Tag: rádio

  • Como descobrir se um filme tem som Dolby Atmos

    Como descobrir se um filme tem som Dolby Atmos

    Você já ouviu falar em Dolby Atmos? É uma tecnologia de áudio que promete levar o “som do cinema” para a sua casa. Ela aprimora o som surround, que é aquele que vem de diferentes direções, e adiciona uma verticalização ao som espacial.

    Isso significa que você também pode sentir se o som vem de baixo ou de cima, criando uma perspectiva mais realista e aumentando a noção espacial.

    Por exemplo, ao assistir a um filme com Dolby Atmos, você pode ouvir o som da chuva caindo no seu sofá, ou o som de um avião passando por cima da sua cabeça. Tudo isso cria uma atmosfera sonora que te envolve na história e te faz sentir parte da ação.

    Mas como saber se um filme tem suporte para Dolby Atmos? E quais são os equipamentos necessários para reproduzir esse áudio tridimensional? Neste post, vamos responder essas perguntas e te dar algumas dicas de filmes com Dolby Atmos para você testar o seu sistema de som.

    Como saber se um filme tem suporte para Dolby Atmos?

    A primeira coisa que você precisa fazer é verificar se o filme tem o selo da tecnologia na capa ou na descrição do conteúdo. Geralmente, os filmes com Dolby Atmos trazem o logo da marca na parte inferior ou no canto da embalagem. Se você estiver assistindo a um filme online, procure pelo selo na página do filme ou na plataforma de streaming.

    Você também pode consultar a lista de filmes com Dolby Atmos no site oficial da Dolby. Lá, você encontra os títulos que foram produzidos ou remasterizados com a tecnologia, desde 2012 até os lançamentos mais recentes. Você pode filtrar os filmes por gênero, ano, idioma e formato (Blu-ray, streaming ou cinema).

    Outra opção é buscar em sites especializados em áudio e cinema, que costumam fazer listas e recomendações de filmes com Dolby Atmos. Alguns exemplos são:

    Quais são os equipamentos necessários para reproduzir o áudio tridimensional?

    Além do filme, você precisa de um dispositivo compatível com Dolby Atmos para reproduzir o áudio tridimensional. Existem diversos equipamentos que suportam a tecnologia, como TVs, soundbars, fones de ouvido, home theaters, smartphones e consoles de videogame. Você pode conferir a lista de dispositivos no site da Dolby.

    Para ter uma experiência completa com Dolby Atmos, o ideal é ter um sistema de som mais robusto, com caixas de som posicionadas em diferentes pontos da sala, inclusive acima do espectador. Assim, você consegue criar uma bolha virtual de som que te envolve por todos os lados. Porém, isso pode exigir um investimento maior e mais espaço na sua casa.

    Uma alternativa mais simples e acessível é usar uma soundbar ou um fone de ouvido com Dolby Atmos. Esses dispositivos usam técnicas de processamento de áudio para simular o efeito espacial sem precisar de tantas caixas de som. A qualidade pode não ser tão fiel quanto a de um sistema completo, mas ainda assim é muito superior ao som estéreo ou surround convencional.

    Quais são os filmes com Dolby Atmos que você pode assistir?

    Já existem mais de 500 filmes com suporte ao Dolby Atmos. Então, há opções para todos os gostos e gêneros. Alguns exemplos de filmes com Dolby Atmos são:

    • Ford vs Ferrari: Um filme sobre a rivalidade entre as montadoras Ford e Ferrari nas corridas de Le Mans nos anos 60. As cenas das corridas são incríveis e exploram bem o som dos motores, das freadas, das ultrapassagens e dos acidentes. Você pode sentir a adrenalina e a velocidade dos carros na sua sala.

    • Esquadrão 6: Um filme de ação sobre um grupo de mercenários que tenta derrubar um ditador cruel. O filme tem muitas cenas de perseguição, tiroteio, explosão e luta que usam o Dolby Atmos para criar uma atmosfera intensa e imersiva. Você pode ouvir os tiros vindo de todas as direções, as explosões sacudindo o seu sofá e os aviões voando sobre a sua cabeça.

    • Bohemian Rhapsody: Um filme biográfico sobre a banda Queen e o seu vocalista Freddie Mercury. O filme tem muitas cenas musicais que usam o Dolby Atmos para reproduzir a sensação de estar em um show ao vivo. Você pode ouvir o público cantando junto, os instrumentos tocando com clareza e a voz do Freddie ecoando na sua casa.

    • Star Trek: Além da Escuridão: Um filme de ficção científica sobre a tripulação da nave Enterprise enfrentando um inimigo misterioso. O filme tem muitas cenas de batalha espacial, viagem interestelar e exploração de planetas que usam o Dolby Atmos para criar um universo sonoro rico e detalhado. Você pode ouvir as naves passando por cima e por baixo de você, os raios laser atingindo os alvos e os sons alienígenas surpreendendo você.

    • Gravidade: Um filme de drama sobre uma astronauta que tenta sobreviver após um acidente no espaço. O filme usa o Dolby Atmos para criar um contraste entre o silêncio do espaço e os sons da respiração, do coração e dos objetos flutuando. Você pode sentir a angústia, o medo e a solidão da personagem na sua pele.

    Esses são apenas alguns exemplos de filmes com Dolby Atmos que você pode assistir em casa. Mas há muitos outros títulos disponíveis em diferentes plataformas de streaming, como Netflix, Amazon Prime Video, Disney+ e HBO Max. Basta procurar pelo selo da tecnologia e se preparar para uma experiência sonora incrível.

    Isso significa que você também pode sentir se o som vem de baixo ou de cima, criando uma perspectiva mais realista e aumentando a noção espacial.

    Por exemplo, ao assistir a um filme com Dolby Atmos, você pode ouvir o som da chuva caindo no seu sofá, ou o som de um avião passando por cima da sua cabeça. Tudo isso cria uma atmosfera sonora que te envolve na história e te faz sentir parte da ação.

    Mas como saber se um filme tem suporte para Dolby Atmos? E quais são os equipamentos necessários para reproduzir esse áudio tridimensional? Neste post, vamos responder essas perguntas e te dar algumas dicas de filmes com Dolby Atmos para você testar o seu sistema de som.

    Como saber se um filme tem suporte para Dolby Atmos?

    A primeira coisa que você precisa fazer é verificar se o filme tem o selo da tecnologia na capa ou na descrição do conteúdo. Geralmente, os filmes com Dolby Atmos trazem o logo da marca na parte inferior ou no canto da embalagem. Se você estiver assistindo a um filme online, procure pelo selo na página do filme ou na plataforma de streaming.

    Você também pode consultar a lista de filmes com Dolby Atmos no site oficial da Dolby. Lá, você encontra os títulos que foram produzidos ou remasterizados com a tecnologia, desde 2012 até os lançamentos mais recentes. Você pode filtrar os filmes por gênero, ano, idioma e formato (Blu-ray, streaming ou cinema).

    Outra opção é buscar em sites especializados em áudio e cinema, que costumam fazer listas e recomendações de filmes com Dolby Atmos. Alguns exemplos são:

    Quais são os equipamentos necessários para reproduzir o áudio tridimensional?

    Além do filme, você precisa de um dispositivo compatível com Dolby Atmos para reproduzir o áudio tridimensional. Existem diversos equipamentos que suportam a tecnologia, como TVs, soundbars, fones de ouvido, home theaters, smartphones e consoles de videogame. Você pode conferir a lista de dispositivos no site da Dolby.

    Para ter uma experiência completa com Dolby Atmos, o ideal é ter um sistema de som mais robusto, com caixas de som posicionadas em diferentes pontos da sala, inclusive acima do espectador. Assim, você consegue criar uma bolha virtual de som que te envolve por todos os lados. Porém, isso pode exigir um investimento maior e mais espaço na sua casa.

    Uma alternativa mais simples e acessível é usar uma soundbar ou um fone de ouvido com Dolby Atmos. Esses dispositivos usam técnicas de processamento de áudio para simular o efeito espacial sem precisar de tantas caixas de som. A qualidade pode não ser tão fiel quanto a de um sistema completo, mas ainda assim é muito superior ao som estéreo ou surround convencional.

    Quais são os filmes com Dolby Atmos que você pode assistir?

