Tag: Moraes

  • Moraes exige que Telegram tenha representantes legais no Brasil em 24 horas

    Moraes exige que Telegram tenha representantes legais no Brasil em 24 horas

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (26) que o Telegram informe à Corte em até 24 horas quem é seu representante oficial no Brasil.

    A decisão foi tomada no âmbito do inquérito aberto a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para apurar a conduta da empresa em uma “campanha abusiva contra” o PL das Fake News.

    Segundo Moraes, a empresa não cumpriu a ordem de prestar depoimento à Polícia Federal e não indicou nenhum advogado para atuar no caso. Caso a empresa descumpra a ordem, Moraes determinou a suspensão do serviço da plataforma por 48 horas, além de multa diária de R$ 500 mil.

    O Telegram é um aplicativo de mensagens que se destaca pela criptografia e pela privacidade dos usuários. A empresa tem sede nos Emirados Árabes Unidos e não possui escritório no Brasil. A empresa já foi alvo de outras decisões do STF em outros inquéritos, como o das fake news e o dos atos antidemocráticos.

    O PL das Fake News é um projeto de lei que visa combater a disseminação de notícias falsas e conteúdos prejudiciais nas redes sociais e serviços de mensagens. O projeto foi aprovado pelo Senado em junho de 2020 e está em tramitação na Câmara dos Deputados. O projeto tem sido criticado por entidades da sociedade civil e empresas de tecnologia por supostamente violar direitos fundamentais, como a liberdade de expressão e a privacidade.

    Fonte: Link.

    A decisão foi tomada no âmbito do inquérito aberto a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para apurar a conduta da empresa em uma “campanha abusiva contra” o PL das Fake News.

    Segundo Moraes, a empresa não cumpriu a ordem de prestar depoimento à Polícia Federal e não indicou nenhum advogado para atuar no caso. Caso a empresa descumpra a ordem, Moraes determinou a suspensão do serviço da plataforma por 48 horas, além de multa diária de R$ 500 mil.

    O Telegram é um aplicativo de mensagens que se destaca pela criptografia e pela privacidade dos usuários. A empresa tem sede nos Emirados Árabes Unidos e não possui escritório no Brasil. A empresa já foi alvo de outras decisões do STF em outros inquéritos, como o das fake news e o dos atos antidemocráticos.

    O PL das Fake News é um projeto de lei que visa combater a disseminação de notícias falsas e conteúdos prejudiciais nas redes sociais e serviços de mensagens. O projeto foi aprovado pelo Senado em junho de 2020 e está em tramitação na Câmara dos Deputados. O projeto tem sido criticado por entidades da sociedade civil e empresas de tecnologia por supostamente violar direitos fundamentais, como a liberdade de expressão e a privacidade.

    Fonte: Link.

  • Moraes aponta indícios de fraude de Bolsonaro em cartão de vacinação

    Moraes aponta indícios de fraude de Bolsonaro em cartão de vacinação

    O ex-presidente Jair Bolsonaro está sendo investigado pela Polícia Federal por suspeita de inserir dados falsos sobre sua vacinação contra a covid-19.

    Segundo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, há provas “plausíveis, lógicas e robustas” de que Bolsonaro participou de um esquema para fraudar comprovantes de vacinação.

    A decisão de Moraes autorizou a prisão de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, e a busca e apreensão na casa do ex-presidente, realizadas nesta quarta-feira, 3. A investigação faz parte do inquérito das “milícias digitais” que tramita no Congresso.

    De acordo com a PF, o objetivo do grupo seria manter coeso o elemento identitário em relação a suas pautas ideológicas, no caso, sustentar o discurso voltado aos ataques à vacinação contra a covid-19. A falsificação dos dados permitiria a emissão de certificados de vacinação para burlar restrições sanitárias impostas pelo Brasil e pelos Estados Unidos.

    Bolsonaro negou ter tomado vacina e disse estar surpreso com a operação. Ele afirmou que não tomou vacina por decisão própria depois de ler a bula da Pfizer. Ele também disse que sua esposa tomou vacina nos Estados Unidos, da Janssen, e que sua filha Laura não tomou.

    O ex-presidente pode responder por crimes de infração de medida sanitária preventiva, associação criminosa, inserção de dados falsos em sistemas de informação e corrupção de menores.

    Segundo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, há provas “plausíveis, lógicas e robustas” de que Bolsonaro participou de um esquema para fraudar comprovantes de vacinação.

    A decisão de Moraes autorizou a prisão de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, e a busca e apreensão na casa do ex-presidente, realizadas nesta quarta-feira, 3. A investigação faz parte do inquérito das “milícias digitais” que tramita no Congresso.

    De acordo com a PF, o objetivo do grupo seria manter coeso o elemento identitário em relação a suas pautas ideológicas, no caso, sustentar o discurso voltado aos ataques à vacinação contra a covid-19. A falsificação dos dados permitiria a emissão de certificados de vacinação para burlar restrições sanitárias impostas pelo Brasil e pelos Estados Unidos.

    Bolsonaro negou ter tomado vacina e disse estar surpreso com a operação. Ele afirmou que não tomou vacina por decisão própria depois de ler a bula da Pfizer. Ele também disse que sua esposa tomou vacina nos Estados Unidos, da Janssen, e que sua filha Laura não tomou.

    O ex-presidente pode responder por crimes de infração de medida sanitária preventiva, associação criminosa, inserção de dados falsos em sistemas de informação e corrupção de menores.

  • Moraes determina que PF ouça diretores de grandes empresas de tecnologia sobre anúncios contra PL das Fake News

    Moraes determina que PF ouça diretores de grandes empresas de tecnologia sobre anúncios contra PL das Fake News

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou que a Polícia Federal (PF) ouça os presidentes ou equivalentes das empresas Google, Meta, Spotify e Brasil Paralelo sobre possíveis ações contra o projeto de lei (PL) das Fake News.

    A decisão foi tomada nesta terça-feira (2) e também exigiu que as empresas excluam todos os anúncios, textos e informações veiculados com críticas ao PL.

    Segundo Moraes, as condutas dos provedores de redes sociais e de serviços de mensageria privada e seus dirigentes precisam ser investigadas, pois são remuneradas por impulsionamentos e monetização, bem como há o direcionamento dos assuntos pelos algoritmos, podendo configurar responsabilidade civil e administrativa das empresas e penal de seus representantes legais.

    O PL das Fake News visa combater a disseminação de notícias falsas e manipuladas na internet, mas enfrenta resistência de diversos setores da sociedade civil que alegam que a proposta fere a liberdade de expressão e a privacidade dos usuários.

    A decisão foi tomada nesta terça-feira (2) e também exigiu que as empresas excluam todos os anúncios, textos e informações veiculados com críticas ao PL.

    Segundo Moraes, as condutas dos provedores de redes sociais e de serviços de mensageria privada e seus dirigentes precisam ser investigadas, pois são remuneradas por impulsionamentos e monetização, bem como há o direcionamento dos assuntos pelos algoritmos, podendo configurar responsabilidade civil e administrativa das empresas e penal de seus representantes legais.

    O PL das Fake News visa combater a disseminação de notícias falsas e manipuladas na internet, mas enfrenta resistência de diversos setores da sociedade civil que alegam que a proposta fere a liberdade de expressão e a privacidade dos usuários.