Tag: planos de saúde

  • A Batalha pelo Reembolso: Desafios Enfrentados pelos Beneficiários de Planos de Saúde no Brasil

    A Batalha pelo Reembolso: Desafios Enfrentados pelos Beneficiários de Planos de Saúde no Brasil

    Nos últimos anos, os beneficiários de planos de saúde no Brasil têm enfrentado uma série de desafios.

    Um dos problemas mais comuns é a dificuldade em obter o reembolso de despesas médicas. Este artigo explora essa questão em detalhes.

    Aumento das reclamações

    Houve um aumento significativo nas reclamações de pessoas que possuem planos de saúde. Muitas dessas reclamações estão relacionadas a recusas injustificadas de pedidos de reembolso de despesas médicas particulares.

    O que é reembolso?

    De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o reembolso ocorre quando a operadora de saúde devolve o dinheiro gasto em cuidados médicos, como consultas e exames, que foram feitos pelo beneficiário com um profissional de saúde.

    Liberdade de escolha do profissional

    Alguns contratos permitem que o beneficiário escolha livremente seu profissional de saúde, com reembolso parcial. Isso significa que, mesmo se o médico não estiver na lista da operadora, o beneficiário ainda pode ser reembolsado.

    Valor do reembolso

    O valor devolvido não pode ser menor do que aquele que a operadora pagaria ao médico da sua lista. Se o consumidor não conseguir acessar facilmente essas informações, ele tem o direito de contestar o valor devolvido.

    Reembolso em casos de urgência ou emergência

    Mesmo que o contrato não mencione reembolso, em casos de urgência ou emergência dentro da área coberta pelo plano e onde não seja possível usar os serviços da operadora, o consumidor tem direito ao reembolso.

    Exigência do CNES

    Recentemente, a Bradesco Saúde começou a exigir o CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde) dos prestadores de serviço como requisito para o reembolso. No entanto, os contratos de planos de saúde não preveem essa exigência.

    Atualização das regras da ANS

    Em resposta a essa nova exigência, a ANS esclareceu que as operadoras não podem exigir que os prestadores de serviço estejam cadastrados no CNES para fins de reembolso. A responsabilidade de verificar o registro do prestador é da operadora, não do beneficiário.

    Prejuízo aos pacientes

    Infelizmente, essas práticas prejudicam principalmente os pacientes, que podem ter seus tratamentos interrompidos. A posição da agência reguladora reforça que algumas operadoras criam obstáculos injustos para evitar o pagamento devido, sem sofrer nenhum tipo de punição da autarquia.

    Esperamos que este artigo tenha ajudado a esclarecer a questão do reembolso de despesas médicas nos planos de saúde no Brasil. Se você tiver mais perguntas, fique à vontade para perguntar.


    Um dos problemas mais comuns é a dificuldade em obter o reembolso de despesas médicas. Este artigo explora essa questão em detalhes.

    Aumento das reclamações

    Houve um aumento significativo nas reclamações de pessoas que possuem planos de saúde. Muitas dessas reclamações estão relacionadas a recusas injustificadas de pedidos de reembolso de despesas médicas particulares.

    O que é reembolso?

    De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o reembolso ocorre quando a operadora de saúde devolve o dinheiro gasto em cuidados médicos, como consultas e exames, que foram feitos pelo beneficiário com um profissional de saúde.

    Liberdade de escolha do profissional

    Alguns contratos permitem que o beneficiário escolha livremente seu profissional de saúde, com reembolso parcial. Isso significa que, mesmo se o médico não estiver na lista da operadora, o beneficiário ainda pode ser reembolsado.

    Valor do reembolso

    O valor devolvido não pode ser menor do que aquele que a operadora pagaria ao médico da sua lista. Se o consumidor não conseguir acessar facilmente essas informações, ele tem o direito de contestar o valor devolvido.

    Reembolso em casos de urgência ou emergência

    Mesmo que o contrato não mencione reembolso, em casos de urgência ou emergência dentro da área coberta pelo plano e onde não seja possível usar os serviços da operadora, o consumidor tem direito ao reembolso.

    Exigência do CNES

    Recentemente, a Bradesco Saúde começou a exigir o CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde) dos prestadores de serviço como requisito para o reembolso. No entanto, os contratos de planos de saúde não preveem essa exigência.

    Atualização das regras da ANS

    Em resposta a essa nova exigência, a ANS esclareceu que as operadoras não podem exigir que os prestadores de serviço estejam cadastrados no CNES para fins de reembolso. A responsabilidade de verificar o registro do prestador é da operadora, não do beneficiário.

    Prejuízo aos pacientes

    Infelizmente, essas práticas prejudicam principalmente os pacientes, que podem ter seus tratamentos interrompidos. A posição da agência reguladora reforça que algumas operadoras criam obstáculos injustos para evitar o pagamento devido, sem sofrer nenhum tipo de punição da autarquia.

    Esperamos que este artigo tenha ajudado a esclarecer a questão do reembolso de despesas médicas nos planos de saúde no Brasil. Se você tiver mais perguntas, fique à vontade para perguntar.


  • ANS proíbe venda de 31 planos de saúde por reclamações de clientes

    ANS proíbe venda de 31 planos de saúde por reclamações de clientes

    A partir da próxima sexta-feira (23), 31 planos de saúde de nove operadoras estarão impedidos de comercializar novos contratos. A medida foi tomada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que fiscaliza o setor e protege os consumidores.

    A suspensão temporária foi motivada por reclamações relacionadas à cobertura assistencial, como negativas de atendimento e demora na liberação de procedimentos. As queixas foram registradas no primeiro trimestre de 2023, totalizando 43.660 casos.

    Os planos suspensos atendem atualmente a 407.637 beneficiários, que não serão afetados pela medida e continuarão a receber assistência normalmente. No entanto, as operadoras terão que resolver os problemas assistenciais para que possam receber novos clientes.

    Segundo o diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Alexandre Fioranelli, a suspensão é uma forma de induzir a melhoria do serviço. “Esses planos só poderão voltar a ser comercializados para novos clientes se as operadoras apresentarem melhora no resultado no monitoramento”, afirmou.

    A lista completa dos planos suspensos pode ser consultada no site da ANS. Nela, constam os nomes das operadoras, os números dos planos, os tipos de contratação e a abrangência geográfica.

    Por outro lado, a ANS também liberou a venda de 15 planos de sete operadoras que estavam suspensos anteriormente e melhoraram seus indicadores de qualidade. Esses planos poderão voltar a ser ofertados a partir de sexta-feira (23).

    A ANS orienta os consumidores que tenham dúvidas ou problemas com seus planos de saúde a entrar em contato com a agência pelos canais de atendimento: Disque ANS (0800 701 9656), Central de Atendimento ao Consumidor ou Fale Conosco.

    A suspensão temporária foi motivada por reclamações relacionadas à cobertura assistencial, como negativas de atendimento e demora na liberação de procedimentos. As queixas foram registradas no primeiro trimestre de 2023, totalizando 43.660 casos.

    Os planos suspensos atendem atualmente a 407.637 beneficiários, que não serão afetados pela medida e continuarão a receber assistência normalmente. No entanto, as operadoras terão que resolver os problemas assistenciais para que possam receber novos clientes.

    Segundo o diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Alexandre Fioranelli, a suspensão é uma forma de induzir a melhoria do serviço. “Esses planos só poderão voltar a ser comercializados para novos clientes se as operadoras apresentarem melhora no resultado no monitoramento”, afirmou.

    A lista completa dos planos suspensos pode ser consultada no site da ANS. Nela, constam os nomes das operadoras, os números dos planos, os tipos de contratação e a abrangência geográfica.

    Por outro lado, a ANS também liberou a venda de 15 planos de sete operadoras que estavam suspensos anteriormente e melhoraram seus indicadores de qualidade. Esses planos poderão voltar a ser ofertados a partir de sexta-feira (23).

    A ANS orienta os consumidores que tenham dúvidas ou problemas com seus planos de saúde a entrar em contato com a agência pelos canais de atendimento: Disque ANS (0800 701 9656), Central de Atendimento ao Consumidor ou Fale Conosco.

  • Planos de saúde coletivos anunciam reajuste de 16%, o dobro da inflação


    Usuários de planos de saúde coletivos tiveram reajuste anual em torno de 16%. Além de ser o dobro da inflação do período (o acumulado em 12 meses é de 8,06%, segundo o IBGE), a cobrança deste ano ocorre em um momento em que se espera um reajuste dos planos individuais próximo a zero, ou até negativo, devido a queda nos custos do setor em 2020.

