Tag: Marte

  • O que o Perseverance descobriu em Marte e por que isso é importante

    O que o Perseverance descobriu em Marte e por que isso é importante

    Você sabia que o robô explorador da Nasa, Perseverance, encontrou matéria orgânica em Marte? Isso mesmo, o Perseverance detectou moléculas orgânicas na Cratera Jezero, um antigo lago marciano, com o instrumento SHERLOC.

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    Essa descoberta é muito importante, pois sugere um ciclo geoquímico complexo no planeta vermelho e abre possibilidades para a busca de vestígios de vida.

    O Perseverance foi lançado em 2020 com a missão de estudar a formação, a evolução e os processos geológicos de Marte, além de investigar o potencial do planeta já ter hospedado vida no passado. O robô tem vários instrumentos científicos a bordo, como câmeras, espectrômetros, sensores e um helicóptero chamado Ingenuity.

    Mas essa não é a única descoberta espacial recente que nos deixa maravilhados. O supertelescópio James Webb, que foi lançado em dezembro de 2021, detectou uma molécula de carbono no espaço, um componente essencial para a vida. O James Webb é o maior e mais poderoso telescópio já construído pela humanidade e tem como objetivo observar as origens do universo.

    E tem mais: o Perseverance também encontrou uma formação curiosa em formato de “rosquinha” na superfície de Marte. Os cientistas ainda não sabem o que é essa estrutura, mas especulam que pode ser um mineral ou uma rocha vulcânica. O robô vai analisar mais de perto essa “rosquinha” para tentar desvendar esse mistério.

    Essas descobertas mostram como o espaço é fascinante e cheio de surpresas. Quem sabe o que mais podemos encontrar em Marte ou em outros planetas? A ciência espacial está avançando cada vez mais e nos trazendo novos conhecimentos sobre o nosso universo. Fique ligado no nosso blog para saber mais sobre as novidades espaciais!

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    Essa descoberta é muito importante, pois sugere um ciclo geoquímico complexo no planeta vermelho e abre possibilidades para a busca de vestígios de vida.

    O Perseverance foi lançado em 2020 com a missão de estudar a formação, a evolução e os processos geológicos de Marte, além de investigar o potencial do planeta já ter hospedado vida no passado. O robô tem vários instrumentos científicos a bordo, como câmeras, espectrômetros, sensores e um helicóptero chamado Ingenuity.

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    E tem mais: o Perseverance também encontrou uma formação curiosa em formato de “rosquinha” na superfície de Marte. Os cientistas ainda não sabem o que é essa estrutura, mas especulam que pode ser um mineral ou uma rocha vulcânica. O robô vai analisar mais de perto essa “rosquinha” para tentar desvendar esse mistério.

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  • China divulga novas imagens de Marte feitas pelo rover Zhurong


    O robô conseguiu fotografar a si mesmo, ao lado de sua plataforma de pouso, graças a uma câmera removível, sem fio.

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  • Rover chinês pousa em Marte; país é o segundo a ter missão em solo marciano


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  • Robô Perseverance consegue reproduzir oxigênio em Marte

    A Nasa anunciou que o robô Perseverance conseguiu extrair oxigênio da atmosfera de Marte usando um instrumento chamado Moxie.

    “Este é um primeiro passo crítico na conversão de dióxido de carbono em oxigênio em Marte”, disse Jim Reuter, administrador adjunto do STMD.

    “O oxigênio não é apenas parte do ar que respiramos. A queima do propelente (combustível) do foguete depende do oxigênio, e futuros exploradores dependerão da produção do propelente em Marte para fazer a viagem de volta para casa”, completou.

    Embora a produção inicial seja modesta, o feito abre as portas para que missões futuras sejam capazes de produzir localmente o oxigênio que serviria tanto para sustentar a vida de seres humanos no planeta quanto para alimentar foguetes usados para o retorno à Terra.


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    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • Nasa divulga foto de dunas azuis em Marte

    Foto divulgada pela agência espacial americana mostra um mar de “dunas” azuis sobre a paisagem marciana, próximas à calota polar no hemisfério norte do planeta.

