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  • Hominídeo antigo foi esquartejado e comido por outro humano, indica estudo

    Hominídeo antigo foi esquartejado e comido por outro humano, indica estudo

    Um osso de um hominídeo antigo encontrado na Tanzânia revela que ele foi esquartejado e comido por outro humano há 1,45 milhão de anos.

    Essa seria a evidência mais antiga de canibalismo entre hominídeos, segundo um estudo publicado na revista Nature.

    O osso é um fêmur direito que pertenceu a um indivíduo adulto de uma espécie ainda não identificada de hominídeo. Ele foi descoberto em 1964 no sítio arqueológico de Olduvai Gorge, mas ficou guardado em um museu na Alemanha até ser reexaminado por uma equipe internacional de pesquisadores.

    Os cientistas usaram técnicas modernas de microscopia e análise química para detectar marcas de corte no osso, que indicam que ele foi cortado com uma ferramenta de pedra. Essas marcas são diferentes das causadas por animais ou pelo ambiente.

    “Essas marcas mostram que alguém usou uma ferramenta de pedra para remover a carne e o tendão do osso”, disse à BBC o líder do estudo, Manuel Domínguez-Rodrigo, da Universidade Complutense de Madri. “Isso significa que esse hominídeo foi consumido por outro hominídeo.”

    O estudo não revela a espécie do comedor e do comido, mas sugere que eles podem ter sido Homo habilis ou Paranthropus boisei, dois tipos de hominídeos que habitavam a região na época. Também não se sabe se o canibalismo foi motivado por fome, ritual ou agressão.

    O osso também apresenta marcas de dentes de um grande felino, possivelmente um tigre-dente-de-sabre. Os pesquisadores não conseguiram determinar se o animal atacou o hominídeo antes ou depois de sua morte, mas especulam que ele pode ter roubado o corpo do canibal.

    O estudo destaca a importância de revisitar coleções de museus e usar técnicas modernas para ampliar o conhecimento sobre o passado. Os autores esperam que mais evidências de canibalismo entre hominídeos sejam encontradas em outros ossos antigos.

    Fonte: Link 1, Link 2, Link 3.

    Essa seria a evidência mais antiga de canibalismo entre hominídeos, segundo um estudo publicado na revista Nature.

    O osso é um fêmur direito que pertenceu a um indivíduo adulto de uma espécie ainda não identificada de hominídeo. Ele foi descoberto em 1964 no sítio arqueológico de Olduvai Gorge, mas ficou guardado em um museu na Alemanha até ser reexaminado por uma equipe internacional de pesquisadores.

    Os cientistas usaram técnicas modernas de microscopia e análise química para detectar marcas de corte no osso, que indicam que ele foi cortado com uma ferramenta de pedra. Essas marcas são diferentes das causadas por animais ou pelo ambiente.

    “Essas marcas mostram que alguém usou uma ferramenta de pedra para remover a carne e o tendão do osso”, disse à BBC o líder do estudo, Manuel Domínguez-Rodrigo, da Universidade Complutense de Madri. “Isso significa que esse hominídeo foi consumido por outro hominídeo.”

    O estudo não revela a espécie do comedor e do comido, mas sugere que eles podem ter sido Homo habilis ou Paranthropus boisei, dois tipos de hominídeos que habitavam a região na época. Também não se sabe se o canibalismo foi motivado por fome, ritual ou agressão.

    O osso também apresenta marcas de dentes de um grande felino, possivelmente um tigre-dente-de-sabre. Os pesquisadores não conseguiram determinar se o animal atacou o hominídeo antes ou depois de sua morte, mas especulam que ele pode ter roubado o corpo do canibal.

    O estudo destaca a importância de revisitar coleções de museus e usar técnicas modernas para ampliar o conhecimento sobre o passado. Os autores esperam que mais evidências de canibalismo entre hominídeos sejam encontradas em outros ossos antigos.

    Fonte: Link 1, Link 2, Link 3.

  • FeverPhone: o aplicativo que transforma seu smartphone em um termômetro preciso

    FeverPhone: o aplicativo que transforma seu smartphone em um termômetro preciso

    O FeverPhone é um aplicativo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, que usa a tela sensível ao toque e os sensores de temperatura da bateria do seu telefone para estimar sua temperatura com precisão comparável a alguns termômetros comerciais.

    O FeverPhone é fruto de um projeto de pesquisa que começou em 2019, quando os pesquisadores perceberam que os smartphones poderiam ser usados como termômetros sem a necessidade de adicionar novos componentes. Eles criaram um modelo de aprendizado de máquina que usa os dados coletados pela tela e pela bateria para calcular a temperatura corporal das pessoas.

    Para testar o aplicativo, os pesquisadores realizaram um estudo com 37 pacientes em um departamento de emergência de um hospital em Seattle. Eles compararam as estimativas do FeverPhone com as medidas de quatro termômetros comerciais: um termômetro oral, um termômetro auricular, um termômetro temporal e um termômetro infravermelho. Os resultados mostraram que o FeverPhone teve uma precisão média de 0,22°C, o que está dentro dos limites aceitáveis pela Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos.

    O aplicativo pode ter diversas aplicações para a saúde pública, especialmente em áreas com poucos recursos ou em situações de alta demanda por termômetros, como em uma pandemia. Por exemplo, o aplicativo pode ser usado para monitorar a temperatura de pessoas em quarentena ou isolamento domiciliar, ou para rastrear possíveis casos de febre em locais públicos, como aeroportos ou escolas.

    Os pesquisadores também estão investigando se o aplicativo pode funcionar com outros dispositivos, como smartwatches ou pulseiras inteligentes, que também possuem sensores de temperatura. Eles esperam que o FeverPhone possa se tornar uma ferramenta acessível e confiável para medir a temperatura corporal e auxiliar no diagnóstico e prevenção de doenças.

    Fonte: Link.

    O FeverPhone é fruto de um projeto de pesquisa que começou em 2019, quando os pesquisadores perceberam que os smartphones poderiam ser usados como termômetros sem a necessidade de adicionar novos componentes. Eles criaram um modelo de aprendizado de máquina que usa os dados coletados pela tela e pela bateria para calcular a temperatura corporal das pessoas.

    Para testar o aplicativo, os pesquisadores realizaram um estudo com 37 pacientes em um departamento de emergência de um hospital em Seattle. Eles compararam as estimativas do FeverPhone com as medidas de quatro termômetros comerciais: um termômetro oral, um termômetro auricular, um termômetro temporal e um termômetro infravermelho. Os resultados mostraram que o FeverPhone teve uma precisão média de 0,22°C, o que está dentro dos limites aceitáveis pela Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos.

    O aplicativo pode ter diversas aplicações para a saúde pública, especialmente em áreas com poucos recursos ou em situações de alta demanda por termômetros, como em uma pandemia. Por exemplo, o aplicativo pode ser usado para monitorar a temperatura de pessoas em quarentena ou isolamento domiciliar, ou para rastrear possíveis casos de febre em locais públicos, como aeroportos ou escolas.

    Os pesquisadores também estão investigando se o aplicativo pode funcionar com outros dispositivos, como smartwatches ou pulseiras inteligentes, que também possuem sensores de temperatura. Eles esperam que o FeverPhone possa se tornar uma ferramenta acessível e confiável para medir a temperatura corporal e auxiliar no diagnóstico e prevenção de doenças.

    Fonte: Link.

  • Estudo revela que quase 10% dos hipertensos sofrem de hipertensão resistente aparente

    Estudo revela que quase 10% dos hipertensos sofrem de hipertensão resistente aparente

    Você sabia que existe uma forma de pressão alta que não responde bem aos medicamentos comuns? Ela se chama hipertensão resistente aparente (aRH, na sigla em inglês) e afeta quase 10% dos pacientes hipertensos, segundo um novo estudo do Smidt Heart Institute no Cedars-Sinai, nos Estados Unidos.

