Tag: Música

  • Elis Regina e Maria Rita cantam juntas em comercial de carro graças à inteligência artificial

    Elis Regina e Maria Rita cantam juntas em comercial de carro graças à inteligência artificial

    Uma das maiores cantoras da música brasileira, Elis Regina, que morreu em 1982, voltou a cantar com a sua filha Maria Rita em um comercial de carro da Volkswagen. A façanha foi possível graças à inteligência artificial, que recriou a voz de Elis a partir de gravações originais.

    Para recriar a voz da cantora, os produtores usaram uma técnica chamada “deepfake”, que consiste em usar algoritmos de aprendizado de máquina para gerar imagens ou sons falsos, mas realistas. No caso de Elis, foram usadas mais de 200 horas de gravações de suas músicas, entrevistas e programas de TV.

    O resultado é impressionante e emocionante. Maria Rita disse que ficou feliz em poder homenagear a mãe e que se sentiu abraçada por ela durante o processo. Ela também afirmou que espera que o comercial inspire as pessoas a cuidarem do meio ambiente e a valorizarem os seus afetos.

    A empresa disse que pretende lançar 30 novos veículos sustentáveis até 2025 e que quer se tornar líder em mobilidade elétrica no Brasil.

    Para recriar a voz da cantora, os produtores usaram uma técnica chamada “deepfake”, que consiste em usar algoritmos de aprendizado de máquina para gerar imagens ou sons falsos, mas realistas. No caso de Elis, foram usadas mais de 200 horas de gravações de suas músicas, entrevistas e programas de TV.

    O resultado é impressionante e emocionante. Maria Rita disse que ficou feliz em poder homenagear a mãe e que se sentiu abraçada por ela durante o processo. Ela também afirmou que espera que o comercial inspire as pessoas a cuidarem do meio ambiente e a valorizarem os seus afetos.

    A empresa disse que pretende lançar 30 novos veículos sustentáveis até 2025 e que quer se tornar líder em mobilidade elétrica no Brasil.

  • SpeedupSongs: O que é e como acelerar suas músicas favoritas

    SpeedupSongs: O que é e como acelerar suas músicas favoritas

    Você já ouviu falar do SpeedupSongs? É uma tendência que surgiu nas redes sociais, especialmente no TikTok, que consiste em acelerar músicas para deixá-las mais curtas e agudas.

    O resultado é uma versão divertida e diferente da canção original, que pode caber em um post de 30 a 40 segundos.

    O SpeedupSongs começou com versões amadoras, criadas pelos próprios usuários das redes, mas logo chamou a atenção de artistas e produtores, que passaram a lançar suas próprias músicas aceleradas em plataformas como o Spotify. Nomes como Lana Del Rey, Demi Lovato, Michael Bublé e Madonna já entraram na onda e disponibilizaram singles modificados em seus perfis.

    Mas como fazer o SpeedupSongs? Existem alguns aplicativos e sites que permitem acelerar músicas de forma simples e rápida. Um deles é o Audacity, um programa gratuito de edição de áudio que permite alterar a velocidade e o tom de qualquer arquivo de som. Outro é o Online Audio Speed Changer, um site que permite fazer o mesmo sem precisar baixar nada.

    Para usar o Audacity, basta baixar o programa no seu computador, abrir o arquivo de áudio que você quer acelerar e selecionar a opção “Efeito” no menu superior. Depois, escolha “Alterar Velocidade” e ajuste o percentual de aumento ou diminuição da velocidade. Quanto maior o percentual, mais rápida e aguda será a música. Depois, é só salvar o arquivo e compartilhar nas redes.

    Para usar o Online Audio Speed Changer, basta acessar o site https://onlinetonegenerator.com/time-stretcher.html, clicar em “Escolher arquivo” e selecionar o arquivo de áudio que você quer acelerar. Depois, arraste o controle deslizante para ajustar a velocidade da música. Você pode ouvir uma prévia antes de baixar o arquivo final.

