Tag: obesidade

  • Barulho de Aviões Pode Aumentar o Risco de Doenças Crônicas

    Barulho de Aviões Pode Aumentar o Risco de Doenças Crônicas

    Um estudo recente revelou que pessoas que moram em locais com intensa poluição sonora de aviões são propensos ao sobrepeso, o que pode resultar em complicações de saúde, incluindo derrames e hipertensão.

    O barulho dos aviões é mais perturbador para as pessoas do que o barulho de carros ou trens. E cada vez mais, os pesquisadores estão descobrindo que esse barulho pode afetar nossa saúde. Por exemplo, um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Boston e da Universidade Estadual do Oregon descobriu que o barulho dos aviões pode aumentar o risco de doenças do coração e do metabolismo, como ataques cardíacos, derrames, diabetes e pressão alta.

    Neste estudo, os pesquisadores descobriram que pessoas que vivem em áreas onde o barulho dos aviões é de 45 decibéis ou mais tendem a ter um peso maior. Para se ter uma ideia, 30 decibéis é o som de um sussurro, 40 decibéis é o som de uma biblioteca e 50 decibéis é o som de uma conversa normal em casa.

    Este estudo é o primeiro a mostrar essa ligação entre o barulho dos aviões e o excesso de peso nos Estados Unidos. Estudos anteriores foram feitos na Europa e os resultados foram variados.

    Os pesquisadores ficaram surpresos ao encontrar uma ligação forte entre o barulho dos aviões e o excesso de peso entre as mulheres em todo os EUA. Eles acreditam que isso mostra como o ambiente em que vivemos pode afetar nossa saúde.

    Os pesquisadores também descobriram que as pessoas que vivem na Costa Oeste dos EUA e em áreas áridas tinham uma ligação mais forte entre o barulho dos aviões e o excesso de peso. Eles acreditam que isso pode ser devido a diferenças no clima e no tipo de casas nessas áreas.

    Os pesquisadores acreditam que mais estudos são necessários para entender melhor essa ligação entre o barulho dos aviões e o excesso de peso. Eles também querem estudar como o barulho do transporte afeta outras populações, já que estudos anteriores sugerem que as populações negras, hispânicas e de baixa renda estão mais expostas ao barulho dos aviões.

    Fonte: Link.


    O barulho dos aviões é mais perturbador para as pessoas do que o barulho de carros ou trens. E cada vez mais, os pesquisadores estão descobrindo que esse barulho pode afetar nossa saúde. Por exemplo, um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Boston e da Universidade Estadual do Oregon descobriu que o barulho dos aviões pode aumentar o risco de doenças do coração e do metabolismo, como ataques cardíacos, derrames, diabetes e pressão alta.

    Neste estudo, os pesquisadores descobriram que pessoas que vivem em áreas onde o barulho dos aviões é de 45 decibéis ou mais tendem a ter um peso maior. Para se ter uma ideia, 30 decibéis é o som de um sussurro, 40 decibéis é o som de uma biblioteca e 50 decibéis é o som de uma conversa normal em casa.

    Este estudo é o primeiro a mostrar essa ligação entre o barulho dos aviões e o excesso de peso nos Estados Unidos. Estudos anteriores foram feitos na Europa e os resultados foram variados.

    Os pesquisadores ficaram surpresos ao encontrar uma ligação forte entre o barulho dos aviões e o excesso de peso entre as mulheres em todo os EUA. Eles acreditam que isso mostra como o ambiente em que vivemos pode afetar nossa saúde.

    Os pesquisadores também descobriram que as pessoas que vivem na Costa Oeste dos EUA e em áreas áridas tinham uma ligação mais forte entre o barulho dos aviões e o excesso de peso. Eles acreditam que isso pode ser devido a diferenças no clima e no tipo de casas nessas áreas.

    Os pesquisadores acreditam que mais estudos são necessários para entender melhor essa ligação entre o barulho dos aviões e o excesso de peso. Eles também querem estudar como o barulho do transporte afeta outras populações, já que estudos anteriores sugerem que as populações negras, hispânicas e de baixa renda estão mais expostas ao barulho dos aviões.

    Fonte: Link.


  • Semaglutida Pode Reduzir o Risco de Morte Cardiovascular, Infarto do Miocárdio e AVC em Adultos, diz estudo

    Semaglutida Pode Reduzir o Risco de Morte Cardiovascular, Infarto do Miocárdio e AVC em Adultos, diz estudo

    Um estudo clínico revelou que a Semaglutida contribui para a perda de peso e diminui o risco de complicações cardiovasculares, incluindo AVCs e mortes por causas cardiovasculares.

    A luta contra a obesidade e suas complicações, como doenças cardíacas e diabetes, tem um aliado poderoso: a Semaglutida, comercializada como Ozempic ou Wegovy.

    Inicialmente desenvolvida para tratar o diabetes tipo 2, este medicamento injetável se destaca por sua eficácia no combate à obesidade e na redução do risco de eventos cardiovasculares graves.

    Em 2017, a Semaglutida foi aprovada pela FDA para auxiliar no controle da glicemia em adultos com diabetes tipo 2. Já em junho de 2021, sua indicação foi ampliada para o gerenciamento crônico do peso em adultos obesos ou com sobrepeso e com fatores de risco como pressão alta ou diabetes.

    Mais recentemente, em novembro de 2023, um estudo clínico chamado SELECT revelou resultados animadores: a Semaglutida não apenas promoveu uma perda média de 15% do peso corporal dos participantes, como também reduziu em 20% o risco de ataques cardíacos, AVCs ou morte por causas cardiovasculares.

    Com base nesses resultados, a FDA aprovou, em março deste ano, o uso da Semaglutida para reduzir o risco de morte cardiovascular, infarto do miocárdio e AVC em adultos com doença cardiovascular que são obesos ou com sobrepeso.

    Um Novo Mecanismo de Ação para o Combate à Obesidade

    Diferente dos medicamentos anti-obesidade tradicionais, que atuam no cérebro e no sistema digestivo para reduzir o apetite e aumentar a saciedade, a Semaglutida age de forma mais fisiológica, imitando a ação de um hormônio intestinal que regula o apetite e o metabolismo. Essa ação inovadora resulta em diversos benefícios:

    • Redução dos desejos por comida: Pacientes que tomam Semaglutida relatam um desejo diminuído por alimentos gordurosos, salgados e ricos em carboidratos, além de uma maior capacidade de resistir à tentação.
    • Alívio do sofrimento: Perder peso sem sentir fome constante ou desejos incontroláveis torna o processo mais tranquilo e menos sofrido.
    • Menos efeitos adversos: Comparado a outros medicamentos para obesidade, a Semaglutida apresenta uma taxa menor de efeitos colaterais, como náusea, vômito e diarreia.