    Esse tipo de hipertensão requer mais medicação e controle médico, pois aumenta o risco de eventos cardiovasculares adversos, como infarto e derrame.

    O estudo, publicado na revista Hypertension, usou dados dos registros eletrônicos de saúde de três grandes organizações de saúde geograficamente diversas para analisar a prevalência, causas e tratamento da aRH. Os pesquisadores descobriram que os pacientes com aRH controlada tinham mais probabilidade de ser tratados com um medicamento comum chamado antagonista do receptor mineralocorticoide (MRA), enquanto os pacientes com aRH não controlada tinham mais probabilidade de ser tratados com quatro ou mais medicamentos anti-hipertensivos.

    Mas o que é a hipertensão resistente aparente e como ela se diferencia da hipertensão comum? A aRH é definida como a persistência da pressão arterial elevada, mesmo após o uso de três ou mais classes de medicamentos anti-hipertensivos em doses adequadas, incluindo um diurético. Porém, antes de diagnosticar a aRH, é preciso descartar outras possíveis causas para a pressão alta, como:

    • Falta de adesão ao tratamento

    • Escolha inadequada dos medicamentos

    • Pressão alta artificial no consultório médico (síndrome do jaleco branco)

    • Doenças secundárias que afetam os rins, as glândulas adrenais ou as artérias renais

    • Uso de substâncias que elevam a pressão arterial, como álcool, cafeína, anti-inflamatórios ou drogas ilícitas

    Por isso, o termo “aparente” é usado para indicar que nem sempre se trata de uma verdadeira resistência aos medicamentos, mas sim de uma dificuldade em controlar a pressão arterial por outros fatores. Nesses casos, é importante investigar e tratar as causas subjacentes, além de ajustar o esquema terapêutico.

    O estudo do Smidt Heart Institute mostrou que o uso de um MRA pode ser uma estratégia eficaz para controlar a aRH. Os MRA são medicamentos que bloqueiam os efeitos dos hormônios aldosterona e cortisol nos rins, reduzindo a retenção de sódio e água e diminuindo a pressão arterial. Eles são indicados para pacientes com hiperaldosteronismo primário, uma doença que causa excesso de produção de aldosterona pelas glândulas adrenais e é uma das causas secundárias de hipertensão.

    Os pesquisadores observaram que os pacientes com aRH controlada eram mais propensos a receber um MRA do que os pacientes com aRH não controlada (34% versus 11%, respectivamente). Além disso, eles notaram que havia grandes diferenças na forma como os profissionais da área médica tratavam a hipertensão resistente aparente, evidenciando uma necessidade de padronizar os cuidados.

    A padronização dos cuidados envolve seguir as diretrizes baseadas em evidências para o diagnóstico e tratamento da hipertensão resistente aparente. Essas diretrizes incluem:

    • Confirmar a medida correta da pressão arterial no consultório e fora dele (por meio da monitorização ambulatorial ou residencial)

    • Avaliar a adesão do paciente ao tratamento e orientá-lo sobre as possíveis barreiras e soluções

    • Revisar os medicamentos prescritos e verificar se estão nas doses adequadas e se há interações medicamentosas

    • Prescrever um diurético como parte do esquema terapêutico

    • Investigar e tratar as causas secundárias de hipertensão, se houver

    • Considerar o uso de um MRA como quarto medicamento, se não houver contraindicações

    • Encaminhar o paciente para um especialista em hipertensão, se necessário

    A conscientização dos profissionais e dos pacientes sobre a hipertensão resistente aparente é fundamental para melhorar o controle da pressão arterial e prevenir complicações cardiovasculares. Os pacientes devem conversar com seus médicos sobre as estratégias para lembrar de tomar os medicamentos e relatar os possíveis efeitos colaterais. Os médicos devem estar atentos ao fato de que se forem necessários quatro ou mais medicamentos anti-hipertensivos para controlar a pressão arterial do paciente, eles devem considerar a avaliação de causas alternativas de hipertensão ou encaminhar o paciente para um especialista.

    Tratar pacientes com problemas cardíacos complexos como a aRH é uma das especialidades do Smidt Heart Institute, que recentemente recebeu a Certificação de Centro de Hipertensão Abrangente da American Heart Association. Essa certificação reconhece o compromisso do instituto em seguir as diretrizes baseadas em evidências para cuidar de pessoas com hipertensão complexa ou de difícil tratamento.

    “Essa certificação, aliada à nossa experiência clínica e de pesquisa em doenças hipertensivas, serve como um selo de excelência”, disse Christine M. Albert, MD, MPH, presidente do Departamento de Cardiologia e titular da Cátedra Distinta Lee e Harold Kapelovitz em Cardiologia. “Esses esforços sinalizam aos pacientes, profissionais da área médica e à comunidade que o Smidt Heart Institute está comprometido em oferecer cuidados abrangentes e baseados em evidências para a hipertensão.”

    Fonte: Link 1.

    Esse tipo de hipertensão requer mais medicação e controle médico, pois aumenta o risco de eventos cardiovasculares adversos, como infarto e derrame.

    O estudo, publicado na revista Hypertension, usou dados dos registros eletrônicos de saúde de três grandes organizações de saúde geograficamente diversas para analisar a prevalência, causas e tratamento da aRH. Os pesquisadores descobriram que os pacientes com aRH controlada tinham mais probabilidade de ser tratados com um medicamento comum chamado antagonista do receptor mineralocorticoide (MRA), enquanto os pacientes com aRH não controlada tinham mais probabilidade de ser tratados com quatro ou mais medicamentos anti-hipertensivos.

    Mas o que é a hipertensão resistente aparente e como ela se diferencia da hipertensão comum? A aRH é definida como a persistência da pressão arterial elevada, mesmo após o uso de três ou mais classes de medicamentos anti-hipertensivos em doses adequadas, incluindo um diurético. Porém, antes de diagnosticar a aRH, é preciso descartar outras possíveis causas para a pressão alta, como:

    • Falta de adesão ao tratamento

    • Escolha inadequada dos medicamentos

    • Pressão alta artificial no consultório médico (síndrome do jaleco branco)

    • Doenças secundárias que afetam os rins, as glândulas adrenais ou as artérias renais

    • Uso de substâncias que elevam a pressão arterial, como álcool, cafeína, anti-inflamatórios ou drogas ilícitas

    Por isso, o termo “aparente” é usado para indicar que nem sempre se trata de uma verdadeira resistência aos medicamentos, mas sim de uma dificuldade em controlar a pressão arterial por outros fatores. Nesses casos, é importante investigar e tratar as causas subjacentes, além de ajustar o esquema terapêutico.

    O estudo do Smidt Heart Institute mostrou que o uso de um MRA pode ser uma estratégia eficaz para controlar a aRH. Os MRA são medicamentos que bloqueiam os efeitos dos hormônios aldosterona e cortisol nos rins, reduzindo a retenção de sódio e água e diminuindo a pressão arterial. Eles são indicados para pacientes com hiperaldosteronismo primário, uma doença que causa excesso de produção de aldosterona pelas glândulas adrenais e é uma das causas secundárias de hipertensão.

    Os pesquisadores observaram que os pacientes com aRH controlada eram mais propensos a receber um MRA do que os pacientes com aRH não controlada (34% versus 11%, respectivamente). Além disso, eles notaram que havia grandes diferenças na forma como os profissionais da área médica tratavam a hipertensão resistente aparente, evidenciando uma necessidade de padronizar os cuidados.

