Tag: Morte

  • Pesquisadores desvendam o papel do sensor NLRC5 na morte celular após décadas de mistério

    Pesquisadores desvendam o papel do sensor NLRC5 na morte celular após décadas de mistério

    O sistema imunológico inato é a primeira linha de defesa do corpo humano contra ameaças que podem levar a doenças ou infecções.

    Ele se baseia em sensores imunológicos inatos para identificar e sinalizar essas ameaças. Uma das principais respostas imunológicas inatas é a indução da morte celular. Pesquisadores do Hospital de Pesquisa Infantil St. Jude fizeram uma descoberta surpreendente: o NLRC5, um sensor imunológico inato, tem um papel crucial na iniciação da morte celular. Publicado na revista Cell, o estudo revela que o NLRC5 é responsável por desencadear a PANoptose, um tipo significativo de morte celular inflamatória. Essa nova compreensão abre caminho para o desenvolvimento de terapias direcionadas ao NLRC5, com potencial para tratar infecções, doenças inflamatórias e até mesmo aspectos do envelhecimento.

    Os sensores imunológicos inatos podem formar complexos como inflamassomos ou PANoptossomos, dependendo da natureza da ameaça. O inflamassomo age como um sistema de alerta rápido, enquanto o PANoptossomo funciona como uma unidade de resposta mais complexa, integrando diversos sinais e componentes. O funcionamento desses sensores — e o que os ativa — tem sido um enigma que cientistas têm tentado resolver por décadas.

    Os receptores semelhantes a domínios de oligomerização de nucleotídeos (NLRs) compõem uma extensa família de moléculas essenciais para a sinalização inflamatória, atuando como sensores imunológicos inatos. Contudo, os papéis específicos de diferentes NLRs ainda são pouco compreendidos. Em uma pesquisa abrangente, cientistas do St. Jude examinaram o NLRC5 para identificar quais ameaças o ativam. Eles descobriram que a redução de nicotinamida adenina dinucleotídeo (NAD), uma molécula vital para o metabolismo celular, é uma das condições que ativam o NLRC5, desencadeando a morte celular. Esta descoberta é um avanço significativo no entendimento da imunidade inata e pode levar a novas estratégias para combater diversas condições patológicas.

    Fonte: Link.


    Ele se baseia em sensores imunológicos inatos para identificar e sinalizar essas ameaças. Uma das principais respostas imunológicas inatas é a indução da morte celular. Pesquisadores do Hospital de Pesquisa Infantil St. Jude fizeram uma descoberta surpreendente: o NLRC5, um sensor imunológico inato, tem um papel crucial na iniciação da morte celular. Publicado na revista Cell, o estudo revela que o NLRC5 é responsável por desencadear a PANoptose, um tipo significativo de morte celular inflamatória. Essa nova compreensão abre caminho para o desenvolvimento de terapias direcionadas ao NLRC5, com potencial para tratar infecções, doenças inflamatórias e até mesmo aspectos do envelhecimento.

    Os sensores imunológicos inatos podem formar complexos como inflamassomos ou PANoptossomos, dependendo da natureza da ameaça. O inflamassomo age como um sistema de alerta rápido, enquanto o PANoptossomo funciona como uma unidade de resposta mais complexa, integrando diversos sinais e componentes. O funcionamento desses sensores — e o que os ativa — tem sido um enigma que cientistas têm tentado resolver por décadas.

    Os receptores semelhantes a domínios de oligomerização de nucleotídeos (NLRs) compõem uma extensa família de moléculas essenciais para a sinalização inflamatória, atuando como sensores imunológicos inatos. Contudo, os papéis específicos de diferentes NLRs ainda são pouco compreendidos. Em uma pesquisa abrangente, cientistas do St. Jude examinaram o NLRC5 para identificar quais ameaças o ativam. Eles descobriram que a redução de nicotinamida adenina dinucleotídeo (NAD), uma molécula vital para o metabolismo celular, é uma das condições que ativam o NLRC5, desencadeando a morte celular. Esta descoberta é um avanço significativo no entendimento da imunidade inata e pode levar a novas estratégias para combater diversas condições patológicas.