    Já existem mais de 500 filmes com suporte ao Dolby Atmos. Então, há opções para todos os gostos e gêneros. Alguns exemplos de filmes com Dolby Atmos são:

    • Ford vs Ferrari: Um filme sobre a rivalidade entre as montadoras Ford e Ferrari nas corridas de Le Mans nos anos 60. As cenas das corridas são incríveis e exploram bem o som dos motores, das freadas, das ultrapassagens e dos acidentes. Você pode sentir a adrenalina e a velocidade dos carros na sua sala.

    • Esquadrão 6: Um filme de ação sobre um grupo de mercenários que tenta derrubar um ditador cruel. O filme tem muitas cenas de perseguição, tiroteio, explosão e luta que usam o Dolby Atmos para criar uma atmosfera intensa e imersiva. Você pode ouvir os tiros vindo de todas as direções, as explosões sacudindo o seu sofá e os aviões voando sobre a sua cabeça.

    • Bohemian Rhapsody: Um filme biográfico sobre a banda Queen e o seu vocalista Freddie Mercury. O filme tem muitas cenas musicais que usam o Dolby Atmos para reproduzir a sensação de estar em um show ao vivo. Você pode ouvir o público cantando junto, os instrumentos tocando com clareza e a voz do Freddie ecoando na sua casa.

    • Star Trek: Além da Escuridão: Um filme de ficção científica sobre a tripulação da nave Enterprise enfrentando um inimigo misterioso. O filme tem muitas cenas de batalha espacial, viagem interestelar e exploração de planetas que usam o Dolby Atmos para criar um universo sonoro rico e detalhado. Você pode ouvir as naves passando por cima e por baixo de você, os raios laser atingindo os alvos e os sons alienígenas surpreendendo você.

    • Gravidade: Um filme de drama sobre uma astronauta que tenta sobreviver após um acidente no espaço. O filme usa o Dolby Atmos para criar um contraste entre o silêncio do espaço e os sons da respiração, do coração e dos objetos flutuando. Você pode sentir a angústia, o medo e a solidão da personagem na sua pele.

    Esses são apenas alguns exemplos de filmes com Dolby Atmos que você pode assistir em casa. Mas há muitos outros títulos disponíveis em diferentes plataformas de streaming, como Netflix, Amazon Prime Video, Disney+ e HBO Max. Basta procurar pelo selo da tecnologia e se preparar para uma experiência sonora incrível.

  • Dá pra burlar o bloqueio do YouTube para quem usa adblock?

    Dá pra burlar o bloqueio do YouTube para quem usa adblock?

    Você já se deparou com uma tela que impede você de assistir aos vídeos do YouTube porque você usa um bloqueador de anúncios? Se sim, saiba que você não está sozinho.

    O YouTube está realizando um experimento global para impedir que usuários que usam adblock assistam aos vídeos sem publicidade. Mas por que o YouTube está fazendo isso? E existe alguma maneira de contornar essa restrição? Neste post, vamos explicar o que está acontecendo e quais são as possíveis soluções.

    O que é um adblock?

    Um adblock é uma extensão para navegador que permite bloquear anúncios de sites e vídeos, como os do YouTube. Ele pode tornar a navegação mais rápida, segura e menos poluída. Muitas pessoas usam adblock para evitar a interrupção dos vídeos por anúncios que não podem ser pulados ou que aparecem no meio da reprodução.

    Por que o YouTube está bloqueando quem usa adblock?

    Segundo a plataforma, essa medida visa incentivar os espectadores a permitir anúncios no YouTube ou experimentar o YouTube Premium, que oferece acesso sem anúncios e outros benefícios. O YouTube afirma que o uso de bloqueadores viola os Termos de Serviço do site e prejudica o ecossistema de criadores que dependem da receita dos anúncios. Os anúncios são a principal fonte de renda do YouTube e dos produtores de conteúdo que usam a plataforma.

    Como funciona o bloqueio?

    Os usuários afetados recebem uma notificação que informa que o player de vídeo será bloqueado depois de assistir a três vídeos com o adblock ativo, a menos que desativem a ferramenta ou permitam os anúncios. O bloqueio é temporário e pode ser revertido se o usuário seguir as instruções da plataforma. O YouTube diz que leva a desativação de reprodução muito a sério e só faz isso se os usuários ignorarem pedidos repetidos para permitir os anúncios.

    Como burlar o bloqueio?

    Existem algumas maneiras de tentar burlar o bloqueio de adblock no YouTube, mas nenhuma delas é garantida ou recomendada pela plataforma. Algumas delas são:

    • Usar um navegador ou uma extensão que tenha um bloqueador de anúncios nativo, como o DuckDuckGo ou o AdBlock Video. Esses bloqueadores podem não ser detectados pelo YouTube ou podem ter alguma forma de enganar o sistema.

    • Usar um script que desative o anti-adblock do YouTube, como o Anti Adblock Killer. Esse script é um código que pode ser instalado em uma extensão chamada Tampermonkey e que promete desabilitar as telas que detectam o adblock.

    • Permitir anúncios de canais específicos do YouTube que você queira apoiar, usando as opções do AdBlock. Essa opção permite que você crie uma lista de exceções para os canais que você gosta e quer ajudar financeiramente. Assim, você pode assistir aos vídeos desses canais com anúncios e sem bloqueio.

    Qual é a melhor opção?

    A melhor opção depende da sua preferência e do seu orçamento. Se você quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem burlar as regras, a melhor opção é assinar o YouTube Premium. Essa assinatura custa R$ 20,90 por mês e oferece acesso ilimitado ao YouTube sem anúncios, ao YouTube Music e ao YouTube Originals. Além disso, você pode baixar vídeos para assistir offline e reproduzir vídeos em segundo plano no seu celular.

    Se você não quiser pagar pelo YouTube Premium, mas quiser apoiar os criadores de conteúdo, você pode permitir os anúncios dos canais que você gosta usando as opções do AdBlock. Assim, você contribui para a renda dos produtores e evita o bloqueio do player.

    Se você não se importar em burlar as regras e quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem pagar nada, você pode tentar usar um navegador ou uma extensão com bloqueador nativo ou um script que desative o anti-adblock. No entanto, essas soluções podem não funcionar sempre ou podem trazer riscos de segurança ou de violação de privacidade. Além disso, você pode prejudicar os criadores de conteúdo que dependem dos anúncios para continuar produzindo.

    O YouTube está realizando um experimento global para impedir que usuários que usam adblock assistam aos vídeos sem publicidade. Mas por que o YouTube está fazendo isso? E existe alguma maneira de contornar essa restrição? Neste post, vamos explicar o que está acontecendo e quais são as possíveis soluções.

    O que é um adblock?

    Um adblock é uma extensão para navegador que permite bloquear anúncios de sites e vídeos, como os do YouTube. Ele pode tornar a navegação mais rápida, segura e menos poluída. Muitas pessoas usam adblock para evitar a interrupção dos vídeos por anúncios que não podem ser pulados ou que aparecem no meio da reprodução.

    Por que o YouTube está bloqueando quem usa adblock?

    Segundo a plataforma, essa medida visa incentivar os espectadores a permitir anúncios no YouTube ou experimentar o YouTube Premium, que oferece acesso sem anúncios e outros benefícios. O YouTube afirma que o uso de bloqueadores viola os Termos de Serviço do site e prejudica o ecossistema de criadores que dependem da receita dos anúncios. Os anúncios são a principal fonte de renda do YouTube e dos produtores de conteúdo que usam a plataforma.

    Como funciona o bloqueio?

    Os usuários afetados recebem uma notificação que informa que o player de vídeo será bloqueado depois de assistir a três vídeos com o adblock ativo, a menos que desativem a ferramenta ou permitam os anúncios. O bloqueio é temporário e pode ser revertido se o usuário seguir as instruções da plataforma. O YouTube diz que leva a desativação de reprodução muito a sério e só faz isso se os usuários ignorarem pedidos repetidos para permitir os anúncios.

    Como burlar o bloqueio?

    Existem algumas maneiras de tentar burlar o bloqueio de adblock no YouTube, mas nenhuma delas é garantida ou recomendada pela plataforma. Algumas delas são:

    • Usar um navegador ou uma extensão que tenha um bloqueador de anúncios nativo, como o DuckDuckGo ou o AdBlock Video. Esses bloqueadores podem não ser detectados pelo YouTube ou podem ter alguma forma de enganar o sistema.

    • Usar um script que desative o anti-adblock do YouTube, como o Anti Adblock Killer. Esse script é um código que pode ser instalado em uma extensão chamada Tampermonkey e que promete desabilitar as telas que detectam o adblock.

