Tag: Nasa

  • Novo planeta do tamanho da terra desperta curiosidade científica

    Novo planeta do tamanho da terra desperta curiosidade científica

    Cientistas estão em polvorosa com a descoberta de um novo planeta, batizado de HD 63433d, que promete desvendar segredos sobre a formação de mundos semelhantes ao nosso.

    Localizado a apenas 73 anos-luz de distância, este planeta do tamanho da Terra se destaca por ser mais próximo e jovem do que qualquer outro já encontrado.

    Um Mundo de Extremos

    HD 63433d é um planeta de contrastes. Com uma órbita que o leva a completar uma volta ao redor de sua estrela a cada 4,2 dias, ele apresenta um lado permanentemente banhado pela luz estelar, onde as temperaturas podem atingir até 2.300 graus Fahrenheit. Este calor extremo sugere um ambiente de fluxo de lava constante, enquanto o lado oposto permanece na escuridão eterna.

    Uma Estrela Jovem e Vibrante

    A estrela que hospeda HD 63433d é uma versão mais jovem do nosso sol, com apenas 400 milhões de anos. Sua juventude e semelhança com o sol oferecem uma oportunidade rara para estudar como planetas como a Terra podem ter sido em seus primeiros estágios de desenvolvimento.

    O Futuro dos Estudos Planetários

    A descoberta de HD 63433d abre caminho para novas pesquisas sobre a evolução dos planetas. A proximidade do planeta e a possibilidade de observação direta tornam-no um laboratório natural para entendermos melhor como mundos como o nosso podem se formar e evoluir.

    Uma Janela para o Passado da Terra

    Os cientistas acreditam que HD 63433d pode oferecer pistas sobre o passado da Terra. Estudando suas características únicas, podemos aprender mais sobre o nosso próprio planeta e como ele se tornou o lar que conhecemos hoje.

    Uma Colaboração Internacional

    A pesquisa que levou à descoberta de HD 63433d foi liderada por Melinda Soares-Furtado, uma bolsista Hubble da NASA na Universidade de Wisconsin-Madison, e Benjamin Capistrant, um recém-graduado da mesma universidade. O estudo foi publicado no The Astronomical Journal e representa um marco importante na astronomia.

    Fonte: Link.

    Localizado a apenas 73 anos-luz de distância, este planeta do tamanho da Terra se destaca por ser mais próximo e jovem do que qualquer outro já encontrado.

    Um Mundo de Extremos

    HD 63433d é um planeta de contrastes. Com uma órbita que o leva a completar uma volta ao redor de sua estrela a cada 4,2 dias, ele apresenta um lado permanentemente banhado pela luz estelar, onde as temperaturas podem atingir até 2.300 graus Fahrenheit. Este calor extremo sugere um ambiente de fluxo de lava constante, enquanto o lado oposto permanece na escuridão eterna.

    Uma Estrela Jovem e Vibrante

    A estrela que hospeda HD 63433d é uma versão mais jovem do nosso sol, com apenas 400 milhões de anos. Sua juventude e semelhança com o sol oferecem uma oportunidade rara para estudar como planetas como a Terra podem ter sido em seus primeiros estágios de desenvolvimento.

    O Futuro dos Estudos Planetários

    A descoberta de HD 63433d abre caminho para novas pesquisas sobre a evolução dos planetas. A proximidade do planeta e a possibilidade de observação direta tornam-no um laboratório natural para entendermos melhor como mundos como o nosso podem se formar e evoluir.

    Uma Janela para o Passado da Terra

    Os cientistas acreditam que HD 63433d pode oferecer pistas sobre o passado da Terra. Estudando suas características únicas, podemos aprender mais sobre o nosso próprio planeta e como ele se tornou o lar que conhecemos hoje.

    Uma Colaboração Internacional

    A pesquisa que levou à descoberta de HD 63433d foi liderada por Melinda Soares-Furtado, uma bolsista Hubble da NASA na Universidade de Wisconsin-Madison, e Benjamin Capistrant, um recém-graduado da mesma universidade. O estudo foi publicado no The Astronomical Journal e representa um marco importante na astronomia.

    Fonte: Link.

  • Aquecimento Global: 2023 é o ano mais quente da história, confirma NASA

    Aquecimento Global: 2023 é o ano mais quente da história, confirma NASA

    O planeta Terra está passando por uma febre sem precedentes.

    A NASA, a agência espacial americana, confirmou que o ano de 2023 foi o mais quente já registrado desde o início dos registros modernos. Com uma temperatura média da superfície terrestre cerca de 1,2 graus Celsius acima da média do período de referência (1951-1980), o calor extremo não foi apenas um número em um gráfico: foi uma realidade vivida por bilhões de pessoas ao redor do mundo.

    O administrador da NASA, Bill Nelson, alertou para a crise climática que estamos enfrentando. Eventos extremos como ondas de calor, incêndios florestais e a elevação do nível do mar são sinais claros de que nosso planeta está mudando. Mas não estamos parados. Sob a liderança do Presidente Biden, ações estão sendo tomadas para reduzir os riscos climáticos e ajudar as comunidades a se tornarem mais resilientes.

    Em 2023, cada mês de junho a dezembro quebrou recordes de calor para seus respectivos meses, com julho sendo o mês mais quente de todos os tempos. A Terra estava aproximadamente 1,4 graus Celsius mais quente do que a média do final do século 19, uma época em que a humanidade começou a manter registros mais precisos do clima.

    Gavin Schmidt, diretor do Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS) da NASA, ressaltou que o aquecimento excepcional que estamos experimentando é impulsionado principalmente pelas emissões de combustíveis fósseis. As consequências são visíveis: ondas de calor mais intensas, chuvas torrenciais e inundações costeiras.

    Mas o que isso significa para nós, cidadãos comuns? Significa que o clima que conhecemos está mudando rapidamente e que essas mudanças afetam diretamente nossa vida diária. A ciência é clara: para proteger nosso lar e garantir um futuro sustentável, devemos agir agora.

    Fatos Adicionais:

    • Os últimos 10 anos consecutivos foram os mais quentes já registrados, mostrando uma tendência clara de aquecimento global.
    • O fenômeno El Niño, que causa alterações significativas no clima global, contribuiu para as altas temperaturas do verão, especialmente na superfície do mar.

    Este é um chamado à ação. É hora de olhar para o futuro com esperança e determinação, trabalhando juntos para combater as mudanças climáticas e proteger nosso planeta para as gerações futuras.

    A NASA, a agência espacial americana, confirmou que o ano de 2023 foi o mais quente já registrado desde o início dos registros modernos. Com uma temperatura média da superfície terrestre cerca de 1,2 graus Celsius acima da média do período de referência (1951-1980), o calor extremo não foi apenas um número em um gráfico: foi uma realidade vivida por bilhões de pessoas ao redor do mundo.

    O administrador da NASA, Bill Nelson, alertou para a crise climática que estamos enfrentando. Eventos extremos como ondas de calor, incêndios florestais e a elevação do nível do mar são sinais claros de que nosso planeta está mudando. Mas não estamos parados. Sob a liderança do Presidente Biden, ações estão sendo tomadas para reduzir os riscos climáticos e ajudar as comunidades a se tornarem mais resilientes.