    Fonte: Link.


  • As piores formas de morrer, segundo a ciência

    As piores formas de morrer, segundo a ciência

    A morte é um fenômeno inevitável e misterioso, que desperta curiosidade e medo em muitas pessoas.

    Mas existem formas de morrer que são mais terríveis do que outras, segundo a ciência. Alguns especialistas já tentaram classificar as piores formas de morrer, levando em conta fatores como dor, sofrimento e tempo.

    Uma das formas mais cruéis de morrer é o escafismo, uma técnica de execução praticada entre os persas da Antiguidade. O condenado era colocado dentro de um barco ou um tronco oco, com apenas a cabeça, as mãos e os pés para fora. O corpo era coberto de mel e leite azedo, e o barco era deixado em um lugar com insetos e animais carnívoros. O condenado sofria de desidratação, fome, queimaduras solares, infecções e mordidas, até morrer lentamente em meio à carne podre e às fezes.

    Outra forma horrível de morrer é a fome, um processo longo e doloroso, que pode levar semanas ou meses. Quando uma pessoa fica privada de comida, o corpo começa a se atacar para sobreviver, usando a gordura do fígado e dos tecidos como fonte de energia. Depois, passa para os músculos, até que o sistema imunológico começa a falhar e a pessoa fica vulnerável a doenças e infecções. Por fim, o coração também começa a ser digerido e fica fragilizado, podendo causar um ataque cardíaco.

    Uma forma improvável, mas terrível de morrer é a queda de um elevador do alto de um prédio. Na queda, órgãos podem escapar do corpo e membros podem se quebrar. Além disso, a vítima pode sofrer de ansiedade, pânico e desespero ao perceber que não há nada que possa fazer para evitar o impacto. A empresa de elevadores Icon informou que há uma maneira de sobreviver à queda: você deve deitar de costas, com as mãos no rosto.

    Essas são apenas algumas das piores formas de morrer, segundo a ciência. Existem outras formas igualmente horríveis, como morrer queimado, decapitado, afogado ou esmagado. Esperamos que você nunca tenha que passar por nenhuma delas.

    Mas existem formas de morrer que são mais terríveis do que outras, segundo a ciência. Alguns especialistas já tentaram classificar as piores formas de morrer, levando em conta fatores como dor, sofrimento e tempo.

    Uma das formas mais cruéis de morrer é o escafismo, uma técnica de execução praticada entre os persas da Antiguidade. O condenado era colocado dentro de um barco ou um tronco oco, com apenas a cabeça, as mãos e os pés para fora. O corpo era coberto de mel e leite azedo, e o barco era deixado em um lugar com insetos e animais carnívoros. O condenado sofria de desidratação, fome, queimaduras solares, infecções e mordidas, até morrer lentamente em meio à carne podre e às fezes.

    Outra forma horrível de morrer é a fome, um processo longo e doloroso, que pode levar semanas ou meses. Quando uma pessoa fica privada de comida, o corpo começa a se atacar para sobreviver, usando a gordura do fígado e dos tecidos como fonte de energia. Depois, passa para os músculos, até que o sistema imunológico começa a falhar e a pessoa fica vulnerável a doenças e infecções. Por fim, o coração também começa a ser digerido e fica fragilizado, podendo causar um ataque cardíaco.

    Uma forma improvável, mas terrível de morrer é a queda de um elevador do alto de um prédio. Na queda, órgãos podem escapar do corpo e membros podem se quebrar. Além disso, a vítima pode sofrer de ansiedade, pânico e desespero ao perceber que não há nada que possa fazer para evitar o impacto. A empresa de elevadores Icon informou que há uma maneira de sobreviver à queda: você deve deitar de costas, com as mãos no rosto.

    Essas são apenas algumas das piores formas de morrer, segundo a ciência. Existem outras formas igualmente horríveis, como morrer queimado, decapitado, afogado ou esmagado. Esperamos que você nunca tenha que passar por nenhuma delas.

  • Vida após a morte: o que a ciência diz sobre esse mistério?