    Um Avanço Promissor, Mas Nem Todos Respondem

    É importante ressaltar que, como qualquer medicamento, a Semaglutida não é uma solução mágica para todos. No estudo SELECT, por exemplo, cerca de 17% dos participantes que receberam o medicamento abandonaram o estudo devido a efeitos adversos.

    Portanto, a decisão sobre o uso da Semaglutida deve ser tomada em conjunto com um médico, que irá avaliar as características individuais de cada paciente e determinar se o medicamento é adequado e seguro.

    Uma Nova Esperança na Luta Contra a Obesidade e as Doenças Cardiovasculares

    Os resultados promissores da Semaglutida representam um novo capítulo na luta contra a obesidade e suas complicações. Com sua ação inovadora, este medicamento oferece esperança para milhões de pessoas que desejam perder peso de forma saudável e reduzir o risco de doenças graves.

    É importante acompanhar os avanços da pesquisa nessa área e conversar com um médico para saber se a Semaglutida pode ser uma opção para você.

    Fontes: Link, Link 2, Link 3.


    A luta contra a obesidade e suas complicações, como doenças cardíacas e diabetes, tem um aliado poderoso: a Semaglutida, comercializada como Ozempic ou Wegovy.

    Inicialmente desenvolvida para tratar o diabetes tipo 2, este medicamento injetável se destaca por sua eficácia no combate à obesidade e na redução do risco de eventos cardiovasculares graves.

    Em 2017, a Semaglutida foi aprovada pela FDA para auxiliar no controle da glicemia em adultos com diabetes tipo 2. Já em junho de 2021, sua indicação foi ampliada para o gerenciamento crônico do peso em adultos obesos ou com sobrepeso e com fatores de risco como pressão alta ou diabetes.

    Mais recentemente, em novembro de 2023, um estudo clínico chamado SELECT revelou resultados animadores: a Semaglutida não apenas promoveu uma perda média de 15% do peso corporal dos participantes, como também reduziu em 20% o risco de ataques cardíacos, AVCs ou morte por causas cardiovasculares.

    Com base nesses resultados, a FDA aprovou, em março deste ano, o uso da Semaglutida para reduzir o risco de morte cardiovascular, infarto do miocárdio e AVC em adultos com doença cardiovascular que são obesos ou com sobrepeso.

    Um Novo Mecanismo de Ação para o Combate à Obesidade

    Diferente dos medicamentos anti-obesidade tradicionais, que atuam no cérebro e no sistema digestivo para reduzir o apetite e aumentar a saciedade, a Semaglutida age de forma mais fisiológica, imitando a ação de um hormônio intestinal que regula o apetite e o metabolismo. Essa ação inovadora resulta em diversos benefícios:

    • Redução dos desejos por comida: Pacientes que tomam Semaglutida relatam um desejo diminuído por alimentos gordurosos, salgados e ricos em carboidratos, além de uma maior capacidade de resistir à tentação.
    • Alívio do sofrimento: Perder peso sem sentir fome constante ou desejos incontroláveis torna o processo mais tranquilo e menos sofrido.
    • Menos efeitos adversos: Comparado a outros medicamentos para obesidade, a Semaglutida apresenta uma taxa menor de efeitos colaterais, como náusea, vômito e diarreia.

    Um Avanço Promissor, Mas Nem Todos Respondem

    É importante ressaltar que, como qualquer medicamento, a Semaglutida não é uma solução mágica para todos. No estudo SELECT, por exemplo, cerca de 17% dos participantes que receberam o medicamento abandonaram o estudo devido a efeitos adversos.

    Portanto, a decisão sobre o uso da Semaglutida deve ser tomada em conjunto com um médico, que irá avaliar as características individuais de cada paciente e determinar se o medicamento é adequado e seguro.

    Uma Nova Esperança na Luta Contra a Obesidade e as Doenças Cardiovasculares

    Os resultados promissores da Semaglutida representam um novo capítulo na luta contra a obesidade e suas complicações. Com sua ação inovadora, este medicamento oferece esperança para milhões de pessoas que desejam perder peso de forma saudável e reduzir o risco de doenças graves.

    É importante acompanhar os avanços da pesquisa nessa área e conversar com um médico para saber se a Semaglutida pode ser uma opção para você.

    Fontes: Link, Link 2, Link 3.


  • Crianças brasileiras estão ficando mais altas e mais obesas, revela estudo

    Crianças brasileiras estão ficando mais altas e mais obesas, revela estudo

    Um estudo recente trouxe à tona uma realidade sobre a saúde infantil no Brasil: as crianças estão crescendo mais, mas também estão se tornando mais obesas.

    De acordo com a pesquisa, houve um aumento médio de 1 cm na altura e um incremento significativo no índice de massa corporal (IMC) entre os jovens brasileiros.

    Os dados analisados, que incluem informações de mais de cinco milhões de crianças, foram coletados de fontes confiáveis como o CadÚnico, Sinasc e Sisvan. Os resultados indicam uma tendência alarmante, especialmente entre as crianças de famílias mais pobres, onde a prevalência de excesso de peso e obesidade aumentou consideravelmente.

    Essa mudança no perfil de saúde das crianças pode acarretar em um risco elevado de desenvolver doenças crônicas não-transmissíveis no futuro. Diante desses achados, especialistas enfatizam a necessidade urgente de políticas públicas eficazes de prevenção. As medidas devem ser direcionadas principalmente às crianças mais vulneráveis, a fim de combater a escalada da obesidade e garantir um futuro mais saudável para a próxima geração.

    Fonte: Link.

    De acordo com a pesquisa, houve um aumento médio de 1 cm na altura e um incremento significativo no índice de massa corporal (IMC) entre os jovens brasileiros.

    Os dados analisados, que incluem informações de mais de cinco milhões de crianças, foram coletados de fontes confiáveis como o CadÚnico, Sinasc e Sisvan. Os resultados indicam uma tendência alarmante, especialmente entre as crianças de famílias mais pobres, onde a prevalência de excesso de peso e obesidade aumentou consideravelmente.