    Alguns exemplos de músicas que ficaram famosas no SpeedupSongs são:

    • “Moral of the Story”, de Ashe
    • “Bring It Back”, de Travis Porter
    • “Black Out Days (Future Islands Remix)”, de Phantogram
    • “Without Me”, de Halsey
    • “King’s Dead”, de Jay Rock, Kendrick Lamar, Future e James Blake
    • “SUGAR”, de Brockhampton
    • “MAMMAMIA”, de Aya Nakamura
    • “idontwannabeyouanymore”, de Billie Eilish

    Se você quer conhecer mais músicas aceleradas, pode conferir a playlist Speed up Songs no Spotify, que tem cerca de dois milhões de curtidas e reúne vários sucessos nesse formato.

    O SpeedupSongs é uma forma divertida e criativa de ouvir e compartilhar músicas nas redes sociais. Experimente você também e veja como suas músicas favoritas podem ganhar uma nova vibe!

    O resultado é uma versão divertida e diferente da canção original, que pode caber em um post de 30 a 40 segundos.

    O SpeedupSongs começou com versões amadoras, criadas pelos próprios usuários das redes, mas logo chamou a atenção de artistas e produtores, que passaram a lançar suas próprias músicas aceleradas em plataformas como o Spotify. Nomes como Lana Del Rey, Demi Lovato, Michael Bublé e Madonna já entraram na onda e disponibilizaram singles modificados em seus perfis.

    Mas como fazer o SpeedupSongs? Existem alguns aplicativos e sites que permitem acelerar músicas de forma simples e rápida. Um deles é o Audacity, um programa gratuito de edição de áudio que permite alterar a velocidade e o tom de qualquer arquivo de som. Outro é o Online Audio Speed Changer, um site que permite fazer o mesmo sem precisar baixar nada.

    Para usar o Audacity, basta baixar o programa no seu computador, abrir o arquivo de áudio que você quer acelerar e selecionar a opção “Efeito” no menu superior. Depois, escolha “Alterar Velocidade” e ajuste o percentual de aumento ou diminuição da velocidade. Quanto maior o percentual, mais rápida e aguda será a música. Depois, é só salvar o arquivo e compartilhar nas redes.

    Para usar o Online Audio Speed Changer, basta acessar o site https://onlinetonegenerator.com/time-stretcher.html, clicar em “Escolher arquivo” e selecionar o arquivo de áudio que você quer acelerar. Depois, arraste o controle deslizante para ajustar a velocidade da música. Você pode ouvir uma prévia antes de baixar o arquivo final.

    Alguns exemplos de músicas que ficaram famosas no SpeedupSongs são:

    • “Moral of the Story”, de Ashe
    • “Bring It Back”, de Travis Porter
    • “Black Out Days (Future Islands Remix)”, de Phantogram
    • “Without Me”, de Halsey
    • “King’s Dead”, de Jay Rock, Kendrick Lamar, Future e James Blake
    • “SUGAR”, de Brockhampton
    • “MAMMAMIA”, de Aya Nakamura
    • “idontwannabeyouanymore”, de Billie Eilish

    Se você quer conhecer mais músicas aceleradas, pode conferir a playlist Speed up Songs no Spotify, que tem cerca de dois milhões de curtidas e reúne vários sucessos nesse formato.

    O SpeedupSongs é uma forma divertida e criativa de ouvir e compartilhar músicas nas redes sociais. Experimente você também e veja como suas músicas favoritas podem ganhar uma nova vibe!

  • Isenção de direitos autorais para rádios comunitárias é aprovada na Comissão de Educação

    As rádios comunitárias podem ficar isentas do pagamento de direitos autorais ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). Esse é o teor do Projeto de Lei do Senado (PLS) 410/2017, aprovado nesta terça-feira (12) na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). O texto segue para análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde recebe decisão terminativa.

    O projeto, de autoria do senador Hélio José (Pros-DF), altera a Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/1998) para isentar as rádios comunitárias do pagamento de direitos autorais pela veiculação de obras musicais e literomusicais, o que inclui os direitos conexos (relativos aos intérpretes e executantes). O parlamentar argumenta que o pagamento de direitos autorais é um dos principais fatores que têm dificultado ou inviabilizado as rádios comunitárias, que já não podem obter recursos com a venda de anúncios.

    – O objetivo é ajudar, não entrar em guerra de braço com ninguém. Estamos todos muito felizes – comemorou.

    A relatora na CE, senadora Fátima Bezerra (PT-RN), acredita que o texto vai viabilizar a continuidade da atuação dessas rádios, essenciais para desenvolvimento cultural, comunicativo e social das comunidades por elas alcançadas, e ampliar a democratização dos meios de comunicação do país, que apresentam perfil extremamente concentrado, quase um oligopólio nas propriedade das emissoras de radiodifusão e televisão. Ela fez algumas correções e ajustes de redação por emendas.