    A padronização dos cuidados envolve seguir as diretrizes baseadas em evidências para o diagnóstico e tratamento da hipertensão resistente aparente. Essas diretrizes incluem:

    • Confirmar a medida correta da pressão arterial no consultório e fora dele (por meio da monitorização ambulatorial ou residencial)

    • Avaliar a adesão do paciente ao tratamento e orientá-lo sobre as possíveis barreiras e soluções

    • Revisar os medicamentos prescritos e verificar se estão nas doses adequadas e se há interações medicamentosas

    • Prescrever um diurético como parte do esquema terapêutico

    • Investigar e tratar as causas secundárias de hipertensão, se houver

    • Considerar o uso de um MRA como quarto medicamento, se não houver contraindicações

    • Encaminhar o paciente para um especialista em hipertensão, se necessário

    A conscientização dos profissionais e dos pacientes sobre a hipertensão resistente aparente é fundamental para melhorar o controle da pressão arterial e prevenir complicações cardiovasculares. Os pacientes devem conversar com seus médicos sobre as estratégias para lembrar de tomar os medicamentos e relatar os possíveis efeitos colaterais. Os médicos devem estar atentos ao fato de que se forem necessários quatro ou mais medicamentos anti-hipertensivos para controlar a pressão arterial do paciente, eles devem considerar a avaliação de causas alternativas de hipertensão ou encaminhar o paciente para um especialista.

    Tratar pacientes com problemas cardíacos complexos como a aRH é uma das especialidades do Smidt Heart Institute, que recentemente recebeu a Certificação de Centro de Hipertensão Abrangente da American Heart Association. Essa certificação reconhece o compromisso do instituto em seguir as diretrizes baseadas em evidências para cuidar de pessoas com hipertensão complexa ou de difícil tratamento.

    “Essa certificação, aliada à nossa experiência clínica e de pesquisa em doenças hipertensivas, serve como um selo de excelência”, disse Christine M. Albert, MD, MPH, presidente do Departamento de Cardiologia e titular da Cátedra Distinta Lee e Harold Kapelovitz em Cardiologia. “Esses esforços sinalizam aos pacientes, profissionais da área médica e à comunidade que o Smidt Heart Institute está comprometido em oferecer cuidados abrangentes e baseados em evidências para a hipertensão.”

    Fonte: Link 1.

  • Windows pode se tornar 100% baseado em nuvem em breve, revela documento vazado da Microsoft

    Windows pode se tornar 100% baseado em nuvem em breve, revela documento vazado da Microsoft

    Você já imaginou usar o sistema operacional Windows sem precisar instalá-lo ou atualizá-lo no seu computador? Essa pode ser a realidade em um futuro próximo, de acordo com um documento vazado da Microsoft que revela os planos da empresa para tornar o Windows 100% baseado em nuvem.

    O que isso significa? Significa que o sistema operacional será executado completamente em servidores remotos, sem a necessidade de instalação ou atualizações locais. Você poderá acessar o Windows e seus aplicativos de qualquer dispositivo conectado à Internet, como um smartphone, um tablet ou um notebook.

    Quais são as vantagens de um sistema operacional baseado em nuvem?

    A mudança para um sistema operacional baseado em nuvem traria diversas vantagens para os usuários, como:

    • Maior segurança: o sistema operacional seria atualizado automaticamente em tempo real, sem a necessidade de instalação de atualizações de segurança. Além disso, os aplicativos e dados seriam armazenados em servidores remotos, o que aumentaria a segurança e a privacidade dos usuários.

    • Facilidade de atualização: o sistema operacional seria sempre a versão mais recente, sem a necessidade de download ou instalação de novas versões. Os usuários não precisariam mais se preocupar com a compatibilidade ou o desempenho do sistema operacional.

    • Acesso remoto: os usuários poderiam acessar o sistema operacional e seus aplicativos de qualquer lugar, desde que tenham acesso à internet. Isso permitiria uma maior flexibilidade e mobilidade para as pessoas que precisam trabalhar em diferentes locais e dispositivos.

    • Redução de custos: os usuários não precisariam mais investir em hardware local para rodar o sistema operacional e seus aplicativos. Os custos de manutenção e a necessidade de atualizações seriam reduzidos, o que poderia beneficiar empresas e usuários finais.

    Quais são os desafios de um sistema operacional baseado em nuvem?

    Embora a mudança para um sistema operacional baseado em nuvem pareça promissora, ela também traz alguns desafios, como:

    • Dependência da internet: os usuários precisariam ter uma conexão estável e rápida com a internet para acessar o sistema operacional e seus aplicativos. Caso contrário, eles poderiam enfrentar problemas de lentidão, instabilidade ou indisponibilidade do serviço.

    • Perda de controle: os usuários não teriam mais controle sobre seus dados e aplicativos, que ficariam armazenados em servidores remotos. Eles dependeriam da confiabilidade e da segurança dos provedores de nuvem para garantir a integridade e a disponibilidade dos seus dados e aplicativos.

    • Resistência à mudança: alguns usuários podem preferir manter seus dados e aplicativos localmente, por questões de hábito, preferência ou necessidade. Eles podem não se adaptar facilmente à mudança para um ambiente de nuvem, que requer uma nova forma de interação com o sistema operacional.

    Quando essa mudança será implementada?

    Ainda não há uma data definida para quando essa mudança será implementada pela Microsoft. O documento vazado é apenas um plano preliminar que pode sofrer alterações ou até mesmo ser cancelado. Além disso, a transição para um ambiente de nuvem pode levar tempo e exigir uma adaptação gradual dos usuários.

    No entanto, é certo que a tendência é que cada vez mais serviços e aplicativos sejam migrados para a nuvem, tornando o acesso remoto e a colaboração mais práticos e eficientes. A Microsoft já oferece alguns serviços baseados em nuvem, como o Office 365, o OneDrive e o Azure. O Windows baseado em nuvem pode ser o próximo passo nessa direção.

    Em resumo, a mudança para um sistema operacional baseado em nuvem pode trazer diversos benefícios para os usuários, como maior segurança, facilidade de atualização e acesso remoto. Embora ainda não haja uma data definida para a implementação dessa mudança, é certo que a tendência é que cada vez mais serviços e aplicativos sejam migrados para a nuvem, tornando o acesso remoto e a colaboração mais práticos e eficientes.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    O que isso significa? Significa que o sistema operacional será executado completamente em servidores remotos, sem a necessidade de instalação ou atualizações locais. Você poderá acessar o Windows e seus aplicativos de qualquer dispositivo conectado à Internet, como um smartphone, um tablet ou um notebook.

    Quais são as vantagens de um sistema operacional baseado em nuvem?

    A mudança para um sistema operacional baseado em nuvem traria diversas vantagens para os usuários, como:

    • Maior segurança: o sistema operacional seria atualizado automaticamente em tempo real, sem a necessidade de instalação de atualizações de segurança. Além disso, os aplicativos e dados seriam armazenados em servidores remotos, o que aumentaria a segurança e a privacidade dos usuários.

    • Facilidade de atualização: o sistema operacional seria sempre a versão mais recente, sem a necessidade de download ou instalação de novas versões. Os usuários não precisariam mais se preocupar com a compatibilidade ou o desempenho do sistema operacional.

    • Acesso remoto: os usuários poderiam acessar o sistema operacional e seus aplicativos de qualquer lugar, desde que tenham acesso à internet. Isso permitiria uma maior flexibilidade e mobilidade para as pessoas que precisam trabalhar em diferentes locais e dispositivos.

    • Redução de custos: os usuários não precisariam mais investir em hardware local para rodar o sistema operacional e seus aplicativos. Os custos de manutenção e a necessidade de atualizações seriam reduzidos, o que poderia beneficiar empresas e usuários finais.

    Quais são os desafios de um sistema operacional baseado em nuvem?

    Embora a mudança para um sistema operacional baseado em nuvem pareça promissora, ela também traz alguns desafios, como:

    • Dependência da internet: os usuários precisariam ter uma conexão estável e rápida com a internet para acessar o sistema operacional e seus aplicativos. Caso contrário, eles poderiam enfrentar problemas de lentidão, instabilidade ou indisponibilidade do serviço.

    • Perda de controle: os usuários não teriam mais controle sobre seus dados e aplicativos, que ficariam armazenados em servidores remotos. Eles dependeriam da confiabilidade e da segurança dos provedores de nuvem para garantir a integridade e a disponibilidade dos seus dados e aplicativos.