    Essa mudança no perfil de saúde das crianças pode acarretar em um risco elevado de desenvolver doenças crônicas não-transmissíveis no futuro. Diante desses achados, especialistas enfatizam a necessidade urgente de políticas públicas eficazes de prevenção. As medidas devem ser direcionadas principalmente às crianças mais vulneráveis, a fim de combater a escalada da obesidade e garantir um futuro mais saudável para a próxima geração.

    Fonte: Link.

  • Medicamento para diabetes e obesidade melhora a sensibilidade à insulina, diz estudo

    Medicamento para diabetes e obesidade melhora a sensibilidade à insulina, diz estudo

    Um novo estudo revelou que um medicamento usado para tratar o diabetes tipo 2 e a obesidade pode melhorar a sensibilidade à insulina, uma medida de como as células respondem ao hormônio que controla os níveis de açúcar no sangue.

    A melhora da sensibilidade à insulina pode prevenir ou tratar o diabetes tipo 2, uma doença que afeta milhões de pessoas no mundo.

    O medicamento em questão é o liraglutide, que é vendido sob o nome de Victoza. Ele é um tipo de medicamento chamado agonista do receptor de GLP-1, que imita a ação de um peptídeo produzido pelo intestino após a ingestão de alimentos. O GLP-1 estimula a secreção de insulina pelo pâncreas, inibe a produção de glucagon (outro hormônio que eleva o açúcar no sangue), retarda o esvaziamento do estômago e reduz o apetite e a ingestão de alimentos. O liraglutide é administrado por meio de uma injeção subcutânea uma vez ao dia.

    O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Vanderbilt, nos Estados Unidos, e envolveu 88 indivíduos com obesidade e pré-diabetes, que é uma condição em que os níveis de açúcar no sangue estão acima do normal, mas não o suficiente para diagnosticar o diabetes tipo 2. Os participantes foram divididos em três grupos: um que recebeu liraglutide, um que recebeu sitagliptin (outro medicamento para diabetes que aumenta o nível de GLP-1 endógeno) e um que recebeu placebo (uma substância sem efeito).

    Os pesquisadores mediram a sensibilidade à insulina dos participantes antes e depois de 12 semanas de tratamento, usando um método chamado clamp euglicêmico hiperinsulinêmico, que é considerado o padrão-ouro para avaliar a ação da insulina no corpo. Eles descobriram que o grupo que recebeu liraglutide teve uma melhora significativa na sensibilidade à insulina, independente da perda de peso, que foi outro benefício observado com o uso do medicamento. O grupo que recebeu sitagliptin não teve o mesmo efeito, nem o grupo que recebeu placebo.

    Os resultados do estudo sugerem que o liraglutide, e provavelmente outros agonistas do receptor de GLP-1, têm efeitos importantes no metabolismo, de uma forma diferente de aumentar o GLP-1 endógeno. Os pesquisadores pretendem investigar os possíveis mecanismos de como o liraglutide melhora a sensibilidade à insulina, independentemente da perda de peso. Eles também esperam que o estudo incentive o uso de medicamentos como o liraglutide para prevenir ou tratar o diabetes tipo 2, especialmente em pessoas com obesidade e pré-diabetes.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health e pela Novo Nordisk, a empresa farmacêutica que fabrica o liraglutide.

    Fonte: Link.

    A melhora da sensibilidade à insulina pode prevenir ou tratar o diabetes tipo 2, uma doença que afeta milhões de pessoas no mundo.

    O medicamento em questão é o liraglutide, que é vendido sob o nome de Victoza. Ele é um tipo de medicamento chamado agonista do receptor de GLP-1, que imita a ação de um peptídeo produzido pelo intestino após a ingestão de alimentos. O GLP-1 estimula a secreção de insulina pelo pâncreas, inibe a produção de glucagon (outro hormônio que eleva o açúcar no sangue), retarda o esvaziamento do estômago e reduz o apetite e a ingestão de alimentos. O liraglutide é administrado por meio de uma injeção subcutânea uma vez ao dia.

    O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Vanderbilt, nos Estados Unidos, e envolveu 88 indivíduos com obesidade e pré-diabetes, que é uma condição em que os níveis de açúcar no sangue estão acima do normal, mas não o suficiente para diagnosticar o diabetes tipo 2. Os participantes foram divididos em três grupos: um que recebeu liraglutide, um que recebeu sitagliptin (outro medicamento para diabetes que aumenta o nível de GLP-1 endógeno) e um que recebeu placebo (uma substância sem efeito).

    Os pesquisadores mediram a sensibilidade à insulina dos participantes antes e depois de 12 semanas de tratamento, usando um método chamado clamp euglicêmico hiperinsulinêmico, que é considerado o padrão-ouro para avaliar a ação da insulina no corpo. Eles descobriram que o grupo que recebeu liraglutide teve uma melhora significativa na sensibilidade à insulina, independente da perda de peso, que foi outro benefício observado com o uso do medicamento. O grupo que recebeu sitagliptin não teve o mesmo efeito, nem o grupo que recebeu placebo.

    Os resultados do estudo sugerem que o liraglutide, e provavelmente outros agonistas do receptor de GLP-1, têm efeitos importantes no metabolismo, de uma forma diferente de aumentar o GLP-1 endógeno. Os pesquisadores pretendem investigar os possíveis mecanismos de como o liraglutide melhora a sensibilidade à insulina, independentemente da perda de peso. Eles também esperam que o estudo incentive o uso de medicamentos como o liraglutide para prevenir ou tratar o diabetes tipo 2, especialmente em pessoas com obesidade e pré-diabetes.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health e pela Novo Nordisk, a empresa farmacêutica que fabrica o liraglutide.

    Fonte: Link.

  • Peptídeos: o que são e como podem ajudar no combate à obesidade

    Peptídeos: o que são e como podem ajudar no combate à obesidade

    Os peptídeos são moléculas formadas pela ligação de dois ou mais aminoácidos, que são os blocos de construção das proteínas.

    Os peptídeos podem ter diferentes tamanhos e funções biológicas, como hormônios, neurotransmissores, antibióticos e adoçantes.

    Os peptídeos são muito importantes para o funcionamento do organismo, pois participam de diversos processos celulares e regulam a atividade de outros órgãos e tecidos. Alguns exemplos de peptídeos são a insulina, que controla o nível de glicose no sangue, a ocitocina, que estimula as contrações uterinas e a produção de leite, e o aspartame, que é usado como adoçante artificial.