    Apesar de belas, as dunas coloridas não existem na realidade. Esta é uma imagem em “cores falsas”, ou seja, colorizada artificialmente para facilitar a identificação de diferentes características do terreno.


    Ouça a W:

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  • Para astronauta da Nasa, hoje o homem não conseguiria chegar à Lua

    O astronauta Bill Anders, piloto da Apollo 8, fez duras críticas à Agência Espacial Norte Americana (Nasa) durante uma entrevista ao canal britânico BBC.

    Além disso, Anders, de 85 anos, disse que as missões tripuladas da Nasa a Marte, beira a “quase ridículo” e que “o público não está interessado”.

    “A Nasa não conseguiria chegar à Lua hoje. Estão fossilizados. A Nasa transformou-se num programa de emprego… muitos dos centros estão interessados sobretudo em manter-se e não se vê muito apoio público além de conseguirem o pagamento para os seus funcionários e a reeleição dos seus membros do congresso”, afirmou Anders.

    Segundo o site BGR, nos últimos anos a NASA vem sofrendo cortes de orçamento, mas que continua determinada a um dia chegar a Marte.

    Ainda não há previsão para enviar humanos ao Planeta Vermelho, mas a Agência deve lançar novas sondas que permitam ter um conhecimento mais amplo até que isso aconteça.

    Enquanto os humanos não pisam em solo marciano, os robôs continuam explorando o planeta vermelho.

    Em novembro, a nave InSight – que coletará amostras do planeta – aterrissou com sucesso em Marte.

    Sobre a Lua, a Nasa disse recentemente que está conduzindo um retorno sustentável ao nosso satélite natural, e que isso ajudará a preparar para enviar astronautas a Marte.

    “Isso também inclui parceiros comerciais e internacionais para expandir a presença humana no espaço e trazer novos conhecimentos e oportunidades”, disse a Agência em comunicado.

  • Sonda da NASA em Marte está prestes a revelar segredos do planeta vermelho

    Na segunda-feira (27) a NASA pousou com sucesso a espaçonave InSight na superfície de Marte. A intrépida espaçonave sobreviveu a “sete minutos de terror” durante a descida e pousou suavemente na superfície empoeirada do planeta vermelho.

    Apesar de ter desembarcado com sucesso algumas espaçonaves em Marte, as chances disso ter dado certo foram muito baixas – menos de 40%. Marte tem uma atmosfera capaz de incendiar um objeto que chega, e não o suficiente para realmente atrasá-lo.

    Pousar qualquer coisa lá requer a máxima precisão, planejamento e compreensão da física.

    Além da Terra, Marte é o planeta mais estudado no sistema solar. No entanto, apesar de ter orbitadores, landers e rovers visitando-o ao longo dos anos, nenhuma espaçonave jamais se concentrou no interior do planeta. Não sabemos quão grande é o núcleo, de que é feito ou se o planeta ainda está ativo. É isso que a InSight investigará ao longo de sua missão primária de dois anos.

    Começando os trabalhos

    O próximo passo da InSight é implantar seus painéis solares – a única fonte de energia da sonda. É preciso esperar que a poeira se estabilize antes de desdobrá-los, para que possam começar a colecionar a luz solar marciana.

    A InSight é a primeira sonda a não ter seus instrumentos de ciência presos no chassi. Em vez disso, o robô precisa usar um braço articulado para levantar cada ferramenta e colocá-las na superfície.

    Nos próximos dias e semanas, o InSight vai avaliar a integridade de seus equipamentos, os braços robóticos e a funcionalidade de seus instrumentos. A equipe também fará uma pesquisa detalhada da área para escolher o melhor local para cada dispositivo.

    Todo este processo levará cerca de três meses, começando com a colocação de um sismógrafo de fabricação francesa. Este é o primeiro de toda a exploração planetária – nenhuma espaçonave jamais tentou apreender nada em outro planeta.

    A equipe estima que levará cerca de um mês para calibrar todos os instrumentos. Só então as respostas para muitas perguntas começaram a ser respondidas.

