Tag: Maconha

  • Uso recreativo da maconha é liberado em 4 Estados dos EUA


    Em meio à pandemia, os Estados estão buscando novas maneiras de arrecadar dinheiro para os cofres públicos.

    Maioria dos estados adotaram um imposto relativamente baixo, o que atraiu mais produtores e varejistas, que praticam preços mais baixos e, consequentemente, vendem mais e produzem mais receita ao governo.

    Ouça na W:

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    Veja também:


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  • Cannabis pode reduzir sintomas de TOC pela metade, diz estudo


    Foram analisados dados de mais de 1.800 sessões em que 87 indivíduos, ao longo de 31 meses, fizeram o uso da cannabis.

    Ouça na W:

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

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  • No ar o Boletim W com os destaques do dia


    Confira na edição de hoje do Boletim W com apresentação de João Marcos Lins.

    Você pode ter este conteúdo na sua rádio. Saiba mais aqui.


    Veja os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
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  • Desarquivada proposta que permite uso terapêutico da maconha

    O projeto de lei que legaliza o pequeno porte e propõe o uso terapêutico da maconha (PLC 37/2013) volta a ser discutido na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O desarquivamento foi requerido pelo senador Lasier Martins (Pode-RS), com o apoio de 28 senadores. O projeto, que altera a Lei de Drogas (Lei 11.343, de 2006), também será examinado pelas comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Mais informações com Iara Farias Borges, da Rádio Senado.

  • Comissões discutem plantio da maconha para uso terapêutico

    As comissões permanentes do Senado discutem na próxima semana a criação de Exame Nacional de Proficiência em Medicina e a segurança das barragens no país. E podem votar projetos como o que autoriza o plantio de maconha para uso terapêutico (PLS 514/2017). O assunto já foi debatido em audiência pública neste ano. O senador Waldemir Moka (MDB-MS) defendeu a proposta. Confira a agenda das comissões da próxima semana. A reportagem é de Bruno Lourenço, da Rádio Senado.

  • Coca-Cola pode lançar refrigerante de maconha

    O mercado da maconha legalizada não para de crescer e os grandes empresários já notaram o potencial do mercado. A Coca-Cola, por exemplo, está de olho em bebidas com infusões de cannabis.

    A empresa disse nesta segunda-feira (17) que está “monitorando de perto” o uso do canabidiol (CBD) em bebidas “funcionalmente saudáveis”.

    “O espaço está evoluindo rapidamente, mas ainda não tomamos nenhuma decisão até este momento”, disse Kent Landers, porta-voz da Coca-Cola, à Bloomberg News.

    De acordo com um relatório do BNN Bloomberg, a empresa está “negociando” com a Aurora Cannabis, uma produtora canadense de maconha. Enquanto as vendas de refrigerantes açucarados diminuíram em todo o mundo, as bebidas saudáveis ​​estão em alta.

    Benefícios além do sabor

    Acredita-se que o composto da cannabis tenha efeitos anti-inflamatórios, anti-náusea e anticonvulsivantes e, como não intoxica o usuário, os produtos de CBD são comercializados como tendo alguns dos benefícios da cannabis sem a intoxicação.

    Uma vez que o Canadá apenas legalizou a maconha recreativa, os fabricantes têm demonstrado cada vez mais interesse em produzir produtos com infusão de cannabis. Seria uma espécie de “campo de testes” até que os EUA legalizem a maconha.

    “A entrada em um mercado canadense legalizado permite que eles desenvolvam e construam uma marca sem infringir nenhuma lei”, disse à Reuters Bruce Campbell, um investidor de produtores de ervas daninhas.

    Se a Coca-Cola seguir em frente com a estratégia e produzir refrigerantes com infusões de ervas daninhas, será a primeira fabricante não-alcoólica a produzir bebidas relacionadas à cannabis.

  • PRF apreende mais de 700 kg de maconha na Baixada Fluminense

    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu um carregamento de 720 quilos de maconha que estava sendo transportado por um caminhão na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), em Seropédica, na Baixada Fluminense do Rio. Três homens foram presos suspeitos de tráfico de entorpecentes.

    Segundo a PRF, os agentes abordaram um caminhão e fizeram uma revista detalhada do veículo quando notaram que o motorista e o passageiro ficaram muito nervosos com a presença da polícia.

    O terceiro homem preso seguia viagem de carro, logo atrás do caminhão, fazendo a escolta da droga. Ele seria o “batedor” da mercadoria.

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    Ainda segundo a PRF, a apreensão foi feita durante uma operação que visava coibir o tráfico de drogas na região, principalmente na altura do pedágio de Seropédica. A ação também contou com o apoio da Polícia Federal. Por Agência Brasil.