    Mas o que os peptídeos têm a ver com a obesidade? A obesidade é uma doença crônica caracterizada pelo excesso de gordura corporal, que pode trazer sérios riscos à saúde, como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e câncer. A obesidade é causada por um desequilíbrio entre a ingestão e o gasto de energia, que pode ser influenciado por fatores genéticos, ambientais, comportamentais e hormonais.

    É aí que entram os peptídeos. Eles estão envolvidos na regulação do apetite e do metabolismo energético. Alguns peptídeos, como a leptina e a insulina, são produzidos pelo tecido adiposo e atuam no cérebro para diminuir a fome e aumentar o gasto calórico. Outros peptídeos, como a grelina e a orexina, são secretados pelo intestino e estimulam a ingestão alimentar e a reserva de gordura. A obesidade pode alterar os níveis e a ação desses peptídeos, causando resistência à saciedade e favorecendo o acúmulo de peso.

    Por isso, alguns peptídeos podem ser usados como potenciais tratamentos para a obesidade, pois podem reduzir o apetite e a gordura corporal, sem causar efeitos adversos no sistema nervoso central. Um exemplo é o peptídeo YY, que foi descoberto por pesquisadores da USP e mostrou resultados promissores em testes com animais. O peptídeo YY é liberado pelo intestino após as refeições e sinaliza ao cérebro que o corpo está satisfeito. Assim, ele pode diminuir a vontade de comer e a absorção de calorias.

    Os estudos sobre os peptídeos e a obesidade ainda estão em andamento e precisam de mais evidências científicas para comprovar a sua eficácia e segurança. No entanto, eles representam uma esperança para milhões de pessoas que sofrem com o excesso de peso e buscam uma solução para melhorar a sua qualidade de vida.

    Os peptídeos podem ter diferentes tamanhos e funções biológicas, como hormônios, neurotransmissores, antibióticos e adoçantes.

    Os peptídeos são muito importantes para o funcionamento do organismo, pois participam de diversos processos celulares e regulam a atividade de outros órgãos e tecidos. Alguns exemplos de peptídeos são a insulina, que controla o nível de glicose no sangue, a ocitocina, que estimula as contrações uterinas e a produção de leite, e o aspartame, que é usado como adoçante artificial.

    Mas o que os peptídeos têm a ver com a obesidade? A obesidade é uma doença crônica caracterizada pelo excesso de gordura corporal, que pode trazer sérios riscos à saúde, como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e câncer. A obesidade é causada por um desequilíbrio entre a ingestão e o gasto de energia, que pode ser influenciado por fatores genéticos, ambientais, comportamentais e hormonais.

    É aí que entram os peptídeos. Eles estão envolvidos na regulação do apetite e do metabolismo energético. Alguns peptídeos, como a leptina e a insulina, são produzidos pelo tecido adiposo e atuam no cérebro para diminuir a fome e aumentar o gasto calórico. Outros peptídeos, como a grelina e a orexina, são secretados pelo intestino e estimulam a ingestão alimentar e a reserva de gordura. A obesidade pode alterar os níveis e a ação desses peptídeos, causando resistência à saciedade e favorecendo o acúmulo de peso.

    Por isso, alguns peptídeos podem ser usados como potenciais tratamentos para a obesidade, pois podem reduzir o apetite e a gordura corporal, sem causar efeitos adversos no sistema nervoso central. Um exemplo é o peptídeo YY, que foi descoberto por pesquisadores da USP e mostrou resultados promissores em testes com animais. O peptídeo YY é liberado pelo intestino após as refeições e sinaliza ao cérebro que o corpo está satisfeito. Assim, ele pode diminuir a vontade de comer e a absorção de calorias.

    Os estudos sobre os peptídeos e a obesidade ainda estão em andamento e precisam de mais evidências científicas para comprovar a sua eficácia e segurança. No entanto, eles representam uma esperança para milhões de pessoas que sofrem com o excesso de peso e buscam uma solução para melhorar a sua qualidade de vida.

  • Por que algumas pessoas sentem mais fome do que outras?

    Por que algumas pessoas sentem mais fome do que outras?

    Você já se perguntou por que algumas pessoas parecem comer muito e não engordar, enquanto outras lutam para manter o peso sob controle?

    A resposta pode estar nos hormônios que regulam o apetite, a fome e a saciedade.

    O apetite é a vontade de comer, que pode ser influenciada por fatores psicológicos, sociais e ambientais. A fome é a sensação física de necessidade de alimento, que é gerada por sinais químicos enviados pelo cérebro e pelo corpo. A saciedade é a sensação de plenitude e satisfação após uma refeição, que leva à diminuição do apetite e da fome.

    Existem vários hormônios que participam desse complexo processo de controle do peso e do apetite, entre eles:

    • A leptina, que é produzida pelas células de gordura e atua no cérebro, diminuindo a fome e aumentando o gasto energético. Pessoas com obesidade podem ter resistência à leptina, ou seja, o cérebro não responde adequadamente ao hormônio e continua estimulando a ingestão de alimentos.

    • A insulina, que é secretada pelo pâncreas em resposta à elevação da glicose no sangue, após uma refeição. A insulina facilita a entrada da glicose nas células, onde é usada como fonte de energia ou armazenada como gordura. A insulina também tem um efeito inibitório sobre o apetite, mas pode perder sua eficácia em pessoas com resistência à insulina ou diabetes.

    • A grelina, que é produzida pelo estômago e pelo intestino, e tem um efeito estimulante sobre o apetite e a fome. A grelina aumenta antes das refeições e diminui depois, mas pode ser alterada por fatores como o estresse, o sono e a dieta.

    • A motilina, que é produzida pelo intestino e estimula a contração do estômago e do intestino, favorecendo a digestão. A motilina também tem um efeito estimulante sobre o apetite e a fome, e é liberada em ciclos de cerca de 90 minutos, entre as refeições.

    Além desses hormônios, existem outros fatores que influenciam a fome e o peso, como os genes, o metabolismo, o estilo de vida, o estado emocional e as condições de saúde. Por isso, não existe uma fórmula única para emagrecer ou manter o peso ideal. Cada pessoa tem suas características individuais e precisa de uma abordagem personalizada, que leve em conta seus hábitos alimentares, sua rotina de atividade física, seu nível de estresse e seu histórico médico.

    Uma dica geral é procurar se alimentar de forma equilibrada, variada e moderada, priorizando alimentos naturais e evitando os processados e ultraprocessados, que são ricos em açúcar, sal, gordura e aditivos químicos. Esses alimentos podem interferir nos mecanismos de regulação do apetite e da fome, além de causar inflamação e doenças crônicas.

