Tag: obesidade

  • Como os Novos Medicamentos para Obesidade Estão Mudando o Cenário do Tratamento e da Prevenção

    Como os Novos Medicamentos para Obesidade Estão Mudando o Cenário do Tratamento e da Prevenção

    A obesidade é um problema de saúde que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, e que pode trazer sérias consequências para a qualidade de vida e a expectativa de vida dos indivíduos.

    No entanto, tratar a obesidade não é uma tarefa fácil, e envolve uma série de fatores biológicos, psicológicos, sociais e ambientais.

    Um dos avanços mais promissores é o surgimento de uma nova geração de medicamentos para obesidade, chamados agonistas do receptor de GLP-1. Esses medicamentos foram originalmente desenvolvidos para tratar o diabetes tipo 2, mas também resultam em perda de peso significativa e duradoura, ao atuarem no cérebro e no intestino para reduzir o apetite e aumentar a saciedade. Alguns desses medicamentos, como o semaglutida, podem levar a uma redução de até 20% do peso corporal em um ano, o que é muito superior aos resultados obtidos com os medicamentos anteriores para obesidade. Esses medicamentos também podem melhorar outros indicadores de saúde, como a pressão arterial, o colesterol e os níveis de açúcar no sangue.

    Esses medicamentos representam uma mudança de paradigma no tratamento da obesidade, que até então era baseado principalmente em intervenções comportamentais, como dieta e exercício, ou em cirurgia bariátrica, que envolve a redução do tamanho do estômago ou do intestino. Essas intervenções nem sempre são eficazes ou acessíveis para todos os pacientes, e podem ter efeitos colaterais indesejáveis ou complicações. Os novos medicamentos oferecem uma alternativa mais simples e segura, que pode ser usada isoladamente ou em combinação com outras abordagens.

    No entanto, nem todos os especialistas em obesidade concordam com o uso indiscriminado dos novos medicamentos. Alguns alertam que os medicamentos não podem resolver o problema da obesidade por si só, e que é preciso entender e enfrentar as causas ambientais e dietéticas que contribuem para o excesso de peso. Eles argumentam que os medicamentos podem desviar a atenção dos esforços para mudar o ambiente alimentar do país, que favorece alimentos processados, calóricos e pouco saudáveis, e que dificulta o acesso a alimentos frescos, nutritivos e acessíveis. Eles também enfatizam a importância das intervenções baseadas em estilo de vida, que podem trazer benefícios não apenas para o peso, mas também para a saúde mental, física e emocional dos indivíduos.

    Outro aspecto polêmico é o uso dos novos medicamentos para crianças com obesidade. A maior associação de pediatras dos EUA publicou novas diretrizes clínicas que recomendam o uso de medicamentos e cirurgia bariátrica para crianças com obesidade grave ou moderada que não respondem às mudanças no estilo de vida e na dieta. As diretrizes se afastam da abordagem anterior de “espera vigilante”, que consistia em monitorar o peso das crianças enquanto elas tentavam perder peso por conta própria. As diretrizes reconhecem que a obesidade infantil é um problema sério e urgente, que pode levar a doenças crônicas precoces, como diabetes tipo 2, hipertensão e doenças cardíacas. As diretrizes também afirmam que os medicamentos e a cirurgia bariátrica são seguros e eficazes para crianças, desde que sejam acompanhados por profissionais qualificados.

    No entanto, alguns especialistas criticam as novas diretrizes por serem muito agressivas e potencialmente prejudiciais para as crianças. Eles apontam que os medicamentos e a cirurgia bariátrica podem ter efeitos adversos graves, como infecções, cálculos biliares, deficiências nutricionais, problemas de crescimento e desenvolvimento, e transtornos alimentares. Eles também questionam a eficácia a longo prazo dessas intervenções, que podem não ser sustentáveis sem uma mudança no comportamento e no ambiente das crianças. Eles defendem que as crianças devem ser tratadas com mais cuidado e respeito, e que a obesidade infantil deve ser prevenida e abordada de forma mais holística e integrada.

    O tratamento da obesidade é um campo em constante evolução, que apresenta novas possibilidades e desafios. Os novos medicamentos para obesidade são uma ferramenta poderosa e inovadora, que pode beneficiar muitas pessoas que sofrem com o excesso de peso e suas consequências. No entanto, os medicamentos não são uma solução mágica, e devem ser usados com cautela e critério, levando em conta os riscos, os benefícios e as necessidades individuais de cada paciente. Além disso, os medicamentos não podem substituir as mudanças no estilo de vida e na dieta, que são fundamentais para a saúde e o bem-estar das pessoas.