    • Resistência à mudança: alguns usuários podem preferir manter seus dados e aplicativos localmente, por questões de hábito, preferência ou necessidade. Eles podem não se adaptar facilmente à mudança para um ambiente de nuvem, que requer uma nova forma de interação com o sistema operacional.

    Quando essa mudança será implementada?

    Ainda não há uma data definida para quando essa mudança será implementada pela Microsoft. O documento vazado é apenas um plano preliminar que pode sofrer alterações ou até mesmo ser cancelado. Além disso, a transição para um ambiente de nuvem pode levar tempo e exigir uma adaptação gradual dos usuários.

    No entanto, é certo que a tendência é que cada vez mais serviços e aplicativos sejam migrados para a nuvem, tornando o acesso remoto e a colaboração mais práticos e eficientes. A Microsoft já oferece alguns serviços baseados em nuvem, como o Office 365, o OneDrive e o Azure. O Windows baseado em nuvem pode ser o próximo passo nessa direção.

    Em resumo, a mudança para um sistema operacional baseado em nuvem pode trazer diversos benefícios para os usuários, como maior segurança, facilidade de atualização e acesso remoto. Embora ainda não haja uma data definida para a implementação dessa mudança, é certo que a tendência é que cada vez mais serviços e aplicativos sejam migrados para a nuvem, tornando o acesso remoto e a colaboração mais práticos e eficientes.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Pesquisadores descobrem como aumentar a imunidade contra o câncer

    Pesquisadores descobrem como aumentar a imunidade contra o câncer

    Você sabia que o seu sistema imunológico pode ser um aliado na luta contra o câncer? Uma pesquisa realizada pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, descobriu um novo marcador de células imunológicas que regula a imunidade antitumoral.

    Esse marcador, chamado CD83, é encontrado nas células T reguladoras (Tregs), que são responsáveis por suprimir a resposta imunológica do corpo a tumores.

    Os pesquisadores descobriram que, ao bloquear o CD83 nas células Tregs, era possível aumentar a resposta imunológica do corpo aos tumores. Isso significa que o CD83 pode ser um alvo terapêutico para o tratamento do câncer. Essa descoberta é importante porque pode levar a novas terapias para o câncer que sejam mais eficazes e menos tóxicas do que as terapias convencionais.

    A pesquisa também ajuda a entender melhor como o sistema imunológico funciona e como ele pode ser manipulado para combater doenças. Isso pode ser um passo importante para o desenvolvimento de novas terapias imunológicas que possam ser utilizadas em diversas doenças, não apenas no câncer.

    Além disso, a pesquisa pode ter um impacto significativo na saúde pública, pois o câncer é uma das principais causas de morte em todo o mundo. Novas terapias que sejam mais eficazes e menos tóxicas podem melhorar as taxas de sobrevivência e qualidade de vida dos pacientes com câncer.

    Fonte: Link.

    Esse marcador, chamado CD83, é encontrado nas células T reguladoras (Tregs), que são responsáveis por suprimir a resposta imunológica do corpo a tumores.

    Os pesquisadores descobriram que, ao bloquear o CD83 nas células Tregs, era possível aumentar a resposta imunológica do corpo aos tumores. Isso significa que o CD83 pode ser um alvo terapêutico para o tratamento do câncer. Essa descoberta é importante porque pode levar a novas terapias para o câncer que sejam mais eficazes e menos tóxicas do que as terapias convencionais.

    A pesquisa também ajuda a entender melhor como o sistema imunológico funciona e como ele pode ser manipulado para combater doenças. Isso pode ser um passo importante para o desenvolvimento de novas terapias imunológicas que possam ser utilizadas em diversas doenças, não apenas no câncer.

    Além disso, a pesquisa pode ter um impacto significativo na saúde pública, pois o câncer é uma das principais causas de morte em todo o mundo. Novas terapias que sejam mais eficazes e menos tóxicas podem melhorar as taxas de sobrevivência e qualidade de vida dos pacientes com câncer.

    Fonte: Link.

  • Telescópio Espacial James Webb encontra molécula que pode ser a chave para a origem da vida no universo

    Telescópio Espacial James Webb encontra molécula que pode ser a chave para a origem da vida no universo

    Usando o Telescópio Espacial James Webb da NASA, uma equipe de cientistas internacionais detectou pela primeira vez um novo composto de carbono no espaço.

    O composto se chama cátion metila (CH3+), e é importante porque ajuda a formar moléculas de carbono mais complexas. O cátion metila foi encontrado em um sistema estelar jovem, com um disco protoplanetário, chamado d203-506, que fica a cerca de 1.350 anos-luz de distância na Nebulosa de Órion.

    Os compostos de carbono são a base de toda a vida conhecida, e por isso são muito interessantes para os cientistas que querem entender como a vida surgiu na Terra e como ela poderia surgir em outros lugares do universo. O estudo da química orgânica interestelar, que contém carbono, é uma área que fascina muitos astrônomos e que o Webb está explorando de novas formas.

    As capacidades únicas do Webb o tornaram um observatório ideal para procurar essa molécula crucial. A resolução espacial e espectral do Webb, assim como sua sensibilidade, foram essenciais para o sucesso da equipe. Em especial, o Webb detectou uma série de linhas de emissão do CH3+ que confirmaram a descoberta.

    “Essa detecção não só mostra a incrível sensibilidade do Webb, mas também confirma a importância central do CH3+ na química interestelar”, disse Marie-Aline Martin-Drumel da Universidade de Paris-Saclay na França, que faz parte da equipe científica.A estrela do sistema d203-506 é uma anã vermelha pequena, mas o sistema recebe uma forte radiação ultravioleta (UV) de estrelas jovens, quentes e massivas que ficam perto. Os cientistas acreditam que a maioria dos discos protoplanetários passa por um período de radiação UV intensa, já que as estrelas tendem a se formar em grupos que incluem estrelas massivas e produtoras de UV.

    Normalmente, espera-se que a radiação UV destrua as moléculas orgânicas complexas, o que poderia parecer contraditório com a descoberta do CH3+. No entanto, a equipe sugere que a radiação UV pode ser na verdade a fonte de energia necessária para o CH3+ se formar. Depois de formado, ele estimula outras reações químicas para criar moléculas de carbono mais complexas.

    De modo geral, a equipe observa que as moléculas que eles veem em d203-506 são bem diferentes dos discos protoplanetários típicos. Em particular, eles não conseguiram detectar nenhum sinal de água.

    “Isso mostra claramente que a radiação UV pode mudar completamente a química de um disco protoplanetário. Ela pode ter um papel crítico nas etapas químicas iniciais das origens da vida”, explicou Olivier Berné do Centro Nacional Francês para Pesquisa Científica em Toulouse, autor principal do estudo.

    Esses resultados, que são do programa PDRs4ALL Early Release Science, foram publicados na revista Nature.

    O Telescópio Espacial James Webb é o principal observatório espacial de ciência do mundo. O Webb vai resolver mistérios no nosso sistema solar, observar mundos distantes ao redor de outras estrelas e investigar as estruturas misteriosas e origens do nosso universo e nosso lugar nele. O Webb é um programa internacional liderado pela NASA com seus parceiros, ESA (Agência Espacial Europeia) e a Agência Espacial Canadense.

    O composto se chama cátion metila (CH3+), e é importante porque ajuda a formar moléculas de carbono mais complexas. O cátion metila foi encontrado em um sistema estelar jovem, com um disco protoplanetário, chamado d203-506, que fica a cerca de 1.350 anos-luz de distância na Nebulosa de Órion.

    Os compostos de carbono são a base de toda a vida conhecida, e por isso são muito interessantes para os cientistas que querem entender como a vida surgiu na Terra e como ela poderia surgir em outros lugares do universo. O estudo da química orgânica interestelar, que contém carbono, é uma área que fascina muitos astrônomos e que o Webb está explorando de novas formas.