    Em 2023, cada mês de junho a dezembro quebrou recordes de calor para seus respectivos meses, com julho sendo o mês mais quente de todos os tempos. A Terra estava aproximadamente 1,4 graus Celsius mais quente do que a média do final do século 19, uma época em que a humanidade começou a manter registros mais precisos do clima.

    Gavin Schmidt, diretor do Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS) da NASA, ressaltou que o aquecimento excepcional que estamos experimentando é impulsionado principalmente pelas emissões de combustíveis fósseis. As consequências são visíveis: ondas de calor mais intensas, chuvas torrenciais e inundações costeiras.

    Mas o que isso significa para nós, cidadãos comuns? Significa que o clima que conhecemos está mudando rapidamente e que essas mudanças afetam diretamente nossa vida diária. A ciência é clara: para proteger nosso lar e garantir um futuro sustentável, devemos agir agora.

    Fatos Adicionais:

    • Os últimos 10 anos consecutivos foram os mais quentes já registrados, mostrando uma tendência clara de aquecimento global.
    • O fenômeno El Niño, que causa alterações significativas no clima global, contribuiu para as altas temperaturas do verão, especialmente na superfície do mar.

    Este é um chamado à ação. É hora de olhar para o futuro com esperança e determinação, trabalhando juntos para combater as mudanças climáticas e proteger nosso planeta para as gerações futuras.

  • Estrelas antigas criaram elementos mais pesados do que os da Terra, dizem cientistas

    Estrelas antigas criaram elementos mais pesados do que os da Terra, dizem cientistas

    Uma equipe internacional de pesquisadores descobriu que as estrelas antigas eram capazes de produzir elementos com massas atômicas maiores do que 260, mais pesados do que qualquer elemento da tabela periódica encontrado naturalmente na Terra.

    A descoberta aprofunda nossa compreensão da formação de elementos nas estrelas.

    Nós somos, literalmente, feitos de poeira de estrelas. As estrelas são fábricas de elementos, onde os elementos constantemente se fundem ou se quebram para criar outros elementos mais leves ou mais pesados.

    Quando nos referimos a elementos leves ou pesados, estamos falando de suas massas atômicas. De modo geral, a massa atômica é baseada no número de prótons e nêutrons no núcleo de um átomo desse elemento.

    Os elementos mais pesados só são conhecidos por serem criados em estrelas de nêutrons, através do processo de captura rápida de nêutrons, ou r-processo. Imagine um único núcleo atômico flutuando em uma sopa de nêutrons. De repente, um monte desses nêutrons fica preso ao núcleo em um período de tempo muito curto – geralmente em menos de um segundo – e depois passa por algumas mudanças internas de nêutron para próton, e voilà! Um elemento pesado, como ouro, platina ou urânio, se forma.

    Os elementos mais pesados são instáveis ou radioativos, o que significa que eles decaem ao longo do tempo. Uma maneira de fazer isso é se dividindo, um processo chamado fissão.

    “O r-processo é necessário se você quiser fazer elementos que são mais pesados do que, digamos, chumbo e bismuto”, diz Ian Roederer, professor associado de física na North Carolina State University e autor principal da pesquisa. Roederer trabalhava anteriormente na Universidade de Michigan.

    “Você tem que adicionar muitos nêutrons muito rapidamente, mas o problema é que você precisa de muita energia e muitos nêutrons para fazer isso”, diz Roederer.

    “Nós temos uma ideia geral de como o r-processo funciona, mas as condições do processo são bastante extremas”, diz Roederer. “Nós não temos uma boa noção de quantos tipos diferentes de locais no universo podem gerar o r-processo, nem de como o r-processo termina.”

    Os pesquisadores analisaram a luz emitida por 15 estrelas antigas, localizadas a cerca de 10 mil anos-luz da Terra, usando o telescópio Magellan Clay, no Chile. Eles descobriram que essas estrelas tinham traços de elementos pesados, como tálio, polônio e astato, que têm massas atômicas entre 204 e 219. Esses elementos são produtos de fissão de elementos ainda mais pesados, que devem ter sido criados pelo r-processo nas estrelas.

    “Isso nos mostra que o r-processo nas estrelas antigas foi capaz de produzir elementos com massas atômicas maiores do que 260, que é o limite superior dos elementos que podemos estudar na Terra”, diz Roederer. “Isso nos dá uma nova janela para entender como os elementos pesados se formaram no universo.”

    O estudo foi publicado na revista Nature Astronomy e contou com a participação de pesquisadores da Austrália, Brasil, China, Dinamarca, Estados Unidos, França, Itália e Reino Unido.

    Fonte: Link.

    A descoberta aprofunda nossa compreensão da formação de elementos nas estrelas.

    Nós somos, literalmente, feitos de poeira de estrelas. As estrelas são fábricas de elementos, onde os elementos constantemente se fundem ou se quebram para criar outros elementos mais leves ou mais pesados.

    Quando nos referimos a elementos leves ou pesados, estamos falando de suas massas atômicas. De modo geral, a massa atômica é baseada no número de prótons e nêutrons no núcleo de um átomo desse elemento.

    Os elementos mais pesados só são conhecidos por serem criados em estrelas de nêutrons, através do processo de captura rápida de nêutrons, ou r-processo. Imagine um único núcleo atômico flutuando em uma sopa de nêutrons. De repente, um monte desses nêutrons fica preso ao núcleo em um período de tempo muito curto – geralmente em menos de um segundo – e depois passa por algumas mudanças internas de nêutron para próton, e voilà! Um elemento pesado, como ouro, platina ou urânio, se forma.

    Os elementos mais pesados são instáveis ou radioativos, o que significa que eles decaem ao longo do tempo. Uma maneira de fazer isso é se dividindo, um processo chamado fissão.

    “O r-processo é necessário se você quiser fazer elementos que são mais pesados do que, digamos, chumbo e bismuto”, diz Ian Roederer, professor associado de física na North Carolina State University e autor principal da pesquisa. Roederer trabalhava anteriormente na Universidade de Michigan.

    “Você tem que adicionar muitos nêutrons muito rapidamente, mas o problema é que você precisa de muita energia e muitos nêutrons para fazer isso”, diz Roederer.

    “Nós temos uma ideia geral de como o r-processo funciona, mas as condições do processo são bastante extremas”, diz Roederer. “Nós não temos uma boa noção de quantos tipos diferentes de locais no universo podem gerar o r-processo, nem de como o r-processo termina.”

    Os pesquisadores analisaram a luz emitida por 15 estrelas antigas, localizadas a cerca de 10 mil anos-luz da Terra, usando o telescópio Magellan Clay, no Chile. Eles descobriram que essas estrelas tinham traços de elementos pesados, como tálio, polônio e astato, que têm massas atômicas entre 204 e 219. Esses elementos são produtos de fissão de elementos ainda mais pesados, que devem ter sido criados pelo r-processo nas estrelas.