    Por fim, é preciso reconhecer que a obesidade é um problema complexo e multifatorial, que requer uma abordagem multidisciplinar e multissetorial, que envolva não apenas os profissionais de saúde, mas também os governos, as empresas, as escolas, as famílias e a sociedade em geral. Só assim poderemos enfrentar a obesidade de forma efetiva e duradoura.

    No entanto, tratar a obesidade não é uma tarefa fácil, e envolve uma série de fatores biológicos, psicológicos, sociais e ambientais.

    Um dos avanços mais promissores é o surgimento de uma nova geração de medicamentos para obesidade, chamados agonistas do receptor de GLP-1. Esses medicamentos foram originalmente desenvolvidos para tratar o diabetes tipo 2, mas também resultam em perda de peso significativa e duradoura, ao atuarem no cérebro e no intestino para reduzir o apetite e aumentar a saciedade. Alguns desses medicamentos, como o semaglutida, podem levar a uma redução de até 20% do peso corporal em um ano, o que é muito superior aos resultados obtidos com os medicamentos anteriores para obesidade. Esses medicamentos também podem melhorar outros indicadores de saúde, como a pressão arterial, o colesterol e os níveis de açúcar no sangue.

    Esses medicamentos representam uma mudança de paradigma no tratamento da obesidade, que até então era baseado principalmente em intervenções comportamentais, como dieta e exercício, ou em cirurgia bariátrica, que envolve a redução do tamanho do estômago ou do intestino. Essas intervenções nem sempre são eficazes ou acessíveis para todos os pacientes, e podem ter efeitos colaterais indesejáveis ou complicações. Os novos medicamentos oferecem uma alternativa mais simples e segura, que pode ser usada isoladamente ou em combinação com outras abordagens.

    No entanto, nem todos os especialistas em obesidade concordam com o uso indiscriminado dos novos medicamentos. Alguns alertam que os medicamentos não podem resolver o problema da obesidade por si só, e que é preciso entender e enfrentar as causas ambientais e dietéticas que contribuem para o excesso de peso. Eles argumentam que os medicamentos podem desviar a atenção dos esforços para mudar o ambiente alimentar do país, que favorece alimentos processados, calóricos e pouco saudáveis, e que dificulta o acesso a alimentos frescos, nutritivos e acessíveis. Eles também enfatizam a importância das intervenções baseadas em estilo de vida, que podem trazer benefícios não apenas para o peso, mas também para a saúde mental, física e emocional dos indivíduos.

    Outro aspecto polêmico é o uso dos novos medicamentos para crianças com obesidade. A maior associação de pediatras dos EUA publicou novas diretrizes clínicas que recomendam o uso de medicamentos e cirurgia bariátrica para crianças com obesidade grave ou moderada que não respondem às mudanças no estilo de vida e na dieta. As diretrizes se afastam da abordagem anterior de “espera vigilante”, que consistia em monitorar o peso das crianças enquanto elas tentavam perder peso por conta própria. As diretrizes reconhecem que a obesidade infantil é um problema sério e urgente, que pode levar a doenças crônicas precoces, como diabetes tipo 2, hipertensão e doenças cardíacas. As diretrizes também afirmam que os medicamentos e a cirurgia bariátrica são seguros e eficazes para crianças, desde que sejam acompanhados por profissionais qualificados.

    No entanto, alguns especialistas criticam as novas diretrizes por serem muito agressivas e potencialmente prejudiciais para as crianças. Eles apontam que os medicamentos e a cirurgia bariátrica podem ter efeitos adversos graves, como infecções, cálculos biliares, deficiências nutricionais, problemas de crescimento e desenvolvimento, e transtornos alimentares. Eles também questionam a eficácia a longo prazo dessas intervenções, que podem não ser sustentáveis sem uma mudança no comportamento e no ambiente das crianças. Eles defendem que as crianças devem ser tratadas com mais cuidado e respeito, e que a obesidade infantil deve ser prevenida e abordada de forma mais holística e integrada.