    • Permitir anúncios de canais específicos do YouTube que você queira apoiar, usando as opções do AdBlock. Essa opção permite que você crie uma lista de exceções para os canais que você gosta e quer ajudar financeiramente. Assim, você pode assistir aos vídeos desses canais com anúncios e sem bloqueio.

    Qual é a melhor opção?

    A melhor opção depende da sua preferência e do seu orçamento. Se você quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem burlar as regras, a melhor opção é assinar o YouTube Premium. Essa assinatura custa R$ 20,90 por mês e oferece acesso ilimitado ao YouTube sem anúncios, ao YouTube Music e ao YouTube Originals. Além disso, você pode baixar vídeos para assistir offline e reproduzir vídeos em segundo plano no seu celular.

    Se você não quiser pagar pelo YouTube Premium, mas quiser apoiar os criadores de conteúdo, você pode permitir os anúncios dos canais que você gosta usando as opções do AdBlock. Assim, você contribui para a renda dos produtores e evita o bloqueio do player.

    Se você não se importar em burlar as regras e quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem pagar nada, você pode tentar usar um navegador ou uma extensão com bloqueador nativo ou um script que desative o anti-adblock. No entanto, essas soluções podem não funcionar sempre ou podem trazer riscos de segurança ou de violação de privacidade. Além disso, você pode prejudicar os criadores de conteúdo que dependem dos anúncios para continuar produzindo.

  • Ondas gravitacionais gigantes: o que elas revelam sobre o universo

    Ondas gravitacionais gigantes: o que elas revelam sobre o universo

    As ondas gravitacionais são perturbações no espaço-tempo causadas por eventos cósmicos extremos, como a colisão de buracos negros ou estrelas de nêutrons. Elas foram previstas por Albert Einstein há mais de um século, mas só foram detectadas pela primeira vez em 2015, pelo observatório LIGO nos Estados Unidos.

    Desde então, os cientistas têm usado as ondas gravitacionais para estudar fenômenos que não podem ser observados diretamente pela luz, como a natureza da matéria escura, a origem dos elementos pesados e a evolução das galáxias.

    Mas há um tipo de onda gravitacional que ainda não foi captado pelos instrumentos atuais: as ondas gravitacionais gigantes, ou primordiais. Essas ondas teriam sido geradas logo após o Big Bang, na fase de inflação do universo, quando ele se expandiu exponencialmente em uma fração de segundo.

    As ondas gravitacionais gigantes são consideradas uma das evidências mais fortes da teoria da inflação, que tenta explicar como o universo adquiriu as propriedades que observamos hoje, como a homogeneidade, a isotropia e a planura. Além disso, elas poderiam revelar detalhes sobre a física de altas energias que ocorreu no início do universo, além do alcance do Modelo Padrão.

    Para detectar essas ondas, os cientistas precisam de instrumentos muito sensíveis e capazes de medir frequências muito baixas, da ordem de nanohertz. Essas frequências correspondem ao comprimento de onda do tamanho do universo observável, ou seja, cerca de 93 bilhões de anos-luz.

    Um dos projetos que busca captar essas ondas é o NANOGrav, uma colaboração internacional que usa uma rede de radiotelescópios para monitorar pulsares, que são estrelas de nêutrons que emitem feixes de rádio com períodos regulares. Ao medir o tempo de chegada dos sinais dos pulsares, os cientistas podem detectar variações causadas por ondas gravitacionais que passam pelo espaço-tempo.

    Em janeiro deste ano, o NANOGrav anunciou um resultado intrigante: eles encontraram uma correlação entre os sinais dos pulsares que poderia indicar a presença de um fundo estocástico de ondas gravitacionais. No entanto, eles não puderam confirmar se essas ondas são primordiais ou se têm outra origem, como a fusão de buracos negros supermassivos no centro das galáxias.

    Para esclarecer essa questão, os cientistas precisam de mais dados e de mais colaboração entre os diferentes projetos que buscam detectar ondas gravitacionais. Alguns exemplos são o LISA, um observatório espacial que será lançado em 2034 pela Agência Espacial Europeia (ESA), e o SKA, um conjunto de radiotelescópios que será construído na África do Sul e na Austrália pela Organização SKA.

    Se as ondas gravitacionais gigantes forem finalmente detectadas, elas serão uma janela única para o universo primordial e para a física além do conhecido. Elas também serão um marco histórico para a ciência e para a humanidade.

    Desde então, os cientistas têm usado as ondas gravitacionais para estudar fenômenos que não podem ser observados diretamente pela luz, como a natureza da matéria escura, a origem dos elementos pesados e a evolução das galáxias.

    Mas há um tipo de onda gravitacional que ainda não foi captado pelos instrumentos atuais: as ondas gravitacionais gigantes, ou primordiais. Essas ondas teriam sido geradas logo após o Big Bang, na fase de inflação do universo, quando ele se expandiu exponencialmente em uma fração de segundo.

    As ondas gravitacionais gigantes são consideradas uma das evidências mais fortes da teoria da inflação, que tenta explicar como o universo adquiriu as propriedades que observamos hoje, como a homogeneidade, a isotropia e a planura. Além disso, elas poderiam revelar detalhes sobre a física de altas energias que ocorreu no início do universo, além do alcance do Modelo Padrão.

    Para detectar essas ondas, os cientistas precisam de instrumentos muito sensíveis e capazes de medir frequências muito baixas, da ordem de nanohertz. Essas frequências correspondem ao comprimento de onda do tamanho do universo observável, ou seja, cerca de 93 bilhões de anos-luz.

    Um dos projetos que busca captar essas ondas é o NANOGrav, uma colaboração internacional que usa uma rede de radiotelescópios para monitorar pulsares, que são estrelas de nêutrons que emitem feixes de rádio com períodos regulares. Ao medir o tempo de chegada dos sinais dos pulsares, os cientistas podem detectar variações causadas por ondas gravitacionais que passam pelo espaço-tempo.

    Em janeiro deste ano, o NANOGrav anunciou um resultado intrigante: eles encontraram uma correlação entre os sinais dos pulsares que poderia indicar a presença de um fundo estocástico de ondas gravitacionais. No entanto, eles não puderam confirmar se essas ondas são primordiais ou se têm outra origem, como a fusão de buracos negros supermassivos no centro das galáxias.

    Para esclarecer essa questão, os cientistas precisam de mais dados e de mais colaboração entre os diferentes projetos que buscam detectar ondas gravitacionais. Alguns exemplos são o LISA, um observatório espacial que será lançado em 2034 pela Agência Espacial Europeia (ESA), e o SKA, um conjunto de radiotelescópios que será construído na África do Sul e na Austrália pela Organização SKA.

    Se as ondas gravitacionais gigantes forem finalmente detectadas, elas serão uma janela única para o universo primordial e para a física além do conhecido. Elas também serão um marco histórico para a ciência e para a humanidade.

  • Pesquisadores encontram altos níveis de mercúrio em peixes consumidos no Brasil

    Pesquisadores encontram altos níveis de mercúrio em peixes consumidos no Brasil

    Mais de 20% dos peixes vendidos em 17 cidades de seis estados da região amazônica do Brasil contêm níveis de mercúrio acima do limite seguro estabelecido pela OMS.

    O mercúrio é usado por garimpeiros ilegais para separar o ouro do minério depositado em rios ou perto deles. A contaminação por mercúrio não se limita às regiões de mineração, mas afeta tanto as populações rurais quanto as urbanas, podendo causar problemas neurológicos, endócrinos, cardíacos e comportamentais.

    O peixe é um alimento essencial para a dieta e a cultura dos povos da Amazônia, mas também pode ser uma fonte de risco para a saúde. Segundo um estudo realizado por pesquisadores brasileiros, muitas espécies de peixes comercializadas na região apresentam níveis de mercúrio acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 0,5 micrograma por grama de peso.

    O mercúrio é um metal pesado que pode se acumular no organismo e causar danos ao sistema nervoso central e periférico, ao sistema endócrino, ao músculo cardíaco e ter consequências comportamentais, como depressão e déficit de atenção. O mercúrio é usado por garimpeiros ilegais para separar o ouro do minério depositado em rios ou perto deles. O metal se mistura com a água e entra na cadeia alimentar dos peixes, que são consumidos pelas populações locais.