    As capacidades únicas do Webb o tornaram um observatório ideal para procurar essa molécula crucial. A resolução espacial e espectral do Webb, assim como sua sensibilidade, foram essenciais para o sucesso da equipe. Em especial, o Webb detectou uma série de linhas de emissão do CH3+ que confirmaram a descoberta.

    “Essa detecção não só mostra a incrível sensibilidade do Webb, mas também confirma a importância central do CH3+ na química interestelar”, disse Marie-Aline Martin-Drumel da Universidade de Paris-Saclay na França, que faz parte da equipe científica.A estrela do sistema d203-506 é uma anã vermelha pequena, mas o sistema recebe uma forte radiação ultravioleta (UV) de estrelas jovens, quentes e massivas que ficam perto. Os cientistas acreditam que a maioria dos discos protoplanetários passa por um período de radiação UV intensa, já que as estrelas tendem a se formar em grupos que incluem estrelas massivas e produtoras de UV.

    Normalmente, espera-se que a radiação UV destrua as moléculas orgânicas complexas, o que poderia parecer contraditório com a descoberta do CH3+. No entanto, a equipe sugere que a radiação UV pode ser na verdade a fonte de energia necessária para o CH3+ se formar. Depois de formado, ele estimula outras reações químicas para criar moléculas de carbono mais complexas.

    De modo geral, a equipe observa que as moléculas que eles veem em d203-506 são bem diferentes dos discos protoplanetários típicos. Em particular, eles não conseguiram detectar nenhum sinal de água.

    “Isso mostra claramente que a radiação UV pode mudar completamente a química de um disco protoplanetário. Ela pode ter um papel crítico nas etapas químicas iniciais das origens da vida”, explicou Olivier Berné do Centro Nacional Francês para Pesquisa Científica em Toulouse, autor principal do estudo.

    Esses resultados, que são do programa PDRs4ALL Early Release Science, foram publicados na revista Nature.

    O Telescópio Espacial James Webb é o principal observatório espacial de ciência do mundo. O Webb vai resolver mistérios no nosso sistema solar, observar mundos distantes ao redor de outras estrelas e investigar as estruturas misteriosas e origens do nosso universo e nosso lugar nele. O Webb é um programa internacional liderado pela NASA com seus parceiros, ESA (Agência Espacial Europeia) e a Agência Espacial Canadense.

  • O grande roubo: como os impostos dos mais pobres financiam a corrupção e a desigualdade no Brasil

    O grande roubo: como os impostos dos mais pobres financiam a corrupção e a desigualdade no Brasil

    Você sabia que o brasileiro paga quase 40% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em impostos? Isso significa que, de tudo o que é produzido e consumido no país, quase metade vai para os cofres do governo.

    Mas o que o governo faz com todo esse dinheiro? Será que ele retorna em serviços públicos de qualidade para a população?

    Os gastos exagerados dos políticos

    Você já parou para pensar quanto custa manter um político no Brasil? Segundo o portal Contas Abertas, o Congresso Nacional gastou R$ 1,2 bilhão em 2020, um ano marcado pela pandemia e pela redução das atividades parlamentares. Esse valor inclui salários, auxílios, verbas indenizatórias, passagens aéreas, diárias, entre outros benefícios.

    Além disso, os políticos contam com uma série de privilégios que aumentam ainda mais os seus gastos. Por exemplo, eles têm direito a carros oficiais, motoristas, seguranças, assessores, planos de saúde, aposentadorias especiais, entre outros. Eles também podem nomear parentes e amigos para cargos públicos sem concurso, o que gera nepotismo e favorecimento.

    Todos esses gastos são pagos com o dinheiro dos impostos que nós pagamos. E o pior é que eles não se traduzem em melhorias para a população. Pelo contrário, muitas vezes eles são usados para financiar esquemas de corrupção e desvio de recursos públicos.

    A injustiça tributária no Brasil

    Outro problema grave do sistema tributário brasileiro é a sua injustiça. Isso porque ele é baseado principalmente em impostos indiretos, ou seja, aqueles que incidem sobre o consumo de bens e serviços. Esses impostos são cobrados de forma igual para todos, independentemente da renda ou da capacidade de pagamento.

    Isso significa que uma pessoa que ganha um salário mínimo paga o mesmo imposto que uma pessoa que ganha um milhão de reais ao comprar um pão ou uma garrafa de água. Por isso, os impostos indiretos são chamados de regressivos, pois eles pesam mais no bolso dos mais pobres do que dos mais ricos.

    Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), os 10% mais pobres da população gastam 32% da sua renda em impostos, enquanto os 10% mais ricos gastam apenas 21%. Ou seja, há uma inversão da lógica da justiça social, que deveria ser baseada na progressividade dos impostos, ou seja, na cobrança proporcional à renda e à riqueza de cada um.

    Os grandes empresários e as grandes fortunas também se beneficiam de isenções, incentivos fiscais e brechas legais que reduzem a sua carga tributária. Além disso, eles contam com mecanismos de sonegação e evasão fiscal que lhes permitem escapar do pagamento de impostos. Segundo a Receita Federal, a sonegação fiscal no Brasil chega a R$ 417 bilhões por ano.

    A proposta de redução de impostos

    Diante desse cenário, muitos brasileiros defendem a redução dos impostos como forma de estimular o consumo, o emprego e o crescimento econômico. Essa é a tese defendida pelo cientista social Alberto Carlos Almeida no livro “O dedo na ferida: Menos imposto, mais consumo”.

    Segundo ele, o brasileiro sabe que paga muito imposto e deseja que os recursos revertam em melhores serviços públicos. Mas, como isso não acontece, ele prefere pagar menos impostos e, com mais dinheiro do salário, pagar por serviços privados (escolas e planos de saúde, entre outros) que funcionem.

    Almeida mostra que a população brasileira apoia a redução de impostos, principalmente porque isso a possibilita comprar mais e conseguir empregos melhores. Os brasileiros querem mais autonomia e independência e menos tutela do Estado. Ele também critica a falta de políticos brasileiros dispostos a defender a redução de impostos como promessa de campanha.

    Para ele, a redução de impostos seria uma forma de aumentar a competitividade das empresas brasileiras, que hoje sofrem com o chamado “custo Brasil”, que inclui a burocracia, a infraestrutura precária e a carga tributária elevada. Além disso, seria uma forma de aumentar a arrecadação do governo, pois haveria mais pessoas consumindo e trabalhando formalmente.

    O problema dos altos impostos no Brasil é um tema que afeta diretamente a vida de todos os cidadãos. É preciso debater e buscar soluções para tornar o sistema tributário mais justo, eficiente e transparente. A redução de impostos é uma proposta que merece ser considerada, pois pode trazer benefícios para a economia e para a sociedade brasileiras.

    Mas o que o governo faz com todo esse dinheiro? Será que ele retorna em serviços públicos de qualidade para a população?

    Os gastos exagerados dos políticos

    Você já parou para pensar quanto custa manter um político no Brasil? Segundo o portal Contas Abertas, o Congresso Nacional gastou R$ 1,2 bilhão em 2020, um ano marcado pela pandemia e pela redução das atividades parlamentares. Esse valor inclui salários, auxílios, verbas indenizatórias, passagens aéreas, diárias, entre outros benefícios.

    Além disso, os políticos contam com uma série de privilégios que aumentam ainda mais os seus gastos. Por exemplo, eles têm direito a carros oficiais, motoristas, seguranças, assessores, planos de saúde, aposentadorias especiais, entre outros. Eles também podem nomear parentes e amigos para cargos públicos sem concurso, o que gera nepotismo e favorecimento.

    Todos esses gastos são pagos com o dinheiro dos impostos que nós pagamos. E o pior é que eles não se traduzem em melhorias para a população. Pelo contrário, muitas vezes eles são usados para financiar esquemas de corrupção e desvio de recursos públicos.