    O tratamento da obesidade é um campo em constante evolução, que apresenta novas possibilidades e desafios. Os novos medicamentos para obesidade são uma ferramenta poderosa e inovadora, que pode beneficiar muitas pessoas que sofrem com o excesso de peso e suas consequências. No entanto, os medicamentos não são uma solução mágica, e devem ser usados com cautela e critério, levando em conta os riscos, os benefícios e as necessidades individuais de cada paciente. Além disso, os medicamentos não podem substituir as mudanças no estilo de vida e na dieta, que são fundamentais para a saúde e o bem-estar das pessoas.

    Por fim, é preciso reconhecer que a obesidade é um problema complexo e multifatorial, que requer uma abordagem multidisciplinar e multissetorial, que envolva não apenas os profissionais de saúde, mas também os governos, as empresas, as escolas, as famílias e a sociedade em geral. Só assim poderemos enfrentar a obesidade de forma efetiva e duradoura.

  • Retatrutida: o novo medicamento que promete revolucionar o tratamento da obesidade e do diabetes

    Retatrutida: o novo medicamento que promete revolucionar o tratamento da obesidade e do diabetes

    A obesidade e o diabetes são duas doenças crônicas que afetam milhões de pessoas no mundo todo e que podem trazer graves complicações para a saúde, como doenças cardiovasculares, renais, hepáticas e câncer.

    Por isso, a busca por novas formas de prevenir e tratar essas condições é constante na área médica.

    Uma das novidades mais recentes nesse campo é a retatrutida, um medicamento injetável que atua em três hormônios diferentes para controlar o apetite, o gasto energético e o metabolismo da glicose. A retatrutida é uma combinação de três peptídeos sintéticos que imitam os efeitos da grelina, do peptídeo YY e do glucagon no organismo.

    A grelina é um hormônio que estimula a fome e reduz a saciedade. O peptídeo YY é um hormônio que aumenta a saciedade e diminui a fome. O glucagon é um hormônio que eleva os níveis de glicose no sangue e acelera o metabolismo. Ao combinar esses três hormônios em uma única molécula, a retatrutida consegue equilibrar os sinais de fome e saciedade, aumentar o gasto calórico e melhorar o controle glicêmico.

    Os resultados dos estudos de fase 2 da retatrutida foram publicados na revista científica The Lancet e mostraram uma eficácia impressionante do medicamento na redução do peso corporal e na melhora da esteatose hepática (gordura no fígado) em pessoas com obesidade e diabetes tipo 2. Os participantes que usaram a retatrutida por um ano perderam em média 24,2% do seu peso inicial, enquanto os que usaram placebo perderam apenas 1%. Além disso, os que usaram a retatrutida tiveram uma redução significativa da gordura no fígado, um fator de risco para cirrose e câncer hepático.

    O endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e membro da Sociedade Brasileira de Diabetes, comentou os resultados da retatrutida em uma entrevista ao site Época Negócios. Ele afirmou que o medicamento é uma “revolução” no tratamento da obesidade e do diabetes, pois oferece uma alternativa mais eficaz e segura do que as opções atuais. Ele também destacou que a retatrutida pode ajudar a prevenir as complicações associadas à obesidade e ao diabetes, como doenças cardiovasculares, renais e hepáticas.

    No entanto, ele também apontou os desafios de acesso e adesão ao tratamento com a retatrutida no Brasil. Ele explicou que o medicamento ainda não está disponível no mercado e que deve passar por mais estudos de fase 3 antes de ser aprovado pelas agências regulatórias. Ele também disse que o custo do medicamento pode ser um obstáculo para muitos pacientes, pois ele deve ser aplicado diariamente por injeção subcutânea. Além disso, ele ressaltou que o tratamento com a retatrutida deve ser acompanhado de mudanças no estilo de vida, como alimentação saudável e atividade física regular.

    A retatrutida é um medicamento promissor que pode mudar a vida de muitas pessoas que sofrem com obesidade e diabetes. No entanto, ainda há um longo caminho até que ele esteja disponível para uso clínico e acessível para todos. Enquanto isso, é importante seguir as orientações médicas e adotar hábitos saudáveis para prevenir e controlar essas doenças.

    Por isso, a busca por novas formas de prevenir e tratar essas condições é constante na área médica.

    Uma das novidades mais recentes nesse campo é a retatrutida, um medicamento injetável que atua em três hormônios diferentes para controlar o apetite, o gasto energético e o metabolismo da glicose. A retatrutida é uma combinação de três peptídeos sintéticos que imitam os efeitos da grelina, do peptídeo YY e do glucagon no organismo.

