Tag: Pará

  • Sete pessoas da mesma família morrem por falta de oxigênio no interior do Pará

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  • Hélder Barbalho é alvo de operação da PF; Governador negociou respiradores sem licitação

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
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    O Tempo:
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  • Fórum promove debate no Pará sobre impacto dos agrotóxicos

    A II Semana de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos na região do Baixo Amazonas foi aberta, nessa segunda-feira (26), no auditório do Campus Tapajós da Universidade Federal Oeste do Pará (Ufopa), no município de Santarém.

    A programação vai até sexta-feira (30) com palestras e debates sobre temas voltados para a saúde humana e o aspecto ambiental, todos relacionados aos danos causados por esses produtos. Haverá atividades também nos municípios de Mojuí dos Campos e Alenquer.

    O evento é organizado pelo Fórum Regional de Combate aos Impactos Causados pelos Agrotóxicos, coordenado pelo Ministério Público do Pará.

    Segundo o MP, no primeiro dia da semana, foi promovida a capacitação de profissionais de saúde. Servidores da Vigilância Sanitária e agentes de saúde receberam orientações sobre como agir na prevenção e o que fazer em casos de intoxicação, que devem ser obrigatoriamente notificados.

  • Crianças e jovens são conscientizados sobre o processo eleitoral no Pará

    Mais de 13 mil crianças e jovens paraenses participaram, ao longo deste ano, de palestras de conscientização voltadas ao processo eleitoral. A ação integra o Programa Eleitor do Futuro, coordenado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Pará.

    Ao todo, foram cerca de 70 ações realizadas em escolas de 25 municípios do estado. Em outubro e novembro, as atividades foram concentradas nos municípios do Baixo Amazonas e no Sul paraense.

    O coordenador substituto do projeto no Pará, Valdizio Rodrigues Netto, conta que a reação dos estudantes é sempre positiva.

    Em Alenquer, participaram os alunos das escolas Santo Antônio e Amadeu Bulamarque. O foco foi na conscientização cidadã; isso porque eles já têm 16 anos e estão aptos a votar.

    Em Monte Alegre, os estudantes da escola Prefeito Carim Melem e da Escola Técnica tiraram dúvidas sobre a segurança da urna e receberam instruções de como escolher o candidato de forma consciente e eticamente correta. Ao final, participaram de votação simulada e aprenderam a manusear, na prática, a urna eletrônica.

    Já no sul do estado, as últimas cidades que receberam o programa foram Xinguara e Rio Maria. Foram debatidos temas como a documentação necessária para a aquisição do primeiro título, recadastramento biométrico e segurança do processo eleitoral.

    O Programa Eleitor do Futuro foi proposto pelo Tribunal Superior Eleitoral junto com o UNICEF, o Fundo das Nações Unidas para a Infância, com o objetivo de promover a educação política das crianças e jovens, levando os cidadãos ao reconhecimento de seus direitos e deveres e da importância do exercício da cidadania.

  • Açaí contaminado pode ser causa de surto de Chagas no Pará

    O Instituto Evandro Chagas confirmou dois surtos de doença de Chagas em fase aguda, no município do Acará, no Pará.

    O primeiro deles foi encaminhado ao instituto em julho e o segundo foi descoberto agora, em agosto.

    Já foram confirmados 20 casos e pelo menos um óbito de paciente idoso. O Instituto Evandro Chagas acredita que nos dois surtos a doença foi transmitida para as famílias por via oral, pela ingestão de açaí contaminado com fezes do parasita causador da doença de Chagas.

    Ana Yecê das Neves, chefe do Setor de Atendimento Médico Unificado do Instituto Evandro Chagas, lembra a importância do diagnóstico precoce e tratamento imediato.

    A doença de Chagas é infecciosa, causada por um parasita, e tem várias formas de transmissão. A transmissão oral é atualmente considerada a mais comum.

    A Vigilância Sanitária recomenda cuidado no consumo de alimentos preparados em condições precárias. Os principais sintomas da doença de Chagas são inchaço e febre prolongada.

    Também são comuns dores no corpo, na cabeça, falta de ar, inchaço ao redor dos olhos ou irritação da pele.

    A doença é crônica, mas existe tratamento na rede pública e ele pode evitar a evolução para insuficiência cardíaca.

  • Piloto diz ter feito pouso forçado após dois homicídios em pleno voo

    A Polícia Civil do Pará e a Polícia Federal estão investigando as circunstâncias que forçaram o piloto de um avião executivo a fazer pouso forçado em um rio do sudoeste do Pará, em região de garimpos. Segundo os investigadores, o piloto da aeronave contou, em depoimento, que houve dois homicídios em pleno ar, durante o voo.