    Vida após a morte: o que a ciência diz sobre esse mistério?

    A morte é um fenômeno que intriga e assusta a humanidade desde os primórdios da civilização.

    Muitas religiões e filosofias tentam explicar o que acontece depois que o corpo deixa de funcionar, mas será que há alguma resposta científica para esse enigma?

    Segundo a biologia, a morte é definida como a cessação irreversível das funções vitais do organismo, como a respiração, a circulação sanguínea e a atividade cerebral. Isso significa que, quando o corpo morre, não há mais nenhum sinal de vida nele. Mas e a consciência, aquilo que nos faz pensar, sentir e ter identidade? Ela também se extingue com a morte ou continua existindo de alguma forma?

    Essa é uma questão que desafia a ciência, pois não há evidências sólidas de que exista uma vida após a morte na visão científica. Há estudos sobre mediunidade, experiências de quase morte e fora do corpo e reencarnação, mas não há evidências científicas rigorosas que comprovem a sobrevivência da consciência depois da morte.

    A mediunidade é a capacidade de se comunicar com espíritos de pessoas falecidas. Há pessoas que afirmam ter essa habilidade e que transmitem mensagens dos mortos para os vivos. No entanto, não há como verificar se essas mensagens são verdadeiras ou se são fruto da imaginação ou da fraude dos médiuns. Além disso, não há uma explicação científica para como essa comunicação seria possível.

    As experiências de quase morte e fora do corpo são fenômenos em que as pessoas relatam ter saído do corpo e visto cenas ou lugares que não poderiam ver normalmente. Algumas pessoas dizem ter visto o próprio corpo sendo atendido pelos médicos ou ter ido para um lugar espiritual. Essas experiências são interpretadas por alguns como uma prova de que a consciência pode se separar do corpo e existir independentemente dele. Porém, essas experiências podem ter outras explicações, como alucinações causadas por drogas, falta de oxigênio no cérebro ou alterações na percepção.

    A reencarnação é a crença de que a consciência se transfere para outro corpo após a morte, podendo renascer em diferentes épocas e lugares. Há pessoas que dizem lembrar de vidas passadas ou reconhecer pessoas ou lugares que nunca viram nesta vida. Esses casos são estudados por alguns pesquisadores que tentam encontrar evidências de que essas lembranças sejam reais e não falsas ou induzidas. No entanto, não há uma forma de comprovar que essas lembranças sejam realmente de vidas passadas e não de fantasias ou coincidências.

    Portanto, a ciência ainda não tem uma resposta definitiva para o mistério da vida após a morte. Talvez nunca tenha, pois esse é um tema que envolve aspectos subjetivos e pessoais da existência humana. Cada um pode ter sua própria crença ou opinião sobre o assunto, mas é importante respeitar as diferentes visões e buscar informações confiáveis e baseadas em evidências.

    Muitas religiões e filosofias tentam explicar o que acontece depois que o corpo deixa de funcionar, mas será que há alguma resposta científica para esse enigma?

    Segundo a biologia, a morte é definida como a cessação irreversível das funções vitais do organismo, como a respiração, a circulação sanguínea e a atividade cerebral. Isso significa que, quando o corpo morre, não há mais nenhum sinal de vida nele. Mas e a consciência, aquilo que nos faz pensar, sentir e ter identidade? Ela também se extingue com a morte ou continua existindo de alguma forma?

    Essa é uma questão que desafia a ciência, pois não há evidências sólidas de que exista uma vida após a morte na visão científica. Há estudos sobre mediunidade, experiências de quase morte e fora do corpo e reencarnação, mas não há evidências científicas rigorosas que comprovem a sobrevivência da consciência depois da morte.

    A mediunidade é a capacidade de se comunicar com espíritos de pessoas falecidas. Há pessoas que afirmam ter essa habilidade e que transmitem mensagens dos mortos para os vivos. No entanto, não há como verificar se essas mensagens são verdadeiras ou se são fruto da imaginação ou da fraude dos médiuns. Além disso, não há uma explicação científica para como essa comunicação seria possível.