    A grelina é um hormônio que estimula a fome e reduz a saciedade. O peptídeo YY é um hormônio que aumenta a saciedade e diminui a fome. O glucagon é um hormônio que eleva os níveis de glicose no sangue e acelera o metabolismo. Ao combinar esses três hormônios em uma única molécula, a retatrutida consegue equilibrar os sinais de fome e saciedade, aumentar o gasto calórico e melhorar o controle glicêmico.

    Os resultados dos estudos de fase 2 da retatrutida foram publicados na revista científica The Lancet e mostraram uma eficácia impressionante do medicamento na redução do peso corporal e na melhora da esteatose hepática (gordura no fígado) em pessoas com obesidade e diabetes tipo 2. Os participantes que usaram a retatrutida por um ano perderam em média 24,2% do seu peso inicial, enquanto os que usaram placebo perderam apenas 1%. Além disso, os que usaram a retatrutida tiveram uma redução significativa da gordura no fígado, um fator de risco para cirrose e câncer hepático.

    O endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e membro da Sociedade Brasileira de Diabetes, comentou os resultados da retatrutida em uma entrevista ao site Época Negócios. Ele afirmou que o medicamento é uma “revolução” no tratamento da obesidade e do diabetes, pois oferece uma alternativa mais eficaz e segura do que as opções atuais. Ele também destacou que a retatrutida pode ajudar a prevenir as complicações associadas à obesidade e ao diabetes, como doenças cardiovasculares, renais e hepáticas.

    No entanto, ele também apontou os desafios de acesso e adesão ao tratamento com a retatrutida no Brasil. Ele explicou que o medicamento ainda não está disponível no mercado e que deve passar por mais estudos de fase 3 antes de ser aprovado pelas agências regulatórias. Ele também disse que o custo do medicamento pode ser um obstáculo para muitos pacientes, pois ele deve ser aplicado diariamente por injeção subcutânea. Além disso, ele ressaltou que o tratamento com a retatrutida deve ser acompanhado de mudanças no estilo de vida, como alimentação saudável e atividade física regular.

    A retatrutida é um medicamento promissor que pode mudar a vida de muitas pessoas que sofrem com obesidade e diabetes. No entanto, ainda há um longo caminho até que ele esteja disponível para uso clínico e acessível para todos. Enquanto isso, é importante seguir as orientações médicas e adotar hábitos saudáveis para prevenir e controlar essas doenças.

  • Como o estresse crônico muda o cérebro e aumenta a vontade de comer doces

    Como o estresse crônico muda o cérebro e aumenta a vontade de comer doces

    Um estudo recente de cientistas australianos revelou que o estresse combinado com alimentos calóricos e doces altera o cérebro e aumenta o apetite e a preferência por alimentos palatáveis e ricos em açúcar.

    O estudo, publicado na revista Neuron, mostrou que o estresse interfere na resposta natural do cérebro à saciedade, que é a sensação de estar satisfeito após uma refeição. O estresse faz com que uma parte do cérebro chamada habenula lateral, que normalmente inibe os sinais de recompensa associados à alimentação, fique silenciosa. Isso permite que o cérebro seja continuamente recompensado ao comer, mesmo sem necessidade energética.

    Os pesquisadores usaram modelos de camundongos para investigar como diferentes áreas do cérebro reagiam ao estresse crônico sob várias dietas. Eles descobriram que os camundongos estressados que consumiam uma dieta rica em gordura ganhavam duas vezes mais peso do que os camundongos que consumiam a mesma dieta sem estresse. Além disso, os camundongos estressados mostravam uma preferência três vezes maior por água adoçada artificialmente do que os camundongos não estressados, indicando um desejo por alimentos doces e saborosos.

    Os pesquisadores identificaram que uma molécula chamada NPY, que o cérebro produz naturalmente em resposta ao estresse, estava envolvida nesse processo. Eles bloquearam a ação dessa molécula nas células cerebrais da habenula lateral dos camundongos estressados e observaram que eles consumiam menos alimentos calóricos e doces, resultando em menos ganho de peso.

    O professor Herbert Herzog, autor sênior do estudo e cientista visitante no Instituto Garvan de Pesquisa Médica, explicou que o estresse pode comprometer o metabolismo energético saudável e destacou a importância de uma dieta equilibrada em situações de tensão. “Este estudo enfatiza o quanto o estresse pode comprometer um metabolismo energético saudável”, disse ele. “É um lembrete para evitar um estilo de vida estressante e, crucialmente, se você está lidando com o estresse a longo prazo, tente comer uma dieta saudável e guarde a comida lixo.”