    “Isso nos mostra que o r-processo nas estrelas antigas foi capaz de produzir elementos com massas atômicas maiores do que 260, que é o limite superior dos elementos que podemos estudar na Terra”, diz Roederer. “Isso nos dá uma nova janela para entender como os elementos pesados se formaram no universo.”

    O estudo foi publicado na revista Nature Astronomy e contou com a participação de pesquisadores da Austrália, Brasil, China, Dinamarca, Estados Unidos, França, Itália e Reino Unido.

    Fonte: Link.

  • Como a Índia se tornou uma potência espacial e o que o Brasil pode aprender com ela

    Como a Índia se tornou uma potência espacial e o que o Brasil pode aprender com ela

    A exploração espacial é uma atividade que envolve o estudo e a exploração do espaço sideral, com o objetivo de ampliar o conhecimento científico, desenvolver novas tecnologias e beneficiar a sociedade e o meio ambiente. 

    Muitos países investem em programas espaciais, buscando obter vantagens econômicas, políticas e estratégicas, além de contribuir para o avanço da ciência e da inovação.

    Um exemplo de país que investiu em um programa espacial é a Índia, que tem como meta se tornar uma potência espacial no século XXI. A Índia possui a Organização de Pesquisa Espacial Indiana (ISRO, na sigla em inglês), que é responsável por planejar e executar as missões espaciais do país. A ISRO foi fundada em 1969 e desde então realizou diversas missões, como o lançamento de satélites, sondas lunares e marcianas, foguetes e veículos de lançamento.

    A Índia tem se destacado por realizar missões espaciais de baixo custo, mas com alto grau de complexidade e sucesso. Por exemplo, em 2008, a Índia lançou a sua primeira missão lunar, a Chandrayaan-1, que custou cerca de US$ 79 milhões e detectou a presença de água na superfície da Lua. Em 2014, a Índia se tornou o primeiro país asiático a colocar um satélite em órbita de Marte, a missão Mangalyaan, que custou cerca de US$ 74 milhões e coletou dados sobre a atmosfera e o clima do planeta vermelho. Em 2019, a Índia tentou realizar o seu primeiro pouso suave na Lua, com a missão Chandrayaan-2, mas o contato com o módulo de pouso foi perdido na fase final da descida. A missão custou cerca de US$ 140 milhões e tinha como objetivo explorar o polo sul lunar, uma região inexplorada e rica em recursos. Em 2023, a Índia lançou a sua terceira missão lunar, a Chandrayaan-3, que custou cerca de US$ 80 milhões e teve como objetivo corrigir as falhas da missão anterior e realizar um pouso suave na superfície lunar, coletar dados e conduzir experimentos científicos.

    As missões espaciais da Índia trouxeram diversos benefícios para o país, como o aumento da capacidade tecnológica, o fortalecimento da imagem internacional, o estímulo à educação e à pesquisa científica, a geração de empregos e renda, a melhoria da qualidade de vida e a preservação do meio ambiente. Por exemplo, os satélites lançados pela Índia são usados para diversas aplicações, como comunicação, meteorologia, navegação, monitoramento de recursos naturais, agricultura, segurança, defesa e gestão de desastres. Além disso, as missões espaciais da Índia geraram inovações que foram aplicadas em outros setores, como saúde, energia, transporte, indústria e consumo.

    O Brasil também pode se beneficiar de um programa espacial parecido com o da Índia, pois possui potencial e interesse em desenvolver a sua capacidade espacial. O Brasil possui a Agência Espacial Brasileira (AEB), que é responsável por formular e coordenar as políticas e as atividades espaciais do país. A AEB foi criada em 1994 e desde então realizou diversas missões, como o lançamento de satélites, foguetes, balões e experimentos científicos. O Brasil também possui parcerias internacionais com outros países, como China, Estados Unidos, Rússia e França, para o desenvolvimento e o lançamento de satélites e foguetes.

    O Brasil tem se beneficiado das aplicações espaciais em diversas áreas, como comunicação, meteorologia, navegação, monitoramento ambiental, agricultura, segurança, defesa e gestão de desastres. Por exemplo, os satélites lançados pelo Brasil são usados para fornecer internet banda larga, prever o tempo e o clima, auxiliar na localização e no transporte, observar o desmatamento e as queimadas, estimar a produção agrícola, proteger as fronteiras e o espaço aéreo, e apoiar as operações de socorro e de emergência. Além disso, as atividades espaciais do Brasil geraram inovações que foram aplicadas em outros setores, como saúde, energia, transporte, indústria e consumo.

    No entanto, o Brasil ainda enfrenta desafios para avançar no seu programa espacial, como a falta de recursos financeiros, humanos e materiais, a dependência tecnológica de outros países, a baixa articulação entre os atores envolvidos, a escassez de incentivos à pesquisa e à inovação, e a ausência de uma visão estratégica de longo prazo. Para superar esses desafios, o Brasil precisa investir mais no seu programa espacial, buscando aumentar o orçamento, capacitar e atrair profissionais qualificados, desenvolver e dominar tecnologias críticas, fortalecer a cooperação nacional e internacional, estimular a participação do setor privado e da sociedade, e definir metas e prioridades claras e alinhadas com os interesses nacionais.

    A exploração espacial é importante para a sociedade e o meio ambiente, pois amplia o conhecimento científico, desenvolve novas tecnologias e beneficia diversos setores da economia e da vida humana. A Índia é um exemplo de país que investiu em um programa espacial e obteve resultados positivos, tanto em termos de capacidade tecnológica, quanto em termos de imagem internacional e de desenvolvimento social. O Brasil também pode se beneficiar de um programa espacial parecido com o da Índia, pois possui potencial e interesse em desenvolver a sua capacidade espacial, mas precisa superar os desafios que limitam o seu avanço nessa área.

    Muitos países investem em programas espaciais, buscando obter vantagens econômicas, políticas e estratégicas, além de contribuir para o avanço da ciência e da inovação.

    Um exemplo de país que investiu em um programa espacial é a Índia, que tem como meta se tornar uma potência espacial no século XXI. A Índia possui a Organização de Pesquisa Espacial Indiana (ISRO, na sigla em inglês), que é responsável por planejar e executar as missões espaciais do país. A ISRO foi fundada em 1969 e desde então realizou diversas missões, como o lançamento de satélites, sondas lunares e marcianas, foguetes e veículos de lançamento.

    A Índia tem se destacado por realizar missões espaciais de baixo custo, mas com alto grau de complexidade e sucesso. Por exemplo, em 2008, a Índia lançou a sua primeira missão lunar, a Chandrayaan-1, que custou cerca de US$ 79 milhões e detectou a presença de água na superfície da Lua. Em 2014, a Índia se tornou o primeiro país asiático a colocar um satélite em órbita de Marte, a missão Mangalyaan, que custou cerca de US$ 74 milhões e coletou dados sobre a atmosfera e o clima do planeta vermelho. Em 2019, a Índia tentou realizar o seu primeiro pouso suave na Lua, com a missão Chandrayaan-2, mas o contato com o módulo de pouso foi perdido na fase final da descida. A missão custou cerca de US$ 140 milhões e tinha como objetivo explorar o polo sul lunar, uma região inexplorada e rica em recursos. Em 2023, a Índia lançou a sua terceira missão lunar, a Chandrayaan-3, que custou cerca de US$ 80 milhões e teve como objetivo corrigir as falhas da missão anterior e realizar um pouso suave na superfície lunar, coletar dados e conduzir experimentos científicos.