    O estudo analisou 1.472 amostras de peixes coletadas em 17 cidades de seis estados da região amazônica: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima. Os resultados mostraram que 20,3% das amostras tinham níveis de mercúrio acima do limite seguro. Em alguns estados, como Roraima, esse percentual chegou a 40%. Os peixes mais contaminados foram os carnívoros, como o tucunaré e o pirarucu.

    A contaminação por mercúrio não se limita às regiões de mineração, mas afeta tanto as populações rurais quanto as urbanas. Isso porque algumas espécies de peixes nadam desde perto do Oceano Atlântico até o interior da Amazônia, levando o metal consigo. Além disso, os peixes contaminados são vendidos nos mercados e peixarias das cidades, onde são consumidos pela população urbana.

    O neurocirurgião Erick Jennings, do Hospital Regional do Baixo Amazonas em Santarém, Pará, diz que já tem vários pacientes com diagnóstico de intoxicação por mercúrio e que muitas crianças na região sofrem de déficit de atenção e dificuldades de aprendizagem. Ele afirma que é preciso fazer um monitoramento constante dos níveis de mercúrio nos peixes e na população e alertar sobre os riscos do consumo excessivo.

    O estudo foi realizado pela Fundação Oswaldo Cruz, Universidade Federal do Oeste do Pará, Greenpeace Brasil, Instituto de Pesquisa e Formação Indígena, Instituto Socioambiental e Fundo Mundial para a Natureza Brasil. Os pesquisadores recomendam que sejam adotadas medidas para combater o garimpo ilegal na região amazônica e para proteger os direitos dos povos indígenas e tradicionais que dependem dos recursos naturais para sua sobrevivência.

    Fonte: Link.

    O mercúrio é usado por garimpeiros ilegais para separar o ouro do minério depositado em rios ou perto deles. A contaminação por mercúrio não se limita às regiões de mineração, mas afeta tanto as populações rurais quanto as urbanas, podendo causar problemas neurológicos, endócrinos, cardíacos e comportamentais.

    O peixe é um alimento essencial para a dieta e a cultura dos povos da Amazônia, mas também pode ser uma fonte de risco para a saúde. Segundo um estudo realizado por pesquisadores brasileiros, muitas espécies de peixes comercializadas na região apresentam níveis de mercúrio acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 0,5 micrograma por grama de peso.

    O mercúrio é um metal pesado que pode se acumular no organismo e causar danos ao sistema nervoso central e periférico, ao sistema endócrino, ao músculo cardíaco e ter consequências comportamentais, como depressão e déficit de atenção. O mercúrio é usado por garimpeiros ilegais para separar o ouro do minério depositado em rios ou perto deles. O metal se mistura com a água e entra na cadeia alimentar dos peixes, que são consumidos pelas populações locais.

    O estudo analisou 1.472 amostras de peixes coletadas em 17 cidades de seis estados da região amazônica: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima. Os resultados mostraram que 20,3% das amostras tinham níveis de mercúrio acima do limite seguro. Em alguns estados, como Roraima, esse percentual chegou a 40%. Os peixes mais contaminados foram os carnívoros, como o tucunaré e o pirarucu.

    A contaminação por mercúrio não se limita às regiões de mineração, mas afeta tanto as populações rurais quanto as urbanas. Isso porque algumas espécies de peixes nadam desde perto do Oceano Atlântico até o interior da Amazônia, levando o metal consigo. Além disso, os peixes contaminados são vendidos nos mercados e peixarias das cidades, onde são consumidos pela população urbana.

    O neurocirurgião Erick Jennings, do Hospital Regional do Baixo Amazonas em Santarém, Pará, diz que já tem vários pacientes com diagnóstico de intoxicação por mercúrio e que muitas crianças na região sofrem de déficit de atenção e dificuldades de aprendizagem. Ele afirma que é preciso fazer um monitoramento constante dos níveis de mercúrio nos peixes e na população e alertar sobre os riscos do consumo excessivo.

    O estudo foi realizado pela Fundação Oswaldo Cruz, Universidade Federal do Oeste do Pará, Greenpeace Brasil, Instituto de Pesquisa e Formação Indígena, Instituto Socioambiental e Fundo Mundial para a Natureza Brasil. Os pesquisadores recomendam que sejam adotadas medidas para combater o garimpo ilegal na região amazônica e para proteger os direitos dos povos indígenas e tradicionais que dependem dos recursos naturais para sua sobrevivência.

    Fonte: Link.

  • Por que você não deve acreditar em tudo o que o ChatGPT responde

    Por que você não deve acreditar em tudo o que o ChatGPT responde

    Você já imaginou conversar com uma máquina que entende o que você diz, responde às suas perguntas e até cria conteúdos como poemas, histórias e músicas?

    Essa é a proposta do ChatGPT, uma tecnologia desenvolvida pela OpenAI, uma organização sem fins lucrativos dedicada à pesquisa e ao desenvolvimento de inteligência artificial (IA).

    O ChatGPT é um chatbot, ou seja, um programa de computador que simula uma conversa humana. Mas ele não é um chatbot comum: ele usa um mecanismo de IA chamado GPT-3.5, que é capaz de gerar textos coerentes e criativos a partir de qualquer entrada de texto.

    Como funciona o ChatGPT?

    O ChatGPT usa o GPT-3.5, que é um modelo de linguagem pré-treinado com bilhões de palavras extraídas da internet. O modelo aprende as regras e os padrões da linguagem natural, como gramática, vocabulário e estilo, e usa esses conhecimentos para produzir textos novos.

    O ChatGPT é treinado para interagir em um formato de diálogo, ou seja, ele espera receber uma mensagem de texto do usuário e responde com outra mensagem de texto. O chatbot pode responder a perguntas, admitir seus erros, desafiar premissas incorretas e rejeitar pedidos inadequados.

    O chatbot também pode seguir instruções em um prompt, que é uma entrada de texto que define o que o usuário quer que o chatbot faça. Por exemplo, se o usuário escrever “Escreva um poema sobre amor”, o chatbot tentará gerar um poema sobre esse tema.

    Quais são as limitações do ChatGPT?

    Apesar de ser uma tecnologia impressionante, o ChatGPT não é perfeito. Ele às vezes escreve respostas plausíveis, mas incorretas ou sem sentido. Isso acontece porque o chatbot não tem acesso a nenhuma fonte de verdade, ou seja, ele não verifica se as informações que ele usa são confiáveis ou atualizadas.

    O chatbot também é sensível a pequenas mudanças na forma como o usuário escreve a mensagem ou a instrução. Por exemplo, se o usuário perguntar “Qual é a capital do Brasil?”, o chatbot pode responder corretamente “Brasília”. Mas se o usuário perguntar “Qual cidade é a capital do Brasil?”, o chatbot pode responder erroneamente “Rio de Janeiro”.

    Além disso, o chatbot às vezes é excessivamente verboso e repete certas frases, como afirmar que ele é um modelo de linguagem treinado pela OpenAI. Esses problemas surgem de vieses nos dados de treinamento (os treinadores humanos preferem respostas mais longas que parecem mais abrangentes) e questões conhecidas de sobre-otimização.

    Como usar o ChatGPT com responsabilidade?

    O ChatGPT é uma ferramenta divertida e educativa, mas também requer cuidado e senso crítico. O chatbot não tem intenção ou personalidade próprias, ele apenas imita o que ele aprendeu com os textos da internet. Portanto, ele pode reproduzir informações falsas, contraditórias ou ofensivas.

    O usuário não deve acreditar em tudo o que o chatbot diz e deve checar toda informação com fontes confiáveis. O usuário também deve respeitar as regras de uso do chatbot e não fazer perguntas ou pedidos inapropriados ou ilegais.

    O ChatGPT é uma demonstração do potencial da inteligência artificial para gerar textos complexos e criativos. Mas ele também mostra os desafios e os riscos dessa tecnologia. Por isso, é importante usar o chatbot com consciência e ética.

    Essa é a proposta do ChatGPT, uma tecnologia desenvolvida pela OpenAI, uma organização sem fins lucrativos dedicada à pesquisa e ao desenvolvimento de inteligência artificial (IA).

    O ChatGPT é um chatbot, ou seja, um programa de computador que simula uma conversa humana. Mas ele não é um chatbot comum: ele usa um mecanismo de IA chamado GPT-3.5, que é capaz de gerar textos coerentes e criativos a partir de qualquer entrada de texto.

    Como funciona o ChatGPT?