    Fonte: Link.

    O estudo, publicado na revista Neuron, mostrou que o estresse interfere na resposta natural do cérebro à saciedade, que é a sensação de estar satisfeito após uma refeição. O estresse faz com que uma parte do cérebro chamada habenula lateral, que normalmente inibe os sinais de recompensa associados à alimentação, fique silenciosa. Isso permite que o cérebro seja continuamente recompensado ao comer, mesmo sem necessidade energética.

    Os pesquisadores usaram modelos de camundongos para investigar como diferentes áreas do cérebro reagiam ao estresse crônico sob várias dietas. Eles descobriram que os camundongos estressados que consumiam uma dieta rica em gordura ganhavam duas vezes mais peso do que os camundongos que consumiam a mesma dieta sem estresse. Além disso, os camundongos estressados mostravam uma preferência três vezes maior por água adoçada artificialmente do que os camundongos não estressados, indicando um desejo por alimentos doces e saborosos.

    Os pesquisadores identificaram que uma molécula chamada NPY, que o cérebro produz naturalmente em resposta ao estresse, estava envolvida nesse processo. Eles bloquearam a ação dessa molécula nas células cerebrais da habenula lateral dos camundongos estressados e observaram que eles consumiam menos alimentos calóricos e doces, resultando em menos ganho de peso.

    O professor Herbert Herzog, autor sênior do estudo e cientista visitante no Instituto Garvan de Pesquisa Médica, explicou que o estresse pode comprometer o metabolismo energético saudável e destacou a importância de uma dieta equilibrada em situações de tensão. “Este estudo enfatiza o quanto o estresse pode comprometer um metabolismo energético saudável”, disse ele. “É um lembrete para evitar um estilo de vida estressante e, crucialmente, se você está lidando com o estresse a longo prazo, tente comer uma dieta saudável e guarde a comida lixo.”

    Fonte: Link.

  • Lipedema: uma doença que afeta milhões de mulheres e pode ser confundida com obesidade

    Lipedema: uma doença que afeta milhões de mulheres e pode ser confundida com obesidade

    Você já ouviu falar em lipedema? Essa é uma doença crônica e progressiva que se caracteriza pelo acúmulo anormal de gordura em regiões específicas do corpo, como pernas, braços, joelhos e coxas.

    Ela afeta quase que exclusivamente mulheres e está relacionada a fatores hormonais, genéticos, metabólicos e inflamatórios.

    O lipedema pode causar sintomas como dor, inchaço, sensação de peso, fragilidade capilar, hematomas e desproporção corporal. Além disso, pode comprometer a mobilidade, a qualidade de vida e a saúde mental das pacientes. Em casos mais avançados, pode haver associação com o linfedema, que é o acúmulo de líquido nos tecidos.

    Estima-se que uma em cada dez mulheres tenha a doença no mundo e, no Brasil, cerca de 5 milhões convivem com o lipedema sem saber. Isso porque muitas vezes a condição é confundida com obesidade ou celulite, atrasando o diagnóstico e o tratamento adequados.

    Uma das formas de diferenciar o lipedema da obesidade é observar se há uma distribuição desigual da gordura pelo corpo, ou seja, se há uma região mais volumosa do que as outras, mesmo com dieta e exercícios. Outra característica do lipedema é que a gordura acumulada é dolorosa ao toque e provoca hematomas com facilidade.

    O diagnóstico do lipedema é feito por um médico especialista, como um angiologista ou um cirurgião vascular, através da avaliação clínica e de exames complementares, como ultrassom, tomografia, cintilografia linfática, bioimpedância e ressonância magnética.

    O tratamento do lipedema tem como objetivos aliviar os sintomas, melhorar a circulação sanguínea e linfática, reduzir o volume da gordura e prevenir complicações. Para isso, podem ser indicadas medidas como:

    • Uso de meias ou roupas de compressão;

    • Drenagem linfática manual ou mecânica;

    • Fisioterapia;

    • Exercícios físicos aeróbicos e de fortalecimento muscular;

    • Alimentação equilibrada e anti-inflamatória;

    • Lipoaspiração ou lipoescultura nos casos mais graves.

