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  • Miocardite e vacina contra Covid-19: o que você precisa saber

    Miocardite e vacina contra Covid-19: o que você precisa saber

    A miocardite é uma inflamação do músculo cardíaco que pode ocorrer como um efeito adverso raro das vacinas de RNA mensageiro contra Covid-19, como as da Pfizer e da Moderna.

    Neste post, você vai entender o que é a miocardite, quais são os sintomas, como é o tratamento e qual é o risco de desenvolver essa complicação após a vacinação.

    Miocardite e vacina contra Covid-19

    A vacinação contra Covid-19 é uma das principais estratégias para conter a pandemia e reduzir as mortes e as internações causadas pela doença. No entanto, como todo medicamento, as vacinas podem causar alguns efeitos colaterais, que geralmente são leves e transitórios, como dor no local da aplicação, febre, dor de cabeça e mal-estar.

    No entanto, alguns casos raros de inflamação cardíaca foram relatados após a vacinação com as fórmulas de RNA mensageiro (RNAm), como as da Pfizer e da Moderna. Essas vacinas usam um fragmento do material genético do coronavírus para estimular a resposta imune do organismo.

    A inflamação cardíaca pode ser de dois tipos: miocardite, que afeta o músculo cardíaco; e pericardite, que afeta o tecido que envolve o coração. Ambas podem causar sintomas como dor no peito, falta de ar, palpitações ou alterações de batimentos cardíacos.

    Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), até 31 de dezembro de 2022 foram administradas 501.573.962 doses de vacinas contra Covid-19 no país. Nesse período, foram notificados 154 casos de miocardite após as vacinas, sendo 108 com a da Pfizer e 46 com a da Coronavac. Até o momento, não houve nenhum óbito por miocardite ou pericardite com associação causal com a vacina contra Covid-19 no Brasil.

    De acordo com uma análise da FDA (agência reguladora norte-americana), o risco de miocardite e pericardite é maior em adolescentes do sexo masculino e ocorre principalmente após a segunda dose das vacinas de RNAm. A incidência dessas doenças associada à vacina varia entre 0,58 e 2,4 a cada 100 mil doses aplicadas.

    A Anvisa esclarece que o risco de ocorrência desses eventos adversos é baixo e recomenda a continuidade da vacinação com as vacinas contra Covid-19 disponíveis no país, uma vez que os benefícios superam os riscos. A Agência também orienta aos vacinados que procurem atendimento médico imediato se tiverem sintomas sugestivos de miocardite ou pericardite e aos profissionais de saúde que notifiquem imediatamente casos suspeitos à Anvisa.

    A identificação precoce de sintomas e a adoção de tratamento oportuno são aspectos fundamentais para uma melhor evolução clínica dos pacientes com quadro de miocardite ou pericardite. O tratamento pode incluir medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos e antibióticos, dependendo da causa e da gravidade da inflamação.

    A maioria dos casos de miocardite ou pericardite pós-vacinação tem uma evolução benigna e se resolve em poucos dias ou semanas. No entanto, em alguns casos mais graves, pode haver comprometimento da função cardíaca e necessidade de internação ou cuidados intensivos.

    Neste post, você vai entender o que é a miocardite, quais são os sintomas, como é o tratamento e qual é o risco de desenvolver essa complicação após a vacinação.

    Miocardite e vacina contra Covid-19

    A vacinação contra Covid-19 é uma das principais estratégias para conter a pandemia e reduzir as mortes e as internações causadas pela doença. No entanto, como todo medicamento, as vacinas podem causar alguns efeitos colaterais, que geralmente são leves e transitórios, como dor no local da aplicação, febre, dor de cabeça e mal-estar.

    No entanto, alguns casos raros de inflamação cardíaca foram relatados após a vacinação com as fórmulas de RNA mensageiro (RNAm), como as da Pfizer e da Moderna. Essas vacinas usam um fragmento do material genético do coronavírus para estimular a resposta imune do organismo.

    A inflamação cardíaca pode ser de dois tipos: miocardite, que afeta o músculo cardíaco; e pericardite, que afeta o tecido que envolve o coração. Ambas podem causar sintomas como dor no peito, falta de ar, palpitações ou alterações de batimentos cardíacos.

    Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), até 31 de dezembro de 2022 foram administradas 501.573.962 doses de vacinas contra Covid-19 no país. Nesse período, foram notificados 154 casos de miocardite após as vacinas, sendo 108 com a da Pfizer e 46 com a da Coronavac. Até o momento, não houve nenhum óbito por miocardite ou pericardite com associação causal com a vacina contra Covid-19 no Brasil.

    De acordo com uma análise da FDA (agência reguladora norte-americana), o risco de miocardite e pericardite é maior em adolescentes do sexo masculino e ocorre principalmente após a segunda dose das vacinas de RNAm. A incidência dessas doenças associada à vacina varia entre 0,58 e 2,4 a cada 100 mil doses aplicadas.

    A Anvisa esclarece que o risco de ocorrência desses eventos adversos é baixo e recomenda a continuidade da vacinação com as vacinas contra Covid-19 disponíveis no país, uma vez que os benefícios superam os riscos. A Agência também orienta aos vacinados que procurem atendimento médico imediato se tiverem sintomas sugestivos de miocardite ou pericardite e aos profissionais de saúde que notifiquem imediatamente casos suspeitos à Anvisa.

    A identificação precoce de sintomas e a adoção de tratamento oportuno são aspectos fundamentais para uma melhor evolução clínica dos pacientes com quadro de miocardite ou pericardite. O tratamento pode incluir medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos e antibióticos, dependendo da causa e da gravidade da inflamação.

    A maioria dos casos de miocardite ou pericardite pós-vacinação tem uma evolução benigna e se resolve em poucos dias ou semanas. No entanto, em alguns casos mais graves, pode haver comprometimento da função cardíaca e necessidade de internação ou cuidados intensivos.

  • Certificado sanitário para circulação na União Europeia entra em vigor


    A partir desta quinta-feira (1°), viagens entre os Estados-membros do bloco só poderão ser feitas por quem apresentar o certificado de vacinação.

    O documento é fornecido pelos governos nacionais a três categorias: pessoas completamente vacinadas contra a Covid-19; indivíduos recém-curados da doença; e cidadãos que apresentem teste PCR ou de antígeno negativo para o novo coronavírus.

    São aceitas as vacinas AstraZeneca, Janssen, Moderna e Pfizer, as únicas aprovadas pela agência sanitária da UE.

    (mais…)
  • Agência Europeia aprova o uso de vacina norte-americana contra o novo coronavírus


    Desenvolvida pela farmacêutica Moderna, a vacina se tornou a segunda a receber a aprovação do órgão regulador de medicamentos da Europa.

    A etapa final é a aprovação pela Comissão Europeia, o que deverá ocorrer rapidamente. 

    A vacina da Moderna mostrou uma eficácia de 91,4% nos testes conduzidos no continente, apenas 11 das 14.134 pessoas vacinadas apresentaram sintomas da doença.

    A alta eficácia também foi mantida em todos os gêneros, grupos raciais e étnicos.

    Ouça na W:

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    Veja também:


    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Você pode acessar a ferramenta aqui