    O ChatGPT usa o GPT-3.5, que é um modelo de linguagem pré-treinado com bilhões de palavras extraídas da internet. O modelo aprende as regras e os padrões da linguagem natural, como gramática, vocabulário e estilo, e usa esses conhecimentos para produzir textos novos.

    O ChatGPT é treinado para interagir em um formato de diálogo, ou seja, ele espera receber uma mensagem de texto do usuário e responde com outra mensagem de texto. O chatbot pode responder a perguntas, admitir seus erros, desafiar premissas incorretas e rejeitar pedidos inadequados.

    O chatbot também pode seguir instruções em um prompt, que é uma entrada de texto que define o que o usuário quer que o chatbot faça. Por exemplo, se o usuário escrever “Escreva um poema sobre amor”, o chatbot tentará gerar um poema sobre esse tema.

    Quais são as limitações do ChatGPT?

    Apesar de ser uma tecnologia impressionante, o ChatGPT não é perfeito. Ele às vezes escreve respostas plausíveis, mas incorretas ou sem sentido. Isso acontece porque o chatbot não tem acesso a nenhuma fonte de verdade, ou seja, ele não verifica se as informações que ele usa são confiáveis ou atualizadas.

    O chatbot também é sensível a pequenas mudanças na forma como o usuário escreve a mensagem ou a instrução. Por exemplo, se o usuário perguntar “Qual é a capital do Brasil?”, o chatbot pode responder corretamente “Brasília”. Mas se o usuário perguntar “Qual cidade é a capital do Brasil?”, o chatbot pode responder erroneamente “Rio de Janeiro”.

    Além disso, o chatbot às vezes é excessivamente verboso e repete certas frases, como afirmar que ele é um modelo de linguagem treinado pela OpenAI. Esses problemas surgem de vieses nos dados de treinamento (os treinadores humanos preferem respostas mais longas que parecem mais abrangentes) e questões conhecidas de sobre-otimização.

    Como usar o ChatGPT com responsabilidade?

    O ChatGPT é uma ferramenta divertida e educativa, mas também requer cuidado e senso crítico. O chatbot não tem intenção ou personalidade próprias, ele apenas imita o que ele aprendeu com os textos da internet. Portanto, ele pode reproduzir informações falsas, contraditórias ou ofensivas.

    O usuário não deve acreditar em tudo o que o chatbot diz e deve checar toda informação com fontes confiáveis. O usuário também deve respeitar as regras de uso do chatbot e não fazer perguntas ou pedidos inapropriados ou ilegais.

    O ChatGPT é uma demonstração do potencial da inteligência artificial para gerar textos complexos e criativos. Mas ele também mostra os desafios e os riscos dessa tecnologia. Por isso, é importante usar o chatbot com consciência e ética.

  • O que é o teste de Turing e por que ele é importante para a inteligência artificial?

    O que é o teste de Turing e por que ele é importante para a inteligência artificial?

    Você já se perguntou se as máquinas podem pensar como os humanos? Essa é uma questão que intriga cientistas, filósofos e curiosos há muito tempo.

    Uma das formas de tentar responder a essa pergunta é através do teste de Turing, um método criado pelo matemático britânico Alan Turing em 1950.

    O teste de Turing consiste em uma conversa em linguagem natural entre um juiz humano e dois participantes, um humano e uma máquina, que estão separados fisicamente. O juiz deve fazer perguntas aos participantes e tentar identificar qual deles é a máquina, baseando-se apenas nas respostas escritas. Se o juiz não conseguir distinguir a máquina do humano, diz-se que a máquina passou no teste.

    O objetivo do teste de Turing é avaliar se uma máquina é capaz de exibir comportamento inteligente equivalente ou indistinguível de um ser humano. Ou seja, se ela pode enganar o juiz e fazer com que ele acredite que ela é uma pessoa.

    O teste de Turing foi proposto por Alan Turing em seu artigo “Computing Machinery and Intelligence”, onde ele questionou se as máquinas podem pensar. Ele substituiu essa pergunta por outra mais objetiva: “É possível conceber uma máquina digital que se saia bem no jogo da imitação?”.

    O teste de Turing é considerado um conceito fundamental da filosofia da inteligência artificial, mas também é alvo de críticas e controvérsias. Alguns argumentam que o teste não mede realmente a inteligência, mas apenas a capacidade de enganar o juiz; que o teste é limitado pela linguagem e pela cultura humanas; e que o teste não leva em conta outras formas de inteligência que não sejam verbais ou lógicas.

    Alguns eventos práticos que tentam aplicar o teste de Turing já ocorreram, como o Prêmio Loebner, que acontece anualmente desde 1990. No entanto, nenhum deles é considerado um teste válido ou confiável pelos especialistas em inteligência artificial.

    O teste de Turing é importante para a inteligência artificial porque ele foi um dos primeiros a propor um critério operacional e mensurável para avaliar se uma máquina pode pensar ou se comportar de forma inteligente. O teste de Turing também estimulou o desenvolvimento de sistemas que interagem de maneiras mais naturais e humanas, usando linguagem natural, aprendizado de máquina e processamento de texto. Além disso, o teste de Turing provocou debates filosóficos e éticos sobre a natureza da inteligência, da consciência, da criatividade e da responsabilidade das máquinas.

    Uma das formas de tentar responder a essa pergunta é através do teste de Turing, um método criado pelo matemático britânico Alan Turing em 1950.

    O teste de Turing consiste em uma conversa em linguagem natural entre um juiz humano e dois participantes, um humano e uma máquina, que estão separados fisicamente. O juiz deve fazer perguntas aos participantes e tentar identificar qual deles é a máquina, baseando-se apenas nas respostas escritas. Se o juiz não conseguir distinguir a máquina do humano, diz-se que a máquina passou no teste.

    O objetivo do teste de Turing é avaliar se uma máquina é capaz de exibir comportamento inteligente equivalente ou indistinguível de um ser humano. Ou seja, se ela pode enganar o juiz e fazer com que ele acredite que ela é uma pessoa.

    O teste de Turing foi proposto por Alan Turing em seu artigo “Computing Machinery and Intelligence”, onde ele questionou se as máquinas podem pensar. Ele substituiu essa pergunta por outra mais objetiva: “É possível conceber uma máquina digital que se saia bem no jogo da imitação?”.

    O teste de Turing é considerado um conceito fundamental da filosofia da inteligência artificial, mas também é alvo de críticas e controvérsias. Alguns argumentam que o teste não mede realmente a inteligência, mas apenas a capacidade de enganar o juiz; que o teste é limitado pela linguagem e pela cultura humanas; e que o teste não leva em conta outras formas de inteligência que não sejam verbais ou lógicas.

    Alguns eventos práticos que tentam aplicar o teste de Turing já ocorreram, como o Prêmio Loebner, que acontece anualmente desde 1990. No entanto, nenhum deles é considerado um teste válido ou confiável pelos especialistas em inteligência artificial.

    O teste de Turing é importante para a inteligência artificial porque ele foi um dos primeiros a propor um critério operacional e mensurável para avaliar se uma máquina pode pensar ou se comportar de forma inteligente. O teste de Turing também estimulou o desenvolvimento de sistemas que interagem de maneiras mais naturais e humanas, usando linguagem natural, aprendizado de máquina e processamento de texto. Além disso, o teste de Turing provocou debates filosóficos e éticos sobre a natureza da inteligência, da consciência, da criatividade e da responsabilidade das máquinas.

  • Positividade tóxica: Carolina Ferraz desabafa e recebe apoio e críticas nas redes sociais

    Positividade tóxica: Carolina Ferraz desabafa e recebe apoio e críticas nas redes sociais

    A atriz e apresentadora Carolina Ferraz usou o Instagram na última quarta-feira (28) para fazer um desabafo contra a chamada positividade tóxica, que é a tendência de ignorar ou reprimir as emoções negativas ou desagradáveis, como tristeza, raiva, frustração ou medo, e forçar uma atitude positiva ou otimista em todas as situações, mesmo quando não…

    Ela disse que se irritou com uma pessoa que perguntou o que ela já tinha feito para se tornar um ser humano melhor e que cancelou a pessoa. Ela também defendeu que as pessoas devem se permitir sentir tristeza e luto, sem ter que fingir uma felicidade constante. O vídeo dela gerou repercussão e dividiu opiniões nas redes sociais.