    As missões espaciais da Índia trouxeram diversos benefícios para o país, como o aumento da capacidade tecnológica, o fortalecimento da imagem internacional, o estímulo à educação e à pesquisa científica, a geração de empregos e renda, a melhoria da qualidade de vida e a preservação do meio ambiente. Por exemplo, os satélites lançados pela Índia são usados para diversas aplicações, como comunicação, meteorologia, navegação, monitoramento de recursos naturais, agricultura, segurança, defesa e gestão de desastres. Além disso, as missões espaciais da Índia geraram inovações que foram aplicadas em outros setores, como saúde, energia, transporte, indústria e consumo.

    O Brasil também pode se beneficiar de um programa espacial parecido com o da Índia, pois possui potencial e interesse em desenvolver a sua capacidade espacial. O Brasil possui a Agência Espacial Brasileira (AEB), que é responsável por formular e coordenar as políticas e as atividades espaciais do país. A AEB foi criada em 1994 e desde então realizou diversas missões, como o lançamento de satélites, foguetes, balões e experimentos científicos. O Brasil também possui parcerias internacionais com outros países, como China, Estados Unidos, Rússia e França, para o desenvolvimento e o lançamento de satélites e foguetes.

    O Brasil tem se beneficiado das aplicações espaciais em diversas áreas, como comunicação, meteorologia, navegação, monitoramento ambiental, agricultura, segurança, defesa e gestão de desastres. Por exemplo, os satélites lançados pelo Brasil são usados para fornecer internet banda larga, prever o tempo e o clima, auxiliar na localização e no transporte, observar o desmatamento e as queimadas, estimar a produção agrícola, proteger as fronteiras e o espaço aéreo, e apoiar as operações de socorro e de emergência. Além disso, as atividades espaciais do Brasil geraram inovações que foram aplicadas em outros setores, como saúde, energia, transporte, indústria e consumo.

    No entanto, o Brasil ainda enfrenta desafios para avançar no seu programa espacial, como a falta de recursos financeiros, humanos e materiais, a dependência tecnológica de outros países, a baixa articulação entre os atores envolvidos, a escassez de incentivos à pesquisa e à inovação, e a ausência de uma visão estratégica de longo prazo. Para superar esses desafios, o Brasil precisa investir mais no seu programa espacial, buscando aumentar o orçamento, capacitar e atrair profissionais qualificados, desenvolver e dominar tecnologias críticas, fortalecer a cooperação nacional e internacional, estimular a participação do setor privado e da sociedade, e definir metas e prioridades claras e alinhadas com os interesses nacionais.

    A exploração espacial é importante para a sociedade e o meio ambiente, pois amplia o conhecimento científico, desenvolve novas tecnologias e beneficia diversos setores da economia e da vida humana. A Índia é um exemplo de país que investiu em um programa espacial e obteve resultados positivos, tanto em termos de capacidade tecnológica, quanto em termos de imagem internacional e de desenvolvimento social. O Brasil também pode se beneficiar de um programa espacial parecido com o da Índia, pois possui potencial e interesse em desenvolver a sua capacidade espacial, mas precisa superar os desafios que limitam o seu avanço nessa área.

  • Partículas metálicas de foguetes e satélites ameaçam a camada de ozônio, diz estudo

    Partículas metálicas de foguetes e satélites ameaçam a camada de ozônio, diz estudo

    Um novo estudo publicado na revista Nature revelou que a estratosfera, uma das camadas mais altas da atmosfera, está contaminada por partículas metálicas provenientes de foguetes e satélites.

    Essas partículas podem afetar a química da estratosfera e prejudicar a camada de ozônio, que protege a vida na Terra da radiação ultravioleta.

    Os pesquisadores analisaram amostras de ar coletadas por balões meteorológicos entre 2016 e 2022. Eles encontraram concentrações anormalmente altas de alumínio, ferro, titânio e outros metais na estratosfera, que se estende de cerca de 10 a 50 quilômetros acima da superfície da Terra. Eles concluíram que esses metais vieram de foguetes, satélites e outros veículos espaciais que se desintegraram ao reentrarem na atmosfera.

    “Esses contaminantes não são normalmente encontrados em tais concentrações incomuns na estratosfera”, disse o professor Martin Dameris, um dos autores do estudo. “Eles são um sinal claro da crescente atividade espacial humana.”

    De fato, o número de lançamentos espaciais aumentou drasticamente nos últimos anos, impulsionado pela demanda por serviços de comunicação, navegação e observação da Terra. Segundo o Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior, o número de lançamentos subiu de 221 em 2016 para 2.478 em 2022. Toneladas de foguetes da SpaceX, Arianespace e Rússia se lançaram ao espaço.

    “A maior parte desse material, eventualmente, volta para baixo”, observou o professor Dameris. “E alguns desses objetos são muito grandes, como os estágios superiores dos foguetes ou os satélites inteiros.”

    O problema é que essas partículas metálicas não ficam apenas na baixa atmosfera, onde podem ser lavadas pela chuva. Elas também sobem para a estratosfera, onde podem permanecer por anos ou até décadas. Lá, elas se ligam a partículas de ácido sulfúrico que desempenham um papel importante no bem-estar da camada de ozônio.

    O ácido sulfúrico é produzido naturalmente na estratosfera pela reação do vapor d’água com o dióxido de enxofre proveniente de erupções vulcânicas. Essas partículas servem como superfícies para reações químicas que destroem o ozônio, mas também refletem parte da luz solar de volta ao espaço, resfriando a estratosfera e reduzindo a taxa de decomposição do ozônio.

    No entanto, quando as partículas metálicas se ligam ao ácido sulfúrico, elas alteram o equilíbrio entre esses dois efeitos. As partículas metálicas absorvem mais luz solar do que as partículas puras de ácido sulfúrico, aquecendo a estratosfera e acelerando a perda de ozônio. Além disso, as partículas metálicas podem catalisar outras reações químicas que também destroem o ozônio.

    Os pesquisadores estimam que cerca de 10% das partículas de ácido sulfúrico na estratosfera estão agora afetadas pelos metais espaciais. Eles esperam que esse número suba para até 50% nas próximas décadas, à medida que mais lançamentos espaciais ocorram.

    “Que efeito isso poderia ter na atmosfera, na camada de ozônio e na vida na Terra ainda está por ser entendido”, disse o comunicado do estudo. “Mas é provável que seja significativo.”