    O caso aconteceu na última quarta-feira (27), mas só chegou ao conhecimento das autoridades na sexta-feira (29), quando pescadores perguntaram a policiais militares de uma unidade da região se o piloto tinha procurado ajuda. Os policiais passaram a buscar informações sobre o suposto acidente e sobre o paradeiro do piloto, que estava hospedado em um hotel próximo.

    Sérgio Vanderlei Becker foi identificado quando chegava ao distrito de Moraes de Almeida, em um mototáxi. Conduzido à seccional de Polícia Civil de Itaituba, o piloto confirmou ter pousado no Rio Jamanxim e abandonado a aeronave em seguida. Ele contou que, durante a viagem entre Guarantã do Norte (MT) e Apuí (AM), os dois passageiros a bordo se desentenderam e um deles, identificado como Polaquinho, atirou no outro, conhecido como Turco, que morreu na hora.

    Ainda segundo o piloto, Polaquinho teria aberto a porta lateral da aeronave para arremessar o corpo de Turco para fora do avião, em pleno voo. Becker afirma que, neste momento, apanhou a arma que estava sobre o assento e decidiu matar Polaquinho. O piloto justificou sua decisão alegando temer ser morto por ter testemunhado o primeiro homicídio.

    Becker contou ter acertado dois tiros em Polaquinho. Em seguida, teria se levantando para também jogar o corpo de sua vítima para fora da aeronave, mas perdeu o controle do avião, só recuperando-o a tempo de pousar no rio. Posteriormente, o piloto informou o ponto exato em que se encontrava a aeronave, prefixo PT IIU.

    Policiais militares já fizeram uma vistoria preliminar no avião. Embora tenham encontrado vestígios de sangue, nem os corpos das supostas vítimas, nem a arma usada no crime foram localizados. Quando foi detido, o piloto carregava munições ilegais. Mesmo assim, Becker foi liberado na sexta-feira a noite, após prestar depoimento. Por Agência Brasil

  • Sobe para oito número de mortos com suspeita de raiva humana no Pará

    O número de óbitos com suspeita de raiva humana no Pará chegou a 8. Nesse domingo, a Secretaria estadual de Saúde Pública confirmou a morte de uma criança de 8 anos que estava internada na Santa Casa em Belém com suspeita de ter contraído o vírus. Do total de mortos, 1 teve a doença confirmada pelo Instituto Evandro Chagas.

    Outros três pacientes permanecem internados no mesmo hospital e mais três estão recebendo cuidados médicos no município de Breves, na Ilha do Marajó. Todos continuam em estado grave.

    Os médicos fizeram coletas de sangue dos pacientes para encaminhar ao Instituto Evandro Chagas e Instituto Pasteur, em São Paulo, referência no diagnóstico da doença.

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    As equipes da Vigilância Epidemiológica e Vigilância em Saúde estão desde o dia 4 de maio no município de Melgaço, na Ilha do Marajó, para investigar os casos suspeitos.

    Os pacientes apresentaram sintomas parecidos, como febre, dores de cabeça e no abdômen, dificuldade para engolir, desorientação, sensibilidade a sons, convulsão, fraqueza muscular e aversão à água. Esses sintomas aparecem devido à proliferação do vírus no sistema nervoso, via corrente sanguínea. Com informações da Radioagência Nacional.

  • PF investiga grupo que fraudava fundos de Previdência de municípios do Pará

    A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (11) a Operação Colinas de Rocha, para concluir investigação envolvendo fraudes cometidas por um grupo empresarial criminoso em fundos de Previdência de servidores de municípios do estado do Pará.

    Segundo a PF, o grupo agia irregularmente no mercado financeiro, “captando recursos de institutos de Previdência de servidores municipais para aplicação no Sistema Financeiro Nacional”.

    O Fundo de Previdência de Oeiras do Pará foi um dos alvos do grupo criminoso. As investigações constataram desvios de mais de R$ 14 milhões. A quantia equivale a mais da metade dos recursos do instituto de previdência do município.

    Os policiais federais cumprem dez mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão em endereços nos estados do Pará, do Amapá, de Tocantins e de Santa Catarina. Por Agência Brasil

  • Rio contaminado por empresa norueguesa demorará séculos para se recuperar, diz cientista

    A mineradora norueguesa Hydro Norks, responsável pela maior parte do controle da refinaria Alunorte, no Pará, apresentou dois relatórios nesta segunda-feira em que nega que tenha havido contaminação das águas dos rios do entorno do município de Barcarena, no nordeste do Estado.

    A divulgação desse último laudo contraria, inclusive, um outro documento da própria empresa lançado em fevereiro deste ano em que admitia o uso de duto clandestino para lançar rejeitos no rio. A confissão foi feita após a divulgação de um estudo do Instituto Evandro Chagas que diz que houve contaminação ambiental em três comunidades de Barcarena.