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    – É uma proposta para democratizar a comunicação popular – comemorou.

    O texto recebeu apoio de parlamentares de vários partidos. Representantes da Abraço Nacional (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária) também acompanharam a votação.

    – Esse projeto tira a cobrança muitas vezes abusiva e excessiva do Ecad sobre as comunitárias – disse Lindbergh Farias (PT-RJ).

    Os senadores José Agripino (DEM-RN) e Jorge Viana (PT-AC) afirmaram que as rádios comunitárias são geridas por locais, prestam serviços à comunidade e dão destaque a artistas regionais. Mesmo apoiando o texto, a senadora Regina Sousa (PT-PI) lembrou que há distorções a serem corrigidas para evitar que ocorra a seguinte situação: “a rádio de político que é disfarçada de comunitária”.
    Propostas semelhantes

    Durante a votação, a senadora Ana Amélia (PP-RS) mencionou proposta de sua autoria com teor semelhante. O PLS 206/2012 desonera de tributos de execução musical a sonorização do quarto das pousadas, hotéis e pensões do país. Fátima Bezerra prometeu pautá-lo na Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR).

    O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) disse que levará aos líderes a sugestão de votação, em Plenário, do PLS 513/2017, que altera o limite de potência de transmissão e a quantidade de canais designados para a execução do serviço das rádios comunitárias. A matéria está pronta para inclusão na Ordem do Dia.

    Lindbergh Farias citou ainda a aprovação na CCJ, há poucos dias, do PLS 55/2016 e que agora aguarda análise na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT). O texto permite às rádios comunitárias e educativas custear suas operações através da venda de publicidade comercial. Da Agência Senado.

  • Estudo mostra que música pode potencializar tratamento contra hipertensão

    Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Estadual Paulista (Unesp) mostra que a música pode intensificar os efeitos de medicamentos contra a hipertensão arterial. O estudo, desenvolvido em parceria com a Faculdade de Juazeiro do Norte, a Faculdade de Medicina do ABC e a Oxford Brookes University (Inglaterra), identificou os benefícios da associação em 37 pacientes.

    Os participantes da pesquisa foram avaliados durante dois dias. No primeiro, logo após ingerir a medicação, eles escutaram música durante uma hora. No segundo, os remédios eram administrados, mas eles apenas usavam os fones sem nenhuma melodia. “Nós concluímos que a música intensificou, em curto prazo, os efeitos benéficos do medicamento anti-hipertensivo sobre o coração”, disse o coordenador do estudo, o professor do Departamento de Fonoaudiologia da Unesp Vitor Engrácia Valenti.

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    Para verificar os efeitos da música, foi usado o método da variabilidade da frequência cardíaca, que tem mais precisão e sensibilidade para avaliar as alterações no coração. Entre os efeitos observados estão a desaceleração dos batimentos e a redução da pressão arterial.

    Música pop

    Os pacientes foram estimulados com músicas instrumentais das cantoras pop Adele e Enya. “Nós pensamos nessas músicas porque são mais popularmente aceitas”, comentou Valenti sobre a escolha. O grupo tem pesquisado desde 2012 os efeitos da música sobre o coração. Nos experimentos anteriores havia sido usada música erudita.

    A partir de estudos feitos em animais, a hipótese dos pesquisadores para os resultados da associação entre o medicamento anti-hipertensão e a música é que a combinação aumenta a absorção dos remédios pelo organismo. “[A música age sobre] um nervo que estimula o sistema gastrointestinal, causa uma vasodilatação, aumenta a absorção do intestino nos animais. Uma hipótese é que a música acelerou a absorção do medicamento pelo intestino”, explicou o coordenador do trabalho.

    Além de potencializar o tratamento em pacientes cardíacos ou hipertensos, Valenti acredita que a música pode se tornar um método auxiliar para prevenir o desenvolvimento da doença em pessoas com essa propensão. “A música pode ser associada com o medicamento para melhorar ainda mais a saúde dos pacientes, até preventivamente, quando a pessoa tem risco de desenvolver uma doença cardiorrespiratória”, acrescentou.