    Os pesquisadores pedem uma maior conscientização sobre o impacto ambiental da atividade espacial humana e uma melhor regulamentação dos lançamentos espaciais. Eles também sugerem que os projetos espaciais futuros considerem formas de reduzir as emissões de metais na atmosfera, como usar materiais biodegradáveis ou recicláveis.

    “O espaço é um recurso comum que deve ser usado de forma sustentável e responsável”, disse o professor Dameris. “Não podemos simplesmente ignorar as consequências de nossas ações no espaço para o nosso planeta.”

    Fonte: Link.

    Essas partículas podem afetar a química da estratosfera e prejudicar a camada de ozônio, que protege a vida na Terra da radiação ultravioleta.

    Os pesquisadores analisaram amostras de ar coletadas por balões meteorológicos entre 2016 e 2022. Eles encontraram concentrações anormalmente altas de alumínio, ferro, titânio e outros metais na estratosfera, que se estende de cerca de 10 a 50 quilômetros acima da superfície da Terra. Eles concluíram que esses metais vieram de foguetes, satélites e outros veículos espaciais que se desintegraram ao reentrarem na atmosfera.

    “Esses contaminantes não são normalmente encontrados em tais concentrações incomuns na estratosfera”, disse o professor Martin Dameris, um dos autores do estudo. “Eles são um sinal claro da crescente atividade espacial humana.”

    De fato, o número de lançamentos espaciais aumentou drasticamente nos últimos anos, impulsionado pela demanda por serviços de comunicação, navegação e observação da Terra. Segundo o Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior, o número de lançamentos subiu de 221 em 2016 para 2.478 em 2022. Toneladas de foguetes da SpaceX, Arianespace e Rússia se lançaram ao espaço.

    “A maior parte desse material, eventualmente, volta para baixo”, observou o professor Dameris. “E alguns desses objetos são muito grandes, como os estágios superiores dos foguetes ou os satélites inteiros.”

    O problema é que essas partículas metálicas não ficam apenas na baixa atmosfera, onde podem ser lavadas pela chuva. Elas também sobem para a estratosfera, onde podem permanecer por anos ou até décadas. Lá, elas se ligam a partículas de ácido sulfúrico que desempenham um papel importante no bem-estar da camada de ozônio.

    O ácido sulfúrico é produzido naturalmente na estratosfera pela reação do vapor d’água com o dióxido de enxofre proveniente de erupções vulcânicas. Essas partículas servem como superfícies para reações químicas que destroem o ozônio, mas também refletem parte da luz solar de volta ao espaço, resfriando a estratosfera e reduzindo a taxa de decomposição do ozônio.

    No entanto, quando as partículas metálicas se ligam ao ácido sulfúrico, elas alteram o equilíbrio entre esses dois efeitos. As partículas metálicas absorvem mais luz solar do que as partículas puras de ácido sulfúrico, aquecendo a estratosfera e acelerando a perda de ozônio. Além disso, as partículas metálicas podem catalisar outras reações químicas que também destroem o ozônio.

    Os pesquisadores estimam que cerca de 10% das partículas de ácido sulfúrico na estratosfera estão agora afetadas pelos metais espaciais. Eles esperam que esse número suba para até 50% nas próximas décadas, à medida que mais lançamentos espaciais ocorram.

    “Que efeito isso poderia ter na atmosfera, na camada de ozônio e na vida na Terra ainda está por ser entendido”, disse o comunicado do estudo. “Mas é provável que seja significativo.”

    Os pesquisadores pedem uma maior conscientização sobre o impacto ambiental da atividade espacial humana e uma melhor regulamentação dos lançamentos espaciais. Eles também sugerem que os projetos espaciais futuros considerem formas de reduzir as emissões de metais na atmosfera, como usar materiais biodegradáveis ou recicláveis.

    “O espaço é um recurso comum que deve ser usado de forma sustentável e responsável”, disse o professor Dameris. “Não podemos simplesmente ignorar as consequências de nossas ações no espaço para o nosso planeta.”

    Fonte: Link.

  • Por que voltar à Lua? Quatro motivos para explorar o nosso satélite natural

    Por que voltar à Lua? Quatro motivos para explorar o nosso satélite natural

    Há mais de 50 anos, dois homens pisaram na Lua pela primeira vez. Foi um feito histórico, que marcou o início da era espacial e abriu as portas para novas descobertas científicas.

    Mas depois de seis missões bem-sucedidas, o programa Apollo foi encerrado em 1972, e desde então nenhum outro ser humano voltou a visitar o nosso satélite natural.

    Agora, a NASA quer mudar isso. A agência espacial americana anunciou que pretende enviar a primeira missão tripulada ao Polo Sul lunar em 2025, na missão Artemis III. O objetivo é estabelecer uma presença sustentável na Lua, que sirva de base para futuras explorações do sistema solar.

    Mas por que voltar à Lua depois de tanto tempo? O que há de tão interessante nesse corpo celeste que orbita a Terra a uma distância média de 384 mil quilômetros? Aqui estão quatro motivos para explorar a Lua:

    1. Água: A água é um recurso essencial para a vida e para a exploração espacial. Ela pode ser usada para beber, cultivar plantas, produzir oxigênio e combustível. Por isso, encontrar água na Lua seria um grande avanço para a habitação humana no espaço. Já sabemos que há água na forma de gelo nos polos lunares, mas não sabemos quanto nem como ela se formou. A missão Artemis III pretende coletar amostras de solo e rochas do Polo Sul lunar, onde há mais sombra e frio, e analisar a presença e a origem da água.

    2. Ciência: A Lua é um laboratório natural para estudar a origem e a evolução do sistema solar, da Terra e da vida. Ela guarda registros de bilhões de anos de história cósmica, que podem ser revelados por meio de suas rochas, crateras e solo. Além disso, a Lua tem uma gravidade menor que a da Terra (cerca de um sexto), o que permite testar novas tecnologias e experimentos científicos em um ambiente diferente.

    3. Economia: A Lua pode oferecer oportunidades econômicas para empresas e países que queiram investir no setor espacial. Ela tem potencial para abrigar indústrias de mineração, energia, turismo e comunicação. Por exemplo, alguns minerais raros na Terra podem ser encontrados na Lua, como o hélio-3, que poderia ser usado como combustível para reatores de fusão nuclear. Outra possibilidade é usar a Lua como uma plataforma para lançar foguetes e satélites com menor custo e maior eficiência.

    4. Inspiração: A Lua é um símbolo de curiosidade, aventura e desafio para a humanidade. Voltar à Lua pode inspirar novas gerações de cientistas, engenheiros, artistas e sonhadores a se interessarem pelo espaço e pelo conhecimento. Além disso, pode estimular a cooperação internacional e o diálogo entre diferentes culturas e nações.

    A missão Artemis III será um passo importante para retomar a exploração lunar e preparar o caminho para voos tripulados a Marte. Mas ela não será a única. Outros países como China, Rússia, Índia e Japão também têm planos de enviar missões à Lua nos próximos anos. A corrida espacial está de volta, e a Lua é o seu principal destino.