    “Eu sou comprometida comigo mesma, quero melhorar, quer ser um ser humano melhor. Mas esse povo que fica fazendo ‘coaching’ da alegria é muito irritante, essa positividade tóxica é muito chata, sabe? Eu tenho uma amiga e a mãe faleceu. Deixa a pessoa sofrer, gente! Deixa ela ficar de luto, ela vai se recuperar, é evidente. Mas, para se recuperar, você precisa viver aquela dor”, disse a atriz no vídeo.

    Ela também criticou a obrigação de se esforçar para ser uma pessoa melhor todos os dias. “Não dá para você acordar todo dia e dizer: ‘poxa, hoje o que é que eu já fiz para ser a pessoa que eu quero ser amanhã?’ Por que isso? Tem dia que eu acordo e o máximo que eu consigo é acordar, trabalhar, responder meus e-mails. O máximo que eu consigo naquele dia é fazer coisas do dia a dia”, afirmou.

    Na legenda do vídeo, Carolina ainda opinou mais sobre o assunto. “Quando a ‘positividade tóxica’ incomoda. Num mundo de imagens, onde todos estão ‘lindos e felizes’ o tempo todo, onde existem coachs para tudo (nada contra coachs, tá gente!), as pessoas não se permitem mais estarem tristes ou simplesmente normais.”

    A postagem da atriz recebeu apoio de alguns famosos, como Lucio Mauro Filho e Giovanna Lancellotti, mas também gerou críticas de alguns internautas, que acharam que ela foi exagerada ou desrespeitosa com quem tenta ser positivo.

    A positividade tóxica pode ser prejudicial para a saúde mental e o bem-estar das pessoas, pois nega a validade e a importância de expressar e lidar com os sentimentos difíceis. A positividade tóxica também pode isolar as pessoas que precisam de apoio e compreensão, pois elas podem se sentir culpadas ou inadequadas por não serem felizes o tempo todo.

    A positividade tóxica não deve ser confundida com a psicologia positiva, que é um ramo da psicologia que estuda os aspectos que tornam o ser humano feliz e resiliente, sem negar ou evitar as emoções negativas, mas sim reconhecendo-as e buscando formas de superá-las.

    Ela disse que se irritou com uma pessoa que perguntou o que ela já tinha feito para se tornar um ser humano melhor e que cancelou a pessoa. Ela também defendeu que as pessoas devem se permitir sentir tristeza e luto, sem ter que fingir uma felicidade constante. O vídeo dela gerou repercussão e dividiu opiniões nas redes sociais.

    “Eu sou comprometida comigo mesma, quero melhorar, quer ser um ser humano melhor. Mas esse povo que fica fazendo ‘coaching’ da alegria é muito irritante, essa positividade tóxica é muito chata, sabe? Eu tenho uma amiga e a mãe faleceu. Deixa a pessoa sofrer, gente! Deixa ela ficar de luto, ela vai se recuperar, é evidente. Mas, para se recuperar, você precisa viver aquela dor”, disse a atriz no vídeo.

    Ela também criticou a obrigação de se esforçar para ser uma pessoa melhor todos os dias. “Não dá para você acordar todo dia e dizer: ‘poxa, hoje o que é que eu já fiz para ser a pessoa que eu quero ser amanhã?’ Por que isso? Tem dia que eu acordo e o máximo que eu consigo é acordar, trabalhar, responder meus e-mails. O máximo que eu consigo naquele dia é fazer coisas do dia a dia”, afirmou.

    Na legenda do vídeo, Carolina ainda opinou mais sobre o assunto. “Quando a ‘positividade tóxica’ incomoda. Num mundo de imagens, onde todos estão ‘lindos e felizes’ o tempo todo, onde existem coachs para tudo (nada contra coachs, tá gente!), as pessoas não se permitem mais estarem tristes ou simplesmente normais.”

    A postagem da atriz recebeu apoio de alguns famosos, como Lucio Mauro Filho e Giovanna Lancellotti, mas também gerou críticas de alguns internautas, que acharam que ela foi exagerada ou desrespeitosa com quem tenta ser positivo.

    A positividade tóxica pode ser prejudicial para a saúde mental e o bem-estar das pessoas, pois nega a validade e a importância de expressar e lidar com os sentimentos difíceis. A positividade tóxica também pode isolar as pessoas que precisam de apoio e compreensão, pois elas podem se sentir culpadas ou inadequadas por não serem felizes o tempo todo.

    A positividade tóxica não deve ser confundida com a psicologia positiva, que é um ramo da psicologia que estuda os aspectos que tornam o ser humano feliz e resiliente, sem negar ou evitar as emoções negativas, mas sim reconhecendo-as e buscando formas de superá-las.

  • A codificação com inteligência artificial pode impulsionar a economia global, dizem pesquisadores

    A codificação com inteligência artificial pode impulsionar a economia global, dizem pesquisadores

    A inteligência artificial (IA) está cada vez mais presente em diversos setores da sociedade, desde a saúde até a educação.

    Mas uma das áreas que mais pode se beneficiar da IA é a programação de software, que pode se tornar mais rápida, fácil e eficiente com o uso de ferramentas baseadas em IA.

    Segundo um estudo recente da consultoria PwC, a codificação com IA pode adicionar US$ 1,5 trilhão ao produto interno bruto (PIB) global até 2030, representando um aumento de 2,4% em relação ao cenário atual. O estudo analisou o impacto potencial da codificação com IA em seis países: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, China, Índia e Japão.

    A codificação com IA é o uso de modelos de aprendizado de máquina para gerar código automaticamente. A maioria das ferramentas existentes de codificação com IA permite que os desenvolvedores descrevam em linguagem natural o que querem que seu código faça, e a ferramenta sugere linhas ou funções de código adequadas.

    Um exemplo de ferramenta de codificação com IA é o GitHub Copilot, um assistente de programação que usa o OpenAI Codex, um modelo de linguagem pré-treinado criado pela OpenAI. O GitHub Copilot é capaz de escrever código em pelo menos uma dúzia de linguagens, incluindo JavaScript, Go, Perl, PHP, Ruby, Swift e TypeScript.

    Outro exemplo é o Tabnine, um complemento para ambientes de desenvolvimento integrados (IDEs) que oferece sugestões de código baseadas em IA. O Tabnine suporta mais de 20 linguagens e 15 editores, incluindo IDEs populares como VS Code, IntelliJ, Android Studio e Vim.

    De acordo com o estudo da PwC, a codificação com IA pode trazer diversos benefícios para os desenvolvedores e para a sociedade em geral, tais como:

    • Aumentar a produtividade e a qualidade do código, reduzindo erros e bugs.

    • Facilitar o aprendizado e o uso de novas linguagens e frameworks.

    • Ampliar o acesso à programação para pessoas sem formação técnica ou com deficiências.

    • Estimular a inovação e a criação de novos produtos e serviços baseados em software.

    • Reduzir o impacto ambiental da programação, diminuindo o consumo de energia e as emissões de carbono.

    No entanto, a codificação com IA também apresenta alguns desafios e riscos, como:

    • Garantir a segurança e a privacidade dos dados usados para treinar os modelos de IA.

    • Preservar os direitos autorais e a propriedade intelectual do código gerado por IA.

    • Evitar vieses e discriminações nos algoritmos e nas aplicações de software.

    • Promover uma transição justa e inclusiva para os trabalhadores afetados pela automação da programação.

    Para aproveitar as oportunidades e mitigar os riscos da codificação com IA, o estudo da PwC recomenda algumas medidas para os governos, as empresas e os indivíduos, tais como:

    • Investir em pesquisa e desenvolvimento em IA e em educação digital.

    • Estabelecer padrões éticos e regulatórios para a codificação com IA.

    • Fomentar a colaboração entre os diferentes atores do ecossistema de software.

    • Apoiar a requalificação e a adaptação dos profissionais da programação.

    A codificação com IA é uma tendência irreversível que pode transformar profundamente o setor de software e a economia global. É preciso estar preparado para os desafios e as oportunidades que essa tecnologia traz.

    Mas uma das áreas que mais pode se beneficiar da IA é a programação de software, que pode se tornar mais rápida, fácil e eficiente com o uso de ferramentas baseadas em IA.

    Segundo um estudo recente da consultoria PwC, a codificação com IA pode adicionar US$ 1,5 trilhão ao produto interno bruto (PIB) global até 2030, representando um aumento de 2,4% em relação ao cenário atual. O estudo analisou o impacto potencial da codificação com IA em seis países: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, China, Índia e Japão.