    Outra dica é prestar atenção aos sinais do corpo e comer apenas quando sentir fome, e não por ansiedade, tédio ou compulsão. Também é importante mastigar bem os alimentos, comer devagar e sem distrações, e parar de comer quando sentir saciedade, sem exagerar nas porções.

    Por fim, é essencial praticar atividade física regularmente, pois isso ajuda a queimar calorias, a aumentar o metabolismo, a reduzir o estresse e a liberar endorfinas, que são hormônios que promovem o bem-estar e a felicidade.

    Lembre-se de que o peso é apenas um dos indicadores de saúde, e não o único. O mais importante é se sentir bem consigo mesmo e com o seu corpo, e buscar hábitos saudáveis que melhorem a sua qualidade de vida.

    A resposta pode estar nos hormônios que regulam o apetite, a fome e a saciedade.

    O apetite é a vontade de comer, que pode ser influenciada por fatores psicológicos, sociais e ambientais. A fome é a sensação física de necessidade de alimento, que é gerada por sinais químicos enviados pelo cérebro e pelo corpo. A saciedade é a sensação de plenitude e satisfação após uma refeição, que leva à diminuição do apetite e da fome.

    Existem vários hormônios que participam desse complexo processo de controle do peso e do apetite, entre eles:

    • A leptina, que é produzida pelas células de gordura e atua no cérebro, diminuindo a fome e aumentando o gasto energético. Pessoas com obesidade podem ter resistência à leptina, ou seja, o cérebro não responde adequadamente ao hormônio e continua estimulando a ingestão de alimentos.

    • A insulina, que é secretada pelo pâncreas em resposta à elevação da glicose no sangue, após uma refeição. A insulina facilita a entrada da glicose nas células, onde é usada como fonte de energia ou armazenada como gordura. A insulina também tem um efeito inibitório sobre o apetite, mas pode perder sua eficácia em pessoas com resistência à insulina ou diabetes.

    • A grelina, que é produzida pelo estômago e pelo intestino, e tem um efeito estimulante sobre o apetite e a fome. A grelina aumenta antes das refeições e diminui depois, mas pode ser alterada por fatores como o estresse, o sono e a dieta.

    • A motilina, que é produzida pelo intestino e estimula a contração do estômago e do intestino, favorecendo a digestão. A motilina também tem um efeito estimulante sobre o apetite e a fome, e é liberada em ciclos de cerca de 90 minutos, entre as refeições.

    Além desses hormônios, existem outros fatores que influenciam a fome e o peso, como os genes, o metabolismo, o estilo de vida, o estado emocional e as condições de saúde. Por isso, não existe uma fórmula única para emagrecer ou manter o peso ideal. Cada pessoa tem suas características individuais e precisa de uma abordagem personalizada, que leve em conta seus hábitos alimentares, sua rotina de atividade física, seu nível de estresse e seu histórico médico.

    Uma dica geral é procurar se alimentar de forma equilibrada, variada e moderada, priorizando alimentos naturais e evitando os processados e ultraprocessados, que são ricos em açúcar, sal, gordura e aditivos químicos. Esses alimentos podem interferir nos mecanismos de regulação do apetite e da fome, além de causar inflamação e doenças crônicas.

    Outra dica é prestar atenção aos sinais do corpo e comer apenas quando sentir fome, e não por ansiedade, tédio ou compulsão. Também é importante mastigar bem os alimentos, comer devagar e sem distrações, e parar de comer quando sentir saciedade, sem exagerar nas porções.

    Por fim, é essencial praticar atividade física regularmente, pois isso ajuda a queimar calorias, a aumentar o metabolismo, a reduzir o estresse e a liberar endorfinas, que são hormônios que promovem o bem-estar e a felicidade.

    Lembre-se de que o peso é apenas um dos indicadores de saúde, e não o único. O mais importante é se sentir bem consigo mesmo e com o seu corpo, e buscar hábitos saudáveis que melhorem a sua qualidade de vida.

  • Medicamentos para emagrecer: saiba como comprar com segurança

    Medicamentos para emagrecer: saiba como comprar com segurança

    Usar medicamentos para emagrecer podem ser uma alternativa para quem tem dificuldade de perder peso com dieta e exercícios, mas também podem trazer riscos à saúde se usados de forma inadequada.

    Os medicamentos para emagrecer são aqueles que contêm substâncias que reduzem o apetite e a vontade de comer. Eles são chamados de anorexígenos e fazem parte da classe dos psicotrópicos, ou seja, que afetam o sistema nervoso central.

    Por isso, esses medicamentos são controlados pelo governo e só podem ser vendidos com receita médica especial, de cor azul. Essa receita tem validade de 30 dias e deve conter os dados do paciente, do médico e do medicamento prescrito.

    Além disso, a receita pode ser emitida de forma eletrônica, desde que tenha uma assinatura digital gerada por um certificado válido. Nesse caso, o farmacêutico deve verificar a autenticidade e a integridade da receita por meio de um sistema informatizado.

    A receita médica tem validade nacional, ou seja, pode ser aceita em qualquer estado do Brasil. No entanto, alguns medicamentos podem ter restrições de venda em determinadas regiões, conforme as normas locais.

    O uso dos medicamentos para emagrecer deve ser acompanhado por um médico, que deve avaliar os benefícios e os riscos para cada paciente. Esses produtos podem causar efeitos colaterais como insônia, ansiedade, taquicardia, hipertensão, dependência e até mesmo depressão.

    Portanto, antes de recorrer aos medicamentos para emagrecer, consulte um profissional de saúde e siga as orientações corretamente. Lembre-se que os remédios não são milagrosos e que a melhor forma de perder peso é adotar hábitos saudáveis de alimentação e atividade física.

    Os medicamentos para emagrecer são aqueles que contêm substâncias que reduzem o apetite e a vontade de comer. Eles são chamados de anorexígenos e fazem parte da classe dos psicotrópicos, ou seja, que afetam o sistema nervoso central.

    Por isso, esses medicamentos são controlados pelo governo e só podem ser vendidos com receita médica especial, de cor azul. Essa receita tem validade de 30 dias e deve conter os dados do paciente, do médico e do medicamento prescrito.