    As experiências de quase morte e fora do corpo são fenômenos em que as pessoas relatam ter saído do corpo e visto cenas ou lugares que não poderiam ver normalmente. Algumas pessoas dizem ter visto o próprio corpo sendo atendido pelos médicos ou ter ido para um lugar espiritual. Essas experiências são interpretadas por alguns como uma prova de que a consciência pode se separar do corpo e existir independentemente dele. Porém, essas experiências podem ter outras explicações, como alucinações causadas por drogas, falta de oxigênio no cérebro ou alterações na percepção.

    A reencarnação é a crença de que a consciência se transfere para outro corpo após a morte, podendo renascer em diferentes épocas e lugares. Há pessoas que dizem lembrar de vidas passadas ou reconhecer pessoas ou lugares que nunca viram nesta vida. Esses casos são estudados por alguns pesquisadores que tentam encontrar evidências de que essas lembranças sejam reais e não falsas ou induzidas. No entanto, não há uma forma de comprovar que essas lembranças sejam realmente de vidas passadas e não de fantasias ou coincidências.

    Portanto, a ciência ainda não tem uma resposta definitiva para o mistério da vida após a morte. Talvez nunca tenha, pois esse é um tema que envolve aspectos subjetivos e pessoais da existência humana. Cada um pode ter sua própria crença ou opinião sobre o assunto, mas é importante respeitar as diferentes visões e buscar informações confiáveis e baseadas em evidências.

  • Homem morre por ameba ‘comedora de cérebro’ que entra pelo nariz

    Homem morre por ameba ‘comedora de cérebro’ que entra pelo nariz

    Um homem de 59 anos morreu na Geórgia, nos Estados Unidos, após ser infectado pela ameba Naegleria fowleri, conhecida como ‘comedora de cérebro’.

    Ele provavelmente contraiu a infecção ao nadar em um lago ou lagoa de água doce, segundo as autoridades de saúde locais.

    A ameba Naegleria fowleri é um protozoário de vida livre que pode ser encontrado em água doce, poluída ou limpa, e que prefere águas quentes. Ela entra pelo nariz das pessoas e ataca o tecido cerebral, causando uma doença chamada meningoencefalite amebiana primária (MAP).

    A infecção por essa ameba é muito rara, mas quase sempre fatal. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, entre 1962 e 2020, foram registrados 148 casos de MAP no país, dos quais apenas quatro sobreviveram.

    Os sintomas da infecção aparecem cerca de sete dias após o contato com a ameba e incluem febre alta, dor de cabeça intensa, vômitos, alteração sensorial e convulsões. O quadro pode evoluir para coma e morte em uma semana.

    Não há transmissão de pessoa para pessoa e a infecção não ocorre ao beber água contaminada. A única forma de prevenção é evitar nadar ou mergulhar em águas doces quentes ou mornas, especialmente durante os meses de verão.

    Os casos de MAP são mais frequentes nos estados do sul dos EUA, onde as temperaturas são mais elevadas. O último caso na Geórgia havia sido registrado em 2018. As autoridades de saúde alertam a população para os riscos da exposição à ameba e recomendam o uso de tampões nasais ao entrar em contato com águas doces.

    Ele provavelmente contraiu a infecção ao nadar em um lago ou lagoa de água doce, segundo as autoridades de saúde locais.

    A ameba Naegleria fowleri é um protozoário de vida livre que pode ser encontrado em água doce, poluída ou limpa, e que prefere águas quentes. Ela entra pelo nariz das pessoas e ataca o tecido cerebral, causando uma doença chamada meningoencefalite amebiana primária (MAP).

    A infecção por essa ameba é muito rara, mas quase sempre fatal. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, entre 1962 e 2020, foram registrados 148 casos de MAP no país, dos quais apenas quatro sobreviveram.

    Os sintomas da infecção aparecem cerca de sete dias após o contato com a ameba e incluem febre alta, dor de cabeça intensa, vômitos, alteração sensorial e convulsões. O quadro pode evoluir para coma e morte em uma semana.

    Não há transmissão de pessoa para pessoa e a infecção não ocorre ao beber água contaminada. A única forma de prevenção é evitar nadar ou mergulhar em águas doces quentes ou mornas, especialmente durante os meses de verão.