    A injustiça tributária no Brasil

    Outro problema grave do sistema tributário brasileiro é a sua injustiça. Isso porque ele é baseado principalmente em impostos indiretos, ou seja, aqueles que incidem sobre o consumo de bens e serviços. Esses impostos são cobrados de forma igual para todos, independentemente da renda ou da capacidade de pagamento.

    Isso significa que uma pessoa que ganha um salário mínimo paga o mesmo imposto que uma pessoa que ganha um milhão de reais ao comprar um pão ou uma garrafa de água. Por isso, os impostos indiretos são chamados de regressivos, pois eles pesam mais no bolso dos mais pobres do que dos mais ricos.

    Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), os 10% mais pobres da população gastam 32% da sua renda em impostos, enquanto os 10% mais ricos gastam apenas 21%. Ou seja, há uma inversão da lógica da justiça social, que deveria ser baseada na progressividade dos impostos, ou seja, na cobrança proporcional à renda e à riqueza de cada um.

    Os grandes empresários e as grandes fortunas também se beneficiam de isenções, incentivos fiscais e brechas legais que reduzem a sua carga tributária. Além disso, eles contam com mecanismos de sonegação e evasão fiscal que lhes permitem escapar do pagamento de impostos. Segundo a Receita Federal, a sonegação fiscal no Brasil chega a R$ 417 bilhões por ano.

    A proposta de redução de impostos

    Diante desse cenário, muitos brasileiros defendem a redução dos impostos como forma de estimular o consumo, o emprego e o crescimento econômico. Essa é a tese defendida pelo cientista social Alberto Carlos Almeida no livro “O dedo na ferida: Menos imposto, mais consumo”.

    Segundo ele, o brasileiro sabe que paga muito imposto e deseja que os recursos revertam em melhores serviços públicos. Mas, como isso não acontece, ele prefere pagar menos impostos e, com mais dinheiro do salário, pagar por serviços privados (escolas e planos de saúde, entre outros) que funcionem.

    Almeida mostra que a população brasileira apoia a redução de impostos, principalmente porque isso a possibilita comprar mais e conseguir empregos melhores. Os brasileiros querem mais autonomia e independência e menos tutela do Estado. Ele também critica a falta de políticos brasileiros dispostos a defender a redução de impostos como promessa de campanha.

    Para ele, a redução de impostos seria uma forma de aumentar a competitividade das empresas brasileiras, que hoje sofrem com o chamado “custo Brasil”, que inclui a burocracia, a infraestrutura precária e a carga tributária elevada. Além disso, seria uma forma de aumentar a arrecadação do governo, pois haveria mais pessoas consumindo e trabalhando formalmente.

    O problema dos altos impostos no Brasil é um tema que afeta diretamente a vida de todos os cidadãos. É preciso debater e buscar soluções para tornar o sistema tributário mais justo, eficiente e transparente. A redução de impostos é uma proposta que merece ser considerada, pois pode trazer benefícios para a economia e para a sociedade brasileiras.

  • O que os cães podem e não podem comer? Saiba quais alimentos são saudáveis e quais devem ser evitados

    O que os cães podem e não podem comer? Saiba quais alimentos são saudáveis e quais devem ser evitados

    Os cães são animais que adoram comer e muitas vezes ficam de olho na comida dos seus donos. Mas será que tudo o que os humanos comem faz bem para os cães?

    A resposta é não. Alguns alimentos podem ser tóxicos e até fatais para os nossos amigos de quatro patas.

    Por outro lado, existem alimentos que são seguros e até benéficos para os cães, desde que oferecidos com moderação e equilíbrio. Neste post, vamos mostrar quais são os alimentos que os cães podem e não podem comer, e por quê.

    Alimentos que os cães podem comer

    Apesar de serem descendentes dos lobos, os cães se adaptaram a comer uma variedade maior de alimentos do que seus ancestrais carnívoros. Isso aconteceu porque eles começaram a viver junto aos humanos há milhares de anos e a aproveitar os restos de comida deixados por eles.

    Hoje em dia, a base da alimentação dos cães ainda é a carne, que fornece proteínas e gorduras essenciais para o seu crescimento e desenvolvimento. As proteínas são formadas por aminoácidos, que são usados para construir músculos, hormônios e substâncias que transmitem mensagens pelo corpo dos cães. As gorduras são importantes para a saúde do cérebro e podem afetar o desempenho cognitivo e o comportamento dos cães.

    Além da carne, os cães podem comer alguns tipos de frutas e vegetais, que fornecem fibras e nutrientes extras sem adicionar muitas calorias. Por exemplo, cenoura, vagem, batata-doce e mirtilo são alimentos saudáveis para os cães. No entanto, não há evidências suficientes para afirmar que uma dieta vegetariana ou vegana possa atender todas as necessidades nutricionais dos cães.

    Outro alimento que os cães podem comer é o amido, como arroz e batata. Os cães têm uma capacidade maior de digerir o amido do que os lobos, graças a uma adaptação genética que aumentou a produção de uma enzima chamada amilase. O amido pode ser uma fonte de energia para os cães, mas deve ser oferecido com moderação, pois pode contribuir para o ganho de peso.

    Alguns alimentos humanos que também podem ser consumidos pelos cães são:

    • Ovo cozido: é uma fonte de proteína completa e de fácil digestão para os cães. No entanto, deve-se evitar dar ovos crus aos cães, pois eles podem conter bactérias como a Salmonella, que podem causar infecções tanto nos cães quanto nos humanos.

    • Manteiga de amendoim: é um alimento saboroso e rico em gorduras saudáveis para os cães. Mas deve-se dar apenas manteiga de amendoim pura e sem sal aos cães, pois alguns produtos podem conter ingredientes adicionais que podem ser prejudiciais aos cães, como sal ou xilitol.

    • Salmão cozido e sem espinhas: é um alimento rico em ácidos graxos ômega-3, que são conhecidos por reduzir a inflamação e ajudar a manter a pele e o pelo dos cães saudáveis. No entanto, deve-se evitar dar salmão cru aos cães, pois ele pode conter parasitas que podem causar doenças graves nos cães.

    Alimentos que os cães não podem comer

    Apesar da flexibilidade alimentar dos cães, existem alguns alimentos que são extremamente perigosos para eles e devem ser evitados a todo custo. Alguns desses alimentos são:

    • Uva e passa: são alimentos tóxicos para os cães, pois contêm compostos que podem prejudicar os rins dos cães. Eles podem causar insuficiência renal aguda e morte nos cães, mesmo em pequenas quantidades.

    • Chocolate: é um alimento que contém teobromina e cafeína, substâncias que podem estimular o sistema nervoso e o coração dos cães. Em doses altas, elas podem causar vômito, diarreia, tremores, convulsões e até parada cardíaca nos cães. Quanto mais escuro o chocolate, maior o risco de intoxicação.

    • Cebola e alho: são alimentos que contêm compostos que podem danificar os glóbulos vermelhos dos cães, levando à anemia hemolítica. Os sintomas podem incluir fraqueza, falta de ar, urina escura e colapso. O alho é mais tóxico do que a cebola para os cães, mas ambos devem ser evitados.

    Outros alimentos que os cães não podem comer são:

    • Abacate: é um alimento que contém uma substância chamada persina, que pode causar vômito e diarreia nos cães. Além disso, o caroço do abacate pode causar obstrução intestinal se for engolido pelos cães.

    • Macadâmia: é um alimento que contém uma substância desconhecida que pode causar fraqueza, tremores, vômito e aumento da temperatura corporal nos cães. Apenas algumas nozes podem causar esses sintomas nos cães.

    • Café e chá: são bebidas que contêm cafeína, uma substância que pode estimular o sistema nervoso e o coração dos cães. Em doses altas, ela pode causar vômito, diarreia, tremores, convulsões e até parada cardíaca nos cães.

    Os cães são animais que podem comer uma variedade de alimentos diferentes dos seus ancestrais lobos. No entanto, isso não significa que eles possam comer tudo o que os humanos comem. Alguns alimentos podem ser tóxicos e até fatais para os cães, enquanto outros podem ser saudáveis e nutritivos para eles.