    O lipedema é uma doença que requer acompanhamento médico regular e multidisciplinar, envolvendo cirurgiões vasculares, dermatologistas, fisioterapeutas e nutricionistas. Com o tratamento adequado, é possível controlar a evolução da doença e melhorar a qualidade de vida das pacientes.

    Ela afeta quase que exclusivamente mulheres e está relacionada a fatores hormonais, genéticos, metabólicos e inflamatórios.

    O lipedema pode causar sintomas como dor, inchaço, sensação de peso, fragilidade capilar, hematomas e desproporção corporal. Além disso, pode comprometer a mobilidade, a qualidade de vida e a saúde mental das pacientes. Em casos mais avançados, pode haver associação com o linfedema, que é o acúmulo de líquido nos tecidos.

    Estima-se que uma em cada dez mulheres tenha a doença no mundo e, no Brasil, cerca de 5 milhões convivem com o lipedema sem saber. Isso porque muitas vezes a condição é confundida com obesidade ou celulite, atrasando o diagnóstico e o tratamento adequados.

    Uma das formas de diferenciar o lipedema da obesidade é observar se há uma distribuição desigual da gordura pelo corpo, ou seja, se há uma região mais volumosa do que as outras, mesmo com dieta e exercícios. Outra característica do lipedema é que a gordura acumulada é dolorosa ao toque e provoca hematomas com facilidade.

    O diagnóstico do lipedema é feito por um médico especialista, como um angiologista ou um cirurgião vascular, através da avaliação clínica e de exames complementares, como ultrassom, tomografia, cintilografia linfática, bioimpedância e ressonância magnética.

    O tratamento do lipedema tem como objetivos aliviar os sintomas, melhorar a circulação sanguínea e linfática, reduzir o volume da gordura e prevenir complicações. Para isso, podem ser indicadas medidas como:

    • Uso de meias ou roupas de compressão;

    • Drenagem linfática manual ou mecânica;

    • Fisioterapia;

    • Exercícios físicos aeróbicos e de fortalecimento muscular;

    • Alimentação equilibrada e anti-inflamatória;

    • Lipoaspiração ou lipoescultura nos casos mais graves.

    O lipedema é uma doença que requer acompanhamento médico regular e multidisciplinar, envolvendo cirurgiões vasculares, dermatologistas, fisioterapeutas e nutricionistas. Com o tratamento adequado, é possível controlar a evolução da doença e melhorar a qualidade de vida das pacientes.

  • Ozempic: Os benefícios surpreendentes do remédio para diabetes que também faz perder peso

    Ozempic: Os benefícios surpreendentes do remédio para diabetes que também faz perder peso

    O Ozempic foi desenvolvido para melhorar a regulação da glicose em diabéticos, que sofrem de excesso de açúcar no sangue. Seus outros benefícios foram descobertos por acaso.

    Ozempic é o nome comercial de um medicamento que contém semaglutida, uma substância sintética que imita um hormônio natural chamado GLP-1. Esse hormônio ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue, a sensação de fome e saciedade, e o esvaziamento do estômago.

    O Ozempic é indicado para o tratamento de diabetes tipo 2, uma doença crônica que afeta a capacidade do organismo de usar a insulina, o hormônio que regula a entrada de glicose nas células. O medicamento é injetável e deve ser aplicado uma vez por semana, sob orientação médica.

    Além de melhorar o controle glicêmico, o Ozempic também tem demonstrado resultados expressivos na perda de peso. Um estudo publicado em 2021 no periódico científico The New England Journal of Medicine mostrou que pessoas com obesidade que usaram semaglutida por 68 semanas perderam, em média, 15% do seu peso corporal, enquanto as que usaram placebo perderam apenas 2,4%.

    A obesidade é um fator de risco para diversas doenças, como hipertensão, colesterol alto, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer. Por isso, a perda de peso pode trazer benefícios para a saúde e a qualidade de vida das pessoas.

    No entanto, o uso do Ozempic para o tratamento da obesidade ainda não está aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Brasil, embora já tenha sido autorizado nos Estados Unidos e na Europa. Por isso, o medicamento só deve ser usado com prescrição médica e acompanhamento especializado.

    O Ozempic pode causar alguns efeitos colaterais, como náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal e constipação. Esses sintomas tendem a diminuir com o tempo e podem ser minimizados com ajustes na dose e na alimentação.

    O medicamento também pode aumentar o risco de pancreatite (inflamação do pâncreas) e de câncer de tireoide em pessoas predispostas. Por isso, é importante fazer exames periódicos e relatar ao médico qualquer sinal ou sintoma anormal.