  • NASA não consegue ‘despertar’ sua sonda em Marte

    Os especialistas da NASA não conseguiram restabelecer a ligação com a sonda marciana Opportunity, embora o volume de pó na atmosfera de Marte se tenha reduzido para níveis quase normais, comunicou o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA.

    “Neste momento, o nível de pó na atmosfera caiu para 2,1 tau, mas depois cresceu para 2,5 tau. Até que se reduza para o nível de 2 tau, não esperamos ‘ouvir’ nada do rover, mas continuamos monitorando constantemente seus sinais”, informaram os participantes da missão.

    No início de junho, Marte foi atingido por uma forte tempestade de pó que abalou a maior parte da cratera Endeavour, onde a sonda Opportunity está operando. Alguns dias depois, a situação se agravou a tal ponto que os engenheiros tiveram que colocar a sonda em regime de emergência e desligar todos as suas ferramentas exceto o relógio.

    Já em meados de junho, segundo mostraram as fotos tiradas pela sonda Curiosity, que se encontra em outra parte do planeta, a tempestade abalou Marte inteiro e oficialmente adquiriu uma envergadura planetária.

    Foi apenas nos finais de julho que a camada de poeira gradualmente começou a assentar na superfície, e se espera que nas próximas semanas e meses a situação em Marte melhore radicalmente. Nas primeiras semanas de agosto, a quantidade de pó na atmosfera se reduziu várias centenas de vezes, o que melhorou a situação significativamente.

    Entretanto, não vale esperar que a sonda Opportunity desperte em breve, pois o nível de iluminação da superfície marciana continua muito baixo. Ademais, ainda não está claro se suas baterias conseguiram sobreviver na sequência de quase um mês de vida no frio e em completa escuridão.

    Segundo opinam os especialistas, uma tempestade semelhante ocorrida no planeta há cerca de 8 anos foi o motivo da morte da sonda Spirit, “gêmea” da Opportunity, que ficou presa na cratera Gusev em 2010.

    Porém, neste caso o rover não corre risco, porque Marte está entrando no verão e as temperaturas na sua superfície não devem baixar menos que 40 graus negativos. Só a partir daí isso seria perigoso para o rover.

  • 5 lugares no Sistema Solar onde poderia se esconder vida extraterrestre

    O Universo é um lugar enorme e o ser humano sabe muito pouco sobre ele. No nosso próprio Sistema Solar há uma infinidade de perguntas ainda sem respostas e, mesmo com
    radiotelescópios monitorando milhares de sistemas estelares distantes, até hoje não se detectou vida inteligente. Mas poderia haver vida extraterrestre mais perto da Terra?

    A NASA e vários especialistas acreditam que alienígenas poderiam estar escondidos no nosso próprio Sistema Solar. Aqui vai uma lista feita pela Sputnik News com os cinco lugares “a um passo da Terra” onde poderíamos encontrar vida extraterrestre.

    Satélite de Saturno Encélado

    A lua de Saturno Encélado “tem todos os ingredientes para vida extraterrestre”, dizem os cientistas.

    Estudando plumas de gelo semelhantes a gêiseres na superfície do satélite, os cientistas chegaram à conclusão que a vida em Encélado pode se esconder no oceano subterrâneo da lua.

    Cientistas descobriram moléculas orgânicas ricas em carbono que provêm de seu oceano de água líquida por baixo da superfície.

    Assim, Encélado é o único corpo celeste, além da Terra, que satisfaz todos os requisitos básicos para a vida.

    Sob a superfície de Plutão

    Quando a sonda New Horizons da NASA passou por Plutão, ela trouxe de volta algumas surpresas para os pesquisadores.

    Os primeiros resultados mostraram que sob a superfície do planeta há montanhas de gelo e sinais de possíveis substâncias orgânicas e até de água líquida.

    Na nossa cintura de asteroides

    Um estudo matemático, por sua parte, afirma que frotas de sondas robóticas de civilizações alienígenas podem já ter chegado ao nosso Sistema Solar.

    De acordo com cientistas, talvez não sejamos capazes de detectá-las com nossas tecnologias, pois as sondas poderiam “se esconder” passando por asteroides.