    A codificação com IA é o uso de modelos de aprendizado de máquina para gerar código automaticamente. A maioria das ferramentas existentes de codificação com IA permite que os desenvolvedores descrevam em linguagem natural o que querem que seu código faça, e a ferramenta sugere linhas ou funções de código adequadas.

    Um exemplo de ferramenta de codificação com IA é o GitHub Copilot, um assistente de programação que usa o OpenAI Codex, um modelo de linguagem pré-treinado criado pela OpenAI. O GitHub Copilot é capaz de escrever código em pelo menos uma dúzia de linguagens, incluindo JavaScript, Go, Perl, PHP, Ruby, Swift e TypeScript.

    Outro exemplo é o Tabnine, um complemento para ambientes de desenvolvimento integrados (IDEs) que oferece sugestões de código baseadas em IA. O Tabnine suporta mais de 20 linguagens e 15 editores, incluindo IDEs populares como VS Code, IntelliJ, Android Studio e Vim.

    De acordo com o estudo da PwC, a codificação com IA pode trazer diversos benefícios para os desenvolvedores e para a sociedade em geral, tais como:

    • Aumentar a produtividade e a qualidade do código, reduzindo erros e bugs.

    • Facilitar o aprendizado e o uso de novas linguagens e frameworks.

    • Ampliar o acesso à programação para pessoas sem formação técnica ou com deficiências.

    • Estimular a inovação e a criação de novos produtos e serviços baseados em software.

    • Reduzir o impacto ambiental da programação, diminuindo o consumo de energia e as emissões de carbono.

    No entanto, a codificação com IA também apresenta alguns desafios e riscos, como:

    • Garantir a segurança e a privacidade dos dados usados para treinar os modelos de IA.

    • Preservar os direitos autorais e a propriedade intelectual do código gerado por IA.

    • Evitar vieses e discriminações nos algoritmos e nas aplicações de software.

    • Promover uma transição justa e inclusiva para os trabalhadores afetados pela automação da programação.

    Para aproveitar as oportunidades e mitigar os riscos da codificação com IA, o estudo da PwC recomenda algumas medidas para os governos, as empresas e os indivíduos, tais como:

    • Investir em pesquisa e desenvolvimento em IA e em educação digital.

    • Estabelecer padrões éticos e regulatórios para a codificação com IA.

    • Fomentar a colaboração entre os diferentes atores do ecossistema de software.

    • Apoiar a requalificação e a adaptação dos profissionais da programação.

    A codificação com IA é uma tendência irreversível que pode transformar profundamente o setor de software e a economia global. É preciso estar preparado para os desafios e as oportunidades que essa tecnologia traz.

  • OMS vai classificar adoçante da Coca-cola Zero como possível cancerígeno

    OMS vai classificar adoçante da Coca-cola Zero como possível cancerígeno

    Aspartame, substância usada em refrigerantes dietéticos e chicletes, pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, segundo estudos.

    O aspartame é um dos adoçantes artificiais mais comuns do mundo, usado em produtos como a Coca-cola Zero e em chicletes da marca Mars. Mas essa substância pode trazer riscos para a saúde, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), que faz parte da OMS, vai declarar o aspartame como “possivelmente cancerígeno para humanos” no próximo mês, de acordo com duas fontes com conhecimento do processo. Essa será a primeira vez que o adoçante receberá essa classificação pela Iarc.

    A decisão da Iarc foi finalizada no início deste mês, após uma reunião de especialistas externos do grupo. O objetivo é avaliar se algo é um potencial perigo ou não, com base em todas as evidências publicadas. Não leva em consideração a quantidade segura de um produto que uma pessoa pode consumir.

    Essa recomendação para indivíduos vem de um comitê de especialistas separado da OMS sobre aditivos alimentares, conhecido como JECFA (Comitê Conjunto da OMS e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação sobre Aditivos Alimentares), juntamente com determinações de reguladores nacionais.

    A JECFA também está revisando o uso do aspartame este ano. Sua reunião começou no final de junho e está previsto que anuncie suas descobertas no mesmo dia em que a Iarc torna pública sua decisão – em 14 de julho.

    Desde 1981, o JECFA afirmou que o aspartame é seguro para consumo dentro dos limites diários aceitos. Por exemplo, um adulto pesando 60 kg teria que beber entre 12 e 36 latas de refrigerante diet – dependendo da quantidade de aspartame na bebida – todos os dias para correr riscos. Essa visão tem sido amplamente compartilhada por reguladores nacionais, incluindo nos Estados Unidos e na Europa.

    No entanto, decisões semelhantes da Iarc no passado para diferentes substâncias levantaram preocupações entre os consumidores sobre seu uso, resultaram em processos judiciais e pressionaram os fabricantes a reformular receitas e trocar por alternativas. Isso levou a críticas de que as avaliações da Iarc podem ser confusas para o público.

    Alguns estudos sugerem que o aspartame pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, como linfoma, câncer de bexiga e leucemia. O aspartame também pode induzir a produção de radicais livres, que aceleram o envelhecimento e reduzem as defesas do corpo.

    O aspartame é usado em produtos como refrigerantes dietéticos e chicletes. Segundo a Coca-cola, o aspartame é seguro e aprovado por órgãos reguladores de saúde. A empresa afirma que o adoçante ajuda a reduzir o consumo de açúcar e calorias.

    O aspartame é um dos adoçantes artificiais mais comuns do mundo, usado em produtos como a Coca-cola Zero e em chicletes da marca Mars. Mas essa substância pode trazer riscos para a saúde, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), que faz parte da OMS, vai declarar o aspartame como “possivelmente cancerígeno para humanos” no próximo mês, de acordo com duas fontes com conhecimento do processo. Essa será a primeira vez que o adoçante receberá essa classificação pela Iarc.

    A decisão da Iarc foi finalizada no início deste mês, após uma reunião de especialistas externos do grupo. O objetivo é avaliar se algo é um potencial perigo ou não, com base em todas as evidências publicadas. Não leva em consideração a quantidade segura de um produto que uma pessoa pode consumir.

    Essa recomendação para indivíduos vem de um comitê de especialistas separado da OMS sobre aditivos alimentares, conhecido como JECFA (Comitê Conjunto da OMS e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação sobre Aditivos Alimentares), juntamente com determinações de reguladores nacionais.

    A JECFA também está revisando o uso do aspartame este ano. Sua reunião começou no final de junho e está previsto que anuncie suas descobertas no mesmo dia em que a Iarc torna pública sua decisão – em 14 de julho.

    Desde 1981, o JECFA afirmou que o aspartame é seguro para consumo dentro dos limites diários aceitos. Por exemplo, um adulto pesando 60 kg teria que beber entre 12 e 36 latas de refrigerante diet – dependendo da quantidade de aspartame na bebida – todos os dias para correr riscos. Essa visão tem sido amplamente compartilhada por reguladores nacionais, incluindo nos Estados Unidos e na Europa.

    No entanto, decisões semelhantes da Iarc no passado para diferentes substâncias levantaram preocupações entre os consumidores sobre seu uso, resultaram em processos judiciais e pressionaram os fabricantes a reformular receitas e trocar por alternativas. Isso levou a críticas de que as avaliações da Iarc podem ser confusas para o público.

    Alguns estudos sugerem que o aspartame pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, como linfoma, câncer de bexiga e leucemia. O aspartame também pode induzir a produção de radicais livres, que aceleram o envelhecimento e reduzem as defesas do corpo.

    O aspartame é usado em produtos como refrigerantes dietéticos e chicletes. Segundo a Coca-cola, o aspartame é seguro e aprovado por órgãos reguladores de saúde. A empresa afirma que o adoçante ajuda a reduzir o consumo de açúcar e calorias.

  • Ondas gravitacionais podem ter sido detectadas por pulsares

    Ondas gravitacionais podem ter sido detectadas por pulsares

    Um grupo de cientistas anunciou ter encontrado evidências de um fundo de ondas gravitacionais, que são perturbações no espaço-tempo causadas por eventos cósmicos extremos.

    O estudo, publicado na revista The Astrophysical Journal Letters, usou dados de 15 anos de observação de 67 pulsares, que são estrelas de nêutrons que emitem pulsos de rádio regulares.

    O que são ondas gravitacionais?