    Os casos de MAP são mais frequentes nos estados do sul dos EUA, onde as temperaturas são mais elevadas. O último caso na Geórgia havia sido registrado em 2018. As autoridades de saúde alertam a população para os riscos da exposição à ameba e recomendam o uso de tampões nasais ao entrar em contato com águas doces.

  • A síndrome que faz as pessoas acreditarem que estão mortas

    A síndrome que faz as pessoas acreditarem que estão mortas

    Imagine que você acorda um dia e sente que não está mais vivo. Você olha no espelho e vê um cadáver. Você não sente fome, sede ou dor. Você acha que o mundo ao seu redor é uma ilusão. Você pensa que não tem mais sentido viver.

    Você está sofrendo da síndrome de Cotard.

    A síndrome de Cotard é um raro distúrbio neuropsiquiátrico em que a pessoa acredita que está morta, que não existe ou que o mundo não existe. A condição foi descrita em 1880 por Jules Cotard, um neurologista e psiquiatra francês. Ele relatou o caso de uma mulher chamada Mademoiselle X, que negava a existência de Deus, do diabo, de várias partes do seu corpo e da sua necessidade de se alimentar. Ela afirmava ser eternamente condenada e queria ser queimada viva.

    Os pacientes com síndrome de Cotard podem ter outras alucinações e delírios, como acreditar que foram substituídos por impostores, que seus órgãos internos estão sendo comidos por vermes ou que seu cérebro está apodrecendo. Eles podem se isolar socialmente, negligenciar sua higiene pessoal, tentar suicídio ou até mesmo mutilar-se. Alguns casos extremos envolvem pacientes que se enterram vivos ou se expõem ao frio intenso para confirmar sua morte.

    A síndrome de Cotard pode estar associada a vários transtornos neurológicos e psiquiátricos, como esquizofrenia, depressão, epilepsia e lesões cerebrais. Algumas pesquisas sugerem que há uma alteração na atividade cerebral dos pacientes com síndrome de Cotard, especialmente nas áreas relacionadas à percepção do próprio corpo, à emoção e à memória. Por exemplo, um estudo de 2010 mostrou que um paciente com síndrome de Cotard tinha uma redução no fluxo sanguíneo na região frontal do cérebro, responsável pelo raciocínio e pela tomada de decisões.

    Não há um critério específico para o diagnóstico da síndrome de Cotard, e o tratamento geralmente envolve psicoterapia, medicamentos ou eletroconvulsoterapia. A psicoterapia visa ajudar o paciente a reconhecer e questionar seus pensamentos irracionais e a recuperar sua autoestima e seu senso de realidade. Os medicamentos podem incluir antidepressivos, antipsicóticos ou estabilizadores de humor. A eletroconvulsoterapia consiste em aplicar uma corrente elétrica no cérebro do paciente para induzir uma convulsão controlada, que pode aliviar os sintomas depressivos e psicóticos.

    A síndrome de Cotard é uma das muitas condições neurológicas que nos mostram o quanto ainda desconhecemos sobre o funcionamento do nosso cérebro. Ela nos faz questionar como podemos ter certeza da nossa própria existência e da realidade que nos cerca. Ela também nos lembra da importância de cuidarmos da nossa saúde mental e de buscarmos ajuda profissional quando necessário.

    Você está sofrendo da síndrome de Cotard.

    A síndrome de Cotard é um raro distúrbio neuropsiquiátrico em que a pessoa acredita que está morta, que não existe ou que o mundo não existe. A condição foi descrita em 1880 por Jules Cotard, um neurologista e psiquiatra francês. Ele relatou o caso de uma mulher chamada Mademoiselle X, que negava a existência de Deus, do diabo, de várias partes do seu corpo e da sua necessidade de se alimentar. Ela afirmava ser eternamente condenada e queria ser queimada viva.