    Enquanto a sonda terrestre Voyager atingiu apenas a beira do nosso Sistema Solar, civilizações alienígenas mais antigas poderiam ter enviado suas sondas há muitos anos, utilizando tecnologias desconhecidas para a humanidade, segundo um artigo na revista International Journal of Astrobiology.

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    Sob a superfície de Marte

    A razão porque os rovers da NASA não encontraram sinais de vida em Marte pode ser simples — ela estaria enterrada debaixo de sua superfície.

    Isso não quer dizer que pequenos homens verdes têm lá suas cidades, mas que sob a superfície poderia haver micróbios agarrados.

    Futuras missões pretendem buscar fontes de energia geotérmica que poderiam fornecer às possíveis formas de vida o calor necessário para sobreviver, afirma a NASA.

    Acredita-se que Marte tenha tido um oceano, e possivelmente vida, há 3,4 bilhões de anos, quando a vida começou a se formar na Terra. Então, se queremos encontrar sinais de vida antiga no Planeta Vermelho, talvez precisemos de escavar.

    Titã, satélite de Saturno

    Como sugerem cientistas, na lua de Saturno Titã, seu maior satélite natural coberto com dunas de produtos químicos gelados, pode haver mais chances de encontrar sinais de vida do que em Marte.

    Alguns estudos indicam que debaixo de sua superfície pode existir água líquida, enquanto outros apontam que o fundo do mar do satélite de Saturno pode ser semelhante a áreas do da Terra onde existem fontes hidrotermais. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Marte pode ter sido habitável 100 milhões de anos antes da Terra, dizem cientistas

    Os cientistas revelaram que a camada externa de Marte foi formada apenas 20 milhões de anos após o nascimento do Sistema Solar. Além disso, o surgimento da vida teve lugar nesse planeta pelos menos 100 milhões de anos antes de isso ter ocorrido na Terra.

    Segundo o estudo, publicado na revista Nature, o desenvolvimento da crosta de um planeta é a fase final da sua formação e começa com a “acreção de partículas do disco de gás protoplanetário”, explicou a Science News. A acreção é a acumulação de matéria na superfície de um corpo celeste, proveniente do meio circundante.

    O estudo acrescenta que essas partículas formaram posteriormente um oceano de magma quente que depois formou o núcleo metálico e a crosta exterior. Esse processo levou entre 30 e 100 milhões de anos.

    Os especialistas do Museu de História Natural da Dinamarca chegaram a essas conclusões ao examinar pedaços do meteorito conhecido como “Beleza Negra” (Black Beauty). Esse meteorito vindo de Marte foi encontrado no Deserto do Saara em 2011.

    “Nossos resultados indicam que Marte solidificou e arrefeceu ao longo de 20 milhões de anos após a formação do Sistema Solar”, disse Martin Bizzarro, coautor do estudo. “Isso significa que a água líquida poderia ter existido na superfície do planeta naquele tempo e, por conseguinte, esse ambiente poderia ter sido adequado para o desenvolvimento da vida”, disse ele.

    “Isso é muito antes do que ocorreu na Terra, cerca de 100 milhões de anos antes, e significa que a vida poderia ter surgido inicialmente em Marte”, acrescentou Bizzarro,

    O meteorito continha vestígios de zircão, um mineral que atua como “cápsula do tempo”. Por isso, os pesquisadores conseguiram determinar a idade da crosta de Marte, medindo o chumbo decaído do urânio que estava preso em zircão.

    O estudo revelou também novas evidências que provam que os planetas podem se formar muito mais rapidamente do que se pensava anteriormente.

    “Esses resultados revelam que a formação inicial da crosta [de Marte] – que é o produto final da formação planetária – aconteceu muito mais rapidamente do que se pensava anteriormente”, disse Martin Bizzarro.

    Assim que o planeta é formado por este processo, ele rapidamente se diferencia e se cristaliza para formar uma crosta. Modelos anteriores sugeriam que a diferenciação planetária pode levar até 100 milhões de anos”, acrescentou Bizzaro.

    Atualmente existem dois modelos que explicam a formação dos planetas: um que indica uma escala de tempo de 50 a 100 milhões de anos e outro que sugere um período de tempo muito menor. Por Sputnik Brasil.