    As ondas gravitacionais foram previstas por Albert Einstein em 1916, como parte da sua teoria da relatividade geral. Elas são geradas por objetos acelerados que distorcem o tecido do espaço-tempo ao seu redor. Por exemplo, quando dois buracos negros se fundem, eles emitem ondas gravitacionais que se propagam pelo universo à velocidade da luz.

    As ondas gravitacionais são muito fracas e difíceis de detectar. A primeira detecção direta foi feita em 2015 pelo observatório LIGO, que usou dois interferômetros a laser para medir as minúsculas variações no comprimento dos braços dos instrumentos causadas pela passagem das ondas. Desde então, outras detecções foram feitas pelo LIGO e pelo observatório VIRGO, na Europa.

    Como os pulsares podem detectar ondas gravitacionais?

    Os pulsares são usados como relógios cósmicos, pois emitem pulsos de rádio com uma frequência muito precisa e estável. Ao medir o tempo exato de chegada dos pulsos na Terra, os astrônomos podem monitorar possíveis alterações causadas por fatores externos, como as ondas gravitacionais.

    Um fundo de ondas gravitacionais é uma superposição de ondas provenientes de várias fontes distantes e não resolvidas, como uma população de buracos negros supermassivos binários nas galáxias. Essas ondas têm um período muito longo, da ordem de anos ou décadas, e por isso não podem ser detectadas pelos observatórios terrestres como o LIGO e o VIRGO, que são sensíveis a períodos da ordem de milissegundos.

    Para detectar um fundo de ondas gravitacionais, os cientistas usam uma rede de pulsares distribuídos pelo céu, chamada de array de pulsares. A ideia é que as ondas gravitacionais criem um padrão específico de correlações entre os tempos de chegada dos pulsos dos diferentes pulsares, chamado de curva de Hellings-Downs. Esse padrão depende do ângulo entre os pulsares e a direção das ondas.

    O que o estudo encontrou?

    O estudo é fruto do trabalho do North American Nanohertz Observatory for Gravitational Waves (NANOGrav), uma colaboração que reúne mais de 100 cientistas dos Estados Unidos e do Canadá. Eles usaram dados coletados por dois radiotelescópios: o Green Bank Telescope, na Virgínia Ocidental, e o Arecibo Observatory, em Porto Rico.

    Os pesquisadores analisaram os dados de 15 anos de observação de 67 pulsares e encontraram evidências de um sinal estocástico que é correlacionado entre eles, seguindo o padrão esperado para um fundo de ondas gravitacionais. Eles compararam vários modelos para explicar o sinal e concluíram que o mais provável é o que inclui um fundo de ondas gravitacionais com um espectro do tipo lei de potência.

    O estudo estimou a amplitude do fundo de ondas gravitacionais em (mediana + intervalo credível de 90%) na frequência de referência de 1 ano-1. Essa amplitude é consistente com as expectativas astrofísicas para um sinal proveniente de uma população de buracos negros supermassivos binários, embora outras fontes cosmológicas e astrofísicas não possam ser excluídas.

    A observação das correlações de Hellings-Downs aponta para a origem gravitacional do sinal. No entanto, os pesquisadores ressaltam que ainda não é possível afirmar com certeza que se trata de um fundo de ondas gravitacionais, pois há outras fontes de ruído que podem afetar os dados. Eles esperam confirmar a detecção com mais dados e com a colaboração de outros arrays de pulsares, como o European Pulsar Timing Array e o Parkes Pulsar Timing Array.

    Por que isso é importante?

    A detecção de um fundo de ondas gravitacionais seria um marco na astronomia, pois abriria uma nova janela para estudar o universo em uma faixa de frequências inacessível aos observatórios terrestres. Além disso, seria uma forma de testar a teoria da relatividade geral em regimes extremos e de investigar a natureza e a evolução dos buracos negros supermassivos e das galáxias que os hospedam.

    Os pulsares também podem ser usados para detectar ondas gravitacionais individuais de fontes específicas, como buracos negros supermassivos em fusão ou estrelas de nêutrons em órbita. Essas detecções poderiam fornecer informações sobre as propriedades desses objetos e sobre os processos físicos envolvidos na emissão das ondas.

    O estudo, publicado na revista The Astrophysical Journal Letters, usou dados de 15 anos de observação de 67 pulsares, que são estrelas de nêutrons que emitem pulsos de rádio regulares.

    O que são ondas gravitacionais?

    As ondas gravitacionais foram previstas por Albert Einstein em 1916, como parte da sua teoria da relatividade geral. Elas são geradas por objetos acelerados que distorcem o tecido do espaço-tempo ao seu redor. Por exemplo, quando dois buracos negros se fundem, eles emitem ondas gravitacionais que se propagam pelo universo à velocidade da luz.

    As ondas gravitacionais são muito fracas e difíceis de detectar. A primeira detecção direta foi feita em 2015 pelo observatório LIGO, que usou dois interferômetros a laser para medir as minúsculas variações no comprimento dos braços dos instrumentos causadas pela passagem das ondas. Desde então, outras detecções foram feitas pelo LIGO e pelo observatório VIRGO, na Europa.

    Como os pulsares podem detectar ondas gravitacionais?

    Os pulsares são usados como relógios cósmicos, pois emitem pulsos de rádio com uma frequência muito precisa e estável. Ao medir o tempo exato de chegada dos pulsos na Terra, os astrônomos podem monitorar possíveis alterações causadas por fatores externos, como as ondas gravitacionais.

    Um fundo de ondas gravitacionais é uma superposição de ondas provenientes de várias fontes distantes e não resolvidas, como uma população de buracos negros supermassivos binários nas galáxias. Essas ondas têm um período muito longo, da ordem de anos ou décadas, e por isso não podem ser detectadas pelos observatórios terrestres como o LIGO e o VIRGO, que são sensíveis a períodos da ordem de milissegundos.

    Para detectar um fundo de ondas gravitacionais, os cientistas usam uma rede de pulsares distribuídos pelo céu, chamada de array de pulsares. A ideia é que as ondas gravitacionais criem um padrão específico de correlações entre os tempos de chegada dos pulsos dos diferentes pulsares, chamado de curva de Hellings-Downs. Esse padrão depende do ângulo entre os pulsares e a direção das ondas.

    O que o estudo encontrou?

    O estudo é fruto do trabalho do North American Nanohertz Observatory for Gravitational Waves (NANOGrav), uma colaboração que reúne mais de 100 cientistas dos Estados Unidos e do Canadá. Eles usaram dados coletados por dois radiotelescópios: o Green Bank Telescope, na Virgínia Ocidental, e o Arecibo Observatory, em Porto Rico.

    Os pesquisadores analisaram os dados de 15 anos de observação de 67 pulsares e encontraram evidências de um sinal estocástico que é correlacionado entre eles, seguindo o padrão esperado para um fundo de ondas gravitacionais. Eles compararam vários modelos para explicar o sinal e concluíram que o mais provável é o que inclui um fundo de ondas gravitacionais com um espectro do tipo lei de potência.

    O estudo estimou a amplitude do fundo de ondas gravitacionais em (mediana + intervalo credível de 90%) na frequência de referência de 1 ano-1. Essa amplitude é consistente com as expectativas astrofísicas para um sinal proveniente de uma população de buracos negros supermassivos binários, embora outras fontes cosmológicas e astrofísicas não possam ser excluídas.

    A observação das correlações de Hellings-Downs aponta para a origem gravitacional do sinal. No entanto, os pesquisadores ressaltam que ainda não é possível afirmar com certeza que se trata de um fundo de ondas gravitacionais, pois há outras fontes de ruído que podem afetar os dados. Eles esperam confirmar a detecção com mais dados e com a colaboração de outros arrays de pulsares, como o European Pulsar Timing Array e o Parkes Pulsar Timing Array.

    Por que isso é importante?

    A detecção de um fundo de ondas gravitacionais seria um marco na astronomia, pois abriria uma nova janela para estudar o universo em uma faixa de frequências inacessível aos observatórios terrestres. Além disso, seria uma forma de testar a teoria da relatividade geral em regimes extremos e de investigar a natureza e a evolução dos buracos negros supermassivos e das galáxias que os hospedam.

    Os pulsares também podem ser usados para detectar ondas gravitacionais individuais de fontes específicas, como buracos negros supermassivos em fusão ou estrelas de nêutrons em órbita. Essas detecções poderiam fornecer informações sobre as propriedades desses objetos e sobre os processos físicos envolvidos na emissão das ondas.