    Conteúdo em áudio produzido sob encomenda e para uso exclusivo do contratante

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    O conteúdo produzido pela W Rádio Brasil é protegido pela Lei nº 9.610 (Lei de Direitos Autorais). Para ter acesso, utilizar, reproduzir ou modificar, assine um dos nossos planos.

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    Veja também:

    Ouça a nova edição do Boletim Brasil:

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  • Planos de saúde são obrigados a cobrir testes de Covid-19

    Segundo determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que entrou em vigor em 1° de abril, os planos de saúde de todo o país estão obrigados a autorizar imediatamente a realização dos exames por RT-PCR e de IgG ou anticorpos totais nos seguintes casos:

    Pessoas com Síndrome gripal (SG) que apresentem quadro respiratório agudo, caracterizado por febre (mesmo que referida), calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos.

    Pessoas com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) que apresentem dispneia/desconforto respiratório ou pressão persistente no tórax ou saturação de O2 menor que 95% em ar ambiente ou coloração azulada dos lábios ou rosto.

    Em nota, a ANS dá mais detalhes sobre outros seis exames que auxiliam no diagnóstico e tratamento do novo Coronavírus e que também estão incluídos no rol de procedimentos cobertos.


    Ouça a W:

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    O conteúdo produzido pela W Rádio Brasil é protegido pela Lei nº 9.610 (Lei de Direitos Autorais). Para ter acesso, utilizar, reproduzir ou modificar, assine um dos nossos planos. Saiba mais aqui.

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    Veja também:


    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • Senadores cobram instalação da CPI dos Planos de Saúde

    Os constantes reajustes dos planos de saúde têm sido motivo de protestos de vários consumidores. O tema também tem motivado a preocupação de muitos senadores. Depois de conseguir 27 assinaturas, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) apresentou o requerimento para a criação da CPI dos Planos de Saúde.

    O requerimento de criação foi lido em Plenário no dia 11 de julho, mas a comissão ainda não foi instalada. Na última quarta-feira (4), Lídice cobrou dos líderes a indicação dos membros para a CPI. Ela chegou a pedir ao presidente do Senado, Eunício Oliveira, que faça a indicação de ofício, se os líderes não o fizerem. A ideia da senadora é que a CPI seja instalada já no início de outubro, logo após o primeiro turno das eleições.

    Na mesma linha, o senador Hélio José (Pros-DF) também defendeu o início dos trabalhos da CPI e pediu que os líderes indiquem os membros da comissão. Para o senador, o trabalho da CPI vai ser importante para buscar mais transparência por parte das operadoras dos planos de saúde.

    Aumentos

    De acordo com Lídice da Mata, a população tem demonstrado muita preocupação com os aumentos de preço das operadoras de planos de saúde. Ela disse que, principalmente agora durante o período eleitoral, muitos eleitores a têm procurado para reclamar da situação. Segundo a senadora, as pessoas questionam “como é possível continuar essa política de preços, quem é que pode fiscalizar e quem é que regula os preços dos plano no Brasil”. A senadora considera essa a maior importância dessa CPI .

    • Vamos investigar esse mistério dos planos de saúde no Brasil, com muita gente enriquecendo e pouca gente tendo acesso à saúde de qualidade – disse Lídice.

    Conforme relatou a senadora, os usuários dos seguros têm sido surpreendidos por reajustes acima dos índices de inflação. Em 2016, a inflação medida pelo IPCA foi de 6,28%. Entretanto, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou um aumento de 13,57%. Já em 2017, para uma inflação de 2,9% pelo IPCA, a ANS autorizou um aumento de 13,55%

    Lídice também tem criticado a atuação da agência, que estaria beneficiando mais os interesses das operadoras do que os direitos dos consumidores. Segundo a senadora, o consumidor acaba obrigado a recorrer à Justiça para ter o seu direito garantido.

    CPI

    A CPI será composta por 11 membros titulares e 6 suplentes e funcionará pelo prazo de 180 dias prorrogáveis. Suas despesas serão limitadas ao valor de R$100 mil. O objetivo da comissão é investigar os reajustes de preços dos planos de saúde autorizados pela ANS. Por Agência Senado.