Brasil pode falhar na meta de redução de emissões, diz Ministério da Saúde.
Após um aumento recorde nas mortes maternas por Covid-19 em 2020, o Brasil voltou a registrar um alto número de óbitos de gestantes e puérperas por causas evitáveis em 2021. Segundo dados do Ministério da Saúde, foram 1.039 mortes maternas entre janeiro e outubro do ano passado, sendo que 45% delas poderiam ter sido prevenidas com assistência adequada.
Entre as principais causas de morte estão hemorragias, hipertensão, infecções e abortos inseguros. Esses problemas já eram conhecidos antes da pandemia, mas se agravaram com a sobrecarga do sistema de saúde e o medo das mulheres de procurar atendimento.
Para especialistas, é preciso melhorar a qualidade da assistência pré-natal, parto e pós-parto, além de garantir o acesso à contracepção e ao aborto legal. Eles também defendem que as gestantes sejam priorizadas na vacinação contra a Covid-19, já que elas têm maior risco de complicações pela doença.
Após um aumento recorde nas mortes maternas por Covid-19 em 2020, o Brasil voltou a registrar um alto número de óbitos de gestantes e puérperas por causas evitáveis em 2021. Segundo dados do Ministério da Saúde, foram 1.039 mortes maternas entre janeiro e outubro do ano passado, sendo que 45% delas poderiam ter sido prevenidas com assistência adequada.
Entre as principais causas de morte estão hemorragias, hipertensão, infecções e abortos inseguros. Esses problemas já eram conhecidos antes da pandemia, mas se agravaram com a sobrecarga do sistema de saúde e o medo das mulheres de procurar atendimento.
Para especialistas, é preciso melhorar a qualidade da assistência pré-natal, parto e pós-parto, além de garantir o acesso à contracepção e ao aborto legal. Eles também defendem que as gestantes sejam priorizadas na vacinação contra a Covid-19, já que elas têm maior risco de complicações pela doença.