    O Ozempic é um medicamento promissor para o tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, mas não deve ser usado sem orientação médica ou como substituto de hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e atividade física regular.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Ozempic é o nome comercial de um medicamento que contém semaglutida, uma substância sintética que imita um hormônio natural chamado GLP-1. Esse hormônio ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue, a sensação de fome e saciedade, e o esvaziamento do estômago.

    O Ozempic é indicado para o tratamento de diabetes tipo 2, uma doença crônica que afeta a capacidade do organismo de usar a insulina, o hormônio que regula a entrada de glicose nas células. O medicamento é injetável e deve ser aplicado uma vez por semana, sob orientação médica.

    Além de melhorar o controle glicêmico, o Ozempic também tem demonstrado resultados expressivos na perda de peso. Um estudo publicado em 2021 no periódico científico The New England Journal of Medicine mostrou que pessoas com obesidade que usaram semaglutida por 68 semanas perderam, em média, 15% do seu peso corporal, enquanto as que usaram placebo perderam apenas 2,4%.

    A obesidade é um fator de risco para diversas doenças, como hipertensão, colesterol alto, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer. Por isso, a perda de peso pode trazer benefícios para a saúde e a qualidade de vida das pessoas.

    No entanto, o uso do Ozempic para o tratamento da obesidade ainda não está aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Brasil, embora já tenha sido autorizado nos Estados Unidos e na Europa. Por isso, o medicamento só deve ser usado com prescrição médica e acompanhamento especializado.

    O Ozempic pode causar alguns efeitos colaterais, como náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal e constipação. Esses sintomas tendem a diminuir com o tempo e podem ser minimizados com ajustes na dose e na alimentação.

    O medicamento também pode aumentar o risco de pancreatite (inflamação do pâncreas) e de câncer de tireoide em pessoas predispostas. Por isso, é importante fazer exames periódicos e relatar ao médico qualquer sinal ou sintoma anormal.

    O Ozempic é um medicamento promissor para o tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, mas não deve ser usado sem orientação médica ou como substituto de hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e atividade física regular.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Por que a obesidade é considerada uma doença e não apenas uma questão estética?

    Por que a obesidade é considerada uma doença e não apenas uma questão estética?

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade é considerada uma doença crônica não transmissível, que pode causar diversas complicações como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e câncer.

    Mas por que a obesidade é uma doença e não apenas uma questão estética? A resposta está nos mecanismos fisiológicos e metabólicos que são alterados pelo acúmulo de gordura. A gordura excessiva produz substâncias inflamatórias que afetam o funcionamento de vários órgãos e sistemas, como o cérebro, o fígado, o pâncreas e o coração. Além disso, a obesidade interfere na regulação do apetite, da saciedade, do gasto energético e do equilíbrio hormonal.

    Portanto, a obesidade é uma doença complexa e multifatorial, que envolve fatores genéticos, ambientais, comportamentais e psicológicos. O tratamento da obesidade requer uma abordagem multidisciplinar, que inclui mudanças no estilo de vida, alimentação saudável, atividade física regular, acompanhamento médico e psicológico e, em alguns casos, medicamentos ou cirurgia.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    Mas por que a obesidade é uma doença e não apenas uma questão estética? A resposta está nos mecanismos fisiológicos e metabólicos que são alterados pelo acúmulo de gordura. A gordura excessiva produz substâncias inflamatórias que afetam o funcionamento de vários órgãos e sistemas, como o cérebro, o fígado, o pâncreas e o coração. Além disso, a obesidade interfere na regulação do apetite, da saciedade, do gasto energético e do equilíbrio hormonal.

    Portanto, a obesidade é uma doença complexa e multifatorial, que envolve fatores genéticos, ambientais, comportamentais e psicológicos. O tratamento da obesidade requer uma abordagem multidisciplinar, que inclui mudanças no estilo de vida, alimentação saudável, atividade física regular, acompanhamento médico e psicológico e, em alguns casos, medicamentos ou cirurgia.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

  • Risco de obesidade pode passar de mães para filhas, diz estudo

    Risco de obesidade pode passar de mães para filhas, diz estudo

    Você sabia que as mulheres com obesidade podem compartilhar o risco da doença com suas filhas, mas não com seus filhos? É o que aponta um novo estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism da Endocrine Society.