    Mas depois de seis missões bem-sucedidas, o programa Apollo foi encerrado em 1972, e desde então nenhum outro ser humano voltou a visitar o nosso satélite natural.

    Agora, a NASA quer mudar isso. A agência espacial americana anunciou que pretende enviar a primeira missão tripulada ao Polo Sul lunar em 2025, na missão Artemis III. O objetivo é estabelecer uma presença sustentável na Lua, que sirva de base para futuras explorações do sistema solar.

    Mas por que voltar à Lua depois de tanto tempo? O que há de tão interessante nesse corpo celeste que orbita a Terra a uma distância média de 384 mil quilômetros? Aqui estão quatro motivos para explorar a Lua:

    1. Água: A água é um recurso essencial para a vida e para a exploração espacial. Ela pode ser usada para beber, cultivar plantas, produzir oxigênio e combustível. Por isso, encontrar água na Lua seria um grande avanço para a habitação humana no espaço. Já sabemos que há água na forma de gelo nos polos lunares, mas não sabemos quanto nem como ela se formou. A missão Artemis III pretende coletar amostras de solo e rochas do Polo Sul lunar, onde há mais sombra e frio, e analisar a presença e a origem da água.

    2. Ciência: A Lua é um laboratório natural para estudar a origem e a evolução do sistema solar, da Terra e da vida. Ela guarda registros de bilhões de anos de história cósmica, que podem ser revelados por meio de suas rochas, crateras e solo. Além disso, a Lua tem uma gravidade menor que a da Terra (cerca de um sexto), o que permite testar novas tecnologias e experimentos científicos em um ambiente diferente.

    3. Economia: A Lua pode oferecer oportunidades econômicas para empresas e países que queiram investir no setor espacial. Ela tem potencial para abrigar indústrias de mineração, energia, turismo e comunicação. Por exemplo, alguns minerais raros na Terra podem ser encontrados na Lua, como o hélio-3, que poderia ser usado como combustível para reatores de fusão nuclear. Outra possibilidade é usar a Lua como uma plataforma para lançar foguetes e satélites com menor custo e maior eficiência.

    4. Inspiração: A Lua é um símbolo de curiosidade, aventura e desafio para a humanidade. Voltar à Lua pode inspirar novas gerações de cientistas, engenheiros, artistas e sonhadores a se interessarem pelo espaço e pelo conhecimento. Além disso, pode estimular a cooperação internacional e o diálogo entre diferentes culturas e nações.

    A missão Artemis III será um passo importante para retomar a exploração lunar e preparar o caminho para voos tripulados a Marte. Mas ela não será a única. Outros países como China, Rússia, Índia e Japão também têm planos de enviar missões à Lua nos próximos anos. A corrida espacial está de volta, e a Lua é o seu principal destino.

  • Prada e NASA se unem para criar trajes espaciais de alta moda

    Prada e NASA se unem para criar trajes espaciais de alta moda

    A grife italiana Prada anunciou uma parceria inédita com a agência espacial americana NASA para desenhar os trajes dos astronautas que vão à Lua em 2024.

    A colaboração faz parte do projeto Artemis, que pretende levar a primeira mulher e o próximo homem ao satélite natural da Terra.

    Os trajes espaciais da Prada serão feitos de um tecido especial que é resistente ao calor, à radiação e aos impactos. Além disso, eles terão um design moderno e elegante, com o logotipo da marca bordado no peito. Segundo a Prada, os trajes serão “uma combinação perfeita de funcionalidade e estilo”.

    A Prada não é a primeira marca de moda a se envolver com a exploração espacial. Em 2021, a Chanel lançou uma coleção inspirada na NASA, com jaquetas, calças e botas prateadas. Em 2022, a Gucci criou uma linha de roupas e acessórios com estampas de planetas, estrelas e foguetes. E em 2023, a Louis Vuitton apresentou uma mala de viagem que pode ser usada no espaço.

    A parceria entre a Prada e a NASA é vista como uma forma de aproximar o público da ciência e da tecnologia. Segundo o diretor da NASA, Jim Bridenstine, “a moda é uma forma de expressão e de comunicação que pode inspirar as pessoas a se interessarem pelo espaço e pelo futuro da humanidade”.

    A colaboração faz parte do projeto Artemis, que pretende levar a primeira mulher e o próximo homem ao satélite natural da Terra.

    Os trajes espaciais da Prada serão feitos de um tecido especial que é resistente ao calor, à radiação e aos impactos. Além disso, eles terão um design moderno e elegante, com o logotipo da marca bordado no peito. Segundo a Prada, os trajes serão “uma combinação perfeita de funcionalidade e estilo”.

    A Prada não é a primeira marca de moda a se envolver com a exploração espacial. Em 2021, a Chanel lançou uma coleção inspirada na NASA, com jaquetas, calças e botas prateadas. Em 2022, a Gucci criou uma linha de roupas e acessórios com estampas de planetas, estrelas e foguetes. E em 2023, a Louis Vuitton apresentou uma mala de viagem que pode ser usada no espaço.

    A parceria entre a Prada e a NASA é vista como uma forma de aproximar o público da ciência e da tecnologia. Segundo o diretor da NASA, Jim Bridenstine, “a moda é uma forma de expressão e de comunicação que pode inspirar as pessoas a se interessarem pelo espaço e pelo futuro da humanidade”.

  • Astronauta americano volta à Terra após um ano no espaço

    Astronauta americano volta à Terra após um ano no espaço

    O astronauta americano Frank Rubio voltou à Terra nessa quarta-feira, 27, depois de passar 371 dias na Estação Espacial Internacional (ISS).

    Ele se tornou o americano que mais tempo ficou em órbita terrestre, superando o recorde anterior de Scott Kelly, que ficou 340 dias no espaço em 2015 e 2016.

    Rubio e dois cosmonautas russos, Oleg Novitskiy e Pyotr Dubrov, deveriam retornar ao planeta em dezembro do ano passado, mas um problema na cápsula Soyuz MS-22 impediu a viagem. Um furo foi detectado na cápsula, que poderia causar uma despressurização durante a reentrada na atmosfera. A tripulação teve que esperar a chegada de outra cápsula, a Soyuz MS-23, para poder voltar em segurança.

    Rubio disse que teria recusado a missão se soubesse que ela duraria o dobro do tempo previsto. Ele afirmou que sentiu falta da família, dos amigos e da comida terrestre. Ele também relatou alguns efeitos físicos da longa permanência no espaço, como perda de massa muscular, alterações na visão e no equilíbrio.

    O recorde mundial de dias consecutivos no espaço é do russo Valeri Polyakov, que ficou 438 dias na estação espacial Mir entre 1994 e 1995. O recorde de dias não consecutivos é do russo Oleg Kononenko, que acumulou mais de 1.000 dias em quatro missões na ISS entre 2008 e 2019.

    A NASA e a Roscosmos, as agências espaciais dos Estados Unidos e da Rússia, respectivamente, têm realizado missões de longa duração no espaço para estudar os efeitos da microgravidade no corpo humano e preparar futuras explorações no sistema solar.

