por compartilhar anticorpos e células brancas do sangue da mãe.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde, pelo Departamento de Defesa dos EUA, pela Associação Americana de Imunologistas e pela Associação Americana do Coração.

    Fonte: Link.

    Segundo o trabalho, publicado na revista Cell, o leite materno contém componentes imunológicos que moldam o ambiente do intestino dos filhotes, tornando-os menos suscetíveis a certas bactérias causadoras de doenças.

    Os pesquisadores descobriram que os filhotes que mamaram de mães cujo leite materno não tinha uma proteína complementar chave ficaram mais vulneráveis à infecção por Citrobacter rodentium, uma bactéria que infecta o intestino dos camundongos. Essa bactéria é semelhante a alguns tipos de E. coli que causam diarreia em humanos, mas não em camundongos.

    Os componentes complementares do leite materno são proteínas que podem atacar diretamente as células bacterianas e alterar a composição da microbiota intestinal, que é o conjunto de micro-organismos que vivem no trato digestivo e influenciam a saúde e a doença. Essa mudança na microbiota intestinal faz com que os filhotes de camundongos fiquem menos propensos a ter uma inflamação prejudicial na presença de Citrobacter rodentium, protegendo-os de uma possível colite, ou seja, uma inflamação do cólon.

    “Esses achados revelam um papel crítico das proteínas complementares do leite materno na modelagem da microbiota intestinal dos filhotes durante os estágios iniciais do desenvolvimento, promovendo a saúde infantil e defendendo contra patógenos”, diz o professor Fengyi Wan, PhD, autor sênior do estudo.

    Os pesquisadores também confirmaram, em análises separadas em laboratório, que o leite materno humano contém esses componentes complementares, que demonstraram uma atividade semelhante na eliminação de bactérias específicas.

    Esses resultados ampliam o nosso conhecimento sobre os mecanismos de proteção do leite materno, que já é conhecido por fornecer uma excelente nutrição aos bebês e por compartilhar anticorpos e células brancas do sangue da mãe.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde, pelo Departamento de Defesa dos EUA, pela Associação Americana de Imunologistas e pela Associação Americana do Coração.

    Fonte: Link.

  • Leite de vaca faz bem à saúde, dizem entidades médicas

    Leite de vaca faz bem à saúde, dizem entidades médicas

    O leite de vaca é um alimento seguro e nutritivo, que pode trazer benefícios para a saúde humana.

    Essa é a conclusão de um documento elaborado por duas entidades médicas brasileiras, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI).

    O documento, divulgado na última semana, tem o objetivo de esclarecer mitos e verdades sobre o consumo de leite de vaca, que vem sendo alvo de críticas e boatos na internet. Segundo as entidades, o leite é uma fonte importante de cálcio, proteínas, carboidratos, gordura e outros compostos bioativos que podem prevenir doenças como osteoporose e câncer.

    O leite também não é inflamatório, como alguns sites e influenciadores digitais afirmam. Pelo contrário, o leite pode ter efeito anti-inflamatório, graças à presença de lactoferrina, uma proteína que combate bactérias e vírus. Além disso, o leite pode ajudar a regular o sistema imunológico, evitando alergias e doenças autoimunes.

    As entidades médicas ressaltam que existem diferentes tipos de leite de vaca, que podem se adequar às necessidades e preferências dos consumidores. O leite integral é o mais rico em gordura e calorias, mas também em vitaminas lipossolúveis, como A, D, E e K. O leite desnatado tem menos gordura e calorias, mas mantém os mesmos níveis de cálcio e proteínas do leite integral. O leite sem lactose é indicado para pessoas que têm intolerância à lactose, um açúcar presente no leite que pode causar desconforto gastrointestinal em alguns indivíduos.

    As entidades médicas afirmam que o consumo de leite de vaca é recomendado para todas as faixas etárias, desde que não haja contraindicação médica. O leite deve fazer parte de uma alimentação equilibrada e variada, que inclua também frutas, verduras, cereais, leguminosas, carnes e ovos.

    O documento das entidades médicas visa a orientar profissionais de saúde, educadores e a população em geral sobre os benefícios do leite de vaca para a saúde. Segundo as entidades, o leite é um alimento completo e acessível, que pode contribuir para a qualidade de vida das pessoas.

    Essa é a conclusão de um documento elaborado por duas entidades médicas brasileiras, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI).

    O documento, divulgado na última semana, tem o objetivo de esclarecer mitos e verdades sobre o consumo de leite de vaca, que vem sendo alvo de críticas e boatos na internet. Segundo as entidades, o leite é uma fonte importante de cálcio, proteínas, carboidratos, gordura e outros compostos bioativos que podem prevenir doenças como osteoporose e câncer.

    O leite também não é inflamatório, como alguns sites e influenciadores digitais afirmam. Pelo contrário, o leite pode ter efeito anti-inflamatório, graças à presença de lactoferrina, uma proteína que combate bactérias e vírus. Além disso, o leite pode ajudar a regular o sistema imunológico, evitando alergias e doenças autoimunes.

    As entidades médicas ressaltam que existem diferentes tipos de leite de vaca, que podem se adequar às necessidades e preferências dos consumidores. O leite integral é o mais rico em gordura e calorias, mas também em vitaminas lipossolúveis, como A, D, E e K. O leite desnatado tem menos gordura e calorias, mas mantém os mesmos níveis de cálcio e proteínas do leite integral. O leite sem lactose é indicado para pessoas que têm intolerância à lactose, um açúcar presente no leite que pode causar desconforto gastrointestinal em alguns indivíduos.

    As entidades médicas afirmam que o consumo de leite de vaca é recomendado para todas as faixas etárias, desde que não haja contraindicação médica. O leite deve fazer parte de uma alimentação equilibrada e variada, que inclua também frutas, verduras, cereais, leguminosas, carnes e ovos.

    O documento das entidades médicas visa a orientar profissionais de saúde, educadores e a população em geral sobre os benefícios do leite de vaca para a saúde. Segundo as entidades, o leite é um alimento completo e acessível, que pode contribuir para a qualidade de vida das pessoas.

  • Preço médio do leite sobe mais de 16% e atinge valor recorde para o mês de julho

    Levantamento do Cepea constatou que, em um ano, o valor do produto cresceu 25%

    Ouça na W:

    Se não conseguir visualizar o artigo tente aqui.

    Fonte: Brasil 61


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui