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  • Ozonioterapia: Lula sanciona lei que autoriza o tratamento no Brasil

    Ozonioterapia: Lula sanciona lei que autoriza o tratamento no Brasil

    O Conselho Federal de Medicina (CFM), a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), o Ministério da Saúde e outras entidades médicas afirmam que não há evidências científicas suficientes que sustentem a eficácia e a segurança da ozonioterapia.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que autoriza a terapia com ozônio em todo o território nacional. O texto foi publicado na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (7).

    A ozonioterapia consiste na aplicação de uma mistura de oxigênio e ozônio por diversas vias de administração, com finalidade terapêutica. A técnica é usada para tratar diversas doenças, como infecções, inflamações, feridas, dores crônicas e câncer.

    A lei determina que a ozonioterapia seja realizada por profissional de saúde com nível superior e inscrito no conselho de fiscalização, e que seja aplicada por equipamento de produção de ozônio medicinal regularizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O paciente também deve ser informado do caráter complementar do tratamento.

    A ozonioterapia foi alvo de polêmicas durante a pandemia de Covid-19. Isso porque a técnica chegou a ser recomendada pelo prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni (MDB), mesmo sem ter eficácia comprovada contra o coronavírus. O político chegou a sugerir a aplicação de ozônio pelo ânus como forma de prevenir a doença.

    A Academia Nacional de Medicina (ANM) pediu veto ao projeto, afirmando que não tinha conhecimento de trabalhos científicos que comprovassem a eficácia da terapia com ozônio em nenhuma circunstância. O órgão alertou ainda que a prática poderia trazer riscos à saúde, como embolia gasosa, hemólise e lesões teciduais.

    A lei entra em vigor na data da sua publicação.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que autoriza a terapia com ozônio em todo o território nacional. O texto foi publicado na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (7).

    A ozonioterapia consiste na aplicação de uma mistura de oxigênio e ozônio por diversas vias de administração, com finalidade terapêutica. A técnica é usada para tratar diversas doenças, como infecções, inflamações, feridas, dores crônicas e câncer.

    A lei determina que a ozonioterapia seja realizada por profissional de saúde com nível superior e inscrito no conselho de fiscalização, e que seja aplicada por equipamento de produção de ozônio medicinal regularizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O paciente também deve ser informado do caráter complementar do tratamento.

    A ozonioterapia foi alvo de polêmicas durante a pandemia de Covid-19. Isso porque a técnica chegou a ser recomendada pelo prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni (MDB), mesmo sem ter eficácia comprovada contra o coronavírus. O político chegou a sugerir a aplicação de ozônio pelo ânus como forma de prevenir a doença.

    A Academia Nacional de Medicina (ANM) pediu veto ao projeto, afirmando que não tinha conhecimento de trabalhos científicos que comprovassem a eficácia da terapia com ozônio em nenhuma circunstância. O órgão alertou ainda que a prática poderia trazer riscos à saúde, como embolia gasosa, hemólise e lesões teciduais.

    A lei entra em vigor na data da sua publicação.

  • De unhas a cílios: conheça as empresas que usam robôs para fazer procedimentos cosméticos

    De unhas a cílios: conheça as empresas que usam robôs para fazer procedimentos cosméticos

    A inteligência artificial (AI) está revolucionando a indústria de beleza e cosméticos, oferecendo novas formas de melhorar a aparência e o bem-estar das pessoas.

    Uma dessas empresas é a Clockwork, fundada em 2021 por duas engenheiras do MIT, Apte e Patel. A Clockwork usa robôs para fazer serviços de unhas, como esmaltação, remoção de cutículas e alongamento. Os clientes podem escolher entre centenas de cores e designs, e os robôs aplicam o esmalte com precisão e rapidez. A Clockwork afirma que seus robôs são mais higiênicos, econômicos e consistentes do que os técnicos de unhas humanos.

    Outra empresa de AI que está entrando na indústria de beleza é a Nimble Beauty, que vende dispositivos domésticos que produzem uma manicure de quatro camadas em cerca de uma hora. Os dispositivos usam câmeras, sensores e algoritmos para escanear as unhas dos clientes e aplicar o esmalte de forma personalizada. A Nimble Beauty diz que seus dispositivos são fáceis de usar, seguros e duráveis.

    Uma terceira empresa de AI que está inovando na indústria de cosméticos é a LUUM, que fornece braços robóticos que realizam a difícil tarefa de fazer extensões de cílios. Os braços robóticos usam pinças, cola e fios sintéticos para colar os cílios falsos nos naturais, criando um olhar mais volumoso e dramático. A LUUM diz que seus braços robóticos são mais rápidos, precisos e delicados do que os humanos.

    Essas empresas de AI mostram como a tecnologia pode transformar a indústria de beleza e cosméticos, trazendo mais conveniência, qualidade e variedade para os consumidores. No entanto, algumas pessoas podem se perguntar se os robôs logo substituirão os humanos nesse setor. Apte, co-fundadora e CEO da Clockwork, afirma que eles não o farão. Ela compara seu serviço a uma máquina de venda automática, que não pode oferecer a mesma experiência completa e elaborada que um técnico de unhas humano pode. Ela diz que os robôs são apenas uma opção alternativa para os clientes que querem um serviço rápido e simples.

    Portanto, parece que a AI na indústria de beleza e cosméticos não é uma ameaça, mas uma oportunidade para os humanos se adaptarem e se diferenciarem. Os humanos ainda podem oferecer algo que os robôs não podem: criatividade, emoção e interação. A AI pode ser uma ferramenta poderosa para melhorar a aparência das pessoas, mas não pode substituir o toque humano.

    Uma dessas empresas é a Clockwork, fundada em 2021 por duas engenheiras do MIT, Apte e Patel. A Clockwork usa robôs para fazer serviços de unhas, como esmaltação, remoção de cutículas e alongamento. Os clientes podem escolher entre centenas de cores e designs, e os robôs aplicam o esmalte com precisão e rapidez. A Clockwork afirma que seus robôs são mais higiênicos, econômicos e consistentes do que os técnicos de unhas humanos.

    Outra empresa de AI que está entrando na indústria de beleza é a Nimble Beauty, que vende dispositivos domésticos que produzem uma manicure de quatro camadas em cerca de uma hora. Os dispositivos usam câmeras, sensores e algoritmos para escanear as unhas dos clientes e aplicar o esmalte de forma personalizada. A Nimble Beauty diz que seus dispositivos são fáceis de usar, seguros e duráveis.

    Uma terceira empresa de AI que está inovando na indústria de cosméticos é a LUUM, que fornece braços robóticos que realizam a difícil tarefa de fazer extensões de cílios. Os braços robóticos usam pinças, cola e fios sintéticos para colar os cílios falsos nos naturais, criando um olhar mais volumoso e dramático. A LUUM diz que seus braços robóticos são mais rápidos, precisos e delicados do que os humanos.

    Essas empresas de AI mostram como a tecnologia pode transformar a indústria de beleza e cosméticos, trazendo mais conveniência, qualidade e variedade para os consumidores. No entanto, algumas pessoas podem se perguntar se os robôs logo substituirão os humanos nesse setor. Apte, co-fundadora e CEO da Clockwork, afirma que eles não o farão. Ela compara seu serviço a uma máquina de venda automática, que não pode oferecer a mesma experiência completa e elaborada que um técnico de unhas humano pode. Ela diz que os robôs são apenas uma opção alternativa para os clientes que querem um serviço rápido e simples.

    Portanto, parece que a AI na indústria de beleza e cosméticos não é uma ameaça, mas uma oportunidade para os humanos se adaptarem e se diferenciarem. Os humanos ainda podem oferecer algo que os robôs não podem: criatividade, emoção e interação. A AI pode ser uma ferramenta poderosa para melhorar a aparência das pessoas, mas não pode substituir o toque humano.

  • Panelas antiaderentes podem causar câncer? Saiba como escolher a melhor opção para a sua saúde

    Panelas antiaderentes podem causar câncer? Saiba como escolher a melhor opção para a sua saúde

    As panelas antiaderentes são muito práticas e populares na cozinha, pois permitem cozinhar os alimentos sem grudar e sem usar muito óleo.

    No entanto, muitas pessoas têm dúvidas sobre a segurança desses utensílios e se eles podem causar algum dano à saúde. Será que as panelas antiaderentes podem provocar câncer? A resposta é: depende.

    O que são as panelas antiaderentes?

    As panelas antiaderentes são aquelas que possuem um revestimento especial que impede que os alimentos grudem na superfície. Esse revestimento pode ser feito de diferentes materiais, como cerâmica, silicone, esmalte ou politetrafluoretileno (PTFE), mais conhecido pelo nome comercial Teflon.

    O Teflon é uma marca registrada da empresa DuPont, que criou esse material em 1938. Ele é composto por uma cadeia de átomos de carbono e flúor, que formam uma molécula muito estável e resistente ao calor. Por isso, ele é usado não só em panelas, mas também em roupas, carpetes, fios elétricos e até em implantes médicos.

    Quais são os riscos das panelas antiaderentes?

    Apesar de ser um material muito versátil, o Teflon também tem seus problemas. Um deles é que, para fabricá-lo, era usado um produto químico chamado ácido perfluoro-octanóico (PFOA), que pertence a um grupo de substâncias artificiais conhecidas como per-e polifluoroalquil (PFAS).

    As PFAS são usadas para conceder antiaderência, impermeabilidade e resistência a manchas a diversos produtos. No entanto, elas também são persistentes no ambiente e no organismo humano, podendo causar diversos efeitos adversos à saúde, como alterações hormonais, problemas reprodutivos, imunológicos e hepáticos.

    Um estudo da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, mostrou que uma das PFAS, o sulfonato de perfluorooctano (PFOS), está diretamente ligado ao tipo mais comum de câncer de fígado, o carcinoma hepatocelular não viral. O resultado indica que o uso do produto aumenta em 4,5 vezes o risco de desenvolver a doença.

    O PFOS era usado na fabricação do Teflon até 2013, quando a DuPont e outras empresas se comprometeram a eliminar o uso do PFOA e de outras PFAS na produção de seus produtos. Portanto, as panelas antiaderentes atuais não contêm essas substâncias e não apresentam risco de câncer.

    No entanto, isso não significa que elas sejam totalmente seguras. Se o revestimento de Teflon for danificado por arranhões ou altas temperaturas, ele pode liberar partículas e gases tóxicos que podem causar irritação nos olhos, nariz e garganta, além de febre e mal-estar. Essa condição é chamada de “gripe do polímero” ou “gripe do Teflon”.

    Além disso, existem outros tipos de panelas que podem oferecer riscos à saúde se forem usadas de forma inadequada ou se estiverem em mau estado. Por exemplo, as panelas de alumínio podem liberar esse metal na comida e causar problemas neurológicos, como Alzheimer. As panelas de cobre também podem soltar esse metal na comida e provocar intoxicação se não tiverem um revestimento adequado.

    Como escolher a melhor panela para a sua saúde?

    Diante desses fatos, você pode estar se perguntando qual é a melhor opção de panela para a sua saúde. A verdade é que não há uma resposta definitiva para essa questão, pois cada tipo de panela tem suas vantagens e desvantagens. O mais importante é saber como usar e conservar cada uma delas.

    Algumas dicas para escolher e cuidar das suas panelas são:

    • Prefira as panelas antiaderentes livres de PFOA e PFOS. Verifique na embalagem ou no site do fabricante se o produto tem essa informação.

    • Não use utensílios metálicos ou abrasivos nas panelas antiaderentes, pois eles podem arranhar o revestimento. Use apenas colheres de madeira, silicone ou nylon.

    • Não aqueça as panelas antiaderentes vazias ou em fogo alto, pois elas podem atingir temperaturas acima de 260°C e liberar gases tóxicos. Use sempre fogo baixo ou médio e coloque um pouco de óleo ou água antes de colocar os alimentos.

    • Descarte as panelas antiaderentes que estiverem com o revestimento danificado, rachado ou descascado. Elas podem soltar partículas na comida e causar intoxicação.

    • Evite as panelas de alumínio, pois elas podem liberar esse metal na comida, especialmente se forem usadas para cozinhar alimentos ácidos, como tomate, limão ou vinagre. Se for usar, prefira as que têm um revestimento interno de outro material, como cerâmica ou esmalte.

    • Cuidado com as panelas de cobre, pois elas também podem soltar esse metal na comida e causar intoxicação. Se for usar, prefira as que têm um revestimento interno de outro material, como aço inoxidável ou estanho.

    • As panelas de ferro são boas opções para cozinhar carnes e vegetais, pois elas mantêm o calor por mais tempo e podem até contribuir para a ingestão desse mineral. No entanto, elas também podem liberar ferro na comida e causar problemas para quem tem excesso desse metal no organismo. Além disso, elas exigem uma manutenção cuidadosa para evitar a ferrugem.

    • As panelas de aço inoxidável são resistentes, duráveis e não liberam metais na comida. No entanto, elas não são muito boas para distribuir o calor e podem queimar os alimentos com facilidade. Por isso, é melhor usar as que têm um fundo triplo ou térmico, que contém uma camada de alumínio ou cobre entre duas camadas de aço.

    • As panelas de cerâmica são bonitas, versáteis e não liberam substâncias tóxicas na comida. No entanto, elas podem ser frágeis e quebrar com facilidade. Além disso, é preciso verificar se elas não contêm chumbo ou cádmio na sua composição, pois esses metais podem ser prejudiciais à saúde.

    Como você pode ver, não existe uma panela perfeita para a sua saúde. O que existe é uma panela adequada para cada tipo de alimento e de preparo. O mais importante é saber como usar e conservar cada uma delas e ficar atento aos sinais de desgaste ou dano. Assim, você pode cozinhar com segurança e sabor.

    No entanto, muitas pessoas têm dúvidas sobre a segurança desses utensílios e se eles podem causar algum dano à saúde. Será que as panelas antiaderentes podem provocar câncer? A resposta é: depende.

    O que são as panelas antiaderentes?

    As panelas antiaderentes são aquelas que possuem um revestimento especial que impede que os alimentos grudem na superfície. Esse revestimento pode ser feito de diferentes materiais, como cerâmica, silicone, esmalte ou politetrafluoretileno (PTFE), mais conhecido pelo nome comercial Teflon.

    O Teflon é uma marca registrada da empresa DuPont, que criou esse material em 1938. Ele é composto por uma cadeia de átomos de carbono e flúor, que formam uma molécula muito estável e resistente ao calor. Por isso, ele é usado não só em panelas, mas também em roupas, carpetes, fios elétricos e até em implantes médicos.

    Quais são os riscos das panelas antiaderentes?

    Apesar de ser um material muito versátil, o Teflon também tem seus problemas. Um deles é que, para fabricá-lo, era usado um produto químico chamado ácido perfluoro-octanóico (PFOA), que pertence a um grupo de substâncias artificiais conhecidas como per-e polifluoroalquil (PFAS).

    As PFAS são usadas para conceder antiaderência, impermeabilidade e resistência a manchas a diversos produtos. No entanto, elas também são persistentes no ambiente e no organismo humano, podendo causar diversos efeitos adversos à saúde, como alterações hormonais, problemas reprodutivos, imunológicos e hepáticos.

    Um estudo da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, mostrou que uma das PFAS, o sulfonato de perfluorooctano (PFOS), está diretamente ligado ao tipo mais comum de câncer de fígado, o carcinoma hepatocelular não viral. O resultado indica que o uso do produto aumenta em 4,5 vezes o risco de desenvolver a doença.

    O PFOS era usado na fabricação do Teflon até 2013, quando a DuPont e outras empresas se comprometeram a eliminar o uso do PFOA e de outras PFAS na produção de seus produtos. Portanto, as panelas antiaderentes atuais não contêm essas substâncias e não apresentam risco de câncer.

    No entanto, isso não significa que elas sejam totalmente seguras. Se o revestimento de Teflon for danificado por arranhões ou altas temperaturas, ele pode liberar partículas e gases tóxicos que podem causar irritação nos olhos, nariz e garganta, além de febre e mal-estar. Essa condição é chamada de “gripe do polímero” ou “gripe do Teflon”.

    Além disso, existem outros tipos de panelas que podem oferecer riscos à saúde se forem usadas de forma inadequada ou se estiverem em mau estado. Por exemplo, as panelas de alumínio podem liberar esse metal na comida e causar problemas neurológicos, como Alzheimer. As panelas de cobre também podem soltar esse metal na comida e provocar intoxicação se não tiverem um revestimento adequado.

    Como escolher a melhor panela para a sua saúde?

    Diante desses fatos, você pode estar se perguntando qual é a melhor opção de panela para a sua saúde. A verdade é que não há uma resposta definitiva para essa questão, pois cada tipo de panela tem suas vantagens e desvantagens. O mais importante é saber como usar e conservar cada uma delas.

    Algumas dicas para escolher e cuidar das suas panelas são:

    • Prefira as panelas antiaderentes livres de PFOA e PFOS. Verifique na embalagem ou no site do fabricante se o produto tem essa informação.

    • Não use utensílios metálicos ou abrasivos nas panelas antiaderentes, pois eles podem arranhar o revestimento. Use apenas colheres de madeira, silicone ou nylon.

    • Não aqueça as panelas antiaderentes vazias ou em fogo alto, pois elas podem atingir temperaturas acima de 260°C e liberar gases tóxicos. Use sempre fogo baixo ou médio e coloque um pouco de óleo ou água antes de colocar os alimentos.

    • Descarte as panelas antiaderentes que estiverem com o revestimento danificado, rachado ou descascado. Elas podem soltar partículas na comida e causar intoxicação.

    • Evite as panelas de alumínio, pois elas podem liberar esse metal na comida, especialmente se forem usadas para cozinhar alimentos ácidos, como tomate, limão ou vinagre. Se for usar, prefira as que têm um revestimento interno de outro material, como cerâmica ou esmalte.

    • Cuidado com as panelas de cobre, pois elas também podem soltar esse metal na comida e causar intoxicação. Se for usar, prefira as que têm um revestimento interno de outro material, como aço inoxidável ou estanho.

    • As panelas de ferro são boas opções para cozinhar carnes e vegetais, pois elas mantêm o calor por mais tempo e podem até contribuir para a ingestão desse mineral. No entanto, elas também podem liberar ferro na comida e causar problemas para quem tem excesso desse metal no organismo. Além disso, elas exigem uma manutenção cuidadosa para evitar a ferrugem.

    • As panelas de aço inoxidável são resistentes, duráveis e não liberam metais na comida. No entanto, elas não são muito boas para distribuir o calor e podem queimar os alimentos com facilidade. Por isso, é melhor usar as que têm um fundo triplo ou térmico, que contém uma camada de alumínio ou cobre entre duas camadas de aço.

    • As panelas de cerâmica são bonitas, versáteis e não liberam substâncias tóxicas na comida. No entanto, elas podem ser frágeis e quebrar com facilidade. Além disso, é preciso verificar se elas não contêm chumbo ou cádmio na sua composição, pois esses metais podem ser prejudiciais à saúde.

    Como você pode ver, não existe uma panela perfeita para a sua saúde. O que existe é uma panela adequada para cada tipo de alimento e de preparo. O mais importante é saber como usar e conservar cada uma delas e ficar atento aos sinais de desgaste ou dano. Assim, você pode cozinhar com segurança e sabor.

  • Cinco desastres humanos que marcaram a história moderna

    Cinco desastres humanos que marcaram a história moderna

    A humanidade tem sido capaz de realizar grandes avanços na ciência, na tecnologia, na arte e na cultura.

    No entanto, nem tudo é motivo de orgulho. Ao longo da história, também houve casos em que a ação humana causou enormes danos ao meio ambiente e à vida de milhões de pessoas. Neste artigo, vamos revisar cinco exemplos de desastres humanos que ocorreram na era moderna e que tiveram consequências devastadoras.

    Chernobyl

    Em 26 de abril de 1986, uma explosão em um dos reatores da usina nuclear de Chernobyl, localizada na Ucrânia, então parte da União Soviética, liberou grandes quantidades de material radioativo na atmosfera. A radiação se espalhou por uma vasta área, afetando principalmente a Ucrânia, a Bielorrússia e a Rússia, mas também outros países europeus. Mais de cinco milhões de pessoas foram expostas à radiação, sofrendo diversos problemas de saúde, como câncer, malformações congênitas e doenças cardiovasculares. Além disso, a explosão causou a morte imediata ou posterior de cerca de 50 trabalhadores da usina e bombeiros que tentaram conter o incêndio. A área ao redor da usina foi evacuada e declarada zona de exclusão, onde permanece até hoje. O desastre de Chernobyl é considerado o pior acidente nuclear da história em termos de custo e vítimas.

    Deepwater Horizon

    Em 20 de abril de 2010, uma plataforma de petróleo chamada Deepwater Horizon, operada pela empresa britânica BP no Golfo do México, explodiu e afundou após uma falha no sistema de segurança. O acidente provocou o maior derramamento de óleo marinho da história, com cerca de 134 milhões de galões (507 milhões de litros) de óleo vazando no oceano por quase três meses. O óleo atingiu mais de 2.100 quilômetros de costa nos Estados Unidos, afetando os estados da Louisiana, Mississippi, Alabama e Flórida. O derramamento causou graves danos à vida marinha e aos ecossistemas costeiros, além de impactar negativamente a saúde e o emprego das pessoas que viviam nas áreas afetadas. O desastre também gerou uma série de processos judiciais e multas contra a BP e outras empresas envolvidas.

    Libby

    Entre 1920 e 1990, uma mina de vermiculita operada pela empresa americana W.R. Grace na cidade de Libby, no estado de Montana, EUA, liberou grandes quantidades de asbesto no ar e no solo. O asbesto é uma substância mineral fibrosa que pode causar câncer e outras doenças respiratórias quando inalada ou ingerida. Os trabalhadores da mina e os moradores da cidade foram expostos ao asbesto por décadas, sem saber dos riscos à sua saúde. Muitos desenvolveram mesotelioma, uma forma rara e agressiva de câncer que afeta o revestimento dos pulmões e do abdômen. Estima-se que mais de 400 pessoas morreram em Libby por causa do asbesto e que mais de 2.000 foram diagnosticadas com doenças relacionadas. A mina foi fechada em 1990 e a cidade foi declarada um local contaminado pelo governo federal em 2002.

    Dust Bowl

    Entre 1930 e 1936, vários períodos de seca severa atingiram o centro dos Estados Unidos, afetando cerca de 150 mil milhas quadradas (390 mil quilômetros quadrados) em estados como Oklahoma, Texas, Kansas e Colorado. A seca foi agravada por fatores como a depressão econômica, as técnicas agrícolas inadequadas, as altas temperaturas e os ventos fortes. A falta de chuva e a erosão do solo causaram tempestades de poeira que cobriram o céu com nuvens escuras e reduziram a visibilidade. As tempestades danificaram as plantações e os animais, tornando a agricultura quase impossível. Além disso, a poeira causou doenças respiratórias e infecções nos olhos nas pessoas que viviam na região. Estima-se que o Dust Bowl matou cerca de 7.000 pessoas e fez com que milhões perdessem suas fazendas, casas e meios de subsistência. Muitos migraram para outros estados em busca de trabalho e melhores condições de vida.

    Minamata

    Entre 1932 e 1968, uma fábrica química da empresa japonesa Chisso Corporation na cidade de Minamata, na província de Kumamoto, Japão, liberou metilmercúrio na água residual que despejava no mar. O metilmercúrio é uma forma orgânica e altamente tóxica do mercúrio, que se acumula nos tecidos dos organismos vivos. A água contaminada afetou os peixes e os frutos do mar que eram consumidos diariamente pelos moradores de Minamata e das áreas vizinhas. A ingestão do metilmercúrio causou envenenamento por mercúrio, que resultou em graves danos neurológicos, como perda de visão, audição, coordenação, fala e memória. A doença também causou convulsões, paralisia, coma e morte. A doença ficou conhecida como doença de Minamata e acredita-se que tenha causado mais de 900 mortes e mais de 2.000 casos confirmados.

    Estes são apenas alguns dos muitos exemplos de desastres humanos que ocorreram na história moderna. Eles nos mostram como as ações humanas podem ter consequências catastróficas para o meio ambiente e para a sociedade. Eles também nos lembram da importância de agir com responsabilidade, ética e precaução diante dos desafios e oportunidades que o mundo nos oferece.

    No entanto, nem tudo é motivo de orgulho. Ao longo da história, também houve casos em que a ação humana causou enormes danos ao meio ambiente e à vida de milhões de pessoas. Neste artigo, vamos revisar cinco exemplos de desastres humanos que ocorreram na era moderna e que tiveram consequências devastadoras.

    Chernobyl

    Em 26 de abril de 1986, uma explosão em um dos reatores da usina nuclear de Chernobyl, localizada na Ucrânia, então parte da União Soviética, liberou grandes quantidades de material radioativo na atmosfera. A radiação se espalhou por uma vasta área, afetando principalmente a Ucrânia, a Bielorrússia e a Rússia, mas também outros países europeus. Mais de cinco milhões de pessoas foram expostas à radiação, sofrendo diversos problemas de saúde, como câncer, malformações congênitas e doenças cardiovasculares. Além disso, a explosão causou a morte imediata ou posterior de cerca de 50 trabalhadores da usina e bombeiros que tentaram conter o incêndio. A área ao redor da usina foi evacuada e declarada zona de exclusão, onde permanece até hoje. O desastre de Chernobyl é considerado o pior acidente nuclear da história em termos de custo e vítimas.

    Deepwater Horizon

    Em 20 de abril de 2010, uma plataforma de petróleo chamada Deepwater Horizon, operada pela empresa britânica BP no Golfo do México, explodiu e afundou após uma falha no sistema de segurança. O acidente provocou o maior derramamento de óleo marinho da história, com cerca de 134 milhões de galões (507 milhões de litros) de óleo vazando no oceano por quase três meses. O óleo atingiu mais de 2.100 quilômetros de costa nos Estados Unidos, afetando os estados da Louisiana, Mississippi, Alabama e Flórida. O derramamento causou graves danos à vida marinha e aos ecossistemas costeiros, além de impactar negativamente a saúde e o emprego das pessoas que viviam nas áreas afetadas. O desastre também gerou uma série de processos judiciais e multas contra a BP e outras empresas envolvidas.

    Libby

    Entre 1920 e 1990, uma mina de vermiculita operada pela empresa americana W.R. Grace na cidade de Libby, no estado de Montana, EUA, liberou grandes quantidades de asbesto no ar e no solo. O asbesto é uma substância mineral fibrosa que pode causar câncer e outras doenças respiratórias quando inalada ou ingerida. Os trabalhadores da mina e os moradores da cidade foram expostos ao asbesto por décadas, sem saber dos riscos à sua saúde. Muitos desenvolveram mesotelioma, uma forma rara e agressiva de câncer que afeta o revestimento dos pulmões e do abdômen. Estima-se que mais de 400 pessoas morreram em Libby por causa do asbesto e que mais de 2.000 foram diagnosticadas com doenças relacionadas. A mina foi fechada em 1990 e a cidade foi declarada um local contaminado pelo governo federal em 2002.

    Dust Bowl

    Entre 1930 e 1936, vários períodos de seca severa atingiram o centro dos Estados Unidos, afetando cerca de 150 mil milhas quadradas (390 mil quilômetros quadrados) em estados como Oklahoma, Texas, Kansas e Colorado. A seca foi agravada por fatores como a depressão econômica, as técnicas agrícolas inadequadas, as altas temperaturas e os ventos fortes. A falta de chuva e a erosão do solo causaram tempestades de poeira que cobriram o céu com nuvens escuras e reduziram a visibilidade. As tempestades danificaram as plantações e os animais, tornando a agricultura quase impossível. Além disso, a poeira causou doenças respiratórias e infecções nos olhos nas pessoas que viviam na região. Estima-se que o Dust Bowl matou cerca de 7.000 pessoas e fez com que milhões perdessem suas fazendas, casas e meios de subsistência. Muitos migraram para outros estados em busca de trabalho e melhores condições de vida.

    Minamata

    Entre 1932 e 1968, uma fábrica química da empresa japonesa Chisso Corporation na cidade de Minamata, na província de Kumamoto, Japão, liberou metilmercúrio na água residual que despejava no mar. O metilmercúrio é uma forma orgânica e altamente tóxica do mercúrio, que se acumula nos tecidos dos organismos vivos. A água contaminada afetou os peixes e os frutos do mar que eram consumidos diariamente pelos moradores de Minamata e das áreas vizinhas. A ingestão do metilmercúrio causou envenenamento por mercúrio, que resultou em graves danos neurológicos, como perda de visão, audição, coordenação, fala e memória. A doença também causou convulsões, paralisia, coma e morte. A doença ficou conhecida como doença de Minamata e acredita-se que tenha causado mais de 900 mortes e mais de 2.000 casos confirmados.

    Estes são apenas alguns dos muitos exemplos de desastres humanos que ocorreram na história moderna. Eles nos mostram como as ações humanas podem ter consequências catastróficas para o meio ambiente e para a sociedade. Eles também nos lembram da importância de agir com responsabilidade, ética e precaução diante dos desafios e oportunidades que o mundo nos oferece.

  • Pé de galinha: fonte de colágeno e outros benefícios para a saúde

    Pé de galinha: fonte de colágeno e outros benefícios para a saúde

    O pé de galinha é um alimento que faz parte da culinária brasileira, mas também gera muitas dúvidas sobre seus benefícios e malefícios para a saúde.

    O que é o colágeno?

    O colágeno é uma proteína produzida pelo nosso organismo que tem a função de dar sustentação às células, mantendo-as unidas e firmes. O colágeno é encontrado principalmente na pele, nas cartilagens, nos tendões, nos ligamentos, nos ossos e nos vasos sanguíneos. Ele é responsável por manter a elasticidade e a hidratação da pele, prevenir rugas e flacidez, fortalecer as unhas e os cabelos, proteger as articulações e os ossos de lesões e inflamações, e facilitar a cicatrização de feridas.

    Com o passar dos anos, a produção de colágeno pelo nosso corpo diminui, o que leva ao aparecimento de sinais de envelhecimento, como rugas, linhas de expressão, perda de elasticidade e firmeza da pele, enfraquecimento das unhas e dos cabelos, dores nas articulações e osteoporose. Por isso, muitas pessoas buscam suplementar o colágeno através da alimentação ou de produtos específicos.

    O pé de galinha tem colágeno?

    Sim, o pé de galinha tem colágeno. Na verdade, o pé de galinha é uma das partes do frango que mais concentra colágeno, pois é formado basicamente de cartilagem e pele. A cartilagem é um tecido conjuntivo que reveste as extremidades dos ossos e permite o movimento das articulações. A pele é o maior órgão do corpo humano e também contém uma grande quantidade de colágeno em sua estrutura.

    Segundo alguns estudos científicos, o pé de galinha tem uma alta concentração de colágeno, chegando a cerca de 20% do seu peso seco. Além disso, o colágeno do pé de galinha tem uma composição semelhante ao do colágeno humano, sendo rico em aminoácidos como glicina, prolina e hidroxiprolina. Esses aminoácidos são essenciais para a síntese do colágeno no nosso organismo.

    Um estudo realizado na Malásia mostrou que o pé de galinha poderia ser usado como substituto do colágeno bovino na indústria farmacêutica e cosmética, pois apresenta propriedades físicas, químicas e biológicas similares. O pé de galinha também poderia ser uma fonte alternativa de colágeno para pessoas que não consomem carne bovina por motivos religiosos ou culturais.

    Quais são os benefícios do pé de galinha para a saúde?

    Além de ser uma fonte natural de colágeno, o pé de galinha também oferece outros benefícios para a saúde. Veja alguns exemplos:

    • Melhora a digestão: O pé de galinha contém gelatina, que é uma substância derivada do colágeno que ajuda a lubrificar o trato digestivo e facilitar o trânsito intestinal. A gelatina também ajuda a proteger a mucosa do estômago e do intestino contra irritações e úlceras.

    • Fortalece as articulações: O pé de galinha contém glucosamina e condroitina, que são compostos que atuam na formação e na regeneração da cartilagem das articulações. Esses compostos ajudam a prevenir e a tratar doenças como artrite, artrose e osteoartrite.

    • Favorece as unhas: O pé de galinha contém queratina, que é uma proteína que forma as unhas e os cabelos. A queratina ajuda a fortalecer as unhas, prevenindo sua quebra e descamação.

    • Estimula o sistema imunológico: O pé de galinha contém minerais como zinco, selênio e ferro, que são importantes para o funcionamento do sistema imunológico. Esses minerais ajudam a combater infecções, inflamações e doenças.

    • Equilibra os hormônios: O pé de galinha contém aminoácidos como glicina e arginina, que são importantes para a produção de hormônios como o hormônio do crescimento, a insulina e o glucagon. Esses hormônios regulam o metabolismo, o crescimento, a glicose e a gordura no sangue.

    • Reduz o estresse: O pé de galinha contém aminoácidos como glicina e glutamina, que são importantes para a produção de neurotransmissores como a serotonina, a dopamina e o GABA. Esses neurotransmissores são responsáveis pelo humor, pelo sono, pela memória e pelo relaxamento.

    • Acelera a cicatrização: O pé de galinha contém aminoácidos como glicina, prolina e lisina, que são importantes para a produção de colágeno e elastina. Essas proteínas são responsáveis pela reparação dos tecidos danificados, pela formação de novos vasos sanguíneos e pela cicatrização de feridas.

    Quais são os cuidados com o consumo do pé de galinha?

    Apesar de ter muitos benefícios, o pé de galinha também requer alguns cuidados com o seu consumo. Veja alguns exemplos:

    • Evite o excesso de sal e gordura: O pé de galinha pode ser preparado de diversas formas, como cozido, frito, assado ou em caldo. No entanto, é preciso ter cuidado com o excesso de sal e gordura que podem acompanhar esses preparos, pois podem prejudicar a saúde cardiovascular e aumentar o risco de hipertensão e obesidade. Prefira preparações mais leves, como cozido em água ou caldo sem sal ou com pouco sal, ou assado sem óleo ou com pouco óleo.

    • Não confie apenas no colágeno do pé de galinha: O colágeno do pé de galinha não é absorvido diretamente pelo nosso organismo, mas precisa ser quebrado em peptídeos de colágeno para ter um papel biológico. Essa quebra depende da presença de enzimas digestivas e de outros fatores, como a idade, o estado nutricional e a saúde intestinal. Portanto, o colágeno do pé de galinha não pode substituir uma dieta equilibrada e rica em proteínas de alto valor biológico, como as carnes magras, os ovos, os peixes, os laticínios e as leguminosas. Essas proteínas fornecem todos os aminoácidos essenciais para a síntese do colágeno no nosso corpo.

    • Varie as fontes de colágeno: O pé de galinha não é a única fonte de colágeno na alimentação. Outros alimentos também contêm colágeno ou seus precursores, como as gelatinas, as geléias, os caldos de carne ou de peixe, as frutas cítricas, as frutas vermelhas, os vegetais verde-escuros, as oleaginosas e as sementes. Esses alimentos também fornecem vitaminas, minerais e antioxidantes que ajudam na produção e na proteção do colágeno no nosso organismo.

    O pé de galinha é um alimento que tem colágeno e outros nutrientes que podem trazer benefícios para a saúde da pele, das articulações, das unhas, do sistema imunológico, do equilíbrio hormonal, da redução do estresse e da cicatrização de feridas. No entanto, é preciso ter cuidado com o excesso de sal e gordura que podem acompanhar o preparo do pé de galinha, pois podem prejudicar a saúde cardiovascular e aumentar o risco de hipertensão e obesidade. Além disso, é importante lembrar que o colágeno do pé de galinha não é absorvido diretamente pelo organismo, mas precisa ser quebrado em peptídeos de colágeno para ter um papel biológico. Portanto, o pé de galinha não pode substituir uma dieta equilibrada e rica em proteínas de alto valor biológico. Também é recomendável variar as fontes de colágeno na alimentação, incluindo outros alimentos que contêm colágeno ou seus precursores.

    O que é o colágeno?

    O colágeno é uma proteína produzida pelo nosso organismo que tem a função de dar sustentação às células, mantendo-as unidas e firmes. O colágeno é encontrado principalmente na pele, nas cartilagens, nos tendões, nos ligamentos, nos ossos e nos vasos sanguíneos. Ele é responsável por manter a elasticidade e a hidratação da pele, prevenir rugas e flacidez, fortalecer as unhas e os cabelos, proteger as articulações e os ossos de lesões e inflamações, e facilitar a cicatrização de feridas.

    Com o passar dos anos, a produção de colágeno pelo nosso corpo diminui, o que leva ao aparecimento de sinais de envelhecimento, como rugas, linhas de expressão, perda de elasticidade e firmeza da pele, enfraquecimento das unhas e dos cabelos, dores nas articulações e osteoporose. Por isso, muitas pessoas buscam suplementar o colágeno através da alimentação ou de produtos específicos.

    O pé de galinha tem colágeno?

    Sim, o pé de galinha tem colágeno. Na verdade, o pé de galinha é uma das partes do frango que mais concentra colágeno, pois é formado basicamente de cartilagem e pele. A cartilagem é um tecido conjuntivo que reveste as extremidades dos ossos e permite o movimento das articulações. A pele é o maior órgão do corpo humano e também contém uma grande quantidade de colágeno em sua estrutura.

    Segundo alguns estudos científicos, o pé de galinha tem uma alta concentração de colágeno, chegando a cerca de 20% do seu peso seco. Além disso, o colágeno do pé de galinha tem uma composição semelhante ao do colágeno humano, sendo rico em aminoácidos como glicina, prolina e hidroxiprolina. Esses aminoácidos são essenciais para a síntese do colágeno no nosso organismo.

    Um estudo realizado na Malásia mostrou que o pé de galinha poderia ser usado como substituto do colágeno bovino na indústria farmacêutica e cosmética, pois apresenta propriedades físicas, químicas e biológicas similares. O pé de galinha também poderia ser uma fonte alternativa de colágeno para pessoas que não consomem carne bovina por motivos religiosos ou culturais.

    Quais são os benefícios do pé de galinha para a saúde?

    Além de ser uma fonte natural de colágeno, o pé de galinha também oferece outros benefícios para a saúde. Veja alguns exemplos:

    • Melhora a digestão: O pé de galinha contém gelatina, que é uma substância derivada do colágeno que ajuda a lubrificar o trato digestivo e facilitar o trânsito intestinal. A gelatina também ajuda a proteger a mucosa do estômago e do intestino contra irritações e úlceras.

    • Fortalece as articulações: O pé de galinha contém glucosamina e condroitina, que são compostos que atuam na formação e na regeneração da cartilagem das articulações. Esses compostos ajudam a prevenir e a tratar doenças como artrite, artrose e osteoartrite.

    • Favorece as unhas: O pé de galinha contém queratina, que é uma proteína que forma as unhas e os cabelos. A queratina ajuda a fortalecer as unhas, prevenindo sua quebra e descamação.

    • Estimula o sistema imunológico: O pé de galinha contém minerais como zinco, selênio e ferro, que são importantes para o funcionamento do sistema imunológico. Esses minerais ajudam a combater infecções, inflamações e doenças.

    • Equilibra os hormônios: O pé de galinha contém aminoácidos como glicina e arginina, que são importantes para a produção de hormônios como o hormônio do crescimento, a insulina e o glucagon. Esses hormônios regulam o metabolismo, o crescimento, a glicose e a gordura no sangue.

    • Reduz o estresse: O pé de galinha contém aminoácidos como glicina e glutamina, que são importantes para a produção de neurotransmissores como a serotonina, a dopamina e o GABA. Esses neurotransmissores são responsáveis pelo humor, pelo sono, pela memória e pelo relaxamento.

    • Acelera a cicatrização: O pé de galinha contém aminoácidos como glicina, prolina e lisina, que são importantes para a produção de colágeno e elastina. Essas proteínas são responsáveis pela reparação dos tecidos danificados, pela formação de novos vasos sanguíneos e pela cicatrização de feridas.

    Quais são os cuidados com o consumo do pé de galinha?

    Apesar de ter muitos benefícios, o pé de galinha também requer alguns cuidados com o seu consumo. Veja alguns exemplos:

    • Evite o excesso de sal e gordura: O pé de galinha pode ser preparado de diversas formas, como cozido, frito, assado ou em caldo. No entanto, é preciso ter cuidado com o excesso de sal e gordura que podem acompanhar esses preparos, pois podem prejudicar a saúde cardiovascular e aumentar o risco de hipertensão e obesidade. Prefira preparações mais leves, como cozido em água ou caldo sem sal ou com pouco sal, ou assado sem óleo ou com pouco óleo.

    • Não confie apenas no colágeno do pé de galinha: O colágeno do pé de galinha não é absorvido diretamente pelo nosso organismo, mas precisa ser quebrado em peptídeos de colágeno para ter um papel biológico. Essa quebra depende da presença de enzimas digestivas e de outros fatores, como a idade, o estado nutricional e a saúde intestinal. Portanto, o colágeno do pé de galinha não pode substituir uma dieta equilibrada e rica em proteínas de alto valor biológico, como as carnes magras, os ovos, os peixes, os laticínios e as leguminosas. Essas proteínas fornecem todos os aminoácidos essenciais para a síntese do colágeno no nosso corpo.

    • Varie as fontes de colágeno: O pé de galinha não é a única fonte de colágeno na alimentação. Outros alimentos também contêm colágeno ou seus precursores, como as gelatinas, as geléias, os caldos de carne ou de peixe, as frutas cítricas, as frutas vermelhas, os vegetais verde-escuros, as oleaginosas e as sementes. Esses alimentos também fornecem vitaminas, minerais e antioxidantes que ajudam na produção e na proteção do colágeno no nosso organismo.

    O pé de galinha é um alimento que tem colágeno e outros nutrientes que podem trazer benefícios para a saúde da pele, das articulações, das unhas, do sistema imunológico, do equilíbrio hormonal, da redução do estresse e da cicatrização de feridas. No entanto, é preciso ter cuidado com o excesso de sal e gordura que podem acompanhar o preparo do pé de galinha, pois podem prejudicar a saúde cardiovascular e aumentar o risco de hipertensão e obesidade. Além disso, é importante lembrar que o colágeno do pé de galinha não é absorvido diretamente pelo organismo, mas precisa ser quebrado em peptídeos de colágeno para ter um papel biológico. Portanto, o pé de galinha não pode substituir uma dieta equilibrada e rica em proteínas de alto valor biológico. Também é recomendável variar as fontes de colágeno na alimentação, incluindo outros alimentos que contêm colágeno ou seus precursores.

  • Nokia lança celulares básicos com bateria de longa duração e resistência à água

    Nokia lança celulares básicos com bateria de longa duração e resistência à água

    A Nokia, famosa marca de celulares que marcou os anos 2000, anunciou o lançamento de dois novos modelos que apostam na simplicidade e na durabilidade.

    Os aparelhos são o Nokia 150 e o Nokia 130, que se destacam pela bateria de longa duração, pelo design icônico da marca e pela certificação IP52 de resistência contra água e poeira.

    Os celulares são voltados para quem busca um aparelho simples, que sirva apenas para ligações e mensagens SMS. Eles não têm acesso à internet ou a aplicativos como WhatsApp, Facebook ou Instagram. A única diferença significativa entre os dois modelos é a câmera traseira, que só está presente no Nokia 150. Ele tem um sensor VGA de 0,3 MP, que captura imagens com baixa resolução. Ambos os celulares têm flash traseiro, que pode ser usado como lanterna.

    As especificações técnicas dos aparelhos são modestas, mas suficientes para o uso básico. Eles têm 4 MB de RAM e 4 MB de armazenamento interno, que podem ser expandidos com um cartão micro SD de até 32 GB. Eles têm uma tela de 2,4 polegadas com resolução QVGA e uma bateria de 1.450 mAh, que promete durar até 30 dias em standby ou 20 horas em chamadas. Eles também têm conector para fones de ouvido, tocador MP3 e gravador de voz.

    Os celulares rodam o S30 Plus, um sistema operacional próprio da Nokia que não é compatível com os aplicativos da Play Store. Eles são carregados por uma porta micro-USB, que pode se tornar obsoleta em breve, já que muitos fabricantes estão adotando o padrão USB-C. Os preços e a data de lançamento ainda não foram divulgados pela Nokia, mas é possível que eles cheguem ao Brasil, já que a HMD Global, empresa responsável pela marca, vem trazendo mais produtos da Nokia para o país.

    Os novos celulares da Nokia podem ser uma opção interessante para quem procura um aparelho barato, resistente e com boa autonomia de bateria. Eles também podem despertar a nostalgia dos fãs da marca, que se lembra dos clássicos modelos como o 3310 e o 1100. 

    Os aparelhos são o Nokia 150 e o Nokia 130, que se destacam pela bateria de longa duração, pelo design icônico da marca e pela certificação IP52 de resistência contra água e poeira.

    Os celulares são voltados para quem busca um aparelho simples, que sirva apenas para ligações e mensagens SMS. Eles não têm acesso à internet ou a aplicativos como WhatsApp, Facebook ou Instagram. A única diferença significativa entre os dois modelos é a câmera traseira, que só está presente no Nokia 150. Ele tem um sensor VGA de 0,3 MP, que captura imagens com baixa resolução. Ambos os celulares têm flash traseiro, que pode ser usado como lanterna.

    As especificações técnicas dos aparelhos são modestas, mas suficientes para o uso básico. Eles têm 4 MB de RAM e 4 MB de armazenamento interno, que podem ser expandidos com um cartão micro SD de até 32 GB. Eles têm uma tela de 2,4 polegadas com resolução QVGA e uma bateria de 1.450 mAh, que promete durar até 30 dias em standby ou 20 horas em chamadas. Eles também têm conector para fones de ouvido, tocador MP3 e gravador de voz.

    Os celulares rodam o S30 Plus, um sistema operacional próprio da Nokia que não é compatível com os aplicativos da Play Store. Eles são carregados por uma porta micro-USB, que pode se tornar obsoleta em breve, já que muitos fabricantes estão adotando o padrão USB-C. Os preços e a data de lançamento ainda não foram divulgados pela Nokia, mas é possível que eles cheguem ao Brasil, já que a HMD Global, empresa responsável pela marca, vem trazendo mais produtos da Nokia para o país.

    Os novos celulares da Nokia podem ser uma opção interessante para quem procura um aparelho barato, resistente e com boa autonomia de bateria. Eles também podem despertar a nostalgia dos fãs da marca, que se lembra dos clássicos modelos como o 3310 e o 1100. 

  • Sidney Sampaio: remédios para insônia podem causar efeitos colaterais graves

    Sidney Sampaio: remédios para insônia podem causar efeitos colaterais graves

    A insônia é um distúrbio do sono caracterizado pela dificuldade de iniciar ou manter o sono, ou pela sensação de não ter um sono reparador.

    Ela pode afetar a saúde física e mental das pessoas, causando cansaço, irritabilidade, falta de concentração, problemas de memória, depressão, ansiedade, entre outros.

    Para tratar a insônia, muitas pessoas recorrem aos medicamentos prescritos ou vendidos sem receita médica. Esses medicamentos podem ser eficazes em alguns casos, mas também podem trazer riscos e efeitos colaterais que devem ser considerados antes de usá-los.

    Os medicamentos para insônia podem ser classificados em diferentes grupos, de acordo com o seu mecanismo de ação e o seu efeito sobre o sistema nervoso central. Alguns dos principais grupos são:

    • Benzodiazepínicos: são medicamentos que atuam nos receptores GABA do cérebro, aumentando a atividade desse neurotransmissor que tem efeito calmante e sedativo. Exemplos: diazepam, lorazepam, alprazolam.
    • Antidepressivos: são medicamentos que atuam nos receptores de serotonina e noradrenalina do cérebro, aumentando a disponibilidade desses neurotransmissores que têm efeito antidepressivo e ansiolítico. Exemplos: amitriptilina, trazodona, mirtazapina.
    • Antagonistas dos receptores de melatonina: são medicamentos que atuam nos receptores de melatonina do cérebro, bloqueando a ação desse hormônio que regula o ciclo circadiano e induz o sono. Exemplo: ramelteon.
    • Antagonistas dos receptores de orexina: são medicamentos que atuam nos receptores de orexina do cérebro, bloqueando a ação desse neuropeptídeo que estimula a vigília e o apetite. Exemplo: suvorexant.
    • Antagonistas dos receptores H1: são medicamentos que atuam nos receptores H1 do cérebro, bloqueando a ação da histamina que tem efeito estimulante e alérgico. Exemplos: difenidramina, hidroxizina, doxilamina.

    Cada um desses grupos de medicamentos tem vantagens e desvantagens, dependendo do perfil e das necessidades de cada paciente. Por isso, é importante consultar um médico especialista em sono antes de iniciar qualquer tratamento farmacológico para insônia.

    Os medicamentos para insônia podem causar diversos efeitos colaterais, que variam de acordo com o tipo, a dose e a duração do tratamento. Alguns dos efeitos mais comuns são:

    • Sonolência, tontura, desequilíbrio e lentidão dos reflexos, que podem prejudicar a capacidade de dirigir ou realizar outras atividades que exigem atenção e coordenação.
    • Dependência química, que pode levar à síndrome de abstinência se o medicamento for interrompido abruptamente ou reduzido sem orientação médica.
    • Tolerância, que pode fazer com que o medicamento perca a eficácia ao longo do tempo e exija doses maiores para produzir o mesmo efeito.
    • Alterações na qualidade e na arquitetura do sono, que podem interferir no ciclo circadiano e no sono profundo, essenciais para a restauração física e mental.
    • Efeitos paradoxais, que são reações opostas ao esperado, como agitação, ansiedade, pesadelos, alucinações, sonambulismo e comportamentos anormais durante o sono.
    • Efeitos sobre a memória, a concentração, o humor e o desempenho cognitivo, que podem afetar negativamente a vida pessoal, social e profissional do indivíduo.

    É importante ressaltar que nem todos os medicamentos para insônia têm os mesmos efeitos colaterais e que nem todas as pessoas reagem da mesma forma a eles. Por isso, é fundamental seguir as orientações prescritas pelo médico e comunicar qualquer alteração ou desconforto causado pelo uso dos medicamentos.

    Além dos medicamentos para insônia, existem outras formas de tratar o distúrbio do sono, como a terapia cognitivo-comportamental, a higiene do sono, a fototerapia, a acupuntura, a meditação, entre outras. Essas alternativas podem ser mais seguras e efetivas do que os medicamentos, dependendo do caso.

    A insônia é um problema sério que afeta milhões de pessoas no mundo todo. Ela pode ter diversas causas, como estresse, ansiedade, depressão, dor crônica, doenças neurológicas, hormonais ou respiratórias, entre outras. Por isso, é importante buscar ajuda médica para identificar e tratar a origem da insônia e não apenas os seus sintomas.

    Os medicamentos para insônia podem ser úteis em alguns casos, mas também podem trazer riscos e efeitos colaterais que devem ser considerados antes de usá-los. Eles devem ser usados com cautela e responsabilidade, sempre sob orientação médica. Além disso, é recomendável adotar medidas de higiene do sono, como manter uma rotina regular de horários para dormir e acordar, evitar estímulos luminosos e sonoros no quarto, evitar cafeína, álcool e nicotina à noite, praticar exercícios físicos moderados durante o dia e relaxar antes de ir para a cama.

    Se você sofre de insônia ou conhece alguém que sofre, procure ajuda especializada e informe-se sobre as melhores opções de tratamento para o seu caso. Lembre-se que dormir bem é essencial para a sua saúde e bem-estar.