  • Reino Unido se prepara para legalizar uso medicinal da Cannabis

    A principal consultora médica da Inglaterra diz que há evidências suficientes sobre os benefícios terapêuticos dos medicamentos à base de cannabis, dando luz verde para a legalização da substância em tratamentos de saúde.

    A conclusão da professora Dame Sally Davies levou o novo ministro do Interior, Sajid Javid, a encomendar mais uma revisão sobre a aprovação da cannabis como medicamento, o que poderia levar à reclassificação da droga dentro de algumas semanas.

    “Há evidências claras de instituições de pesquisa altamente respeitadas e confiáveis ​​de que alguns medicamentos à base de cannabis têm benefícios terapêuticos para algumas condições médicas”, afirma a professora Dame Sally em seu relatório.

    Medicamentos à base de cannabis são categorizados como uma droga da Tabela 1, portanto, não são considerados terapêuticos. No entanto, removendo essa categorização, os médicos seriam capazes de prescrevê-los sob condições extremamente controladas.

    Há evidências de que a cannabis pode melhorar as condições de vida de quem sofre de apneia do sono, dores crônicas como a fibromialgia e esclerose múltipla.

    A reclassificação da discussão sobre a cannabis recomeçou depois que uma mãe retornou do Canadá com remédio à base de maconha para o filho. O produto foi confiscado no aeroporto de Heathrow, despertando debate nacional. Uma revisão sobre o uso de cannabis foi encomendada após o caso da mulher, desesperada para dar a seu filho de 12 anos o medicamento para a epilepsia.

    O Conselho Consultivo sobre o Uso Indevido de Drogas agora considerará as conclusões feitas pela principal conselheira médica da Inglaterra e decidirá se a droga pode ser recategorizada e remarcada para uso medicinal.

    “A posição em que nos encontramos atualmente não é satisfatória. Não é satisfatória para os pais, não é satisfatória para os médicos e não é satisfatória para mim”, disse Sajid Javid aos membros do Parlamento britânico. “Cheguei agora à conclusão de que este é o momento certo para rever o agendamento da cannabis”, completou. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Maconha já pode ser usada em Portugal para casos medicinais

    Portugal aprovou nesta sexta-feira (15) o uso medicinal da maconha. O cultivo para consumo próprio continua proibido.

    A iniciativa de dois partidos, o Bloco de Esquerda (BE) e o PAN (Pessoas-Animais-Natureza), contou com o apoio do Partido Socialista (PS) e recebeu votos favoráveis de quase todos os outros partidos, exceto do Partido Popular, que se absteve.

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    A nova lei entra em vigor em Portugal no dia 1º de julho e prevê que a cannabis só poderá ser consumida de forma medicinal, com receita médica e comprada em farmácias.

    Os medicamentos, para serem comercializados terão de ter autorização prévia da Autoridade Nacional do Medicamento. Com informações da Radioagência Nacional.

  • Nova Jersey amplia uso de maconha medicinal para dor de cabeça e ansiedade

    O estado de Nova Jersey ampliou nesta terça-feira (27) seu programa de maconha medicinal para incluir pacientes que sofram de dor de cabeça, ansiedade, diversas formas de dor crônica e do transtorno neurológico da síndrome de Tourette. As informações são da Agência EFE.

    O governador de Nova Jersey, Phil Murphy, que assumiu o cargo no último dia 6 de janeiro e é favorável à legalização da maconha para fins recreativos, ampliou a iniciativa também para que os pacientes que estão sob tratamento paguem menos para registrar-se no programa, tenham mais lugares onde comprar a droga e diminuir a burocracia.

    Nova Jersey aprovou em janeiro de 2010, durante a administração do democrata Jon Corzine, o uso da maconha para fins medicinais – uma das leis mais restritas dos 29 estados com esta modalidade – para pacientes com câncer, Aids, epilepsia, doença de Crohn, glaucoma e esclerose múltipla.

    Em dezembro de 2012 foi aberto o primeiro centro privado para o tratamento, depois de obter o sinal verde do Departamento de Saúde de Nova Jersey.

    Já em 2013 foi aprovado seu uso para crianças com certas condições graves e, três anos mais tarde, a legislação foi ampliada para incluir também sua utilização para o transtorno de estresse pós-traumático, apesar do então governador republicano, Chris Christie, não apoiar o programa.

    “Os pacientes devem ser tratados como pacientes, não como criminosos. Seremos guiados pela ciência”, disse Murphy em entrevista coletiva de hoje, na qual também assegurou que não falhará com os pacientes que não receberam o cuidado compassivo que lhes foi prometido há uma década.

    Segundo o atual governador, Chris Christie estigmatizou o programa ao dificultar que os pacientes se registrassem e que os cultivadores da erva pudessem operar no estado.

    Por: EBC