    Ele se tornou o americano que mais tempo ficou em órbita terrestre, superando o recorde anterior de Scott Kelly, que ficou 340 dias no espaço em 2015 e 2016.

    Rubio e dois cosmonautas russos, Oleg Novitskiy e Pyotr Dubrov, deveriam retornar ao planeta em dezembro do ano passado, mas um problema na cápsula Soyuz MS-22 impediu a viagem. Um furo foi detectado na cápsula, que poderia causar uma despressurização durante a reentrada na atmosfera. A tripulação teve que esperar a chegada de outra cápsula, a Soyuz MS-23, para poder voltar em segurança.

    Rubio disse que teria recusado a missão se soubesse que ela duraria o dobro do tempo previsto. Ele afirmou que sentiu falta da família, dos amigos e da comida terrestre. Ele também relatou alguns efeitos físicos da longa permanência no espaço, como perda de massa muscular, alterações na visão e no equilíbrio.

    O recorde mundial de dias consecutivos no espaço é do russo Valeri Polyakov, que ficou 438 dias na estação espacial Mir entre 1994 e 1995. O recorde de dias não consecutivos é do russo Oleg Kononenko, que acumulou mais de 1.000 dias em quatro missões na ISS entre 2008 e 2019.

    A NASA e a Roscosmos, as agências espaciais dos Estados Unidos e da Rússia, respectivamente, têm realizado missões de longa duração no espaço para estudar os efeitos da microgravidade no corpo humano e preparar futuras explorações no sistema solar.

  • Nasa traz amostra de asteroide que pode revelar segredos do universo

    Nasa traz amostra de asteroide que pode revelar segredos do universo

    A Nasa, a agência espacial americana, conseguiu um feito histórico: trazer para a Terra a maior e primeira amostra de um asteroide já coletada por ela.

    A sonda Osiris-Rex, que carregava a amostra, pousou no deserto de Utah, nos Estados Unidos, neste domingo (24), após uma viagem de quase três anos pelo espaço.

    A amostra foi obtida do asteroide Bennu, um corpo celeste com cerca de 500 metros de diâmetro que orbita o Sol a uma distância média de 200 milhões de quilômetros da Terra. Bennu é considerado um dos asteroides mais antigos e primitivos do Sistema Solar, formado há cerca de 4,5 bilhões de anos.

    Os cientistas da Nasa acreditam que a amostra contém cerca de 250 gramas de material rico em carbono e água, que pode revelar pistas sobre a origem do Sistema Solar e da vida na Terra. Além disso, o estudo do asteroide pode ajudar a entender os riscos de impacto com a Terra, já que Bennu tem uma pequena chance de colidir com o nosso planeta no futuro.

    A amostra será transferida para o Centro Espacial Johnson em Houston, onde será examinada por cientistas da Nasa e de outros países. Os resultados iniciais devem ser divulgados em 11 de outubro. A Nasa pretende compartilhar parte da amostra com outras instituições e agências espaciais, como a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA).

    A missão Osiris-Rex foi lançada em 2016 e custou cerca de US$ 1 bilhão. Ela é considerada uma das mais ambiciosas e complexas da história da exploração espacial. A sonda chegou ao asteroide Bennu em 2018 e passou dois anos mapeando sua superfície. Em outubro de 2020, ela realizou uma manobra arriscada para coletar a amostra, tocando o asteroide por apenas seis segundos e disparando uma rajada de gás nitrogênio para soltar o material.

    A sonda ainda tem combustível suficiente para continuar sua jornada pelo espaço e visitar outros asteroides. A Nasa planeja escolher um novo destino para ela em 2024.

    A sonda Osiris-Rex, que carregava a amostra, pousou no deserto de Utah, nos Estados Unidos, neste domingo (24), após uma viagem de quase três anos pelo espaço.

    A amostra foi obtida do asteroide Bennu, um corpo celeste com cerca de 500 metros de diâmetro que orbita o Sol a uma distância média de 200 milhões de quilômetros da Terra. Bennu é considerado um dos asteroides mais antigos e primitivos do Sistema Solar, formado há cerca de 4,5 bilhões de anos.

    Os cientistas da Nasa acreditam que a amostra contém cerca de 250 gramas de material rico em carbono e água, que pode revelar pistas sobre a origem do Sistema Solar e da vida na Terra. Além disso, o estudo do asteroide pode ajudar a entender os riscos de impacto com a Terra, já que Bennu tem uma pequena chance de colidir com o nosso planeta no futuro.

    A amostra será transferida para o Centro Espacial Johnson em Houston, onde será examinada por cientistas da Nasa e de outros países. Os resultados iniciais devem ser divulgados em 11 de outubro. A Nasa pretende compartilhar parte da amostra com outras instituições e agências espaciais, como a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA).

    A missão Osiris-Rex foi lançada em 2016 e custou cerca de US$ 1 bilhão. Ela é considerada uma das mais ambiciosas e complexas da história da exploração espacial. A sonda chegou ao asteroide Bennu em 2018 e passou dois anos mapeando sua superfície. Em outubro de 2020, ela realizou uma manobra arriscada para coletar a amostra, tocando o asteroide por apenas seis segundos e disparando uma rajada de gás nitrogênio para soltar o material.

    A sonda ainda tem combustível suficiente para continuar sua jornada pelo espaço e visitar outros asteroides. A Nasa planeja escolher um novo destino para ela em 2024.

  • Galáxias como a nossa são mais antigas do que se pensava, revela novo telescópio espacial

    Galáxias como a nossa são mais antigas do que se pensava, revela novo telescópio espacial

    Um novo estudo mostra que galáxias em forma de disco, como a nossa Via Láctea, são mais comuns e antigas do que se pensava, desafiando as teorias sobre a formação de estruturas no Universo.

    Os pesquisadores usaram o Telescópio Espacial James Webb (JWST), o mais poderoso e avançado telescópio já construído, para observar galáxias distantes que existiam quando o Universo tinha apenas 10% da sua idade atual.

    Eles descobriram que essas galáxias eram surpreendentemente maduras e organizadas, com discos giratórios e braços espirais, características que se pensava serem raras ou inexistentes no início do Universo.

    “Essa descoberta muda completamente o nosso entendimento de como o Universo evoluiu”, disse o professor Steven Finkelstein, da Universidade do Texas em Austin, um dos líderes do estudo. “Nós pensávamos que as primeiras galáxias eram pequenas, caóticas e irregulares, mas agora vemos que algumas delas já tinham formas bem definidas e estruturas complexas.”

    O JWST é um projeto conjunto da NASA, da Agência Espacial Europeia (ESA) e da Agência Espacial Canadense (CSA), lançado em dezembro de 2021. Ele opera em uma órbita ao redor do Sol, a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra, e tem um espelho primário de 6,5 metros de diâmetro, capaz de captar luz infravermelha de objetos muito distantes e fracos.

    Com o JWST, os pesquisadores puderam estudar cerca de 300 galáxias que existiam entre 800 milhões e 1,5 bilhão de anos após o Big Bang, o evento que deu origem ao Universo há cerca de 13,8 bilhões de anos. Eles usaram uma técnica chamada espectroscopia para medir a velocidade, a temperatura, a composição química e a forma das galáxias.