    Ela pode afetar a saúde física e mental das pessoas, causando cansaço, irritabilidade, falta de concentração, problemas de memória, depressão, ansiedade, entre outros.

    Para tratar a insônia, muitas pessoas recorrem aos medicamentos prescritos ou vendidos sem receita médica. Esses medicamentos podem ser eficazes em alguns casos, mas também podem trazer riscos e efeitos colaterais que devem ser considerados antes de usá-los.

    Os medicamentos para insônia podem ser classificados em diferentes grupos, de acordo com o seu mecanismo de ação e o seu efeito sobre o sistema nervoso central. Alguns dos principais grupos são:

    • Benzodiazepínicos: são medicamentos que atuam nos receptores GABA do cérebro, aumentando a atividade desse neurotransmissor que tem efeito calmante e sedativo. Exemplos: diazepam, lorazepam, alprazolam.
    • Antidepressivos: são medicamentos que atuam nos receptores de serotonina e noradrenalina do cérebro, aumentando a disponibilidade desses neurotransmissores que têm efeito antidepressivo e ansiolítico. Exemplos: amitriptilina, trazodona, mirtazapina.
    • Antagonistas dos receptores de melatonina: são medicamentos que atuam nos receptores de melatonina do cérebro, bloqueando a ação desse hormônio que regula o ciclo circadiano e induz o sono. Exemplo: ramelteon.
    • Antagonistas dos receptores de orexina: são medicamentos que atuam nos receptores de orexina do cérebro, bloqueando a ação desse neuropeptídeo que estimula a vigília e o apetite. Exemplo: suvorexant.
    • Antagonistas dos receptores H1: são medicamentos que atuam nos receptores H1 do cérebro, bloqueando a ação da histamina que tem efeito estimulante e alérgico. Exemplos: difenidramina, hidroxizina, doxilamina.

    Cada um desses grupos de medicamentos tem vantagens e desvantagens, dependendo do perfil e das necessidades de cada paciente. Por isso, é importante consultar um médico especialista em sono antes de iniciar qualquer tratamento farmacológico para insônia.

    Os medicamentos para insônia podem causar diversos efeitos colaterais, que variam de acordo com o tipo, a dose e a duração do tratamento. Alguns dos efeitos mais comuns são:

    • Sonolência, tontura, desequilíbrio e lentidão dos reflexos, que podem prejudicar a capacidade de dirigir ou realizar outras atividades que exigem atenção e coordenação.
    • Dependência química, que pode levar à síndrome de abstinência se o medicamento for interrompido abruptamente ou reduzido sem orientação médica.
    • Tolerância, que pode fazer com que o medicamento perca a eficácia ao longo do tempo e exija doses maiores para produzir o mesmo efeito.
    • Alterações na qualidade e na arquitetura do sono, que podem interferir no ciclo circadiano e no sono profundo, essenciais para a restauração física e mental.
    • Efeitos paradoxais, que são reações opostas ao esperado, como agitação, ansiedade, pesadelos, alucinações, sonambulismo e comportamentos anormais durante o sono.
    • Efeitos sobre a memória, a concentração, o humor e o desempenho cognitivo, que podem afetar negativamente a vida pessoal, social e profissional do indivíduo.

    É importante ressaltar que nem todos os medicamentos para insônia têm os mesmos efeitos colaterais e que nem todas as pessoas reagem da mesma forma a eles. Por isso, é fundamental seguir as orientações prescritas pelo médico e comunicar qualquer alteração ou desconforto causado pelo uso dos medicamentos.

    Além dos medicamentos para insônia, existem outras formas de tratar o distúrbio do sono, como a terapia cognitivo-comportamental, a higiene do sono, a fototerapia, a acupuntura, a meditação, entre outras. Essas alternativas podem ser mais seguras e efetivas do que os medicamentos, dependendo do caso.

    A insônia é um problema sério que afeta milhões de pessoas no mundo todo. Ela pode ter diversas causas, como estresse, ansiedade, depressão, dor crônica, doenças neurológicas, hormonais ou respiratórias, entre outras. Por isso, é importante buscar ajuda médica para identificar e tratar a origem da insônia e não apenas os seus sintomas.

    Os medicamentos para insônia podem ser úteis em alguns casos, mas também podem trazer riscos e efeitos colaterais que devem ser considerados antes de usá-los. Eles devem ser usados com cautela e responsabilidade, sempre sob orientação médica. Além disso, é recomendável adotar medidas de higiene do sono, como manter uma rotina regular de horários para dormir e acordar, evitar estímulos luminosos e sonoros no quarto, evitar cafeína, álcool e nicotina à noite, praticar exercícios físicos moderados durante o dia e relaxar antes de ir para a cama.

    Se você sofre de insônia ou conhece alguém que sofre, procure ajuda especializada e informe-se sobre as melhores opções de tratamento para o seu caso. Lembre-se que dormir bem é essencial para a sua saúde e bem-estar.

  • O que é a deficiência de folato e como preveni-la?

    O que é a deficiência de folato e como preveni-la?

    O folato é uma vitamina do complexo B que desempenha um papel importante na formação de glóbulos vermelhos e no funcionamento do sistema nervoso.

    Ele é encontrado em alimentos como vegetais verdes, legumes, frutas e vísceras, mas também pode ser consumido em forma de suplemento ou em alimentos enriquecidos. No entanto, algumas pessoas podem ter deficiência de folato por diferentes motivos, o que pode causar anemia e outros problemas de saúde. Neste artigo, vamos explicar o que é a deficiência de folato, quais são as suas causas, sintomas, tratamento e prevenção.

    O que é a deficiência de folato?

    A deficiência de folato é uma condição que ocorre quando o organismo não tem quantidade suficiente de folato, uma vitamina do complexo B que ajuda na formação de glóbulos vermelhos e no funcionamento do sistema nervoso. O folato é essencial para a síntese de DNA, RNA e proteínas, bem como para a divisão celular e o desenvolvimento fetal. A deficiência de folato pode afetar qualquer tecido do corpo, mas especialmente aqueles que se renovam rapidamente, como o sangue e a mucosa intestinal.

    Quais são as causas da deficiência de folato?

    A deficiência de folato pode ter várias causas, que podem ser agrupadas em quatro categorias:

    • Ingestão inadequada: ocorre quando a pessoa não consome alimentos suficientes ou variados que contenham folato, seja por desnutrição, alcoolismo, dietas restritivas ou cozimento prolongado dos alimentos. O álcool também interfere na absorção e no metabolismo do folato, aumentando a sua eliminação pela urina.

    • Má absorção: ocorre quando há algum problema no intestino que impede a absorção adequada do folato, seja por doenças inflamatórias, cirurgias, uso de medicamentos ou alterações genéticas. Alguns exemplos são a doença celíaca, a doença de Crohn, a gastrectomia, o uso de antiácidos ou antibióticos ou a mutação no gene MTHFR.

    • Aumento da demanda: ocorre quando há uma situação que exige mais folato do que o normal, seja por crescimento, gravidez, lactação, hemólise ou câncer. A gravidez e a lactação são as principais causas de aumento da demanda de folato, pois o feto e o leite materno requerem grandes quantidades da vitamina para o seu desenvolvimento. A hemólise é a destruição dos glóbulos vermelhos, que pode ocorrer por doenças como malária ou anemia falciforme. O câncer é um processo de proliferação celular descontrolada que também consome mais folato.

    • Uso de medicamentos ou toxinas: ocorre quando há alguma substância que interfere no metabolismo ou na utilização do folato pelo organismo, seja por inibir a sua absorção, reduzir a sua ativação ou aumentar a sua excreção. Alguns exemplos são os anticonvulsivantes (como fenitoína ou carbamazepina), o metotrexato (usado para tratar artrite reumatoide ou câncer), a sulfassalazina (usada para tratar doenças inflamatórias intestinais), o trimetoprima (usado para tratar infecções urinárias) ou o álcool.

    Quais são os sintomas da deficiência de folato?

    A deficiência de folato pode causar diversos sintomas, dependendo da gravidade e da duração do problema. O principal sintoma é a anemia megaloblástica, uma doença do sangue que se caracteriza por glóbulos vermelhos grandes e imaturos. Esses glóbulos vermelhos não conseguem transportar oxigênio adequadamente e podem causar sintomas como fadiga, fraqueza, falta de ar, palpitações, tontura e palidez. A anemia megaloblástica causada pela deficiência de folato é indiferenciável daquela causada pela deficiência de vitamina B12, por isso é importante fazer exames para confirmar o diagnóstico e descartar outras causas.

    Além da anemia, a deficiência de folato pode causar outros problemas de saúde, como:

    • Glossite: é a inflamação da língua que causa dor, vermelhidão e dificuldade para engolir. A língua pode ficar lisa, brilhante e com fissuras ou úlceras.

    • Estomatite angular: são feridas nos cantos da boca que podem sangrar ou infeccionar. Elas podem ser causadas por fungos ou bactérias que se aproveitam da baixa imunidade causada pela deficiência de folato.

    • Dermatite esfoliativa: é uma descamação da pele que pode causar coceira e infecções secundárias. Ela pode afetar todo o corpo ou apenas algumas áreas, como as mãos, os pés ou o couro cabeludo.

    • Defeitos do tubo neural no feto: são malformações congênitas do cérebro e da medula espinhal que podem causar problemas neurológicos graves ou até mesmo a morte. A deficiência de folato na mãe aumenta o risco desses defeitos e por isso é recomendado o uso de suplementos de ácido fólico antes e durante a gravidez. Os defeitos do tubo neural mais comuns são a anencefalia (ausência de cérebro), a espinha bífida (abertura na coluna vertebral) e a encefalocele (protrusão do cérebro pelo crânio).

    Como é feito o diagnóstico da deficiência de folato?

    O diagnóstico da deficiência de folato é feito por meio de exames de sangue que medem os níveis de folato no soro ou nos glóbulos vermelhos. O nível normal de folato no soro é de 3 a 17 nanogramas por mililitro (ng/mL) e o nível normal de folato nos glóbulos vermelhos é de 140 a 628 nanogramas por mililitro (ng/mL). Valores abaixo desses limites indicam deficiência de folato. No entanto, esses exames podem ser influenciados por fatores como ingestão recente de alimentos ou suplementos, uso de medicamentos, doenças hepáticas ou renais, gravidez ou lactação. Por isso, é importante avaliar também os sinais clínicos e outros exames laboratoriais, como hemograma, vitamina B12, homocisteína e metilmalonato.

    Como é feito o tratamento da deficiência de folato?