    Por isso, é importante saber quais são os alimentos que os cães podem e não podem comer, e oferecer uma dieta balanceada e adequada para as suas necessidades. Assim, você garante a saúde e o bem-estar do seu melhor amigo.

    Fonte: Link.

    A resposta é não. Alguns alimentos podem ser tóxicos e até fatais para os nossos amigos de quatro patas.

    Por outro lado, existem alimentos que são seguros e até benéficos para os cães, desde que oferecidos com moderação e equilíbrio. Neste post, vamos mostrar quais são os alimentos que os cães podem e não podem comer, e por quê.

    Alimentos que os cães podem comer

    Apesar de serem descendentes dos lobos, os cães se adaptaram a comer uma variedade maior de alimentos do que seus ancestrais carnívoros. Isso aconteceu porque eles começaram a viver junto aos humanos há milhares de anos e a aproveitar os restos de comida deixados por eles.

    Hoje em dia, a base da alimentação dos cães ainda é a carne, que fornece proteínas e gorduras essenciais para o seu crescimento e desenvolvimento. As proteínas são formadas por aminoácidos, que são usados para construir músculos, hormônios e substâncias que transmitem mensagens pelo corpo dos cães. As gorduras são importantes para a saúde do cérebro e podem afetar o desempenho cognitivo e o comportamento dos cães.

    Além da carne, os cães podem comer alguns tipos de frutas e vegetais, que fornecem fibras e nutrientes extras sem adicionar muitas calorias. Por exemplo, cenoura, vagem, batata-doce e mirtilo são alimentos saudáveis para os cães. No entanto, não há evidências suficientes para afirmar que uma dieta vegetariana ou vegana possa atender todas as necessidades nutricionais dos cães.

    Outro alimento que os cães podem comer é o amido, como arroz e batata. Os cães têm uma capacidade maior de digerir o amido do que os lobos, graças a uma adaptação genética que aumentou a produção de uma enzima chamada amilase. O amido pode ser uma fonte de energia para os cães, mas deve ser oferecido com moderação, pois pode contribuir para o ganho de peso.

    Alguns alimentos humanos que também podem ser consumidos pelos cães são:

    • Ovo cozido: é uma fonte de proteína completa e de fácil digestão para os cães. No entanto, deve-se evitar dar ovos crus aos cães, pois eles podem conter bactérias como a Salmonella, que podem causar infecções tanto nos cães quanto nos humanos.

    • Manteiga de amendoim: é um alimento saboroso e rico em gorduras saudáveis para os cães. Mas deve-se dar apenas manteiga de amendoim pura e sem sal aos cães, pois alguns produtos podem conter ingredientes adicionais que podem ser prejudiciais aos cães, como sal ou xilitol.

    • Salmão cozido e sem espinhas: é um alimento rico em ácidos graxos ômega-3, que são conhecidos por reduzir a inflamação e ajudar a manter a pele e o pelo dos cães saudáveis. No entanto, deve-se evitar dar salmão cru aos cães, pois ele pode conter parasitas que podem causar doenças graves nos cães.

    Alimentos que os cães não podem comer

    Apesar da flexibilidade alimentar dos cães, existem alguns alimentos que são extremamente perigosos para eles e devem ser evitados a todo custo. Alguns desses alimentos são:

    • Uva e passa: são alimentos tóxicos para os cães, pois contêm compostos que podem prejudicar os rins dos cães. Eles podem causar insuficiência renal aguda e morte nos cães, mesmo em pequenas quantidades.

    • Chocolate: é um alimento que contém teobromina e cafeína, substâncias que podem estimular o sistema nervoso e o coração dos cães. Em doses altas, elas podem causar vômito, diarreia, tremores, convulsões e até parada cardíaca nos cães. Quanto mais escuro o chocolate, maior o risco de intoxicação.

    • Cebola e alho: são alimentos que contêm compostos que podem danificar os glóbulos vermelhos dos cães, levando à anemia hemolítica. Os sintomas podem incluir fraqueza, falta de ar, urina escura e colapso. O alho é mais tóxico do que a cebola para os cães, mas ambos devem ser evitados.

    Outros alimentos que os cães não podem comer são:

    • Abacate: é um alimento que contém uma substância chamada persina, que pode causar vômito e diarreia nos cães. Além disso, o caroço do abacate pode causar obstrução intestinal se for engolido pelos cães.

    • Macadâmia: é um alimento que contém uma substância desconhecida que pode causar fraqueza, tremores, vômito e aumento da temperatura corporal nos cães. Apenas algumas nozes podem causar esses sintomas nos cães.

    • Café e chá: são bebidas que contêm cafeína, uma substância que pode estimular o sistema nervoso e o coração dos cães. Em doses altas, ela pode causar vômito, diarreia, tremores, convulsões e até parada cardíaca nos cães.

    Os cães são animais que podem comer uma variedade de alimentos diferentes dos seus ancestrais lobos. No entanto, isso não significa que eles possam comer tudo o que os humanos comem. Alguns alimentos podem ser tóxicos e até fatais para os cães, enquanto outros podem ser saudáveis e nutritivos para eles.

    Por isso, é importante saber quais são os alimentos que os cães podem e não podem comer, e oferecer uma dieta balanceada e adequada para as suas necessidades. Assim, você garante a saúde e o bem-estar do seu melhor amigo.

    Fonte: Link.

  • Geólogos usam inteligência artificial para prevenir desastres causados por deslizamentos de terra

    Geólogos usam inteligência artificial para prevenir desastres causados por deslizamentos de terra

    Pesquisadores da UCLA desenvolvem um sistema que usa imagens de satélite e aprendizado profundo para detectar e prever deslizamentos de terra em diferentes partes do mundo

    Deslizamentos de terra são fenômenos naturais que podem causar grandes danos a pessoas, propriedades e infraestruturas. Para evitar esses impactos, é importante saber onde e quando eles podem ocorrer. Mas como fazer isso de forma eficiente e precisa?

    Uma equipe de geólogos da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) encontrou uma solução usando inteligência artificial (IA). Eles desenvolveram um algoritmo capaz de analisar imagens de satélite e identificar áreas propensas a deslizamentos de terra com mais de 90% de acerto.

    O algoritmo usa uma técnica chamada aprendizado profundo, que consiste em treinar uma rede neural artificial com milhares de exemplos. No caso dos deslizamentos de terra, os pesquisadores usaram imagens de satélite de áreas afetadas por terremotos, chuvas intensas ou erupções vulcânicas. A rede neural aprendeu a reconhecer os padrões e as características que indicam a ocorrência ou o risco de deslizamentos.

    O resultado é um sistema que pode processar rapidamente grandes quantidades de dados e gerar mapas de risco com alta resolução. Esses mapas podem ajudar os gestores públicos, as agências humanitárias e as comunidades locais a planejar medidas de prevenção, mitigação e resposta aos deslizamentos de terra.

    O algoritmo já foi testado em diferentes cenários, como o terremoto do Nepal em 2015, a erupção do vulcão Kilauea no Havaí em 2018 e as chuvas torrenciais na Índia em 2019. Em todos os casos, o sistema mostrou-se eficaz e superior aos métodos tradicionais baseados em modelos físicos ou estatísticos.

    Os pesquisadores da UCLA pretendem aprimorar o algoritmo para incorporar mais variáveis, como o tipo de solo, a vegetação e a topografia. Eles também querem disponibilizar o sistema para uso público, por meio de uma plataforma online ou um aplicativo móvel.

    O estudo foi publicado na revista científica Earth and Planetary Science Letters e contou com o apoio da National Science Foundation (NSF) dos Estados Unidos.

    Fonte: Link.

    Deslizamentos de terra são fenômenos naturais que podem causar grandes danos a pessoas, propriedades e infraestruturas. Para evitar esses impactos, é importante saber onde e quando eles podem ocorrer. Mas como fazer isso de forma eficiente e precisa?