    Os pacientes com síndrome de Cotard podem ter outras alucinações e delírios, como acreditar que foram substituídos por impostores, que seus órgãos internos estão sendo comidos por vermes ou que seu cérebro está apodrecendo. Eles podem se isolar socialmente, negligenciar sua higiene pessoal, tentar suicídio ou até mesmo mutilar-se. Alguns casos extremos envolvem pacientes que se enterram vivos ou se expõem ao frio intenso para confirmar sua morte.

    A síndrome de Cotard pode estar associada a vários transtornos neurológicos e psiquiátricos, como esquizofrenia, depressão, epilepsia e lesões cerebrais. Algumas pesquisas sugerem que há uma alteração na atividade cerebral dos pacientes com síndrome de Cotard, especialmente nas áreas relacionadas à percepção do próprio corpo, à emoção e à memória. Por exemplo, um estudo de 2010 mostrou que um paciente com síndrome de Cotard tinha uma redução no fluxo sanguíneo na região frontal do cérebro, responsável pelo raciocínio e pela tomada de decisões.

    Não há um critério específico para o diagnóstico da síndrome de Cotard, e o tratamento geralmente envolve psicoterapia, medicamentos ou eletroconvulsoterapia. A psicoterapia visa ajudar o paciente a reconhecer e questionar seus pensamentos irracionais e a recuperar sua autoestima e seu senso de realidade. Os medicamentos podem incluir antidepressivos, antipsicóticos ou estabilizadores de humor. A eletroconvulsoterapia consiste em aplicar uma corrente elétrica no cérebro do paciente para induzir uma convulsão controlada, que pode aliviar os sintomas depressivos e psicóticos.

    A síndrome de Cotard é uma das muitas condições neurológicas que nos mostram o quanto ainda desconhecemos sobre o funcionamento do nosso cérebro. Ela nos faz questionar como podemos ter certeza da nossa própria existência e da realidade que nos cerca. Ela também nos lembra da importância de cuidarmos da nossa saúde mental e de buscarmos ajuda profissional quando necessário.

  • Viu um fantasma? Saiba como a ciência pode explicar esse fenômeno

    Viu um fantasma? Saiba como a ciência pode explicar esse fenômeno

    Você já sentiu alguma vez a presença de alguém que não estava lá? Essa sensação pode ser explicada pela ciência, de acordo com um artigo da BBC Brasil que resume uma pesquisa realizada por neurocientistas na Suíça.

    O artigo Como ciência explica experiência de ‘presença sobrenatural’ conta como os pesquisadores conseguiram reproduzir em laboratório a ilusão de sentir uma presença invisível próxima ao corpo. Eles usaram um robô que tocava as costas dos voluntários enquanto eles moviam a mão na frente de si. O robô, porém, não sincronizava os movimentos com os dos participantes, criando uma discrepância entre o que eles viam e o que sentiam.

    Essa discrepância gerou uma confusão no cérebro dos voluntários, que interpretaram o toque do robô como se fosse de outra pessoa. Alguns relataram sentir medo, ansiedade e até mesmo a presença de um fantasma. Os pesquisadores descobriram que essa ilusão estava relacionada a uma alteração na atividade de duas áreas cerebrais: o córtex temporal e o córtex parietal.

    O córtex temporal é responsável pelo processamento auditivo e pela percepção do espaço. O córtex parietal é responsável pela integração sensorial e pela consciência corporal. Quando essas áreas não funcionam bem, o cérebro pode criar uma representação distorcida do próprio corpo e do ambiente, levando a uma sensação de presença sobrenatural.

    Os autores do estudo sugerem que essa ilusão pode estar na origem de algumas experiências religiosas ou paranormais, como as relatadas por alpinistas, esquizofrênicos ou pacientes com epilepsia. Eles também acreditam que essa descoberta pode ajudar no tratamento de pessoas que sofrem com alucinações ou delírios.

    O artigo da BBC Brasil é interessante para quem quer saber mais sobre como a ciência pode investigar fenômenos que normalmente são atribuídos ao misticismo ou à superstição. Ele mostra como o cérebro humano é complexo e fascinante, e como ele pode nos enganar às vezes.