    Além disso, a receita pode ser emitida de forma eletrônica, desde que tenha uma assinatura digital gerada por um certificado válido. Nesse caso, o farmacêutico deve verificar a autenticidade e a integridade da receita por meio de um sistema informatizado.

    A receita médica tem validade nacional, ou seja, pode ser aceita em qualquer estado do Brasil. No entanto, alguns medicamentos podem ter restrições de venda em determinadas regiões, conforme as normas locais.

    O uso dos medicamentos para emagrecer deve ser acompanhado por um médico, que deve avaliar os benefícios e os riscos para cada paciente. Esses produtos podem causar efeitos colaterais como insônia, ansiedade, taquicardia, hipertensão, dependência e até mesmo depressão.

    Portanto, antes de recorrer aos medicamentos para emagrecer, consulte um profissional de saúde e siga as orientações corretamente. Lembre-se que os remédios não são milagrosos e que a melhor forma de perder peso é adotar hábitos saudáveis de alimentação e atividade física.

  • Medicamentos para obesidade: quais são as opções disponíveis nos EUA e no Brasil?

    Medicamentos para obesidade: quais são as opções disponíveis nos EUA e no Brasil?

    A obesidade é uma doença crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

    Ela está associada a vários problemas de saúde, como diabetes, hipertensão, colesterol alto e doenças cardiovasculares. Por isso, muitas pessoas buscam tratamentos para perder peso e melhorar sua qualidade de vida.

    Existem diferentes tipos de medicamentos para obesidade, que atuam de formas distintas no organismo. Alguns reduzem o apetite, outros aumentam o gasto energético ou diminuem a absorção de gordura. No entanto, nem todos os medicamentos são aprovados ou comercializados em todos os países. Neste artigo, vamos comparar as opções disponíveis nos Estados Unidos e no Brasil, e explicar os benefícios e os riscos de cada uma delas.

    Wegovy: uma injeção semanal que ajuda a controlar o peso

    Um medicamento que foi aprovado recentemente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é o Wegovy, uma injeção semanal que ajuda a controlar o peso. Esse medicamento já é comercializado nos Estados Unidos, mas ainda não tem preço definido no Brasil .

    O Wegovy é uma versão mais potente do Ozempic, um medicamento usado para tratar o diabetes tipo 2. Ele contém um hormônio chamado semaglutida, que imita a ação do GLP-1, um hormônio produzido pelo intestino que regula o apetite e a glicose no sangue. O Wegovy reduz a fome e aumenta a sensação de saciedade, fazendo com que a pessoa coma menos e perca peso .

    Segundo os estudos clínicos, o Wegovy pode levar a uma perda de até 15% do peso corporal em um ano, quando combinado com uma dieta saudável e exercícios físicos. Além disso, ele pode melhorar os níveis de açúcar, pressão e colesterol no sangue .

    O Wegovy é indicado para pessoas com índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30 kg/m², ou igual ou superior a 27 kg/m² com pelo menos uma doença relacionada à obesidade, como diabetes, hipertensão ou apneia do sono .

    O Wegovy pode causar alguns efeitos colaterais, como náuseas, vômitos, diarreia, constipação, dor abdominal e dor de cabeça. Esses efeitos tendem a diminuir com o tempo e são mais leves do que os de outros medicamentos para obesidade .

    Ainda não há uma data prevista para que o Wegovy chegue ao mercado brasileiro. O preço do medicamento nos Estados Unidos é de cerca de 1.300 dólares por mês .

    Qsymia: uma combinação de fentermina e topiramato

    Outro medicamento que é usado para tratar a obesidade nos Estados Unidos, mas não no Brasil, é o Qsymia, uma combinação de fentermina e topiramato. Esse medicamento pode causar efeitos colaterais graves, como problemas cardíacos, defeitos congênitos e depressão. O Qsymia não tem autorização da Anvisa para ser vendido no Brasil.

    A fentermina é um estimulante que reduz o apetite e aumenta o metabolismo. O topiramato é um anticonvulsivante que também tem efeito sobre o peso. Juntos, eles formam o Qsymia, um medicamento que pode levar a uma perda de até 10% do peso corporal em um ano.

    O Qsymia é indicado para pessoas com IMC igual ou superior a 30 kg/m², ou igual ou superior a 27 kg/m² com pelo menos uma doença relacionada à obesidade.

    O Qsymia pode causar vários efeitos colaterais, como boca seca, insônia, alterações no paladar, tontura, dor de cabeça, ansiedade, irritabilidade, fadiga, infecções respiratórias e pedras nos rins. Além disso, ele pode aumentar o risco de arritmias cardíacas, glaucoma, hipertensão pulmonar, depressão, pensamentos suicidas, perda de memória e dificuldade de concentração. O Qsymia também pode causar malformações fetais, como lábio leporino e palato fendido, se usado durante a gravidez.

    O preço do Qsymia nos Estados Unidos varia de acordo com a dose e o plano de saúde, mas pode chegar a 200 dólares por mês.

    Sibutramina: um supressor de apetite proibido em vários países

    Um medicamento que é proibido em vários países, incluindo os Estados Unidos e a União Europeia, mas não no Brasil, é a sibutramina, um supressor de apetite. Esse medicamento pode aumentar o risco de derrame, infarto e outros problemas cardiovasculares. A sibutramina é vendida no Brasil com receita médica e controle especial.

    A sibutramina é um inibidor da recaptação de serotonina e noradrenalina, dois neurotransmissores que estão envolvidos na regulação do humor e do apetite. A sibutramina aumenta a disponibilidade dessas substâncias no cérebro, fazendo com que a pessoa se sinta mais satisfeita e menos faminta.

    A sibutramina pode levar a uma perda de até 5% do peso corporal em um ano.

    A sibutramina é indicada para pessoas com IMC igual ou superior a 30 kg/m², ou igual ou superior a 27 kg/m² com pelo menos uma doença relacionada à obesidade.

    A sibutramina pode causar efeitos colaterais como boca seca, insônia, taquicardia, aumento da pressão arterial, dor de cabeça, constipação, sudorese e alterações no humor. Além disso, ela pode interagir com outros medicamentos, como antidepressivos, anticoagulantes e anti-inflamatórios. A sibutramina também pode aumentar o risco de eventos cardiovasculares graves, como derrame, infarto e morte súbita.

    O preço da sibutramina no Brasil varia de acordo com o laboratório e a dose, mas pode custar entre 30 e 100 reais por mês.