    O pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas na Amazônia (INPA), Philip Fearnside, disse que o derramamento de substâncias tóxicas nos rios afeta profundamente a vida da população ribeirinha.
    “A população ribeirinha que usa a água do rio para sobreviver e a exposição a certas substâncias pode causar doenças graves. A empresa agora deveria ter que oferecer água pura para essa população espalhada”, apontou.

    Após o primeiro laudo do Instituto Evandro Chagas, o Ministério Público do Pará e o Ministério Público Federal iniciaram investigações e solicitaram novos estudos. O Ibama já aplicou uma multa de R$ 20 milhões à empresa por “realizar atividade potencialmente poluidora sem licença válida da autoridade ambiental competente” e por “operar tubulação de drenagem também sem licença”.

    Para Fearnside, a multa é um atitude positiva, mas ele questiona o valor aplicado.

    “É um empresa bilionária, então 20 milhões é um trocado para eles, mas é importante ter uma multa que chame a atenção da empresa. Porém não sei que tipo de regulamento existe em termos de valor de multa”, afirmou.

    Fearnside ressaltou o fato de que alguns desses danos são praticamente irreversíveis para o meio ambiente, que pode demorar séculos até que o ecossistema volte ao seu estado natural.

    “Algumas coisas não vão voltar mesmo. Foi encontrado urânio e esse tipo de substância dura séculos até ser eliminada. Agora eles vão ser depositados nos sedimentos e nos mananciais e isso diminui o impacto humano, mas eles ficam no ar, não é uma coisa que desaparece por completo”, disse.

    No comunicado divulgado na segunda-feira, a empresa disse que está realizando investimentos no valor de R$ 300 milhões na região de Alunorte que serão destinados ao sistema de tratamento de água da refinaria e para ações sociais nas comunidades.

    Fearnside defende que seja olhado com mais cuidado o histórico de acidentes ambientais das empresas que ganham licitações no Brasil.

    “O Brasil está no momento com uma enorme entrada de empresas chinesas, inclusive na parte de hidrelétricas. E a China é conhecida por ter uma péssima legislação ambiental. É necessário ter uma fiscalização sobre os históricos de todas as empresas, não só as estrangeiras. É só ver o que aconteceu com a Vale em Mariana (MG) para perceber que o problema não está no fato da empresa ser estrangeira”, completou.

    O Instituto Evandro Chagas emitiu nota, respondendo ao relatório da Hydro Norsk, que contestava o seus dados originais.

    “Os relatórios técnicos (RT’s) divulgados pelo IEC buscam sintetizar os resultados encontrados na análise das amostras. No entanto, esses documentos não contêm à exaustão todas as informações que se encontram nos Relatórios de Análises (RA’s) gerados para cada amostra. Nos RT’s são apresentados apenas dados essenciais para garantir a qualidade dos resultados”, escreveram. Por Sputnik Brasil

  • Lideranças denunciam aumento de doenças após vazamento de produtos tóxicos em Barcarena

    Lideranças de comunidades do polo industrial de Barcarena foram ouvidas nesta segunda-feira na Comissão Parlamentar de Inquérito da Assembleia Legislativa do Pará.

    A primeira liderança comunitária a prestar depoimento foi José Roberto Cravo, representante da Comunidade Quilombola Sítio Conceição. Em seguida, os deputados ouviram Maria de Fátima Dias dos Anjos, representante da Comunidade do Curuperé. Outras duas testemunhas que haviam sido convidadas não compareceram.

    Nos depoimentos, as lideranças relataram que, nos últimos anos, as atividades de exploração do pólo industrial geraram mudanças na coloração dos rios, mortandade de peixes e da vegetação, além de aumento de doenças nos moradores da região. Entre elas, câncer, doenças de pele, cegueira e até problemas de saúde mental. Uma criança e um adolescente teriam morrido em consequência do vazamento de produtos tóxicos.

    O relator da CPI que investiga a contaminação no polo industrial de Barcarena, Celso Sabino, considera as denúncias graves e afirma que a comissão quer ações mais diretas da prefeitura da cidade, especialmente na área próxima à empresa Hydro Alunorte. Sabino e outros parlamentares estiveram na região há uma semana.

    A empresa Hydro Alunorte afirma que ainda não tomou conhecimento da recomendação da CPI para a prefeitura de Barcarena. De acordo com a companhia, estudos realizados pela força-tarefa interna e por uma consultoria ambiental atestam que não houve transbordo das áreas dos depósitos de resíduos de bauxita.

    Também, segundo a Alunorte, não há indicação ou evidência de contaminação nas comunidades próximas da refinaria após as chuvas de fevereiro. Procurada, a Secretaria de Saúde de Barcarena disse que desconhece óbitos relacionados ao fato. Até o fechamento dessa edição não conseguimos contato com a prefeitura de Barcarena. Por Radioagencia Nacional