    O artigo Como ciência explica experiência de ‘presença sobrenatural’ conta como os pesquisadores conseguiram reproduzir em laboratório a ilusão de sentir uma presença invisível próxima ao corpo. Eles usaram um robô que tocava as costas dos voluntários enquanto eles moviam a mão na frente de si. O robô, porém, não sincronizava os movimentos com os dos participantes, criando uma discrepância entre o que eles viam e o que sentiam.

    Essa discrepância gerou uma confusão no cérebro dos voluntários, que interpretaram o toque do robô como se fosse de outra pessoa. Alguns relataram sentir medo, ansiedade e até mesmo a presença de um fantasma. Os pesquisadores descobriram que essa ilusão estava relacionada a uma alteração na atividade de duas áreas cerebrais: o córtex temporal e o córtex parietal.

    O córtex temporal é responsável pelo processamento auditivo e pela percepção do espaço. O córtex parietal é responsável pela integração sensorial e pela consciência corporal. Quando essas áreas não funcionam bem, o cérebro pode criar uma representação distorcida do próprio corpo e do ambiente, levando a uma sensação de presença sobrenatural.

    Os autores do estudo sugerem que essa ilusão pode estar na origem de algumas experiências religiosas ou paranormais, como as relatadas por alpinistas, esquizofrênicos ou pacientes com epilepsia. Eles também acreditam que essa descoberta pode ajudar no tratamento de pessoas que sofrem com alucinações ou delírios.

    O artigo da BBC Brasil é interessante para quem quer saber mais sobre como a ciência pode investigar fenômenos que normalmente são atribuídos ao misticismo ou à superstição. Ele mostra como o cérebro humano é complexo e fascinante, e como ele pode nos enganar às vezes.

  • Caminhada rápida diária de 11 minutos é suficiente para reduzir o risco de morte precoce

    Caminhada rápida diária de 11 minutos é suficiente para reduzir o risco de morte precoce

    Estudo da Universidade de Cambridge mostrou que uma caminhada rápida diária pode reduzir o risco de morte precoce em até 30%.

    O estudo sugere que apenas 11 minutos de atividade física moderada por dia podem reduzir o risco de morte precoce por doenças como doenças cardíacas, derrame e alguns tipos de câncer.

    Os pesquisadores analisaram dados de mais de 90 mil pessoas e descobriram que aqueles que se exercitavam pelo menos 75 minutos por semana tinham uma taxa de mortalidade 15% menor do que os sedentários.

    O estudo também mostrou que quanto mais tempo as pessoas se exercitavam, menor era o risco de morte precoce.

    Os autores do estudo afirmam que seus resultados apoiam as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a quantidade mínima de atividade física necessária para a saúde. Eles também incentivam as pessoas a incorporar hábitos saudáveis em seu estilo de vida, como caminhar rápido, dançar, andar de bicicleta, jogar tênis ou fazer caminhadas.

    Fonte: ScienceDaily

    O estudo sugere que apenas 11 minutos de atividade física moderada por dia podem reduzir o risco de morte precoce por doenças como doenças cardíacas, derrame e alguns tipos de câncer.

    Os pesquisadores analisaram dados de mais de 90 mil pessoas e descobriram que aqueles que se exercitavam pelo menos 75 minutos por semana tinham uma taxa de mortalidade 15% menor do que os sedentários.

    O estudo também mostrou que quanto mais tempo as pessoas se exercitavam, menor era o risco de morte precoce.

    Os autores do estudo afirmam que seus resultados apoiam as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a quantidade mínima de atividade física necessária para a saúde. Eles também incentivam as pessoas a incorporar hábitos saudáveis em seu estilo de vida, como caminhar rápido, dançar, andar de bicicleta, jogar tênis ou fazer caminhadas.

    Fonte: ScienceDaily

  • O que os cientistas já sabem sobre a vida após a morte


    Existe vida após a morte? Essa provavelmente é uma das questões mais levantadas pela humanidade em toda sua história.

    Se por um lado as religiões procuram expor seus pontos de vista sobre o tema há anos, a ciência trabalha incansavelmente na busca de provas, ou ao menos um sinal, de que isso realmente seja possível.


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