    Os medicamentos para obesidade são uma alternativa para auxiliar as pessoas que têm dificuldade para perder peso com as medidas tradicionais de dieta e exercício. No entanto, eles não são milagrosos nem isentos de riscos. Por isso, é importante consultar um médico antes de iniciar qualquer tratamento e seguir as orientações prescritas. Além disso, é essencial manter hábitos saudáveis de alimentação e atividade física para garantir os resultados a longo prazo.

    Ela está associada a vários problemas de saúde, como diabetes, hipertensão, colesterol alto e doenças cardiovasculares. Por isso, muitas pessoas buscam tratamentos para perder peso e melhorar sua qualidade de vida.

    Existem diferentes tipos de medicamentos para obesidade, que atuam de formas distintas no organismo. Alguns reduzem o apetite, outros aumentam o gasto energético ou diminuem a absorção de gordura. No entanto, nem todos os medicamentos são aprovados ou comercializados em todos os países. Neste artigo, vamos comparar as opções disponíveis nos Estados Unidos e no Brasil, e explicar os benefícios e os riscos de cada uma delas.

    Wegovy: uma injeção semanal que ajuda a controlar o peso

    Um medicamento que foi aprovado recentemente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é o Wegovy, uma injeção semanal que ajuda a controlar o peso. Esse medicamento já é comercializado nos Estados Unidos, mas ainda não tem preço definido no Brasil .

    O Wegovy é uma versão mais potente do Ozempic, um medicamento usado para tratar o diabetes tipo 2. Ele contém um hormônio chamado semaglutida, que imita a ação do GLP-1, um hormônio produzido pelo intestino que regula o apetite e a glicose no sangue. O Wegovy reduz a fome e aumenta a sensação de saciedade, fazendo com que a pessoa coma menos e perca peso .

    Segundo os estudos clínicos, o Wegovy pode levar a uma perda de até 15% do peso corporal em um ano, quando combinado com uma dieta saudável e exercícios físicos. Além disso, ele pode melhorar os níveis de açúcar, pressão e colesterol no sangue .

    O Wegovy é indicado para pessoas com índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30 kg/m², ou igual ou superior a 27 kg/m² com pelo menos uma doença relacionada à obesidade, como diabetes, hipertensão ou apneia do sono .

    O Wegovy pode causar alguns efeitos colaterais, como náuseas, vômitos, diarreia, constipação, dor abdominal e dor de cabeça. Esses efeitos tendem a diminuir com o tempo e são mais leves do que os de outros medicamentos para obesidade .

    Ainda não há uma data prevista para que o Wegovy chegue ao mercado brasileiro. O preço do medicamento nos Estados Unidos é de cerca de 1.300 dólares por mês .

    Qsymia: uma combinação de fentermina e topiramato

    Outro medicamento que é usado para tratar a obesidade nos Estados Unidos, mas não no Brasil, é o Qsymia, uma combinação de fentermina e topiramato. Esse medicamento pode causar efeitos colaterais graves, como problemas cardíacos, defeitos congênitos e depressão. O Qsymia não tem autorização da Anvisa para ser vendido no Brasil.

    A fentermina é um estimulante que reduz o apetite e aumenta o metabolismo. O topiramato é um anticonvulsivante que também tem efeito sobre o peso. Juntos, eles formam o Qsymia, um medicamento que pode levar a uma perda de até 10% do peso corporal em um ano.

    O Qsymia é indicado para pessoas com IMC igual ou superior a 30 kg/m², ou igual ou superior a 27 kg/m² com pelo menos uma doença relacionada à obesidade.

    O Qsymia pode causar vários efeitos colaterais, como boca seca, insônia, alterações no paladar, tontura, dor de cabeça, ansiedade, irritabilidade, fadiga, infecções respiratórias e pedras nos rins. Além disso, ele pode aumentar o risco de arritmias cardíacas, glaucoma, hipertensão pulmonar, depressão, pensamentos suicidas, perda de memória e dificuldade de concentração. O Qsymia também pode causar malformações fetais, como lábio leporino e palato fendido, se usado durante a gravidez.

    O preço do Qsymia nos Estados Unidos varia de acordo com a dose e o plano de saúde, mas pode chegar a 200 dólares por mês.

    Sibutramina: um supressor de apetite proibido em vários países

    Um medicamento que é proibido em vários países, incluindo os Estados Unidos e a União Europeia, mas não no Brasil, é a sibutramina, um supressor de apetite. Esse medicamento pode aumentar o risco de derrame, infarto e outros problemas cardiovasculares. A sibutramina é vendida no Brasil com receita médica e controle especial.

    A sibutramina é um inibidor da recaptação de serotonina e noradrenalina, dois neurotransmissores que estão envolvidos na regulação do humor e do apetite. A sibutramina aumenta a disponibilidade dessas substâncias no cérebro, fazendo com que a pessoa se sinta mais satisfeita e menos faminta.

    A sibutramina pode levar a uma perda de até 5% do peso corporal em um ano.

    A sibutramina é indicada para pessoas com IMC igual ou superior a 30 kg/m², ou igual ou superior a 27 kg/m² com pelo menos uma doença relacionada à obesidade.

    A sibutramina pode causar efeitos colaterais como boca seca, insônia, taquicardia, aumento da pressão arterial, dor de cabeça, constipação, sudorese e alterações no humor. Além disso, ela pode interagir com outros medicamentos, como antidepressivos, anticoagulantes e anti-inflamatórios. A sibutramina também pode aumentar o risco de eventos cardiovasculares graves, como derrame, infarto e morte súbita.

    O preço da sibutramina no Brasil varia de acordo com o laboratório e a dose, mas pode custar entre 30 e 100 reais por mês.

    Os medicamentos para obesidade são uma alternativa para auxiliar as pessoas que têm dificuldade para perder peso com as medidas tradicionais de dieta e exercício. No entanto, eles não são milagrosos nem isentos de riscos. Por isso, é importante consultar um médico antes de iniciar qualquer tratamento e seguir as orientações prescritas. Além disso, é essencial manter hábitos saudáveis de alimentação e atividade física para garantir os resultados a longo prazo.

  • Discriminação pode alterar a química do cérebro e do intestino, aumentando o risco de obesidade

    Discriminação pode alterar a química do cérebro e do intestino, aumentando o risco de obesidade

    A discriminação racial ou étnica pode afetar não só a saúde mental, mas também a saúde física das pessoas que sofrem com ela.

    Um novo estudo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) revelou que a discriminação pode alterar o funcionamento do cérebro e do intestino, aumentando o risco de obesidade e de doenças relacionadas.