    Os resultados mostraram que cerca de 15% das galáxias observadas tinham discos giratórios e braços espirais, semelhantes às galáxias que vemos hoje. Essas galáxias também tinham uma alta taxa de formação de estrelas, produzindo cerca de 100 novas estrelas por ano. Para comparar, a nossa Via Láctea produz cerca de uma ou duas novas estrelas por ano.

    “Essas galáxias são verdadeiras fábricas de estrelas”, disse a professora Alice Shapley, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, outra líder do estudo. “Elas são muito brilhantes e ativas, e nos mostram como as primeiras gerações de estrelas se formaram no Universo.”

    A descoberta dessas galáxias antigas e maduras também levanta novas questões sobre a matéria escura no início do Universo. A matéria escura é uma substância misteriosa que não emite nem reflete luz, mas que exerce uma forte influência gravitacional sobre a matéria normal. Ela compõe cerca de 85% da massa do Universo e é essencial para explicar como as galáxias se formaram e se agruparam.

    Os pesquisadores dizem que é preciso repensar a forma como a matéria escura interagiu com a matéria normal no início do Universo, para permitir que as galáxias em forma de disco se formassem tão cedo.

    “Essas galáxias são um desafio para os modelos teóricos que tentam explicar a formação das primeiras estruturas no Universo”, disse o professor Rychard Bouwens, da Universidade de Leiden, na Holanda, outro autor do estudo. “Nós precisamos entender melhor como a matéria escura se comportou naquela época e como ela influenciou a evolução das galáxias.”

    O estudo faz parte de um programa chamado JWST Advanced Deep Extragalactic Survey (JADES), que tem como objetivo explorar as propriedades das galáxias mais distantes e antigas do Universo, usando o poder e a sensibilidade do JWST. O programa envolve mais de 100 cientistas de 40 instituições ao redor do mundo.

    Os pesquisadores esperam continuar a observar essas galáxias fascinantes com o JWST, e também com outros telescópios espaciais e terrestres, para revelar mais detalhes sobre a sua história, a sua dinâmica e a sua química.

    “O JWST é uma ferramenta incrível que nos permite ver o Universo como nunca antes”, disse o professor Finkelstein. “Nós estamos apenas começando a descobrir os seus segredos e as suas surpresas.”

    O novo telescópio espacial James Webb revelou que galáxias em forma de disco, como a nossa Via Láctea, são mais antigas do que se pensava, desafiando as teorias sobre a formação de estruturas no Universo. Essas galáxias mostram como as primeiras estrelas se formaram e como a matéria escura influenciou a evolução das galáxias. Os pesquisadores esperam aprender mais sobre essas galáxias com o JWST e outros telescópios, para entender melhor a história e o destino do Universo.

    Os pesquisadores usaram o Telescópio Espacial James Webb (JWST), o mais poderoso e avançado telescópio já construído, para observar galáxias distantes que existiam quando o Universo tinha apenas 10% da sua idade atual.

    Eles descobriram que essas galáxias eram surpreendentemente maduras e organizadas, com discos giratórios e braços espirais, características que se pensava serem raras ou inexistentes no início do Universo.

    “Essa descoberta muda completamente o nosso entendimento de como o Universo evoluiu”, disse o professor Steven Finkelstein, da Universidade do Texas em Austin, um dos líderes do estudo. “Nós pensávamos que as primeiras galáxias eram pequenas, caóticas e irregulares, mas agora vemos que algumas delas já tinham formas bem definidas e estruturas complexas.”

    O JWST é um projeto conjunto da NASA, da Agência Espacial Europeia (ESA) e da Agência Espacial Canadense (CSA), lançado em dezembro de 2021. Ele opera em uma órbita ao redor do Sol, a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra, e tem um espelho primário de 6,5 metros de diâmetro, capaz de captar luz infravermelha de objetos muito distantes e fracos.

    Com o JWST, os pesquisadores puderam estudar cerca de 300 galáxias que existiam entre 800 milhões e 1,5 bilhão de anos após o Big Bang, o evento que deu origem ao Universo há cerca de 13,8 bilhões de anos. Eles usaram uma técnica chamada espectroscopia para medir a velocidade, a temperatura, a composição química e a forma das galáxias.

    Os resultados mostraram que cerca de 15% das galáxias observadas tinham discos giratórios e braços espirais, semelhantes às galáxias que vemos hoje. Essas galáxias também tinham uma alta taxa de formação de estrelas, produzindo cerca de 100 novas estrelas por ano. Para comparar, a nossa Via Láctea produz cerca de uma ou duas novas estrelas por ano.

    “Essas galáxias são verdadeiras fábricas de estrelas”, disse a professora Alice Shapley, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, outra líder do estudo. “Elas são muito brilhantes e ativas, e nos mostram como as primeiras gerações de estrelas se formaram no Universo.”

    A descoberta dessas galáxias antigas e maduras também levanta novas questões sobre a matéria escura no início do Universo. A matéria escura é uma substância misteriosa que não emite nem reflete luz, mas que exerce uma forte influência gravitacional sobre a matéria normal. Ela compõe cerca de 85% da massa do Universo e é essencial para explicar como as galáxias se formaram e se agruparam.

    Os pesquisadores dizem que é preciso repensar a forma como a matéria escura interagiu com a matéria normal no início do Universo, para permitir que as galáxias em forma de disco se formassem tão cedo.

    “Essas galáxias são um desafio para os modelos teóricos que tentam explicar a formação das primeiras estruturas no Universo”, disse o professor Rychard Bouwens, da Universidade de Leiden, na Holanda, outro autor do estudo. “Nós precisamos entender melhor como a matéria escura se comportou naquela época e como ela influenciou a evolução das galáxias.”

    O estudo faz parte de um programa chamado JWST Advanced Deep Extragalactic Survey (JADES), que tem como objetivo explorar as propriedades das galáxias mais distantes e antigas do Universo, usando o poder e a sensibilidade do JWST. O programa envolve mais de 100 cientistas de 40 instituições ao redor do mundo.

    Os pesquisadores esperam continuar a observar essas galáxias fascinantes com o JWST, e também com outros telescópios espaciais e terrestres, para revelar mais detalhes sobre a sua história, a sua dinâmica e a sua química.

    “O JWST é uma ferramenta incrível que nos permite ver o Universo como nunca antes”, disse o professor Finkelstein. “Nós estamos apenas começando a descobrir os seus segredos e as suas surpresas.”

    O novo telescópio espacial James Webb revelou que galáxias em forma de disco, como a nossa Via Láctea, são mais antigas do que se pensava, desafiando as teorias sobre a formação de estruturas no Universo. Essas galáxias mostram como as primeiras estrelas se formaram e como a matéria escura influenciou a evolução das galáxias. Os pesquisadores esperam aprender mais sobre essas galáxias com o JWST e outros telescópios, para entender melhor a história e o destino do Universo.