    O tratamento da deficiência de folato consiste na reposição da vitamina por via oral ou injetável, dependendo da gravidade e da causa do problema. A dose e a duração do tratamento variam conforme o caso, mas geralmente são suficientes para corrigir a anemia e os sintomas associados. Também é importante identificar e tratar a causa subjacente da deficiência e evitar o consumo excessivo de álcool ou medicamentos que afetam o folato.

    O tratamento oral consiste na ingestão diária de comprimidos ou cápsulas de ácido fólico, que é a forma sintética do folato. A dose usual é de 400 a 800 microgramas (mcg) por dia para adultos e crianças maiores de 4 anos, 300 mcg por dia para crianças de 1 a 3 anos e 150 mcg por dia para bebês menores de 1 ano. Em casos mais graves ou quando há má absorção intestinal, a dose pode ser aumentada para até 5 miligramas (mg) por dia. O tratamento oral costuma durar pelo menos quatro meses ou até que os níveis de folato se normalizem.

    O tratamento injetável consiste na aplicação intramuscular ou intravenosa de soluções contendo ácido fólico ou folinato de cálcio, que é uma forma ativa do folato. A dose usual é de 1 mg por dia para adultos e crianças maiores de 4 anos, 0,5 mg por dia para crianças de 1 a 3 anos e 0,25 mg por dia para bebês menores de 1 ano. O tratamento injetável costuma durar pelo menos uma semana ou até que os sintomas melhorem. O tratamento injetável é indicado para casos de emergência, quando há risco de complicações neurológicas ou quando o tratamento oral não é eficaz ou tolerado.

    Como prevenir a deficiência de folato?

    A prevenção da deficiência de folato pode ser feita através de uma alimentação equilibrada e variada, que inclua fontes naturais e enriquecidas de folato. Alguns alimentos ricos em folato são:

    • Vegetais verdes, como espinafre, couve, brócolis e alface.

    • Legumes, como feijão, lentilha, grão-de-bico e ervilha.

    • Frutas, como laranja, banana, abacate e morango.

    • Vísceras, como fígado, rim e coração.

    • Ovos, leite e derivados.

    • Cereais integrais e pães enriquecidos com folato.

    Alguns países também adotam programas de fortificação alimentar com folato para reduzir a incidência de anemia e defeitos do tubo neural na população. Esses programas consistem em adicionar ácido fólico aos alimentos industrializados, como farinha de trigo, arroz, macarrão e flocos de milho.

    Além disso, algumas pessoas podem se beneficiar do uso de suplementos de ácido fólico, como mulheres em idade fértil, gestantes, lactantes, pessoas com doenças crônicas ou que usam medicamentos que interferem no folato. No entanto, o uso de suplementos deve ser orientado por um médico ou nutricionista, pois doses excessivas podem causar efeitos adversos ou mascarar outras deficiências. Algumas recomendações para o uso de suplementos são:

    • Mulheres em idade fértil: devem tomar 400 mcg de ácido fólico por dia antes da concepção e durante os primeiros três meses de gravidez para prevenir defeitos do tubo neural no feto.

    • Gestantes: devem tomar 600 mcg de ácido fólico por dia durante toda a gravidez para suprir as necessidades da mãe e do bebê.

    • Lactantes: devem tomar 500 mcg de ácido fólico por dia durante a amamentação para manter os níveis adequados da vitamina no leite materno.

    • Pessoas com doenças crônicas: devem tomar doses variáveis de ácido fólico por dia conforme a orientação médica para compensar a perda ou o aumento da demanda da vitamina.

    • Pessoas que usam medicamentos que interferem no folato: devem tomar doses variáveis de ácido fólico por dia conforme a orientação médica para evitar a deficiência da vitamina.

    A deficiência de folato é uma condição que pode causar anemia megaloblástica e outros problemas de saúde. Ela pode ser causada por ingestão inadequada, má absorção, aumento da demanda ou uso de medicamentos ou toxinas que afetam o folato. O diagnóstico é feito por exames de sangue e o tratamento consiste na reposição da vitamina por via oral ou injetável. A prevenção pode ser feita através de uma alimentação equilibrada e variada, que inclua fontes naturais e enriquecidas de folato. Algumas pessoas também podem se beneficiar do uso de suplementos de ácido fólico, mas sempre com orientação médica ou nutricionista.

    Ele é encontrado em alimentos como vegetais verdes, legumes, frutas e vísceras, mas também pode ser consumido em forma de suplemento ou em alimentos enriquecidos. No entanto, algumas pessoas podem ter deficiência de folato por diferentes motivos, o que pode causar anemia e outros problemas de saúde. Neste artigo, vamos explicar o que é a deficiência de folato, quais são as suas causas, sintomas, tratamento e prevenção.

    O que é a deficiência de folato?

    A deficiência de folato é uma condição que ocorre quando o organismo não tem quantidade suficiente de folato, uma vitamina do complexo B que ajuda na formação de glóbulos vermelhos e no funcionamento do sistema nervoso. O folato é essencial para a síntese de DNA, RNA e proteínas, bem como para a divisão celular e o desenvolvimento fetal. A deficiência de folato pode afetar qualquer tecido do corpo, mas especialmente aqueles que se renovam rapidamente, como o sangue e a mucosa intestinal.

    Quais são as causas da deficiência de folato?

    A deficiência de folato pode ter várias causas, que podem ser agrupadas em quatro categorias:

    • Ingestão inadequada: ocorre quando a pessoa não consome alimentos suficientes ou variados que contenham folato, seja por desnutrição, alcoolismo, dietas restritivas ou cozimento prolongado dos alimentos. O álcool também interfere na absorção e no metabolismo do folato, aumentando a sua eliminação pela urina.

    • Má absorção: ocorre quando há algum problema no intestino que impede a absorção adequada do folato, seja por doenças inflamatórias, cirurgias, uso de medicamentos ou alterações genéticas. Alguns exemplos são a doença celíaca, a doença de Crohn, a gastrectomia, o uso de antiácidos ou antibióticos ou a mutação no gene MTHFR.

    • Aumento da demanda: ocorre quando há uma situação que exige mais folato do que o normal, seja por crescimento, gravidez, lactação, hemólise ou câncer. A gravidez e a lactação são as principais causas de aumento da demanda de folato, pois o feto e o leite materno requerem grandes quantidades da vitamina para o seu desenvolvimento. A hemólise é a destruição dos glóbulos vermelhos, que pode ocorrer por doenças como malária ou anemia falciforme. O câncer é um processo de proliferação celular descontrolada que também consome mais folato.

    • Uso de medicamentos ou toxinas: ocorre quando há alguma substância que interfere no metabolismo ou na utilização do folato pelo organismo, seja por inibir a sua absorção, reduzir a sua ativação ou aumentar a sua excreção. Alguns exemplos são os anticonvulsivantes (como fenitoína ou carbamazepina), o metotrexato (usado para tratar artrite reumatoide ou câncer), a sulfassalazina (usada para tratar doenças inflamatórias intestinais), o trimetoprima (usado para tratar infecções urinárias) ou o álcool.

    Quais são os sintomas da deficiência de folato?

    A deficiência de folato pode causar diversos sintomas, dependendo da gravidade e da duração do problema. O principal sintoma é a anemia megaloblástica, uma doença do sangue que se caracteriza por glóbulos vermelhos grandes e imaturos. Esses glóbulos vermelhos não conseguem transportar oxigênio adequadamente e podem causar sintomas como fadiga, fraqueza, falta de ar, palpitações, tontura e palidez. A anemia megaloblástica causada pela deficiência de folato é indiferenciável daquela causada pela deficiência de vitamina B12, por isso é importante fazer exames para confirmar o diagnóstico e descartar outras causas.

    Além da anemia, a deficiência de folato pode causar outros problemas de saúde, como:

    • Glossite: é a inflamação da língua que causa dor, vermelhidão e dificuldade para engolir. A língua pode ficar lisa, brilhante e com fissuras ou úlceras.

    • Estomatite angular: são feridas nos cantos da boca que podem sangrar ou infeccionar. Elas podem ser causadas por fungos ou bactérias que se aproveitam da baixa imunidade causada pela deficiência de folato.

    • Dermatite esfoliativa: é uma descamação da pele que pode causar coceira e infecções secundárias. Ela pode afetar todo o corpo ou apenas algumas áreas, como as mãos, os pés ou o couro cabeludo.

    • Defeitos do tubo neural no feto: são malformações congênitas do cérebro e da medula espinhal que podem causar problemas neurológicos graves ou até mesmo a morte. A deficiência de folato na mãe aumenta o risco desses defeitos e por isso é recomendado o uso de suplementos de ácido fólico antes e durante a gravidez. Os defeitos do tubo neural mais comuns são a anencefalia (ausência de cérebro), a espinha bífida (abertura na coluna vertebral) e a encefalocele (protrusão do cérebro pelo crânio).

    Como é feito o diagnóstico da deficiência de folato?

    O diagnóstico da deficiência de folato é feito por meio de exames de sangue que medem os níveis de folato no soro ou nos glóbulos vermelhos. O nível normal de folato no soro é de 3 a 17 nanogramas por mililitro (ng/mL) e o nível normal de folato nos glóbulos vermelhos é de 140 a 628 nanogramas por mililitro (ng/mL). Valores abaixo desses limites indicam deficiência de folato. No entanto, esses exames podem ser influenciados por fatores como ingestão recente de alimentos ou suplementos, uso de medicamentos, doenças hepáticas ou renais, gravidez ou lactação. Por isso, é importante avaliar também os sinais clínicos e outros exames laboratoriais, como hemograma, vitamina B12, homocisteína e metilmalonato.

    Como é feito o tratamento da deficiência de folato?

    O tratamento da deficiência de folato consiste na reposição da vitamina por via oral ou injetável, dependendo da gravidade e da causa do problema. A dose e a duração do tratamento variam conforme o caso, mas geralmente são suficientes para corrigir a anemia e os sintomas associados. Também é importante identificar e tratar a causa subjacente da deficiência e evitar o consumo excessivo de álcool ou medicamentos que afetam o folato.

    O tratamento oral consiste na ingestão diária de comprimidos ou cápsulas de ácido fólico, que é a forma sintética do folato. A dose usual é de 400 a 800 microgramas (mcg) por dia para adultos e crianças maiores de 4 anos, 300 mcg por dia para crianças de 1 a 3 anos e 150 mcg por dia para bebês menores de 1 ano. Em casos mais graves ou quando há má absorção intestinal, a dose pode ser aumentada para até 5 miligramas (mg) por dia. O tratamento oral costuma durar pelo menos quatro meses ou até que os níveis de folato se normalizem.