    Os pesquisadores usaram uma técnica chamada ressonância magnética funcional (fMRI) para medir a atividade cerebral de 101 participantes enquanto eles viam imagens de diferentes tipos de alimentos, como frutas, vegetais, doces e fast food. Eles também coletaram amostras de sangue dos participantes para analisar a química do intestino, que é influenciada pelo microbioma, o conjunto de micro-organismos que vivem no trato digestivo.

    Os participantes responderam a um questionário sobre suas experiências de discriminação racial ou étnica ao longo da vida, como ser tratado injustamente, ser insultado ou ameaçado por causa de sua raça ou etnia. Os resultados mostraram que as pessoas que relataram mais experiências de discriminação tiveram maior ativação nas regiões do cérebro associadas à recompensa e à autoindulgência, como buscar sensações de “conforto” em alimentos “confortáveis”, e menor atividade nas áreas envolvidas na tomada de decisão e no autocontrole. Além disso, elas apresentaram níveis mais altos de dois metabólitos do glutamato, que estão implicados em processos inflamatórios, estresse oxidativo e maior risco de desenvolver obesidade.

    Os autores do estudo sugerem que a discriminação pode desencadear uma resposta ao estresse que altera os processos biológicos e a forma como processamos os sinais de comida. Isso pode levar a um ciclo vicioso de comer demais alimentos não saudáveis, ganhar peso e ter mais problemas de saúde. Eles também propõem que os resultados podem ajudar a desenvolver tratamentos que visem o cérebro ou o intestino, como modulação do sistema de recompensa alimentar, circuitos cerebrais hiperativados, vias glutamatérgicas ou suplementação probiótica.

    O estudo foi publicado na revista científica Psychoneuroendocrinology e faz parte de um projeto maior chamado Stress and Obesity/Metabolism Study (SOMS), que investiga os efeitos do estresse crônico na saúde metabólica.

    Fonte: Link.

    Um novo estudo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) revelou que a discriminação pode alterar o funcionamento do cérebro e do intestino, aumentando o risco de obesidade e de doenças relacionadas.

    Os pesquisadores usaram uma técnica chamada ressonância magnética funcional (fMRI) para medir a atividade cerebral de 101 participantes enquanto eles viam imagens de diferentes tipos de alimentos, como frutas, vegetais, doces e fast food. Eles também coletaram amostras de sangue dos participantes para analisar a química do intestino, que é influenciada pelo microbioma, o conjunto de micro-organismos que vivem no trato digestivo.

    Os participantes responderam a um questionário sobre suas experiências de discriminação racial ou étnica ao longo da vida, como ser tratado injustamente, ser insultado ou ameaçado por causa de sua raça ou etnia. Os resultados mostraram que as pessoas que relataram mais experiências de discriminação tiveram maior ativação nas regiões do cérebro associadas à recompensa e à autoindulgência, como buscar sensações de “conforto” em alimentos “confortáveis”, e menor atividade nas áreas envolvidas na tomada de decisão e no autocontrole. Além disso, elas apresentaram níveis mais altos de dois metabólitos do glutamato, que estão implicados em processos inflamatórios, estresse oxidativo e maior risco de desenvolver obesidade.

    Os autores do estudo sugerem que a discriminação pode desencadear uma resposta ao estresse que altera os processos biológicos e a forma como processamos os sinais de comida. Isso pode levar a um ciclo vicioso de comer demais alimentos não saudáveis, ganhar peso e ter mais problemas de saúde. Eles também propõem que os resultados podem ajudar a desenvolver tratamentos que visem o cérebro ou o intestino, como modulação do sistema de recompensa alimentar, circuitos cerebrais hiperativados, vias glutamatérgicas ou suplementação probiótica.

    O estudo foi publicado na revista científica Psychoneuroendocrinology e faz parte de um projeto maior chamado Stress and Obesity/Metabolism Study (SOMS), que investiga os efeitos do estresse crônico na saúde metabólica.

    Fonte: Link.

  • Estudo de Cambridge mostra diferenças cerebrais em pessoas com excesso de peso ou obesidade

    Estudo de Cambridge mostra diferenças cerebrais em pessoas com excesso de peso ou obesidade

    Um estudo da Universidade de Cambridge, publicado na revista Neuroimage: Clinical, encontrou diferenças no volume do hipotálamo, uma região do cérebro que regula o apetite, entre pessoas com peso saudável, excesso de peso e obesidade.

    Os pesquisadores usaram um algoritmo de aprendizado de máquina para analisar varreduras cerebrais por MRI de 1.351 jovens adultos e descobriram que o hipotálamo era maior nos grupos com excesso de peso e obesos, especialmente nas sub-regiões que controlam a fome e a saciedade por meio da liberação de hormônios.

    Os autores do estudo sugerem que essa diferença pode estar relacionada à inflamação, que pode ser causada por uma dieta rica em gordura e que pode afetar a capacidade de sentir quando se está cheio ou com fome. Eles também dizem que mais pesquisas são necessárias para entender se as mudanças no hipotálamo são uma causa ou uma consequência do aumento do peso corporal.

    A obesidade é um problema de saúde pública que afeta bilhões de pessoas em todo o mundo e aumenta o risco de várias doenças, como diabetes, doenças cardíacas, câncer e problemas mentais. O estudo de Cambridge contribui para a compreensão dos mecanismos cerebrais envolvidos no controle do apetite e na obesidade.

    Os pesquisadores usaram um algoritmo de aprendizado de máquina para analisar varreduras cerebrais por MRI de 1.351 jovens adultos e descobriram que o hipotálamo era maior nos grupos com excesso de peso e obesos, especialmente nas sub-regiões que controlam a fome e a saciedade por meio da liberação de hormônios.

    Os autores do estudo sugerem que essa diferença pode estar relacionada à inflamação, que pode ser causada por uma dieta rica em gordura e que pode afetar a capacidade de sentir quando se está cheio ou com fome. Eles também dizem que mais pesquisas são necessárias para entender se as mudanças no hipotálamo são uma causa ou uma consequência do aumento do peso corporal.

    A obesidade é um problema de saúde pública que afeta bilhões de pessoas em todo o mundo e aumenta o risco de várias doenças, como diabetes, doenças cardíacas, câncer e problemas mentais. O estudo de Cambridge contribui para a compreensão dos mecanismos cerebrais envolvidos no controle do apetite e na obesidade.