    Uma equipe de geólogos da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) encontrou uma solução usando inteligência artificial (IA). Eles desenvolveram um algoritmo capaz de analisar imagens de satélite e identificar áreas propensas a deslizamentos de terra com mais de 90% de acerto.

    O algoritmo usa uma técnica chamada aprendizado profundo, que consiste em treinar uma rede neural artificial com milhares de exemplos. No caso dos deslizamentos de terra, os pesquisadores usaram imagens de satélite de áreas afetadas por terremotos, chuvas intensas ou erupções vulcânicas. A rede neural aprendeu a reconhecer os padrões e as características que indicam a ocorrência ou o risco de deslizamentos.

    O resultado é um sistema que pode processar rapidamente grandes quantidades de dados e gerar mapas de risco com alta resolução. Esses mapas podem ajudar os gestores públicos, as agências humanitárias e as comunidades locais a planejar medidas de prevenção, mitigação e resposta aos deslizamentos de terra.

    O algoritmo já foi testado em diferentes cenários, como o terremoto do Nepal em 2015, a erupção do vulcão Kilauea no Havaí em 2018 e as chuvas torrenciais na Índia em 2019. Em todos os casos, o sistema mostrou-se eficaz e superior aos métodos tradicionais baseados em modelos físicos ou estatísticos.

    Os pesquisadores da UCLA pretendem aprimorar o algoritmo para incorporar mais variáveis, como o tipo de solo, a vegetação e a topografia. Eles também querem disponibilizar o sistema para uso público, por meio de uma plataforma online ou um aplicativo móvel.

    O estudo foi publicado na revista científica Earth and Planetary Science Letters e contou com o apoio da National Science Foundation (NSF) dos Estados Unidos.

    Fonte: Link.

  • Cromossomo Y pode aumentar risco de câncer em homens, dizem estudos

    Cromossomo Y pode aumentar risco de câncer em homens, dizem estudos

    Dois trabalhos publicados na revista Nature mostram como a perda ou a presença do cromossomo Y pode influenciar a agressividade de tumores de bexiga e de cólon.

    Os homens são mais propensos do que as mulheres a desenvolver e morrer de alguns tipos de câncer que não afetam os órgãos reprodutivos, como o câncer de bexiga e o câncer colorretal. Por muito tempo, acreditou-se que isso se devia a fatores de estilo de vida, como o tabagismo e o consumo de álcool. Mas estudos recentes sugerem que há também um componente genético envolvido.

    O cromossomo Y, que é encontrado em pessoas que se identificam como homens, pode ter um papel importante nessa diferença. O cromossomo Y pode se perder espontaneamente durante a divisão celular, e isso ocorre com mais frequência à medida que os homens envelhecem. A perda do cromossomo Y em algumas células tem sido associada a doenças como problemas cardíacos, neurodegenerativas e alguns cânceres.

    Um dos estudos publicados na Nature analisou como a perda do cromossomo Y afeta o câncer de bexiga, um tipo de tumor que é mais frequente e mais agressivo em homens do que em mulheres. Os pesquisadores estudaram células humanas de câncer de bexiga que haviam perdido seu cromossomo Y naturalmente ou por meio da edição genética com a técnica CRISPR-Cas9. Eles descobriram que essas células eram mais agressivas quando transplantadas em camundongos do que as células que ainda tinham seu cromossomo Y. Eles também descobriram que as células imunológicas ao redor dos tumores sem o cromossomo Y tendiam a ser disfuncionais.

    Em camundongos, um anticorpo terapêutico que pode restaurar a atividade dessas células imunológicas foi mais eficaz contra esses tumores sem o cromossomo Y do que contra os tumores que ainda tinham seu cromossomo Y. Isso sugere que a perda do cromossomo Y pode permitir que os tumores de bexiga escapem da detecção pelo sistema imunológico.

    O outro estudo publicado na Nature investigou como a presença do cromossomo Y afeta o câncer colorretal, outro tipo de tumor que tem um viés masculino. Os pesquisadores identificaram um gene específico no cromossomo Y de camundongos que aumenta o risco de alguns cânceres colorretais se espalharem para outras partes do corpo. Esse gene, chamado Sry, está envolvido na determinação do sexo masculino nos mamíferos e também regula a expressão de outros genes relacionados à inflamação e ao metabolismo.

    Os pesquisadores descobriram que camundongos machos com esse gene tinham mais metástases (células tumorais que se espalham pelo corpo) do que camundongos fêmeas ou camundongos machos sem esse gene. Eles também descobriram que esse gene estava ativo em algumas células humanas de câncer colorretal e estava associado a um pior prognóstico.

    Juntos, os dois estudos são um passo em direção à compreensão de por que tantos cânceres têm uma tendência maior em homens, diz Sue Haupt, uma pesquisadora de câncer do George Institute of Global Health em Sydney, Austrália, que não participou dos trabalhos. “Está ficando claro que é além do estilo de vida”, diz ela. “Há um componente genético”.

    Fonte: Link.

    Os homens são mais propensos do que as mulheres a desenvolver e morrer de alguns tipos de câncer que não afetam os órgãos reprodutivos, como o câncer de bexiga e o câncer colorretal. Por muito tempo, acreditou-se que isso se devia a fatores de estilo de vida, como o tabagismo e o consumo de álcool. Mas estudos recentes sugerem que há também um componente genético envolvido.

    O cromossomo Y, que é encontrado em pessoas que se identificam como homens, pode ter um papel importante nessa diferença. O cromossomo Y pode se perder espontaneamente durante a divisão celular, e isso ocorre com mais frequência à medida que os homens envelhecem. A perda do cromossomo Y em algumas células tem sido associada a doenças como problemas cardíacos, neurodegenerativas e alguns cânceres.

    Um dos estudos publicados na Nature analisou como a perda do cromossomo Y afeta o câncer de bexiga, um tipo de tumor que é mais frequente e mais agressivo em homens do que em mulheres. Os pesquisadores estudaram células humanas de câncer de bexiga que haviam perdido seu cromossomo Y naturalmente ou por meio da edição genética com a técnica CRISPR-Cas9. Eles descobriram que essas células eram mais agressivas quando transplantadas em camundongos do que as células que ainda tinham seu cromossomo Y. Eles também descobriram que as células imunológicas ao redor dos tumores sem o cromossomo Y tendiam a ser disfuncionais.

    Em camundongos, um anticorpo terapêutico que pode restaurar a atividade dessas células imunológicas foi mais eficaz contra esses tumores sem o cromossomo Y do que contra os tumores que ainda tinham seu cromossomo Y. Isso sugere que a perda do cromossomo Y pode permitir que os tumores de bexiga escapem da detecção pelo sistema imunológico.

    O outro estudo publicado na Nature investigou como a presença do cromossomo Y afeta o câncer colorretal, outro tipo de tumor que tem um viés masculino. Os pesquisadores identificaram um gene específico no cromossomo Y de camundongos que aumenta o risco de alguns cânceres colorretais se espalharem para outras partes do corpo. Esse gene, chamado Sry, está envolvido na determinação do sexo masculino nos mamíferos e também regula a expressão de outros genes relacionados à inflamação e ao metabolismo.

    Os pesquisadores descobriram que camundongos machos com esse gene tinham mais metástases (células tumorais que se espalham pelo corpo) do que camundongos fêmeas ou camundongos machos sem esse gene. Eles também descobriram que esse gene estava ativo em algumas células humanas de câncer colorretal e estava associado a um pior prognóstico.

    Juntos, os dois estudos são um passo em direção à compreensão de por que tantos cânceres têm uma tendência maior em homens, diz Sue Haupt, uma pesquisadora de câncer do George Institute of Global Health em Sydney, Austrália, que não participou dos trabalhos. “Está ficando claro que é além do estilo de vida”, diz ela. “Há um componente genético”.

    Fonte: Link.