    A obesidade é uma doença comum, grave e cara que afeta quase metade dos adultos e 20% das crianças nos Estados Unidos. Ela custa cerca de 173 bilhões de dólares em gastos com cuidados médicos. As pessoas com obesidade têm maior risco de desenvolver diabetes, pressão alta, problemas cardíacos e muitas outras condições.

    Os pesquisadores mediram a gordura corporal e o músculo em 240 crianças (com 9 anos ou menos) e seus pais na primeira infância. Eles usaram esses dados para determinar se o índice de massa corporal (IMC) – uma ferramenta de triagem para sobrepeso e obesidade – e a quantidade de gordura corporal e músculo na criança estava relacionada à dos pais.

    Eles descobriram que as meninas tinham IMC e massa gorda semelhantes aos das mães, sugerindo que as meninas nascidas de mães que têm obesidade ou têm alta massa gorda têm alto risco de também desenvolver obesidade ou sobrepeso. Os pesquisadores não encontraram a mesma associação entre os meninos e suas mães ou entre as meninas ou os meninos e seus pais.

    “Essas descobertas destacam que as meninas nascidas de mães que têm obesidade ou têm altas quantidades de gordura corporal podem ter maior risco de ganhar excesso de gordura corporal”, disse Rebecca J. Moon, B.M., Ph.D., M.R.C.P.C.H., do MRC Lifecourse Epidemiology Centre, University of Southampton em Southampton, Reino Unido. “Mais estudos são necessários para entender por que isso está acontecendo, mas nossos achados sugerem que abordagens para lidar com o peso corporal e a composição devem começar muito cedo na vida, especialmente em meninas nascidas de mães com obesidade e sobrepeso.”

    Fontes:

    [1] https://www.sciencedaily.com/releases/2023/03/230321112223.htm
    [2] https://www.endocrine.org/news-and-advocacy/news-room/2023/obesity-risk-may-pass-from-mothers-to-daughters
    [3] https://www.zee5.com/articles/obesity-risk-might-pass-from-mothers-to-daughters-study
    [4] https://www.lokmattimes.com/health/obesity-risk-might-pass-from-mothers-to-daughters-study

    A obesidade é uma doença comum, grave e cara que afeta quase metade dos adultos e 20% das crianças nos Estados Unidos. Ela custa cerca de 173 bilhões de dólares em gastos com cuidados médicos. As pessoas com obesidade têm maior risco de desenvolver diabetes, pressão alta, problemas cardíacos e muitas outras condições.

    Os pesquisadores mediram a gordura corporal e o músculo em 240 crianças (com 9 anos ou menos) e seus pais na primeira infância. Eles usaram esses dados para determinar se o índice de massa corporal (IMC) – uma ferramenta de triagem para sobrepeso e obesidade – e a quantidade de gordura corporal e músculo na criança estava relacionada à dos pais.

    Eles descobriram que as meninas tinham IMC e massa gorda semelhantes aos das mães, sugerindo que as meninas nascidas de mães que têm obesidade ou têm alta massa gorda têm alto risco de também desenvolver obesidade ou sobrepeso. Os pesquisadores não encontraram a mesma associação entre os meninos e suas mães ou entre as meninas ou os meninos e seus pais.

    “Essas descobertas destacam que as meninas nascidas de mães que têm obesidade ou têm altas quantidades de gordura corporal podem ter maior risco de ganhar excesso de gordura corporal”, disse Rebecca J. Moon, B.M., Ph.D., M.R.C.P.C.H., do MRC Lifecourse Epidemiology Centre, University of Southampton em Southampton, Reino Unido. “Mais estudos são necessários para entender por que isso está acontecendo, mas nossos achados sugerem que abordagens para lidar com o peso corporal e a composição devem começar muito cedo na vida, especialmente em meninas nascidas de mães com obesidade e sobrepeso.”

    Fontes:

    [1] https://www.sciencedaily.com/releases/2023/03/230321112223.htm
    [2] https://www.endocrine.org/news-and-advocacy/news-room/2023/obesity-risk-may-pass-from-mothers-to-daughters
    [3] https://www.zee5.com/articles/obesity-risk-might-pass-from-mothers-to-daughters-study
    [4] https://www.lokmattimes.com/health/obesity-risk-might-pass-from-mothers-to-daughters-study

  • EUA aprovam injeção contra obesidade; eficiência da droga foi comparada à cirurgia bariátrica


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