    O tratamento injetável consiste na aplicação intramuscular ou intravenosa de soluções contendo ácido fólico ou folinato de cálcio, que é uma forma ativa do folato. A dose usual é de 1 mg por dia para adultos e crianças maiores de 4 anos, 0,5 mg por dia para crianças de 1 a 3 anos e 0,25 mg por dia para bebês menores de 1 ano. O tratamento injetável costuma durar pelo menos uma semana ou até que os sintomas melhorem. O tratamento injetável é indicado para casos de emergência, quando há risco de complicações neurológicas ou quando o tratamento oral não é eficaz ou tolerado.

    Como prevenir a deficiência de folato?

    A prevenção da deficiência de folato pode ser feita através de uma alimentação equilibrada e variada, que inclua fontes naturais e enriquecidas de folato. Alguns alimentos ricos em folato são:

    • Vegetais verdes, como espinafre, couve, brócolis e alface.

    • Legumes, como feijão, lentilha, grão-de-bico e ervilha.

    • Frutas, como laranja, banana, abacate e morango.

    • Vísceras, como fígado, rim e coração.

    • Ovos, leite e derivados.

    • Cereais integrais e pães enriquecidos com folato.

    Alguns países também adotam programas de fortificação alimentar com folato para reduzir a incidência de anemia e defeitos do tubo neural na população. Esses programas consistem em adicionar ácido fólico aos alimentos industrializados, como farinha de trigo, arroz, macarrão e flocos de milho.

    Além disso, algumas pessoas podem se beneficiar do uso de suplementos de ácido fólico, como mulheres em idade fértil, gestantes, lactantes, pessoas com doenças crônicas ou que usam medicamentos que interferem no folato. No entanto, o uso de suplementos deve ser orientado por um médico ou nutricionista, pois doses excessivas podem causar efeitos adversos ou mascarar outras deficiências. Algumas recomendações para o uso de suplementos são:

    • Mulheres em idade fértil: devem tomar 400 mcg de ácido fólico por dia antes da concepção e durante os primeiros três meses de gravidez para prevenir defeitos do tubo neural no feto.

    • Gestantes: devem tomar 600 mcg de ácido fólico por dia durante toda a gravidez para suprir as necessidades da mãe e do bebê.

    • Lactantes: devem tomar 500 mcg de ácido fólico por dia durante a amamentação para manter os níveis adequados da vitamina no leite materno.

    • Pessoas com doenças crônicas: devem tomar doses variáveis de ácido fólico por dia conforme a orientação médica para compensar a perda ou o aumento da demanda da vitamina.

    • Pessoas que usam medicamentos que interferem no folato: devem tomar doses variáveis de ácido fólico por dia conforme a orientação médica para evitar a deficiência da vitamina.

    A deficiência de folato é uma condição que pode causar anemia megaloblástica e outros problemas de saúde. Ela pode ser causada por ingestão inadequada, má absorção, aumento da demanda ou uso de medicamentos ou toxinas que afetam o folato. O diagnóstico é feito por exames de sangue e o tratamento consiste na reposição da vitamina por via oral ou injetável. A prevenção pode ser feita através de uma alimentação equilibrada e variada, que inclua fontes naturais e enriquecidas de folato. Algumas pessoas também podem se beneficiar do uso de suplementos de ácido fólico, mas sempre com orientação médica ou nutricionista.

  • Mercado Livre lança serviço de streaming gratuito no Brasil

    Mercado Livre lança serviço de streaming gratuito no Brasil

    O Mercado Livre, maior plataforma de comércio eletrônico da América Latina, anunciou o lançamento do Mercado Play, um serviço de streaming que dá acesso gratuito a cerca de 1.600 títulos, com 6.000 horas de conteúdo.

    O serviço foi lançado este mês no Brasil, o maior mercado da empresa, presente em 18 países da região.

    O Mercado Play é uma iniciativa do Mercado Livre em parceria com as plataformas Disney+, Star+, HBO Max e Paramount+, que darão acesso gratuito a parte do seu conteúdo para os usuários do Mercado Livre. Além disso, o Mercado Livre também vai comercializar pacotes de assinatura destes canais com descontos para seus clientes.

    O objetivo do serviço é atingir os 77 milhões de usuários brasileiros do Mercado Livre, oferecendo conteúdo gratuito e pago de filmes, séries, documentários e reality shows. O Mercado Play também terá produções originais e exclusivas, ainda não divulgadas pela empresa.

    O lançamento do Mercado Play é uma forma de o Mercado Livre diversificar seus negócios e aumentar sua receita, além de competir com outras plataformas de streaming, como Netflix, Amazon Prime Video e Globoplay. Em 2022, o Mercado Livre atingiu US$ 34,4 bilhões em vendas e uma receita líquida de US$ 10,5 bilhões. No segundo trimestre deste ano, o lucro líquido subiu 113%, chegando a US$ 261,9 milhões.

    Já a Netflix registrou lucro líquido de US$ 1,48 bilhão no segundo trimestre, alta de 3,3% na comparação anual. A plataforma de streaming somou receitas de US$ 8,18 bilhões entre abril e junho, aumento de 2,7% sobre o mesmo período de 2022. A Netflix tem cerca de 209 milhões de assinantes no mundo, sendo 38 milhões na América Latina.

    O Mercado Play está disponível para os usuários do Mercado Livre que possuem o aplicativo da empresa instalado em seus dispositivos móveis. O serviço também pode ser acessado pelo site do Mercado Livre ou por dispositivos como smart TVs e consoles de videogame. O Mercado Play oferece até quatro telas simultâneas por usuário e permite baixar os conteúdos para assistir offline.

    O serviço foi lançado este mês no Brasil, o maior mercado da empresa, presente em 18 países da região.

    O Mercado Play é uma iniciativa do Mercado Livre em parceria com as plataformas Disney+, Star+, HBO Max e Paramount+, que darão acesso gratuito a parte do seu conteúdo para os usuários do Mercado Livre. Além disso, o Mercado Livre também vai comercializar pacotes de assinatura destes canais com descontos para seus clientes.

    O objetivo do serviço é atingir os 77 milhões de usuários brasileiros do Mercado Livre, oferecendo conteúdo gratuito e pago de filmes, séries, documentários e reality shows. O Mercado Play também terá produções originais e exclusivas, ainda não divulgadas pela empresa.

    O lançamento do Mercado Play é uma forma de o Mercado Livre diversificar seus negócios e aumentar sua receita, além de competir com outras plataformas de streaming, como Netflix, Amazon Prime Video e Globoplay. Em 2022, o Mercado Livre atingiu US$ 34,4 bilhões em vendas e uma receita líquida de US$ 10,5 bilhões. No segundo trimestre deste ano, o lucro líquido subiu 113%, chegando a US$ 261,9 milhões.

    Já a Netflix registrou lucro líquido de US$ 1,48 bilhão no segundo trimestre, alta de 3,3% na comparação anual. A plataforma de streaming somou receitas de US$ 8,18 bilhões entre abril e junho, aumento de 2,7% sobre o mesmo período de 2022. A Netflix tem cerca de 209 milhões de assinantes no mundo, sendo 38 milhões na América Latina.

    O Mercado Play está disponível para os usuários do Mercado Livre que possuem o aplicativo da empresa instalado em seus dispositivos móveis. O serviço também pode ser acessado pelo site do Mercado Livre ou por dispositivos como smart TVs e consoles de videogame. O Mercado Play oferece até quatro telas simultâneas por usuário e permite baixar os conteúdos para assistir offline.

  • Casos de SRAG causados por Covid-19 e influenza diminuem na maioria dos estados, diz Fiocruz

    Casos de SRAG causados por Covid-19 e influenza diminuem na maioria dos estados, diz Fiocruz

    O Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado nesta sexta-feira (4) mostra que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) e pelo vírus influenza A e B estão diminuindo ou se estabilizando na maioria dos estados brasileiros, exceto no Acre e no Espírito Santo, onde há sinal de…

    A análise se baseia nos dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até a semana epidemiológica 34, que compreende o período de 22 a 28 de agosto.

    Segundo o boletim, nas crianças e pré-adolescentes de 5 a 14 anos, há crescimento ou manutenção de patamar elevado de SRAG em alguns estados, principalmente em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Nessa faixa etária, o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal agente etiológico identificado nas amostras testadas, mas já apresenta sinais de queda na maioria dos estados. Em Minas Gerais, o aumento pode estar associado ao rinovírus e metapneumovírus.

    Em 2023, foram notificados 114.994 casos de SRAG, sendo 31,1% para Covid-19 e 10,4% para influenza A e B. Foram registrados 6.831 óbitos por SRAG, sendo 43,1% para Covid-19 e 21,6% para influenza A e B. A taxa de letalidade por SRAG foi de 5,9%, sendo 8,4% para Covid-19 e 12,7% para influenza A e B.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ressalta que a tendência de queda ou estabilização dos casos de SRAG não significa que a pandemia está controlada no país. Ele alerta que os números ainda estão em patamares elevados e que é preciso manter as medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento físico e higiene das mãos. Ele também recomenda a vacinação contra a Covid-19 e a influenza para reduzir os riscos de complicações e óbitos.

    A análise se baseia nos dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até a semana epidemiológica 34, que compreende o período de 22 a 28 de agosto.

    Segundo o boletim, nas crianças e pré-adolescentes de 5 a 14 anos, há crescimento ou manutenção de patamar elevado de SRAG em alguns estados, principalmente em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Nessa faixa etária, o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal agente etiológico identificado nas amostras testadas, mas já apresenta sinais de queda na maioria dos estados. Em Minas Gerais, o aumento pode estar associado ao rinovírus e metapneumovírus.

    Em 2023, foram notificados 114.994 casos de SRAG, sendo 31,1% para Covid-19 e 10,4% para influenza A e B. Foram registrados 6.831 óbitos por SRAG, sendo 43,1% para Covid-19 e 21,6% para influenza A e B. A taxa de letalidade por SRAG foi de 5,9%, sendo 8,4% para Covid-19 e 12,7% para influenza A e B.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ressalta que a tendência de queda ou estabilização dos casos de SRAG não significa que a pandemia está controlada no país. Ele alerta que os números ainda estão em patamares elevados e que é preciso manter as medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento físico e higiene das mãos. Ele também recomenda a vacinação contra a Covid-19 e a influenza para reduzir os riscos de complicações e óbitos.